quarta-feira, novembro 23, 2011

A rede do poder corporativo mundial

* Ladislau Dowbor

"Há uma grande diferença entre suspeitar a existência de um fato, e demonstrá-lo empiricamente" (1)

Todos temos acompanhado, décadas a fio, as notícias sobre grandes empresas comprando-se umas às outras, formando grupos cada vez maiores, em princípio para se tornarem mais competitivas no ambiente cada vez mais agressivo do mercado. Mas o processo, naturalmente, tem limites. Em geral, nas principais cadeias produtivas, a corrida termina quando sobram poucas empresas, que em vez de guerrear, descobrem que é mais conveniente se articularem e trabalharem juntas, para o bem delas e dos seus acionistas. Não necessariamente, como é óbvio, para o bem da sociedade.

Controlar de forma organizada uma cadeia produtiva gera naturalmente um grande poder econômico, político e cultural. Econômico por meio do imenso fluxo de recursos – maior do que o PIB de muitos países – político pela apropriação de grande parte dos aparelhos de Estado, e cultural pelo fato de a mídia de massa mundial criar, com pesadíssimas campanhas publicitárias – financiadas pelas empresas, que incluem os custos nos preços de venda –, uma cultura de consumo e dinâmicas comportamentais que lhes interessa, e que gera boa parte do desastre planetário que enfrentamos.

Uma característica básica do poder corporativo é o quanto é pouco conhecido. As Nações Unidas tinham um departamento, UNCTC (United Nations Center for Transnational Corporations), que publicava, nos anos 1990, um excelente relatório anual sobre as corporações transnacionais. Com a formação da Organização Mundial do Comércio, simplesmente fecharam o UNCTC e descontinuaram as publicações. Assim, o que é provavelmente o principal núcleo organizado de poder do planeta deixou simplesmente de ser estudado, a não ser por pesquisas pontuais dispersas pelas instituições acadêmicas, e fragmentadas por países.

O documento mais significativo que hoje temos sobre as corporações é o excelente documentário A Corporação (The Corporation), estudo científico de primeira linha, que em duas horas e doze capítulos mostra como funcionam, como se organizam, e que impactos geram. Outro documentário excelente, Trabalho Interno (Inside Job), que levou o Oscar de 2011, mostra como funciona o segmento financeiro do poder corporativo, mas limitado essencialmente a mostrar como se gerou a presente crise financeira. Temos também o clássico do setor, Quando as Corporações Regem o Mundo (When Corporations Rule the World) de David Korten. Trabalhos deste tipo nos permitem entender a lógica, geram a base do conhecimento disponível.

Mas nos faz imensa falta a pesquisa sistemática sobre como as corporações funcionam, como se tomam as decisões, quem as toma, com que legitimidade. O fato é que ignoramos quase tudo do principal vetor de poder mundial que são as corporações.

É natural e saudável que tenhamos todos uma grande preocupação em não inventarmos conspirações diabólicas, maquinações maldosas. Mas, ao vermos como os principais setores de atividade corporativa se reduziram a poucas empresas extremamente poderosas, começamos a entender que se trata sim de poder político. Agindo no espaço planetário, e na ausência de governo mundial, manejam grande poder sem nenhum controle significativo.

A pesquisa do ETH (Instituto Federal Suíço de Pesquisa Tecnológica) (2) vem pela primeira vez nesta escala iluminar a área com dados concretos. A metodologia é muito interessante. Selecionaram 43 mil corporações no banco de dados Orbis 2007, de 30 milhões de empresas, e passaram a estudar como se relacionam: o peso econômico de cada entidade, a sua rede de conexões, os fluxos financeiros, e em que empresas têm participações que permitem controle indireto. Em termos estatísticos, resulta um sistema em forma de bow-tie¸ ou “gravata borboleta”, onde temos um grupo de corporações no “nó”, e ramificações para um lado que apontam para corporações que o “nó” controla, e ramificações para outro que apontam para as empresas que têm participações no “nó”.

A inovação, é que a pesquisa aqui apresentada realizou este trabalho para o conjunto das principais corporações do planeta, e expandiu a metodologia de forma a ir traçando o mapa de controles do conjunto, incluindo a escada de poder que às vezes corporações menores detêm, ao controlarem um pequeno grupo de empresas que por sua vez controla uma série de outras empresas e assim por diante. O que temos aqui é exatamente o que o título da pesquisa apresenta, “a rede do controle corporativo global”.

Em termos ideológicos, o estudo está acima de qualquer suspeita. Antes de tudo, é importante mencionar que o ETH de Zurique faz parte da nata da pesquisa tecnológica no planeta, em geral colocado em segundo lugar depois do MIT dos Estados Unidos. Os pesquisadores do ETH detêm 31 prêmios Nobel, a começar por Albert Einstein. A equipe que trabalhou no artigo entende tudo de mapeamento de redes e da arquitetura de poder que resulta. Stefano Battiston, um dos autores, assina pesquisas com J. Stiglitz, ex-economista chefe do Banco Mundial. O presente artigo, com dez páginas, é curto para uma pesquisa deste porte, mas é acompanhado de 26 páginas de metodologia, de maneira a deixar transparentes todos os procedimentos. E em nenhum momento tiram conclusões políticas apressadas: limitam-se a expor de maneira muito sistemática o mapa do poder que resulta, e apontam as implicações.

A pesquisa é de difícil leitura para leigos, pela matemática envolvida. Pela importância que representa para a compreensão de como se organiza o poder corporativo do planeta, resolvemos expor da maneira mais clara possível os principais aportes, ao mesmo tempo que disponibilizamos abaixo o link do artigo completo.

O que resulta da pesquisa é claro: “A estrutura da rede de controle das corporações transnacionais impacta a competição de mercado mundial e a estabilidade financeira. Até agora, apenas pequenas amostras nacionais foram estudadas e não havia metodologia apropriada para avaliar globalmente o controle. Apresentamos a primeira pesquisa da arquitetura da rede internacional de propriedade, junto com a computação do controle que possui cada ator global. Descobrimos que as corporações transnacionais formam uma gigantesca estrutura em forma de gravata borboleta (bow-tie), e que uma grande parte do controle flui para um núcleo (core) pequeno e fortemente articulado de instituições financeiras. Este núcleo pode ser visto como uma “superentidade” (super-entity), o que levanta questões importantes tanto para pesquisadores como para os que traçam políticas.(3)

Para demostrar como este travamento acontece, os autores analisam a estrutura mundial do controle corporativo. O controle é aqui definido como participação dos atores econômicos nas ações, correspondendo “às oportunidades de ver os seus interesses predominarem na estratégia de negócios da empresa”. Ao desenhar o conjunto da teia de participações, chega-se à noção de controle em rede. Esta noção define o montante total de valor econômico sobre o qual um agente tem influência.

O modelo analisa o rendimento operacional e o valor econômico das corporações, detalha as tomadas mútuas de participação em ações (mutual cross-shareholdings) identificando as unidades mais fortemente conectadas dentro da rede. “Este tipo de estruturas, até hoje observado apenas em pequenas amostras, tem explicações tais como estratégias de proteção contra tomadas de controle (anti-takeover strategies), redução de custos de transação, compartilhamento de riscos, aumento de confiança e de grupos de interesse. Qual seja a sua origem, no entanto, fragiliza a competição de mercado… Como resultado, cerca de 75% da propriedade das firmas no núcleo ficam nas mãos de firmas do próprio núcleo. Em outras palavras, trata-se de um grupo fortemente estruturado (tightly-nit) de corporações que cumulativamente detêm a maior parte das participações umas nas outras” (4).

