Bento XVI apelou hoje no Vaticano ao respeito pelo domingo como “dia de descanso”, pedindo atenção às necessidades das famílias na sua relação com o mundo do trabalho. O Papa falava perante milhares de peregrinos reunidos na Praça de São Pedro, para a audiência pública desta semana, evocando a celebração, esta terça-feira [15], do Dia Internacional das Famílias, promovida pela ONU e dedicada este ano ao “equilíbrio entre duas questões estreitamente ligadas: a família e o trabalho”...
Bento XVI pediu, neste contexto, que “o domingo, dia do Senhor e Páscoa da semana, seja dia de descanso e ocasião para reforçar os laços familiares”...
Fonte: Ecclesia
NOTA: Como bem lembrou o Diário da Profecia, o VII Encontro Mundial de Famílias promovido pelo Vaticano que acontecerá entre os dias 30 de maio e 3 de junho próximo, em Milão, tem como tema: "A família, o trabalho e a festa". Sobre o tema, Bento XVI afirmou ser "necessário promover uma reflexão e um compromisso para conciliar as exigências e os tempos do trabalho com os da família e recuperar o verdadeiro sentido da festa, especialmente do domingo, páscoa semanal, dia do Senhor e dia do homem, dia da família, da comunidade e da solidariedade".
Enquanto isso a ONU...
"Evocando o tema do próximo Encontro Mundial das Famílias, 'A família, o trabalho e a festa', Ban Ki-Moon destaca a necessidade do equilíbrio trabalho-família, ou seja, de ajudar os trabalhadores a sustentaram financeira e emocionalmente suas famílias, contribuindo, ao mesmo tempo, com o desenvolvimento sócio-econômico".
A crise final deste mundo está às portas, onde todos serão chamados a decidir: adorar a besta e a sua imagem (guardando o domingo - dia do sol), ou adorar o Deus Criador (guardando o sábado do sétimo dia - sinal entre Deus e Seu povo)...
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quarta-feira, maio 16, 2012
quinta-feira, maio 03, 2012
quinta-feira, fevereiro 24, 2011
Pesquisa contraria a idéia de infidelidade natural
Uma nova pesquisa joga um balde de água fria em quem justifica a infidelidade como "natural". Segundo um experimento da Universidade da Flórida, a fidelidade também pode ser explicada pela biologia.
Os coordenadores do estudo, Saul Miller e Jon Maner, mostraram que sinais de que uma mulher está em período fértil, como mudança de cheiro, são percebidos pelo homem. Mas, se ele for comprometido, em vez de atração, ele tende a rejeitar os sinais em uma desconhecida.
Pesquisas anteriores já apontaram a relação entre pico fértil da mulher e resposta masculina. Um estudo feito em 2007 com dançarinas de striptease mostrou que as gorjetas aumentavam quando elas estavam ovulando.
"No pico de fertilidade, o aumento do estrogênio deixa a mulher mais lubrificada, com mais brilho na pele. O cheiro do corpo também muda de forma sutil, mas que é percebida pelo homem", diz a endocrinologista Vânia Assaly, membro da International Hormone Society.
A reação fisiológica do macho é responder com excitação sexual e partir para o bote. Mas, se isso significa pular a cerca, outras reações biológicas podem entrar em jogo, especulam pesquisadores.
No trabalho da Flórida, uma jovem frequentou o laboratório de psicologia social por vários meses. Os homens participantes classificaram o grau de atratividade da moça. A maioria dos desimpedidos a considerou mais atraente nos períodos férteis. Os que estavam em relacionamentos românticos a acharam menos atraente justamente nessas fases.
"Parece que os homens estavam de fato tentando afastar qualquer tentação que pudessem sentir diante da mulher que estava ovulando", disse o psicólogo Maner.
Para Assaly, isso mostra como condições sociais modulam a ação hormonal.
"A presença da mulher fértil aumenta a produção de hormônios sexuais no homem, como testosterona.
Mas a consciência e a memória desencadeiam a produção de outros hormônios, como ocitocina, que trabalham contra a ameaça ao vínculo amoroso."
Para o psiquiatra Luiz Cushnir, do grupo de estudos de gêneros do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, o maior valor desse tipo de pesquisa é possibilitar reflexões.
