Kader Arif, o relator do ACTA ao Parlamento Europeu, decidiu demitir-se
da sua missão crucial para a ratificação do acordo anti-contrafacção.
Foi a assinatura do acordo pela União Europeia em Tóquio nesta
quinta-feira [26] que motivou a sua decisão.
"A Comissão Europeia assinou hoje [26] , em nome da União Europeia, o acordo comercial anti-contrafacção, ACTA. Gostaria de denunciar todo o processo que levou à assinatura deste
acordo: não há participação da sociedade civil, faltou transparência
desde o início das negociações, ocorreram sucessivos adiamentos da assinatura do
texto sem que nenhuma explicação fosse dada, deixando de lado as
reivindicações do Parlamento Europeu expressas em diversas
resoluções desta assembléia.
"Como relator deste texto,
enfrentei manobras sem precedentes da direita deste Parlamento para
impor um cronograma acelerado para passar o acordo o mais rapidamente
possível antes que a opinião publica pudesse ser alertada, privando na verdade,
o Parlamento Europeu do seu direito de expressão e das suas ferramentas
à disposição para levar as legítimas reivindicações aos cidadãos.
"No entanto, todos sabemos, o acordo ACTA causa problemas, seja no
seu impacto sobre as liberdades civis, nas responsabilidades que impõe
aos fornecedores de acesso à Internet, na fabricação de medicamentos
genéricos ou na pouca proteção que oferece às nossas indicações
geográficas.
"Este acordo poderá ter consequências importantes
na vida de nossos cidadãos, e no entanto tudo é feito para que o
Parlamento Europeu não tenha voz neste capitulo. Então, hoje, na
apresentação deste relatório a meu cargo, gostaria de enviar um forte
sinal e alertar o público sobre esta situação inaceitável. Eu não vou
participar desta farsa".
Fonte: Numerama
Minuto Profético
Domingo, Janeiro 29, 2012
Relator chefe do ACTA renuncia afirmando que o acordo é uma farsa
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Pr. Sérgio Santeli
Sexta-feira, Janeiro 27, 2012
Acordo comercial suspeito é assinado por 32 países
No dia 26 de janeiro de 2012, representantes de 22 Estados-Membros da UE e da Comissão Europeia assinaram, em Tóquio, o Acordo Comercial Anticontrafação (ACTA) mas para entrar em vigor, o Acordo tem de ser aprovado pelo Parlamento Europeu. Quais são os próximos passos?
O objetivo do Acordo ACTA, a celebrar entre a UE, os EUA, a Austrália, o Canadá, o Japão, México, Marrocos, Nova Zelândia, Singapura, Coreia do Sul e Suíça, é o de reforçar o cumprimento da legislação de propriedade intelectual, incluindo os direitos em linha, e ajudar a combater a contrafação e a pirataria de bens como artigos de luxo, música e filmes.
A Comissão Europeia publicou a sua última proposta no dia 24 de Junho de 2011 e quando o dossiê foi transferido para o Parlamento Europeu, ficou decidio que o órgão parlamentar responsável seria a comissão do comércio internacional, com o parecer de mais quatro comissões parlamentares - comissão do desenvolvimento, comissão da indústria, investigação e energia, comissão dos assuntos jurídicos e comissão das liberdades cívicas, justiça e assuntos internos.
Durante este processo, o Parlamento Europeu, as comissões parlamentares e os seus serviços irão organizar audições públicas e seminários com peritos, representantes da sociedade civil e outras partes envolvidas, para que todas as opiniões possam ser ouvidas e consideradas.
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Quarta-feira, Janeiro 25, 2012
A iminente guerra com o Irã
O Irã, assim como a Alemanha nazista na década de 1940, irá tomar a iniciativa e "ajudar" o presidente dos EUA e o povo americano fazendo sua cabeça, ao realizar o primeiro movimento, atacando um porta-aviões dos EUA no Golfo Pérsico. O ataque iraniano em um navio militar norte-americano servirá de justificativa e pretexto para um movimento de retaliação dos EUA contra o regime iraniano. O alvo não seria as instalações nucleares iranianas. Os EUA iriam retaliar atacando a marinha do Irã, as instalações militares, os silos de mísseis e os campos de pouso. Os EUA teriam como alvo enfraquecer a capacidade do Irã para retaliar e fechar o Estreito de Hormuz. Os EUA, então, seguiriam visando o próprio regime.