Este mapeamento leva, por sua vez, à análise da concentração do controle. À primeira vista, sendo firmas abertas com ações no mercado, imagina-se um grau relativamente distribuído também do poder de controle. O estudo buscou “quão concentrado é este controle, e quem são os que detêm maior controle no topo”. Isto é uma inovação relativamente aos numerosos estudos anteriores que mediram a concentração de riqueza e de renda. Segundo os autores, não há estimativas quantitativas anteriores sobre o controle. O cálculo consistiu em identificar qual a fração de atores no topo que detém mais de 80% do controle de toda a rede. Os resultados são fortes. Encontramos que apenas 737 dos principais atores (top-holders) acumulam 80% do controle sobre o valor de todas as ETNs… Isto significa que o controle em rede (network control) é distribuído de maneira muito mais desigual do que a riqueza. Em particular, os atores no topo detêm um controle dez vezes maior do que o que poderia se esperar baseado na sua riqueza (5).

Combinando o poder de controle dos atores no topo (top ranked actors) com as suas interconexões, “encontramos que, apesar de sua pequena dimensão, o núcleo detém coletivamente uma ampla fração do controle total da rede. No detalhe, quase 4/10 do controle sobre o valor econômico das ETNs do mundo, por meio de uma teia complicada de relações de propriedade, está nas mãos de um grupo de 147 ETNs do núcleo, que detém quase pleno controle sobre si mesmo. Os atores do topo dentro do núcleo podem assim ser considerados como uma “superentidade” na rede global das corporações. Um fato adicional relevante neste ponto é que três quartos do núcleo são intermediários financeiros”.




Capitalismo revelado

Exemplo de apenas algumas conexões financeiras internacionais. Em vermelho, grupos europeus, em azul norte-americanos, outros países em verde. A dominância dos dois primeiros é evidente, e muito ligada à crise financeira atual. Somente uma pequena parte dos links é aqui mostrada. Fonte Vitali, Glattfelder e Fattiston.

Saber que as corporações regem o planeta não é novidade. Saber como estão articuladas, quem são e quanta riqueza e poder controlam, bem como as ramificações das suas decisões, devidamente quantificado e demonstrado, é novidade sim, e ajuda imensamente na luta por uma economia que funcione. Este poder articulado explica muito melhor para os não economistas do planeta porque não se conseguem os 300 bilhões anuais que liquidariam a miséria no planeta, e se transferem em meses trilhões para banqueiros que sequer reinvestem, e aprofundam a especulação e a desorganização econômica.

Os números em si são muito impressionantes, e estão gerando impacto no mundo científico, e vão repercutir inevitavelmente no mundo político. Os dados não só confirmam como agravam as afirmações dos movimentos de protesto que se referem ao 1% que brinca com os recursos dos outros 99%. O New Scientist reproduz o comentário de um dos pesquisadores, Glattfelder, que resume a questão: “com efeito, menos de 1% das empresas consegue controlar 40% de toda a rede”. E a maioria são instituições financeiras, entre as quais Barclays Bank, JPMorgan Chase&Co, Goldman Sachs e semelhantes(3).

Algumas implicações são bastante evidentes. Assim, ainda que na avaliação do New Scientist as empresas se comprem umas às outras por razões de negócios e não para dominar o mundo, não ver a conexão entre esta concentração de poder econômico e o poder político constitui evidente prova de miopia. Quando numerosos países, a partir dos anos Reagan e Thatcher, reduziram os impostos sobre os ricos, lançando as bases da trágica desigualdade planetária atual, não há dúvidas quanto ao poder político por trás das iniciativas. A lei recentemente passada nos Estados Unidos, que libera totalmente o financiamento de campanhas eleitorais por corporações, tem implicações igualmente evidentes. O desmantelamento das leis que obrigavam as instituições financeiras a fornecer informações e que regulavam as suas atividades passa a ter origens claras.

Outra conclusão importante refere-se à fragilidade sistêmica que geramos na economia mundial. Quando há milhões de empresas, há concorrência real, ninguém consegue “fazer” o mercado, ditar os preços, e muito menos ditar o uso dos recursos públicos. Esses desequilíbrios se ajustam com inúmeras alterações pontuais, assegurando uma certa resiliência sistêmica. Com a escala do poder corporativo, as oscilações adquirem outra dimensão. Por exemplo, com os derivativos em crise, boa parte dos capitais especulativos se reorientou para commodities, levando a fortes aumentos de preços, frequentemente atribuídos de maneira simplista ao aumendo da demanda da China por matérias-primas. A evolução recente dos preços de petróleo, em particular, está diretamente conectada a estas estruturas de poder(4).

Os autores trazem também implicações para o controle dos trustes, já que estas políticas operam apenas no plano nacional: “instituições antitruste ao redor do mundo acompanham de perto estruturas complexas de propriedade dentro das suas fronteiras nacionais. O fato de séries de dados internacionais bem como métodos de estudo de redes amplas terem se tornado acessíveis apenas recentemente, pode explicar como esta descoberta não tenha sido notada durante tanto tempo”. Em termos claros, estas corporações atuam no mundo, enquanto as instâncias reguladoras estão fragmentadas em 194 países, sem contar a colaboração simpática dos paraísos fiscais.

Outra implicação é a instabilidade financeira sistêmica gerada. Estamos acostumados a dizer que os grandes grupos financeiros são demasiado grandes para quebrar. Ao ver como estão interconectados, a imagem muda, é o sistema que é grande e poderoso demais para que não sejamos todos obrigados a manter os seus privilégios. “Trabalhos recentes têm mostrado que quando uma rede financeira é muito densamente conectada fica sujeita ao risco sistêmico. Com efeito, enquanto em bons tempos a rede parece robusta, em tempos ruins as empresas entram em desespero simultaneamente. Esta característica de ‘dois gumes’ foi constatada durante o recente caos financeiro.”

Ponto fundamental, os autores apontam para o efeito de poder do sistema financeiro sobre as outras áreas corporativas. “De acordo com alguns argumentos teóricos, em geral, as instituições financeiras não investem em participações acionárias para exercer controle. No entanto, há também evidência empírica do oposto. Os nossos resultados mostram que, globalmente, os atores do topo estão no mínimo em posição de exercer considerável controle, seja formalmente (por exemplo, votando em reuniões de acionistas ou de conselhos de administração) ou por meio de negociações informais.”

Finalmente, os autores abordam a questão óbvia do clube dos superricos. “Do ponto de vista empírico, uma estrutura em “gravata borboleta” com um núcleo muito pequeno e influente constitui uma nova observação no estudo de redes complexas. Supomos que possa estar presente em outros tipos de redes onde mecanismos de “ricos-ficam-mais-ricos” (rich-get-richer) funcionam… O fato de o núcleo estar tão densamente conectado poderia ser visto como uma generalização do fenômeno de clube dos ricos (rich-club phenomenon).” A presença esmagadora dos grupos europeus e norte-americanos neste universo sem dúvida também ajuda nas articulações e acentua os desequilíbrios.

Conclusões gerais a se tirar? Não faltam na internet comentários de que o fato de serem poucos não significa grande coisa. Na minha análise, é óbvio que se trata sim de um clube de ricos, e de muito ricos, que se apropriam de recursos produzidos pela sociedade em proporções inteiramente desproporcionais em relação ao que produzem. Trata-se também de pessoas que controlam a aplicação de gigantescos recursos, muito mais do que a sua capacidade de gestão e de aplicação racional. Um efeito mais amplo é a tendência de uma dominação geral dos sistemas especulativos sobre os sistemas produtivos. As empresas efetivamente produtoras de bens e serviços úteis à sociedade teriam todo interesse em contribuir para um sistema mais inteligente de alocação de recursos, pois são em boa parte vítimas indiretas do processo. Neste sentido, a pesquisa do ETH aponta para uma deformação estrutural do sistema, e que terá em algum momento de ser enfrentada.

