O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, encontrará com o papa Bento 16 pela primeira vez no dia 10 de julho durante uma visita à Itália para participar da reunião dos chefes de Estado do G8, informou uma fonte do Vaticano nesta quarta-feira [24/06].
Obama deixou muitos católicos norte-americanos irritados com seu apoio ao direito das mulheres pelo aborto e sua decisão em retirar as restrições de pesquisa em células-tronco. A fonte do Vaticano informou que Obama poderá participar de uma audiência com o papa à tarde, após a conclusão do encontro do G8, entre os dias 8 e 10 de julho. Um porta-voz do Vaticano não quis confirmar ou negar o encontro.
Líderes do Vaticano e da Igreja italiana condenaram a decisão de Obama em março de retirar as restrições a uso de verba federal para pesquisa com células-tronco embrionárias, impostas pelo seu predecessor George W. Bush.
O encontro do G8 discutirá uma resposta ao avanço da crise econômica internacional e o aquecimento global. A reunião ocorrerá na cidade de L'Áquila, sacudida por um terremoto em abril que matou cerca de 300 pessoas. (OGlobo Online)
Um encontro importante para a construção da paz é como o Cardeal Oscar Maradiaga, Presidente da Cáritas Internacionalis, antecipa a audiência que Bento XVI vai conceder a Barack Obama. (Ecclesia)
terça-feira, junho 30, 2009
quinta-feira, junho 25, 2009
terça-feira, junho 23, 2009
Poderia realmente acontecer - Parte 2
Nas últimas semanas, fiz a leitura atenta do livro ‘Could It Really Happen?’ (uma análise Adventista de Apocalipse 13 à luz da história e dos acontecimentos atuais) de Marvin Moore.São 287 páginas do mais puro e honesto desvendar do recente e atual estado do mundo (particularmente ocidental e católico), tendo por base a interpretação adventista para a profecia relatada em Apocalipse 13, quiçá a mais estrondosa revelação histórica de todo este livro da Bíblia.
A perspetiva adventista é a base do livro e, claro, na análise ao conteúdo. Por isso, Moore começa por contextualizar o cenário profético adventista, destacando desde logo o Sábado como sinal identificativo e marcante entre o nosso povo. No entanto, ele não teme referir que mesmo assim, muitas das suas conclusões adventistas poderão ser adjetivadas como… ‘loucas’; se assim for, o simples fato de se cumprirem apenas darão mais força à nossa interpretação e, acima de tudo, à veracidade da Bíblia.
A história, não apenas recente, da Igreja Católica ocupa um lugar de destaque, para percebermos quais as motivações, estratégias, meios, apoios e mesmo dificuldades que a Igreja do Vaticano teve ao longo dos séculos na persecução do seu desígnio de governação mundial (não apenas religiosa, mas também política).
Moore explora essa mesma história em perfeito paralelo com o que João escreve sobre a besta que sobe do mar, e o relato de Daniel 7 acerca da ponta pequena. Como é que o papado era o verdadeiro rei das nações da Europa; como ele punha e depunha monarcas; como estes se prostravam em humilde veneração ao bispo de Roma, sem o qual nenhum poder era exercido no velho continente europeu; como o Vaticano exerceu a sua autoridade religiosa acima das Escrituras, alterando-as a seu belo prazer e conveniência.
No conhecido e impressionante relato da queda (não total) do Papa em 1798, Moore não se limita aos fatos normalmente assumidos, mas pormenoriza as razões profundas – muitas vezes de bastidores – que levaram a que este poder sofresse uma ferida, que não de morte.
Pessoalmente, fiquei ainda mais estupefato ao ler como o papado foi ressurgindo após a queda e, progressivamente, recuperando o poder que outrora deteve – processo este ainda em curso.
A exemplo disso, estão os fatos que atestam como a Igreja Católica desempenhou um papel preponderante na chegada ao poder de figuras como Adolf Hitler (sabia que ele não o teria conseguido sem esse apoio católico?), ou do acordo com Benito Mussolini, resolvendo décadas de atritos entre as duas partes – neste caso, o Papa da época, Pio XI, apoiou o ditador italiano de extrema-direita mesmo contra o próprio partido católico, porque via em Mussolini um forte aliado para derrubar o socialismo e comunismo, em crescimento no leste europeu (ou seja, uma clara dimensão política do Vaticano).
Em tempos mais recentes, foi indiscutível a aliança de João Paulo II com o ex-presidente americano Ronald Reagan, instrumentalizando juntos os sindicatos polacos para derrubarem o comunismo na Polónia – o que, diga-se, representou um enorme sucesso para o Vaticano. Pois bem, Moore não perde a oportunidade de relacionar estes acontecimentos com o biblicamente anunciado recuperar da influência papal.
Lembra-se, caro leitor, do longo exercício papal de João Paulo II, e até mesmo das suas cerimónias fúnebres? Saiba que este livro explica muito bem como é que a profecia ‘e toda a terra se maravilhou diante dela’ se aplica na perfeição ao que sucedeu durante esse período.
Moore usa dois capítulos para abordar o assunto do Concílio Vaticano II. Tremendamente importante, pois é revelador das intenções da Igreja Católica, tendo em vista o recuperar do seu domínio global. Moore desmonta parágrafos e linhas menos claros neste documento para denunciar o real pensamento das mentes no Vaticano. E, provavelmente, já estará a imaginar, uma união entre igreja e estado está claramente implícito nessas mesmas declarações, sem esquecer a proposta renovada para uma suprema autoridade papal, acima de religiões e políticas. Liberdade de consciência e governos democraticamente eleitos são outros direitos ameaçados pela ideologia católica romana, e explicados nesta obra.
Destaco que Moore baseia-se em citações de fontes católicas para chegar a estas conclusões, que assim são devida e indiscutivelmente fundamentadas.
Em relação à besta que sobre da terra, desde sempre por nós Adventistas identificada como os Estados Unidos da América, Moore elabora um raciocínio muito idêntico: recupera a história americana, analisa o seu desenvolvimento ao longo das décadas até ao presente (o livro foi publicado em 2007) e relaciona esses dados com aquilo que entre nós desde sempre foi entendido como sendo a concretização da profecia: o gradual abandono dos valores de separação de igreja e estado, com o simultâneo aumento da preponderância católica romana nas instituições americanas, até que lhe seja cedido o poder.
Para mim foi fascinante fazer esta descoberta. Estas não são as notícias que normalmente surgem na imprensa, pois o livro aborda razões de fundo, muitas vezes de bastidores. Mas Moore tem a lucidez de, mais uma vez, colocar os nomes e fatos nos devidos lugares, atribuindo ao seu raciocínio um escrutínio ao alcance de todos os que lêem a história mundial.
Como é que a América passa de um anti-catolicismo inicial quase intolerante para uma posição onde esta religião consegue ser determinante mesmo no processo de escolha do presidente da nação?! Como é que lugares chaves de governação e poder judicial estão a ser cada vez mais ocupados por católicos romanos? Este livro dá impressionantes respostas a estas questões.
Mais ainda, para mim a maior descoberta foi perceber como a direita religiosa americana, composta por evangélicos e vários outros grupos protestantes, se aproxima inequivocamente dos ideais católicos ao defender a exaltação de valores morais, logo religiosos, há muito tidos como perdidos e seriamente ameaçados pelo deturpado (em relação ao original) estilo de vida americano. Sem nos darmos conta, são movimentos que visam cercar a liberdade de consciência, por imporem um determinado estilo de religiosidade, ainda que os seus propósitos possam ser os melhores.
Voltando à direita religiosa (curiosamente, um dos nomes mencionados nestes movimentos é o de um autor de novelas bíblicas que sugerem… o arrebatamento secreto!), o anelo final desta fação é, imagine-se, a eliminação da separação entre igreja e estado, defendendo os seus proponentes que isso nunca esteve consagrado na constituição americana e suas emendas. Logo, liberdade religiosa seriamente ameaçada… na nação onde desde sempre foi mais consagrada!
Onde é que estas duas histórias (Vaticano e EUA) se intercetam? Juntamente na interpretação Adventista de que os EUA cederão o poder ao Vaticano e toda a Terra terá de lhe prestar vassalagem. É o que Moore detalhadamente explora na última parte do livro. E, como seria de esperar, ele não tem qualquer temor em apontar a observância do Sábado ou do primeiro dia da semana como o ponto fulcral da crise final, na qual todo o mundo estará envolvido.
Finalmente, todas as peças parecem encaixar na perfeição e clamam até nós como que incentivando a nossa fé a confiar cada vez mais nas profecias da Bíblia e na Igreja Adventista do Sétimo Dia, como povo escolhido por Deus para proclamar a Sua última mensagem de advertência.
Tentei não pormenorizar demasiado para não roubar o fascínio na leitura deste volume. Concluirei da mesma forma como Moore foi sugerindo no final de todas as conclusões do livro, e serviu de título para esta excelente obra: ‘poderá realmente acontecer?’ Eu já tenho a minha resposta. Não tarde em procurar a sua!
Fonte: Blog O Tempo Final
Em tempo: O livro está disponível na Amazon.
Burca não é bem-vinda na França
O presidente da França, Nicolas Sarkozy, criticou nesta segunda-feira o uso da burca - traje usado por mulheres muçulmanas que cobre todo o corpo e só deixa os olhos à mostra - e afirmou que não há lugar para esse tipo de vestimenta na França.
Em um discurso histórico, durante uma sessão especial do Parlamento em Versalhes, Sarkozy disse que o uso da burca "reduz a mulher à servidão e ameaça a sua dignidade".
Segundo Sarkozy, a burca "não é um sinal de religião, mas de subserviência" e não é "bem-vinda" na França.
O líder francês ainda demonstrou apoio à criação de uma comissão parlamentar para analisar a proibição do uso da burca em lugares públicos no país.
"Não podemos aceitar que tenhamos em nosso país mulheres presas atrás de redes, eliminadas da vida social, desprovidas de identidade", afirmou.
Apesar das declarações, Sarkozy afirmou que a França "não deve lutar uma batalhar errada" e defendeu que a religião muçulmana seja respeitada assim como todas as outras no país.
Há cerca de 5 milhões de muçulmanos na França. Em 2004, o governo proibiu o uso do véu islâmico e de outros símbolos religiosos em escolas públicas.
De acordo com a correspondente da BBC em Paris, Emma Jane Kirby, um grupo multipartidário de legisladores franceses pretende agora analisar se a opção de usar a burca é uma decisão voluntária ou se as mulheres estariam sendo forçadas a cobrir o corpo.
Kirby afirma ainda que o grupo já pediu um inquérito especial para analisar se o uso da burca não estaria ameaçando os valores seculares na França.
O discurso de Sarkozy, possível graças a uma emenda constitucional aprovada no ano passado, foi o primeiro de um presidente francês ao Parlamento desde o século 19.
Fonte: BBC Brasil
NOTA: É preocupante o fato do presidente francês usar seu primeiro discurso no Parlamento para atacar um símbolo religioso. A liberdade religiosa está em jogo...
Em um discurso histórico, durante uma sessão especial do Parlamento em Versalhes, Sarkozy disse que o uso da burca "reduz a mulher à servidão e ameaça a sua dignidade".
