Terça-feira, Março 06, 2012

Em qual candidato Deus votaria?

Um candidato que siga o exemplo de Jesus Cristo, que recupere a moral e os valores familiares, possuirá os fatores determinante para a aprovação dos fiéis cristãos nos feudos republicanos dos Estados Unidos, onde a pergunta dos últimos dias é "Em qual deles Deus votaria?"


"Acho que alguém que siga o exemplo de Jesus Cristo tem que ser nosso eleito", disse Caroline Miller, uma mulher de 42 anos, que acompanhou um comício do candidato mórmon Mitt Romney domingo, depois de assistir à missa na igreja metodista de Snellville, subúrbio do nordeste de Atlanta (Georgia, sudeste), onde os republicanos são maioria.


A exemplo de Miller, uma grande número daqueles que participaram do evento eram fiéis desta igreja, outros de um templo mórmon dos arredores de Atlanta, havendo também uma minoria católica, todos concordando com a necessidade de buscar um candidato conectado a Deus.
A Geórgia é um dos 10 Estados onde serão realizadas, nesta terça-feira, as primárias republicanas e onde o católico Newt Gingrich é considerado o favorito, tendo mais de 35% do eleitorado a seu lado. Mas Ohio é visto como o mais importante do dia e, embora todas as pesquisas cantem a vitória de Romney, Rick Santorum, assim como no sul do país, é percebido como o candidato mais próximo de Deus.
"Honestamente, compartilho muitos valores morais e familiares expressados por Santorum na campanha", admitiu Caroline Miller, mas "Romney é o mais capacitado pra vencer Barack Obama em novembro", acrescentou hesitosa.
Ao serem ouvidos sobre os valores de Gingrich, divorciado duas vezes para se casar a cada vez com a mulher com a qual foi infiel à anterior, os eleitores evitam se pronunciar sobre a questão, preferindo destacar as posições contra o aborto de Santorum ou a defesa da família de Romney, citando seu casamento de 43 anos com Ann, com quem tem cinco filhos.
Mas a religião é fator decisivo para captar votos e os políticos sabem disso. Gingrich tira proveito deste tema em sua campanha crucial na Geórgia e chegou a chamar o governo de Obama de "antirreligioso" porque entrou "em guerra com a Igreja Católica" ao defender a cobertura obrigatória dos anticoncepcionais nos planos de saúde. "Este é um governo que sempre se dispõe a pedir desculpas ao Islã, mas não à Igreja Católica", disse Gingrich na sexta-feira para 200 pessoas, num comício em Brunswick, na costa sudeste da Geórgia.
"Nosso país precisa recuperar sua economia, mas também os valores morais que perdemos, com a juventude mergulhada em problemas de drogas, de sexo, pelo que votarei em Romney, uma pessoa educada numa família que soube seguir a mensagem de Jesus Cristo", comentou Catherine Adams, 55 anos, ligada aos mórmons.
Em diversos templos evangélicos e católicos dos subúrbios da Geórgia vários fiéis admitiam afinidades com Rick Santorum, que demonstrou desacordo com o princípio de separação da Igreja e do Estado.
Para Charles Bullock, professor de ciências políticas da Universidade da Geórgia, "se Santorum sair vitorioso, mobilizará" a direita religiosa como nas campanhas de 2000 e 2004 que levaram o republicano George W. Bush ao poder. "Mas o que vai ser mais explorado será a antipatia em relação a Obama, um sentimento amplo e profundo", disse o especialista, apostando em que os grupos religiosos podem ter, neste ano eleitoral, uma influência semelhante à exibida em 2008, quando não mostraram muito entusiasmo por John McCain.
Nestes subúrbios de grama sempre aparada, onde as casas exibem a prosperidade dos donos e onde há templos religiosos em cada duas esquinas, percebe-se um abismo profundo em reação às comunidades liberais que são maioria nas grandes cidades litorâneas do leste e do oeste dos Estados Unidos.
"Nosso país perdeu o rumo", disse Steve Norton, um aposentado de 70 anos, de confissão batista, que ouviu Romney domingo, na tentativa de se decidir por um candidato na Super Terça. "Quem melhor que um presidente realmente conectado a Deus para nos salvar destes anos com Barack Obama", indagou.
Fonte: Terra 


NOTA: Deus não votaria em nenhum destes candidatos, a começar pelo fato de que eles estão na contra-mão dos Pais Fundadores que reconheciam a importância da separação entre Igreja e Estado... A crise final profetizada no apocalipse 13:15-17 ocorrerá exatamente em virtude da política e a religião darem-se as mãos... Estamos no fim dos tempos... 


