Mostrando postagens com marcador ECOmenismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ECOmenismo. Mostrar todas as postagens

terça-feira, abril 12, 2022

ECOmenismo - 15 anos depois

Em abril de 2007 nascia através do neologismo a palavra ECOmenismo (click aqui) para se referir ao movimento mundial com roupagem ambiental que então ganhava as redações dos grandes veículos de comunicação e começava a influenciar a opinião pública. Quinze anos depois, impulsionado por muita propaganda favorável, e por outro lado pela censura e cancelamento das vozes discordantes, esse movimento sociopolítico mostra a sua verdadeira face: um "culto revolucionário" que pretende mudar a própria ordem social vigente, abrindo as portas para um governo mundial autocrático e uma nova religião universal.

Antes de prosseguirmos, é necessário separar alhos de bugalhos: cuidar do meio ambiente como mordomos responsáveis é uma coisa. Usar o tema como ferramenta de engenharia social para se obter o controle da sociedade é outra coisa completamente diferente. ECOmenismo tem tudo a ver com isso mas não muito com aquilo. Nem tudo é o que parece ser. Há muitas ações legítimas e louváveis sobre o cuidado do meio ambiente que continuamos a apoiar: separação lixo reciclável, diminuição de lixo produzido pelo mero consumismo, despoluição das águas, do ar, reflorestamento e preservação equilibrada das florestas, para mencionar algumas apenas. Mas nada que leve aos extremos: deificação da natureza ou exploração irresponsável da natureza.

Diversos pesquisadores científicos que divergiram da principal tese ECOmênica (CO2 antropogênico) foram perseguidos e cancelados. Como chegamos a esse ponto? Precisamos voltar 200 anos na história para achar a raiz de movimentos como esse que têm surgido com o pretenso propósito de restaurar a sociedade.

Em 1789, fruto de uma convulsão social, eclodiu na França a Revolução. Impulsionado por ideias iluministas seu principal propósito era regenerar a sociedade, alterando as leis e mesmo a ordem social. Qualquer um que não apoiasse a Revolução era considerado um inimigo da pátria e da sociedade. Algumas características da Revolução Francesa foram copiadas e adaptadas por novos movimentos revolucionários surgidos desde então, como o marxismo, o progressismo identitário (gênero, raça, identidade) e o ECOmenismo:

1) Morte ao teísmo bíblico - A Revolução Francesa matou a Bíblia, tanto a visão de mundo bíblica como o próprio texto escrito (queimado em praça pública). Assim também, os demais movimentos revolucionários têm adotado o mesmo procedimento de matar (desconstruir, rejeitar) a Bíblia (visão de mundo teísta). Temas como: Deus, a Criação, a Queda, a Salvação, a heterossexualidade - são constantemente rejeitados ou desconstruídos para se acomodar a visão de mundo "revolucionária".

2) Nova razão para a Queda - todos os movimentos (cultos) revolucionários desde a Revolução Francesa até o atual ECOmenismo têm como característica comum: elevar um problema social ao status de razão maior da Queda. Ou seja, no teísmo bíblico o maior problema da humanidade é o pecado que reside na própria natureza humana. Já nos "cultos" revolucionários se elege um problema social ou uma condição social favorita como raiz de todos os males do mundo, seja a desigualdade social, o racismo, a propriedade privada, o matrimônio heterossexual, o machismo, e agora também o ecocídio (destruição do planeta). E, em nome de restaurar novamente o paraíso na Terra buscam solucionar tal problema ou condição social passando por cima de tudo e de todos.

3) Novo tipo de salvação - uma das principais palavras encontradas nos documentos da Revolução Francesa é "regeneração". Os revolucionários de então buscavam a todo custo regenerar a sociedade. Algo em comum também com os revolucionários modernos: restaurar o coletivo ao invés de restaurar o indivíduo. E isso através da mudança de leis e até da mudança da própria ordem social. Como consequência, o bem comum sempre é colocado à frente do bem individual. Nesse contexto, é comum em nome de uma suposta "tolerância" se perseguir os discordantes.

Os "cultos revolucionários" têm se infiltrado dentro do próprio meio cristão alterando a própria essência do teísmo bíblico. A Teologia da Libertação, o Evangelho Social, as Teologias Identitárias, e agora a Ecoteologia são exemplos de "cultos revolucionários" se infiltrando nas igrejas cristãs, fazendo surgir desse sincretismo um "outro evangelho".

Abaixo você vai encontrar uma sugestão bibliográfica de autores que dão suporte ao pensamento desenvolvido nesse texto.







sexta-feira, agosto 21, 2015

Vaticano convida muçulmanos a cuidar da criação

O Cardeal Peter Turkson, Presidente do Conselho Pontifício Justiça e Paz, enviou uma mensagem ao Simpósio Islâmico sobre mudanças climáticas, na qual o purpurado exorta os católicos e os muçulmanos a trabalharem juntos pela salvaguarda da Criação.

O Simpósio está a decorrer esta semana em Istambul, na Turquia, numa iniciativa da Organização Islâmica Mundial para as ajudas humanitárias, do Fórum islâmico para a ecologia e as ciências ambientais e pela GreenFaith, organismo religioso ambientalista.

“Estamos a viver um momento decisivo e particularmente turbulento da história mundial”, escreve o purpurado ganês. “A humanidade encontra-se diante de numerosos desafios urgentes que requerem orações e ações concretas porque “a crise ecológica em andamento é a mais grave e a mais difícil de todas”, diz o Cardeal na sua mensagem referindo-se à Encíclica ‘Laudato Si’ na qual o Papa Francisco convida todos para “uma conversão ecológica do coração”.

À luz da nossa fé – afirma o presidente do dicastério vaticano – devemos empenhar-nos no cuidado da “casa comum” deste nosso planeta, a Terra, porque “não basta propor meras soluções técnicas, impotentes para resolver os graves problemas do mundo, se a humanidade perde a sua rota”.

“Uma grande motivação” – continua o purpurado – “que une cristãos, muçulmanos e muitos outros é a fé firme em Deus: ela impele-nos a assumir o cuidado pelos magníficos dons que Deus concedeu a nós e às futuras gerações.”

Por isso, acrescenta o Cardeal Turkson, “a nossa ação será certamente mais eficaz se nós, fiéis de diferentes comunidades religiosas, encontrarmos o modo de trabalharmos juntos”, “em espírito de solidariedade”.

A mensagem do purpurado conclui-se com “a promessa da Igreja Católica de rezar pelo bom êxito” do Simpósio e com os votos de uma futura colaboração com o Islão na salvaguarda da Criação.

Na conclusão do Simpósio, esta terça-feira, será apresentada à imprensa, em versão integral, uma “Declaração islâmica sobre as mudanças climáticas”.

O documento exortará os cerca de 1600 milhões de muçulmanos no mundo a atuarem no campo ambiental. Esta declaração terá um significado especial representando um apelo crucial tendo em vista a Cop21, a Conferência internacional sobre mudanças climáticas programada para dezembro próximo, em Paris.