"Relacionamentos são multifatoriais e o ser humano tem grande repertório emocional, ao contrário dos animais. Valores socioculturais influenciam a resposta sexual e podem ter repercussão bioquímica. Mas não dá para reduzir tudo à biologia."
Fonte: Folha São Paulo
NOTA: A turma de Darwin que me desculpe mas fico com o último depoimento: "Relacionamentos são multifatoriais... não dá para reduzir tudo à biologia."
Os coordenadores do estudo, Saul Miller e Jon Maner, mostraram que sinais de que uma mulher está em período fértil, como mudança de cheiro, são percebidos pelo homem. Mas, se ele for comprometido, em vez de atração, ele tende a rejeitar os sinais em uma desconhecida.
Pesquisas anteriores já apontaram a relação entre pico fértil da mulher e resposta masculina. Um estudo feito em 2007 com dançarinas de striptease mostrou que as gorjetas aumentavam quando elas estavam ovulando.
"No pico de fertilidade, o aumento do estrogênio deixa a mulher mais lubrificada, com mais brilho na pele. O cheiro do corpo também muda de forma sutil, mas que é percebida pelo homem", diz a endocrinologista Vânia Assaly, membro da International Hormone Society.
A reação fisiológica do macho é responder com excitação sexual e partir para o bote. Mas, se isso significa pular a cerca, outras reações biológicas podem entrar em jogo, especulam pesquisadores.
No trabalho da Flórida, uma jovem frequentou o laboratório de psicologia social por vários meses. Os homens participantes classificaram o grau de atratividade da moça. A maioria dos desimpedidos a considerou mais atraente nos períodos férteis. Os que estavam em relacionamentos românticos a acharam menos atraente justamente nessas fases.
"Parece que os homens estavam de fato tentando afastar qualquer tentação que pudessem sentir diante da mulher que estava ovulando", disse o psicólogo Maner.
Para Assaly, isso mostra como condições sociais modulam a ação hormonal.
"A presença da mulher fértil aumenta a produção de hormônios sexuais no homem, como testosterona.
Mas a consciência e a memória desencadeiam a produção de outros hormônios, como ocitocina, que trabalham contra a ameaça ao vínculo amoroso."
Para o psiquiatra Luiz Cushnir, do grupo de estudos de gêneros do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, o maior valor desse tipo de pesquisa é possibilitar reflexões.
"Relacionamentos são multifatoriais e o ser humano tem grande repertório emocional, ao contrário dos animais. Valores socioculturais influenciam a resposta sexual e podem ter repercussão bioquímica. Mas não dá para reduzir tudo à biologia."
Fonte: Folha São Paulo
NOTA: A turma de Darwin que me desculpe mas fico com o último depoimento: "Relacionamentos são multifatoriais... não dá para reduzir tudo à biologia."
quarta-feira, maio 12, 2010
Cientistas buscam explicação científica para a infidelidade
Pesquisadores têm buscado embasamento científico e justificativas para um fenômeno que talvez nunca seja fácil de explicar: a infidelidade. Estudos sugerem que variações genéticas estariam relacionadas à dificuldade de ser fiel. Por exemplo um trabalho feito com 552 pares de gêmeos e seus parceiros, que avaliou um gene presente na maioria dos mamíferos, relacionado à formação de vínculos. Os homens que carregavam variações desse gene eram menos propensos a se casar: os que se casaram tiveram mais crises conjugais, e suas mulheres eram mais infelizes, segundo o estudo, feito pelo Instituto Karolinska, na Suécia.Mas é claro que não é possível utilizar esse dado para prever o comportamento masculino em um relacionamento. "Você olha um "pegador" e identifica, por atitudes e pela forma de se relacionar, que ele tem maior tendência à traição. Mas ainda não dá para dizer que foi programado geneticamente para agir dessa forma", comenta a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de SP.
