
Expressões do tipo "é preciso agir agora", "cenário catrastófico", "se nada for feito", "todos concordam", "o mundo não pode se dar ao luxo de ignorar o aquecimento global", "não há tempo para esperar", "o esforço conjunto dos países é o único caminho", "evitar que a Terra se aqueça catastroficamente", serviram de transição num texto completamente comprometido com a visão ECOmênica...
Onde fica o direito de informação dos leitores? Pelo jeito evaporou-se - único efeito, aliás, comprovadamente provocado pelo "aquecimento global".
VEJA, pelo menos, deveria ter informado seus leitores que:
1- Os cientistas que rejeitam a tese oficial sobre o aquecimento global detêm os principais cargos dos institutos científicos mais importantes do mundo. E seus trabalhos são citados e aclamados por toda a comunidade científica.
2- O famoso biólogo Edward O. Wilson (evolucionista), recentemente, defendeu a colaboração entre a ciência (que pode servir a interesses políticos) e a religião para salvar o planeta Terra.
3- O bispo de Roma (evolucionista teísta), representando 1 bilhão de cristãos de todo o mundo, foi chamado pela revista Newsweek de "Papa Verde", além de ter incluído a "poluição ambiental" na lista de "pecados" capitais, e defender a "dimensão ecológica do domingo".
4- A Convenção Batista do Sul dos EUA (criacionista), maior organização protestante norte-americana, através do documento "Declaração dos Batistas do Sul Sobre Meio-Ambiente e Mudança Climática", votaram a favor do dever bíblico de deter o aquecimento global. (Como vão fazer isso sem se meter na política é que não ficou claro).
5- Al Gore, o profeta do ECOmenismo, já conseguiu o apoio do pregador conservador Pat Robertson - um ícone da Direita Cristã dos EUA - para sua campanha milionária de conscientização da população norte-americana sobre a "crise climática" (Dá para imaginar a união de conservadores, progressistas e o Vaticano para "salvar o planeta"? Como ficará a separação de Igreja/Estado?).
6- A Ong ambientalista WWF (Fundo Mundial para a Natureza), através do projeto "Hora da Terra", já está condicionando a população mundial a abrir mão de sua liberdade em troca da "segurança mundial" (leia-se, combate ao aquecimento global). Esse projeto foi chamado pelo Financial Post de "fascismo light em desenvolvimento".
7- Em uma pesquisa feita em fevereiro de 2007 na Alemanha, 65% dos entrevistados afirmaram ser favoráveis à restrição ao uso de automóveis aos domingos para combater a poluição e as mudanças climáticas (Os conterrâneos do papa já aprenderam a lição da "dimensão ecológica do domingo". Liberdade religiosa? Só na teoria...).
8- Quando o discurso politicamente correto transforma qualquer tema em "direitos humanos", a conseqüência inevitável é colocar a opinião pública contra qualquer um que venha a discordar o mínimo que seja daquilo que ficou convencionado.
9- A indústria do cinema tem colaborado para manter o "medo coletivo" em torno das mudanças climáticas, preparando o mundo para o "efeito manada" (quando todos seguem numa mesma direção irracionalmente) - puro coletivismo.
Esses poucos "detalhes" poderiam deixar os leitores de VEJA mais bem informados...
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