Esta declaração islâmica sobre o ambiente foi redigida após uma ampla consulta aos principais estudiosos muçulmanos, académicos e grupos religiosos e deverá pedir aos países mais ricos e mais poderosos que reduzam drasticamente as suas emissões de gases responsáveis pelo efeito de estufa e que defendam as comunidades mais vulneráveis a enfrentar o impacto das mudanças climáticas e no desenvolvimento das energias renováveis.


Fonte: Radio Vaticana 

NOTA: Faz parte da mordomia cristã cuidar do meio ambiente. Porém, a teoria do aquecimento global está sendo usada como instrumento de controle social, e visa atender acima de tudo interesses religiosos: o estabelecimento do descanso dominical como "salvação" para o planeta (na verdade, tal ação vai restaurar a supremacia de Roma). 

quarta-feira, julho 22, 2015

Prefeitos do mundo se unem ao papa pelo clima

Da teoria à prática. Um mês apenas depois de publicar sua encíclica sobre ecologia, em que vinculou as mudanças climáticas ao aumento da desigualdade, o papa Francisco reuniu no Vaticano 65 prefeitos de grandes cidades para debater as mudanças climáticas e as novas formas de escravidão. No foro, organização pela Pontifícia Academia de Ciências Sociais, cada um dos prefeitos está expondo suas teses, e para as 17h está prevista a intervenção do próprio Papa.

Em sua fala de 10 minutos, a prefeita de Madri, Manuela Carmena, pediu um debate sobre as causas do consumo de prostituição entre os jovens. Ela afirmou que é uma discussão que corre solta nos colégios, mas que a sociedade esconde: “Entre os rapazes se discute por que se procuram as prostitutas, por que as pessoas aceitam a prostituição etc”. A prefeita disse também que não se pode separar o respeito dos direitos humanos do combate à corrupção: “A corrupção política postula duas sociedades diferentes: a aparente, ou formal, e a real”.Está presente uma delegação brasileira, organizada pela Frente Nacional dos Prefeitos e capitaneada por seu presidente, Marcio Lacerda, prefeito de Belo Horizonte, que entregará ao Papa uma carta pedindo dinheiro dos países desenvolvidos para empreender localmente ações de combate à mudança climática. O documento relata os principais desafios enfrentados pelos governos locais e propõe seu reconhecimento da Organização das Nações Unidas (ONU) como atores fundamentais na promoção da sustentabilidade e do desenvolvimento humano. Também participa do evento – que será transmitido pela internet a partir das 12h do Brasil – o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.

“Se queremos evitar o terrível crime da escravidão sexual”, acrescentou Carmena, “precisamos refletir com sinceridade sobre suas causas.” O tema do foro – as mudanças climáticas e as novas formas de escravidão – foi sugerido expressamente pelo papa Francisco ao secretário da Pontifícia Academia de Ciências Sociais, o monsenhor Marcelo Sánchez Sorondo. Segundo o Vaticano – em concordância com o que foi dito pelo Papa em sua encíclica recente sobre ecologia - os dois fenômenos estão estreitamente ligados, na medida em que “o aquecimento global é uma das causas da pobreza e das migrações forçadas”, circunstâncias que favorecem “o tráfico de pessoas, o trabalho forçado, a prostituição e o tráfico de órgãos”. Participam do encontro, os prefeitos de Nova York, Paris, México, Bogotá, São Paulo e Belo Horizonte, entre outros. Os prefeitos vão firmar uma declaração conjunta com as conclusões do foro.

As discussões foram abertas com o depoimento de duas jovens mexicanas, Karla Jacinto e Ana Laura Pérez, que relataram suas experiências pessoais de escravidão. Jacinto explicou que, depois de uma infância terrível com sua própria família – “meus irmãos me estupravam e minha mãe me odiava” – ela se apaixonou por um rapaz que a obrigou a prostituir-se durante anos: “Inclusive depois de me engravidar, tive que me prostituir até os oito meses de gravidez”. Ana Laura Pérez relatou com detalhes como foi escravizada numa alfaiataria. Contou que, depois de conseguir escapar e denunciar sua situação, foi espancada, humilhada, privada de comida e até acorrentada para não se afastar de seu posto de trabalho.


Fonte: El País 

NOTA: O ECOmenismo está se intensificando e ajudando o papado atingir seu objetivo final: restaurar a supremacia mundial perdida em 1798, através da imposição da Lei Dominical. O apelo emocional será cada vez mais forte, ligando o combate do "aquecimento global" a outros temas que em si são nobres e verdadeiros (combate a escravidão...). Mesmo assim não torna correto a imposição de uma Lei Dominical cujo propósito é tornar o papado líder supremo do mundo.


sexta-feira, outubro 18, 2013

Assim fica difícil "provar" o aquecimento global !



A camada de gelo flutuante que cerca a Antártica no inverno chegou a um novo recorde de extensão este ano. No final de setembro, as placas geladas alcançaram 19,47 milhões de quilômetros quadrados. O recorde anterior, do ano passado, era de 19,44 milhões de quilômetros quadrados.

A imagem acima, divulgada pela Nasa, mostra a extensão do gelo em branco. A área cinza escuro é a parte de terra firme da Antártica. O cinza claro são as plataformas de gelo que persistem ao derretimento do verão.

O gráfico abaixo mostra como a extensão de gelo variou nos últimos anos. Há uma aparente tendência de aumento na extensão desde 1980.

Variação na extensão de gelo na Antártica desde os anos 1980 (Foto: Nasa/Divulgação)

[...]

Fonte: ÉPOCA

NOTA: A teoria do aquecimento global foi forjada apenas para atender aos interesses do ECOmenismo. Uma estratégia da engenharia social a serviço da Nova Ordem Mundial, ou melhor, da Babilônia do Apocalipse...

sexta-feira, outubro 11, 2013

O ECOmenismo mais vivo do que nunca

O Painel Intergovernamental de Mudança Climática (IPCC) divulgou nesta sexta-feira (27/09) um relatório ainda mais pessimista que seu último, de 2007. Nele, o grupo de especialistas apontados pela ONU não só reforçou as conclusões de que o aquecimento global é uma realidade causada primariamente – senão exclusivamente – pelo ser humano, como deixou claro que a situação pode piorar significativamente se não forem feitos esforços para controlar as emissões.

De acordo com o IPCC, o homem tem 95% de responsabilidade sobre as mudanças climáticas – o relatório de 2007 falava em 90%. A razão dos números é a produção de CO2 em larga escala, que provocam o efeito estufa. As emissões têm crescido continuadamente e chegaram a um novo pico, como apontou em março deste ano a agência do governo americano para o assunto (NOAA).

O nível dos oceanos, segundo o estudo, vai continuar a subir e mais rápido do que se imaginava. Serão provavelmente 26 centímetros e, na pior das hipóteses, 82 centímetros. Em 2007, o discurso era de um crescimento de entre 18 e 59 centímetros.

"As causas do aumento do nível do mar são mais bem compreendidas agora do que eram há seis anos", esclarece o pesquisador Stephan Ramstorf, do Instituto de Pesquisas Climáticas de Potsdam. "Medições mostram que as duas grandes massas continentais congeladas, Groelândia e Antártida, estão perdendo gelo."


[...]