Eliminação das instalações nucleares do Irã? Sim. Esta parte viria a ser o ato final, o grand finale. Poderia ter sido o alvo principal, caso os EUA tivessem iniciado o ataque. No entanto, nos termos do presente cenário tipo "Pearl Harbor", em que o Irã teria lançado um ataque "surpresa" contra a marinha dos EUA, os EUA teriam a racionalização perfeita para acabar com eles, para pôr fim a este jogo feio. Ao contrário da última tentativa em uma revolução iraniana, desta vez os EUA não proibiriam, pelo contrário, convocariam abertamente o povo iraniano a participar com os EUA para a derrubada do regime islâmico fundamentalista corrupto. O povo iraniano iria responder em massa. A Primavera iria ressurgir, e o povo iraniano iria se juntar ao resto do Oriente Médio - desta vez com o apoio direto dos EUA.
A maior ironia por trás desse episódio mais significativo em 2012 é que o regime iraniano decretaria sua própria morte. Atacar a marinha dos EUA no mar aberto é equivalente a realizar um atentado suicida. O governo iraniano tem se tornado mais ousado a cada dia. Sua arrogância tem sido crescente, como resultado da incapacidade do mundo para pôr fim a sua corrida por armas nucleares. Se a Guarda Revolucionária atingir esse passo final, demonstrando capacidade nuclear, sua conduta intimidatória cresceria além da região. E se tornaria catastrófica.
O mundo responsável entende que o aiatolá Ali Khamenei deve ser parado, mas os EUA, a UE e Israel não estão dispostos a instigar um confronto militar, por medo de seu impacto negativo na economia devido ao potencial fechamento do Estreito de Hormuz e a uma outra sangrenta guerra que engoliria Israel e seus vizinhos.
Fonte: The Jerusalem Post
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4:14 PM
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Sexta-feira, Janeiro 20, 2012
A importante separação entre Igreja e Estado
Uma das estratégias que a astuta Roma tem lançado mão para reconquistar a supremacia mundial (além da infiltração de seus agentes nos diversos segmentos de poder das sociedades) é a nebulosidade semântica com que envolve seus conceitos, usando palavras comuns e ao mesmo tempo atribuindo-lhes diferentes significados. De fato, é fácil observar que Roma nunca mudou. Os dogmas defendidos até a Idade Média, continuam sendo alvo de seus ensinamentos e suas ações. Portanto, quando a Igreja Romana vem a público defender, por exemplo, a "liberdade religiosa", o ouvinte desavisado pode pensar que Roma atual não é mais aquela da Idade Média. Ledo engano.
Em relação ao tema separação Igreja-Estado, por exemplo, podemos facilmente fazer a leitura da realidade caso entendamos o seguinte: há, na prática, pelo menos cinco modelos possíveis no relacionamento Igreja-Estado.
Modelo 1: Estado Ateu
O Estado é totalmente hostil à religião, privando seus cidadãos da liberdade religiosa e de culto. Aconteceu na Rússia comunista, e na França (Revolução). A religião organizada ou qualquer manifestação religiosa pública é proibida.
Modelo 2: Estado Secularizado
O Estado é levemente hostil ou mesmo indiferente à religião. Garante a liberdade de culto, mas nem sempre a liberdade religiosa (e de consciência). A cultura da sociedade local, influenciada pelo pós-modernismo (avesso à moralidade), aceita uma dicotomia entre a vida pública e a vida privada condicionando a religião apenas à vida privada. Atualmente, esse modelo está sendo praticado (tendo ou não amparo legal) em diversos países ocidentais, principalmente no hemisfério norte.
Modelo 3: Estado Laico
É o modelo mais perfeito até hoje executado. É o modelo criado pelos Pais Fundadores dos EUA, os quais "reconheceram a importância da religião, ao mesmo tempo em que estavam convencidos de que o novo governo não poderia patrociná-la". Modelo esse, fruto de "uma colaboração única entre o secularismo e a religião". As liberdades de culto e de religião são perfeitamente garantidas, e o Estado não vê problema em defender a moralidade pública.
Modelo 4: Estado Semi-Confessional
O Estado não é abertamente confessional, mas privilegia a religião majoritária. A liberdade de culto é praticada, mas a liberdade religiosa (ou de consciência) pode ser relativizada para favorecer a religião majoritária, conforme a influência e o poder desta religião sobre o governo.
