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segunda-feira, dezembro 01, 2014

Da carne ou do espírito?


A redução no número de frequentadores em igrejas é uma realidade nos EUA, e, para tentar atrair mais público, uma campanha de financiamento coletivo pretende atrair mais fiéis oferecendo hambúrgueres com fritas. O projeto McMissa (McMass, em inglês) quer levantar US$ 1 milhão em contribuições pelo site Indiegogo para bancar a abertura de uma filial do McDonald's em uma igreja.

“Combinando uma igreja com o McDonald's nós podemos criar uma igreja popular, autossustentável e engajada com a comunidade”, diz o texto de apresentação do projeto, liderado por Paul Di Lucca, que trabalha na agência Lux Dei, especializada em criação de marcas para igrejas.

Segundo o projeto, apenas nos EUA, cerca de 3 milhões de pessoas deixam de frequentar igrejas por ano, e, em 2013, 10 mil paróquias fecharam as portas naquele país. Por outro lado, o McDonald's serve 70 milhões de refeições todos os dias, atraindo 9 milhões de famílias aos restaurantes da rede.

— O cristianismo é incapaz de capturar públicos modernos — disse Di Lucca, à emissora NBC. — Existe uma falta de inovação e "design thinking" nas comunidades paroquiais.

Segundo Di Lucca, as igrejas são pontos ideais para a abertura de novas filiais da marca, já que elas precisam de uma fonte de renda para se sustentarem, precisam de público e possuem linda arquitetura e boa localização.

“Esses atributos são desperdiçados sem um público”, afirma Di Lucca. “Nós precisamos resolver esse problema rapidamente ou as comunidades paroquiais como conhecemos vão deixar de existir. É hora de as igrejas se unirem ao empreendedorismo”.

Até o momento, a campanha prevista para ser encerrada em 16 de janeiro de 2015 arrecadou meros US$ 192. Em troca das contribuições, o projeto oferece brindes que vão desde um “Amém” — para doações de US$ 1 — à colocação de um tijolo com o nome do doador em uma parede da primeira filiam da McMissa — doações acima de US$ 1 mil. A igreja escolhida para receber a filial do McDonald’s só será escolhida caso a campanha seja bem-sucedida.


Fonte: O Globo

quarta-feira, março 12, 2014

Documento único total

Já imaginou ter certidão de nascimento, carteiras de identidade, de motorista e de trabalho, passaporte e até a chave do carro em um só documento? É exatamente o que quer uma empresa alemã de tecnologia: reunir todas as informações dos usuários em um único cartão e colocar fim na agonia de quem é mais esquecido.

A dona da ideia, presente na Feira Internacional de Tecnologia da Informação e Comunicação (Cebit), que se realiza até sexta-feira em Hannover, na Alemanha, tem credenciais suficientes para sustentar que o projeto, apesar de ambicioso, pode ser posto em prática. A Bundesdruckerei, conhecida na Europa pelo potencial de inovação, foi quem implantou os passaportes eletrônicos na Alemanha, nove anos atrás. Tecnologia semelhante só começou a ser usada nos documentos emitidos no Brasil em 2010.

Em 2013, a empresa também passou a produzir chips para licenças de motorista na Alemanha. E até o final do ano deve implantar pelo menos 90 portões de embarque eletrônicos nos aeroportos de Frankfurt, Berlim, Hamburgo, Munique e Düsseldorf. São equipamentos que verificam a autenticidade e a validade dos passaportes de forma automática.

Além de reunir todas as informações hoje espalhadas em diversos documentos, o cartão também pagaria contas e funcionaria como chave de automóvel. O motor só daria arranque ao receber sinal do chip inserido dentro da identidade do dono do carro – ou de alguma pessoa previamente autorizada pelo proprietário.

A vantagem, no entanto, é muito mais proteger os dados das pessoas e tornar seguras as transações na rede do que facilitar a vida dos mais avoados, garante o presidente da empresa, Ulrich Hamann.

– O novo cartão é muito mais do que apenas um documento de identidade. Ele oferece ao mundo online uma resposta segura e confiável para as pessoas – diz Hamann.

Questionado se não seria mais arriscado deixar todas as informações de uma pessoa em um só lugar, Hamann garante ter todos recursos de segurança necessários para manter os dados a salvo.

O plano, admite o empresário, é bastante ousado. Mas a empresa alemã já faz isso em média escala, oferecendo serviços personalizados para companhias privadas.

Caberá ao governo gerenciar o credenciamento e dar a cada pessoa a identidade plena, uma espécie de passaporte. Em um terminal de autoatendimento, o cidadão pode preencher os dados pessoais para que o documento seja produzido.

A identidade dispensa uso de chave ou crachá para entrar no local de trabalho. Basta segurar o cartão em frente ao leitor digital, que o objeto identificará quem está autorizado a entrar, ou não.

Passageiros não precisarão mais enfrentar fila para embarcar. Basta uma confirmação com a própria identidade e o sistema indica o portão de embarque correto.

Vai ser possível transferir todas as informações do cartão de identidade para o smartphone. Um aplicativo irá armazenar os dados de forma temporária.

O motor do carro só vai dar arranque ao receber sinal da identidade do dono do carro – ou de alguém diretamente habilitado pelo proprietário. No caso de aluguel do veículo, basta conectar o smartphone e um aplicativo fará a identificação.

Quando for se hospedar em um hotel, nada de ficar preenchendo formulários. O recepcionista terá acesso a todos os dados por meio da identidade.

O cartão de identidade também funcionará como forma de pagamento, dispensando uso de cédulas ou cartão de crédito em locais como supermercados.

O documento será personalizado. Cada usuário poderá escolher inclusive a cor para o seu cartão.


Fonte: Zero Hora 

NOTA: Sem dúvida pode facilitar muito a vida das pessoas. Por outro lado, também ficará mais fácil o governo controlar a vida de todos, o que profeticamente sabemos que acontecerá... 

terça-feira, fevereiro 11, 2014

Está o Estado a serviço do bem?

O fenômeno da violência é tão antigo quanto o ser humano. Desde sua criação (ou surgimento, dependendo do ponto de vista), o homem sempre esteve dividido entre razão e instinto, paz e guerra, bem e mal.

Há quem tente explicar a violência, a opção pela criminalidade, como consequência da pobreza, da falta de oportunidades: o homem fruto de seu meio. Sem poder fazer as próprias escolhas, destituído de livre-arbítrio, o indivíduo seria condenado por sua origem humilde à condição de bandido. Mas acaso a virtude é monopólio de ricos e remediados? Creio que não.