E quanto ao que tanto preocupa as pessoas, a conspiração? A grande realidade que sobressai da pesquisa é que nenhuma conspiração é necessária. Ao estarem organizados em rede, e com um número tão diminuto de pessoas no topo, não há nada que não se resolva no campo de golfe no fim de semana. Esta rede de contatos pessoais é de enorme relevância. Mas sobretudo os interesses são comuns, e não é necessária nenhuma conspiração para que os defendam solidariamente, como na batalha já mencionada para se reduzir os impostos que pagam os muito ricos, ou para se evitar taxação sobre transações financeiras, ou ainda para evitar o controle dos paraísos fiscais. [grifo acrescentado]

O caos financeiro planetário, em última instância, tem uma base muito organizada. No pânico gerado, debatem-se as políticas de austeridade, as dívidas públicas, a irresponsabilidade dos governos, deixando na sombra o ator principal, as instituições de intermediação financeira. No início do pânico da crise financeira, em 2008, a publicação do FMI Finance & Development estampou na capa em letras garrafais a pergunta “Who’s in charge?”, insinuando que ninguém está coordenando nada. Para o bem ou para o mal, a pergunta está respondida. [grifo acrescentado]

Anexo


Abaixo, as primeiras 50 corporações listadas. Note-se que na classificação por setor (NACE Code), os números que começam por 65, 66 e 67 correspondem a instituições financeiras. Lehman Brothers tem direito a uma nota a parte dos autores.





Notas

[1] Vitali, Glattfelder e Battiston. Veja aqui.

[2] S. Vitali, J.B Glattfelder e S. Battiston – The Network, of Global Corporate Control – Chair of Systems Design, ETH Zurich – corresponding author sbattiston@ethz.ch – O texto completo foi disponibilizado em arXiv em pré-publicação, e publicado pelo PloS One em 26 de outubro de 2011.

[3] New Scientist (em português e em inglês)

[4] O aumento do risco sistêmico nos grandes sistemas integrados é estudado por Stiglitz em Risk and Global Economic Architecture, 2010.

* Ladislau Dowbor é professor da PUC-SP nas áreas de economia e administração, e consultor de várias agências das Nações Unidas. Autor de "Democracia Econômica" e numerosos estudos disponíveis online em Dowbor.org ou Dowbor.org/wp

Fonte: Dowbor.org

segunda-feira, novembro 21, 2011

Rumores de guerra - Parte 3

Navios de guerra russos estão sendo aguardados para chegar em águas territoriais da Síria, afirmou uma agência de notícias síria na última quinta-feira, indicando que esse movimento representaria uma clara mensagem ao Ocidente de que Moscou resistiria a qualquer intervenção estrangeira no conflito civil do país. (Haaretz



O governo de Israel considera que "chegou a hora" de agir contra o Irã, afirmou este domingo o ministro da Defesa, Ehud Barak, que em entrevista concedida nos Estados Unidos se negou a descartar um ataque militar para deter o programa nuclear da República Islâmica. (Terra)


O comandante da força aérea da Guarda Revolucionária, o general Amir Ali Hadjizadeh, declarou que o Irã espera que Israel cometa o erro de atacar o país para enviar o país vizinho ao "lixo da história", informou a agência Fars.

"Uma de nossas grandes esperanças é que cometam tal ação, pois há muito tempo existe uma energia armazenada que esperamos utilizar para enviar os inimigos do Islã ao lixo da história", declarou o general, ao comentar as ameaças de ataques israelenses contra as instalações nucleares iranianas. "O desenvolvimento de nossas capacidades balísticas não cessará nunca", completou. (Terra)

sexta-feira, novembro 18, 2011

ONU quer nova moeda global para substituir o dólar

Em um relatório radical, a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) disse que o sistema monetário e as regras do capital que ligam a economia mundial não estão funcionando corretamente, e foram os grandes responsáveis pela crise econômica. E acrescenta que o sistema atual, em que o dólar funciona como moeda de reserva mundial, deveria ser sujeito a uma reconsideração por atacado.


Embora países como China e Rússia têm sugerido substituir o dólar como moeda de reserva mundial, com o relatório da UNCTAD é a primeira vez que uma grande instituição multinacional tem manifestado tal posição [...]


"Substituir o dólar por uma moeda artificial resolveria alguns dos problemas relacionados ao potencial de grandes déficits dos países, e ajudaria a estabilidade", disse Detlef Kotte, um dos autores do relatório.


"Mas você também vai precisar de um sistema de taxas de câmbio administradas. Os países deveriam manter taxas de câmbios reais (ajustadas pela inflação) estáveis. Os Bancos Centrais teriam de intervir, ou senão, uma instituição multilateral como o FMI lhes diria o que fazer" [...]


Fonte: The Telegraph 


NOTA: Essa recomendação reduziria a identidade nacional (até mesmo a soberania) dos países e aumentaria a centralização do poder econômico nas mãos da elite ocultista mundial (e por tabela, do Vaticano). Traduzindo: CONTROLE, CONTROLE, CONTROLE... Por que será que as chamadas "instituições multilaterais" ou o próprio Vaticano nunca mencionam a real causa do problema econômico? Só não vê quem não quer...

quinta-feira, novembro 17, 2011

Ministério da Fazenda espanhol quer reduzir o pagamento em dinheiro vivo

Os Técnicos do Ministério da Fazenda [Espanha] (GESTHA) estimam que a medida proposta pelo candidato socialista, Alfredo Pérez Rubalcaba, de proibir o pagamento em dinheiro vivo de faturas de mais de 3.000 euros para lutar contra a fraude, permitiria diminuir a taxa da economia informal em 5,1 pontos, de 23,3% atual (uma redução em termos percentuais de 21,9%), o que implica uma arrecadação adicional de uns 19,66 milhões de euros anuais [...]
Os Técnicos recordam que os governos da Grécia e da Itália aprovaram recentemente medidas semelhantes para reduzir a elevada economia informal em seus países. Assim, a Grécia proibiu as transações em dinheiro vivo superiores aos 1.500 euros a partir de janeiro de 2011. A Itália, por sua vez, anunciou que vai conter a evasão de impostos generalizada declarando ilegais as transações em dinheiro vivo de mais de 5.000 euros, reduzindo o limite atual de 12.500 euros - as grandes fortunas pediam que o limite fosse de apenas 300 euros. Igualmente, a Assembléia Nacional da França defende a proibição de pagamentos em dinheiro vivo acima de 3.000 euros para as pessoas e acima de 1.100 euros para os comerciantes [...]