Segundo o Dr. Marco Huaco (um dos principais defensores das liberdades laicas no Peru), a Igreja Católica, nos tempos modernos, passou a defender essa "fórmula suavizada de confessionalidade", chamada de "confessionalidade histórico-sociológica" (para combater sutilmente o conceito moderno de Estado Laico), onde o Estado "privilegia uma [religião] em relação às outras por razões históricas (contribuição à identidade nacional) e sociológicas (ser maioria social)".
Na verdade, desde o Concílio Vaticano II, a Igreja Católica passou a defender a coexistência de "um regime confessional ao lado do reconhecimento das liberdades religiosas". Por isso, tem orientado "seus bispos nacionais a reconhecerem e se pronunciarem claramente a favor da - antes injuriada - liberdade de culto, mas ao mesmo tempo não renuncia a que o Estado siga conservando sua confessionalidade", que pode ser "formal e substancial". "Pela primeira seria dever do Estado professar publicamente a 'verdadeira religião' (ou seja, a católica), mediante declarações de catolicismo oficial contidas em textos constitucionais ou concordatários, símbolos religiosos públicos, preces e honras a pessoas e ícones católicos como parte do cerimonial do Estado. Pela segunda, as estruturas políticas públicas deverão estar penetradas pela inspiração do Magistério papal" (Em Defesa das Liberdades Laicas, p. 49-58).
Modelo 5: Estado Confessional
O Estado e a religião (majoritária) andam de mãos dadas. É um modelo perigoso, porque geralmente não há liberdade religiosa ou de culto para quem não pertence à religião majoritária, incluindo mesmo perseguições contra as minorias religiosas. Foi o modelo adotado até a Idade Média pelas nações da Europa e a Igreja Católica. É também o modelo adotado pela maioria dos países muçulmanos.
Com isso em mente fica fácil entender que o maior objetivo de Roma tem sido levar o mundo de volta ao Modelo 5, tendo a Santa Sé como líder religiosa global. Seus esforços sempre foram para desacreditar e até destruir o Modelo 3, proposto pelos EUA. Por isso, quando Roma critica o Modelo 2 (outro exemplo aqui), não está propondo de forma alguma o Modelo 3 como ideal, mas sim o perigoso Modelo 5, tendo os princípios do catolicismo como únicos reconhecidos.
A crise final profetizada no apocalipse só acontecerá quando, sob a influência de Roma, os EUA invalidarem sua Constituição (promotora do Modelo 3), e estabelecerem por lei o Modelo 5 - isso acontecerá quando os EUA votarem uma Lei Dominical, uma vez que o domingo é o sinal característico do poder de Roma!
E esse dia está chegando...
Quem viver verá...
Em relação ao tema separação Igreja-Estado, por exemplo, podemos facilmente fazer a leitura da realidade caso entendamos o seguinte: há, na prática, pelo menos cinco modelos possíveis no relacionamento Igreja-Estado.
Modelo 1: Estado Ateu
O Estado é totalmente hostil à religião, privando seus cidadãos da liberdade religiosa e de culto. Aconteceu na Rússia comunista, e na França (Revolução). A religião organizada ou qualquer manifestação religiosa pública é proibida.
Modelo 2: Estado Secularizado
O Estado é levemente hostil ou mesmo indiferente à religião. Garante a liberdade de culto, mas nem sempre a liberdade religiosa (e de consciência). A cultura da sociedade local, influenciada pelo pós-modernismo (avesso à moralidade), aceita uma dicotomia entre a vida pública e a vida privada condicionando a religião apenas à vida privada. Atualmente, esse modelo está sendo praticado (tendo ou não amparo legal) em diversos países ocidentais, principalmente no hemisfério norte.
Modelo 3: Estado Laico
É o modelo mais perfeito até hoje executado. É o modelo criado pelos Pais Fundadores dos EUA, os quais "reconheceram a importância da religião, ao mesmo tempo em que estavam convencidos de que o novo governo não poderia patrociná-la". Modelo esse, fruto de "uma colaboração única entre o secularismo e a religião". As liberdades de culto e de religião são perfeitamente garantidas, e o Estado não vê problema em defender a moralidade pública.