Segundo Sarkozy, a burca "não é um sinal de religião, mas de subserviência" e não é "bem-vinda" na França.
O líder francês ainda demonstrou apoio à criação de uma comissão parlamentar para analisar a proibição do uso da burca em lugares públicos no país.
"Não podemos aceitar que tenhamos em nosso país mulheres presas atrás de redes, eliminadas da vida social, desprovidas de identidade", afirmou.
Apesar das declarações, Sarkozy afirmou que a França "não deve lutar uma batalhar errada" e defendeu que a religião muçulmana seja respeitada assim como todas as outras no país.
Há cerca de 5 milhões de muçulmanos na França. Em 2004, o governo proibiu o uso do véu islâmico e de outros símbolos religiosos em escolas públicas.
De acordo com a correspondente da BBC em Paris, Emma Jane Kirby, um grupo multipartidário de legisladores franceses pretende agora analisar se a opção de usar a burca é uma decisão voluntária ou se as mulheres estariam sendo forçadas a cobrir o corpo.
Kirby afirma ainda que o grupo já pediu um inquérito especial para analisar se o uso da burca não estaria ameaçando os valores seculares na França.
O discurso de Sarkozy, possível graças a uma emenda constitucional aprovada no ano passado, foi o primeiro de um presidente francês ao Parlamento desde o século 19.
Fonte: BBC Brasil
NOTA: É preocupante o fato do presidente francês usar seu primeiro discurso no Parlamento para atacar um símbolo religioso. A liberdade religiosa está em jogo...
quinta-feira, junho 18, 2009
segunda-feira, junho 15, 2009
Segunda-feira sem carne
O ex-beatle Paul McCartney está liderando uma campanha para convencer a população a não comer carne uma vez por semana, com o objetivo de ajudar no combate ao aquecimento global.
Músicos, atores, cozinheiros famosos e celebridades - assim como as duas filhas de McCartney, Stella e Mary - também participam do movimento, batizado de Meat Free Monday ("Segunda-Feira Sem Carne", em tradução literal).
Para demonstrar seu apoio, chefs de conhecidos restaurantes da capital britânica passarão a oferecer cardápios vegetarianos opcionais às segundas-feiras. E autores de livros de culinária criaram receitas vegetarianas especias para o site da campanha.
"Temos de nos preocupar com a mudança climática porque, caso contrário, vamos deixar nossos filhos e os filhos deles em uma situação muito complicada", disse Paul McCartney ao jornal britânico The Independent.
A família McCartney conta com o apoio não apenas de gente ligada ao mundo do showbusiness, mas também de especialistas dos campos da ciência, dos negócios e do meio ambiente.
O cantor britânico Chris Martin, o ator americano Kevin Spacey e o empresário britânico Richard Branson estão entre eles.
O site da campanha Meat Free Monday cita dados da entidade de pesquisas climáticas Climate Research Network, segundo os quais a produção de alimentos seria responsável por entre 20% e 30% das emissões dos gases que provocam o aquecimento do planeta. A criação de animais seria responsável por metade dessas emissões.
Segundo estatísticas incluídas no site, entre 1961 e 2007, o consumo de carne no mundo quadruplicou e o consumo de frango aumentou dez vezes.
Em sua entrevista ao Independent, McCartney - famoso por seu vegetarianismo - admite que, às vezes, em meio a tantos conselhos, pode ser difícil saber como contribuir para um mundo mais limpo, mais sustentável e mais saudável.
"Optar por um dia sem carne por semana é uma mudança significativa que todos podem fazer, e que vai até o centro de várias questões políticas, ambientais e éticas, tudo ao mesmo tempo", afirma o ex-beatle.
A família McCartney reuniu cerca de 40 celebridades - incluindo a cantora Kelly Osbourne, o cantor Mobi e a viúva de John Lennon, Yoko Ono - para um evento de lançamento da campanha Meat Free Monday na tarde desta segunda-feira, em um hotel no centro de Londres.
A ideia de McCartney e seus amigos não é nova. Em maio, a prefeitura da cidade belga de Ghent lançou uma campanha para tentar convencer seus cidadãos a abrir mão do consumo de carne pelo menos um dia por semana.
A campanha do ex-beatle e das autoridades belgas é uma reação a um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU).
Segundo o documento, a criação de animais gera mais gases responsáveis pelo efeito estufa do que o setor de transportes.
Fonte: BBC Brasil
NOTA: Independente do atual e polêmico tema das mudanças climáticas, substituir a carne por uma dieta mais natural é um objetivo louvável por três razões:
1) Saúde: "A carne nunca foi o alimento melhor; seu uso agora é, todavia, duplamente objetável, visto as moléstias nos animais estarem crescendo com tanta rapidez" (A Ciência do Bom Viver, p. 313).
2) Natureza espiritual: "Todos os que usam uma alimentação cárnea estão aumentando suas paixões animais e diminuindo sua suscetibilidade espiritual para perceber o poder da verdade e a necessidade de introduzi-la em sua vida prática" (Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 290).
3) Ética cristã: "Pensai na crueldade que o regime cárneo envolve para com os animais... Como isso destrói a ternura com que devemos considerar as criaturas de Deus!... Como podem aqueles que estão buscando tornar-se puros, refinados e santos... tirar a vida às criaturas de Deus a fim consumirem a carne como uma iguaria?" (A Ciência do Bom Viver, p. 315 e 317).
Será que essas razões não são suficientes para se adotar uma dieta natural sete dias por semana em vez de apenas um?
O lado profético da matéria acima, contudo, está no condicionamento da população para a futura Lei Dominical. Sabe como é, certo. Um dia da semana sem carro. Um dia da semana sem carne. Um dia da semana para a família. Um dia da semana para o descanso... Enfim, desde que no final todo mundo aceite o dia dedicado ao sol pelos pagãos como único dia escolhido, os ECOmenistas agradecem... E o fim se aproxima...
Músicos, atores, cozinheiros famosos e celebridades - assim como as duas filhas de McCartney, Stella e Mary - também participam do movimento, batizado de Meat Free Monday ("Segunda-Feira Sem Carne", em tradução literal).
Para demonstrar seu apoio, chefs de conhecidos restaurantes da capital britânica passarão a oferecer cardápios vegetarianos opcionais às segundas-feiras. E autores de livros de culinária criaram receitas vegetarianas especias para o site da campanha.
"Temos de nos preocupar com a mudança climática porque, caso contrário, vamos deixar nossos filhos e os filhos deles em uma situação muito complicada", disse Paul McCartney ao jornal britânico The Independent.
A família McCartney conta com o apoio não apenas de gente ligada ao mundo do showbusiness, mas também de especialistas dos campos da ciência, dos negócios e do meio ambiente.
O cantor britânico Chris Martin, o ator americano Kevin Spacey e o empresário britânico Richard Branson estão entre eles.
O site da campanha Meat Free Monday cita dados da entidade de pesquisas climáticas Climate Research Network, segundo os quais a produção de alimentos seria responsável por entre 20% e 30% das emissões dos gases que provocam o aquecimento do planeta. A criação de animais seria responsável por metade dessas emissões.
Segundo estatísticas incluídas no site, entre 1961 e 2007, o consumo de carne no mundo quadruplicou e o consumo de frango aumentou dez vezes.
Em sua entrevista ao Independent, McCartney - famoso por seu vegetarianismo - admite que, às vezes, em meio a tantos conselhos, pode ser difícil saber como contribuir para um mundo mais limpo, mais sustentável e mais saudável.
"Optar por um dia sem carne por semana é uma mudança significativa que todos podem fazer, e que vai até o centro de várias questões políticas, ambientais e éticas, tudo ao mesmo tempo", afirma o ex-beatle.
A família McCartney reuniu cerca de 40 celebridades - incluindo a cantora Kelly Osbourne, o cantor Mobi e a viúva de John Lennon, Yoko Ono - para um evento de lançamento da campanha Meat Free Monday na tarde desta segunda-feira, em um hotel no centro de Londres.
A ideia de McCartney e seus amigos não é nova. Em maio, a prefeitura da cidade belga de Ghent lançou uma campanha para tentar convencer seus cidadãos a abrir mão do consumo de carne pelo menos um dia por semana.
A campanha do ex-beatle e das autoridades belgas é uma reação a um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU).
Segundo o documento, a criação de animais gera mais gases responsáveis pelo efeito estufa do que o setor de transportes.
Fonte: BBC Brasil
NOTA: Independente do atual e polêmico tema das mudanças climáticas, substituir a carne por uma dieta mais natural é um objetivo louvável por três razões:
1) Saúde: "A carne nunca foi o alimento melhor; seu uso agora é, todavia, duplamente objetável, visto as moléstias nos animais estarem crescendo com tanta rapidez" (A Ciência do Bom Viver, p. 313).
2) Natureza espiritual: "Todos os que usam uma alimentação cárnea estão aumentando suas paixões animais e diminuindo sua suscetibilidade espiritual para perceber o poder da verdade e a necessidade de introduzi-la em sua vida prática" (Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 290).
3) Ética cristã: "Pensai na crueldade que o regime cárneo envolve para com os animais... Como isso destrói a ternura com que devemos considerar as criaturas de Deus!... Como podem aqueles que estão buscando tornar-se puros, refinados e santos... tirar a vida às criaturas de Deus a fim consumirem a carne como uma iguaria?" (A Ciência do Bom Viver, p. 315 e 317).
Será que essas razões não são suficientes para se adotar uma dieta natural sete dias por semana em vez de apenas um?
O lado profético da matéria acima, contudo, está no condicionamento da população para a futura Lei Dominical. Sabe como é, certo. Um dia da semana sem carro. Um dia da semana sem carne. Um dia da semana para a família. Um dia da semana para o descanso... Enfim, desde que no final todo mundo aceite o dia dedicado ao sol pelos pagãos como único dia escolhido, os ECOmenistas agradecem... E o fim se aproxima...
terça-feira, junho 09, 2009
Fechamento de padarias no Espírito Santo
Com o slogan "A massa precisa de descanso. O padeiro e a balconista também", o Sindicato das Empresas de Panificação e Confeitarias (Sintramassas) lança a campanha para que as padarias [no Espírito Santo] fechem aos domingos e feriados, a exemplo do que já acontece com os supermercados.Fonte: Gazeta Online
(Colaboração: Michelson Borges e Christiane Bandeira)
NOTA: Todo trabalhador tem direito a um dia de descanso semanal. Se a escolha deste dia for baseada na Bíblia, que é o símbolo máximo da cultura predominante no Brasil, então o descanso deveria ser no sábado, o verdadeiro dia do Senhor: "O sétimo dia é o sábado do Senhor" (Ex 20:10); "O Filho do Homem é Senhor do sábado" (Mt 12:8). Essa lei ora em prática no Espírito Santo é mais um sinal dos tempos em que vivemos...
segunda-feira, junho 08, 2009
Liberdade religiosa: o desafio do século XXI
Ontem [07] pela manhã assisti ao Congresso "Liberdade Religiosa: desafio do século XXI", realizado no Colégio Adventista da Liberdade, em São Paulo. O orador principal foi o Dr. John Graz (foto), secretário Geral da IRLA.Entre outras coisas, o Dr. Graz destacou que a IASD não é membro do Conselho Mundial de Igrejas (maior órgão ecumênico mundial), embora a Igreja participe de algumas de suas reuniões como observador. Para tornar-se membro haveria necessidade de voto em várias comissões da Igreja Adventista, uma das quais ele mesmo é o secretário. Como pessoalmente ele não apóia essa idéia, deixou claro que não tem interesse nenhum em favorecer a entrada da IASD neste Conselho Ecumênico mundial.