NOTA: A crise final deste mundo cujo tema principal será a adoração está sendo preparada por três outras crises forjadas pela elite ocultista mundial: a crise moral, a econômica e a ambiental. Quando estas crises atingirem o ápice simultaneamente, a profecia de Ap 13:15-17 se cumprirá...

quarta-feira, novembro 21, 2012

Os "sábados da Terra" ajudam os ativistas a inclinar-se para o lado espiritual do ambientalismo

O Reverendo Steve Halsted acendeu uma vela, dirigiu uma viva meditação aos quatro elementos (terra, fogo, água e ar), e passou aos participantes uma concha do mar, convidando-os a ouvir a mensagem dentro dela.

Uma mulher disse que o som de um oceano a encorajou a "seguir em frente".

Outra baixou a concha do ouvido e disse ter ouvido: "Nós não estamos lá ainda".
Os oito homens e mulheres sentados em um semi-círculo no salão de comunhão da Igreja Unida de Cristo da comunidade de Raleigh pararam por 90 minutos no "sábado da Terra" [earth sabbath] em uma terça-feira recente.
O serviço foi concebido por Halsted, que lidera esta congregação com uma longa história de luta pelos direitos dos afro-americanos, mulheres e gays. Ultimamente, muitos de seus membros se tornaram ativistas ambientais, então ele elaborou uma celebração que lhes permitisse fazer uma pausa e renovar suas conexões espirituais com a Terra.
Agora, o formato do sábado da Terra encontrou um patrocinador com a filial da Interfaith Power and Light da Carolina do Norte, uma organização que trabalha com comunidades de fé em todo o estado para enfrentar as causas e conseqüências das mudanças climáticas.
Celebrações do sábado da Terra agora estão sendo mantidas em um punhado de cidades da Carolina do Norte, incluindo Chapel Hill, Durham e Asheville. Sua finalidade é "salvar e energizar" a vida espiritual de ativistas ambientais e outros que lamentam o dano à terra e seus recursos.
[...]

A destruição deixada no rastro do furacão Sandy pode despertar mais congregações religiosas para as realidades e os perigos da mudança climática. Mas, enquanto muitos já estão trocando as lâmpadas incandescentes por lâmpadas fluorescentes compactas, eliminando espuma e copos de café, plantando jardins e instalando painéis solares, poucos têm dado atenção para as dimensões espirituais deste trabalho.

"Mais e mais congregações religiosas estão perguntando: "Por que estamos fazendo isso? É apenas para economizar dinheiro?", disse John Grim, co-diretor do Fórum de Religião e Ecologia na Universidade Yale. "De repente, abre-se uma visão contemplativa e espiritual mais profunda sobre o nosso relacionamento com o planeta."

Os sábados da terra não são inteiramente novos; a ONU iniciou um "Serviço do Sábado Ambiental", em 1990, com uma declaração que dizia: "Nós precisamos descansar e permitir que a Terra descanse."

A versão da Carolina do Norte compartilha muitos elementos comuns. Ela inclui orações, cantos e leituras devocionais. Mas há poucas, se é que há alguma, leitura da Bíblia. E Jesus raramente é mencionado. Em parte, isso é porque a cerimônia é intencionalmente inter-religiosa. Em parte, é porque a linguagem do ativismo ambiental evita a ênfase na salvação individual em favor de uma ética de interdependência e unicidade.
Por exemplo, as celebrações podem envolver meditação budista, exercícios de Tai Chi, ou orações para os quatro elementos ou direções, algo presente na espiritualidade dos nativos americanos.
E embora esses rituais ocorram frequentemente nas salas de comunhão da igreja ou salas de aula, é dada especial atenção ao ambiente. Em uma recente celebração de sábado da Terra em Chapel Hill, os participantes se sentaram em um brilhante concreto no chão e rezaram em uma sala iluminada apenas pela lenta luz do entardecer.
Halstead disse que desenvolveu o modelo para o sábado da Terra, quando ele percebeu que o avivamento é impossível a menos que as pessoas reconheçam o sagrado na natureza.
"Nós perdemos contato com a sacralidade da Terra", disse Halsted. "Nós a consideramos muito como prerrogativa. Precisamos voltar a ligar. É só quando nos reconectarmos que a apreciaremos mais profundamente".
Linda Rodriguez, uma ativista ambiental batista e uma entusiasta do sábado da Terra, disse que está aprendendo a cultivar a gratidão.
"Nossa terra, nossa água, nosso ar - se não tivermos nenhum deles não iríamos sobreviver", disse ela. "Se compreendermos que é um dom que é dado a cada dia, poderemos perceber o quão precioso é isso tudo."
[...]
Fonte: Religion News 

NOTA: Faz tempo que estamos indicando que esse dia chegaria, quando o movimento ECOmênico proporia uma "solução" para as "mudanças climáticas": o descanso da Terra (leia-se, Lei Dominical). Sabbath significa sábado e tem sua origem na criação quando Deus separou e abençoou o sétimo dia para ser um dia de descanso e comunhão com o Criador. Porém, a Igreja Cristã (Roma) mudou a guarda do sétimo dia para o primeiro dia da semana - o domingo. Com o passar dos séculos, a palavra Sabbath ganhou novos significados na cultura popular. Hoje, Sabbath, significa descanso e está associada ao domingo no mundo ocidental. 

Algumas expressões da matéria acima falam por si mesmas:

"Conexões espirituais com a Terra" - Panteísmo.
"Perdemos o contato com a sacralidade da Terra" - Panteísmo.
"Nós precisamos... permitir que a Terra descanse" - cria-se primeiro uma necessidade, para depois vender o produto (Lei Dominical).
"Há pouca leitura da Bíblia. Jesus raramente é mencionado" - Ecumenismo, sincretismo religioso.
"Evita a ênfase na salvação individual em favor de uma ética de interdependência e unicidade" - Coletivismo."Dimensões espirituais deste trabalho" - ECOmenismo.

O mundo está sendo condicionado para aceitar a futura Lei Dominical - a marca da besta...

quarta-feira, junho 20, 2012

A conspiração dos verdes

A revista Veja desta semana (20/6/2012) traz uma entrevista interessante com o jornalista inglês James Delingpole, um dos maiores divulgadores do ceticismo científico em relação ao aquecimento global provocado pelo homem. Delingpole diz que a tese dos ambientalistas se tornou uma enorme indústria e que sob ela se oculta um programa político global contrário à democracia.

“Em 2009, quando vazaram e-mails nos quais pesquisadores do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) combinavam manipulações de dados, Delingpole popularizou, em seu blog no jornal The Telegraph, a expressão ‘climategate’, referência a Watergate, como é conhecido o escândalo que derrubou o presidente americano Richard Nixon”, diz Veja, no texto de abertura da entrevista.

E mais: “Delingpole é um provocador, mas mesmo suas provocações mais extremas são embasadas em fatos. Em Os Melancias, ele faz questão de citar estatísticas segundo as quais a população de ursos-polares – que se tornaram um ícone intocável do alarmismo contra o aquecimento global – permanece estável”. Delingpole, como outros pensadores, mostra que certa dose de ceticismo sempre é bem-vinda e que nem sempre a maioria tem razão em certos assuntos.