Na propaganda institucional, a pobreza no Brasil diminuiu, o poder de compra está em alta, o desemprego praticamente desapareceu... Mas, se a violência tem relação direta com a pobreza, como explicar que a criminalidade tenha crescido em igual ou maior proporção que a renda do brasileiro? Criminalidade e pobreza não andam necessariamente de mãos dadas.

Na semana passada, a violência (ou a falta de segurança) voltou ao centro dos debates. O flagrante de um jovem criminoso nu, preso a um poste por um grupo de justiceiros deu início a um turbilhão de comentários polêmicos. Em meu espaço de opinião no jornal "SBT Brasil", afirmei compreender (e não aceitar, que fique bem claro!) a atitude desesperada dos justiceiros do Rio.

Embora não respalde a violência, a legislação brasileira autoriza qualquer cidadão a prender outro em flagrante delito. Trata-se do artigo 301 do Código de Processo Penal. Além disso, o Direito ratifica a legítima defesa no artigo 23 do Código Penal.

Não é de hoje que o cidadão se sente desassistido pelo Estado e vulnerável à ação de bandidos. Sobra dinheiro para Cuba, para a Copa, mas faltam recursos para a saúde, a educação e, principalmente, para a segurança. Nos últimos anos, disparou o número de homicídios, roubos, sequestros, estupros... Estamos entre os 20 países mais violentos do planeta. E, apesar das estatísticas, em matéria de ações de segurança pública, estamos praticamente inertes e, pior: na contramão do bom senso!

Depois de desarmar os cidadãos (contrariando o plebiscito do desarmamento) e deixá-los à mercê dos criminosos, a nova estratégia do governo, por meio do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, é neutralizar a polícia, abolindo os autos de resistência.

Na prática, o policial terá que responder criminalmente por toda morte ocorrida em confronto com bandidos. Em outras palavras, é desestimular qualquer reação contra o crime. Ou será que a polícia ousará enfrentar o poder de fogo do PCC (Primeiro Comando da Capital) ou do CV (Comando Vermelho) munida apenas de apitos e cassetetes?

Outra aliada da violência nossa de cada dia é a legislação penal: filha do "coitadismo" e mãe permissiva para toda sorte de criminosos. Presos em flagrante ou criminosos confessos saem da delegacia pela porta da frente e respondem em liberdade até a última instância.No Brasil de valores esquizofrênicos, pode-se matar um cidadão e sair impune. Mas a lei não perdoa quem destrói um ninho de papagaio. É cadeia na certa!

O ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), o Estatuto da Impunidade, está sempre à serviço do menor infrator, que também encontra guarida nas asas dos direitos humanos e suas legiões de ONGs piedosas. No Brasil às avessas, o bandido é sempre vítima da sociedade. E nós não passamos de cruéis algozes desses infelizes.

Quando falta sensatez ao Estado é que ganham força outros paradoxos. Como jovens acuados pela violência que tomam para si o papel da polícia e o dever da Justiça. Um péssimo sinal de descontrole social. É na ausência de ordem que a barbárie se torna lei.

RACHEL SHEHERAZADE, 40, jornalista pela Universidade Federal da Paraíba, é âncora do telejornal "SBT Brasil".


Fonte: Folha de São Paulo 

NOTA: "Porque os governantes não podem ser motivo de temor para os que praticam o bem, mas para os que fazem o mal... pois ela [a autoridade] serve a Deus para o teu bem... É serva de Deus, agente da justiça para punir quem pratica o mal". Rm 13:3,4 (BKJA - Bíblia King James Atualizada).

quarta-feira, agosto 07, 2013

Arábia Saudita muda os dias de fim de semana

A Arábia Saudita vai mudar os seus dias de fim de semana, que passarão a ser na sexta-feira e no sábado, ao invés de quinta e sexta-feira, uma alteração para ajustar o país à economia mundial. Num decreto-lei publicado hoje [23 de junho], a alteração é justificada com o objetivo do país se posicionar mais perto do ritmo da maioria dos países onde o fim de semana sucede ao sábado e domingo. Desse modo, justifica a Arábia Saudita, será reduzido o impacto dos diferentes dias de fim de semana para a economia e os mercados financeiros do país. A mudança ocorrerá já a partir de 29 de junho.

Fonte: Diário de Notícias 

NOTA: O mundo inteiro, de repente, quer ficar mais parecido com o ocidente na questão de dias de descanso. Já que os demais países islâmicos do Golfo já adotam a sexta e o sábado como fim de semana, resta saber se, no futuro, darão mais um passo rumo à padronização com o ocidente, como já estuda fazer Israel. Fica então a questão: Estará o mundo se preparando para aceitar em breve a marca da besta (guarda do domingo) - símbolo do poder do Vaticano sobre o mundo ocidental? Ainda que seja por outras razões, guardar o domingo então significará submissão ao Vaticano e rejeição da verdade (sábado do sétimo dia estabelecido pelo Criador).

sexta-feira, agosto 02, 2013

Quem disse que o Brasil é laico?

[...]
 A grande verdade é que nossa imprensa não é laicista, nem laica, não se ocupa/preocupa com secularismo ou a isonomia no Estado de Direito. Nunca o fez. Exceto no período 1808-1822, quando, a exemplo de Hipólito da Costa, alguns jornalistas-fundadores assumiam-se como maçons e, mais tarde, nos albores da República, quando os positivistas defendiam a rigorosa separação entre Igreja e Estado. Hoje, a forte penetração do Opus Dei nos grandes e médios jornais brasileiros, tanto nos comandos intermediários como na cúpula das entidades corporativas, não permite nem permitirá que o debate sobre o laicismo possa prosperar e ser incorporado à agenda para o aperfeiçoamento democrático.

A prova mais recente foi a cobertura da visita do papa Francisco não apenas intensa, extensa e pouquíssimo isenta como também nada pluralista. Aliás, assumidamente devocional e engajada. Quando a mídia não assume os princípios de tolerância e respeito às diferenças, o Estado adota o mesmo comportamento e incorpora os mesmos favorecimentos.

Jornais impressos não são obrigados a ser equilibrados, mas caso pretendam uma imagem de credibilidade deveriam tentar posturas mais naturais, equidistantes. Porém a TV, sobretudo a TV aberta, é uma concessão pública, do Estado, e, como tal, não pode estar atrelada a uma religião, muito menos transmitir cultos religiosos ao vivo em versão integral.

Não foi o que aconteceu com a cobertura da homilia do papa na quinta-feira (25/7), pela GloboNews, transmitida ao vivo de Copacabana com os/as âncoras in loco, tiritando de frio, porém devidamente aquecidos pela fé religiosa.