Destacou também que a liberdade religiosa não é a mesma coisa que o ecumenismo, pois, defender a liberdade de alguém crer em algo não é a mesma coisa que defender suas crenças. Quando defendemos a liberdade religiosa de todos, defendemos também a nossa liberdade de crer. Citou como exemplo a proibição do véu na França pelos muçulmanos. O véu é um símbolo religioso, e seu uso precisa ser respeitado, caso contrário, outros símbolos religiosos também poderão ser atacados (como o sábado).
Sobre a Lei Dominical, o Dr Graz afirmou que, atualmente, não há nada de concreto que indique o estabelecimento de uma Lei Dominical nos EUA. Porém, isso não significa que não possa surgir repentinamente. Na sua opinião, a Lei Dominical surgirá em um momento de crise sócio-econômica, onde as circunstâncias poderão pressionar a sociedade e as autoridades a estabelecer uma Lei Dominical. Ele afirmou ainda que somente em um contexto de crise sócio-econômica, o mundo islâmico poderia aderir também à bandeira do descanso dominical, o que não aconteceria de outra forma.
O apelo do Dr. Graz aos ouvintes foi para levantarem a bandeira da liberdade religiosa com coragem e prudência. A verdade e a liberdade devem andar de mãos dadas.
domingo, junho 07, 2009
quinta-feira, maio 28, 2009
Movimento ecumênico espera unificar as Páscoas cristãs
O maior movimento ecumênico da cristandade tem a esperança de que as igrejas estejam se aproximando de uma Páscoa comum para os cristãos do mundo, a despeito de um debate histórico quase tão antigo quanto a religião.
Congregações católicas e protestantes celebrarão sua crença na ressurreição de Jesus no mesmo dia que as igrejas ortodoxas em 2010 e 2011, por conta de uma coincidência dos calendários juliano e gregoriano. O feriado comum ocorreu três vezes nesta década. Mas o Conselho Mundial de Igrejas diz que um consenso está emergindo e que essas não deveriam ser apenas ocorrências ocasionais.
Em uma reunião recente em Lviv, na Ucrânia, teólogos representando praticamente toda a cristandade concordaram, em princípio, numa estratégia para que todos os fiéis sigam observando a festa juntos.
"Não se trata de um problema de princípio, de dogma ou doutrina", disse Juan Michel, porta-voz do conselho, composto por 350 denominações, entre protestantes, ortodoxos e outros. A Igreja Católica não é um membro, mas coopera com a organização.
"É mais uma questão pastoral para algumas igrejas", disse Michel. "Há preocupações sobre como os fiéis vão se sentir se houver uma mudança no modo de calcular a data".
A confusão sobre a data histórica da Páscoa começou nos primórdios da cristandade, conformes diferentes grupos interpretavam os Evangelhos diferentemente.
Segundo Mateus, Marcos e Lucas, a última refeição que Jesus partilhou com os discípulos foi a ceia da Páscoa judaica, enquanto que o Evangelho de João diz que Jesus morreu no dia da refeição de Páscoa, e a última ceia teria sido uma refeição anterior.
As principais autoridades cristãs tentaram estabelecer uma data comum no Concílio de Niceia, determinando o primeiro domingo depois da Lua cheia após o equinócio de primavera.
O problema, antes do advento da astronomia moderna, era calcular o equinócio. As igrejas ortodoxas usam o dia 21 de março do calendário juliano, mas desde o século 16 o Ocidente usa as datas do calendário gregoriano. A diferença resultante pode chegar a cinco semanas.
O conselho disse que teólogos do Vaticano e de várias igrejas ortodoxas e protestantes endossaram um compromisso, no último dia 15, dizendo que a Páscoa deveria ser calculada a partir de um equinócio determinado por dados astronômicos precisos.
De acordo com esse plano, a Páscoa unificada cairia onde geralmente cai para católicos e protestantes, disse Dagmar Heller, chefe da comissão de ordem e fé do conselho.
Nos próximos 15 anos, a única vez em que as igrejas ocidentais terão de mudar a Páscoa será em 2019, passando de 21 de abril para 24 de março. O maior ajuste terá de ser feito pelas igrejas ortodoxas.
"Obviamente há alguns ortodoxos fundamentalistas que dizem 'o calendário juliano é nossa tradição e era usado no tempo de Jesus, portanto não podemos mudar'", disse Heller, acrescentando que alguns líderes orientais poderão temer cismas por conta disso.
"E, claro, há a questão de o dado astronômico ficar mais próximo do calendário gregoriano, que foi introduzido por um papa", disse ela, referindo-se a Gregório XIII, que reformou o calendário em 1582.
Fonte: Estadão Online
NOTA: Não por acaso, na época em que o imperador Constantino fez do domingo o dia de descanso oficial para todo o Império (leia-se Lei Dominical), também tratou de unificar a celebração da Páscoa entre os diversos segmentos cristãos a fim de facilitar a implantação de uma religião estatal: "A segunda mudança importante do calendário introduzida por Constantino foi em relação a quando celebrar a Páscoa, um assunto não tão fácil de resolver quanto a questão do domingo...
"Para Constantino a questão não era tanto determinar a data exata da Páscoa, mas como conseguir que as várias facções do Cristianismo concordassem em celebrar a ressurreição no mesmo dia, mesmo se tecnicamente esta data não fosse exata. Politicamente isto era crucial para estebelecer uma religião de Estado, com um conjunto de regras..." (David Ewing Duncan, Calendário, Editora Ediouro, p. 87-104).
O passado está chegando, e a história se repetindo...
Saiba mais: "Nos passos de Constantino".
Congregações católicas e protestantes celebrarão sua crença na ressurreição de Jesus no mesmo dia que as igrejas ortodoxas em 2010 e 2011, por conta de uma coincidência dos calendários juliano e gregoriano. O feriado comum ocorreu três vezes nesta década. Mas o Conselho Mundial de Igrejas diz que um consenso está emergindo e que essas não deveriam ser apenas ocorrências ocasionais.
Em uma reunião recente em Lviv, na Ucrânia, teólogos representando praticamente toda a cristandade concordaram, em princípio, numa estratégia para que todos os fiéis sigam observando a festa juntos.
"Não se trata de um problema de princípio, de dogma ou doutrina", disse Juan Michel, porta-voz do conselho, composto por 350 denominações, entre protestantes, ortodoxos e outros. A Igreja Católica não é um membro, mas coopera com a organização.
"É mais uma questão pastoral para algumas igrejas", disse Michel. "Há preocupações sobre como os fiéis vão se sentir se houver uma mudança no modo de calcular a data".
A confusão sobre a data histórica da Páscoa começou nos primórdios da cristandade, conformes diferentes grupos interpretavam os Evangelhos diferentemente.
Segundo Mateus, Marcos e Lucas, a última refeição que Jesus partilhou com os discípulos foi a ceia da Páscoa judaica, enquanto que o Evangelho de João diz que Jesus morreu no dia da refeição de Páscoa, e a última ceia teria sido uma refeição anterior.
As principais autoridades cristãs tentaram estabelecer uma data comum no Concílio de Niceia, determinando o primeiro domingo depois da Lua cheia após o equinócio de primavera.
O problema, antes do advento da astronomia moderna, era calcular o equinócio. As igrejas ortodoxas usam o dia 21 de março do calendário juliano, mas desde o século 16 o Ocidente usa as datas do calendário gregoriano. A diferença resultante pode chegar a cinco semanas.
O conselho disse que teólogos do Vaticano e de várias igrejas ortodoxas e protestantes endossaram um compromisso, no último dia 15, dizendo que a Páscoa deveria ser calculada a partir de um equinócio determinado por dados astronômicos precisos.
De acordo com esse plano, a Páscoa unificada cairia onde geralmente cai para católicos e protestantes, disse Dagmar Heller, chefe da comissão de ordem e fé do conselho.
Nos próximos 15 anos, a única vez em que as igrejas ocidentais terão de mudar a Páscoa será em 2019, passando de 21 de abril para 24 de março. O maior ajuste terá de ser feito pelas igrejas ortodoxas.
"Obviamente há alguns ortodoxos fundamentalistas que dizem 'o calendário juliano é nossa tradição e era usado no tempo de Jesus, portanto não podemos mudar'", disse Heller, acrescentando que alguns líderes orientais poderão temer cismas por conta disso.
"E, claro, há a questão de o dado astronômico ficar mais próximo do calendário gregoriano, que foi introduzido por um papa", disse ela, referindo-se a Gregório XIII, que reformou o calendário em 1582.
Fonte: Estadão Online
NOTA: Não por acaso, na época em que o imperador Constantino fez do domingo o dia de descanso oficial para todo o Império (leia-se Lei Dominical), também tratou de unificar a celebração da Páscoa entre os diversos segmentos cristãos a fim de facilitar a implantação de uma religião estatal: "A segunda mudança importante do calendário introduzida por Constantino foi em relação a quando celebrar a Páscoa, um assunto não tão fácil de resolver quanto a questão do domingo...
"Para Constantino a questão não era tanto determinar a data exata da Páscoa, mas como conseguir que as várias facções do Cristianismo concordassem em celebrar a ressurreição no mesmo dia, mesmo se tecnicamente esta data não fosse exata. Politicamente isto era crucial para estebelecer uma religião de Estado, com um conjunto de regras..." (David Ewing Duncan, Calendário, Editora Ediouro, p. 87-104).
O passado está chegando, e a história se repetindo...
Saiba mais: "Nos passos de Constantino".
Jornal Nacional destaca o trabalho social dos adventistas
O telejornal de maior audiência no Brasil exibiu hoje mais uma matéria da série sobre o trabalho social de algumas igrejas evangélicas. A matéria destacou o trabalho social dos adventistas com crianças no Rio de Janeiro:
Rede Globo exibe matérias sobre trabalho social de evangélicos
Parece difícil de acreditar, mas é verdade: finalmente o telejornal de maior audiência no Brasil (Jornal Nacional) deixa de lado o preconceito religioso e exibe uma série de matérias destacando o trabalho social de algumas igrejas evangélicas do Brasil. A Rede Globo sempre deu ampla visibilidade à Igreja Católica e também ao Espiritismo, e só mostrava os evangélicos em matérias "negativas". Pois essa semana, o canal dos Marinho resolveu variar. Na terça-feira foi ao ar uma matéria falando sobre o trabalho social da Igreja Assembléia de Deus envolvendo a música, e também o trabalho dos Presbiterianos com uma tribo de índios (Cauá) no Mato Grosso do Sul. Ontem, outra matéria destacou o trabalho dos Metodistas com os moradores de rua em São Paulo. Na edição de hoje à noite, o Jornal Nacional vai mostrar o trabalho dos Batistas e Adventistas com os meninos de rua no Rio de Janeiro. Analisando de modo isolado, essa iniciativa da Rede Globo é bem vinda, uma vez que faz justiça à realidade. Fica o exemplo para outras emissoras, de que quando o jornalismo é feito sem preconceito religioso todos saem ganhando. Assista a seguir as duas matérias da série que já foram ao ar:quarta-feira, maio 27, 2009
Agenda do Bilderberg exposta
Realizou-se entre os passados dias 14 e 17 de maio a conferência anual do Clube Bilderberg, ao qual já fiz referência neste espaço (mais abaixo segue uma breve descrição deste clube).