Os Técnicos da Fazenda lembram também que na Espanha as notas de 500, o instrumento preferido pelos fraudadores para realizar negócios à margem do Fisco, representam 73,15% do dinheiro total em circulação, mais que o dobro da média da Eurozona (33,54%), e junto com as notas de 200, as notas grandes equivalem a 78,05% do dinheiro total em circulação na Espanha [...]
Fonte: Libre Mercado

NOTA: Já era esperado que no meio da crise financeira (das outras crises também) surgissem medidas prometendo mais segurança e salvação para o sistema, mas que no fundo contribuíssem para trazer MAIS CONTROLE SOBRE A POPULAÇÃO. As mudanças estão acontecendo rapidamente diante de nossos olhos e o poder opressor da Babilônia logo será sentido, proibindo aqueles que não concordarem com a adoração do sol (guarda do SUN-DAY) de comprar e vender (Ap 13:16 e 17). Quem viver verá...

quarta-feira, novembro 16, 2011

Três crises e a supremacia da Babilônia

A Babilônia moderna - o movimento religioso inspirado na antiga religião de mistério da Babilônia - está preparando o mundo para a chegada do anticristo. Em especial, três "crises" estão contribuindo para acelerar esse processo e  para provocar o caos e a desestabilização social da atual ordem mundial e, consequentemente, a implantação de uma "Nova Ordem". Com uma paternidade comum, essas três "crises" foram geradas (ou forjadas) e cresceram lentamente alcançando no estágio atual a sua maioridade - graças também à cumplicidade da mídia. A necessidade de "criar" um inimigo comum é sociologicamente fácil de se entender: O status quo é mantido pela submissão a uma sociedade e a seus valores. A submissão requer uma causa; e uma causa requer um inimigo. E melhor ainda se forem três:


1) Guerra contra o terrorismo: atingiu seu clímax com o 11 de setembro. Segundo o historiador Michael Scheuer que trabalhou para a CIA por vinte anos, "o maior inimigo dos EUA - o islã radical - nunca existiu, nem quando Bin Laden estava vivo nem agora". Os EUA tornaram-se mais tarde alvo de extremistas devido sua política externa expansionista e exploradora.

2) Crise ambiental: batizada de mudanças climáticas ou aquecimento global, atingiu seu clímax em 2007 com a divulgação do relatório da ONU (IPCC). Centenas de cientistas têm questionado a premissa básica desta "crise": que o homem é o culpado pelo aquecimento global.

3) Crise financeira: atingiu seu clímax atualmente com a crise na Europa, depois de ter feito vítimas também nos EUA (2008). Devido a intensidade com que está atingindo alguns países da União Européia, especialistas afirmam que pode provocar um "apocalipse econômico". Da mesma forma que as outras "crises", esta também é manipulada pela elite ocultista mundial (a serviço do Vaticano) - os donos dos grandes bancos centrais do mundo e detentores do poder especulativo do mercado. Note que no Apocalipse eles são chamados de "mercadores da terra" (18:3, 11, 15 e 23).

Essas três crises estão levando o mundo à máxima centralização do poder político-econômico-religioso, exatamente como na Babilônia antiga. Prova disso e também do envolvimento do Vaticano neste objetivo foi a recente defesa do próprio Vaticano de uma "autoridade política global" e um "Banco Central Mundial" para resolver o problema da crise financeira. "Solução" idêntica àquela defendida pela mídia secular (controlada pela elite ocultista). Por que será?

terça-feira, novembro 15, 2011

Grandes redes de lojas fecharão aos domingos em província Argentina


As grandes redes de lojas deverão permanecer fechadas aos domingos e feriados na província de Chaco após a aprovação da lei provincial de descanso dominical, afirmou hoje [13] a Confederação Argentina da Média Empresa (CAME).

A entidade destacou que a iniciativa era promovida em conjunto com a Federação Econômica de Chaco (Fechaco) e a Câmara de Comercio, Industria e Produção de Resistência [capital de Chaco].

A CAME enfatizou que promove esta mesma medida em âmbito nacional. [grifo acrescentado]

Em Chaco, a lei foi sancionada na quarta-feira e entrará em vigor a partir dos 270 dias da promulgação do Executivo.

“Até começar a vigorar apenas abrirão até as 13:00 h e fecharão incluindo os feriados de 24 e 31 de dezembro”, explicou a CAME em um comunicado.

A entidade enfatizou que “esta sanção foi o resultado de uma larga batalha para defender o trabalho digno e os pequenos e médios comerciantes que têm direito a descansar e compartilhar os domingos e feriados com suas famílias” [...]

Fonte: La Capital

NOTA: Embora a Lei Dominical prevista em Apocalipse 13:15-17 será primeiro estabelecida nos EUA, em vários países onde o catolicismo impera os preparativos já estão sendo feitos para reprodução da futura lei norte-americana... 

sexta-feira, novembro 11, 2011

Israel pode lançar ataque ao Irã logo após o Natal

Israel vai lançar uma ação militar logo após o Natal para impedir que o Irã desenvolva uma arma nuclear, alertaram chefes da inteligência britânica [...]


Um veterano do Gabinete de Negócios Estrangeiros revelou que ministros foram orientados a esperar uma ação militar israelense, e acrescentou:


"Nós estamos esperando algo já para o Natal ou logo no início do Ano Novo" [...]


Nas últimas semanas, fontes do Ministério da Defesa confirmaram que planos de contingência foram elaborados no evento em que o Reino Unido decidiu apoiar uma ação militar [...]


Sobre o plano dos países ocidentais para aumentar as sanções contra o Irã, Ahmadinejad disse: 


"Se vocês acham que podem mudar a situação do mundo colocando mais pressões sobre o Irã, estão mortalmente errados. A nação Iraniana não vai retroceder um mínimo" 


O Irã insiste que seu programa nuclear é para propósitos pacíficos, e não para produção de armas [...]


Fonte: Daily Mail

NOTA: "O mundo está agitado pelo espírito de guerra. A profecia do capítulo onze de Daniel atingiu quase o seu cumprimento completo. Logo se darão as cenas de perturbação das quais falam as profecias... Tremendas provas e aflições aguardam ao povo de Deus. O espírito de guerra está incitando as nações de um a outro extremo da Terra. Mas em meio ao tempo de angústia que está para vir - tempo de angústia qual nunca houve desde que existe nação - o povo escolhido de Deus ficará inabalável. Satanás e seu exército não o poderá destruir; pois anjos magníficos em poder o protegerão". Testemunhos para a Igreja, v. 9, p. 14 e 17.

quinta-feira, novembro 10, 2011

Numerólogos e esotéricos ansiosos pelo 11/11/11 às 11h11

Na próxima sexta-feira [amanhã], quando faltarem 49 minutos para o meio dia, o relógio marcará 11h11 do 11/11/11, um raro número que, para os adeptos das ciências ocultas, pode indicar a ocorrência de eventos menos comuns.

Para a maioria das pessoas é apenas uma coincidência de relógio e calendário que acontece uma vez a cada 100 anos, mas numerólogos e esotéricos procuram sinais do que isto pode significar.

Alguns acreditam no início de um humanismo renovado, de uma nova harmonia no mundo, a abertura de um portal para outra dimensão ou até, uma revolução da consciência.

Centenas de aficionados pelas ciências ocultas planeiam reunir-se neste dia para cerimónias e danças. Foram criadas várias páginas dedicadas a esta data no Facebook.

A Organização Nacional dos Cegos Espanhóis (ONCE) organizará uma lotaria especial com um prémio de 11 milhões de euros.

Os médiums e sacerdotes paranormais mais conhecidos comentaram sobre a importância da sincronia das 11h11 do dia 11/11/11 como Uri Geller e o americano Solara.

Fanáticos do "Spinal Tap", um filme de 1984 baseado em fatos reais e imaginários que descreve uma banda de hard rock para quem o número 11 tem um significado especial, também ressaltaram essa importância.

"Ter um número três vezes numa data é, sem dúvida, muito importante", disse Solara à AFP. "Vejo uma grande mudança na consciência do planeta e isto coincide com a data", acrescentou o médium.

