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sexta-feira, outubro 30, 2015

Mídia dos EUA destaca princípios da IASD

Os princípios da Igreja Adventista do Sétimo Dia foram destaque em uma das principais redes de comunicação do mundo, a norte-americana Cable News Network (CNN). A reportagem foi produzida porque nesta terça-feira, 27, institutos de pesquisa dos Estados Unidos apresentaram dados que mostraram uma virada nas intenções de voto dos norte-americanos às primárias eleitorais republicanas. Antes o cenário vinha sendo dominado pelo candidato Donald Trump. Agora, com quatro pontos percentuais à frente, aparece o médico adventista Ben Carson, com 26% de intenções contra 22% de Donald Trump, segundo colocado.

Com estes resultados, a mídia norte-americana intensificou suas análises sobre a vida do neurocirurgião aposentado Ben Carson, com destaque para suas crenças religiosas. Dentre as inúmeras matérias que estão sendo feitas abordando esta temática, chamou a atenção nesta quarta-feira, 28, o artigo escrito por Daniel Burke, editor de religião da CNN. Em seu texto, intitulado No que os adventistas do sétimo dia como Ben Carson acreditam, o articulista detalhou algumas crenças adventistas, alegando que o próprio rival, Donald Trump, mencionou que não sabe nada sobre a fé vivida por Carson. Burke ainda afirma que muitos americanos também não sabem quase nada sobre a Igreja Adventista, que celebrou, em 2013, 150 anos de existência.

O artigo da CNN menciona que há um milhão de adventistas nos Estados Unidos, cerca de 18 milhões ao redor do mundo e oferece um “breve curso” sobre três crenças fundamentais da Igreja que são compartilhadas por outros protestantes e evangélicos. O texto comenta que (destaque em itálico para trechos traduzidos do original):

1) Os adventistas acreditam na Bíblia como a infalível palavra de Deus. Honram as Escrituras como um recurso inquestionável de sabedoria, inspiração e guia. A Igreja diz que “em Sua Palavra Deus deu ao homem o conhecimento necessário para a salvação”. Um aspecto interessante neste item foi a menção clara de que os adventistas acreditam na literalidade da Bíblia e, portanto, na literalidade de Gênesis 1, que destaca o criacionismo, ou seja, a ideia de que Deus criou o mundo em seis dias.

2) Os adventistas acreditam que Jesus veio para salvar os humanos dos seus pecados. Adventistas, como outros cristãos, também acreditam nos dois outros membros da Trindade: Deus, o Pai, e o Espírito Santo. A salvação vem através do arrependimento dos pecados e da fé em Jesus, mas a graça é finalmente garantida somente por Deus.

3) Os adventistas acreditam nos conselhos bíblicos contra o aborto e o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Seguindo para a parte final do artigo, Daniel Burke cita outras quatro doutrinas que são exclusivas dos adventistas do sétimo dia:

1) Os adventistas guardam o sábado, o “sétimo dia”. Os adventistas consideram o sábado santo e guardam esse dia, como Deus fez, no sétimo dia da semana da criação, de acordo com a Bíblia. O autor ainda explica que os adventistas também consideram bons exemplos sobre esse assunto o fato dos judeus terem guardado esse dia no Velho e Novo Testamentos, e Jesus ter seguido este hábito no Novo Testamento.

2) Os adventistas não acreditam no inferno. Diferentemente de outros cristãos, os adventistas não acreditam no inferno como um lugar com lagos de fogo e tormento eterno. Isto porque a Igreja não encontra um local como este literalmente descrito na Bíblia, explica Douglas Morgan, professor de História da Igreja na Universidade Adventista de Washington. … Adventistas também argumentam que um Deus de amor não condenaria Seu povo – mesmo pecadores – a uma punição sem fim. Na visão da Igreja, quando as pessoas morrem, elas ficam como que dormindo no pó da terra até a segunda vinda de Jesus, quando Ele julgará os vivos e os mortos. Os bons irão para o céu e os maus serão aniquilados.

3) Eles acreditam que a segunda vinda de Jesus é iminente.

4) Os adventistas acreditam nas visões e profecias de Ellen White. Douglas Morgan, professor de História da Igreja na Universidade Adventista de Washington, diz que os adventistas acreditam na Bíblia como a autoridade final, e nos escritos de Ellen White como “uma luz menor que aponta para a luz maior” – ou seja, as Escrituras Sagradas.

Repercutindo estes artigos que estão sendo publicados na imprensa norte-americano, jornais brasileiros também estão abordando essa temática, analisando a fé do candidato republicano Ben Carson.

O blogueiro Guga Chacra, do Estadão, por exemplo, redigiu um texto com o título Qual o significado de Ben Carson ser líder nas primárias republicanas? em que destaca que os norte-americanos estão optando por um candidato “super conservador”. Ao analisar o perfil de Carson, Guga enfatizou os seguintes aspectos: ele é radicalmente contra o aborto, os direitos dos homossexuais e questiona a ciência em relação ao aquecimento global ser causado pelo homem e diz acreditar na teoria da criação (Adão e Eva).