Da sua perspectiva de cético, a conferência Rio+20 faz algum sentido?

Não. É uma irrelevância, uma distração dos problemas reais, como a atual crise econômica, que pode ser a maior que o mundo já enfrentou. E o que é nojento nessa baboseira do Rio é que o ambientalismo, de certo modo, é uma das causas da crise. A maior parte das pessoas, de todos os quadrantes do espectro político, deseja um mundo limpo, gosta de biodiversidade e não quer ver mais espécies extintas. Mas o ambientalismo tem sido usado para propósitos muito diferentes. Tornou-se um ataque ao sistema capitalista e à liberdade de mercado. Isso ajudou a incrementar taxações e regulamentações que se revelaram um suicídio, e que estão aprofundando a crise.
De que modo o ambientalismo exerce impacto econômico?

A pior coisa que o ambientalismo fez ao mundo foi lançá-lo na busca das chamadas “energias alternativas”. Temos a grande mentira do aquecimento global antropogênico, essa ideia de que o CO2 está aumentando a temperatura global de forma catastrófica. É ciência fajuta, um artigo de fé religiosa que não resiste a um escrutínio científico cuidadoso. Isso levou a ideia de que os combustíveis fósseis são ruins. Essa noção, por sua vez, pressionou governos de todo o mundo a substituir suas fontes tradicionais de energia – petróleo, gás, carvão – por fontes caras e pouco confiáveis, como energia solar e eólica. A energia, por consequência, se tornou mais cara para o consumidor individual e para a indústria. Faltam estudos para quantificar isso, mas diria, tirando um número da cartola, que a energia hoje está 20% ou 25% mais cara do que deveria custar. E isso exerce um impacto negativo sobre o PIB dos países tolos o bastante para adotar novas políticas de energia. É claro que a China ou a Índia não estão fazendo de tudo para se adequar ao Protocolo de Kyoto. São os países da União Europeia e os Estados Unidos de Obama que caíram nesse surto de histeria coletiva.

Passados já três anos do escândalo do climagate, qual a extensão do dano para os que defendem a tese do aquecimento global produzido pelo homem?

Se você acredita nos cientistas pegos na mentira, o climagate foi só um bando de cientistas batendo um bom papo. Mas qualquer um com um grama de integridade que examine os e-mails vazados só pode concluir que está diante de um golpe, de uma fraude lamentável. Os cientistas envolvidos não eram pesquisadores de segunda categoria, mas figuras de enorme relevância no Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). O presidente Obama descreveu o IPCC como o “padrão-ouro” da ciência climática. Portanto, esses cientistas têm uma responsabilidade enorme. Se eles erram, o mundo sofre, pois políticas globais são feitas a partir das predições deles. E o que vemos nas mensagens eletrônicas é que, em privado, esses cientistas estão muito menos seguros da ameaça do aquecimento global do que eles professam em seus relatórios públicos. Exageram a ameaça por razões políticas. Comportam-se, assim, mais como ativistas do que como cientistas. Houve vários inquéritos sobre o climagate – e adivinhe só: todos isentaram os culpados. Foi assim porque há muito dinheiro na indústria da mudança climática. Homens públicos como Al Gore construíram a carreira em torno dessa fraude, e instituições financeiras como a Goldman Sachs já lucraram com compensações de carbono. Ninguém quer ver a fraude exposta.

O ambientalista James Lovelock recentemente admitiu que as previsões mais catastróficas sobre aquecimento global estavam erradas. Isso representa um golpe para o movimento ambientalista?

Sim. Para os verdes, Lovelock é um guru, um profeta do Antigo Testamento. Ele, afinal, inventou a Hipótese Gaia, que James Cameron usou em Avatar: tudo se conecta, o planeta todo é um organismo vivo em que tudo se inter-relaciona. É uma ideia persuasiva. O problema é que muitos ambientalistas acreditam que o homem não tem lugar algum nessa biosfera, e que Gaia estaria muito melhor sem ele. Há um componente misantrópico forte no movimento verde. O Clube de Roma (think tank dedicado a temas ambientais fundado em 1968), nos anos 70, já dizia: “A Terra tem um câncer, e o câncer é o homem.”

O senhor consegue imaginar outros expoentes do movimento verde revisando suas posições?

Nos próximos anos, cientistas de caráter vão admitir que os dados não sustentam suas conclusões. Mas duvido que pessoas como Al Gore revisem suas posições. Elas estão muito comprometidas com a causa, e não são cientistas. O debate sobre aquecimento global, aliás, nunca foi científico, mas político. O debate científico está encerrado. A temperatura da Terra segue seus ciclos. As emissões de carbono aumentaram dramaticamente desde os anos 90, mas a temperatura não subiu no mesmo ritmo. Não há correlação óbvia entre as duas coisas, e os que propõem causas humanas para o aquecimento não conseguem explicar essa disparidade de forma satisfatória.

E qual seria a agenda política do movimento verde?

É a exploração da histeria pública para contornar o processo democrático. 

No lugar de representantes eleitos, eles querem que burocratas e tecnocratas sem rosto de órgãos como as Nações Unidas determinem que caminhos o mundo deve seguir [governo totalitário global]. A ideia é que a salvação do planeta é tão importante que não pode ser confiada a indivíduos, nem sequer ao governo de cada país. Seria preciso uma elite iluminada, do alto de uma espécie de governo global. para fazer o que é certo. Seria, claro, um fascismo global. Não acredito em teorias da conspiração, mas essas ideias estão nos textos de referência do movimento ambiental por exemplo, nos livros do Clube de Roma e nos textos de Maurice Strong, idealizador da Eco 92. [...]

Fonte: Criacionismo


NOTA: As evidências já são tantas desmascarando o ECOmenismo (movimento fascista-religioso com máscara ambientalista) que só nos resta relembrar os interesses por trás desse movimento:

Político: Acabar com a soberania dos países e instituir, na prática, um governo totalitário mundial.

Econômico: Concentrar os recursos e riquezas naturais nas mãos das grandes corporações multinacionais.

Religioso: Impor a religião da Babilônia antiga (adoração do sol/Lúcifer) através da guarda do domingo (SUN-DAY).

terça-feira, junho 19, 2012

Rádio Novo Tempo promove debate sobre sustentabilidade versus alarmismo

As ações humanas estão acabando com o planeta? O que é sustentabilidade? O que eu tenho a ver com tudo isso? O que é a RIO + 20 e que decisões serão tomadas lá?

A conferência das Nações Unidas para o desenvolvimento sustentável, a RIO+20, começou na manhã de ontem com uma sessão de abertura no RioCentro. Com isso, os países começam a negociar metas de desenvolvimento sustentável internacionais. Hoje [14] o Conexão em Debate falou sobre RIO + 20 e o trabalho do governo brasileiro atráves do evento , a suposta fraude do aquecimento global e a preservação do meio ambiente. Também perguntamos as pessoas o que elas entendiam por sustentabilidade.

Para a explanação de cada um desses assuntos, conversamos com Samira Crespo, secretária de articulação institucional e cidadania ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Márcio Astrini, representante da ONG GreenPeace Brasil, Ricardo Felicio, climatologista e doutor da USP (que teve recentemente participação no programa do Jô, na rede Globo) e Geraldo Luís Lino, geólogo e autor do livro “A fraude do aquecimento global”.