Também a via-crúcis, encenada na mesma Copacabana, foi transmitida integralmente (sem comerciais) pela Rede Globo, em TV aberta, ao vivo, na noite de sexta-feira. O único jornalista a registrar o pecado foi Nelson de Sá, da Folha (sábado, 27/7). A Rede Globo não ofereceu explicações. E ninguém cobrou. Nem a Folha, embora o jornal tenha sido o único veículo a contestar as estimativas absurdamente inflacionadas divulgadas pelos organizadores no tocante ao número de participantes dos diferentes eventos da Jornada.

Ao contrário do que aconteceu na Copa das Confederações permeada por críticas e questionamentos, o noticiário geral da JMJ foi energizado pela devoção. Até mesmo as tremendas falhas de organização e logística da prefeitura do Rio foram perdoadas. No balanço final apresentado pelo prefeito Eduardo Paes na segunda-feira (29) ele se autoconferiu a nota dez e ficou por isso mesmo. Assim se constroem factoides e ilusões.

O natural entusiasmo dos jovens peregrinos e a emoção dos cariocas extasiados com a figura benevolente do pontífice foram sutilmente utilizados para maquiar a imperdoável improvisação. A ausência de acidentes ou incidentes nas colossais concentrações humanas nas areias de Copacabana não pode ser tomada como façanha das autoridades. Resultaram da índole de um povo simples, crente, fascinado pelos espetáculos, atraído por uma intensa, demorada e perfeita cruzada motivadora.

Seus autores: a dupla de gigantes da comunicação devidamente irmanados: a igreja católica e a Rede Globo.

quarta-feira, julho 31, 2013

A marca da besta sendo preparada

Mensagem do cardeal de Barcelona na passagem de ano 2012/2013:



NOTA: A defesa do descanso dominical (no lugar do descanso do sábado do sétimo dia estabelecido nas Escrituras) demonstra ser a marca do poder de Roma, porque através da obediência ao descanso dominical a sociedade presta honras e homenagens ao poder romano. Adora a criatura em lugar do Criador. No apocalipse, encontramos expressa a vontade de Deus para os últimos dias: "Adorai Aquele que fez o céu, a terra, o mar e as fontes das águas!" (14:7) - referência direta à unica passagem do A.T. que usa a mesma expressão (Ex 20:11) e que prescreve a guarda do sábado do sétimo dia. Portanto, a questão do dia de guarda, para todos os efeitos é uma QUESTÃO DE ADORAÇÃO! Adorar o Criador (no sábado) ou adorar a criatura (no domingo). Quando o descanso dominical se tornar obrigatório por lei em quase todo mundo, todos os que obedecerem a essa lei estarão quebrando os quatro primeiros mandamentos do Decálogo que envolvem adoração!

  - "Não terás outros deuses diante de mim". (Ex 20:3).
       "Todos os habitantes da terra ADORARÃO A BESTA [Roma], ou seja, todos aqueles que não tiveram seus nomes escritos no Livro da Vida do Cordeiro". (Ap 13:8)

  - "Não farás para ti nenhum ídolo, nenhuma imagem". (Ex 20:4).
       "[a segunda besta - EUA] enganou os habitantes da terra e ordenou-lhes que EDIFICASSEM UMA IMAGEM em honra à [primeira] besta [Roma]". (Ap 13:14).

  - "Não pronunciarás em vão o nome do Senhor teu Deus". (Ex 20:7).
       "Então, [a besta - Roma] abriu a boca em BLASFÊMIAS CONTRA DEUS, para amaldiçoar o seu nome". (Ap 13:6). Quem adorar a besta [Roma] será cúmplice dos seus pecados.

  - "Lembra-te do dia de sábado para santificá-lo". (Ex 20:8).
       "Ela [besta - EUA] obrigou a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos a aceitarem CERTA MARCA [guarda do domingo] na mão direita ou na testa, a fim de que ninguém pudesse comprar ou vender, a não ser que apresentasse tal marca". (Ap 13:16,17). (King James Atualizada)

O mundo todo está como que anestesiado não percebendo os passos furtivos, mas seguros de Roma em direção a supremacia mundial, levando todos a adorar a criatura em vez do Criador. Veja a capa do O Globo, 27 de julho de 2013:



  "Mas o fato de que um movimento para estabelecer o erro se encontra ligado a uma obra que em si mesma é boa [família, meio ambiente, solidariedade], não é argumento a favor do erro. Podemos disfarçar o veneno misturando-o com o alimento saudável, mas não mudamos a sua natureza". O Grande Conflito, p. 587.

sexta-feira, julho 26, 2013

Igreja Adventista abriga jovens católicos para a JMJ

No Rio de Janeiro os jovens da Igreja Central deram aula de boa convivência e hospitalidade cristã. Sem ter onde ficar para acompanhar a Jornada Mundial da Juventude, 170 católicos italianos se hospedaram na Igreja Adventista. Eles foram chegando aos poucos, gratos e surpresos pela cordialidade. Recepção no aeroporto, com direito a translado, alimentação e barracas organizadas para a semana de peregrinação. Só pediram um teto, mas receberam muito mais. “Temos nossas diferenças doutrinárias, mas servimos a um Deus que é soberano e deu exemplo de amor ao próximo. Estamos ajudando estes jovens não por causa da sua fé, mas porque são pessoas que precisam e faríamos isto com qualquer outra denominação”, explicou Rômulo Silva, um dos líderes da igreja.

Durante a semana da Jornada Mundial da Juventude, acontece também em várias igrejas adventistas do País a semana de oração jovem, e na Igreja Adventista Central do Rio o pastor convidado para pregar é André Gonçalves, que trabalha nos Estados Unidos. “Vários dos italianos quiseram participar do nosso culto à noite e gostaram do que ouviram”, relatou Silva, que acredita ser o gesto de amor e solidariedade mais forte que qualquer pregação.