Outros estudos dizem que é possível treinar o cérebro para resistir a desejos "proibidos". [grifo acrescentado]
Um grupo da Universidade McGill, no Canadá, fez várias pesquisas para mostrar a reação de pessoas comprometidas diante das tentações. Concluíram, em um primeiro estágio, que, quanto mais comprometida é a pessoa, mais ela sente repulsa por alguém ou alguma situação que ameace seu relacionamento. Em um dos trabalhos, foi solicitado aos voluntários que dessem notas para fotos de pessoas do sexo oposto. As mais atraentes receberam notas mais altas. Depois, as mesmas fotos foram mostradas, seguidas da informação de que aquelas pessoas gostariam de encontrar os voluntários. Dessa vez, as avaliações foram piores.
Os canadenses ainda avaliaram como os sexos responderiam às ameaças de traição.
Em dois estudos, as mulheres se mostraram mais conscientes do risco de ferir a relação por causa de uma situação proibida, tornando-se mais compreensivas com os parceiros, por exemplo, ao discutir o relacionamento. Os homens não alteraram o comportamento após um flerte simulado.
Uma outra linha de pesquisa tenta provar o que parece óbvio: para Arthur Aron, pesquisador da Stony Brook University, nos EUA, não são os sentimentos de lealdade e de amor que mantêm os casais fiéis. Seus experimentos com atividades monótonas e instigantes mostram que o desafio constante eleva a satisfação dos parceiros com a relação.
"Partindo da hipótese de que não somos naturalmente monogâmicos, que é a mais aceita pelos estudiosos, podemos dizer que alguns se moldam mais e outros não conseguem. A fidelidade é um aprendizado e se sustenta pela necessidade de adequação social, econômica e afetiva", resume Abdo.
Fonte: Folha de São Paulo, 12 de maio de 2010.
NOTA: Partindo da premissa que Deus criou o ser humano para ser monogâmico e que a entrada do mal (pecado) alterou essa tendência, destaco uma das pesquisas citadas nesta matéria, segundo a qual "é possível treinar o cérebro para resistir a desejos proibidos". Isso fica mais agradável e espiritualmente correto de se fazer quando o indivíduo coopera com o agente divino: "Eu vos darei coração novo e porei dentro de vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne. Porei dentro de vós o meu Espírito e farei que andeis nos meus estatutos, guardeis os meus juízos e os observeis" (Ez 36:26, 27). Experimente você também...
terça-feira, julho 28, 2009
Divórcio prejudica saúde
O divórcio tem efeitos nocivos e duradouros na saúde dos envolvidos que mesmo um novo casamento não consegue reparar, afirma um estudo americano. A pesquisa da Universidade de Chicago foi feita com dados de 8.652 pessoas com idades entre 51 e 61. O estudo apontou que entre os divorciados a incidência de doenças crônicas – como câncer – era 20% maior do que entre pessoas que nunca casaram.O índice cai para 12% entre aqueles que casaram novamente, afirma o estudo publicado na revista científica Journal of Health and Social Behavior. Os pesquisadores afirmam que as pessoas começam a vida adulta com uma "quantia de saúde" que se mantém ou diminui de acordo com a experiência matrimonial de cada um.
A pesquisa sugere que as pessoas que são casadas continuamente podem ter o mesmo índice de doenças crônicas do que as pessoas que nunca casaram. Apesar de as pessoas que casam novamente depois de um divórcio ou de se tornarem viúvas tendem a ser mais felizes do que antes, isso não diminuiria a suscetibilidade delas a doenças crônicas.
A socióloga da Universidade de Chicago Linda Waite, que conduziu o estudo, disse que o divórcio ou a viuvez afetam a saúde porque a renda cai e há mais estresse devido às discussões sobre custódia dos filhos.
A pesquisadora sugere que casamentos trazem benefícios imediatos de saúde, por estimular comportamentos saudáveis em homens e bem-estar financeiro para mulheres, mas que casamentos após divórcios não têm necessariamente os mesmos efeitos.
"Algumas situações de saúde, como depressão, parecem responder rapidamente e fortemente a mudanças nas condições atuais", diz Waite.
"Por outro lado, condições como diabetes e doenças cardíacas desenvolvem-se lentamente durante um período substancial e revelam o impacto de experiências passadas, que é o motivo pelo qual a saúde é afetada pelo divórcio ou viuvez, mesmo quando a pessoa casa novamente."