O grande ponto de discussão foi se a sustentabilidade é um ponto positivo para a preservação do meio ambiente ou se isso tomou rumos de puro alarmismo mundial e interesses governamentais e privados.

Ouça aqui.

NOTA: Ponto positivo para a Rádio Novo Tempo, que fez o que a maioria dos meios de comunicação esquece de praticar: dar espaço para o "outro lado" (princípio esse defendido pela Bíblia em Pv 18:17), especialmente quando o "outro lado" representa a minoria. É impossível aprofundar o tema do ambientalismo (mudanças climáticas) sem entrar em questões políticas, econômicas e até religiosas. A primeira coisa a se fazer é separar o "cuidado com o meio ambiente" da "teoria do aquecimento global". Há muitas ações legítimas nas quais podemos nos envolver como cristãos para cuidar do meio ambiente: despoluição de rios, despoluição do ar, combater as queimadas, o plantio de novas árvores, reciclagem do lixo, combater o desperdício de alimentos etc...

Porém, é evidente que por trás da teoria do aquecimento global (na verdade, nem teoria é, sendo apenas uma hipótese) existem interesses políticos, econômicos e religiosos. O aquecimento global está servindo para acabar com a soberania dos países que precisam abrir mão dos interesses nacionais em prol de uma eco-agenda global. É o inimigo comum "forjado" para manter o mundo submisso a um governo único. Simples de entender: a submissão requer uma causa; uma causa requer um inimigo. Do ponto de vista religioso, a "teoria" do aquecimento global está servindo para criar um cenário sócio-político-econômico mundial que "justifique" o estabelecimento de uma Lei Dominical (a guarda do domingo representa a adoração ao sol-lúcifer, oriunda da Babilônia). É a crise final profetizada no apocalipse, para a qual esse ECOmenismo está servindo de catalisador. Quem viver verá...

domingo, junho 10, 2012

Lovelock: "Foi uma tolice de minha parte"

Decano do ativismo ambiental moderno, o ambientalista inglês James Lovelock, de 92 anos, converteu-se em um dos mais radicias arautos do fim do mundo ao anunciar, no livro A Vingança de Gaia, de 2006, a ocorrência iminente de catástrofes naturais resultantes do aquecimento global. Prestes a lançar um novo livro sobre mudanças climáticas, o último da trilogia que inclui A Vingança de Gaia e Gaia: o Alerta Final, Lovelock declarou ter exagerado em seus presságios.


VEJA: O Senhor previu que, no fim deste século, 80% da população mundial seria dizimada por furacões e inundações. O que o senhor pensa hoje?


Essa previsão sobre 2100 foi uma tolice de minha parte. Minha conclusão surgiu das primeiras estimativas do IPCC. O problema é que na ocasião, há duas décadas, nós cientistas, acreditávamos ter um conhecimento acurado do que estava acontecendo com o clima. Estávamos equivocados. Não apenas desconhecemos o que estava ocorrendo hoje em relação às mudanças climáticas, como também não temos ideia do que será do clima daqui a noventa anos. Nem sequer temos como prever de que forma os seres humanos vão reagir às possíveis consequências de um aumento das temperaturas. Se a maior parte da população mundial se mudar para as cidades, como parece estar acontecendo, então será muito fácil e menos custoso esfriar as cidades, e não o planeta.


VEJA: O senhor ainda acredita que o homem é o vilão do aquecimento global hoje?


Não há vilão algum no aquecimento global. Os humanos não são mais culpados por colocar CO2 no ar do que as árvores por produzir oxigênio.


VEJA: O aquecimento global está ocorrendo em velocidade aquém da esperada. Por que?


O aquecimento global é um assunto que precisa ser atualizado frequentemente e com exatidão. As projeções feitas no começo deste século tendem a ser superestimadas. Minha preocupação maior, no entanto, é a incerteza sobre o ritmo do aumento das temperaturas. É sensato presumir que serão mais altas, mas não quão mais altas serão. Os políticos estão assumindo que as projeções sobre o futuro do clima são tão precisas quanto o horário de chegada dos ônibus ingleses.


VEJA: Sua nova percepção do aquecimento global afeta de alguma forma sua Hipótese Gaia?


Ser menos alarmista em relação ao aquecimento global não muda em nada minha ideia central. Gaia é um sistema fisiológico dinâmico que mantém nosso planeta apto para a vida há 3 bilhões de anos. A minha teoria de Gaia está muito bem estabelecida, só ainda não houve tempo de incorporá-la nos grandes modelos climáticos.


Fonte: VEJA - 13 de junho de 2012


NOTA: E os milhares de leitores de A Vingança de Gaia, terão direito a reembolso por propaganda enganosa? Desde a divulgação do IPCC, o Minuto Profético tem afirmado que por trás da teoria do aquecimento global há interesses políticos, econômicos e, sobretudo, religiosos (leia-se preparar o mundo para a Lei Dominical). Quem viver verá...

sexta-feira, maio 25, 2012

Equação do Fim


"Essa mesma classe alega que a corrupção que rapidamente se alastra é atribuível em grande parte à profanação do descanso dominical, e que a imposição da observância do domingo melhoraria grandemente a moral da sociedade". O Grande Conflito, p. 587.

"Sua [de Satanás] obra é observada na confusão, na luta e discórdia entre o capital e o trabalho". Evangelismo, p. 26. (Veja matéria da Folha)

"Os sindicatos serão um dos instrumentos que trarão sobre a Terra um tempo de angústia tal como nunca houve desde o princípio do mundo". Eventos Finais, p. 116.

"Satanás dá sua interpretação aos eventos, e as pessoas pensam como ele quer que o façam, que as calamidades [naturais] que enchem a Terra constituem um resultado da transgressão do domingo. Imaginando aplacar a ira de Deus, essas pessoas influentes fazem leis impondo a observância do domingo". Eventos Finais, p. 129.

terça-feira, maio 15, 2012

O domingo é designado como dia de repouso por causa de um tornado

Na noite de 28 de fevereiro deste ano (terça-feira), um tornado F2 (na escala de F0 - F5) destruiu centenas de casas e matou várias pessoas nos estados de Kansas e Missouri, nos EUA. Poucos dias depois, "o domingo foi designado como dia de descanso na minúscula cidade de Harveyville (Kansas), duramente atingida pelo tornado". 