Fonte: ASN

terça-feira, junho 18, 2013

Vídeo de jovem brasileira protestando contra a injustiça social faz sucesso



"Ai daquele que constrói o seu palácio por meios corruptos, seus aposentos, pela injustiça, fazendo os seus compatriotas trabalharem por nada, sem pagar-lhes o devido salário". Jr 22:13 (NVI)

"O Senhor prova o justo mas o ímpio e a quem ama a injustiça, a sua alma odeia". Sl 11:5 (NVI)

NOTA: Um dos temas onde há mais divisão no cristianismo (incluindo a IASD) é o social. Muitos cristãos, maravilhados com a promessa bíblica de um "um novo céu, e uma nova terra", desistiram há muito deste mundo, e acham perca de tempo preocupar-se em melhorar o mundo. Alguns, além de omissos até chegam ao ponto de torcer pelo pior "para que se cumpra a profecia". Por outro lado, outros até gostariam de melhorar o mundo, mas confundidos com a complexidade das engrenagens que movem a sociedade, não sabem "o que" fazer, nem "como". Se, por uma lado, nosso propósito principal não é fazer deste mundo um céu, por outro, ser omisso significa desatender aos preceitos bíblicos: "vós sois o sal da terra". (Continue lendo aqui)

quinta-feira, novembro 01, 2012

Zombando de algo sério

O dilúvio e a volta de Jesus são eventos estreitamente ligados. Jesus comparou os dias que antecedem Seu retorno aos dias anteriores ao dilúvio (Mt 24:36-39), quando as pessoas estarão mais preocupadas com seus afazeres seculares, como casamento, bebidas, comidas, diversões, do que com o preparo espiritual para se encontrar com Deus. Outra característica dos dias finais é a zombaria que muitos fazem de assuntos sérios. Curiosamente, duas produções (um seriado e um evento de rock) estão zombando exatamente do fim do mundo e do dilúvio: trata-se de “Como Aproveitar o Fim do Mundo” (da Globo) e da “Arca da Salvação” (do Rock in Rio).

Segundo o Jornal da Tarde, a série da TV Globo tem como mote o fim
 do mundo supostamente anunciado pelos maias e a ideia de que as pessoas devem “aproveitar a vida o máximo possível, até o Juízo Final no dia 21 de dezembro de 2012”. Os atores em destaque são Alinne Moraes (que se considera seu próprio deus) e Danton Mello, e a produção estreia amanhã.

O seriado foi planejado para terminar à meia-noite do dia 20 de dezembro, véspera do “fim do mundo”. “Esse assunto é muito recorrente na história da humanidade. É muito falado na internet. As pessoas realmente acreditam que pode acontecer”, explica José Alvarenga Jr., diretor do programa. Segundo o Jornal da Tarde, o texto é de Alexandre Machado e Fernanda Young, e “o seriado mostra Kátia tentando realizar sua lista de pendências e seu mais novo amor, Ernani, entrando na onda de aproveitar os pequenos prazeres da vida”.

Mais: “‘Como Aproveitar o Fim do Mundo’ terá um ‘braço’ nas redes sociais, estimulando o público a tentar coisas inusitadas.” Portanto, além de brincar com o tema do fim, a Globo vai estimular as pessoas a pensar da mesma forma, como se isso não passasse de brincadeira.



Tanto a Globo quanto a organização do Rock in Rio estão, a sua maneira,
cumprindo a predição de 2 Pedro 3:3 e 4: “Sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores com zombaria andando segundo as suas próprias concupiscências, e dizendo: Onde está a promessa da Sua vinda? Porque desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação.”

Fonte: Criacionismo

terça-feira, outubro 23, 2012

A causa primária do câncer

Sabiam que no ano de 1931 um cientista recebeu o prêmio Nobel por descobrir a CAUSA PRIMÁRIA DO CÂNCER?

Foi o senhor Otto Heinrich Warburg (1883-1970). Prêmio Nobel em 1931 por sua tese "A causa primária e a prevenção do câncer".

Segundo este cientista, o câncer é a consequência de uma alimentação antifisiológica e um estilo de vida antifisiológico.

Por que? Porque uma alimentação antifisiológica - dieta baseada em alimentos acidificantes + sedentarismo, cria em nosso organismo um ambiente de ACIDEZ.

A ACIDEZ por sua vez EXPULSA o OXIGÊNIO das células!

Ele afirmou: "A falta de oxigênio e a acidez são as duas caras de uma mesma moeda: quando você tem um, você tem o outro."

Outra afirmação interessante: "As substâncias ácidas repelem o oxigênio; em oposto, as substâncias alcalinas atraem o oxigênio."

Ou seja, um ambiente ácido, sim ou sim, é um ambiente sem oxigênio.

E ele afirmava que: "Privar uma célula de 35% de seu oxigênio durante 48 horas, pode convertê-la em cancerígena."

Ainda segundo Warburg: "Todas as células normais tem como regra absoluta o oxigênio, porém as células cancerosas podem viver sem oxigênio - uma regra sem exceção."

E também: "Os tecidos cancerosos são tecidos ácidos, enquanto que os saudáveis são tecidos alcalinos."

Em sua obra "O metabolismo dos tumores", Warburg demonstrou que todas as formas de câncer se caracterizamn por duas condições básicas: a acidose (acidez do sangue) e a hipoxia (falta de oxigênio). Também descobriu que as células cancerosas são anaeróbias (não respiram oxigênio) e NÃO PODEM sobreviver na presença de altos níveis de oxigênio; em troca, sobrevivem graças a GLICOSE sempre que o ambiente está livre de oxigênio... Portanto, o câncer não seria nada mais que um mecanismo de defesa que tem certas células do organismo para continuar com vida em um ambiente ácido e carente de oxigênio.

Resumindo:

Células sadias vivem em um ambiente alcalino e oxigenado, o qual permite seu normal funcionamento:

Células cancerosas vivem em um ambiente extremamente ácido e carente de oxigênio:

IMPORTANTE:

Uma vez finalizado o processo da digestão, os alimentos de acordo com a qualidade de proteína, hidrato de carbono, gordura, minerais e vitaminas que fornecem, gerarão uma condição de acidez ou alcalinidade no organismo.

O resultado acidificante ou alcalinizante se mede através de uma escala chamada PH, cujos valores se encontram em um nível de 0 a 14, sendo PH 7, um PH neutro.

É importante saber como os alimentos ácidos e alcalinos afetam a saúde, já que para que as células funcionem de forma correta e adequada, seu PH deve ser ligeiramente alcalino. Em uma pessoa saudável, o PH do sangue se encontra entre 7,40 e 7,45. Leve em conta que se o PH sanguíneo caísse abaixo de 7, entraríamos em estado de coma próximo a morte.

Então, que temos a ver com tudo isto?

Alimentos que acidificam o organismo:

* Açúcar refinado e todos os seus subprodutos - o pior de tudo: não tem proteínas, nem gorduras, nem minerais, nem vitaminas, só hidrato de carbono refinado que estressa o pancreas. Seu PH é 2,1, ou seja, altamente acidificante

* Carnes - todas

* Leite de vaca e todos os seus derivados - queijos, requeijão, iogurtes, etc.

* Farinha refinada e todos os seus derivados - massas, bolos, biscoitos, etc.