Solara vive no Peru e mantém em segredo os seus planos para o dia 11/11/11. Revelou que grupos em mais de 50 países vão aproveitar a ocasião para sentar em silêncio e meditar.

Alguns numerólogos atribuem ao número 11 poderes paranormais que criarão um canal de comunicação com o subconsciente. Outros sustentam que o número representa a dualidade do bem e do mal na Humanidade.

Na internet, bloguers insistem no caráter místico do número 11, que pode estar associado aos desastres como os ataques do 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.

A profecia de São Malaquias, que no século XI previu que existiriam 112 papas antes do apocalipse bíblico, também foi citado. O atual papa, Bento XVI, é o número 111.

A data 11 é historicamente carregada de significados. Além dos atentados de 2001, o armistício da Primeira Guerra Mundial foi firmado às 11H00 da manhã do dia 11 de novembro de 1918.

"Existe uma sincronia interessante no fato de que muitos eventos estão associados com o número 11", observou Ellie Crystal, uma bloguer que se apresenta como exploradora da metafísica do mundo.

Para John Hoopes, professor de pensamento crítico na Universidade do Kansas, todas estas teorias pseudocientíficas são exemplos perfeitos do "viés de confirmação de hipóteses". É a tendência de privilegiar a informação que confirma as ideias pré-concebidas, sem levar em conta as outras que contradizem, afirmou.

Fonte: SAPO

NOTA: Como cristãos não acreditamos no poder oculto dos números. Ainda que na teologia bíblica os números tenham um significado especial (7 = perfeição, plenitude), a cosmovisão bíblica não atribui nenhum poder inerente aos números. Seria loucura adorar a criatura em lugar do Criador. Por outro lado, é de conhecimento dos leitores do Minuto Profético que as religiões de mistério e outros diversos segmentos ocultistas usam a simbologia dos números para representar conceitos e até mesmo seus deuses, atribuindo aos números em si um poder ocultista. E também que a elite ocultista juntamente com o Vaticano fazem uso desta numerologia inclusive ao planejarem eventos que estão relacionados com o estabelecimento da Nova Ordem Mundial - um governo mundial único, e uma religião de mistério universal única.


Sobre a data 11/11/11, podemos considerar as seguintes perguntas:


* Essa data possui algum significado ocultista?

* Há alguma evidência demonstrando que essa data pode ser usada pela elite ocultista para algum evento impactante?


* Vai realmente acontecer algo nesta data para o qual você deva se preparar?


Tentaremos responder cada uma destas perguntas.


1) Essa data possui algum significado ocultista?


A resposta é sim. Sob vários aspectos diferentes. Anteriormente já demonstramos que o número 11 é o número da Era de Aquário (Nova Era), da Nova Ordem Mundial. E quando é repetido três vezes (11 11 11), acredita-se que tenha maior poder.

Outro aspecto interessante é a ligação desta data com a adoração do sol. Os antigos adoradores do sol usavam os seguintes números para representar a sabedoria do seu deus: 6, 36, 111 e 666. É fácil de perceber que o número 11 11 11 também pode ser agrupado assim: 111 111. Sem falar que essa data cairá no dia da semana. Exatamente 36 sextas-feiras desde o tsunami do Japão ocorrido em 11/03 (contando a própria sexta-feira em que ocorreu aquele evento).

Se não bastasse tudo isso, há algo mais escondido nessa data. Alguns pesquisadores têm sustentado que o código binário usado em computação e eletrônica digital também é adotado por ocultistas como código para esconder da multidão outros números. O código binário é um sistema de numeração posicional em que qualquer número decimal pode ser representado com base apenas em dois números: 0 e 1 (0=apagado; 1=aceso). Então, os números decimais seriam representados assim:



Então, se considerarmos o 11 11 11 como código binário, que número decimal estaria representando? Exatamente o 666! Precisa dizer mais?

2) Há alguma evidência demonstrando que essa data pode ser usada pela elite ocultista para algum evento impactante?


A resposta também é sim. Mencionarei pelo menos três:

I) A convocação de vários ocultistas/esotéricos para a abertura de um portal nesta data (o portal aberto permite o contato com entidades/espíritos, e a evolução da consciência). Destaco a cidade de Sedona, no Arizona, que é um conhecido centro da Nova Era. (Em tempo: O Egito fecha pirâmide de Queóps por temor de festas esotéricas).

II) Em 1995, Steve Jackson, lançou no mercado norte-americano um jogo de cartas chamado "Illuminati - Nova Ordem Mundial". Com o passar dos anos tem se demonstrado que o inventor deste jogo conhece bem os planos da elite ocultista para o estabelecimento da Nova Ordem Mundial, porque muitas das cartas deste jogo realmente antecipam eventos e ações deste plano secreto. Duas destas cartas podem ter alguma relação com a data 11 11 11:




A carta acima, "Aproveite o tempo", mostra dois relógios sobrepostos, contendo apenas um ponteiro em cada um deles. Os dois estão apontando para o 11 (11:11).



A carta "Desastres combinados" mostra outro relógio indicando 11:11 h. Há quem veja semelhança entre esse relógio desenhado e aquele relógio localizado no prédio da WACO em Tóquio. 

III) A elite ocultista costuma telegrafar seus golpes através das diversas mídias existentes (cinema, música, séries de tv, HQ...). Será que os exemplos a seguir também fariam parte desse plano?







No primeiro exemplo temos uma revista da Disney onde os braços do Mickey servem de ponteiros para o relógio, indicando 11:11. No segundo exemplo, aparece a carteira de motorista do personagem Cleveland, da série Family Guy. O episódio foi transmitido no final de 2010. A data de validade da carteira é 11/11/2011

E, finalmente, há também um filme lançado por Hollywood cujo título é 11-11-11. Assista o trailer deste filme aqui e aqui.


3) Vai realmente acontecer algo nesta data para o qual você deva se preparar?

Definitivamente não sei. Porque é Deus quem está no controle de tudo (Sl 22:28). No passado já houve datas com aparente significado ocultista nas quais não ocorreu nada de impactante para a história deste mundo. Porém, se acontecer algo, eu não ficaria surpreso, e isso, infelizmente, demonstraria mais uma vez que o ser humano tem abandonado a Deus (Ed 8:22). Caso não aconteça nada impactante, significa que Deus está oferecendo mais um tempo de misericórdia a esse mundo, afinal "as misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos" (Lm 3:22).


Enfim, o preparo daqueles que almejam o céu não deve estar ligado a eventos deste mundo. Deve acontecer um preparo diário e constante, porque o dia e a hora daquele grande dia quando veremos Jesus voltar ninguém sabe...


Em tempo: Conforme observações pertinentes de alguns leitores (as quais agradecemos), gostaria de esclarecer uma informação apresentada neste post que, ainda que fosse desconsiderada certamente não invalidaria o restante do texto. 

O número 11 11 11 se considerado como código binário puro, de fato, não poderia representar o 666 (conforme mostra a calculadora online). Por outro lado, se o número 11 11 11 fosse considerado como código BCD 8421 isso seria possível, uma vez que no código BCD os números decimais não são tratados no seu conjunto, mas sim dígito a dígito. Sendo que a tabela para representar os números de 0 a 9 é a mesma tanto para o código binário puro quanto para o código BCD 8421, o número 666 em código BCD ficaria representado assim:


                                     0110 0110 0110 = 666

quarta-feira, novembro 09, 2011

Ordem a partir do caos

"Ordem a partir do caos" é o lema do 33º grau da maçonaria. A engenharia social controlada pela elite ocultista mundial, baseou-se neste lema para desenvolver  uma das mais bem sucedidas estratégias de manipulação de massas. O conceito é fácil de entender. Na plena estabilidade as massas tornam-se coesas e difíceis de serem manipuladas. O contrário também é verdade: no caos completo as massas tornam-se vulneráveis e facilmente manipuláveis, produzindo as mudanças desejadas pela elite ocultista mundial a serviço do Vaticano.