O objetivo desta proposta, aparentemente, foi de apenas proporcionar folga aos trabalhadores para que muitos se dispusessem como voluntários na prestação de auxílio humanitário aos desabrigados. Todavia, a relação entre "calamidades naturais" e "descanso dominical obrigatório" não deve ser subestimada dentro do contexto profético:
"Declarar-se-á que os homens estão ofendendo a Deus pela violação do descanso dominical; que este pecado acarretou calamidades [naturais] que não cessarão antes que a observância do domingo seja estritamente imposta". O Grande Conflito, p. 590.
A profecia mostra que o dia de adoração do sol (SUN-DAY) será estabelecido mediante ato legislativo, e o sábado do sétimo dia - o verdadeiro dia de repouso - será ignorado. É ainda oportuno lembrar que há precedente histórico de perseguição aos cristãos por causa de "calamidades naturais". Na época do Império Romano, por exemplo, o imperador Marco Aurélio (161-180 d.C.), ao mesmo tempo um homem culto e supersticioso, perseguiu sem compaixão os cristãos do Império:
“Durante os primeiros anos do seu reinado, as invasões, inundações, epidemias e outros desastres pareciam suceder uns aos outros sem trégua alguma. Logo correu a voz de que tudo isto se devia aos cristãos, que haviam atraído sobre o Império a ira dos deuses, e se desatou então a perseguição”. Justo González, Uma História Ilustrada do Cristianismo, Vol. 1, pág. 74.
Não falta muito para a história se repetir...

quinta-feira, maio 10, 2012

Guru do ECOmenismo abandona suas convicções

O desastre das alterações climáticas, causado pelos gases com efeito de estufa da civilização industrial e do petróleo, poderá afinal não ser tão definitiva como se tem dito. A afirmação chega pela voz mais inesperada entre todas: a de James Lovelock, o inventor da tese de Gaia, a da Terra como organismo vivo, e o cientista guru dos movimentos ambientalistas das últimas décadas.


Em entrevista hoje [8] à BBC Radio 4, James Lovelock afirmou que os modelos climáticos têm incertezas. Mas avisou também, citado pela BBC News, que "vamos numa direção que não será boa para a humanidade se continuarmos a agir da mesma maneira".

As suas declarações surgem agora em contradição com o que defendeu nas últimas décadas, nomeadamente no seu livro de 2006 "A vingança de Gaia", no qual considerou que as consequências dramáticas do aquecimento global seriam já inevitáveis.

Embora mantenha intacta a ideia da insustentabilidade da exploração dos recursos do planeta por parte da civilização humana, James Lovelock pensa agora que "não há grande certeza sobre o que o futuro vai ser" e por isso, acredita que os esforços legislativos baseados na pressão de ambientalistas "acerca da temperatura que ocorrerá em 2050 não é realmente boa ciência", transcreve a BBC News. Uma declaração que promete irritar cientistas e negociadores que procuram chegar a um consenso para a redução global das emissões de gases com efeito de estufa.

James Lovelock não parece no entanto estar preocupado com isso. Na sua opinião, agora, ou daqui a milhares de anos, a Terra acabará por resolver sozinha o problema, encontrando um novo equilíbrio.

Fonte: Diário de Notícias 


NOTA: O guru do ECOmenismo, recentemente, chegou até mesmo a reconhecer que foi alarmista! Sem dúvida, um pouco de honestidade intelectual não faz mal a ninguém...  Só resta perceber que por trás do discurso ECOmênico o que existe mesmo é o desejo de CONTROLE e a religião de mistério da Babilônia por parte do Vaticano e da elite luciferiana mundial (os mercadores da Terra)... O resto é blá, blá, blá...

segunda-feira, fevereiro 27, 2012

Bilionários investem em solução tecnológica para aquecimento global

Um pequeno grupo de climatologistas, com o apoio financeiro de bilionários como Bill Gates, está fazendo lobby para que governos e órgãos internacionais apoiem experimentos para manipular o clima da Terra.

Os pesquisadores defendem métodos de geoengenharia (literalmente, "engenharia da Terra"), como borrifar a atmosfera com milhões de toneladas de partículas de dióxido de enxofre, capazes de barrar parte da luz do Sol e resfriar o planeta.

O argumento deles é que, com os riscos do aquecimento global e a dificuldade de reduzir a queima de combustíveis fósseis que o causa, é preciso um plano B se o mundo quiser evitar a mudança climática catastrófica.

É uma abordagem controversa. Outros cientistas e ambientalistas temem que, em vez de resolver o problema, a técnica acabe alterando padrões de chuva e causando mudanças climáticas ainda mais desagradáveis.

"Há muita coisa em jogo, e os cientistas que defendem a geoengenharia não são as melhores pessoas para lidar com as questões sociais e éticas que ela pode trazer à baila", diz Doug Parr, cientista-chefe do Greenpeace.

Além de Bill Gates, outros milionários e bilionários, como o britânico Sir Richard Branson, da Virgin, e Niklas Zennström, cofundador do sistema de telefonia online Skype, ajudaram a financiar relatórios que avaliam o potencial de uso das tecnologias de geoengenharia.

David Keith, da Universidade Harvard, e Ken Caldeira, da Universidade Stanford, são os dois principais defensores do incremento das pesquisas sobre geoengenharia.

Por enquanto, receberam quase US$ 5 milhões de dólares de Gates para gerir o Ficer (sigla inglesa de Fundo para Pesquisa Inovadora em Clima e Energia).

Quase metade do dinheiro do Ficer, que vem dos fundos pessoais de Gates, foi usado para financiar as pesquisas de Keih e Caldeira. O resto está sendo distribuído para outros cientistas defensores de intervenções de larga escala no clima da Terra. Keith também é presidente de uma empresa de geoengenharia, a Carbon Engineering, que tem Bill Gates como um de seus principais acionistas.

A preocupação dos críticos do lobby é que os cientistas teriam uma tendência a superestimar a eficiência da geoengenharia, já que poderiam lucrar com as patentes da tecnologia caso ela fosse colocada em prática.

"Há conflitos de interesse claros entre muitas das pessoas envolvidas nesse debate", diz Diana Bronson, pesquisadora do grupo canadense ETC, crítico de tecnologias emergentes como nanotecnologia e geoengenharia.

"Todo cientista tem algum conflito de interesse, porque todos nós gostaríamos de ver mais recursos indo para o estudo de coisas que achamos interessantes", rebate o climatologista Ken Caldeira.

"Eu acho que tenho influência demais, e não de menos. Faz muitos anos que defendo que as emissões de dióxido de carbono [principais causadoras do aquecimento] deveriam ser ilegais, mas ninguém nunca me ouviu", completa Caldeira.

O cientista também diz que, caso suas patentes de geoengenharia sejam utilizadas, doará todos os lucros para ONGs e organizações de caridade. "Não tenho expectativa nenhuma e nenhum interesse de criar uma fonte pessoal de renda a partir do uso das minhas patentes de modificação climática", diz o climatologista.

Fonte: The Guardian

(Tradução: 

terça-feira, fevereiro 07, 2012

Porta-voz de Soros convoca o Google a policiar a rede

O ex-companheiro da Sociedade Aberta (Open Society) de George Soros e atual pesquisador da Universidade de Stanford, Evgeny Morozov, convocou o Google e outros sites de busca a tornarem-se executores do delito de opinião, fornecendo avisos sobre sites que contêm "teorias conspiratórias", tais como a crença, mantida pela maioria dos americanos, de que o aquecimento global não é primariamente provocado pelo homem.

Morozov - "alguém de dentro" possuindo informações privilegiadas e bem relacionado - denuncia como a Internet é uma ferramenta útil para as "pessoas que negam o aquecimento global", bem como para o "movimento anti-vacinação", e convoca o Google a praticar um "tratamento socialmente responsável de coadjutor" que marginalize tais crenças, alterando os resultados de buscas.