* Produtos de padaria - a maioria contém gordura saturada, margarina, sal, açúcar e conservantes

* Margarinas

* Refrigerantes

* Cafeína - café, chás pretos, chocolate

* Álcool

* Tabaco

* Remédios, antibióticos

* Qualquer alimento cozido - o cozimento elimina o oxigênio e o transforma em ácido - inclusive as verduras cozidas.

* Tudo que contenha conservantes, corantes, aromatizantes, estabilizantes, etc.

Enfim: todos os alimentos enlatados e industrializados. Constantemente o sangue se encontra autorregulando-se para não cair em acidez metabólica, desta forma garantindo o bom funcionamento celular, otimizando o metabolismo. O organismo DEVERIA obter dos alimentos, as bases (minerais) para neutralizar a acidez do sangue da metabolização, porém todos os alimentos já citados, contribuem muito pouco, e em contrapartida, desmineralizam o organismo (sobretudo os refinados). Há que se levar em conta que no estilo de vida moderno, estes alimentos são consumidos pelo menos 3 vezes por dia, os 365 dias do ano!!! Curiosamente, todos estes alimentos citados, são ANTIFISIOLÓGICOS!!...Nosso organismo não foi projetado para digerir toda essa porcaria!!!

Alimentos Alcalinizantes

* Todas as verduras cruas (algumas são ácidas ao paladar, porém dentro do organismo tem reação alcalinizante, outras são levemente acidificantes porém trazem consigo as bases necessárias para seu correto equilíbrio); cruas produzem oxigênio, cozidas não.

* Frutas, igualmente as verduras, por exemplo o limão tem um PH aproximado de 2.2, porém dentro do organismo tem um efeito altamente alcalinizante (quem sabe o mais poderoso de todos). As frutas produzem quantidades saudáveis de oxigênio!

* Sementes: além de todos os seus benefícios, são altamente alcalinizantes, como por exemplo as amêndoas.

* Cereais integrais: O único cereal integral alcalinizante é o milho, todos os demais são ligeiramente acidificantes, porém muito saudáveis!.. Todos os cereais devem ser consumidos cozidos.

* O mel é altamente alcalinizante.

* A clorofila das plantas (de qualquer planta) é altamente alcalinizante (sobretudo a aloe vera, mais conhecida como babosa).

* Á água é importantíssima para a produção de oxigênio. "A desidratação crônica é o estressante principal do corpo e a raiz da maior parte de todas as enfermidades degenerativas", afirma o Dr. Fereydoon Batmanghelidj.

* O exercício oxigena todo teu organismo, o sedentarismo o desgasta.

O Doutor George W. Crile, de Cleverand, um dos cirurgiões mais importantes do mundo declara abertamente:

"Todas as mortes mal chamadas "naturais", não são mais que o ponto terminal de uma saturação de ácidos no organismo."

Como dito anteriormente, é totalmente impossível que um câncer prolifere em uma pessoa que libera seu corpo da acidez, nutrindo-se com alimentos que produzam reações metabólicas alcalinas e aumentando o consumo de água pura; e que por sua vez, evita os alimentos que produzem acidez, e se abstém de elementos tóxicos. Em geral o câncer não se contrai nem se herda... o que se herda são os costumes alimentícios, ambientais e o estilo de vida que produz o câncer.

Mencken escreveu:

"A luta da vida é contra a retenção de ácido".

"O envelhecimento, a falta de energia, o nervosismo, as dores de cabeça, enfermidades do coração, alergias, eczemas, urticária, asma, cálculos renais e arterioscleroses entre outros, não são nada mais que a acumulação de ácidos."

O Dr. Theodore A. Baroody disse em seu livro "Alkalize or Die" (Alcalinizar ou Morrer):

"Na realidade não importa o sem-número de nomes de enfermidades. O que importa sim é que todas elas provém da mesma causa básica: muito lixo ácido no corpo!"

O Dr. Robert O. Young disse:

"O excesso de acidificação no organismo é a causa de todas as enfermidades degenerativas. Quando se rompe o equilíbrio e o organismo começa a produzir e armazenar mais acidez e lixo tóxico do que pode eliminar, então se manifestam diversas doenças."

E a quimioterapia?

Não vou entrar em detalhes, somente me limito a enfatizar o óbvio: a quimioterapia acidifica o organismo a tal extremo, que este recorre às reservas alcalinas do corpo de forma imediata para neutralizar tanta acidez, sacrificando assim bases minerais (Cálcio, Magnésio, Potássio) depositadas nos ossos, dentes, articulações, unhas e cabelos. É por esse motivo que se observa semelhante degradação nas pessoas que recebem este tratamento, e entre tantas outras coisas, se lhes cai rapidamente o cabelo. Para o organismo não significa nada ficar sem cabelo, porém um PH ácido significaria a morte.

É necessário dizer que isto não é divulgado porque a indústria farmacêutica e da quimioterapia são alguns dos negócios mais multimilionários que existem hoje em dia?

É necessário dizer que a indústria farmacêutica e a indústria alimentícia são uma só entidade?

Você se dá conta do que significa isto?

Quantos de nós temos escutado a notícia de alguém que tem câncer e sempre se diz: "É.... poderia acontecer com qualquer um..."

Com qualquer um?

A ignorância justifica, o saber condena.

"Que teu alimento seja teu remédio, que teu remédio seja teu alimento." Hipócrates

segunda-feira, outubro 15, 2012

Chip nos automóveis chega em 2013

Na última sexta-feira [10 agosto] o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) publicou a resolução 412 em seu site oficial informando que, a partir de janeiro de 2013, todos os veículos do país iniciam o processo de instalação do dispositivo de monitoramento da frota nacional.

A resolução prevê que, a partir do início do ano que vem, todos os modelos 0 km saiam das revendas já com o chip instalado. O aparelho, segundo o Detran, deve custar em torno de R$ 5 e o custo será pago pelo proprietário do veículo na hora do primeiro licenciamento. Os veículos usados deverão responder a um cronograma estabelecido pelos Detrans dos estados. A multa para quem for pego sem o chip instalado custará R$ 127,69, mais cinco pontos na Carteira de Habilitação, além da retenção do veículo.

O Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos, conhecido como SINIAV, tem o objetivo de fiscalizar e reprimir furto e roubos de veículos e cargas no Brasil, conforme publicou o Detran. A entidade informou que, o plano só entra em vigor efetivamente no segundo semestre do ano que vem, que é quando o governo inicia o processo de instalação dos módulos de identificação, as antenas, que poderão ser fixas ou móveis e serão colocadas em rodovias e nas cidades brasileiras. O prazo para colocar o chip no veículo, no entanto, termina em julho de 2014.

