terça-feira, março 09, 2010

Hora do Planeta

O movimento mundial de alerta contra o aquecimento global "Hora do Planeta 2010" foi lançado nesta quarta-feira [3], pela ONG WWF-Brasil, em cerimônia realizada no Copacabana Palace. O Rio de Janeiro foi escolhido a cidade sede da campanha, cujo objetivo é estimular a população a apagar as luzes por uma hora, no próximo dia 27, das 20h30m às 21h30m.

O secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos, Carlos Osório, participou do evento representando o prefeito Eduardo Paes. Segundo ele, a prefeitura vai lançar um desafio à população, para que o Rio seja a cidade com maior adesão à campanha no país e no mundo.

"Esta é a segunda vez que participamos do movimento. Além do Cristo Redentor e da Praia de Copacabana, que já tiveram as luzes apagadas ano passado, vamos incluir a Zona Norte na campanha, desligando as lâmpadas da Igreja da Penha. O Pão de Açúcar e a Pedra do Arpoador também ficarão às escuras e estamos negociando com o exército para que eles participem, apagando a luz do monumento aos mortos na Segunda Guerra, no Aterro do Flamengo", disse Osório.

O movimento surgiu na Austrália, em 2007. No ano passado, a ação contou com a adesão de mais de quatro mil cidades, em 88 países. No Brasil, participaram 113 municípios e 13 capitais. A expectativa da WWF-Brasil é de que até um bilhão de pessoas apaguem as luzes durante a 'Hora do Planeta' em 2010.


FONTE: O Globo

NOTA: Uma bela forma de condicionar a população para a futura Lei Dominical. Em vez de uma hora, que tal um dia?

domingo, março 07, 2010

Folha entrevista blog criacionista

O adventista Michelson Borges se considera um moderado. Diz que ele e seus pares não negam totalmente a contribuição humana para o aquecimento global e condena as tendências "pagãs" do movimento ambientalista. Leia trechos da entrevista. (RJL)

FOLHA - Ser criacionista hoje equivale automaticamente a negar a mudança climática?
MICHELSON BORGES - É bom que fique claro que os criacionistas não negam a mudança climática e nem a parcela de contribuição humana nisso. Contudo, os que têm estudado o assunto perceberam que o aquecimento global não é totalmente provocado pelo ser humano. Trata-se de um fenômeno natural para o qual a ciência ainda não tem um modelo que possa ser corroborado pelas evidências.
FOLHA - Os meios evangélicos e adventistas brasileiros parecem seguir muito de perto as tendências que nascem nos EUA. Não é problemático aceitar um discurso que talvez tenha mais a ver com necessidades sociais e econômicas americanas?
BORGES - Os criacionistas do Brasil reconhecem que a controvérsia entre darwinistas e criacionistas nos Estados Unidos tem certo tom político, uma vez que muitos que defendem o criacionismo por lá fazem parte da chamada nova direita cristã, fortemente envolvida na vida política do país.
Mas não podemos inferir disso que todos os criacionistas estão preocupados em impor suas ideias por via política. Prova disso é a posição da Sociedade Criacionista Brasileira sobre o ensino do criacionismo nas escolas públicas: somos contra.

FOLHA - Qual o motivo teológico de ver o ambientalismo com reservas?
BORGES - Os cristãos entendem que foram incumbidos por Deus de administrar a criação, não por motivações políticas ou movidos por algum tipo de crença pagã de que a Terra seria uma divindade. Se, de fato, órgãos como o IPCC "maquiaram" informações, por que fizeram isso? O medo de que a Terra estaria com seus dias contados foi alimentado. Vimos um fenômeno: o ambientalismo se tornando uma religião urbana de alcance mundial. A pauta ambiental, ao que parece, deve gerar uma mobilização interdenominacional em torno do domingo como dia de observância religiosa e de "repouso da Terra", tendo em vista que esse dia é sagrado para a maioria dos cristãos [coisa inaceitável para os adventistas, para quem só o sábado é sagrado].

Fonte: Folha de São Paulo, 07 de março de 2010.

Leia a entrevista completa aqui.

NOTA: É a primeira vez que a chamada grande mídia menciona fora da seção de cartas a relação entre o aquecimento global e os interesses pagãos por trás desse movimento (incluindo aí a exaltação do descanso dominical). Anteriormente, só VEJA havia destacado o tema na seção de cartas... Vamos aguardar o desdobramento dessa entrevista...

sexta-feira, março 05, 2010

Lugar de religião é na escola?

Historicamente, Igreja e Estado nunca conseguiram uma parceria neutra. Com a evolução das sociedades, o Estado foi se desvinculando da influência da Igreja, tornando-se laico, mais democrático e autônomo.

Mas o Brasil parece estar recuando até o século XIX, segundo alguns críticos ao ensino religioso obrigatório nas escolas públicas brasileiras. Roseli Fischmann é uma delas. Professora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Metodista, de São Bernardo do Campo, Roseli é autora do livro Ensino Religioso em Escolas Públicas: Impactos sobre o Estado Laico. Para ela, é preciso deixar bem clara a ideia de que, se a escola é pública, ela precisa ser laica. Ao contrário das escolas religiosas particulares, nas quais os pais matriculam seus filhos por opção, por quererem seguir determinada confissão religiosa, a escola pública pertence ao Estado, ou seja, ela é de todos. “O acordo que o Brasil assinou com a Santa Sé torna o ensino religioso católico obrigatório, bem como o de outras confissões. Para começar, como a Igreja católica pode decidir sobre as outras religiões? Isso não é republicano e nem democrático”, explica a professora, que esclarece ser uma pessoa de fé que defende o Estado laico com argumentos acadêmicos.