Leia também: "Furacão foi recado de Deus a Washington". "A importante separação entre Igreja e Estado". "O governo totalitário previsto no apocalipse".

Quinta-feira, Março 01, 2012

Valores religiosos ocupam o centro da campanha republicana

O peso crescente das questões religiosas, sexuais e morais na campanha republicana é um fenômeno inesperado. Inclusive em estados açoitados pela crise, como Michigan, que votou na terça-feira (28) com o Arizona, o debate, em vez de se concentrar no desemprego e na economia, deriva para temas como os anticoncepcionais, o aborto ou o papel da religião na vida pública.
As chamadas guerras culturais - a oposição entre valores tradicionais e valores seculares -, que nos anos 1970 e 80 impulsionaram um renascimento do movimento conservador nos EUA, voltam a ser motivo de disputa política. Por que os EUA  voltam a falar de questões como o uso dos anticoncepcionais, um debate que estava encerrado há décadas? Uma explicação é que a maior economia do mundo começa a oferecer sinais animadores.
O desemprego baixa e o Produto Interno Bruto sobe. A recuperação ainda é incerta, mas projeta algumas dúvidas sobre um dos argumentos centrais da campanha: que o presidente Barack Obama é um incompetente e que três anos depois de chegar à Casa Branca deixa a economia em pior situação do que a encontrou. Não é que de repente o democrata tenha se transformado em um gênio: o desemprego continua elevado, o déficit descontrolado e os argumentos para questionar sua política são sólidos.

Mas nas últimas semanas, diante da melhora dos dados, as críticas perderam força. Por isso os republicanos buscaram outro flanco, além do econômico, pelo qual atacar o presidente. No processo de eleições primárias e caucus (assembleias eletivas) que começou em janeiro e poderá se prolongar até junho, os eleitores costumam ser republicanos convictos, mais à direita do que o eleitor médio nas eleições gerais.

À falta de um discurso econômico atraente, a religião e o que aqui chamam de valores ou temas sociais sempre podem funcionar com esse eleitorado. Que Rick Santorum, ex-senador pela Pensilvânia e pai de sete filhos, seja candidato também ajuda. Santorum é o homem da direita religiosa na corrida republicana para a nomeação.

É católico, e admirador de Josemaría Escrivá de Balaguer. Algumas de suas posições lhe valeram críticas não só da esquerda como também de republicanos moderados. Santorum se opõe ao aborto inclusive em casos de violação e incesto.

Embora defenda a legalidade dos anticoncepcionais, declarou: "Não creio que seja algo saudável para o país". Também equiparou as relações homossexuais com a poligamia e o incesto.

São posições das quais a maioria dos americanos se sente afastada, mas que representam a preocupação central de um segmento da população que se conduz pela Bíblia na hora de votar. O católico Santorum se sente muito perto desses eleitores, que em boa parte pertence a igrejas evangélicas. Para o candidato, assim como para muitos evangélicos, a religião ocupa um lugar central na vida pública. Separar ambos os campos é uma aberração.

Esse é o significado da polêmica declaração deste fim de semana, quando Santorum vilipendiou o famoso discurso de John F. Kennedy durante a campanha de 1960. Kennedy lutava então contra os receios pelo fato de ser católico. Alguns protestantes o retratavam como um agente do Vaticano. No discurso, aquele que foi o único presidente católico dos EUA reiterou sua crença na separação da Igreja e do Estado - princípio fundamental do país - e disse que nenhum funcionário público deveria aceitar instruções do papa ou de outro líder eclesiástico.