O chip será instalado no para-brisas dos veículos e não vai abrigar informações pessoais do proprietário do carro, apenas ano, marca, modelo, combustível e placa. Isso porque o governo pretende usar o dispositivo para identificar veículos que transitam em dia e horários proibidos em certos locais, ou que por exemplo, estejam com o licenciamento atrasado. O Denatran ressalta que o novo sistema também vai possibilitar a cobrança automática de pedágios em rodovias, mas que para isso o proprietário terá que fazer uma autorização prévia.

Como funciona:

1 - O Chip será instalado no para-brisas dos carros e o valor será pago pelo proprietário.

2 - O governo vai instalar antenas de monitoramento em todo o território nacional.

3 - As antenas identificam os carros com atraso de licenciamento ou que estão andando em local proibido e mandam a informação para o Detran das cidades, que repassam para as polícias Rodoviária, Militar e Federal.

4 - Quando receberem os dados, os policiais poderão achar com maior facilidade o veículo e abordar o condutor.

Fonte: icarros

NOTA: Por mais que as autoridades se esforcem para amenizar o impacto dessa resolução exaltando apenas o ganho em termos de "segurança", é evidente que a proposta poderá, a qualquer momento, ser usada para rastrear determinados veículos (ou proprietários)... Fugir na perseguição da crise final só de bicicleta...

terça-feira, outubro 02, 2012

A história secreta da obsolescência planejada

Quanto tempo deveria durar uma lâmpada, uma impressora ou um iPod? Você está satisfeito com a duração dos seus objetos de consumo?

quarta-feira, setembro 26, 2012

Somos levados a fazer o que pensamos que queremos


Abortismo, casamento gay, quotas raciais, desarmamento civil, regulamentos ecológicos draconianos, liberação das drogas, controle estatal da conduta religiosa, redução da idade de consentimento sexual para doze anos ou menos: tais são, entre alguns outros, os ideais que fazem bater mais forte o coração de estudantes, professores, políticos, jornalistas, ongueiros, empresários “esclarecidos” e demais pessoas que monopolizam o debate público neste país.

Nenhuma dessas propostas veio do povo brasileiro ou de qualquer outro povo. Nenhuma delas tem a sua aprovação. Isso não importa. Elas vêm sendo e continuarão sendo impostas de cima para baixo, aqui como em outros países, mediante conchavos parlamentares, expedientes administrativos calculados para contornar o debate legislativo, propaganda maciça, boicote e repressão explícita de opiniões adversas e, last not least, farta distribuição de propinas, muitas delas sob a forma de “verbas de pesquisa” oferecidas a professores e estudantes sob a condição de que cheguem às conclusões politicamente desejadas.

De onde vêm essas idéias, a técnica com que se disseminam e o dinheiro que subsidia a sua implantação forçada?

A fonte desses três elementos é única e sempre a mesma: a elite bilionária fabiana e globalista que domina a rede bancária mundial e tem nas suas mãos o controle das economias de dezenas de países, assim como da totalidade dos organismos internacionais reguladores.

Nada nos seus planos e ações é secreto. Apenas, para perceber a unidade de um empreendimento cuja implementação se estende por todo um século e abrange as contribuições de milhares de colaboradores altamente preparados -- uma plêiade de gênios das humanidades e das ciências --, é preciso reunir e estudar uma massa de fatos e documentos que está infinitamente acima das capacidades da população em geral, aí incluído o “proletariado intelectual” das universidades e da mídia onde esse mesmo empreendimento colhe o grosso da sua militância e dos seus idiotas úteis. Em geral, nem seus adeptos e servidores, nem a população que se horroriza ante os resultados visíveis da sua política têm a menor idéia de quem é o agente histórico por trás do processo. Os primeiros deixam-se levar pelo atrativo aparente das metas nominais proclamadas e acreditam piamente – ó céus! – estar lutando contra a “elite capitalista”.

A população vê o mundo piorando e de vez em quando se revolta contra esta ou aquela mudança em particular, contra a qual brande em vão os mandamentos da moralidade tradicional, sem que nem em sonhos lhe ocorra a suspeita de que essas reações pontuais e esporádicas já estão previstas no esquema de conjunto e canalizadas de antemão no sentido dos resultados pretendidos pela elite iluminada.

Para explicar a confortável invisibilidade que, após décadas de ação ostensiva em todo o mundo, o mais ambicioso projeto revolucionário de todos os tempos continua desfrutando, não é preciso nem mesmo apelar ao famoso adágio esotérico de que “o segredo se protege a si mesmo”. No meio do quadro há, é claro, alguns segredos, bem como a supressão de notícias indesejáveis, ordenada desde muito alto e praticada com notável subserviência pela classe jornalística. Mas esses não são, nem de longe, os fatores decisivos. O que tem feito das populações as vítimas inermes de mudanças que elas não desejam nem compreendem são três fatores:

(a) a luta desigual entre uma elite intelectual e financeira altíssimamente qualificada e a massa das pessoas que não recebem informação nem educação senão dessa mesma fonte;

(b) a continuidade do projeto ao longo de várias gerações, transcendendo o horizonte de visão histórica de cada uma delas;

(c) a prodigiosa flexibilidade das concepções fabiano-globalistas, cuja unidade reside inteiramente em objetivos de longuíssimo prazo e que, na variedade das situações imediatas, sabem se adaptar camaleonicamente às mais diversas exigências ideológicas, culturais e políticas, sem nenhum dogmatismo, sem nada daquela rigidez paralisante dos velhos partidos comunistas.

Para enxergar a unidade e coerência por trás da diversidade alucinante das ações empreendidas por essa elite em todo o mundo ocidental, é preciso, além da massa de dados, alguns conceitos descritivos que o “cientista social” vulgar ignora por completo. É preciso saber, por exemplo, que as “nações” e as “classes” não são nunca sujeitos agentes da História, mas apenas o excipiente com que os verdadeiros agentes injetam no corpo do tempo a substância ativa dos seus planos e decisões. Isto deveria ser óbvio, mas quem, numa intelectualidade acadêmica intoxicada de mitologia marxista (ou, em parte, de formalismo doutrinário liberal-conservador), entende que só grupos e entidades capazes de durar inalteradamente ao longo das gerações podem ter a veleidade de conduzir o processo histórico?

Entre esses grupos destacam-se, é claro, as famílias dinásticas, de origem nobre ou não, que hoje constituem o núcleo vivo da elite globalista. Quando essas famílias têm a seu serviço a classe acadêmica mundial, os organismos reguladores internacionais, o grosso das empresas de mídia, a rede planetária de ONGs e, por meio destas, até a massa de militantes enragés que imaginam combater aqueles que na verdade os dirigem, quem pode resistir a tanto poder concentrado? Decerto, só os dois esquemas globalistas concorrentes, o russo-chinês e o islâmico. Mas o “mundo melhor” que eles prometem não é nem um pouco mais humano, nem mais livre, do que aquele para o qual a elite fabiana está nos conduzindo à força.