Estado laico no papel

Todos os que transitam pelas escolas públicas brasileiras costumam se deparar com símbolos religiosos, geralmente católicos – como crucifixos e imagens da Nossa Senhora -, espalhados pelas salas e dependências. Parece não ser nada significativo, já que a maioria da população brasileira é católica, mas a professora Roseli alerta para o perigo de se privilegiar uma religião em detrimento de outras: “Quando a escola exibe esses símbolos, pode significar que aquela religião é mais importante do que as outras. Além disso, a Constituição, que é o documento mais importante do país, explicita que o ensino religioso é obrigatório, mas facultativo ao aluno. Na prática, isso quer dizer que, em vez de os pais autorizarem ou não que seus filhos assistam a aulas de ensino religioso impostas pela escola, os pais é que deveriam solicitar as aulas à escola para então, mais tarde, o aluno optar por assisti-las ou não”.

Um estudo apresentado em 2008 pela ong Ação Educativa revelou que em todos os estados brasileiros já existem leis sobre o tema. E muitas contêm várias inconstitucionalidades, como ministrar o ensino religioso no ensino médio. As leis se agrupam em três grandes modelos: o modelo interconfessional – que procura reunir um grupo de religiões – é o mais disseminado no país. O problema é que geralmente as aulas seguem os preceitos de religiões cristãs – católica e protestante. O segundo modelo leva em conta as religiões da clientela das escolas e os professores são indicados pelas organizações religiosas. É um modelo administrativamente impossível de ser implantado, pela diversidade de religiões existentes entre a população. E o terceiro modelo defende o ensino da religião como um fenômeno social e histórico. O problema desse modelo é que exige professores muito bem preparados para ministrar as aulas, que não sejam influenciados por suas próprias crenças e saibam enfrentar resistências e incompreensões por parte dos alunos e de suas famílias.

Ética não é doutrina religiosa

Para a professora Roseli, além de todas as dificuldades e suscetibilidades inerentes ao ensino de uma ou diversas religiões, existe o perigo de a doutrina se sobrepor ao processo educativo. “O desenvolvimento da autonomia é o grande objetivo da educação. A pessoa precisa aprender a refletir sobre os fatos, respeitar como o outro pensa, avaliando suas opções e fazendo suas escolhas. A autonomia é ditada pela vida em sociedade. Por isso, é perigoso se um professor recorre a explicações simplificadas como ‘é assim porque Deus quis’. A criança acaba não aprendendo a pensar por si mesma”, afirma a estudiosa, que já há alguns anos vem participando de debates e escrevendo diversos artigos sobre o tema, como o publicado na Revista ComCiência, produzida pelo LabJor – Laboratório de Jornalismo da Unicamp.

Outro perigo é o proselitismo. Mesmo sem querer, um professor pode acabar influenciando a escolha religiosa de um aluno, o que é proibido por lei. “A liberdade de crença é constitucional. A regra da maioria no jogo democrático não pode passar por cima das minorias. Existe um texto constitucional e ele não libera o Estado para ministrar o ensino religioso que melhor lhe convier”.

Um dos mais fortes argumentos de quem defende o ensino religioso nas escolas é que ele pode ajudar a combater a violência e a crise de valores. Outro equívoco perigoso, segundo a professora. “A ética não pode depender de uma religião. Nem se pode sempre evocar um deus para se combater a violência. A escola precisa lidar com esses problemas baseada nos valores humanos. Pois somos todos seres humanos, e precisamos buscar o respeito mútuo como humanos. Se precisarmos evocar uma figura divina para alcançar isso, essa busca se destrói, pois será sempre intermediada por uma divindade. E se uma criança tiver um Deus diferente do meu? E se uma outra não acreditar em nenhum Deus, como fica?”, questiona ela, que é também perita da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) para a Coalizão de Cidades contra o Racismo e a Discriminação.

Roseli encerra defendendo a liberdade de consciência: “Ela é a mãe de todas as outras liberdades. As pessoas devem escolher sua religião de forma livre e autônoma, assim como escolhem suas carreiras e seus parceiros. O direito à liberdade de consciência, de crença e de culto é um tripé universal e fundamental.”

Fonte: Opinião e Notícia

O descanso dominical na União Européia

O Parlamento Europeu, em Bruxelas, receberá no próximo dia 24 de Março uma conferência para relançar o debate sobre a protecção do Domingo.

O encontro é organizado pelos deputados Thomas Mann (Partido Popular Europeu) e Patrizia Toia (Aliança Progressista dos Socialistas e Democratas) e pela Fundação Konrad Adenauer. A iniciativa é apoiada por sindicatos europeus, organizações da sociedade civil e Comissão das Conferências Episcopais da União Europeia (COMECE).

A sessão contará com as intervenções do novo comissário do Emprego e Assuntos Sociais, László Andor, e de especialistas e deputados.

A Comissão Europeia deverá apresentar proximamente um novo projecto de directiva referente ao tempo de trabalho. Na sua versão original (1993), o documento referia que o Domingo seria, “em princípio”, o dia de repouso semanal.

A menção foi retirada em 1996 pelo Tribunal de Justiça Europeu porque o legislador não provou o nexo entre o dia de descanso e a protecção da saúde dos trabalhadores.

A COMECE defende que "um dia de repouso semanal comum" a toda a sociedade permite que as famílias se encontrem e que os cidadãos se dediquem a actividades culturais, espirituais e sociais.

O Domingo, acrescenta a Comissão das Conferências Episcopais, permite manter a coesão das sociedades, sendo por isso "um elemento precioso que convém reabilitar como pilar do modelo social europeu".