"Dizer que as pessoas de fé não têm nenhum papel na praça pública?", disse Santorum na rede ABC depois de se referir ao discurso de Kennedy. "Me faz vomitar." A deriva preocupa o estabelecimento republicano, convencido de que se Santorum se impuser a seu favorito, Mitt Romney, na nomeação, nas presidenciais de novembro Obama ocupará o centro com comodidade e ganhará sem problemas.
Rick Santorum sabe tocar algumas fibras sensíveis do eleitorado mais direitista, e o faz quando critica a defesa que Kennedy fez em 1960 da separação entre Igreja e Estado. Ou quando no mesmo fim de semana qualificou de esnobe o presidente Obama, por ter dito que gostaria que todo mundo recebesse algum tipo de educação superior. Santorum afirma que nem todos os americanos estão capacitados ou querem ir para a universidade. Podem se realizar em outros âmbitos.
Também afirma que em muitas universidades professores progressistas "tentam doutrinar" seus filhos. "Entendam por que ele quer que vão para a universidade. Quer fazê-los a sua imagem e semelhança", disse.
Também retoma a velha tradição do antielitismo e anti-intelectualismo da direita americana. Desde Joe McCarthy até Sarah Palin, a arrogância do conhecimento foi suspeita para uma parte do país.
Tradução: UOL

Segunda-feira, Fevereiro 27, 2012

Projeto de lei defende a liberdade de escolha de tratamento para gays

O paciente deita no divã e pede: não quer mais ser gay. O psicólogo deve ajudá-lo a reverter a orientação sexual? Parlamentares evangélicos dizem que sim e tentam reverter uma resolução do Conselho Federal de Psicologia.

Um projeto de decreto legislativo quer sustar dois artigos instituídos em 1999 pelo órgão. Eles proíbem emitir opiniões públicas ou tratar a homossexualidade como um transtorno.
Segundo o projeto do deputado João Campos (PSDB-GO), líder da Frente Parlamentar Evangélica, o conselho "extrapolou seu poder regulamentar" ao "restringir o trabalho dos profissionais e o direito da pessoa de receber orientação profissional".

O conselho de psicologia questiona se o projeto pode interferir na sua autonomia. Para o presidente do órgão, Humberto Verona, estão lá normas éticas para combater "uma intolerância histórica".

Deve-se curar a "síndrome de patinho feio", e não "a homossexualidade em si", diz Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais. Para ele, é o preconceito que leva um gay a procurar tratamento.
"[Ninguém diz] 'cansei de ser hétero, vim aqui me transformar'", completa Verona.

[...]

Para o pastor e deputado Roberto de Lucena (PV-SP), cruel é deixar "um homem em conflito" ao léu psicológico. Ele é relator do projeto de Campos, hoje sob análise da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara.

A princípio, Lucena crê que os pais têm o direito de mandar seus filhos para redirecionamento sexual. Mas reconhece que o tema deve ser discutido em audiência pública, prevista para as próximas semanas em Brasília.


NOTA:o bom senso já justificaria apoio a este projeto de lei que defende a liberdade de escolha para quem busca e para o profissional que oferece tratamento para a homossexualidade. De outra forma estaremos todos debaixo da "ditadura gayzista" que está sendo estabelecida no mundo... 

Bilionários investem em solução tecnológica para aquecimento global

Um pequeno grupo de climatologistas, com o apoio financeiro de bilionários como Bill Gates, está fazendo lobby para que governos e órgãos internacionais apoiem experimentos para manipular o clima da Terra.

Os pesquisadores defendem métodos de geoengenharia (literalmente, "engenharia da Terra"), como borrifar a atmosfera com milhões de toneladas de partículas de dióxido de enxofre, capazes de barrar parte da luz do Sol e resfriar o planeta.

O argumento deles é que, com os riscos do aquecimento global e a dificuldade de reduzir a queima de combustíveis fósseis que o causa, é preciso um plano B se o mundo quiser evitar a mudança climática catastrófica.