Fonte: Agência Sul-Americana de Notícias

terça-feira, outubro 13, 2015

Ben Carson: Estamos mais perto do fim dos tempos

O pré-candidato republicano à presidência dos EUA, Ben Carson, disse que o mundo poderia estar se aproximando do seu fim, mas que nós temos capacidade de mudar o rumo. 

Quando Carson foi perguntado pela jornalista Sharyl Attkisson se acreditava que o fim dos tempos estava perto, ele disse: "Você poderia supor que estamos chegando mais perto disso".

"Há pessoas que têm um sistema de crenças que vê este fenômeno apocalíptico ocorrendo e [acreditam] que eles são uma parte dele, [e] que não hesitariam em usar armas nucleares se eles obtivessem posse delas", disse Carson a Attkisson, uma ex-repórter da CBS News.

[...]

Em seguida, ela perguntou se o fim dos tempos pode ser evitado ou se está profetizado. Carson disse que ele sempre escolheria acreditar que a situação pode ser melhorada.

"Eu acho que temos uma chance de, certamente, fazer tudo que nós pudermos para melhorar a situação".

[...]

Fonte: CNN

domingo, outubro 04, 2015

Efeito catalisador

"Ben Carson, o neurocirurgião aposentado que atualmente está no topo da lista de candidatos do Partido Republicano à Presidência, possui algumas crenças incomuns. Ao defender o criacionismo, ele disse que Satanás está por trás da teoria do Big Bang e da promoção da evolução. Ele [também] abraçou e endossou a teoria conspiratória [do falecido senador Joseph] McCarthy que afirma que nefastos marxistas se infiltraram por décadas em todos os escalões da sociedade, incluindo as PTA's americanas [Parent-Teacher Association] - a fim de destruir os Estados Unidos. Mas, ao que parece, a visão de mundo conspiratória de Carson vai além de tudo isso. Em uma palestra dada há um ano, Carson, que é adventista do sétimo dia, indicou que aceita uma sombria profecia transmitida um século e meio atrás por uma das fundadoras de sua igreja. Ela alegou que, como parte do fim dos tempos (do período apocalíptico, quando Jesus Cristo supostamente irá retornar e batalhar com o diabo), virá o tempo quando os adventistas do sétimo dia serão presos pelo governo e até mesmo condenados à morte simplesmente por observar o descanso no sábado e não no domingo".

Assim começa a matéria assinada por David Corn no site americano Mother Jones. O autor, então, continua mencionando os livros O Grande Conflito e Love Under Fire (resumo e adaptação do Grande Conflito na linguagem de hoje), para demonstrar a suposta "visão conspiratória" dos adventistas que creem que no futuro haverá uma perseguição contra os guardadores do sábado. O autor chega até a citar um ex-adventista que hoje considera o pensamento escatológico da Igreja sem fundamento.

"Questionado pelo site Mother Jones se Carson acredita na profecia de perseguição do sábado e se pensa que os adventistas do sétimo dia, em algum momento serão considerados criminosos, presos por forças do governo e, finalmente, condenados à morte, um acessor do candidato afirmou em um e-mail que esta 'não era uma interpretação honesta no todo. Tentar torcer a fé de uma pessoa está rapidamente se tornando um esporte favorito da esquerda. Esse tipo de intolerância expõe quem eles realmente são, não o que eles afirmam ser. [Carson] nunca mencionou a profecia que você citou'".

A pré-candidatura de Ben Carson à presidência dos EUA tem levantado muitos questionamentos mesmo entre os adventistas. Em primeiro lugar é bom lembrar que ele não é um candidato da Igreja Adventista, porque a Igreja não tem e jamais terá candidato próprio para qualquer eleição, uma vez que a igreja defende uma posição apartidária, e também a separação entre Igreja e Estado. No entanto, deixa seus membros livres, como cidadãos, para assumir eventuais posições na esfera pública. Então, é certo dizer que Ben Carson não é o porta-voz da Igreja Adventista, e a Igreja Adventista não se resume a Ben Carson. Durante a campanha ele poderá expressar em muitos momentos ideias particulares que, não necessariamente, correspondem ao pensamento oficial da Igreja.

Por outro lado, de uns anos pra cá, percebe-se um esforço para rotular a fé adventista como "louca" e "fundamentalista". Especialmente por causa do criacionismo e da guarda do sábado. Esse tipo de atitude é condenatório porque abre as portas para o chamado delito de opinião - criminalizar alguém simplesmente por ter uma opinião ou ideia diferente. O que, de fato, futuramente confirmará com precisão a profecia bíblica: que os EUA, seguindo o exemplo de Roma, iriam abdicar seus princípios de liberdade religiosa e civil, estabelecendo uma lei de caráter religioso mediante o poder civil (união Igreja/Estado). E que isso provocará perseguição a quem manter sua consciência ligada à Palavra de Deus.