Nos dias imediatamente antecedentes, o sítio web Prision Planet, dirigido por Alex Jones, um ativista anti-globalização, publicou um artigo sobre o plano de trabalhos da sessão deste ano. Recupero-o agora, passado vários dias; a confirmarem-se as suas informações, em breve poderemos começar a verificar evidências.
Uma breve nota: a publicação deste documento não implica que me identifique totalmente com as posições nele assumidas; tão somente considero-o uma perspetiva merecedora de análise tendo em conta o rumo que os acontecimentos mundias poderão em breve tomar, e que serão a medida aferidora da validade das afirmações contidas neste texto.
"Elitistas divididos sobre se deixar a economia afundar rapidamente e substituí-la com a nova ordem mundial ou pôr em marcha uma longa e agonizante depressão.
Nas vésperas da conferência 2009 do Grupo Bilderberg, que está agendada para 14-17 maio, no hotel de 5 estrelas 'Nafsika Astir Palace Hotel', em Vouliagmeni, Grécia, o repórter de investigação Daniel Estulin pôs a descoberto detalhes chocantes sobre o que os elitistas planeiam fazer com a economia ao longo do próximo ano.
O encontro do Clube Bilderberg é uma reunião anual de cerca de 150 dos mais influentes dirigentes(1) a nível mundial no governo, indústria, banca, meios de comunicação social, academias e do complexo militar-industrial. O grupo discreto opera sob as 'regras de Chatham House', o que significa que nunca pode haver uma fuga de informação do que foi debatido para os mídia, apesar dos editores dos maiores jornais do mundo, o Washington Post, o New York Times e o Financial Times, estarem presentes na reunião.
De acordo com fontes de Estulin, que se têm vindo a provar serem extremamente precisas no passado, os Bilderberg estão divididos sobre pôr em andamento 'uma prolongada, agonizante depressão que condene o mundo a décadas de estagnação, declínio e pobreza... ou uma intensa e mais curta depressão que prepare o caminho para uma nova ordem mundial economicamente sustentável, com menos soberania, mas mais eficiência'.
A informação assume um peso adicional quando se considera o fato de que as anteriores previsões económicas de Estulin, que se baseavam em fugas de informação das mesmas fontes, têm-se revelado mortiferamente precisas. Estulin previu corretamente o crash da habitação e o colapso financeiro de 2008, como resultado do que as suas fontes dentro de Bilderberg lhe disseram, sobre o que a elite estava planeando com base naquilo que foi dito em 2006, na sua reunião no Canadá e na conferência realizada em 2007, na Turquia.
Os detalhes da agenda económica estavam contidos numa ordem de trabalhos prévia à reunião, a ser entregue aos membros Bilderberg. Em termos mais específicos, Estulin destaca e adverte que os Bilderberg estão promovendo e pintando um falso quadro de recuperação económica, enganando os investidores para que estes voltem a aplicar o seu dinheiro na bolsa de valores, só para mais tarde libertarem um novo e enorme colapso que irá criar 'enormes perdas e a solidificar as dificuldades financeiras nos próximos meses', de acordo com o relatório da Canada Free Press (CFP).
Segundo Estulin, Bilderberg está assumindo que os valores relativos ao desemprego nos EUA atingirão cerca de 14% até ao final do ano, quase duplicando o número oficial actual de 8,1 por cento.
As fontes de Estulin também lhe dizem que Bilderberg vai novamente tentar pressionar a promulgação do Tratado de Lisboa, um ponto chave da agenda para o pleno estabelecimento de um super estado federal da União Europeia, forçando os irlandeses a votar novamente no documento em setembro/outubro, apesar destes já o terem rejeitado, tal como outras nações europeias, em referendos nacionais.
'Uma das suas preocupações é abordar e neutralizar o movimento anti-tratado de Lisboa chamado Libertas, liderado por Declan Ganley. Uma das ações planeadas dos Bilderberg é usar uma campanha de boatos nos mídia dos EUA, sugerindo/insinuando que Ganley está sendo financiado por negociantes de armas nos EUA com ligações aos militares dos EUA', relata o CFP.
Daniel Estulin, Jim Tucker e outras fontes, que se têm infiltrado nas anteriores reuniões dos Bilderberg no passado, tem vindo a fornecer continuadamente informações sobre a agenda dos Bilderberg, informações essas que posteriormente se tornaram realidade em todo o mundo, provando que a organização não é apenas um pretexto para 'conversa de loja', como afirmam os desenganadores(2), mas um fórum para o planeamento integral da agenda da nova ordem mundial.
De fato, no mês passado, o visconde belga Etienne Davignon, actual presidente dos Bilderberg, vangloriou-se de que os Bilderberg ajudaram a criar o Euro, introduzindo pela primeira vez na agenda política o tema de uma moeda única, no início da década de 1990. A agenda dos Bilderberg para um super estado federal europeu e uma moeda única provavelmente remonta a um passado ainda mais longínquo. Uma investigação da BBC pôs a descoberto documentos das primeiras reuniões dos Bilderberg, que confirmam que a União Europeia foi uma ideia dos Bilderberg.
Na primavera de 2002, quando os 'falcões da guerra' na administração Bush foram pressionando para uma invasão do Iraque no verão, os Bilderberg expressaram o seu desejo num atraso e o ataque não foi lançado até março do ano seguinte.
Em 2006, Estulin previu que o mercado imobiliário seria autorizado a subir abruptamente antes que 'a bolha fosse cruelmente rebentada', que foi exactamente o que veio a suceder.
Em 2008, Estulin previu que os Bilderberg estavam a criar as condições para um colapso financeiro, exatamente o que veio a acontecer alguns meses mais tarde, com o colapso da Lehman Brothers.
O Clube Bilderberg tem exercitado continuamente os seus “músculos” ao estabelecerem o seu papel como “kingmaker”(3). A organização tem selecionado candidatos presidenciais, assim como os candidatos a vice e os Primeiros-ministros.
Bill Clinton e Tony Blair foram apadrinhados pela organização secreta no início da década de 1990, antes da sua ascensão.
O companheiro de Barack Obama, Joe Biden, actual vice-presidente dos EUA, foi selecionado pelo membro dos Bilderberg e illuminatti James A. Johnson; o companheiro de John Kerry às eleições presidenciais de 2004, John Edwards, também foi ungido pelo grupo depois de ter feito um brilhante discurso na conferência de 2004. Os participantes dos Bilderberg inclusivamente quebraram as regras da casa ao aplaudir Edwards, no final de um discurso que ele deu às elites sobre a política americana.
A escolha de Edwards foi chocante para especialistas dos mídia, que esperavam que Dick Gephardt assegurasse a posição. O New York Post até noticiou que Gephardt tinha sido escolhido e autocolantes a dizerem "Kerry-Gephardt" estavam a ser colocados nos veículos de campanha antes de serem removidos quando Edwards foi anunciado como o número dois de Kerry.
Um artigo de um jornal português de 2008 destacou o facto de que Pedro Santana Lopes e José Sócrates participaram na reunião dos Bilderberg de 2004 em Stresa, Itália, antes de ambos concorrerem a Primeiro-ministro de Portugal.
Várias das principais decisões chave geopolíticas foram feitas na reunião do ano passado dos Bilderberg, em Washington DC, novamente realçando o fato de que estas reuniões são muito mais do que meros encontros informais.
Como já relatado nessa altura, os Bilderberg estavam preocupados pois os preços do petróleo estavam a acelerar muito rápido depois de atingirem os 150 dólares por barril e quiseram assegurar-se de que os preços começariam a declinar. Isto foi exatamente o que aconteceu nos finais do segundo semestre de 2008, com os preços do petróleo novamente a descerem até aos 50 dólares por barril.
Inicialmente fomos capazes de prever o rápido aumento dos preços do petróleo em 2005, quando o preço estava em 40 dólares, porque os Bilderberg tinham solicitado uma subida dos preços durante o encontro desse ano, em Munique. Durante a conferência, na Alemanha, Henry Kissinger disse aos seus colegas participantes que a elite (Bilderberg) tinha-se decidido em garantir que os preços do petróleo duplicariam no decorrer dos seguintes 12-24 meses, o que foi exatamente o que aconteceu.
Também no ano passado, nessa reunião, a antiga Secretária de Estado dos EUA, Condoleezza Rice, fez planos para assinar um tratado sobre a instalação de uma base radar americana na República Checa com o Ministro dos Negócios Estrangeiros checo Karel Schwarzenberg.
Rice foi acompanhada na reunião pelo Secretário da Defesa Robert Gates, que alegadamente incentivou os globalistas da UE a apoiarem um ataque contra o Irão. Dias mais tarde a União Europeia ameaçou o Irão com sanções se não suspendesse o seu programa de enriquecimento nuclear.
Houve também especulação generalizada de que a 'reunião secreta' de Hillary Clinton e Barack Obama, realizada com o auxílio de táticas furtivas como o bloqueio dos jornalistas num avião para evitar que localizassem o duo, teve lugar na reunião dos Bilderberg em Washington DC.
Resta-nos ver qual o tipo de cobertura que os principais mídia e a imprensa oferecerão sobre a reunião dos Bilderberg 2009, porque, apesar do historial amplamente comprovado do papel central dos Bilderberg na influência geopolítica e financeira dos futuros eventos mundiais, e apesar de no ano passado a reunião ter sido realizada em Washington DC, os mídia corporativos americanos encarregaram-se de supervisionar um apagão quase universal dos relatórios sobre a conferência, os seus participantes, e o que foi discutido.
Mais uma vez, resta aos mídia alternativos preencher esse vácuo informativo e educar as pessoas sobre exactamente o que o globalistas tem planeado para nós ao longo dos próximos anos..."
(1) o termo utilizado no texto original é “powerbrokers”, cuja definição é: uma pessoa que exerce forte influência política ou económica, nomeadamente por força dos indivíduos e dos votos que ele ou ela controla.
(2) tradução do termo original “debunkers”, cuja definição é: um cético envolvido no combate a pessoas e ideias que enganam e exploram o público, e que, na sua visão, são falsas e não-científicas.
(3) termo que significa: uma pessoa cujas acções e opiniões influenciam fortemente o decorrer dos acontecimentos.
Fonte: Prison Planet
Traduzido para o Blog Tempo Final por: Nuno Neves.
Nos dias imediatamente antecedentes, o sítio web Prision Planet, dirigido por Alex Jones, um ativista anti-globalização, publicou um artigo sobre o plano de trabalhos da sessão deste ano. Recupero-o agora, passado vários dias; a confirmarem-se as suas informações, em breve poderemos começar a verificar evidências.