É uma abordagem controversa. Outros cientistas e ambientalistas temem que, em vez de resolver o problema, a técnica acabe alterando padrões de chuva e causando mudanças climáticas ainda mais desagradáveis.

"Há muita coisa em jogo, e os cientistas que defendem a geoengenharia não são as melhores pessoas para lidar com as questões sociais e éticas que ela pode trazer à baila", diz Doug Parr, cientista-chefe do Greenpeace.

Além de Bill Gates, outros milionários e bilionários, como o britânico Sir Richard Branson, da Virgin, e Niklas Zennström, cofundador do sistema de telefonia online Skype, ajudaram a financiar relatórios que avaliam o potencial de uso das tecnologias de geoengenharia.

David Keith, da Universidade Harvard, e Ken Caldeira, da Universidade Stanford, são os dois principais defensores do incremento das pesquisas sobre geoengenharia.

Por enquanto, receberam quase US$ 5 milhões de dólares de Gates para gerir o Ficer (sigla inglesa de Fundo para Pesquisa Inovadora em Clima e Energia).

Quase metade do dinheiro do Ficer, que vem dos fundos pessoais de Gates, foi usado para financiar as pesquisas de Keih e Caldeira. O resto está sendo distribuído para outros cientistas defensores de intervenções de larga escala no clima da Terra. Keith também é presidente de uma empresa de geoengenharia, a Carbon Engineering, que tem Bill Gates como um de seus principais acionistas.



A preocupação dos críticos do lobby é que os cientistas teriam uma tendência a superestimar a eficiência da geoengenharia, já que poderiam lucrar com as patentes da tecnologia caso ela fosse colocada em prática.

"Há conflitos de interesse claros entre muitas das pessoas envolvidas nesse debate", diz Diana Bronson, pesquisadora do grupo canadense ETC, crítico de tecnologias emergentes como nanotecnologia e geoengenharia.

"Todo cientista tem algum conflito de interesse, porque todos nós gostaríamos de ver mais recursos indo para o estudo de coisas que achamos interessantes", rebate o climatologista Ken Caldeira.


"Eu acho que tenho influência demais, e não de menos. Faz muitos anos que defendo que as emissões de dióxido de carbono [principais causadoras do aquecimento] deveriam ser ilegais, mas ninguém nunca me ouviu", completa Caldeira.

O cientista também diz que, caso suas patentes de geoengenharia sejam utilizadas, doará todos os lucros para ONGs e organizações de caridade. "Não tenho expectativa nenhuma e nenhum interesse de criar uma fonte pessoal de renda a partir do uso das minhas patentes de modificação climática", diz o climatologista.



Fonte: The Guardian


(Tradução em sergyovitro.blogspot)


NOTA: Manipular o clima da Terra? Será isso uma estratégia para desviar a mente das pessoas de outra possível manipulação? (Veja também: "Armas Climáticas")

Quarta-feira, Fevereiro 22, 2012

Candidato a presidência do Egito ameaça lutar contra Israel e os EUA

O candidato a presidência do Egito Tawfiq Okasha declarou na semana passada que o Exército egípcio se engajará em um conflito armado contra Israel, os EUA e a União Européia dentro de três meses.
  
Na declaração feita ao MEMRI (The Middle East Media Research Institute), em 9 de fevereiro, Okasha também afirmou que  "como os nazistas, os judeus buscam governar e dominar o mundo”.

“O princípio de Hitler era que a melhor raça deveria tornar-se senhora do mundo… Hitler estabeleceu o Nazismo para governar e dominar o mundo. Por outro lado, nós achamos que esta é precisamente a mesma filosofia dos sionistas e judeus que dizem: nós somos o povo semítico, nós somos os melhores no mundo, e nós devemos governar e dominar o mundo, porque os semitas são os reis da Terra e de tudo que está sobre ela”, ele afirmou [...]

Ele, então, declarou: "a partir de hoje, o esforço de guerra do povo já começou. Isto é essencial, um esforço de guerra! "


"Esta é uma batalha feroz e amarga que começou sem qualquer disparo, mas vai acabar com tiros. Digo isso aqui e agora, o exército egípcio vai abrir fogo contra os exércitos dos inimigos ", proclamou.