O que poucos imaginavam é que a pré-candidatura de um adventista à presidência dos EUA poderia produzir um efeito catalisador para a disseminação das três mensagens angélicas. De qualquer forma, achando as crenças de Ben Carson absurdas ou não, toda a nação americana e por extensão o mundo está tendo contato com verdades bíblicas importantes. E quando a crise final realmente chegar, o que agora parece absurdo aos olhos de muitos, demonstrar-se-á o cumprimento fiel da Palavra de Deus.

"Bem-aventurado o homem que faz isto, e o filho do homem que nisto se firma, que se guarda de profanar o sábado e guarda a sua mão de cometer algum mal". (Is 56:2).


sexta-feira, julho 26, 2013

Igreja Adventista abriga jovens católicos para a JMJ

No Rio de Janeiro os jovens da Igreja Central deram aula de boa convivência e hospitalidade cristã. Sem ter onde ficar para acompanhar a Jornada Mundial da Juventude, 170 católicos italianos se hospedaram na Igreja Adventista. Eles foram chegando aos poucos, gratos e surpresos pela cordialidade. Recepção no aeroporto, com direito a translado, alimentação e barracas organizadas para a semana de peregrinação. Só pediram um teto, mas receberam muito mais. “Temos nossas diferenças doutrinárias, mas servimos a um Deus que é soberano e deu exemplo de amor ao próximo. Estamos ajudando estes jovens não por causa da sua fé, mas porque são pessoas que precisam e faríamos isto com qualquer outra denominação”, explicou Rômulo Silva, um dos líderes da igreja.

Durante a semana da Jornada Mundial da Juventude, acontece também em várias igrejas adventistas do País a semana de oração jovem, e na Igreja Adventista Central do Rio o pastor convidado para pregar é André Gonçalves, que trabalha nos Estados Unidos. “Vários dos italianos quiseram participar do nosso culto à noite e gostaram do que ouviram”, relatou Silva, que acredita ser o gesto de amor e solidariedade mais forte que qualquer pregação.


Fonte: ASN

terça-feira, novembro 27, 2012

Celebridade da TV americana torna-se adventista

O jovem ator Angus T. Jones, famoso pela série "Two and a Half Men", converteu-se ao cristianismo e critica sua vida e atividades passadas, incluindo seu papel na famosa série de TV. Ao longo de seus dois depoimentos gravados em vídeo em outubro, ele narrou sua viagem para Cristo e lamentou a influência mundana do entretenimento.


Jones, nascido em Austin Texas, começou o testemunho com sua ascensão de ator-mirim de 4 anos e meio, para o estrelato. Com 9 anos, foi-lhe oferecido um emprego na série "Two and a Half Men", o qual introduziu-o ​​no mundo do showbiz, e durante o ensino médio, ele estava usando drogas como maconha e LSD.

"Eu estava vivendo para mim" e "sendo uma celebridade estereotipada", disse o ator de 19 anos de idade.

No entanto, um incidente em dezembro de 2011, iria mudar sua vida. Durante uma conversa com um amigo, ele percebeu que "Deus é a razão para tudo isso."

"Eu sinto que acabei de aceitar Deus na minha vida", disse Jones. Depois de procurar por igrejas, ele se estabeleceu em uma congregação Adventista do Sétimo Dia [fez curso bíblico com a Voz da Profecia], mas os conflitos com seu estilo de vida logo surgiram. Seu papel como Jake Harper em "Two and a Half Men", juntamente com o conteúdo da série nada cristã, tem lhe cobrado um pedágio espiritual. Ele ainda aconselhou as pessoas a parar de assistir a série.

"Se você assiste a série 'Two and a Half Men', por favor, pare de assistí-la", pediu ele. "Estou em 'Two and a Half Men' e não quero estar ali. Por favor, pare de assistir, e de encher a cabeça com sujeira", concluiu. "Não há como brincar quando se trata de eternidade", acrescentou mais tarde.

Embora muitos veículos de comunicação foram rápidos em comparar seu testemunho com a saída do ex-membro do elenco Charlie Sheen, em janeiro de 2011, a natureza é bastante diferente. Enquanto os insultos anti-semitas de Sheen foram dirigidos ao criador da série Chuck Lorre, a mensagem de Jones é sobre o perigo de comprometer o evangelho e seus valores.

"O nome do jogo agora é compromisso .... De acordo com a Bíblia, quando isso acontece, nós não estamos mais em posição para qualquer coisa. Nós não estamos mais no lado da verdade. Um pouco de fermento leveda toda a massa, "afirmou Jones, citando Gálatas 5:9, que é um alerta contra falsos ensinamentos.

"Você não pode ser uma pessoa temente a Deus e estar em um programa de televisão assim. Eu sei que não pode .... Você vai pro tudo ou nada", disse ele.

Apesar de sua paixão, Jones tem mais um ano de contrato, e ganha U$ 300 mil por episódio.