Fonte: Ecclesia

NOTA Resta Uma Esperança: No mínimo dois pontos nos chamam atenção nessa notícia. 1. O domingo como dia de descanso, algo que não é muita novidade, mas parece que a sua dimensão ganha contornos importantes para o cumprimento das profecias. 2. Os sindicatos como ferramenta para a execução das leis dominicais. Leiam estas citações:

"Os sindicatos serão um dos instrumentos que trarão sobre a Terra um tempo de angústia tal como nunca houve desde o princípio do mundo. Alguns homens combinarão segurar todos os meios que se possam obter em certos ramos de negócio. Formar-se-ão sindicatos, e os que a eles se recusam unir serão homens marcados." Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 142.

"Bem depressa se aproxima o tempo em que o poder controlador dos sindicatos será muito opressivo." Ibidem, pág. 141.

Saiba mais: "Solução simples para o aquecimento global".

quinta-feira, março 04, 2010

Lei de observância do domingo causa comoção nas Ilhas Marshall


A Associação de Liberdade Religiosa da América do Norte enviou esse informe de imprensa com um “alerta” por e-mail hoje [23 de fevereiro]:

A República das Ilhas Marshall está considerando a aprovação da lei nº 66, que se for aprovada será conhecida como “Lei de Observância do Domingo, 2010” rotulada como “Lei para santificar o domingo”. “Nenhuma pessoa se envolverá no comércio, seja por prática, profissão ou empresa comercial no domingo" - mas existem exceções.

[...]

Giff Johnson, editor do Jornal das Ilhas Marshall, observa que o comitê legislativo poderia apresentá-la para segunda leitura no final desta semana [26 de fevereiro] (o Parlamento entrará em recesso na próxima semana até agosto) ou deixá-la de lado até a sessão de agosto. "Até sexta-feira", afirma ele, "nós teremos uma melhor leitura se ela vai avançar. Penso que é improvável, mas posso estar errado".

Fonte: Adventist Today

NOTA: As Ilhas Marshall tem cerca de 70.000 habitantes de maioria protestante, e são uma república constitucional, porém, de livre associação com os EUA. O Tratado de Livre Associação entrou em vigor em 21 de outubro de 1986. Será essa uma experiência para o que esta por vir ao mundo? Vamos orar em favor da liberdade religiosa daqueles habitantes...

quarta-feira, março 03, 2010

Meu Pai

Um quarto dos alemães aceitam implantar chip no corpo

Pesquisa feita pela Associação Alemã das Empresas de Informação, Telecomunicação e Novas Mídias (Bitkom) revela que 23% dos moradores do país topam ter um microchip inserido no próprio corpo, contanto que isso traga benefícios concretos a eles. O levantamento, realizado com cerca de mil pessoas de várias cidades, foi divulgado na feira de tecnologia Cebit, que vai até o próximo sábado (7), em Hannover.

A pesquisa tem como objetivo mostrar que a divisão entre vida real e vida digital é cada vez mais estreita. O tema da Cebit neste ano é "Connected Worlds" (mundos conectados).

"Esse é um grande exemplo de quão longe as pessoas querem que as redes cheguem", disse o presidente da Bitkom, August-Wilhelm Scheer.

Pesquisa semelhante feita no final de 2006, na Inglaterra, mostrava que um em cada vinte adultos se dizia disposto a usar um microchip no corpo para evitar o uso de cartões de crédito ou dinheiro vivo nas compras. O estudo, promovido pelo Instituto Britânico para o Estudo do Setor da Alimentação (IGD), mostrava ainda que a proporção aumentava para um em dez quando o público entrevistado era composto por adolescentes.

Fonte: Folha Online

NOTA: É até possível encontrar alguns "benefícios" práticos em ter um chip no próprio corpo. Por outro lado, a invasão de privacidade, e a restrição das liberdades serão uma realidade não só virtual. Esse controle da população já foi profetizado no apocalipse: "para que ninguém possa comprar ou vender" (13:17). Lembrando que a marca da besta será a guarda do domingo por imposição legislativa, enquanto o chip é apenas o meio de controlar as pessoas...

sábado, fevereiro 27, 2010

Forte terremoto atinge a América do Sul

Um potente terremoto de 8,8 graus na escala aberta de Richter atingiu neste sábado (27) a região central do Chile, perto de Concepcion, a 400 km ao sul de Santiago, segundo o Instituto Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês). O mesmo instituto havia divulgado anteriormente que o tremor atingiu 8,3 graus, posteriormente 8,5 graus.

O forte tremor levou o Centro de Advertência do Pacífico a emitir alertas para possíveis tsunamis para pelo menos sete países: inicialmente para Chile e Peru, posteriormente estendido para Equador, Estados Unidos, Colômbia, Panamá, Costa Rica, além de regiões da Antártida. Pouco após o terremoto atingir o Chile , o Japão também entrou em alerta para possíveis tsunamis.

O terremoto, de cerca de um minuto de duração, ocorreu às 3h34 e estremeceu prédios na capital, Santiago, a 317 km de distância. Várias regiões da cidade ficaram sem energia e muitos chilenos, com medo, saíram às ruas. O epicentro do tremor foi localizado no mar, a 59 km de profundidade, em Maule, a 99 km da cidade de Talca.

Não há ainda informações sobre danos ou vítimas.