Quando perguntado exatamente quando um conflito armado começaria, ele respondeu: "dentro de três meses."


Fonte: Arutz Sheva 

História da música "Amazing Grace"

"Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, pela graça sois salvos". (Ef 2:4, 5)


Sexta-feira, Fevereiro 17, 2012

Ex-presidente dos EUA teria se encontrado com extraterrestres

O 34º presidente norte-americano, Dwight Eisenhower, encontrou-se várias vezes com extraterrestres nas bases militares do país e se comunicava mentalmente com eles, afirma Timothy Good, ex-assessor do Pentágono e do Congresso dos EUA e ufólogo. Segundo Good, Eisenhower manteve o total de três encontros com extraterrestres, todos em 1954, no estado do Novo México.


Ainda que não exista evidência alguma destes contatos, Good assegura que o ex-presidente norte-americano chegou mesmo a organizar com a ajuda do FBI uma reunião interplanetária, que aconteceu na Base Aérea de Holloman com a presença de "muitas testemunhas".
O ufólogo ainda afirma que os extraterrestres visitam a Terra desde muito tempo e que tem mantido contato não apenas com chefes de Estado, mas também com pessoas comuns.
"90% das histórias sobre avistamentos de OVNIS se podem explicar cientificamente, porém milhões de pessoas em todo o mundo os tem visto em realidade", afirmou Good. 

Descanso dominical no Chile

O descanso dominical para os trabalhadores do comércio é algo que desde o ano passado está sendo estudado no Chile. A proposta originária partiu do presidente da Confederação Nacional para que o comércio não abra as portas aos domingos, que os trabalhadores possam ter um dia livre e assim possam descansar adequadamente e passar mais tempo com a família.

A princípio, a proposta é que os estabelecimentos comerciais com uma superfície maior que mil metros deveriam fechar as portas aos domingos, porém eu creio que a noticia de que a Argentina aprovou a mesma medida para estabelecimentos de 100 metros, a mim me parece espetacular. Isto significa que o comerciante que desejar abrir seu estabelecimento poderá fazê-lo, porém sempre que o fizer não será o empregado quem trabalhará [...]


A ideia da Confederação Nacional é que este projeto avance e se concretize. Sabemos que teremos uma luta e uma série de obstáculos com as grandes empresas, porque se olharmos para o mundo, o Chile neste sentido está muito atrasado, estamos a anos-luz do que está ocorrendo na Europa e em outros países e a ideia é copiar o que é bom e não o que é mau [...]


Fonte: El Observador

Quarta-feira, Fevereiro 15, 2012

Obama compra briga com a Igreja Católica

Barack Obama é um cristão que milhões de americanos insistem em considerar muçulmano. Mitt Romney pertence à igreja Mórmon, que muitos americanos consideram um culto não-cristão. A campanha eleitoral deste ano é sem dúvida uma em que os dois candidatos principais não têm interesse em falar de religião. Mas quando se trata de política, algumas oportunidades são boas demais para deixar passar. Se um dia houve chances para um pacto de não-agressão religiosa, elas evaporaram depois que uma recente decisão de Obama deu novo e poderoso material para aqueles que gostam de acusá-lo de estar lutando uma “guerra contra a religião”.