A estratégia, então, batizada de dialética hegeliana, ou problema-reação-solução, tem sido aplicada com todo rigor científico possível desde a Revolução Francesa. Cria-se um problema (econômico, social, militar  ou ambiental), surge a reação das massas a esse problema (nessa etapa a mídia controlada manipula a opinião pública "definindo" a causa do problema, que quase nunca é a causa verdadeira), então, a elite ocultista (e o Vaticano por trás dos bastidores) apresenta publicamente a "solução" que, via de regra, se resume em mais um passo na agenda da Nova Ordem Mundial ou Babilônia (o que equivale a mais controle e mais centralização do poder). 


Para o surgimento da crise final deste mundo (conforme Daniel 11:40 - 12:1 e Apocalipse 13:15-17) essa estratégia será levada à mais intensa e demoníaca aplicação, com desastres naturais (que até podem ser manipulados pelo homem), depressão econômica semelhante a 1929, e uma nova guerra mundial...


A partir deste caos, o Vaticano terá sua supremacia mundial (também em assuntos temporais) restaurada para a infelicidade da humanidade. Os EUA anularão sua constituição permitindo o estabelecimento de uma Lei Dominical (homenagem a Roma), e os mil anos de paz na terra (conceito errado do milênio bíblico) logo serão anunciados no meio de "sinais" e "milagres" de toda espécie (até mesmo fogo descendo do céu), e Lúcifer aparecerá imitando o retorno do Messias.

De acordo com a maçonaria, "Ordem a partir do Caos significa, em última análise, evolução". Note que por trás desse conceito está a negação do próprio Deus Criador! Isso faz parte da essência da religião de mistérios, perpetuada da Babilônia até nossos dias.

A esperança que nos resta é saber que há um Deus Soberano sobre todas as coisas a Quem servimos: "Pois do Senhor é o reino, é ele quem governa as nações" (Sl 22:28). E Ele mesmo prometeu: "Porque você guardou meu mandamento para perseverar, eu também o guardarei da hora da provação que virá sobre o mundo todo, para testar aqueles que habitam sobre a terra" (Ap 3:10) - New King James Version

No vídeo a seguir você verá como a atual economia especulativa pode facilmente contribuir para trazer o caos a esse mundo globalizado.

terça-feira, novembro 08, 2011

Rumores de guerra - Parte 2

O presidente israelense, Shimon Peres, afirmou no sábado que um ataque contra o Irã torna-se "cada vez mais verossímil", dias antes da publicação de um informe da Agência Internacional de Energia Atômica sobre o programa nuclear de Teerã.

"Os serviços de informação de diversos países que vigiam esse país se inquietam e pressionam seus líderes para que atentem para o fato de que o Irã está pronto para obter a arma atômica", afirmou Peres em uma rede de televisão israelense [...]

Peres fez esta declaração antes da divulgação, na próxima terça-feira, do informe da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) sobre o programa nuclear iraniano, que os especialistas israelenses consideram "alarmante".


O ministro israelense das Relações Exteriores, Avigdor Lieberman, considerou que o informe demonstrará "para além de qualquer dúvida" os objetivos militares do programa nuclear iraniano e espera que o Irã seja alvo de uma nova série de sanções internacionais.
Segundo o jornal israelense "Haaretz", o informe da AIEA terá uma "influência decisiva" no governo [...]  (Folha de São Paulo)


A Grécia demonstrou que um pequeno país pode liquidar, sozinho, o euro. A Itália entrou no vórtice financeiro provocado pela subida para níveis proibitivos dos juros do seu financiamento. A França anunciou mais um plano violento de cortes de despesa e aumento de impostos. E Merkel, a hesitante chanceler alemã, sujeitou-se a ouvir um ralhete, semelhante ao que costuma dar aos seus homólogos europeus, vindo do Presidente norte-americano, Barack Obama, farto da incapacidade europeia que ameaça a economia mundial [...]


Olho para estes governantes e, angustiado, recordo a solução que no passado a Europa sempre encontrou quando o poder político não sabia o que fazer: a guerra. (Diário de Notícias)


Uma cláusula chave no acordo militar dos EUA criando uma zona de exclusão aérea sobre o Iraque está programada para expirar no fim do ano. A cláusula, inserida no acordo devido à pressão iraniana sobre o primeiro ministro shiita do Iraque, Nouri al-Maliki, foi aparentemente uma maneira de frustar um ataque aéreo israelense ao Irã.

O acordo entre os EUA e o Iraque, assinado em novembro de 2008, está combinado para expirar no fim deste ano quando as forças norte-americanas deixarão o Iraque de acordo com o cronograma estabelecido pelo presidente Barack Obama.

A cláusula 27 do acordo afirma que, se lhes for pedido, os EUA devem frustar ameaças à soberania do Iraque e não permitir que seu território, suas águas territoriais, ou seu espaço aéreo sejam usados para atacar outros países [...] (Haaretz)

sexta-feira, novembro 04, 2011

TES-TAN-DO, TES-TAN-DO

Na quarta-feira, 9 de novembro, às 11h00 (costa do Pacífico) a The Federal Communications Commission (FCC) e a Federal Emergency Management Agency (FEMA) realizarão o primeiro teste de âmbito nacional do Sistema de Alerta de Emergência (EAS). Os alertas EAS são transmitidos através de estações de rádio e televisão, tv à cabo e outros serviços de mídia.

A FEMA irá transmitir o código EAS para as sedes de emergências nacionais. O código de EAS e alerta será retransmitido por emissoras de rádio e outros prestadores de serviço até que tenha sido distribuído por todo os Estados Unidos e todos os territórios dos EUA. O teste de todo o país será de cerca de três minutos, mais do que o teste mensal de dois minutos usual do EAS [estadual/local].

O objetivo do teste de 09 de novembro é avaliar a confiabilidade e a eficácia do sistema como uma forma de alertar o público durante uma emergência nacional.

Fundado em 1994, o EAS é um sistema projetado para transmitir alertas e avisos de emergência para o público nos níveis local, estadual e nacional. Os participantes do EAS transmitem alertas e avisos sobre ameaças climáticas, o desaparecimento de crianças e outros tipos de emergências. Embora os componentes locais e estaduais do EAS são testados em uma base semanal e mensal, nunca houve um teste de ponta a ponta de âmbito nacional do sistema.

Os cidadãos estão sendo lembrados que o teste de 09 de novembro do EAS é apenas um teste e não há necessidade de entrar em contato com o 911 [número para emergência nos EUA] quando o alerta for recebido.

Fonte: Baltimore Sun

NOTA: Esse dia foi especialmente escolhido para trazer à lembrança da população o 11 de setembro (em inglês, 9/11), e também devido o significado ocultista destes números. Outro fato também suspeito é que, no mesmo dia, a Comissão Oceanográfica Internacional da UNESCO também estará realizando um exercício simulando a ocorrência de um grande tsunami no Oceano Pacífico. Também é bom lembrar que em caso de um real evento catastrófico nos EUA, o presidente assume todo o poder em suas mãos através da FEMA...

quinta-feira, novembro 03, 2011

Rumores de guerra

O jornal The Guardian divulgou nesta quarta-feira, 2, a informação de que a Grã-Bretanha se prepara para participar de uma ação militar contra o Irã junto com os EUA. Segundo o jornal, Londres acredita que os EUA podem levar a cabo em breve um ataque aéreo às centrais nucleares iranianas, e o exército britânico já estaria se preparando para participar da ação.