Fonte: Portal G1

O terremoto de 8.5 na escala Richter que atingiu o centro do Chile neste sábado foi sentido em algumas regiões da Argentina, no entanto não haviam sido registrados grandes danos. Segundo a imprensa local, cidades do centro da Argentina, norte e sul também foram afetadas pelo abalo sísmico, assim como em algumas regiões da capital Buenos Aires. O governador da província de San Juan, uma das áreas onde mais se sentiu o tremor, José Luis Gioja, pediu tranquilidade à população. Mesmo tendo dito que o terremoto foi sentido com intensidade, Gioja não falou em danos materiais.

Fonte: Estadão

quinta-feira, fevereiro 18, 2010

CBS - A História do Domingo nos EUA

A pedido de alguns leitores, postamos novamente o vídeo (agora com legendas no próprio vídeo) do programa Sunday Morning exibido nos EUA pela CBS em 1º de fevereiro de 2009: "A História do Domingo". A sugestão para a volta das Leis Dominicais [Blue Laws] é evidente e significa a apostasia nacional da América, que em lugar de adorar o Criador no sábado do sétimo dia, estabelece o domingo [dia do sol nas religiões antigas] como dia de descanso, mediante o poder político [união Igreja-Estado abominada por Deus].



NOTA: A partir de 1961, a Suprema Corte dos EUA decidiu que leis com origens religiosas não são inconstitucionais, desde que elas tenham um propósito secular (McGowan v. Maryland, 366 U.S. 420 - 1961). Portanto, qualquer crise seja ela energética, climática, financeira ou de segurança nacional (em todos esses casos os PROPÓSITOS SECULARES são evidentes) pode acionar o gatilho da crise final deste mundo revelada no apocalipse 13:15-17, onde a imposição do descanso dominical via legislação civil terá o papel principal...

quarta-feira, fevereiro 17, 2010

Falhas de medição invalidam tese do aquecimento global

Um cientista entre os chamados "céticos do aquecimento global" defende que boa parte dos dados que apontam o aumento da temperatura do planeta devem ser ignorados porque milhares de estações de medição espalhadas pelo mundo estão sendo afetadas por condições que distorcem os seus resultados.

O meteorologista Anthony Watts afirma em um novo relatório que "os dados sobre a temperatura global estão seriamente comprometidos porque mais de três quartos das 6 mil estações de medição que existiam no passado não estão mais em funcionamento".

Watts acrescenta que existe uma "grave propensão a remover estações rurais e de altitudes e latitudes mais altas (que tendem a ser mais frias), levando a um exagero ainda maior e mais sério do aquecimento".

O relatório intitulado Surface Temperature Records: Policy Driven Deception? (algo como "Os Registros das Temperaturas da Superfície: Mentira com Motivação Política?", em tradução livre) foi publicado de forma independente, e não em revistas científicas - nas quais os artigos de um autor passam pelo crivo da análise de colegas.

Mas outros pesquisadores apoiam a análise de Watts, incluindo o professor de ciências atmosféricas John Christy, da Universidade do Alabama, que já esteve entre os principais autores do IPCC - o painel da ONU sobre mudanças climáticas.

Entre as evidências citadas por Watts para defender sua tese está uma foto que mostra como a estação de medição no aeroporto de Fiumicino, em Roma, está posicionada atrás da pista de decolagem, recebendo os gases aquecidos emitidos pelas aeronaves.

Outra estação de medição está instalada dentro de um estacionamento de concreto na cidade de Tucson, no Arizona.

Essas são situações que, segundo o cientista, afetam o uso dos solos e a paisagem urbana ao redor da estação, refletindo muito mais as mudanças nas condições locais do que na tendência global da Terra.

Na América do Sul, o pesquisador afirma que as estações que medem a temperatura nas altas altitudes deixaram de ser consideradas, levando os cientistas a avaliar a mudança climática nos Andes por meio de uma leitura dos dados na costa do Peru e do Chile e da selva amazônica.

Para o pesquisador, estas falhas tornam "inútil" a leitura dessas medições colhidas em solo. Watts sustenta que o monitoramento via satélite é mais exato e deveria ser o único adotado.

O debate provocado pelo professor é lenha no fogo da discussão que opõe cientistas para quem o aquecimento global, se existe, é um fenômeno natural - e tem precedentes na história da humanidade - e cientistas para quem o efeito é causado pelo homem e acentuado pelas emissões de gases que causam o efeito estufa.

Nos últimos anos, os cientistas que alertam para as causas humanas por trás do aquecimento conseguiram fazer prevalecer sua visão, sobretudo no Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC, na sigla em inglês) da ONU, que recebeu inclusive um prêmio Nobel da Paz.

Em uma espécie de "contra-ataque dos céticos do aquecimento", o órgão da ONU foi obrigado no início deste ano a admitir que se equivocou em um dado que apontaria para a possibilidade de as geleiras do Himalaia derreterem até 2035.

No fim de semana, o cientista por trás deste equívoco, Phil Jones, disse à BBC que seus dados estavam mal organizados, mas que nunca teve intenção de induzir ninguém ao erro.

Jones, que é diretor da Unidade de Pesquisa Climática da Universidade de East Anglia, disse estar "100% confiante" de que o planeta está se aquecendo e de que este fenômeno é causado pelo homem.

O cientista afirmou ainda que as disputas entre os pesquisadores – a "mentalidade de trincheiras", como ele se referiu – só prejudicam a discussão objetiva da questão.

Fonte: BBC Brasil

sexta-feira, fevereiro 05, 2010

Novelas: péssimo alimento para a mente

A liberdade de expressão passa por desvios escabrosos no mundo moderno. Enquanto em países como a Venezuela se lacram canais de televisão, aqui entre nós a disputa de audiência coloca no ar uma libertinagem que agride a família brasileira. A devassidão está escancarada nas novelas, que são apresentadas em horário nobre e penetram nos lares para espanto de pais, esposas e crianças, em todo o país. E nelas, o que se vê?