A decisão em questão foi um presente para os republicanos não só porque é controversa em si, mas também porque vem do já mal-amado Ato de Proteção ao Paciente e Tratamento Acessível, ou “Obamacare”, como foi apelidado. Os Republicanos dizem que vão revogar o Obamacare porque sua ideia central – obrigar todo mundo a ter seguro de saúde, sob pena de multa – é uma violação da liberdade individual. Agora o Departamento de Saúde e Serviços Humanos plantou na legislação sementes de algo que seus críticos dizem ser ainda mais questionável: nada menos do que uma violação da liberdade religiosa.
O Ato de Proteção ao Paciente determina que empregadores paguem o seguro de saúde de seus funcionários (ou sejam multados), e permite que o governo estabeleça padrões mínimos de cobertura do mesmo seguro. No verão passado o departamento de saúde decretou que as novas políticas de seguro de saúde deveriam cobrir serviços de controle de natalidade para mulheres, incluindo a pílula do dia seguinte (que muitos anti-aborcionistas consideram uma forma de aborto) e esterilização. Igrejas estão isentas; mas hospitais, escolas e universidades filiados a igrejas, a maioria das quais têm empregados, estudantes e pacientes de religiões diversas, não estão. Quando a nova lei for efetivada, em 2013, eles terão que incluir esses serviços nos seus planos de saúde, sem custos adicionais para os funcionários.
Essa decisão perturbou muita gente, mas a Igreja Católica está particularmente furiosa. “Nunca antes na história,” diz Timothy Dolan, presidente da Conferência de Bispos Católicos, “o governo federal tinha forçado indivíduos e organizações a comprar um produto no mercado que vai contra sua consciência.” Cartas raivosas de bispos foram lidas de púlpitos ao redor do país. Tendo conquistado seu voto com 54% contra 45% nas eleições de 2008, Obama pode agora ter problemas séries com os 70 milhões de católicos dos Estados Unidos. Peggy Noonan, colunista do Wall Street Journal, acha que essa decisão pode chegar a lhe custar a eleição [...]
Tradução: Opinião e Notícia

Terça-feira, Fevereiro 14, 2012

Ministra do Egito acusa EUA de financiar ONGs para provocar caos

A ministra de Planejamento e Cooperação Internacional do Egito acusou os Estados Unidos de financiarem organizações não governamentais, criando um estado de caos prolongado depois de um levante popular contra Hosni Mubarak, disse a imprensa oficial nesta segunda-feira. A ministra Fayza Abul Naga, considerada a instigadora de uma investigação judicial contra 44 ativistas, incluindo 19 americanos, fez a acusação em declarações a juízes.
Abul Naga, uma das poucas ministras que atuou durante o governo do presidente Mubarak, acrescentou que os Estados Unidos e Israel queriam desviar o levante egípcio para servir a seus próprios interesses. "O levante do dia 25 de janeiro foi uma surpresa para os Estados Unidos, e escapou do seu controle quando se transformou em uma revolução popular", disse a ministra, segundo a agência Mena.
"Então os Estados Unidos decidiram empregar todos os seus recursos e instrumentos para conter a situação e conduzi-la em um sentido que servisse aos interesses americanos e também israelenses", acrescentou. "Os Estados Unidos e Israel não podiam criar um estado de caos e trabalhar para mantê-lo no Egito, por isso financiaram diretamente organizações, em especial americanas, como uma maneira de alcançar esses objetivos", acrescentou a ministra, citada pela Mena.
A agência acrescentou que, segundo as conclusões de uma investigação judicial sobre as ONGs, os Estados Unidos desviaram uma ajuda prometida para infraestruturas às organizações não governamentais. Segundo um dos magistrados encarregados do caso, Sameh Abu Zeid, essas associações são acusadas de terem atuado "sem autorização" para realizar "atividades puramente políticas sem relação com um trabalho com a sociedade civil".
O julgamento pendente contra 44 ativistas, entre eles 19 americanos acusados de financiamento ilegal de ONG, aprofundou as diferenças entre estes dois aliados tradicionais. O Departamento de Estado norte-americano alertou que processar membros da ONG poderia pôr em perigo a ajuda ao Egito. (Terra)


"Os EUA destinaram cerca de 175 milhões de dólares a ONGs egípcias e norte-americanas no Egito entre 2005 e 2011 - 105 milhões dos quais entre fevereiro e setembro de 2011 [período da revolução]", ela acrescentou. (The Egyptian Gazzete)


NOTA: O Egito está começando perceber que a "revolução popular" foi, na verdade, manipulada (ou mesmo provocada) pelos EUA. Isso levará o Egito para mais longe dos EUA e para mais perto da profecia de Daniel 11: quando o "rei do norte" (Vaticano manipulando a OTAN) atacar o Oriente Médio e o norte da África "a terra do Egito não escapará" (Dn 11:42)...