Uma breve nota: a publicação deste documento não implica que me identifique totalmente com as posições nele assumidas; tão somente considero-o uma perspetiva merecedora de análise tendo em conta o rumo que os acontecimentos mundias poderão em breve tomar, e que serão a medida aferidora da validade das afirmações contidas neste texto.
"Elitistas divididos sobre se deixar a economia afundar rapidamente e substituí-la com a nova ordem mundial ou pôr em marcha uma longa e agonizante depressão.
Nas vésperas da conferência 2009 do Grupo Bilderberg, que está agendada para 14-17 maio, no hotel de 5 estrelas 'Nafsika Astir Palace Hotel', em Vouliagmeni, Grécia, o repórter de investigação Daniel Estulin pôs a descoberto detalhes chocantes sobre o que os elitistas planeiam fazer com a economia ao longo do próximo ano.
O encontro do Clube Bilderberg é uma reunião anual de cerca de 150 dos mais influentes dirigentes(1) a nível mundial no governo, indústria, banca, meios de comunicação social, academias e do complexo militar-industrial. O grupo discreto opera sob as 'regras de Chatham House', o que significa que nunca pode haver uma fuga de informação do que foi debatido para os mídia, apesar dos editores dos maiores jornais do mundo, o Washington Post, o New York Times e o Financial Times, estarem presentes na reunião.
De acordo com fontes de Estulin, que se têm vindo a provar serem extremamente precisas no passado, os Bilderberg estão divididos sobre pôr em andamento 'uma prolongada, agonizante depressão que condene o mundo a décadas de estagnação, declínio e pobreza... ou uma intensa e mais curta depressão que prepare o caminho para uma nova ordem mundial economicamente sustentável, com menos soberania, mas mais eficiência'.
A informação assume um peso adicional quando se considera o fato de que as anteriores previsões económicas de Estulin, que se baseavam em fugas de informação das mesmas fontes, têm-se revelado mortiferamente precisas. Estulin previu corretamente o crash da habitação e o colapso financeiro de 2008, como resultado do que as suas fontes dentro de Bilderberg lhe disseram, sobre o que a elite estava planeando com base naquilo que foi dito em 2006, na sua reunião no Canadá e na conferência realizada em 2007, na Turquia.
Os detalhes da agenda económica estavam contidos numa ordem de trabalhos prévia à reunião, a ser entregue aos membros Bilderberg. Em termos mais específicos, Estulin destaca e adverte que os Bilderberg estão promovendo e pintando um falso quadro de recuperação económica, enganando os investidores para que estes voltem a aplicar o seu dinheiro na bolsa de valores, só para mais tarde libertarem um novo e enorme colapso que irá criar 'enormes perdas e a solidificar as dificuldades financeiras nos próximos meses', de acordo com o relatório da Canada Free Press (CFP).
Segundo Estulin, Bilderberg está assumindo que os valores relativos ao desemprego nos EUA atingirão cerca de 14% até ao final do ano, quase duplicando o número oficial actual de 8,1 por cento.
As fontes de Estulin também lhe dizem que Bilderberg vai novamente tentar pressionar a promulgação do Tratado de Lisboa, um ponto chave da agenda para o pleno estabelecimento de um super estado federal da União Europeia, forçando os irlandeses a votar novamente no documento em setembro/outubro, apesar destes já o terem rejeitado, tal como outras nações europeias, em referendos nacionais.
'Uma das suas preocupações é abordar e neutralizar o movimento anti-tratado de Lisboa chamado Libertas, liderado por Declan Ganley. Uma das ações planeadas dos Bilderberg é usar uma campanha de boatos nos mídia dos EUA, sugerindo/insinuando que Ganley está sendo financiado por negociantes de armas nos EUA com ligações aos militares dos EUA', relata o CFP.
Daniel Estulin, Jim Tucker e outras fontes, que se têm infiltrado nas anteriores reuniões dos Bilderberg no passado, tem vindo a fornecer continuadamente informações sobre a agenda dos Bilderberg, informações essas que posteriormente se tornaram realidade em todo o mundo, provando que a organização não é apenas um pretexto para 'conversa de loja', como afirmam os desenganadores(2), mas um fórum para o planeamento integral da agenda da nova ordem mundial.
De fato, no mês passado, o visconde belga Etienne Davignon, actual presidente dos Bilderberg, vangloriou-se de que os Bilderberg ajudaram a criar o Euro, introduzindo pela primeira vez na agenda política o tema de uma moeda única, no início da década de 1990. A agenda dos Bilderberg para um super estado federal europeu e uma moeda única provavelmente remonta a um passado ainda mais longínquo. Uma investigação da BBC pôs a descoberto documentos das primeiras reuniões dos Bilderberg, que confirmam que a União Europeia foi uma ideia dos Bilderberg.
Na primavera de 2002, quando os 'falcões da guerra' na administração Bush foram pressionando para uma invasão do Iraque no verão, os Bilderberg expressaram o seu desejo num atraso e o ataque não foi lançado até março do ano seguinte.
Em 2006, Estulin previu que o mercado imobiliário seria autorizado a subir abruptamente antes que 'a bolha fosse cruelmente rebentada', que foi exactamente o que veio a suceder.
Em 2008, Estulin previu que os Bilderberg estavam a criar as condições para um colapso financeiro, exatamente o que veio a acontecer alguns meses mais tarde, com o colapso da Lehman Brothers.
O Clube Bilderberg tem exercitado continuamente os seus “músculos” ao estabelecerem o seu papel como “kingmaker”(3). A organização tem selecionado candidatos presidenciais, assim como os candidatos a vice e os Primeiros-ministros.
Bill Clinton e Tony Blair foram apadrinhados pela organização secreta no início da década de 1990, antes da sua ascensão.
O companheiro de Barack Obama, Joe Biden, actual vice-presidente dos EUA, foi selecionado pelo membro dos Bilderberg e illuminatti James A. Johnson; o companheiro de John Kerry às eleições presidenciais de 2004, John Edwards, também foi ungido pelo grupo depois de ter feito um brilhante discurso na conferência de 2004. Os participantes dos Bilderberg inclusivamente quebraram as regras da casa ao aplaudir Edwards, no final de um discurso que ele deu às elites sobre a política americana.
A escolha de Edwards foi chocante para especialistas dos mídia, que esperavam que Dick Gephardt assegurasse a posição. O New York Post até noticiou que Gephardt tinha sido escolhido e autocolantes a dizerem "Kerry-Gephardt" estavam a ser colocados nos veículos de campanha antes de serem removidos quando Edwards foi anunciado como o número dois de Kerry.
Um artigo de um jornal português de 2008 destacou o facto de que Pedro Santana Lopes e José Sócrates participaram na reunião dos Bilderberg de 2004 em Stresa, Itália, antes de ambos concorrerem a Primeiro-ministro de Portugal.
Várias das principais decisões chave geopolíticas foram feitas na reunião do ano passado dos Bilderberg, em Washington DC, novamente realçando o fato de que estas reuniões são muito mais do que meros encontros informais.
Como já relatado nessa altura, os Bilderberg estavam preocupados pois os preços do petróleo estavam a acelerar muito rápido depois de atingirem os 150 dólares por barril e quiseram assegurar-se de que os preços começariam a declinar. Isto foi exatamente o que aconteceu nos finais do segundo semestre de 2008, com os preços do petróleo novamente a descerem até aos 50 dólares por barril.
Inicialmente fomos capazes de prever o rápido aumento dos preços do petróleo em 2005, quando o preço estava em 40 dólares, porque os Bilderberg tinham solicitado uma subida dos preços durante o encontro desse ano, em Munique. Durante a conferência, na Alemanha, Henry Kissinger disse aos seus colegas participantes que a elite (Bilderberg) tinha-se decidido em garantir que os preços do petróleo duplicariam no decorrer dos seguintes 12-24 meses, o que foi exatamente o que aconteceu.
Também no ano passado, nessa reunião, a antiga Secretária de Estado dos EUA, Condoleezza Rice, fez planos para assinar um tratado sobre a instalação de uma base radar americana na República Checa com o Ministro dos Negócios Estrangeiros checo Karel Schwarzenberg.
Rice foi acompanhada na reunião pelo Secretário da Defesa Robert Gates, que alegadamente incentivou os globalistas da UE a apoiarem um ataque contra o Irão. Dias mais tarde a União Europeia ameaçou o Irão com sanções se não suspendesse o seu programa de enriquecimento nuclear.
Houve também especulação generalizada de que a 'reunião secreta' de Hillary Clinton e Barack Obama, realizada com o auxílio de táticas furtivas como o bloqueio dos jornalistas num avião para evitar que localizassem o duo, teve lugar na reunião dos Bilderberg em Washington DC.
Resta-nos ver qual o tipo de cobertura que os principais mídia e a imprensa oferecerão sobre a reunião dos Bilderberg 2009, porque, apesar do historial amplamente comprovado do papel central dos Bilderberg na influência geopolítica e financeira dos futuros eventos mundiais, e apesar de no ano passado a reunião ter sido realizada em Washington DC, os mídia corporativos americanos encarregaram-se de supervisionar um apagão quase universal dos relatórios sobre a conferência, os seus participantes, e o que foi discutido.
Mais uma vez, resta aos mídia alternativos preencher esse vácuo informativo e educar as pessoas sobre exactamente o que o globalistas tem planeado para nós ao longo dos próximos anos..."
(1) o termo utilizado no texto original é “powerbrokers”, cuja definição é: uma pessoa que exerce forte influência política ou económica, nomeadamente por força dos indivíduos e dos votos que ele ou ela controla.
(2) tradução do termo original “debunkers”, cuja definição é: um cético envolvido no combate a pessoas e ideias que enganam e exploram o público, e que, na sua visão, são falsas e não-científicas.
(3) termo que significa: uma pessoa cujas acções e opiniões influenciam fortemente o decorrer dos acontecimentos.
Fonte: Prison Planet
Traduzido para o Blog Tempo Final por: Nuno Neves.
A cara do ECOmenismo
O príncipe Charles da Inglaterra, seus filhos William e Harry, Pelé e o líder espiritual dalai-lama, entre outros famosos, se uniram para gravar um vídeo de curta duração, que será transmitido por meio do YouTube, a fim de promover a proteção do ambiente.
No vídeo, que durará 90 segundos, também participarão o dalai-lama, os atores Harrison Ford e Daniel Craig, e a cantora Joss Stone, que colaboram para essa iniciativa da Rainforest Project - organização presidida pelo príncipe.
Nos últimos meses, Charles aumentou suas declarações públicas em defesa de ações urgentes para prevenir o desmatamento e refrear o processo de mudança climática. Dentro desses objetivos, o príncipe britânico também fez uma viagem ao Brasil, no qual percorreu alguns Estados --dentre eles, o Amazonas e a floresta Amazônica.
No último sábado [02] , Charles sofreu acusações do jornal britânico "The Independent", que apontou uma inconsequência do primogênito de Elisabeth 2ª, por defender a proteção da natureza enquanto uma empresa de sua propriedade vende produtos que contêm um ingrediente que destrói a floresta tropical.