Famílias desconstituídas e a banalidade dos encontros fortuitos, as traições como hábito comum dos casais. A fidelidade morreu. A mulher se transformou em objeto. Aqui, em cena de café da manhã, a filha sai do quarto com o namorado e se assenta à mesa, na mais absoluta naturalidade. Ali, na outra cena, amigas planejam outro lance de traição e torpeza.

A rigor, todos os personagens são levianos, ninguém trabalha, e é isso que destoa da realidade brasileira. O Brasil não é isso. Essa não é a verdade do nosso povo e da nossa civilização. Nisso, a novela presta um desserviço à nacionalidade, até porque, sendo bem feita como é, a peça vai correr mundo e mostrar uma imagem deformada da mulher brasileira que, na verdade, é uma trabalhadora voraz, competente, dedicada, que cresce a olhos vistos no campo da produção e, à noite, volta para casa, para conduzir com dignidade o lar, que é seu esteio e seu templo de repouso.

Não se trata, como pode parecer, de rasurar, na sua essência, a liberdade de expressão. Nada disso. É uma questão de cidadania. É uma questão de civilização. É uma questão da televisão brasileira.

Fonte: Rádio Jovem Pan

(Para fazer o download do arquivo no site da Jovem Pan é só clicar com o botão direito do mouse e escolher "salvar destino como").

"Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam casavam-se e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca. E não o perceberam, até que veio o dilúvio e os levou a todos, assim será, também, a vinda do Filho do homem" (Mt 24:38 e 39).

quinta-feira, fevereiro 04, 2010

Estudo britânico vincula excesso de Internet à depressão

Quem passa muito tempo na Internet tem mais propensão a apresentar sintomas de depressão, disseram cientistas britânicos nesta quarta-feira, 3. Não está claro, no entanto, se a Internet causa depressão ou se a rede atrai os deprimidos.

Psicólogos da Universidade de Leeds disseram ter notado uma "impressionante" evidência de que alguns internautas desenvolvem uma compulsão na qual substituem a interação da vida real por salas de bate-papo e sites de relacionamento social.

"Este estudo reforça a especulação pública de que o excesso de engajamento em sites que servem para substituir a função social normal poderia levar a transtornos psicológicos correlatos, como depressão e dependência", disse a principal autora do estudo, Catriona Morrison, em artigo na revista Psychopathology. "Este tipo de 'surfe aditivo' pode ter um sério impacto sobre a saúde mental."

No primeiro grande estudo com jovens ocidentais sobre essa questão, os pesquisadores analisaram o uso da Internet e os níveis de depressão entre 1.319 britânicos de 16 a 51 anos de idade. Concluíram que 1,2% deles eram viciados em internet.

De acordo com Morrison, esses dependentes passavam proporcionalmente mais tempo em sites com conteúdo sexual, de games ou de comunidades online. Tinham também uma incidência maior de depressão moderada ou severa do que a média dos usuários normais.

"O uso excessivo da Internet está associado à depressão, mas o que não sabemos é o que vem primeiro - as pessoas deprimidas são atraídas para a Internet, ou a Internet causa depressão?", escreveu Morrison.

"O que está claro é que para um pequeno subconjunto de pessoas o uso excessivo da Internet poderia ser um sinal de alerta para tendências depressivas."

Morrison notou que, embora o porcentual de 1,2% de dependentes da Internet seja "pequeno", representa o dobro da incidência dos viciados em jogo na Grã-Bretanha, que é de cerca de 0,6%.

Fonte: Estadão

terça-feira, fevereiro 02, 2010

Faltam seis minutos para a meia-noite



Agora faltam seis minutos para a meia-noite no Relógio do Fim do Mundo, que desde a década de 40 registra o risco de uma guerra nuclear - e, mais recentemente, do aquecimento global e do terrorismo - para a sobrevivência da humanidade. A meia-noite do relógio representa, figurativamente, o fim da civilização. Desde 2007 e até o ajuste anunciado hoje, o relógio vinha marcando 5 para as doze.

Os ponteiros do Relógio do Juízo Final são controlados pelo Boletim de Cientistas Atômicos, uma organização que reúne diversos pesquisadores de várias partes do mundo, incluindo 19 ganhadores do Prêmio Nobel. O Boletim foi fundado em 1945 por pesquisadores e técnicos que haviam trabalhado na criação das primeiras bombas nucleares.

Em nota divulgada no anúncio da alteração do horário, a diretoria do Boletim diz que "estamos prestes a girar o arco da história na direção de um mundo livre de armas nucleares. Pela primeira vez desde que as bombas atômicas caíram em 1945, líderes dos Estados dotados de armas nucleares estão cooperando para reduzir drasticamente seus arsenais".

A declaração também afirma que "pela primeira vez, países industrializados e em desenvolvimento estão prometendo limitar as emissões de gases que alteram o clima".

A nota acrescenta que a mudança, de apenas 1 minuto, revela que o otimismo tem de ser tratado com cautela. "Enfatizamos que muito ainda precisa ser feito", diz o texto. "O pequeno incremento da mudança reflete tanto as ameaças que permanecem quanto o fato de que os governos podem vir a descumprir suas promessas".

A declaração do Boletim diz que "o mundo ainda não está seguro para uma expansão rápida do uso da energia nuclear", porque essa expansão traz consigo o risco da utilização do material nuclear para a criação de bombas. "O uso de dispositivos nucleares ainda é uma possibilidade muito perigosa, em um mundo onde mísseis balísticos russos e americanos estão em condições de disparo rápido e conflitos entre povos e países escalam rapidamente em ações militares".

