segunda-feira, julho 06, 2009

Declaração de Gaia

A Declaração de Gaia, disponível na Internet e que defende uma articulação entre a economia, o direito e o funcionamento global do planeta, conta já com mais de 17 mil subscritores, disse hoje à Lusa um dos promotores.

Segundo adiantou o ambientalista e autor do livro "Condomínio da Terra" Paulo Magalhães, à margem do fórum internacional com o mesmo nome que decorre em Gaia, o texto final da declaração é hoje firmado, não tendo havido "até agora propostas de alteração".

Na Declaração de Gaia sustenta-se que há "bens indivisíveis" no planeta - a atmosfera, a hidrosfera e a biodiversidade - que circulam de forma global e têm que ser declarados "partes comuns", a gerir em conjunto como se o planeta se tratasse de um condomínio.

Os subscritores defendem ainda que a manutenção dos ecossistemas deve ser entendida como uma actividade económica e que "os cidadãos têm direito equitativo de utilização dos bens comuns do planeta".

"A Declaração de Gaia - assim denominada porque esta campanha global para a preservação do planeta foi lançada em Março na cidade portuguesa de Gaia, que tem o nome da deusa grega da Terra - propõe que haja uma articulação entre a economia e o direito e entre estes e o funcionamento global do planeta", resumiu Paulo Magalhães.

Segundo o responsável, durante o Fórum Internacional do Condomínio da Terra, que hoje termina, foi estabelecido um acordo com o movimento mundial www.350.org, que luta pelo recuo das emissões de dióxido de carbono na atmosfera das actuais 390 para as 350 partes por milhão, considerado pelos cientistas "o limite máximo seguro".

"Vamos trazer esse movimento para Portugal e eles vão ajudar a levar o Condomínio da Terra para o mundo", explicou Paulo Magalhães.

Conforme salientou, "se não se conseguir voltar das actuais 390 partes por milhão para as 265 existentes antes da Revolução Industrial "em pouco tempo não haverá retorno possível".

"Se chegarmos às 450 - o que ao ritmo actual acontecerá dentro de 10 anos - já não há nada a fazer. Tem que haver um equilíbrio entre os limites ambientais e a economia", sustentou, referindo que foi "nos últimos 10 anos" que esse equilíbrio foi rompido.

Ao longo de dois dias, o Fórum Internacional do Condomínio da Terra contou com a participação de dezenas de personalidades de diferentes países, entre ambientalistas, economistas, especialistas em direito internacional, professores universitários e dirigentes de organizações de defesa do património natural da Terra.

Fonte: Público

NOTA: O cenário para o fim está cada vez mais claro. O inimigo comum contra quem o mundo inteiro deve lutar chama-se "aquecimento global" (ainda que seja forjado). Qualquer um que não aderir a esse movimento, incluindo ao descanso dominical que logo entrará em cena será considerado perturbador da ordem pública. Já vi esse filme antes: o profeta Elias também foi acusado de perturbador da "ordem pública" - 1Rs 18:17, 18 - por causa do aquecimento global de sua época.

2 comentários:

Marcelo disse...

É interessante com as circunstâncias hoje abre caminho para o cumprimento das profecias. Estudamos pela história as que se cumpriram, mas nunca imaginei que poderia-mos viver dentro de uma profecia.

Paulo Lima - Fotografo e Designer Gráfico disse...

Sempre fui um cidadão, de acordo com as leis de preservação ambientão, acredito que não devamos destruir nosso planeta.

Calma, não sou a favor de todo esse ECOmenismo, pois HOJE sei que isso tudo é parte de uma grande estratégia para desviar a atenção para a volta de Jesus, e que o que está acontecendo iria acontecer de qualquer forma, mas ao ler esse tópico fiquei um pouco preocupado. Eu hávia "colaborado", mesmo que com uma assinatura de email do movimento www.350.org, ams o fiz inocentemente, pensando como cidadão.

E agora, copmo fico eu pensando que posso etr colaborado sem saber para esse tratado de gaia, camuflado??

Grande Abraço.
Feliz Sábado.
Paulo Lima