Fonte: Christian Post ; FoxNews ; Terra 

sexta-feira, junho 22, 2012

Igreja Adventista é reconhecida por ação social

O dia mundial do doador de sangue foi lembrado com alegria e comemoração para os 6.500 integrantes do Clube de Doadores ADV, predominantemente composto por jovens adventistas. Isto porque, na última quinta-feira, dia 14, o hospital Sírio-Libanês homenageou os doadores do Clube, que já contribuiu com 3 mil doações ao hospital.


Durante a cerimônia o diretor do banco de sangue - que também é presidente da Sociedade Internacional de Transfusão de Sangue, ISBT, com sede em Amsterdam, na Holanda - proferiu algumas palavras e agradecimento pela ação solidária.


"Um único grupo realizar 3 mil doações ao hospital é como se eles fossem responsáveis por três meses inteiros do suprimento sanguíneo deste hospital, o que é algo realmente importante", avalia o doutor Silvano Wendel.


A Igreja Adventista como instituição também recebeu menção dada a frequência de doadores ao banco de sangue. Doadores estes que não se destacam apenas pela regularidade, mas também pela qualidade do material sanguíneo. De acordo com o hospital normalmente cerca de 30% dos grupos que comparecem ao local não podem efetivar a doação. Nos grupos adventistas, o índice é de apenas 5%.


"Os doadores adventistas são pessoas saudáveis, são doadores de repetição, têm um sangue seguro e eles doam duas vezes por ano aqui com a gente", declara Alania Russo, coordenadora de captação de doadores do hospital Sírio-Libanês [...]


Fonte: Portal Adventista

terça-feira, março 27, 2012

A Grande Esperança: O que falta para os adeptos da teologia da prosperidade?

"A grande e maravilhosa obra da última mensagem angélica deve ser levada avante agora como nunca dantes. O mundo deve receber a luz da verdade por meio do ministério evangelizador da Palavra em nossos livros e periódicos. Nossas publicações devem mostrar que o fim de todas as coisas está às portas". Testemunhos para a Igreja, v. 9, p. 61. 


"É em grande parte por meio de nossas casas editoras que se há de efetuar a obra daquele outro anjo [Ap 18:1] que desce do céu com grande poder e, com sua glória, ilumina a Terra". Testemunhos para a Igreja, v. 7, p. 140.


quarta-feira, fevereiro 22, 2012

História da música "Amazing Grace"

"Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, pela graça sois salvos". (Ef 2:4, 5)

quinta-feira, janeiro 19, 2012

Procuradora pede dispensa do sábado por ser adventista


Magistrada do Ministério Público [de Portugal] quer seguir à risca a doutrina da igreja protestante. Mas o Conselho Superior de Magistraturta e o Ministério Público recusaram os pedidos que fez.
Enquanto para os católicos o domingo é o dia de descanso semanal, os adventistas do sétimo dia preferem descansar ao sábado. É o seu dia sagrado. E foi com base neste último argumento que a procuradora do Ministério Público Vera Ganhão, que professa essa crença, pediu dispensa de fazer turnos a este dia da semana. Porém, o Conselho Superior do Ministério Público negou-lhe tal pretensão, tendo a decisão sido confirmada pelo Supremo Tribunal Administrativo.
Invocando a Lei da Liberdade Religiosa, a magistrada do Ministério Público explicou que "a observância do sábado (crença 20) como dia de descanso, adoração (o culto principal ocorre ao sábado) e ministério deve começar a partir do pôr do Sol de sexta-feira até ao pôr do Sol de sábado". E que os adventistas, para respeitar o dia de descanso, "devem abster-se de todo o trabalho secular".
Fonte: Diário de Notícias, 16 de janeiro de 2012 




NOTA: Na última segunda-feira, no contexto da votação da reforma trabalhista (um disfarce para reforçar o descanso dominical) impulsionada pela crise econômica em Portugal, o sábado já aparecia em destaque na mídia... Maior evidência de quão próxima está a crise final impossível! 


"Tanto no Velho como no Novo Mundo o papado receberá homenagem pela honra prestada à instituição do domingo, que repousa unicamente na autoridade da Igreja de Roma". O Grande Conflito, p. 579. 


"A história se repetirá. A religião falsa será exaltada. O primeiro dia da semana, um dia comum de trabalho que não possui santidade alguma, será estabelecido como o foi a estátua de Babilônia. A todas as nações, línguas e povos se ordenará que venerem esse sábado falso". Eventos Finais, p. 134, 135. 

domingo, agosto 28, 2011

Igreja Adventista faz campanha na Avenida Paulista contra o bullyng

A campanha Quebrando o Silêncio é feita pela Igreja Adventista e já existe há dez anos. O objetivo da campanha sempre foi combater a violência contra os idosos, mulheres e crianças. E esse ano o movimento é contra o bullyng. Neste sábado centenas de pessoas participaram da campanha na Avenida Paulista, centro de São Paulo.

quinta-feira, julho 28, 2011

Projeto social dos jovens adventistas é destaque em telejornal

O projeto Missão Calebe, que incentiva jovens adventistas a doarem parte de suas férias para ações sociais e evangelismo, foi destaque na edição desta quarta-feira, dia 27, do Jornal Hoje, telejornal da TV Globo veiculado no início da tarde. A reportagem abordou atividades realizadas pela juventude nos estados de Goiás e Maranhão e mostrou que os voluntários aproveitam para ajudar comunidades, inclusive pequenas cidades onde as necessidades de orientação sobre saúde, por exemplo, são necessárias.