Modelo 4: Estado Semi-Confessional
O Estado não é abertamente confessional, mas privilegia a religião majoritária. A liberdade de culto é praticada, mas a liberdade religiosa (ou de consciência) pode ser relativizada para favorecer a religião majoritária, conforme a influência e o poder desta religião sobre o governo.
Segundo o Dr. Marco Huaco (um dos principais defensores das liberdades laicas no Peru), a Igreja Católica, nos tempos modernos, passou a defender essa "fórmula suavizada de confessionalidade", chamada de "confessionalidade histórico-sociológica" (para combater sutilmente o conceito moderno de Estado Laico), onde o Estado "privilegia uma [religião] em relação às outras por razões históricas (contribuição à identidade nacional) e sociológicas (ser maioria social)".
Na verdade, desde o Concílio Vaticano II, a Igreja Católica passou a defender a coexistência de "um regime confessional ao lado do reconhecimento das liberdades religiosas". Por isso, tem orientado "seus bispos nacionais a reconhecerem e se pronunciarem claramente a favor da - antes injuriada - liberdade de culto, mas ao mesmo tempo não renuncia a que o Estado siga conservando sua confessionalidade", que pode ser "formal e substancial". "Pela primeira seria dever do Estado professar publicamente a 'verdadeira religião' (ou seja, a católica), mediante declarações de catolicismo oficial contidas em textos constitucionais ou concordatários, símbolos religiosos públicos, preces e honras a pessoas e ícones católicos como parte do cerimonial do Estado. Pela segunda, as estruturas políticas públicas deverão estar penetradas pela inspiração do Magistério papal" (Em Defesa das Liberdades Laicas, p. 49-58).
Modelo 5: Estado Confessional
O Estado e a religião (majoritária) andam de mãos dadas. É um modelo perigoso, porque geralmente não há liberdade religiosa ou de culto para quem não pertence à religião majoritária, incluindo mesmo perseguições contra as minorias religiosas. Foi o modelo adotado até a Idade Média pelas nações da Europa e a Igreja Católica. É também o modelo adotado pela maioria dos países muçulmanos.
Com isso em mente fica fácil entender que o maior objetivo de Roma tem sido levar o mundo de volta ao Modelo 5, tendo a Santa Sé como líder religiosa global. Seus esforços sempre foram para desacreditar e até destruir o Modelo 3, proposto pelos EUA. Por isso, quando Roma critica o Modelo 2 (outro exemplo aqui), não está propondo de forma alguma o Modelo 3 como ideal, mas sim o perigoso Modelo 5, tendo os princípios do catolicismo como únicos reconhecidos.
A crise final profetizada no apocalipse só acontecerá quando, sob a influência de Roma, os EUA invalidarem sua Constituição (promotora do Modelo 3), e estabelecerem por lei o Modelo 5 - isso acontecerá quando os EUA votarem uma Lei Dominical, uma vez que o domingo é o sinal característico do poder de Roma!
E esse dia está chegando...
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Quinta-feira, Janeiro 19, 2012
Procuradora pede dispensa do sábado por ser adventista
Magistrada do Ministério Público [de Portugal] quer seguir à risca a doutrina da igreja protestante. Mas o Conselho Superior de Magistraturta e o Ministério Público recusaram os pedidos que fez.
Enquanto para os católicos o domingo é o dia de descanso semanal, os adventistas do sétimo dia preferem descansar ao sábado. É o seu dia sagrado. E foi com base neste último argumento que a procuradora do Ministério Público Vera Ganhão, que professa essa crença, pediu dispensa de fazer turnos a este dia da semana. Porém, o Conselho Superior do Ministério Público negou-lhe tal pretensão, tendo a decisão sido confirmada pelo Supremo Tribunal Administrativo.
Invocando a Lei da Liberdade Religiosa, a magistrada do Ministério Público explicou que "a observância do sábado (crença 20) como dia de descanso, adoração (o culto principal ocorre ao sábado) e ministério deve começar a partir do pôr do Sol de sexta-feira até ao pôr do Sol de sábado". E que os adventistas, para respeitar o dia de descanso, "devem abster-se de todo o trabalho secular".
Fonte: Diário de Notícias, 16 de janeiro de 2012
NOTA: Na última segunda-feira, no contexto da votação da reforma trabalhista (um disfarce para reforçar o descanso dominical) impulsionada pela crise econômica em Portugal, o sábado já aparecia em destaque na mídia... Maior evidência de quão próxima está a crise final impossível!