Outros pesquisadores que não participaram do estudo comentaram os resultados. A pesquisadora Anastásia de Waal, do instituto Civitas, disse: "Esta pesquisa sublinha o fato de que enquanto o divórcio se tornou muito mais comum, ele pode ter um tremendo impacto não só emocional e financeiro, mas também na saúde da pessoa".
Christine Northan, do instituto Relate, disse: "Eu não estou surpreso com os resultados. É outro motivo para se trabalhar bastante para fazer com que os casamentos funcionem, a não ser que as relações sejam bastante destrutivas".
Fonte: BBC Brasil
NOTA: O melhor investimento está no relacionamento conjugal e no bem-estar da família...
quarta-feira, julho 22, 2009
Aceitação dos valores da família depende da relação sólida entre mãe e filhos
Pesquisadores da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, divulgaram o resultado de um estudo que mostra que uma relação próxima com as mães é o fator mais importante na decisão de se iniciar a vida sexual para as meninas. Os dados foram coletados em um banco de dados que contém informações recolhidas de 90 mil adolescentes.Após analisar os dados do banco, foram realizadas dezenas de milhares de entrevistas com as mães e os jovens. Uma observação importante foi a de que uma relação sólida entre mães e filhos garante uma maior sintonia entre as crianças e os valores de suas família. Os pesquisadores também observaram que somente a desaprovação dos pais quanto ao fato de iniciar a vida sexual não faz diferença, ou seja, só reprovar o fato não transmite uma mensagem que os jovens assimilem. Se os pais não conversam sobre o comportamento sexual dos filhos, de maneira franca, a impressão dos jovens é de que seu comportamento não importa para os pais.
Outra observação importante do estudo foi a de que as discussões sobre o tema variam de acordo com sexo dos filhos. As meninas ainda recebem conselhos com relação a sua reputação e o respeito da sociedade para com elas. Já os meninos recebem informações e conselhos com relação a cuidados com prevenção de problemas de saúde.
Finalmente, as mães conseguem influenciar mais as meninas do que aos meninos. Para esses, outras influências, como a do pai, dos amigos e parentes têm um peso maior.
Fonte: Portal G1
NOTA: É uma pesquisa relevante, porém, não devemos minimizar o papel do pai para o equilibrio emocional e o desenvolvimento da sexualidade das filhas.
terça-feira, julho 14, 2009
Verdadeira riqueza
Ouvir as palavras 'Eu te amo' vale US$ 263,4 mil (R$ 527,8 mil), revelou uma pesquisa britânica citada pelo jornal "Telegraph". O estudo está no livro "Você é rico, só não sabe ainda", em que os autores Steve Henry e David Alberts, em plena crise econômica mundial, querem mostrar que há coisas mais importantes na vida que dinheiro. Segundo Henry, um ex-executivo da área de publicidade, o livro trata de um novo sistema de valor, "uma alternativa ao sistema financeiro".
Estar bem de saúde é a coisa mais preciosa, segundo a pesquisa feita pela empresa Branjuicer para o livro, e vale US$ 290,125 mil (R$ 579,551 mil). O segundo evento mais valioso é ouvir a declaração de amor "Eu te amo", seguido por estar em uma relação estável (US$ 249,457 mil, ou R$ 498,290 mil).
A pesquisa foi feita com 1.000 pessoas no Reino Unido, perguntando o que as faz feliz. Os entrevistados deveriam citar 50 experiências diferentes e compará-las com o prazer de ganhar na loteria. Com um sistema de classificação por valor monetário, foi calculado o valor das pequenas coisas na vida que nos tornam felizes:
Viver em um país seguro e em paz (US$ 208,589 mil, ou R$ 416,619 mil).
Ter filhos (US$ 199,153 mil, ou R$ 397,792 mil).
Passar tempo com sua família (US$ 177,372 mil, R$ 353,724 mil).
Rir (US$ 174,155 mil, ou R$ 347,183 mil).
Fazer sexo (US$ 169,570 mil, ou (R$ 338,377 mil).
Tirar um dia de folga (US$ 87,782 mil, ou R$ 174,980 mil).
Ser feliz no trabalho (US$ 60,029 mil, ou R$ 119,659 mil).
Fonte: O Globo Online
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