Fonte: Olavo de Carvalho (Diário do Comércio, 25 de setembro de 2012).

NOTA: A "elite bilionária fabiana e globalista" mencionada pelo autor, é identificada no apocalipse como os "grandes [poderosos] da Terra" ou, os "mercadores da Terra" (18:23), os quais se "enriqueceram à custa da sua [de Babilônia] luxúria" (18:3). E Babilônia é, por sua vez, identificada com Roma (leia-se Vaticano), a cidade dos sete montes (17:4,5,9,18), e também o poder mascarado mais globalista do mundo...

terça-feira, agosto 28, 2012

Projeto de Lei em Belo Horizonte pretende fechar os supermercados aos domingos

Depois de ser obrigado a rever o modo de fazer compras, com a proibição da distribuição de sacolinhas plásticas, o consumidor pode se ver novamente diante de novo desafio: fazer compras somente de segunda a sábado. Um polêmico projeto de lei prevê o fechamento dos supermercados aos domingos em Belo Horizonte sob a justificativa de garantir mais qualidade de vida aos trabalhadores do setor. Ontem, em audiência pública na Comissão de Meio Ambiente e Política Urbana, centenas de empregados lotaram o plenário da Câmara para reivindicar o direito.

O domingo é apontado como o segundo dia no ranking de compras em supermercados, segundo a Associação Mineira de Supermercados (Amis), atrás do sábado. Pelo projeto de lei, elaborado pelo vereador Léo Burguês (PSDB) com base em abaixo-assinado apresentado por funcionários do setor, ficariam proibidos de abrir empreendimentos “do comércio varejista de gênero alimentício com mais de duas caixas registradoras”, garantindo o funcionamento de estabelecimentos de bairro de porte menor para a compra de produtos pontuais. Caso ocorra desrespeito ao texto, é prevista multa de R$ 10 mil por dia de abertura, com pagamento dobrado em caso de reincidência e até mesmo possibilidade de cassação de alvará de funcionamento se persistir.

Mas o benefício para os trabalhadores pode gerar transtornos consideráveis para o consumidor. Muitas famílias aproveitam o fato de trabalhar durante a semana para fazer compras para a casa na folga de domingo. “É um dia em que as pessoas que trabalham fora têm mais tempo”, afirma a presidente do Movimento das Donas de Casa, Lúcia Pacífico.

Acostumada a fazer compras nas folgas de domingo, a assistente comercial Maria Laura Rodrigues classifica como horrível o projeto. “Belo Horizonte é um interior. Tudo fecha domingo. É um retrocesso. No Rio e em São Paulo o comércio abre normalmente”, critica. O engenheiro Antônio Carlos Cardoso Pereira tem opinião semelhante. Ele diz que só vai aos supermercados durante a semana para compras pontuais, deixando o “pesado” para os domingos. Sábado, quando ele folga, prefere evitar os estabelecimentos, sempre lotados. “A maioria das pessoas só têm domingo e feriado livres”, afirma.

Ontem, na audiência pública, com cartazes com o dizer “Até Deus folgou no sétimo dia” e frases semelhantes, funcionários dos supermercados da capital encheram o plenário da Câmara para pleitear a aprovação do projeto. O presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio de Belo Horizonte e Região Metropolitana, José Alves Paixão, afirma que o descanso de domingo contribui para diminuir estresse, fadiga e ainda garante ao empregado um dia com a família. Uma das críticas hoje é que nas folgas semanais os filhos e mulheres dos trabalhadores do setor varejista estão na escola ou no trabalho e, assim, não podem aproveitar em conjunto. “É uma forma de humanizar o trabalho. Qualquer um se comove com os depoimentos das famílias”, afirma o sindicalista, ressaltando que espera que não se trate apenas de mais um projeto eleitoreiro. E a meta do sindicato é expandir a medida para shoppings e outros setores varejistas.

Entre os supermercados, duas correntes dividem a opinião. Uma parcela, composta principalmente das grandes redes multinacionais, afirma ser favorável à livre iniciativa, dando margem para que cada um escolha entre abrir ou não. “O Centro, por exemplo, não tem demanda. Não tem porque abrir”, afirma o superintendente da Amis, Adilson Rodrigues. Ele diz que os supermercados em todo o mundo se tornaram referência em alimentação pronta e pré-pronta, facilitando a vida do consumidor principalmente nos fins de semana.

O empresário Alexandre Poni, da rede Verdemar, critica o projeto de lei e afirma que concordaria com o texto se ele fosse válido para o comércio em geral. Pela proposição, padarias, sacolões e empreendimentos de menor porte poderiam abrir. “Algo só para uns é discriminatório. Tem que ser uma coisa para o todo em vez de favorecer só uma parte do comércio”, afirma.

Enquanto isso, as redes de empresas regionais, como Supermercados BH, Martplus e EPA, se dizem favoráveis ao projeto de lei. Entre outros, eles consideram que é possível se ter um funcionário mais qualificado e mais satisfeito. Atualmente, com a taxa de desemprego em 4,4%, segundo dados Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), um dos dificultadores na contratação de mão de obra é o fato de o empregador prever plantão aos domingos. “Hoje ninguém quer trabalhar no comércio. Só consegue um ou outro e ainda insatisfeito”, afirma o diretor de Marketing da DMA Distribuidora (das bandeiras EPA, Martplus e ViaBrasil), Roberto Gosende. Ele afirma ser totalmente favorável ao projeto de lei e acredita que o cliente se adaptaria facilmente a obrigatoriedade de fazer compras de segunda-feira a sábado.

Fonte: Estado de Minas

NOTA: São dois extremos danosos. De um lado, negar ao trabalhador um dia de descanso semanal para estar com sua família e até professar sua religião. O outro extremo, também prejudicial, é predeterminar um dia fixo de descanso para todos de modo indiscriminado (no caso em questão o domingo), porque numa sociedade plural e desenvolvida, o ideal seria a lei possibilitar a escolha do descanso também aos sábados (a falta de mão-de-obra seria amenizada uma vez que os guardadores do sábado não procuram trabalho no comércio porque não há espaço que garanta sua "qualidade de vida"). Os sindicatos, na maioria dos casos, agindo sob o pretexto de "melhor qualidade de vida" para os trabalhadores, estão sob a influência da igreja católica e não demonstram o mínimo interesse em atentar para a "qualidade de vida" dos que guardam o sábado... Infelizmente, o poder de Roma está só começando...

quarta-feira, julho 11, 2012

Celular funcionará como cartão bancário

O governo prepara um projeto de lei que criará regras para o uso de "moedas eletrônicas", o que abriria caminho para as operadoras de telefonia prestarem serviços financeiros aos bancos via celular. A Folha apurou que o projeto, que deve chegar ao Congresso em agosto, permitirá que as teles ofereçam pagamentos de contas, pequenos empréstimos e o recebimento de benefícios como aposentadoria - tendo por trás uma instituição financeira.