"Tanto no Velho como no Novo Mundo o papado receberá homenagem pela honra prestada à instituição do domingo, que repousa unicamente na autoridade da Igreja de Roma". O Grande Conflito, p. 579.
"A história se repetirá. A religião falsa será exaltada. O primeiro dia da semana, um dia comum de trabalho que não possui santidade alguma, será estabelecido como o foi a estátua de Babilônia. A todas as nações, línguas e povos se ordenará que venerem esse sábado falso". Eventos Finais, p. 134, 135.
NOTA: Na última segunda-feira, no contexto da votação da reforma trabalhista (um disfarce para reforçar o descanso dominical) impulsionada pela crise econômica em Portugal, o sábado já aparecia em destaque na mídia... Maior evidência de quão próxima está a crise final impossível!
"Tanto no Velho como no Novo Mundo o papado receberá homenagem pela honra prestada à instituição do domingo, que repousa unicamente na autoridade da Igreja de Roma". O Grande Conflito, p. 579.
"A história se repetirá. A religião falsa será exaltada. O primeiro dia da semana, um dia comum de trabalho que não possui santidade alguma, será estabelecido como o foi a estátua de Babilônia. A todas as nações, línguas e povos se ordenará que venerem esse sábado falso". Eventos Finais, p. 134, 135.
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Quarta-feira, Janeiro 18, 2012
Reforma trabalhista em Portugal reforça o descanso dominical
O acordo que será assinado hoje [18] entre o Governo, os patrões e a UGT estabelece a eliminação do descanso compensatório por trabalho suplementar. Ou seja, trabalhar a um sábado passará a traduzir-se apenas num acréscimo de remuneração, que não acumula com um dia de descanso.
A medida consta da versão final do "Compromisso para o Crescimento, Competitividade e Emprego" e terá "carácter imperativo". Isto é, os patrões deixarão de ter a opção de escolher entre as duas formas de compensação. Na prática, isto significa que os empregados poderão ser chamados a trabalhar seis dias por semana, até um máximo de 25 vezes no ano. (Diário de Notícias)
"Com os bancos de horas agora aprovados vai ser possível trabalhar até 25 sábados por ano. Se um ano tem apenas 52 sábados e se contarmos com os sábados das férias concluímos que o descanso ao domingo é o único dia que fica garantido", disse à Lusa o secretário geral da CGTP, Carvalho da Silva. (Diário de Notícias).
O governo de Portugal e sindicatos fecharam nesta terça-feira (17) a um acordo sobre um pacote de reformas trabalhistas sob os termos de um plano de resgate econômico patrocinado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e a União Europeia (UE).
Para obter o apoio da União Geral de Trabalhadores (UGT), uma das maiores centrais sindicais, o governo derrubou uma de suas principais propostas: o aumento de oito para oito horas e meia da jornada de trabalho.
Entre outras medidas, o acordo encurta o período de férias de 25 para 22 dias por ano e elimina quatro feriados nacionais, dois religiosos e dois civis. Além disso, flexibiliza a maneira como as empresas administram as horas extras dos funcionários. Também aumentou de 200 para 250 o limite de horas extras quando a negociação é feita por convenção coletiva.
Houve também alteração nas regras da indenização por demissões e do auxílio-desemprego. Já está em vigor desde novembro uma lei que diminuiu o valor das indenizações de 30 para 20 dias por ano trabalhado, com teto de 12 salários.
O primeiro-ministro Pedro Passos Coelho celebrou o acordo, dizendo que “temos hoje uma importante coligação social” em Portugal. Ele agradeceu “a todos aqueles que saem da sua zona de conforto” e encontraram “a abertura necessária” para o acordo. Já o sindicalista Arménio Carlos, da CGTP, disse que o acordo é um “retorno ao feudalismo” que aumentará a a desigualdade e a pobreza” no país.
Portugal é um dos países mais afetados pela crise da dívida na Europa e vem adotando medidas de austeridade para receber um socorro de € 78 bilhões. (Valor Econômico)
NOTA: "Os sindicatos serão um dos instrumentos que trarão sobre a Terra um tempo de angústia tal como nunca houve desde o princípio do mundo". Eventos Finais, p. 116.
O tempo de angústia mencionado no texto acima é o de Daniel 12:1. Portanto, a atual crise econômica e todas as "reformas trabalhistas" que forem surgindo ao redor do mundo daqui para frente também evidenciam que a crise final está às portas...