O líder do Ministério Jovem da Igreja Adventista do Sétimo Dia para oito países sul-americanos, pastor Areli Barbosa, considera importante essa visibilidade do projeto porque, além das ações sociais, como foi mostrada na reportagem da Globo, os "calebes" ajudam na evangelização e até mesmo plantação de novas igrejas. Os jovens oram, visitam a comunidade, auxiliam em trabalhos voluntários e ensinam a Bíblia Sagrada.

Fonte: Portal Adventista



Veja também: "Jovens adventistas desenvolvem projeto social modelo". "Jornal Nacional destaca o trabalho social dos adventistas". "Igreja Adventista no Fantástico".

terça-feira, março 29, 2011

Igreja Adventista é a que cresce mais rápido nos EUA


Descansar no sábado. Prestar atenção nos códigos alimentares do Antigo Testamento. E estar pronto para Jesus voltar a qualquer momento. Se essas práticas pitorescas soam um tanto quanto antiquadas, pense novamente. Elas são marcas registradas da Igreja Adventista do Sétimo Dia, a denominação cristã que mais cresce nos EUA.

Dados divulgados recentemente mostram o crescimento de 2,5% do Adventismo do Sétimo Dia na América do Norte, onde os batistas do sul e as principais denominações, bem como outros grupos da igreja estão em declínio. Os adventistas estão realmente crescendo 75% mais rápido do que os mórmons (1,4 %), que priorizam o crescimento numérico. Para observadores externos da Igreja Adventista do Sétimo Dia, a taxa de crescimento na América do Norte é desconcertante.

"Você tem uma denominação que é basicamente uma volta ao básico... dizendo: 'O que Deus quis dizer com todas essas regras e regulamentos e como podemos nos moldar para ser o que Deus espera que sejamos'", disse Daniel Shaw, um especialista em expansão missionária cristã no Seminário Teológico Fuller, em Pasadena, Califórnia.

"Isso é apenas totalmente contrário a tudo o que está acontecendo na cultura americana. Então, eu estou dizendo: 'Uau! Isso é muito interessante'. E eu não posso responder".

Os Adventistas do Sétimo Dia estão fazendo outra pergunta: Por que a Igreja não está crescendo mais rápido nessas praias, onde abriga apenas 1,1 milhões dos 16 milhões de adventistas ao redor do mundo? Apesar de suas raízes norte-americanas, a Igreja está crescendo duas vezes mais rápido no exterior.

"Nós não sentimos que estamos crescendo muito, e isto é uma fonte de preocupação, especialmente para a América do Norte", disse Ron Clouzet, diretor do Instituto de Evangelismo da Divisão Norte-Americana, situado na Universidade Andrews, em Berrien Springs, Michigan. Os adventistas hispânicos são "o grupo que está crescendo muito bem", ele acrescentou.

"Se não tivéssemos esse grupo, ficaríamos ainda mais tristes".

Com o culto de sábado e um estilo de vida vegetariano, o Adventismo do Sétimo Dia possui um nicho particular fora do objetivo predominantemente cristão. Mas ser diferente é tornar-se mais em ativo do que em passivo.

Desde meados do século 19, quando o movimento surgiu em New Hampshire, o Adventismo do Sétimo Dia teve uma missão urgente de levar o evangelho – com uma ênfase especial na iminente volta de Cristo – até aos confins da Terra. Os adventistas encontraram a essência da sua missão em Apocalipse 14:12, onde o fim dos tempos exige "a perseverança da parte do povo de Deus que guarda os seus mandamentos e permanecem fiéis a Jesus".

O foco tradicional da Igreja está agora a dar frutos em novas formas. Imigrantes recém-chegados aos EUA muitas vezes vêm de lugares da América Latina ou África, onde o Adventismo do Sétimo Dia tem igrejas antigas, escolas e hospitais.

Aqueles que migram do Brasil para Massachusetts, ou do México para o Texas, são capazes de encontrar a familiaridade de uma Igreja Adventista local liderada por um pastor que conhece a sua cultura e fala sua língua nativa, disse Edwin Hernandez, um pesquisador do Centro de Estudos da Religião Latina na Universidade de Notre Dame. Os imigrantes não são os únicos a abraçar o Adventismo do Sétimo Dia. Muitos do público em geral têm notado que os adventistas tendem a ser grandes estrelas da boa saúde e da longevidade; pesquisas mostram que eles tendem a viver 10 anos a mais do que o americano médio.