Segundo ele, seu objetivo é criar uma comunidade on-line para pedir ações urgentes para proteger as florestas tropicais. "Sem as florestas, sem dúvida perderemos a batalha contra a catastrófica mudança climática no planeta", afirmou.
Fonte: Folha Online
No vídeo, que durará 90 segundos, também participarão o dalai-lama, os atores Harrison Ford e Daniel Craig, e a cantora Joss Stone, que colaboram para essa iniciativa da Rainforest Project - organização presidida pelo príncipe.
Nos últimos meses, Charles aumentou suas declarações públicas em defesa de ações urgentes para prevenir o desmatamento e refrear o processo de mudança climática. Dentro desses objetivos, o príncipe britânico também fez uma viagem ao Brasil, no qual percorreu alguns Estados --dentre eles, o Amazonas e a floresta Amazônica.
No último sábado [02] , Charles sofreu acusações do jornal britânico "The Independent", que apontou uma inconsequência do primogênito de Elisabeth 2ª, por defender a proteção da natureza enquanto uma empresa de sua propriedade vende produtos que contêm um ingrediente que destrói a floresta tropical.
Segundo ele, seu objetivo é criar uma comunidade on-line para pedir ações urgentes para proteger as florestas tropicais. "Sem as florestas, sem dúvida perderemos a batalha contra a catastrófica mudança climática no planeta", afirmou.
Fonte: Folha Online
segunda-feira, maio 25, 2009
Copenhaguen: Cúpula Empresarial de Mudanças Climáticas
Ontem, num calmo domingo em Copenhagen, na Dinamarca, sob um sol que quase não se põe nesta época do ano, mal sabiam os tranquilos ciclistas o que acontecia no centro de congressos da cidade, o famoso Bella Center. Al Gore que saiu de uma desajeitada situação de ex-vice-presidente e candidato derrotado às eleições americanas, hoje, do alto do seu prêmio Nobel, transformou-se na mais importante voz deste mundo em transformação.Sentado ao lado de Sua Majestade Margrethe II, Rainha da Dinamarca, e do Secretário Geral das Nações Unidas, Ban Ki-Moon, não poderia haver mais circunstância em um ambiente cuja austeridade é esperada. Afinal ali está reunida a fina flor da elite mundial das empresas com representantes de governos e do mundo multilateral para preparar a agenda do mundo corporativo para a COP 15 (Conferência Mundial Sobre o Clima das Nações Unidas) que irá se realizar neste mesmo espaço em dezembro.
O evento promovido pelo Copenhagen Climate Council, chamado de Cúpula Empresarial de Mudanças Climáticas, tem como objetivo preparar a agenda empresarial para dezembro. O objetivo é que ela possa contribuir para aproximar governos em divergências ainda importantes para que a COP 15 em Copenhagen surja como a Conferência que fundamentará as bases de um novo ciclo de desenvolvimento pautado pela baixa emissão de carbono.
Foi neste encontro e com este espírito que Al Gore iniciou a sua fala, logo após a abertura do Secretário Geral da ONU, que francamente, mais parecia um mestre de cerimônias. Ban Ki- moon não consegue deixar de ser anódino mesmo quando tantos interesses estão em jogo.
Gore pontuou a tripla crise - a climática, a econômica e a de segurança energética - como resultantes de uma mesma causa: a profunda dependência que a humanidade tem de energia fóssil (não disse, mas deveria, daquela parte da humanidade que tem acesso a ela...). Disse que o grande imperativo é sair da dependência de energias fósseis para as infinitas fontes de energia limpa e renovável do Sol, dos ventos e da energia geotérmica. Falou dos muitos exemplos nesta mesma direção como a da Dinamarca que já tem 25% de sua energia em base éolica ou mesmo das recentes medidas do Presidente Obama que estabeleceu metas de redução de emissões para a indústria automobilística e o cancelamento literal da construção de plantas termoelétricas movidas a carvão. Disse ainda que é indispensável que se crie valor para a mitigação de CO2, pois um gás invisível e inodoro dificilmente será reduzido sem compensação econômica.
Gore também pontuou a crescente coragem e determinação do governo Obama de transformar os Estados Unidos independente de energia fóssil até 2020. Comparou a recente fala de Obama quando das metas de redução das emissões a de Kennedy no início da década de 60 sobre colocar o homeme na Lua até o final da década. Reiterou a necessidade de ousar e sonhar para que o desafio da energia sustentável toque o imaginário das pessoas, sem o qual, não haverá o esforço necessário.
A fala de Gore foi enfática e determinada. Também aproveitou para reiterar um dos principais temas defendidos pelos EUA para dezembro, ou seja, mecanismos de mercado como parte da nova regulação de serviços ambientais. Mas o mercado que ele se refere, seria um novo mercado, eivado de valores éticos e humanos. Como? Finalizou dizendo que esta geração será julgada pelas próximas e se elas nos acusarem de não termos tomado as ações que nosso tempo nos convoca, teremos falhado lamentavelmente.
Neste aspecto tanto Ban Ki-Moon como Al Gore deram o tom: Copenhagen terá que ser o marco zero de uma nova economia e visão de desenvolvimento. Estabelecerá as bases para as regras de mercado e de regulação governamental e multilateral para os próximos 20 anos e isso tem que ser feito este ano sob pena da coesão política conseguida até aqui fragilizar-se e tornar tudo muito mais complicado. De fato, as mudanças climáticas não tem esperado em sua perigosa escalada.
Apesar do bom início, as lideranças empresariais presentes não pareciam estar a altura do debate. Limitaram-se a expressar concordância com o imperativo da economia verde, mas não conseguiam dizer qual era a agenda do mundo dos negócios. O debate dos CEOs foi sofrível. Considerando-os parte da poderosa elite mundial que será determinante para a mudança, é preocupante.
* Ricardo Young é presidente do Instituto Ethos e está em Copenhagen e participa da reunião que definirá a agenda de discussões da COP 15 (Conferência Mundial Sobre o Clima das Nações Unidas)
Fonte: Época Negócios
"Para salvar o futuro, temos tudo de que precisamos, exceto a vontade política. Temos de fazer neste ano, não no próximo", repetiu [Al Gore]. Último Segundo
NOTA: Não acredito que os EUA vão alterar sua dependência dos combustíveis fósseis da noite para o dia, até porque isso envolve interesses geoestratégicos (leia-se, desculpa para invadir e dominar o Oriente Médio e a Ásia Central). No fundo, essa questão tem mesmo a ver com a limitação das liberdades civis patrocinada pela elite globalista. No olho do furacão, vai mesmo pipocar a Lei Dominical como "fórmula mágica" para resolver os problemas do mundo: algo que os ocultistas e os guardadores do domingo vão aplaudir de pé... O fim se aproxima...
quinta-feira, maio 21, 2009
Guarda do sábado será preservada no ENEM 2009
Na manhã desta quarta-feira, 20 de maio, o líder de Comunicação e Liberdade Religiosa da Igreja Adventista para a América do Sul, pastor Edson Rosa, e o advogado da Igreja para a mesma região, doutor Luigi Braga, estiveram em reunião com o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP, doutor Reynaldo Fernandes. Este é o órgão responsável pela aplicação do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio). O motivo do encontro foi encontrar uma alternativa para os adventistas que irão participar do ENEM, nos dias 03 e 04 de outubro deste ano, já que a data envolve um sábado. Também participaram do encontro o chefe de gabinete João Marcos Martins, e o deputado Charles Lucena.
O presidente do INEP, informou que já estava no planejamento ter salas disponíveis para os guardadores do sábado. Durante a audiência foi feita uma solicitação no sentido de que na normativa para aplicação do ENEM conste a existência desta sala especial onde os guardadores do sábado possam ficar reservados até o horário do por do sol do dia 03 de outubro, quando então, farão a prova. Essa solicitação foi prontamente aceita pelo presidente Dr. Reynaldo Fernandes.
Para o pastor Edson Rosa, “trata-se de uma conquista junto ao Ministério da Educação que permite a liberdade de consciência. Nossos alunos terão o direito de guarda do sábado preservado e poderão participar tranquilamente desta seleção”. O pastor ainda acrescenta que “assim que tivermos a normativa em mãos vamos divulgá-la”.
Já está agendada uma segunda audiência com o doutor Reynaldo Fernandes, quando, em entrevista, ele dará maiores esclarecimentos sobre o a importância do ENEM e o direito de consciência que deve ser preservado.
O ENEM é um exame individual, de caráter voluntário que, a partir deste ano, deixará de ser apenas um instrumento para avaliação, e passará a ser adotado como válido para ingresso na universidade.
Fonte: ASN
A mente revolucionária - Parte 2
NOTA Minuto Profético: Ao terminar de ler o texto anterior não pude deixar de pensar na surpreendente similaridade das características da mente revolucionária com a mente rebelde (no sentido espiritual). Aliás, revolução, nesse sentido, pode ser um sinônimo de rebelião. E quando se fala em rebelião espiritual, nossa mente se volta para a origem de todas as rebeliões, e também para o grande rebelde. Não me contive, e fui buscar possíveis referências que indicassem alguma similaridade entre as três características da mente revolucionária em relação à mente rebelde. Fiquei surpreso com as descobertas:
1. Tempo – reinterpretar o passado e gloriar-se pelo futuro:
"Os empenhos de Satanás, de representar mal [reinterpretar?] o caráter de Deus, de levar os homens a acalentar um falso conceito do Criador, e assim considerá-Lo com temor e ódio, em vez de amor ... foram perseverantemente seguidos em todas as épocas". O Grande Conflito, p. 12.
"Ele [satanás] prometeu-lhes [aos anjos no céu] um novo governo, melhor do que aquele que até então haviam conhecido, no qual tudo seria liberdade... Ao perceber ele que suas propostas alcançavam sucesso, gabou-se de que chegaria a ter a seu lado todos os anjos”. A Verdade Sobre os Anjos, p. 39.
"Satanás... gabou-se orgulhosamente de que o mundo criado por Deus era seu domínio. Havendo conquistado Adão, o soberano do mundo, ganhara toda a raça humana como seus súditos. Possuiria o jardim do Éden e o transformaria em seu quartel-general. Ali estabeleceria seu trono para ser o soberano do mundo". A Verdade Sobre os Anjos, p. 58.
Até mesmo depois do milênio a mente rebelde continuará sonhando com a vitória: "Apesar de ter sido Satanás constrangido a reconhecer a justiça de Deus e a curvar-se à supremacia de Cristo, seu caráter permanece sem mudança. O espírito de rebelião, qual poderosa torrente, explode de novo. Cheio de frenesi, decide-se a não capitular no grande conflito. Chegado é o tempo para uma última e desesperada luta contra o Rei do Céu. Arremessa-se para o meio de seus súditos e esforça-se por inspirá-los com sua fúria, incitando-os a uma batalha imediata". O Grande Conflito, p. 671.