A solução de Morozov é "provocar os sites de busca a assumir mais responsabilidade pelos índices de busca e a exercer um controle fiscalizador mais pesado na apresentação de resultados de busca para temas como 'aquecimento global' ou 'vacinação'. O Google já tem uma lista de consultas de buscas que envia mais tráfego para sites que comercializam pseudociência e teorias da conspiração. Por que não tratá-los de forma diferente do que as consultas normais? Assim, sempre que os usuários chegarem a resultados de pesquisa que possam enviá-los para sites operados por pseudocientistas ou teóricos da conspiração, o Google poderia simplesmente exibir uma gigantesca bandeira vermelha pedindo aos usuários para terem cautela e verificarem uma lista gerada anteriormente de fontes autorizadas antes de serem influenciados" [...]

Fonte: Prison Planet

NOTA: Tudo indica que dentro de pouco tempo a censura será uma realidade na web. Enquanto esse dia não chega, aconselho ao leitor a copiar todos os textos do Minuto Profético que julgar importantes. E também conhecer a razão completa pela qual este blog discorda da teoria do aquecimento global provocado pelo homem.

terça-feira, novembro 29, 2011

Bento XVI reforça o ECOmenismo

O papa Bento XVI pediu hoje [27] aos participantes na Convenção das Alterações Climáticas da ONU que encontrem uma resposta “responsável e credível” para reduzir os gases de efeito de estufa, que tenha em conta as necessidades dos mais pobres. Os trabalhos da Convenção da ONU sobre as alterações climáticas e o protocolo de Quioto arrancam na segunda-feira, em Durban, África do Sul, sendo esperadas cerca de 25 mil pessoas.

A agência Associated Press adianta que atenções estão viradas para os prazos estipulados no protocolo de Quioto, que estabelece que 37 países industrializados reduzam até 2012 em pelo menos cinco por cento os níveis das emissões de carbono que registaram em 1990. É ainda esperado que os países ocidentais consigam que a China e outras economias em crescimento aceitem restrições às emissões de gases de efeito estufa.

“Espero que todos os membros da comunidade internacional cheguem a acordo para uma resposta responsável, credível e solidária a este inquietante e complexo fenómeno, tendo em conta as necessidades das populações mais pobres e das gerações futuras”, disse Bento VXI esta manhã, na tradicional bênção dominical na praça São Pedro.

O papa referiu também que a paz mundial depende da salvaguarda da criação de Deus, demonstrando mais uma vez preocupação com a protecção do ambiente. [grifo acrescentado]
Sob a direcção de Bento XVI, o Vaticano instalou células fotovoltaicas no seu auditório principal para assim converter a luz solar em electricidade. O Vaticano juntou-se também a um projecto de reflorestamento que visa compensar as suas emissões de CO2.

Para o papa, esta é uma questão moral, pois o “ensinamento da Igreja afirma que o homem deve respeitar a criação”. [grifo acrescentado]

Bento XVI argumentou ainda que as mudanças climáticas e catástrofes naturais ameaçam os direitos das pessoas à vida, alimentação, saúde e à paz.

Fonte: SOL

NOTA: Preservar o meio ambiente é algo correto. Porém, a maior preocupação deve ser com o que o papa não disse explicitamente. As verdadeiras intenções do Vaticano estão nas entrelinhas... "Salvaguarda da criação", "respeitar a criação" apontam para o descanso obrigatório do domingo que, segundo Bento XVI, é o "dia em que a igreja dá graças pela criação". O reconhecimento das nações da obrigatoriedade do descanso dominical significará a restauração da supremacia mundial de Roma, uma vez que o domingo é símbolo do seu poder. Por outro lado, a soberania de Deus permitirá essa situação para que o sábado do sétimo dia seja exaltado como o verdadeiro dia do Senhor!

"O coração do homem traça o seu caminho, mas o Senhor lhe dirige os passos" (Pv 16:9).

Leia também: "Solução simples para o aquecimento global". "Igreja Católica, liberdade e Estado Laico".

quarta-feira, novembro 16, 2011

Três crises e a supremacia da Babilônia

A Babilônia moderna - o movimento religioso inspirado na antiga religião de mistério da Babilônia - está preparando o mundo para a chegada do anticristo. Em especial, três "crises" estão contribuindo para acelerar esse processo e  para provocar o caos e a desestabilização social da atual ordem mundial e, consequentemente, a implantação de uma "Nova Ordem". Com uma paternidade comum, essas três "crises" foram geradas (ou forjadas) e cresceram lentamente alcançando no estágio atual a sua maioridade - graças também à cumplicidade da mídia. A necessidade de "criar" um inimigo comum é sociologicamente fácil de se entender: O status quo é mantido pela submissão a uma sociedade e a seus valores. A submissão requer uma causa; e uma causa requer um inimigo. E melhor ainda se forem três:


1) Guerra contra o terrorismo: atingiu seu clímax com o 11 de setembro. Segundo o historiador Michael Scheuer que trabalhou para a CIA por vinte anos, "o maior inimigo dos EUA - o islã radical - nunca existiu, nem quando Bin Laden estava vivo nem agora". Os EUA tornaram-se mais tarde alvo de extremistas devido sua política externa expansionista e exploradora.

2) Crise ambiental: batizada de mudanças climáticas ou aquecimento global, atingiu seu clímax em 2007 com a divulgação do relatório da ONU (IPCC). Centenas de cientistas têm questionado a premissa básica desta "crise": que o homem é o culpado pelo aquecimento global.

3) Crise financeira: atingiu seu clímax atualmente com a crise na Europa, depois de ter feito vítimas também nos EUA (2008). Devido a intensidade com que está atingindo alguns países da União Européia, especialistas afirmam que pode provocar um "apocalipse econômico". Da mesma forma que as outras "crises", esta também é manipulada pela elite ocultista mundial (a serviço do Vaticano) - os donos dos grandes bancos centrais do mundo e detentores do poder especulativo do mercado. Note que no Apocalipse eles são chamados de "mercadores da terra" (18:3, 11, 15 e 23).

Essas três crises estão levando o mundo à máxima centralização do poder político-econômico-religioso, exatamente como na Babilônia antiga. Prova disso e também do envolvimento do Vaticano neste objetivo foi a recente defesa do próprio Vaticano de uma "autoridade política global" e um "Banco Central Mundial" para resolver o problema da crise financeira. "Solução" idêntica àquela defendida pela mídia secular (controlada pela elite ocultista). Por que será?

quarta-feira, outubro 26, 2011

Rede de Peregrinação Verde

A primeira rede global destinada a peregrinação verde - o maior movimento de pessoas do mundo - será lançada na presença de Sua Alteza Real, o Príncipe Philip, Duque de Edimburgo, em Assis, na Itália, de 31 de outubro a 02 de novembro de 2011. O evento é organizado pela Aliança das Religiões e Conservação (ARC) em associação com o WWF. 