Com forte inclinação para o sucesso na saúde e na educação, os adventistas acham que conseguem uma audiência entre os céticos que compartilham essas prioridades.
Pesquisa publicada sobre a saúde dos adventistas "ajudou a trazer algum tipo de avaliação objetiva do adventismo... sobretudo acima e abaixo da costa oeste", disse Bryant G. Alexander, secretário-executivo da Divisão Norte-Americana da denominação.
"Então, falamos com as pessoas sobre o nosso estilo de vida".

Alguns recém-chegados ao adventismo também apreciam a clareza da igreja sobre o que é esperado dos seguidores de Cristo. Diana Syth, de Kent, Washington, participou de várias igrejas protestantes durante anos. Mas ela disse que "nunca chegou a obter a informação que necessitava saber sobre o que significava ser cristão", até que ela e o marido aprenderam do adventismo com um fiel seis anos atrás.

"Meu filho (adulto) tem visto uma mudança em nós", disse Syth. "Ele vê uma nova calma em nós. Há esperança onde não havia antes".

Os adventistas também estão colhendo no evangelismo os frutos de seus esforços extras. Respondendo a uma iniciativa nacional, mais de 80% das 6.000 igrejas adventistas na América do Norte realizaram eventos de treinamento ao longo da semana em hotéis em 2009.

Bryant disse que em um ano normal, em que um terço a metade das congregações adventistas participam de tais eventos, a taxa de crescimento da igreja norte-americana fica ao redor de 1,7% - ainda assim mais alta do que outras denominações na América do Norte.

Criatividade parece render o pagamento de dividendos também. A Igreja tem visto alguns dos seus mais fortes ganhos vir de regiões não-religiosas, como o noroeste do Pacífico. Em Washington, por exemplo, a denominação tem estabelecido os "cafés cristãos", onde as pessoas podem relaxar e fazer perguntas sem sentir as pressões da igreja.

"Você não está, necessariamente, convidando-os para a igreja", disse Bryant. "Você está sentado, conversando com as pessoas, construindo relacionamentos – e, lentamente conversando com elas sobre Cristo".

Fonte: USA TODAY

sexta-feira, outubro 01, 2010

Avinu Malkenu

Na noite de quarta-feira, 29 de setembro, o cantor adventista Leonardo Gonçalves lançou seu 3ª CD, Avinu Malkenu, cuja tradução é Nosso Pai, Nosso Rei. Todas as faixas do CD são cantadas em Hebraico, em homenagem à sua descendência judaica, descoberta por ele em meados de 2003. O evento aconteceu na Nova Semente, Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD), com cerca de 300 pessoas. A música tema, mencionada acima, é a principal oração litúrgica das festas judaicas, e a obra terá 2 milhões de cópias e será distribuída pela Sony Music.

Para Edson Nunes, pastor da IASD, esse evento abriu um diálogo inter-religioso entre cristãos e judeus. "Nós, adventistas do sétimo dia, somos conhecidos no meio cristão por sermos ‘judaizantes’, porque nós guardamos o Sábado, nós guardamos as leis de alimentação e temos que o Antigo Testamento está em pé de igualdade com o Novo Testamento", diz o teólogo. Ele complementa dizendo: "a nossa ligação com a Comunidade Judaica é muito mais forte do que a gente explora até hoje". O objetivo do evento, que contou com convidados especiais da comunidade judaica, foi um "quebra-gelo" para que a relação entre cristãos e judeus seja intensificada.

Leonardo Gonçalves contou com a participação de Fortuna, cantora e compositora brasileira, de origem judaica com 7 CDs e 1 DVD gravados, que inclusive canta a faixa tema do CD com Leonardo. Para o cantor, "através da arte a gente consegue, mesmo discordando em diversos pontos, sentir muitas emoções em comum". E completa dizendo que "os adventistas sabem em que os judeus acreditam, mas muitos judeus não sabem das crenças dos adventistas. E essa foi a oportunidade de aproximá-los dos cristãos".

Fonte: CNTN

quarta-feira, setembro 22, 2010

Os Adventistas e a Política

Nem sempre é fácil determinar a fronteira entre assuntos sociais e políticos. Os pioneiros adventistas estiveram envolvidos em algumas questões sociais. No início, os adventistas estiveram interessados em combater o alcoolismo, a escravidão, a opressão da mulher e em programas que atendessem às necessidades educacionais de crianças e jovens.

O Dr. Beach, autoridade mundial em liberdade religiosa, escreveu: "Cristianismo não é uma religião de indivíduos isolados ou de pessoas voltadas somente para seu interior; é uma religião de comunidade. Os dons e virtudes cristãos têm implicações sociais. Compromisso com Jesus Cristo significa compromisso que gera responsabilidade pelo bem-estar de outras pessoas."