2. Inversão da moral - Os fins justificam os meios:
"Satanás foi astuto em apresentar o seu ponto de vista da questão. Tão logo percebia [no céu] que determinada posição era vista em seu verdadeiro caráter, trocava-a por outra. Tal não ocorreu com Deus. Ele podia operar com apenas uma classe de armas - a verdade e a justiça. Satanás podia usar o que Deus não usaria: o engano e a fraude". A Verdade Sobre os Anjos, p. 39.
"Satanás disse-lhes [anjos rebeldes] que tanto ele quanto os outros haviam ido longe demais para agora voltar, e que ... agora teriam de assegurar a liberdade deles e obter pela força a posição e autoridade que não se lhes havia sido concedida voluntariamente". A Verdade Sobre os Anjos, p. 43.
3. Inversão do sujeito – objeto:
"Concordemente, Satanás e sua hoste lançaram a culpa de sua rebelião inteiramente sobre Cristo, declarando que se eles não houvessem sido acusados, não se teriam rebelado". O Grande Conflito, p. 499.
"O objetivo do grande rebelde foi sempre justificar-se, e provar ser o governo divino responsável pela rebelião". O Grande Conflito, p. 670.
"Embora incapaz de expulsar a Deus de Seu trono, Satanás O tem acusado com atributos satânicos e reivindicado como seus os atributos de Deus". Cristo Triunfante, p. 10.
Portanto, o fato do mundo inteiro estar sendo envolvido por essa mentalidade revolucionária, quer seja na cultura, na educação ou na política, parece indicar que o fim se aproxima...
É bom lembrar que essa profecia (corrupção da sociedade) não deve se cumprir por causa da nossa omissão...
"E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quandono princípio cremos" (Rm 13:11).
1. Tempo – reinterpretar o passado e gloriar-se pelo futuro:
"Os empenhos de Satanás, de representar mal [reinterpretar?] o caráter de Deus, de levar os homens a acalentar um falso conceito do Criador, e assim considerá-Lo com temor e ódio, em vez de amor ... foram perseverantemente seguidos em todas as épocas". O Grande Conflito, p. 12.
"Ele [satanás] prometeu-lhes [aos anjos no céu] um novo governo, melhor do que aquele que até então haviam conhecido, no qual tudo seria liberdade... Ao perceber ele que suas propostas alcançavam sucesso, gabou-se de que chegaria a ter a seu lado todos os anjos”. A Verdade Sobre os Anjos, p. 39.
"Satanás... gabou-se orgulhosamente de que o mundo criado por Deus era seu domínio. Havendo conquistado Adão, o soberano do mundo, ganhara toda a raça humana como seus súditos. Possuiria o jardim do Éden e o transformaria em seu quartel-general. Ali estabeleceria seu trono para ser o soberano do mundo". A Verdade Sobre os Anjos, p. 58.
Até mesmo depois do milênio a mente rebelde continuará sonhando com a vitória: "Apesar de ter sido Satanás constrangido a reconhecer a justiça de Deus e a curvar-se à supremacia de Cristo, seu caráter permanece sem mudança. O espírito de rebelião, qual poderosa torrente, explode de novo. Cheio de frenesi, decide-se a não capitular no grande conflito. Chegado é o tempo para uma última e desesperada luta contra o Rei do Céu. Arremessa-se para o meio de seus súditos e esforça-se por inspirá-los com sua fúria, incitando-os a uma batalha imediata". O Grande Conflito, p. 671.
2. Inversão da moral - Os fins justificam os meios:
"Satanás foi astuto em apresentar o seu ponto de vista da questão. Tão logo percebia [no céu] que determinada posição era vista em seu verdadeiro caráter, trocava-a por outra. Tal não ocorreu com Deus. Ele podia operar com apenas uma classe de armas - a verdade e a justiça. Satanás podia usar o que Deus não usaria: o engano e a fraude". A Verdade Sobre os Anjos, p. 39.
"Satanás disse-lhes [anjos rebeldes] que tanto ele quanto os outros haviam ido longe demais para agora voltar, e que ... agora teriam de assegurar a liberdade deles e obter pela força a posição e autoridade que não se lhes havia sido concedida voluntariamente". A Verdade Sobre os Anjos, p. 43.
3. Inversão do sujeito – objeto:
"Concordemente, Satanás e sua hoste lançaram a culpa de sua rebelião inteiramente sobre Cristo, declarando que se eles não houvessem sido acusados, não se teriam rebelado". O Grande Conflito, p. 499.
"O objetivo do grande rebelde foi sempre justificar-se, e provar ser o governo divino responsável pela rebelião". O Grande Conflito, p. 670.
"Embora incapaz de expulsar a Deus de Seu trono, Satanás O tem acusado com atributos satânicos e reivindicado como seus os atributos de Deus". Cristo Triunfante, p. 10.
Portanto, o fato do mundo inteiro estar sendo envolvido por essa mentalidade revolucionária, quer seja na cultura, na educação ou na política, parece indicar que o fim se aproxima...
É bom lembrar que essa profecia (corrupção da sociedade) não deve se cumprir por causa da nossa omissão...
"E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quandono princípio cremos" (Rm 13:11).
A mente revolucionária - Parte 1
Há quem ame o filósofo Olavo de Carvalho, e há quem o odeie. Até uns dois anos atrás nunca tinha ouvido falar no sujeito, e comecei a ler seus artigos. E me interessei especialmente por esta tese, que ele mesmo considera seu grande trabalho, a estrutura da mente revolucionária. Por mais irascível ou intolerante que o considerem, as idéias de Olavo sobre o processo revolucionário na história me ajudaram a entender muita coisa do que acontece hoje na política brasileira e no mundo.
A idéia de revolução, na perspectiva olaviana, não é necessariamente a de um conflito armado definido no espaço e no tempo, mas antes de tudo é uma maneira invertida de se ver o mundo. Donald Hank, no Laigles Forum caracteriza essa inversão em três aspectos:
1. Inversão da percepção do tempo: pessoas normais vêem o passado como algo imutável, e o futuro como algo ainda a ser definido. Revolucionários têm um projeto de futuro na mente (seja o mundo igualitário dos socialistas ou o paraíso islâmico dos terroristas da Al Qaeda) e acham que o passado pode ser reescrito ou reinterpretado para acomodar seu projeto [e o futuro utópico é uma certeza]. Os soviéticos sempre mudaram seus textos e até fotografias pelo bem do socialismo. Do mesmo modo, alguns hoje enxergam a colonização ibérica na América Latina como parte de um processo civilizatório. A esquerda prefere interpretar esse capítulo da história como predação imperialista.
2. Inversão da moral: revolucionários consideram que trabalham para um projeto de futuro utópico e perfeito e, portanto, suas ações de hoje são perfeitamente justificadas por esse projeto. Nesse raciocínio, nada do que o revolucionário faça pode ser imoral. Isso explica o fato de Che Guevara defender que cada revolucionário se torne uma máquina fria de matar. Ou que Karl Marx tenha tido um filho bastardo com a empregada e o escondido da sociedade. Ou que Rose Marie Muraro tenha defendido o direito do PT roubar. É tudo pelo nosso bem [E o que dizer do Hugo Chavez?].
3. Inversão de sujeito e objeto: Se o revolucionário mata alguém que se opõe a ele, a culpa é do opositor que não seguiu o caminho certo, ou seja, o da revolução. Do mesmo modo, quando somos assaltados hoje, a esquerda diz que a culpa é nossa, e não do assaltante, já que o crime teria origens sociais. O raciocínio é o mesmo quando a esquerda afirma que a culpa dos americanos serem alvos do terrorismo islâmico é deles mesmos, como se os islamistas fossem incapazes de fazer as próprias escolhas.
Existem muitos movimentos revolucionários em andamento no mundo hoje. Há o autoritarismo russo-chinês, definitivamente estabelecido no Pacto de Shangai. Há o islamismo de Mahmoud Ahmadinejad, Bin Laden, Hamas e Hezbollah, que está se infiltrando cada vez mais na Europa. Já há gente propondo tribunais especiais em países europeus para aplicação da Sharia, e esta semana foram divulgados vídeos onde imans em mesquitas européias conclamavam seus fiéis a terem filhos para tomarem conta do continente.
Existe ainda o socialismo/bolivarianismo na América Latina, que já tomou conta da mídia, da educação, da cultura e da política em nosso continente. Existe um movimento globalista/ambientalista nos Estados Unidos e na Europa por um governo global. O ambientalismo, com a bandeira do aquecimento global, conseguiu a façanha de fazer a Royal Society, por exemplo, esquecer o próprio lema: Nullius Verba, ou “ninguém tem a palavra final”, princípio básico da ciência. Contestar o aquecimento virou heresia nesta nova religião. E por tocar no assunto, um exemplo de inversão de moral: Al Gore consumir 20 vezes mais energia do que você ou eu.
Todos eles usam a mesma estrutura de pensamento descrita por Olavo de Carvalho. E de alguma forma todos esses movimentos acabam interagindo. Por exemplo: todas as armas encontradas com terroristas islâmicos são de fabricação russa ou chinesa. Da mesma forma, o globalismo e o ambientalismo encontram vários adeptos na esquerda latino americana. O nacionalismo americano é o pior inimigo do globalismo, daí que o anti-americanismo na esquerda latina e mundial seja tão bem vindo. Agora adivinhe porque Obama é tão popular no resto do mundo e nem por isso é o preferido nos EUA. Os antiamericanos mundiais adoram Barack Obama. Essa é a mente revolucionária.
Por outro lado, o que chamamos, por exemplo, de Revolução Americana não foi um movimento revolucionário no sentido que Olavo de Carvalho dá ao termo. Os Founding Fathers americanos nunca quiseram impor uma utopia à nação recém formada, e sim criar um país onde cada indíviduo pudesse buscar seu sonho de felicidade. O famoso Pursuit of Happiness escrito por Thomas Jefferson. E essa é uma lição que deveríamos ter aprendido com eles.
Fernando Sampaio (FAQ)
Continua...
A idéia de revolução, na perspectiva olaviana, não é necessariamente a de um conflito armado definido no espaço e no tempo, mas antes de tudo é uma maneira invertida de se ver o mundo. Donald Hank, no Laigles Forum caracteriza essa inversão em três aspectos:
1. Inversão da percepção do tempo: pessoas normais vêem o passado como algo imutável, e o futuro como algo ainda a ser definido. Revolucionários têm um projeto de futuro na mente (seja o mundo igualitário dos socialistas ou o paraíso islâmico dos terroristas da Al Qaeda) e acham que o passado pode ser reescrito ou reinterpretado para acomodar seu projeto [e o futuro utópico é uma certeza]. Os soviéticos sempre mudaram seus textos e até fotografias pelo bem do socialismo. Do mesmo modo, alguns hoje enxergam a colonização ibérica na América Latina como parte de um processo civilizatório. A esquerda prefere interpretar esse capítulo da história como predação imperialista.
2. Inversão da moral: revolucionários consideram que trabalham para um projeto de futuro utópico e perfeito e, portanto, suas ações de hoje são perfeitamente justificadas por esse projeto. Nesse raciocínio, nada do que o revolucionário faça pode ser imoral. Isso explica o fato de Che Guevara defender que cada revolucionário se torne uma máquina fria de matar. Ou que Karl Marx tenha tido um filho bastardo com a empregada e o escondido da sociedade. Ou que Rose Marie Muraro tenha defendido o direito do PT roubar. É tudo pelo nosso bem [E o que dizer do Hugo Chavez?].