A Rede de Peregrinação Verde ajudará as religiões a tornarem suas cidades sagradas tão ambientalmente sustentáveis quanto possível de acordo com suas próprias teologias.[...] Os membros fundadores incluem cidades e lugares de peregrinação de 10 diferentes tradições religiosas:


Louguan (China) - Taoísta
St. Albans (Inglaterra) - Anglicana
Amritsar (Índia) - Siqhista
Etchmiadzin (Armênia) - Ortodoxa
Kano (Nigéria) - tradição Sufi do Islã
Trondheim (Noruega) - Luterana
Jerusalém (Israel) - Cristã, Judaica, Islâmica
Haifa (Israel) - Baha'i
Assis Itália) - Católica


Também será lançado neste evento o primeiro Guia Verde Hajj, destinado aos 2 milhões de peregrinos muçulmanos que a cada ano visitam Meca (Arábia Saudita) para o Hajj - a maior peregrinação anual do mundo.


Além disso, o evento em Assis comemorará os 25 anos de ações da fé pelo meio ambiente, desde o primeiro encontro de Assis, em 1986, quando o Príncipe Philip, como presidente internacional do WWF convidou os líderes religiosos a considerar como suas crenças, práticas e ensinamentos poderiam ajudar a proteger o meio ambiente.


Este evento de 1986, realizado para comemorar o 25º aniversário do WWF, encabeçou as primeiras declarações sobre o meio ambiente por líderes das cinco maiores religiões do mundo (budismo, hinduísmo, cristianismo, islamismo e judaísmo) e lançou centenas de milhares de projetos ambientais organizados por tradições religiosas ao redor do mundo. Tanto, na verdade, que em 2009, a escala das ações de fé pelo meio ambiente foi descrita como "potencialmente o maior movimento da sociedade civil pelas mudanças climáticas na história".


Martin Palmer, secretário geral da ARC, que organizou o primeiro evento de Assis, disse: "Hoje, graças a este primeiro evento de Assis, cada grande religião leva a ecologia à sério, e está envolvida em projetos ambientais, e as religiões do mundo estão cada vez mais reconhecidas a desempenhar um papel principal na proteção do mundo natural". Palmer acrescentou: "A Rede de Peregrinação Verde vai pedir aos fiéis para viverem, durante a sua experiência espiritual mais intensa de maneira consistente com sua fé. Viajar para um lugar santo de tal forma a tratar o mundo inteiro como sagrado é ser um verdadeiro peregrino".


Estarão também em Assis representantes de organizações maiores como o Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (PNUD), e a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID).


Fonte: ARC 


NOTA: Em primeiro lugar destaco a presença e a liderança neste evento do Príncipe Philip, membro da elite ocultista mundial. O mesmo que organizou em 2009 o evento "Muitos céus, uma Terra". Em segundo lugar a data e o local escolhido para este evento ECOmênico: 31 de outubro é a principal data sagrada no calendário pagão-ocultista (maior ligação entre o ECOmenismo e o ocultismo, impossível...). Sem contar que este evento ocorrerá no mesmo local e apenas quatro dias depois da peregrinação pela paz liderada pelo Vaticano.


A presença de representantes do programa da ONU também é sintomática, uma vez que a ONU recentemente considerou a "crise" das mudanças climáticas como caso de segurança internacional. O fato de logo após a Peregrinação pela Paz acontecer a Peregrinação Verde (caso de segurança internacional) só me faz lembrar novamente a profecia: "Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição" (1Ts 5:3).

segunda-feira, setembro 05, 2011

Conselho Mundial de Igrejas convida a refletir sobre a criação

A partir de 1° de setembro - primeiro dia do ano na igreja ortodoxa - até 4 de outubro - a festa de São Francisco de Assis na tradição católica - as igrejas estão sendo chamadas a participar no Tempo para a Criação.

Fonte: Oikoumene

NOTA: Além do ecumenismo, o Conselho Mundial de Igrejas agora também promove o ECOmenismo - cavalo de Tróia para levantar a bandeira do descanso dominical nos quatro cantos da Terra e restaurar a supremacia mundial do Vaticano. Quem viver verá... O único memorial da criação autorizado pela Bíblia é o sábado do sétimo dia, conforme a própria Igreja Católica reconhece. Em Gênesis 2:3, é dito: "E abençoou Deus o dia sétimo". É bom lembrar que na teologia bíblica, quando Deus abençoa algo, a benção é para sempre! (2Sm 7:29; 1Cr 17:27).

domingo, agosto 21, 2011

ETs podem destruir a humanidade para salvar o ambiente


Cientistas acreditam que os extraterrestres podem destruir a humanidade para salvar outras civilizações. O aumento do efeito de estufa pode ser a causa, e os extraterrestres podem sentir-se ameaçados, escreve o jornal britânico Daily Mail.

Uma espécie de "outro mundo" pode estar atento às alterações na atmosfera do planeta Terra. Os investigadores afirmaram, num relatório da NASA, que a solução para salvar a humanidade será reduzir as emissões de efeito de estufa, prevenindo assim um ataque alienígena.

"Esses cenários dão-nos razão para limitar o nosso crescimento e reduzir o nosso impacto sobre os ecossistemas globais. Seria particularmente importante para nós limitar as emissões de gases de efeito estufa, uma vez que a composição atmosférica pode ser observada a partir de outros planetas", defendem os autores do estudo.

Não deixando de ser um cenário especulativo, Shaw Domagal-Goldman, cientista da NASA, juntamente com os colegas de investigação da Universidade Estadual da Pensilvânia, acredita que o "contacto" dos ETs pode acontecer a qualquer momento, no futuro.

Os investigadores alertam que os extraterrestres podem ser cautelosos sobre civilizações com rápida expansão, pois poderão destruir outras. Num cenário extremo, os extraterrestres podem mesmo destruir a humanidade para se protegerem.

"Um ataque preventivo seria particularmente provável nas primeiras fases da nossa expansão, porque uma civilização pode tornar-se cada vez mais difícil de destruir, uma vez que continua a expandir-se. A Humanidade pode estar agora a entrar num período em que a sua rápida expansão civilizacional pode ser detectada pela Inteligência Artificial, uma vez que está a alterar a composição da atmosfera da Terra, com emissões de gases de efeito estufa", afirma o relatório.

No documento pode ler-se ainda várias dicas apresentadas pelos cientistas para preparar a humanidade para o "contacto real".

Fonte: IOL Diário

NOTA: Convergência perfeita entre o ECOmenismo e os extraterrestres para implantação da Nova Ordem Mundial. Vários elementos catalisadores estão presentes nessa fusão: o medo como elemento agregador, um inimigo externo contra quem devemos nos unir, uma razão maior para "salvar" o planeta Terra do suposto aquecimento global (leia-se estabelecer a Nova Ordem Mundial) e, por outro lado, a possibilidade de contato com "seres" que vêm para ajudar a humanidade (leia-se ajudar a elite ocultista mundial e o Vaticano).

Saiba mais:
"Aliens já visitam a Terra há décadas".
"Vaticano se une à busca de vida extraterrestre".
"Roger Morneau revela o engano extraterrestre".
"Obama fará revelação oficial sobre vida extraterrestre".
"O dia em que a Terra parou"
"Ufologia e espiritismo de mãos dadas".
"Os artistas e os extraterrestres".
"OVNI na posse da Barack Obama".
"O Vaticano e os extraterrestres".