Conheça alguns princípios que poderão ser úteis em período de eleições:

A IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA É NEUTRA EM RELAÇÃO A PARTIDOS POLÍTICOS.
A Igreja Adventista do Sétimo Dia evita orientar seus membros em questões ligadas à política e não apoia qualquer partido político em particular. Alguns membros da igreja têm se envolvido em política, e isso é uma decisão pessoal. Devido à rivalidade que frequentemente existe entre partidos políticos, é preferível que os cristãos, que se candidatam a cargos públicos, sempre o façam de modo independente.

A IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA NÃO É NEUTRA EM QUESTÕES MORAIS.
Os valores cristãos devem ser partilhados, promovidos e protegidos. Quando um programa político está em oposição aos valores cristãos, como justiça, temperança, liberdade e separação entre igreja e estado, o cidadão adventista tem que acompanhar sua tarefa de acordo com suas crenças e consciência. Recusar votar não é uma forma eficaz de contribuir para uma sociedade melhor. Algumas leis e programas políticos podem ter resultados muito negativos.

Ellen G. White escreveu: "Em nossa terra favorecida, todo eleitor tem de certo modo voz em decidir que espécie de leis hão de reger a nação. Não deviam sua influência e voto ser postos do lado da temperança e da virtude?" (Obreiros Evangélicos, p. 387).

A IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA NÃO DITA COMO VOTAR.
A decisão sobre como votar ou a quem apoiar é uma decisão individual. Isso deve ser feito de forma compenetrada, baseado naquilo que acreditamos ser o melhor para o país e para a continuação da proclamação do evangelho. A igreja não deve estar envolvida em campanha política. Nunca deveriam o púlpito ou encontros da igreja ser plataforma para campanhas políticas: "Queremos nós saber a melhor maneira de podermos agradar ao Salvador? Não é empenhando-nos em polêmicas políticas, seja no púlpito ou fora dele" (Testemunhos Para Ministros, p. 331).

O CRISTÃO APOIA A SEPARAÇÃO ENTRE IGREJA E ESTADO.
Nenhum poder ou governo terrestre tem o direito de legislar em assuntos de religião, e nunca deveria a igreja usar sua influência ou seu poder para criar leis religiosas ou forçar outros a agirem de acordo com suas crenças ou práticas: "Toda perseguição, toda a força empregada para obrigar a consciência, provém de Satanás; e aqueles que se encarregam desses planos são seus agentes para executar seus propósitos diabólicos". (Review and Herald, 10 de janeiro de 1893).

John Graz
Diretor do Departamento de Liberdade Religiosa da Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia

Fonte: Revista do Ancião jul-set 2010.

NOTA: Não ser neutro em questões morais significa, na prática, não votar em qualquer candidato (a) que defenda a legalização do aborto, da prostituição, das drogas e de outras imoralidades...

sexta-feira, abril 16, 2010

Os Adventistas


Um documentário sobre a mensagem e ministério de saúde da Igreja Adventista do Sétimo Dia está programado para ser levado ao ar por estações de difusão pública por todos os Estados Unidos, começando em 3 de abril. "Os Adventistas" explora o que o cineasta independente Martin Doblmeier considera um paradoxo: uma comunidade de fé conservadora na linha de frente da tecnologia médica.

Saber por que os adventistas, que crêem na breve vinda de Jesus, têm um compromisso com a longevidade e bem viver motivou o documentário, explicou Doblmeier.

O filme começa com a cronologia da Igreja Adventista, dando enfoque sobre a pioneira Ellen G. White e outros membros originais após o desapontamento da falha do retorno de Jesus à Terra em 1844. Os adventistas hoje, Doblmeier parece dizer segundo o filme avança, têm tanta fé quanto os membros originais, mas são comprometidos em viver responsável e positivamente, impactando aqueles ao seu redor enquanto esperam pela Segunda Vinda de Cristo. Esse impacto é em grande medida enraizado na ênfase da Igreja no viver saudável, conclui o filme de Doblmeir.

Ao filmar "Os Adventistas", Doblmeier disse que o que o impressionou mais foi "quão central é a teologia de atenção à saúde" para o adventismo. O filme apresenta histórias de muitos dos principais hospitais e centros médicos da Igreja Adventista, inclusive o Centro Médico da Universidade Loma Linda, na Califórnia, o Centro Médico Kettering, em Kettering, Ohio, o Hospital Santa Helena, em Santa Helena, California, e o Centro de Saúde Celebration, em Celebration, Flórida, onde a mãe de Doblmeier certa vez recebeu tratamento.

"Os Adventistas" remonta a herança de viver saudável da Igreja ao final dos anos 1800. Mesmo então, os centros médicos dirigidos pelos adventistas eram mecas de saúde conhecidos por oferecer as mais avançadas técnicas médicas -- o Sanatório de Battle Creek, em Battle Creek, Michigan, atraía pacientes tais como Amelia Earhart e Henry Ford, historia o filme.

Doblmeier dedica considerável tempo do filme a avanços mais recentes na área médica, como o transplante bem sucedido do coração de um babuíno numa criança no Centro Médico da Universidade Loma Linda, bem como avanços na área de cirurgia robótica e mesmo à distância.