A Caixa Econômica Federal já estuda efetuar o pagamento do Bolsa Família via celular.
Além disso, as teles pressionam para que o projeto inclua a permissão de transações de pequeno valor sem vinculação a bancos.

Nesse caso, um torpedo, por exemplo, funcionaria como uma "moeda eletrônica".
A ideia de que as operadoras transfiram valor sem passar pelos bancos não agrada às instituições financeiras, mas o cenário em que celulares funcionam como "agências virtuais" significa economia e novos negócios.

A oferta de serviços pelo internet banking já fez cair os custos das transações bancárias. Com o celular, estima-se que haverá queda de mais 25% desses custos. Sem contar que não será preciso abrir agência em locais sem potencial de receita - e nos quais as teles já estão. Quem tiver um celular nesses locais não precisará ir a outra cidade para fazer saques. Seria usar o aparelho nas lojas que tiverem máquinas de débito ou crédito. As operadoras receberiam pela prestação desses serviços.

Mas tudo isso só acontecerá plenamente para quem usar um smartphone 3G - estima-se que 27 milhões de brasileiros possuam hoje esses aparelhos. Para que as telefônicas possam transferir valores diretamente, será preciso alterar o próprio conceito de moeda. Hoje, só há o real.

O que os técnicos avaliam é uma forma de permitir que um torpedo, por exemplo, venha a ser usado como "dinheiro" - e que possa valer como crédito trocado entre os diversos clientes das operadoras para acertar "pequenas dívidas".

Um exemplo: dois amigos se encontram para almoçar. Um paga a conta porque o outro está sem dinheiro. Este devolve por torpedo o valor ao amigo, que pode usar o crédito para quitar sua conta de telefone.

Inicialmente, o governo pensou em baixar as normas por meio de regulamento.
Mas o grupo de trabalho formado por representantes do Ministério da Fazenda, do Banco Central e do Ministério das Comunicações concluiu que seria preciso legislação específica [...]

NOTA: A tendência da "moeda eletrônica" em lugar do "papel moeda" projeta uma imagem de "modernidade", porém, aproxima demais a sociedade do quadro profético final (Ap 13:17), uma vez que é muito mais fácil controlar os hábitos de consumo da população através da moeda eletrônica.

quinta-feira, julho 05, 2012

Coca-cola nacional tem 66 vezes mais chance de provocar câncer



Um estudo divulgado nessa terça-feira [26] pelo Center for Science in the Public Interest (CSPI), uma organização norte-americana da área de nutrição e segurança alimentar, voltou a colocar a Coca-Cola na berlinda. O estudo mostrou que o refrigerante fabricado no Brasil tem 66 vezes mais substância suspeita de ser cancerígena do que a bebida nos Estados Unidos.

Além do Brasil, a entidade também mostrou que o refrigerante vendido em nove países, pode provocar câncer, devido à presença "alarmante" da substância 4-MEI, um subproduto do chamado caramelo 4, que dá a pigmentação às bebidas. A substância foi incluída em uma lista de agentes cancerígenos depois que pesquisa do Programa Nacional de Toxicologia dos Estados Unidos indicou a conexão entre o 4-MEI e o desenvolvimento de câncer em ratos.


A situação só é diferente no estado da Califórnia, onde a substância química praticamente foi eliminada. Segundo o CSPI, amostras da Califórnia examinadas recentemente mostravam apenas 4 microgramas de 4-MI por lata da bebida. O estado agora exige um alerta no rótulo de um alimento ou bebida se houver a chance de o consumidor ingerir mais de 30 microgramas por dia. Nas amostras brasileiras, havia 267 microgramas de 4-MI por lata. Já na Coca-Cola do Quênia, foram registrados 177 microgramas e 145 microgramas em amostras adquiridas em Washington.

Em resposta ao estudo, a Coca-Cola voltou a afirmar que a companhia já determinou aos fornecedores de corante caramelo que modifiquem o processo de fabricação do produto. A Coca-Cola também afirmou que a empresa tomou a iniciativa, apesar de acreditar que não há risco para a saúde pública que justifique a alteração na composição do refrigerante.

Fonte: Estado de Minas

sexta-feira, junho 22, 2012

Igreja Adventista é reconhecida por ação social

O dia mundial do doador de sangue foi lembrado com alegria e comemoração para os 6.500 integrantes do Clube de Doadores ADV, predominantemente composto por jovens adventistas. Isto porque, na última quinta-feira, dia 14, o hospital Sírio-Libanês homenageou os doadores do Clube, que já contribuiu com 3 mil doações ao hospital.


Durante a cerimônia o diretor do banco de sangue - que também é presidente da Sociedade Internacional de Transfusão de Sangue, ISBT, com sede em Amsterdam, na Holanda - proferiu algumas palavras e agradecimento pela ação solidária.


"Um único grupo realizar 3 mil doações ao hospital é como se eles fossem responsáveis por três meses inteiros do suprimento sanguíneo deste hospital, o que é algo realmente importante", avalia o doutor Silvano Wendel.


A Igreja Adventista como instituição também recebeu menção dada a frequência de doadores ao banco de sangue. Doadores estes que não se destacam apenas pela regularidade, mas também pela qualidade do material sanguíneo. De acordo com o hospital normalmente cerca de 30% dos grupos que comparecem ao local não podem efetivar a doação. Nos grupos adventistas, o índice é de apenas 5%.


"Os doadores adventistas são pessoas saudáveis, são doadores de repetição, têm um sangue seguro e eles doam duas vezes por ano aqui com a gente", declara Alania Russo, coordenadora de captação de doadores do hospital Sírio-Libanês [...]


Fonte: Portal Adventista

terça-feira, maio 22, 2012

Cultura imediatista

"... mais vale controlar o seu espírito do que conquistar uma cidade". Pv 16:32 (NVI)


"Cuidado! Fiquem de sobreaviso contra todo tipo de ganância; a vida de um homem não consiste na quantidade dos seus bens". Lc 12:15 (NVI)