Novas informações da inteligência

Segundo membros do governo de David Cameron ouvidos pelo Guardian, os militares britânicos já avaliam quais são as melhores posições para alocar submarinos e navios de guerra nos próximos meses visando um ataque ao Irã.

As fontes garantiram ao jornal que Barack Obama não gostaria de atacar o Irã antes das eleições de 2012, mas novas informações da inteligência sobre o programa nuclear iraniano, que serão divulgadas na semana que vem, e a crescente agressividade demonstrada pelo governo Ahmadinejad podem precipitar outra campanha militar norte-americana no Oriente Médio.

Fonte: Opinião e Notícia

A Força Aérea Israelense iniciou exercícios militares a partir da base da OTAN na ilha de Sardenha (Itália) para ataques de longo alcance. No último domingo, vários aviões da Força Aérea Israelense chegaram à base aérea italiana Decimmomanu, na ilha de Sardenha. Esta base é considerada como uma das bases de treinamento da OTAN. O avançado sistema de investigação que existe na base permite que os aviões de combate de diferentes forças aéreas possam levar a cabo exercícios militares do ar, depois dos quais se pode avaliar e analizar o desempenho de vários pilotos.

Fonte: Haaretz


Em tempo: O Comando de Defesa Civil do Exército israelense realizou nesta quinta-feira manobras que simulam um ataque com mísseis a centros urbanos e que coincide com o debate sobre um eventual ataque ao Irã.

Nesta manhã as sirenes antiaéreas tocaram em várias cidades da zona metropolitana de Tel Aviv, a maior cidade do país, no início de uma simulação que estava prevista há meses, mas que adquiriu uma relevância especial no novo contexto, com informações diárias sobre um possível bombardeio ao Irã por parte de Israel e Estados Unidos.

Nas manobras foram abertos centros de evacuação na cidade de Holon, próxima a Tel Aviv, e outro na vizinha Bat Yam, onde foram distribuídas máscaras de gás.

A simulação foi realizada logo após Israel testar com sucesso o lançamento de um míssil balístico de seis mil quilômetros de alcance, capaz de abrigar ogivas nucleares. O Exército israelense também fez recentemente uma simulação de voos de longa distância em uma base na Itália.

Neste contexto, o jornal "Haaretz" publicou nesta quinta-feira uma pesquisa que revela a divisão da opinião pública israelense, 41% da população é a favor do ataque, 39% contra e 20% estão indecisos.

Fonte: Folha S. Paulo

NOTA: Tempos angustiosos estão diante de nós. A 3ª Guerra Mundial profetizada em Daniel 11:40-45 logo acontecerá... Enquanto isso, só nos resta orar, vigiar e anunciar o evangelho eterno (Ap 14:6-12).

Congresso dos EUA reafirma o lema nacional

A Câmara de Representantes dos Estados Unidos se pronunciou na última terça-feira a favor de uma proposta republicana de reafirmar o lema nacional "In God we Trust" (Em Deus confiamos) que aparece em todas as cédulas dos bancos nacionais.

A resolução simbólica, proposta pela congressista republicana Randy Forbes, tomada por 396 votos a favor e 9 contra, reafirma a manutenção do lema nas cédulas e "incentiva a colocação de cartazes" com essa divisa nas escolas e edifícios públicos.

A proposta dessa votação pelos republicanos visava satisfazer a base religiosa do partido na perspectiva das eleições presidenciais de novembro de 2012.

Os democratas do presidente Barack Obama qualificaram duramente esta iniciativa, a qual consideram inútil.

"Segundo as últimas informações de que dispomos, 'In God we Trust' é o lema nacional adotado pelos Estados Unidos desde 1956", ironizou Nadeam Elshami, porta voz de Nancy Pelosi, a líder democrata na Câmara.

Fonte: Terra


Durante a Inquisição Espanhola, os católicos encontravam judeus ao observar quem comia carne de porco. Eles ofereciam carne de porco aos indivíduos suspeitos de serem judeus, se eles recusassem comê-la eram presos. Isso porque no séc. XV, o único espanhol verdadeiro era um espanhol católico. Houve uma guerra santa destinada a livrar-se do indesejado.

Da mesma forma, houve uma guerra santa nos EUA na década de 1950. Havia um homem chamado Joe McCarthy, o qual travou uma guerra santa contra os ateus. Ele afirmou em 1950: "Hoje estamos envolvidos em uma final e total batalha entre o comunismo ateísta e o cristianismo".

Funcionários do governo foram levados a julgamento, destruídos por qualquer coisa que, vagamente, parecia relacionada à ateísmo, comunismo, homossexualidade, ou por não serem patriotas o suficiente.

Talvez você se lembre do Comitê de Atividades Anti-Americanas (HUAC - House Un-American Activities Committee), que criou listas de pessoas que não eram consideradas americanas o suficiente - neste caso, americano significava cristão não comunista...

E graças ao McCarthismo e ao HUAC é que a frase "Sob Deus" (Under God) foi adicionada ao Juramento de Lealdade em 1954, e a frase "In God We Trust" foi adotada como lema nacional em 1956...

Para ser clara, Deus foi adicionado ao Juramento e adotado como lema nacional na década de 1950 não por causa de uma forte devoção religiosa, mas para encontrar e punir os ateus...

Fonte: Blog Open Salon 


NOTA: Dentro em breve, "os indesejados" serão aqueles que se manifestarem contra o governo norte-americano (união de Estado/Igreja aos moldes do Vaticano) e sua Lei Dominical que será estabelecida a fim de "salvar" o país das crises econômica, moral e ambiental... Quem viver verá...

terça-feira, novembro 01, 2011

Ator confirma relação entre espiritismo e ufologia

Ator contratado da TV Globo – vai fazer a próxima novela das 6 -, prestes a completar 53 anos de carreira, com prestígio nacional construído a partir de memoráveis papéis na televisão, premiado no teatro e com atuação marcante também no cinema, Vereza pretende lançar até março, quando completa 71 anos, o livro “Efeito Especial – Estilhaços Biográficos. Vida Privada de Karl Marx”.

Seu contato com o espiritismo, religião que segue até hoje, surgiu a partir de um incidente ocorrido durante a gravação do seriado “Delegacia de Mulheres”, da TV Globo, há 22 anos. “Explodiu pólvora no meu ouvido esquerdo e, por causa disso, fiquei três anos em depressão e internado em vários sanatórios”, conta. O episódio é relatado com detalhes em seu livro.

Divorciado, Vereza mora sozinho com uma empregada. Na sala do apartamento, entre outras, há imagens de Nossa Senhora da Conceição, de uma figura indiana, uma estátua de São Jorge. Pede para que nenhuma das imagens seja fotografada, “em respeito a elas”.

Entre uma xícara de café e outra, Vereza conta que é médium intuitivo. Relata que espíritos batem a sua porta, o chamam pelo seu nome, acendem e apagam a luz, ligam o computador. “Não tenho medo de que me achem louco”, diz o ator. Ele tem muita fé em sua religião, mas diz que não pede ajuda para compor seus personagens. “Aí é o talento que Deus me deu”.