3. Inversão de sujeito e objeto: Se o revolucionário mata alguém que se opõe a ele, a culpa é do opositor que não seguiu o caminho certo, ou seja, o da revolução. Do mesmo modo, quando somos assaltados hoje, a esquerda diz que a culpa é nossa, e não do assaltante, já que o crime teria origens sociais. O raciocínio é o mesmo quando a esquerda afirma que a culpa dos americanos serem alvos do terrorismo islâmico é deles mesmos, como se os islamistas fossem incapazes de fazer as próprias escolhas.
Existem muitos movimentos revolucionários em andamento no mundo hoje. Há o autoritarismo russo-chinês, definitivamente estabelecido no Pacto de Shangai. Há o islamismo de Mahmoud Ahmadinejad, Bin Laden, Hamas e Hezbollah, que está se infiltrando cada vez mais na Europa. Já há gente propondo tribunais especiais em países europeus para aplicação da Sharia, e esta semana foram divulgados vídeos onde imans em mesquitas européias conclamavam seus fiéis a terem filhos para tomarem conta do continente.
Existe ainda o socialismo/bolivarianismo na América Latina, que já tomou conta da mídia, da educação, da cultura e da política em nosso continente. Existe um movimento globalista/ambientalista nos Estados Unidos e na Europa por um governo global. O ambientalismo, com a bandeira do aquecimento global, conseguiu a façanha de fazer a Royal Society, por exemplo, esquecer o próprio lema: Nullius Verba, ou “ninguém tem a palavra final”, princípio básico da ciência. Contestar o aquecimento virou heresia nesta nova religião. E por tocar no assunto, um exemplo de inversão de moral: Al Gore consumir 20 vezes mais energia do que você ou eu.
Todos eles usam a mesma estrutura de pensamento descrita por Olavo de Carvalho. E de alguma forma todos esses movimentos acabam interagindo. Por exemplo: todas as armas encontradas com terroristas islâmicos são de fabricação russa ou chinesa. Da mesma forma, o globalismo e o ambientalismo encontram vários adeptos na esquerda latino americana. O nacionalismo americano é o pior inimigo do globalismo, daí que o anti-americanismo na esquerda latina e mundial seja tão bem vindo. Agora adivinhe porque Obama é tão popular no resto do mundo e nem por isso é o preferido nos EUA. Os antiamericanos mundiais adoram Barack Obama. Essa é a mente revolucionária.
Por outro lado, o que chamamos, por exemplo, de Revolução Americana não foi um movimento revolucionário no sentido que Olavo de Carvalho dá ao termo. Os Founding Fathers americanos nunca quiseram impor uma utopia à nação recém formada, e sim criar um país onde cada indíviduo pudesse buscar seu sonho de felicidade. O famoso Pursuit of Happiness escrito por Thomas Jefferson. E essa é uma lição que deveríamos ter aprendido com eles.
Fernando Sampaio (FAQ)
Continua...
quarta-feira, maio 20, 2009
O dia em que a Terra parou
Assisti ontem ao filme O Dia em que a Terra Parou. O ator principal faz o papel de um alienígena que veio à Terra trazer um ultimato: ou a raça humana aprende a cuidar do Planeta ou será exterminada. Uma fusão de dois temas principais aqui no Minuto Profético: ECOmenismo e extraterrestres. Se esse filme é uma antecipação da vida real, só o tempo dirá... Mas, a julgar pelo andar da carruagem, não ficaria surpreso se muito em breve "a vida imitar a arte"... A mente das pessoas está sendo condicionada de todas as formas para "salvar" o Planeta, custe o que custar, mesmo que seja a liberdade, ou a venda da própria consciência (alma) ao diabo... Quem viver verá...Para deixar seu comentário leia antes aqui.
Consumo excessivo de refrigerantes pode diminuir força muscular
Um estudo de uma universidade grega afirmou que o consumo excessivo de refrigerantes do tipo cola pode levar a problemas que vão desde uma leve fraqueza até a paralisia muscular profunda.
A pesquisa de autoria do médico Moses Elisaf, da Universidade de Ioannina, na Grécia, afirma que estes problemas ocorrem devido ao fato de a bebida causar a queda do nível de potássio no sangue.
Segundo Elisaf, a hipocalemia (diminuição da concentração de potássio no sangue circulante) pode ser causada pelo consumo excessivo dos ingredientes mais comuns nos refrigerantes do tipo cola: glicose, frutose e cafeína.
"O papel individual de cada um destes ingredientes na patofisiologia da hipocalemia induzida por refrigerantes do tipo cola não foi determinado e pode variar de um paciente para outro", afirmou.
"No entanto, na maioria dos casos que analisamos, a intoxicação por cafeína teria tido o papel mais importante. Isto se deve aos estudos de casos que se concentram em outros produtos que contém altos níveis de cafeína, mas nenhuma glicose ou frutose."
Apesar destas conclusões, Elisaf alerta que produtos do tipo cola sem cafeína também podem causar a queda na concentração de potássio no sangue, devido ao fato de conterem frutose, que pode causar diarreia.
O relatório foi publicado na revista especializada International Journal of Clinical Practice (IJCP).
Entre os casos relatados está o de um fazendeiro da Austrália, criador de avestruzes, que precisou ser levado ao hospital para tratar de paralisia pulmonar depois de beber entre quatro e dez litros de refrigerante do tipo cola por dia.
Ele conseguiu se recuperar e foi aconselhado a diminuir o consumo do refrigerante.
Outro exemplo é o de uma mulher grávida que consumia regularmente até três litros do refrigerante por dia nos últimos seis anos e sentia cansaço, perda de apetite e vômitos constantes.
Exames revelaram que a mulher tinha o batimento cardíaco irregular, provavelmente causado pelos baixos níveis de potássio em seu sangue. Quando ela parou de consumir uma quantidade tão grande do refrigerante, conseguiu se recuperar completamente.
Pesquisadores afirmam que estes casos não são incomuns e que muitas pessoas correm o risco de desenvolver problemas de saúde devido ao consumo excessivo de refrigerante.
"Temos todos os motivos para acreditar que isto não é raro", afirmou o médico Clifford Packer, do Centro Médico Louis Stokes Cleveland em Ohio, Estados Unidos, ao comentar a pesquisa.
"Com marketing agressivo, o aumento do tamanho dos refrigerantes e os efeitos da tolerância e dependência de cafeína, existem poucas dúvidas de que dezenas de milhões de pessoas nos países industrializados bebem pelo menos entre dois ou três litros de refrigerantes do tipo cola por dia."
"E os níveis de soro de potássio destes consumidores de refrigerante do tipo cola estão caindo de forma perigosa em alguns casos", acrescentou.
No entanto, o próprio pesquisador grego Moses Elisaf acredita que "são necessários mais estudos para estabelecer o quanto é demais quando se trata de consumo diário de refrigerantes do tipo cola".
O consumo excessivo de refrigerantes já foi associado a problemas como obesidade, diabetes, problemas nos dentes e nos ossos.
"Os exemplos usados neste estudo (publicado) pelo IJCP são todos casos extremos, o consumo moderado de refrigerantes do tipo cola é completamente seguro e as pessoas podem continuar a consumir estas bebidas como parte de uma dieta balanceada e uma vida ativa", afirmou uma porta-voz da Associação Britânica de Refrigerantes.
Fonte: BBC Brasil
NOTA: Fica a sugestão para incluir nas propagandas de refrigerantes cafeinados a conhecida frase: Morra (digo, beba) com moderação...
A pesquisa de autoria do médico Moses Elisaf, da Universidade de Ioannina, na Grécia, afirma que estes problemas ocorrem devido ao fato de a bebida causar a queda do nível de potássio no sangue.
Segundo Elisaf, a hipocalemia (diminuição da concentração de potássio no sangue circulante) pode ser causada pelo consumo excessivo dos ingredientes mais comuns nos refrigerantes do tipo cola: glicose, frutose e cafeína.
"O papel individual de cada um destes ingredientes na patofisiologia da hipocalemia induzida por refrigerantes do tipo cola não foi determinado e pode variar de um paciente para outro", afirmou.
"No entanto, na maioria dos casos que analisamos, a intoxicação por cafeína teria tido o papel mais importante. Isto se deve aos estudos de casos que se concentram em outros produtos que contém altos níveis de cafeína, mas nenhuma glicose ou frutose."
Apesar destas conclusões, Elisaf alerta que produtos do tipo cola sem cafeína também podem causar a queda na concentração de potássio no sangue, devido ao fato de conterem frutose, que pode causar diarreia.
O relatório foi publicado na revista especializada International Journal of Clinical Practice (IJCP).
Entre os casos relatados está o de um fazendeiro da Austrália, criador de avestruzes, que precisou ser levado ao hospital para tratar de paralisia pulmonar depois de beber entre quatro e dez litros de refrigerante do tipo cola por dia.
Ele conseguiu se recuperar e foi aconselhado a diminuir o consumo do refrigerante.
Outro exemplo é o de uma mulher grávida que consumia regularmente até três litros do refrigerante por dia nos últimos seis anos e sentia cansaço, perda de apetite e vômitos constantes.
Exames revelaram que a mulher tinha o batimento cardíaco irregular, provavelmente causado pelos baixos níveis de potássio em seu sangue. Quando ela parou de consumir uma quantidade tão grande do refrigerante, conseguiu se recuperar completamente.
Pesquisadores afirmam que estes casos não são incomuns e que muitas pessoas correm o risco de desenvolver problemas de saúde devido ao consumo excessivo de refrigerante.
"Temos todos os motivos para acreditar que isto não é raro", afirmou o médico Clifford Packer, do Centro Médico Louis Stokes Cleveland em Ohio, Estados Unidos, ao comentar a pesquisa.
"Com marketing agressivo, o aumento do tamanho dos refrigerantes e os efeitos da tolerância e dependência de cafeína, existem poucas dúvidas de que dezenas de milhões de pessoas nos países industrializados bebem pelo menos entre dois ou três litros de refrigerantes do tipo cola por dia."
"E os níveis de soro de potássio destes consumidores de refrigerante do tipo cola estão caindo de forma perigosa em alguns casos", acrescentou.
No entanto, o próprio pesquisador grego Moses Elisaf acredita que "são necessários mais estudos para estabelecer o quanto é demais quando se trata de consumo diário de refrigerantes do tipo cola".
O consumo excessivo de refrigerantes já foi associado a problemas como obesidade, diabetes, problemas nos dentes e nos ossos.
"Os exemplos usados neste estudo (publicado) pelo IJCP são todos casos extremos, o consumo moderado de refrigerantes do tipo cola é completamente seguro e as pessoas podem continuar a consumir estas bebidas como parte de uma dieta balanceada e uma vida ativa", afirmou uma porta-voz da Associação Britânica de Refrigerantes.
Fonte: BBC Brasil
NOTA: Fica a sugestão para incluir nas propagandas de refrigerantes cafeinados a conhecida frase: Morra (digo, beba) com moderação...
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