Sobre o aquecimento global, a nota do Boletim afirma que "não há mais como evitá-lo - ele está entre nós". "Se continuarmos como sempre, nosso hábitat poderá ser prejudicado de forma a se tornar irreconhecível, com consequências imprevisíveis para nosso modo de vida. Sem uma sequência firme e imediata à conferência de Copenhague e uma ação bem planejada, estaremos todos ameaçados por mudanças aceleradas e irreversíveis em nosso planeta".

Os esforços brasileiros para preservação da Amazônia são citados nesse contexto, bem como o entendimento entre EUA e China sobre aquecimento global.

O Relógio do Fim do Mundo foi ajustado 18 vezes desde sua criação, em 1947, mais recentemente em janeiro de 2007, quando o relógio foi adiantado de 7 para 5 para a meia-noite, por conta da ameaça das armas nucleares e do aquecimento global. A mudança anterior havia ocorrido em fevereiro de 2002, após os atentados de 11 de setembro de 2001.

Os dois momentos de maior pessimismo do Boletim foram em 1949 (teste da primeira arma nuclear soviética) e 1984 (os EUA lançam sua iniciativa "guerra nas estrelas", no governo de Ronald Reagan), quando o relógio chegou a 3 minutos para a meia-noite, e 1953 (os EUA decidem construir a bomba H), com 2 minutos para o fim. Com o fim da Guerra Fria, em 1991, o relógio foi atrasado para 17 minutos para a meia-noite.

Fonte: Estadão

NOTA Blog Resta Uma Esperança: Não importa se estamos a 5, 6 ou 17 minutos para o fim deste mundo. O que importa realmente neste artigo é que os cientistas já identificaram que estamos muito próximos do fim deste planeta; suas guerras políticas e religiosas, a violência, a imoralidade, a corrupção, os desastres naturais, a devalorização da família, etc... etc, tudo isso indica que estamos prestes a presenciar o fim de todas as coisas. O que mais me preocupa é que, enquanto os cientistas veem o fim chegar, os membros da igreja continuam vivendo como se o fim ainda estivesse muito distante. O que me espanta também é o fato que muitos estão vendo o fim se aproximar, mas nada fazem para se preparar, alguns permanecem inertes e descrentes para com a Bíblia. Isso tudo são sinais que só corrobora a ideia de que a Bíblia tem razão, pois Cristo afirmou: "Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, não o perceberam, até que veio o dilúvio e os levou a todos, assim será, também, a vinda do Filho do homem." Mateus 24:38-39.

Senhor, ajuda-nos a enxergar os Teus avisos e prepara-nos para Te receber.

NOTA Minuto Profético: Além disso, pesa a "coincidência" desse anúncio com a numerologia ocultista. Foram 18 ajustes no Relógio desde sua criação (6+6+6). Faltam também 6 minutos para a meia-noite! E a data escolhida para o anúncio - 14 de janeiro de 2010 - antecede exatamente em 666 dias uma aparente data ocultista (11/11/11)! Será tudo isso coincidência ou realmente a adoração do sol (através da guarda do domingo) está sendo promovida de modo subliminar? Só o tempo dirá...



Conheça mais sobre a numerologia ocultista aqui.

quinta-feira, janeiro 28, 2010

As previsões do clima ainda podem ser confiáveis?

Primeiro, foi uma série de e-mails que levou muitos a começarem a duvidar da veracidade dos cientistas climáticos. Depois, a própria entidade da ONU teve que mudar as previsões sombrias sobre o derretimento das geleiras do Himalaia. Outras alegações também levantaram dúvidas.

A geleira Siachen é lar de uma das maiores crises do mundo. Aqui, a 6 mil metros acima do nível do mar, soldados indianos e paquistaneses se enfrentam, protegidos em posições altamente armadas.

A disputa de fronteira em andamento entre as duas potências nucleares já custou as vidas de 4 mil homens – a maioria deles por exposição ao frio.

Agora a geleira do Himalaia também está no centro de uma disputa científica. Em seu atual relatório, o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) prevê que a geleira, que tem 71 quilômetros de comprimento, poderia desaparecer até 2035. Ele também prevê que outras 45 mil geleiras na mais alta cadeia de montanhas do mundo virtualmente desaparecerão até lá, com consequências drásticas para bilhões de pessoas na Ásia, cuja vida dependa da água que se origina no Himalaia. O relatório do IPCC levou ativistas ambientais a soarem o alarme a respeito de um drama que pode estar se desdobrando no "terceiro pólo do mundo".

"É claro, este prognóstico é uma completa tolice", diz John Shroder, um geólogo e especialista em geleiras da Universidade do Nebraska, em Omaha. Os resultados de sua pesquisa dizem uma história completamente diferente.

Nas últimas três décadas, o glaciólogo americano tem percorrido as montanhas majestosas da região do Himalaia, particularmente a Cordilheira Karakorum, com seus instrumentos de medição. As descobertas que ele fez não são consistentes com a avaliação do IPCC. "Apesar de muitas geleiras estarem encolhendo, outras estão estáveis e algumas estão até mesmo crescendo", diz Shroder.

O erro em torno das geleiras do Himalaia provocou protestos no mundo da climatologia. Alguns já estão usando o termo "Glaciergate" em referência ao escândalo em torno da alegação cientificamente indefensável no quarto levantamento do IPCC, que a entidade da ONU para o clima publica a cada cinco anos. O quarto relatório de levantamento foi publicado originalmente em 2007. Na semana passada, o IPCC retirou a afirmação errônea e pediu desculpas pelo erro.

