O corpo de elite iraniano da Guarda Revolucionária elaborou planos para afundar um petroleiro no Golfo e criar assim uma catástrofe ecológica, afirma a revista alemã Der Spiegel. A revista, que cita fontes dos serviços de inteligência ocidentais, destaca que o plano ultrassecreto, cujo nome de código é "Água Suja", pretende impedir a passagem de navios pelo Golfo, rico em combustíveis, e obrigar os países ocidentais a iniciar uma gigantesca operação de limpeza.
A Spiegel afirma que a Guarda Revolucionária está convencida de que isto levaria os países ocidentais a suspender as sanções impostas ao Irã pelo controverso programa nuclear, que este ano começaram a provocar um forte impacto na economia iraniana. O plano, elaborado pelo comandante da Guarda, o general Mohamad Ali Jafari, e pelo almirante Ali Fadavi, chefe da força marítima da organização, também pretende "punir" os Estados árabes do Golfo pelo apoio ao Ocidente e a Israel, segundo a revista.
Uma operação de limpeza só poderia acontecer com a ajuda técnica do Irã, o que exigiria a suspensão temporária das sanções, de acordo com a publicação. Jafari e Fadavi entregaram o plano ao líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, que terá a palavra final sobre a aplicação ou não do mesmo, destacou a revista.
Fonte: Terra
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domingo, outubro 14, 2012
sábado, outubro 13, 2012
Secretário de Defesa americano alerta: "Estamos em um pré-11/set"
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Leon Panetta, afirmou na noite de quinta-feira (horário de Washington) que o país deve preparar-se para um "significante aumento de ameaças virtuais" e alertou que os EUA perseguirão agressivamente os perpetradores - o que especialistas consideram ter sido uma advertência velada ao Irã.
Os ataques contra bancos e empresas dos EUA e seus aliados demonstram a necessidade de uma postura militar mais agressiva para defender as redes norte-americanas e retaliar os grupos ou governos que empregam os hackers, disse Panetta para empresários reunidos em Nova York.
Ele comparou a atual situação com aquela que antecedeu o 11 de setembro: "Este é um momento pré-11/09. Os inimigos estão tramando". "Nós não estávamos prontos (na época). E sofremos consideravelmente por aquela falta de atenção. Não podemos deixar isso acontecer de novo."
Em seu discurso, o secretário de Defesa ligou o ataque contra a petrolífera estatal da Arábia Saudita, a Aramco, ao governo iraniano. Em agosto, o vírus Shamoon espalhou-se pela rede da companhia e infectou mais de 30 mil computadores. As informações são da Associated Press e Dow Jones.
Fonte: A Tarde
NOTA: A maior preocupação é os EUA patrocinarem um ciberataque do tipo falsa-bandeira apenas para arrumar o pretexto final para uma guerra de maior envergadura no Oriente Médio e norte da África. O que não seria nenhuma novidade...
Os ataques contra bancos e empresas dos EUA e seus aliados demonstram a necessidade de uma postura militar mais agressiva para defender as redes norte-americanas e retaliar os grupos ou governos que empregam os hackers, disse Panetta para empresários reunidos em Nova York.
Ele comparou a atual situação com aquela que antecedeu o 11 de setembro: "Este é um momento pré-11/09. Os inimigos estão tramando". "Nós não estávamos prontos (na época). E sofremos consideravelmente por aquela falta de atenção. Não podemos deixar isso acontecer de novo."
Em seu discurso, o secretário de Defesa ligou o ataque contra a petrolífera estatal da Arábia Saudita, a Aramco, ao governo iraniano. Em agosto, o vírus Shamoon espalhou-se pela rede da companhia e infectou mais de 30 mil computadores. As informações são da Associated Press e Dow Jones.
Fonte: A Tarde
NOTA: A maior preocupação é os EUA patrocinarem um ciberataque do tipo falsa-bandeira apenas para arrumar o pretexto final para uma guerra de maior envergadura no Oriente Médio e norte da África. O que não seria nenhuma novidade...
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