Em tempo: "Após Portugal, agora é a vez de Espanha, França e Itália impulsionarem por profunda flexibilização do mercado de trabalho, alegando que isso é essencial para evitar ainda mais desemprego em meio à deterioração econômica". (Valor Econômico)
(Colaboração: Diário da Profecia e O Tempo Final)
NOTA: "Os sindicatos serão um dos instrumentos que trarão sobre a Terra um tempo de angústia tal como nunca houve desde o princípio do mundo". Eventos Finais, p. 116.
O tempo de angústia mencionado no texto acima é o de Daniel 12:1. Portanto, a atual crise econômica e todas as "reformas trabalhistas" que forem surgindo ao redor do mundo daqui para frente também evidenciam que a crise final está às portas...
Em tempo: "Após Portugal, agora é a vez de Espanha, França e Itália impulsionarem por profunda flexibilização do mercado de trabalho, alegando que isso é essencial para evitar ainda mais desemprego em meio à deterioração econômica". (Valor Econômico)
(Colaboração: Diário da Profecia e O Tempo Final)
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Descoberto novo hormônio na prática de exercícios
A descoberta de um novo hormônio pode trazer esperanças para pessoas com problemas de excesso de peso e diabetes. A substância tem a capacidade de aumentar o gasto energético e queimar mais gordura corporal durante a prática de exercícios físicos. O novo hormônio recebeu o nome de irisina, em referência à deusa grega Íris, a mensageira de Zeus, o rei dos deuses [sic].
O estudo foi desenvolvido por pesquisadores da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, liderados pelo cientista Bruce Spielgelman. O artigo, publicado na edição desta semana da revista científica Nature, detectou a presença de irisina no sangue de ratos e homens adultos submetidos a um período de exercícios físicos. Segundo os pesquisadores, a prática de exercícios libera uma série de proteínas. No organismo, uma dessas proteínas é transformada e resulta no novo hormônio. Ele seria o responsável por aumentar o consumo de energia corporal.
Além de benefícios na queima de gordura, a irisina também se mostrou eficaz no controle do nível de glicose (um tipo de açúcar) no sangue. Após receberem uma injeção do novo hormônio, ratos de laboratório obesos e resistentes à produção de insulina, a substância que controla o nível de açúcar no sangue, apresentaram melhoras significativas na tolerância à glicose, e uma pequena perda de peso.
Os resultados demonstram que a irisina é um possível aliado no combate à obesidade e ao diabetes. Ainda não se sabe se um tratamento com o novo hormônio em longo prazo ou em maiores doses levaria à grande perda de peso. Os pesquisadores estimam que, no futuro, pode surgir um remédio a base da irisina. Por enquanto, ainda vale a boa e velha recomendação: pratique exercícios físicos.
Terça-feira, Janeiro 17, 2012
Prepare-se para o fim
Lucy: "Eu não me preocupo mais com o fim do mundo".
Lucy: "Conforme eu calculo, o mundo não pode acabar hoje porque já é amanhã em alguma outra parte do mundo!"
Lucy: "Não é isso uma teoria confortadora?"
Charlie Brown [murmurando]: "Eu nunca me senti tão confortável em toda minha vida!"
NOTA: Ao racionalizar a questão do fim do mundo, Lucy deixa escapar o real problema da humanidade - fruto da incredulidade: preocupar-se só com o hoje (interesses seculares) e esquecer-se do amanhã (interesses espirituais)...
"Assim, vocês também precisam estar preparados, porque o Filho do homem virá numa hora em que vocês menos esperam". (Mt 24:44 - NVI)
Lucy: "Conforme eu calculo, o mundo não pode acabar hoje porque já é amanhã em alguma outra parte do mundo!"
Lucy: "Não é isso uma teoria confortadora?"
Charlie Brown [murmurando]: "Eu nunca me senti tão confortável em toda minha vida!"
NOTA: Ao racionalizar a questão do fim do mundo, Lucy deixa escapar o real problema da humanidade - fruto da incredulidade: preocupar-se só com o hoje (interesses seculares) e esquecer-se do amanhã (interesses espirituais)...
"Assim, vocês também precisam estar preparados, porque o Filho do homem virá numa hora em que vocês menos esperam". (Mt 24:44 - NVI)
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