O ministro do Meio Ambiente alemão, Nobert Röttgen, um membro da União Democrática Cristã (CDU) de centro-direita, também está irritado com o incidente. "O erro no relatório do IPCC é sério e não deveria ter ocorrido", disse Röttgen para a Spiegel. "A exatidão científica é uma condição vital para a credibilidade das conclusões políticas que chegamos como resultado." Apesar do ministro ainda ter confiança na validade geral do relatório do IPCC, ele deseja ver "uma ampla investigação sobre como o erro se originou e foi comunicado".

Mas por que essa alegação claramente equivocada não foi notada há muito tempo por pelo menos um dos 3 mil cientistas que contribuíram para o relatório do IPCC? "O que é realmente incrível é que esse erro permaneceu sem ser corrigido por muito tempo", diz Shroder.

Errar é humano, dizem representantes do IPCC como Ottman Edenhofer, do Instituto para Pesquisa do Impacto Climático, em Potsdam. "Nós não deveríamos questionar a credibilidade de um relatório de quase 3 mil páginas por causa de um único erro."

Mas outros climatólogos estão pedindo por consequências. Eles insistem que o presidente do IPCC e ganhador do Nobel, Rajendra Pachauri, não é mais aceitável como chefe do painel, particularmente devido ao seu envolvimento pessoal no assunto. "Pachauri deveria renunciar, para evitar maiores danos ao IPCC", diz o climatólogo alemão Hans von Storch. "Ele usou o argumento da suposta ameaça à geleira do Himalaia em seus esforços especiais para arrecadação de fundos para pesquisa." Storm alega que o cientista indiano não ordenou a retratação da previsão errônea até ela gerar uma considerável pressão pública.

[...]

Fonte: Spiegel

segunda-feira, janeiro 25, 2010

Chance de encontrar extraterrestres é maior do que nunca

As chances de se descobrir vida fora da Terra são maiores do que nunca, segundo afirma Martin Rees, o principal astrônomo britânico e presidente da Royal Society, a academia de ciências da Grã-Bretanha.

A Royal Society organiza a partir desta segunda-feira em Londres uma conferência com pesquisadores de várias partes do mundo para discutir as perspectivas de se encontrar formas de vida extraterrestres.

Segundo Rees, que em 1995 foi agraciado com o título de Astrônomo Real, uma descoberta como essa poderia representar um momento de mudança para a humanidade, alterando nossa visão de nós mesmos e de nosso lugar no cosmos.

Cientistas de todo mundo vêm analisando sinais do espaço em busca de emissões de ondas sonoras feitas por seres inteligentes fora da Terra, mas tudo o que conseguiram captar até hoje foi estática...

Fonte: BBC Brasil

Cientistas de diversas áreas do conhecimento estão reunidos desde a manhã desta segunda-feira na Grã-Bretanha para uma séria discussão em torno da existência de vida em outros planetas. O encontro de dois dias, organizado pela Royal Society - a conceituada Academia de Ciências britânica - e realizado em Londres, tem como tema "A descoberta de vida extraterrestre e suas consequências para a ciência e a sociedade".

A conferência conta com representantes da Nasa, da Agência Espacial Europeia e do escritório da ONU dedicado aos assuntos extraterrestres, além do presidente da Royal Society, Lorde Rees. Ela marca os 50 anos do programa "Busca por Inteligência Extraterrestre", conhecido pela sigla Seti. Durante o encontro, serão debatidas várias perspectivas e formas de se procurar os extraterrestres, diante dos avanços tecnológicos que facilitam essa busca. Em abril, haverá uma nova conferência sobre o assunto, no Texas (EUA).

Apesar de até hoje os cientistas nunca terem conseguido encontrar sinais de atividade extraterrestre, muitos deles acreditam na existência de vida no espaço e apostam que sua descoberta esteja prestes a acontecer. Biólogos especialzados em evolução apontam que, pelos princípios de Darwin, é "inevitável" que a vida inteligente tenha se desenvolvido em algum lugar do universo, em um ambiente com as condições adequadas.

Para o físico Paul Davies, da Universidade Estadual do Arizona, a procura por alienígenas deve se focar bem debaixo do nosso nariz: demonstrar que alienígenas estiveram na Terra seria a melhor evidência de se provar sua existência no Universo. "Precisamos desistir dessa ideia de que os ETs deveriam nos enviar algum tipo de mensagem ou ter alguma iniciativa nesse sentido", disse ele ao jornal britânico The Times.

A conferência também coloca em pauta as implicações dessa possível descoberta. Alguns estudiosos alertam para o "perigo" do contato entre humanos e alienígenas. Marek Kukula, astrônomo do Royal Observatory, em Greenwich, admitiu ao The Sunday Times: "Nós gostaríamos de afirmar que, se existe vida fora da Terra, ela seria sábia e benevolente. Porém, não temos evidências para isso."