Ele também destaca o compromisso dos adventistas com a guarda do sábado. "Eu realmente me senti tocado pela cultura do sábado na Igreja Adventista. Os adventistas não ficam simplesmente à toa no sábado -- estão ajudando as pessoas e impactando suas comunidades", comenta Doblmeir.

A reação ao filme de parte da comunidade adventista tem sido "gratificante", disse Doblmeier, acrescentando que espera que aqueles que não tenham formação adventista achem o filme "uma avaliação equilibrada e positiva" do impacto da Igreja nos Estados Unidos.

De uma perspectiva adventista, o filme pode parece por demais positivo, mas Doblmeier declarou que acredita que os não-adventistas que o virem poderão considerar alguns aspectos do filme de forma diferente. "Eles verão Ellen White e suas visões retratadas honestamente em seu papel central na fundação da Igreja, e creio que isso irá levantar algumas sobrancelhas", ele comentou.

"Os Adventistas" é o último dos 25 filmes de Doblmeier, que obteve prêmios cinematográficos ao retratar religião, fé e espiritualidade, o que inclui "Bonhoeffer", um documentário sobre o teólogo Dietrich Bonhoeffer, que resistiu ao nazismo, e "Albert Schweitzer: Chamado à África", um filme recordando a vida daquele humanitário ganhador do prêmio Nobel.

Doblmeier é presidente e fundador de Journey Films, sediado em Alexandria, Virginia, EUA. Descobrir "o que está acontecendo na cultura contemporânea e ver como a religião está interagindo nisso" motiva esses filmes, explica Doblmeier.

Uma discussão da visão holística adventista sobre ministério de saúde é "oportuno", mas o lançamento do filme quando a reforma de assistência de saúde está nas manchetes dos jornais nos Estados Unidos é particularmente "um tempo providencial", ele disse.

Doblmeier admitiu que seu enfoque limitado ao ministério de saúde nos Estados Unidos não cobre muitos aspectos da denominação global. Outro filme explorando o aspecto internacional da Igreja e sua êfanse em educação poderá fazer parte de planos futuros, ele indicou.

A Igreja Adventista do Sétimo Dia de Sligo, em Takoma Park, Maryland, apresentará uma exibição de "Os Adventistas" no dia 3 de abril às 7:30 da tarde. Uma sessão de perguntas e respostas com Doblmeier se seguirá à exibição. Apresentações também ocorrerão duas vezes ao dia durante a sessão da Assembleia da Associação Geral, de 27 de junho a 2 de julho, em Atlanta, Georgia.

Para encomendar uma cópia em DVD de "Os Adventistas" ou saber mais a respeito dos filmes de Doblmeier, visite www.journeyfilms.com.

Fonte: Adventist News Network

segunda-feira, junho 08, 2009

Liberdade religiosa: o desafio do século XXI

Ontem [07] pela manhã assisti ao Congresso "Liberdade Religiosa: desafio do século XXI", realizado no Colégio Adventista da Liberdade, em São Paulo. O orador principal foi o Dr. John Graz (foto), secretário Geral da IRLA.
Entre outras coisas, o Dr. Graz destacou que a IASD não é membro do Conselho Mundial de Igrejas (maior órgão ecumênico mundial), embora a Igreja participe de algumas de suas reuniões como observador. Para tornar-se membro haveria necessidade de voto em várias comissões da Igreja Adventista, uma das quais ele mesmo é o secretário. Como pessoalmente ele não apóia essa idéia, deixou claro que não tem interesse nenhum em favorecer a entrada da IASD neste Conselho Ecumênico mundial.

Destacou também que a liberdade religiosa não é a mesma coisa que o ecumenismo, pois, defender a liberdade de alguém crer em algo não é a mesma coisa que defender suas crenças. Quando defendemos a liberdade religiosa de todos, defendemos também a nossa liberdade de crer. Citou como exemplo a proibição do véu na França pelos muçulmanos. O véu é um símbolo religioso, e seu uso precisa ser respeitado, caso contrário, outros símbolos religiosos também poderão ser atacados (como o sábado).

Sobre a Lei Dominical, o Dr Graz afirmou que, atualmente, não há nada de concreto que indique o estabelecimento de uma Lei Dominical nos EUA. Porém, isso não significa que não possa surgir repentinamente. Na sua opinião, a Lei Dominical surgirá em um momento de crise sócio-econômica, onde as circunstâncias poderão pressionar a sociedade e as autoridades a estabelecer uma Lei Dominical. Ele afirmou ainda que somente em um contexto de crise sócio-econômica, o mundo islâmico poderia aderir também à bandeira do descanso dominical, o que não aconteceria de outra forma.

O apelo do Dr. Graz aos ouvintes foi para levantarem a bandeira da liberdade religiosa com coragem e prudência. A verdade e a liberdade devem andar de mãos dadas.