O vídeo a seguir é parte de uma entrevista realizada na Africa do Sul.
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quinta-feira, dezembro 29, 2011
O homem em busca de sentido
O Dr. Viktor Frankl (1905-1997) foi um psiquiatra austríaco que passou alguns anos de sua vida em campos de concentração durante a 2ª Guerra Mundial. Ele perdeu os pais e a esposa para a Alemanha Nazista. A chance de sair vivo de Auschwitz era de 1 em 29. Ainda assim, conseguiu transformar essa imensa tragédia pessoal numa grande realização humana ao encontrar um propósito maior em meio a tanto sofrimento. Ao longo da vida, os livros de Viktor Frankl foram traduzidos para mais de 30 idiomas.
O vídeo a seguir é parte de uma entrevista realizada na Africa do Sul.
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sexta-feira, setembro 04, 2009
William Wilberforce
"Deus pôs diante de mim dois grandes objetivos: a abolição da escravatura e a reforma dos costumes."Nascido no grande porto de Hull em 1759, William Wilberforce iria, um dia, liderar a causa da abolição da escravatura no Reino Unido. A morte prematura do pai fez com que o jovem William fosse viver com os tios, influenciados por George Whitefield, um dos primeiros promotores da campanha para despertar a fé religiosa, e por John Newton, um ex-traficante de escravos e evangélico convertido.
Newton tornou-se um herói para Wilberforce, instilou nele o desejo pelo Cristo e a repulsa pelo tráfico de escravos. A mãe de William, alarmada com o desenvolvimento do filho nas “inclinações metodistas” logo o pôs num internato e na Universidade de Cambridge, numa tentativa de solapar sua fé. Cambridge iria aclarar as idéias, mas não destruir completamente sua fé.
Wilberforce, que desde cedo desejou seguir carreira na política, ingressou para a Casa dos Comuns em 1780, aos vinte e um anos. Apesar de jovem, foi um bom parlamentar, com uma voz excepcionalmente atraente que impressionava os ouvintes. Numa viagem ao Sul da França, William sofreu uma segunda conversão, que reviveu a fé de sua juventude. Ele procurou seu velho amigo John Newton. Newton o aconselhou a permanecer na política, acreditando que Deus o tivesse feito para esse propósito.
Em dois anos Wilberforce se convenceu de que deveria tomar para si a causa dos escravos. Ultrajado pelo comércio de escravos patrocinado por sua nação, propôs uma lei no Parlamento em 1787, para aboli-la. Parecia que a lei iria passar sem uma oposição significativa. No entanto, as forças pró-escravistas agruparam os possíveis apoios e derrubaram a moção de Wilberforce. Contudo, a lei foi rejeitada, mas Wilberforce continuou a campanha, apesar dos sacrifícios pessoais que envolvia. Finalmente, em 1807, William testemunhou o Parlamento aprovar a lei da abolição por 267 votos. O triunfo deu-lhe imenso prestígio, fato que o permitiu buscar outras idéias para melhorar a qualidade e a moralidade da vida na Grã-Bretanha. Seus esforços fizeram com que a bondade, mais uma vez, estivesse em alta na Inglaterra e permitiu que fossem lançados os fundamentos do grande renascimento moral do período Vitoriano.
Fonte: Acton Institute
terça-feira, maio 05, 2009
Nathan Greene
Raramente surge um artista com o equilíbrio de forças e intensidade emocional de Nathan Greene. Seu grande e luminoso quadro de Jesus Cristo em definições contemporâneas combinam seu estilo único com a tradição de pintura dos antigos mestres de comunicar poderosas imagens que vão direto ao coração. Magistral retrato de temas humano e animal, atenção meticulosa ao detalhe e à paisagem que parecem vibrar com a vida são todas características do seu trabalho. Composição, cor e luz são dadas igual consideração na construção do impacto de inspiração que ele realiza.Nascido em Michigan, em 1961, o interesse e o talento de Nathan para arte tornaram-se aparentes em uma idade precoce. Pelo tempo em que poderia segurar um lápis ele começou a desenhar, e lá pelo primeiro grau estava tomando aulas de arte. Seus primeiros anos foram caracterizados por uma constante em busca de melhorar suas habilidades artísticas e de observação, ganhando inúmeros prêmios e reconhecimento. Durante o ensino médio, ele viajou para a Costa Leste para procurar aconselhamento junto ao líder de ilustradores. Em seu último ano na escola, ele já tinha uma galeria vendendo seu trabalho artístico. Ele escolheu a Academia Americana de Artes de Chicago para promover o seu estudo pela sua ênfase na excelência em pintura tradicional e técnica de desenho [...]
(Veja a galeria de obras de Nathan Greene aqui).
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