[Minuto Profético: Destaco duas perguntas desta entrevista:]

iG: O senhor vê pessoas mortas?
CARLOS VEREZA: Nunca vi nenhum espírito, mas já senti. Às vezes escuto o meu nome, “Caaarlos, Caaarlos”, bem nitidamente. Às vezes eles batem na minha porta. Quando vejo, não tem ninguém. Já nem abro mais a porta, já estou acostumado de tanto que batem. Eles queimam interruptores, acendem a luz do nada... Mas isso não é todo dia. Queria falar também que tenho uma relação muito forte com ufologia.

iG: Qual é a relação da ufologia com a mediunidade?
CARLOS VEREZA: Total. Perguntei a um espírito qual é a diferença entre um alienígena e um espírito. Ele falou “nenhuma”.

Fonte: Último Segundo
NOTA: O depoimento do ator Carlos Vereza é apenas mais um entre tantos que confirmam a total relação do espiritismo com a ufologia. A revista espiritualista Sexto Sentido, nº 78 apresentou também, tempos atrás, uma matéria onde afirmava: “Os contatos mediúnicos do século 19 eram muito parecidos com as mais recentes canalizações de mensagens de extraterrestres”. Mas isso ainda não é tudo. Imagine só o potencial de engano possível no tempo do fim proveniente da aliança Vaticano-Espiritismo-Ufologia... Precisa dizer mais?

quinta-feira, outubro 27, 2011

Assis: Encontro ecumênico pela paz


Bento XVI e mais de 300 líderes religiosos e académicos deram início esta manhã a um encontro de oração e reflexão pela paz e a justiça no mundo, reunidos na cidade italiana de Assis, sob o lema "Nunca mais a guerra, nunca mais o terrorismo"...
Fonte: Ecclesia

NOTA: O que é mais chocante nesta história é saber que o Vaticano não mudou sua essência em nada. Mesmo depois do Concílio Vaticano II, a Igreja Romana continua com as mesmas doutrinas e a mesma teoria política (que o Estado deve ajudar a Igreja estabelecendo leis conforme a visão católica). Por trás dos bastidores todas as estratégias necessárias estão sendo usadas para restabelecer sua supremacia mundial. Os jesuítas ainda atuam guiados pelo mesmo lema: "os fins justificam os meios". Precisa dizer mais?

Só para constar, dê uma olhada na formação dos líderes neste encontro. Estão em número de 11! Justamente o número da Nova Ordem Mundial! E o papa é o número 6, que de acordo com a numerologia das religiões de mistério representa o deus-sol!

Outro ponto importante que tem implicação profética foi que "o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, escreveu hoje ao papa Bento XVI defendendo o 'diálogo interreligioso' como maneira de se unir 'para levar a paz onde há conflito' e criar 'um mundo melhor'". (Ansa). A união destes dois poderes (Vaticano/EUA) é o cumprimento final da profecia de apocalipse 13. É o fim dos tempos...

A boa notícia é que há muita gente sincera que ainda faz parte da comunhão romana: "É certo que há verdadeiros cristãos na comunhão católico-romana. Milhares na dita igreja estão servindo a Deus segundo a melhor luz que possuem... Deus olha para essas almas com compadecida ternura, educadas como são em uma fé que é ilusória e não satisfaz". (O Grande Conflito, p. 565).

Halloween e o culto aos mortos





A origem do Halloween remonta ao druidismo, uma religião de mistério baseada no culto ao sol, e no culto aos mortos. Pode-se constatar que a primeira mentira contada neste mundo, "certamente não morrereis" (Gn 3:4), continua sendo propagada atualmente como verdade absoluta, infelizmente não só entre os pagãos mas também entre os cristãos.


A IMORTALIDADE NATURAL tão popular hoje em dia (influência do espiritismo), já foi muito menos aceita no passado. Na verdade, a teologia bíblica da IMORTALIDADE CONDICIONAL fazia muito mais adeptos no passado do que atualmente. Prova disso é que em 15 de maio de 1876 foi realizado a grande Conferência de Londres sobre a Imortalidade Condicional, cujo relatório final apontava:


"A Bíblia em parte alguma ensina a imortalidade inerente; ensina, porém, que é objetivo da redenção comunicá-la. [...] Essa comunicação requer que o homem se regenere, pelo Espírito Santo, e que haja a ressurreição dos mortos", p. 28. [grifo acrescentado]


Base Bíblica


Como foi o homem formado por Deus?


"Então, formou o Senhor Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente" (Gn 2:7).


Pó da Terra + Fôlego de Vida = Alma Vivente


O homem É uma alma e não TEM uma alma. A palavra hebraica usada para "fôlego" é NESHAMAH. É a mesma palavra usada para representar o princípio de vida (fôlego) que também foi dado aos animais:


"Pereceu toda carne que se movia sobre a terra, tanto de ave como de animais domésticos e animais selváticos, e de todos os enxames de criaturas que povoam a terra, e todo homem. Tudo que tinha fôlego de vida em suas narinas, tudo que havia em terra seca, morreu" (Gn 7:21, 22).


A posse do "fôlego de vida" não confere em si mesmo imortalidade, porque, por ocasião da morte, o fôlego de vida retorna para Deus, e o pó volta à terra:


"E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu" (Ec 12:7).


"Sai-lhes o espírito, e eles tornam ao pó; nesse mesmo dia perecem todos os seus desígnios" (Sl 146:4).


Note que a palavra hebraica para "espírito" - RUAH - também é usada de forma paralela a NESHAMAH para representar o mesmo princípio (dom) de vida que vem de Deus:


"Assim diz Deus, o Senhor, que criou os céus e os estendeu, formou a terra e a tudo quanto produz; que dá fôlego [NESHAMAH] de vida ao povo que nela está e o espírito [RUAH] aos que andam nela" (Is 42:5).


Por isso que, por ocasião da morte tanto os homens quanto os animais deixam de existir:


"Porque o que sucede aos filhos dos homens sucede aos animais; o mesmo lhes sucede; como morre um, assim morre o outro, todos têm o mesmo fôlego de vida... Todos vão para o mesmo lugar; todos procedem do pó e ao pó tornarão" (Ec 3:19, 20).


Um dos textos bíblicos mais explícitos sobre o estado de total inconsciência após a morte é:


"Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, porque a sua memória jaz no esquecimento. Amor, ódio e inveja para eles já pereceram; para sempre não têm eles parte em coisa alguma do que se faz debaixo do sol" (Ec 9:5, 6).


Mas, e os fiéis? Não vão eles diretamente para o céu, para louvar a Deus?


"Os mortos não louvam ao Senhor, nem os que descem à região do silêncio" (Sl 115:17).


E o que ensina o Novo Testamento?


O Novo Testamento compara a morte ao SONO para ilustrar o estado de total inconsciência, e para demonstrar que haverá um despertar deste sono por ocasião da ressurreição:


"Nosso amigo Lázaro adormeceu, mas vou para despertá-lo... Jesus, porém, falara com respeito à morte de Lázaro; mas eles supunham que tivesse falado do repouso do sono. Então, Jesus lhes disse claramente: Lázaro morreu" (Jo 11:11, 13-14).


"Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais que não têm esperança. Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem... Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro" (1Ts 4:13-14, 16)


Sendo assim, a imortalidade e as demais recompensas divinas só serão alcançadas por alguém mediante as seguintes CONDIÇÕES:


QUANDO Cristo voltar (1Co 15:51-53; Mt 16:27; 2Tm 4:8; Is 40:10).


SE aceitar pela fé a Cristo Jesus e perseverar até o fim (Jo 11:25, 26; 1Jo 5:11, 12; Mt 24:13).