Fonte: VEJA

Leia também: "Obama fará revelação oficial sobre a existência de extraterrestres".

segunda-feira, janeiro 18, 2010

Bento XVI visita sinagoga em Roma

"Durante cerca de duas horas, o papa Bento 16 realizou neste domingo a sua primeira visita à sinagoga de Roma – gesto que o Vaticano espera ser visto como um marco nas relações entre as religiões católica e judaica. Essa foi a terceira visita do papa a um templo judaico desde que assumiu a Santa Sé em 2005. No entanto, as relações com os judeus não atravessam uma crise. O pontífice católico insiste em levar adiante planos de canonizar o papa Pio 12, que dirigiu a igreja católica durante a Segunda Guerra Mundial, contra protestos judeus." (BBC Brasil)

"A visita do Papa poderá ajudar a desbloquear um outro tema: o das conversações entre a Igreja Católica e Israel para definir o estatuto das instituições católicas neste país. E surge na véspera da IX reunião da Comissão para o Diálogo entre Judeus e Católicos, que irá debater a abordagem teológica das questões ambientais." (Público)

"Mas sua visita à sinagoga romana é importante porque as relações entre o Vaticano e a comunidade judaica de Roma - a mais antiga da diáspora - frequentemente são vistas como indicativo das relações entre católicos e judeus em todo o mundo." (123achei)

NOTA: A verdadeira razão da "visita histórica" de Bento XVI à sinagoga de Roma não é por ele nunca ter estado lá, mas sim porque a visita ocorreu num domingo. É a primeira vez que Bento XVI visita uma sinagoga em dia de domingo - as outras duas visitas que fez a uma sinagoga ocorreram numa sexta-feira (19/08/2005 na Alemanha, e 18/04/2008 em Nova York, EUA).

quinta-feira, janeiro 14, 2010

Dia de reflexão judaico-cristã em Roma

"Lembra-te do dia de sábado para santificá-lo". Este é o tema da reunião agendada para iniciar hoje, quinta-feira, dia 14, e que se estenderá até dia 18, domingo, na Pontifícia Universidade do Latrão, na Cidade do Vaticano.

A reunião será guiada Dom Marco Gnavi, diretor do escritório diocesano para o diálogo ecumênico e inter-religioso em uma mesa redonda que terá como palestrantes o Rabino-Chefe Riccardo Di Segni e o Bispo Vincenzo Paglia.

Antecedendo em três dias a visita de Bento XVI à sinagoga de Roma, a reunião se insere em um caminho que, desde 2005, discute ponto a ponto o Decálogo. Este ano, o ponto é o quarto mandamento: "Lembra-te do dia de sábado para santificá-lo".

Para o Bispo Benedetto Tuzia, presidente da Comissão Diocesana para o Ecumenismo e Diálogo Inter-religioso, o objetivo é "encontrar um terreno comum entre cristãos e judeus, por meio da ética dos mandamentos, onde o homem encontra a sua liberdade".

Sobre esta questão, falará o rabino chefe da comunidade judaica de Roma, Riccardo Di Segni e do bispo de Terni-Narni-Amelia Vincenzo Paglia, ex-presidente da Comissão para o Ecumenismo e Diálogo inter-religioso da Conferência Episcopal Italiana.

Dom Tuzia ainda falou que, "para nós será a oportunidade para reiterar o desejo da Igreja italiana de encontrar a comunidade judaica, parando primeiro sobre esta forte raiz comum que são as Escrituras dos mandamentos."

Fonte: Rádio Vaticana

NOTA: O compromisso da Santa Sé é com a Tradição acima das Escrituras. Dois mandamentos da Bíblia foram alterados pela Igreja Católica - o que proibe a adoração de imagens, e o que prescreve a guarda do sábado bíblico. A astúcia de Roma está agindo no sentido de convencer todos da observância do domingo, sinal de sua autoridade. A crise final conforme profetizado em Apocalipse 13:15-17 está se aproximando onde cada habitante deste planeta teá que fazer sua escolha: servir a Deus e obedecer Sua Palavra, ou servir as tradições dos homens...

segunda-feira, janeiro 11, 2010

Cientistas detectam resfriamento na Península Antártica

Temperaturas mais baixas complicam debate sobre aquecimento global, diz pesquisador brasileiro. O norte da Península Antártica vem se resfriando em tempos recentes. Dados meteorológicos da Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF), a base brasileira no continente gelado, indicam uma tendência de resfriamento de 0,6º C por década, nas temperaturas registradas nos últimos 14 anos. A Península Antártica, como um todo, é uma das regiões do planeta que mais se aqueceu no século 20, acumulando uma elevação de temperatura de 3º C.

Fonte: Estadão

segunda-feira, dezembro 21, 2009

Schwarzenegger defende participação popular contra mudanças climáticas

Em um evento paralelo nesta terça-feira, 15, dentro da cúpula da ONU sobre a mudança climática (COP-15) em Copenhague que contou com a participação de Arnold Schwarzenegger, governador da Califórnia, o governador de São Paulo, José Serra (PSDB) afirmou que os Estados são "referência e exemplo" na luta contra as mudanças climáticas.

Pré-candidato à presidência das eleições de 2010, Serra disse que os Estados querem ser "parte da solução" e de um novo modelo de desenvolvimento, encorajando aos líderes mundiais a fazerem o mesmo.

Entre as medidas impulsionadas por São Paulo, Serra citou no evento a redução do desmatamento, uma política regional "sem precedentes nos países em desenvolvimento" que aspira a redução das emissões em 20% em 2020 com relação a 2005 e o uso do etanol, que representa um quinto da produção mundial.

Um investimento de US$ 100 milhões em programas científicos contra a mudança climática e o objetivo de reflorestar 1 milhão de hectares de superfície em 2020 são algumas das aspirações do estado de São Paulo, destacou Serra.

Em seu discurso, Schwarzenegger seguiu a mesma linha e defendeu o papel de cidades e Estados como "laboratórios de novas ideias" contra a mudança climática, cuja importância está refletida no fato dos mesmos serem receptores de 80% das ações para minimizar as emissões de gases do efeito estufa.

Embora tenha destacado a importância de conseguir um acordo na cúpula climática de Copenhague, Schwarzenegger dividiu o "poder" entre os indivíduos, cidades, Estados, cientistas e empresários para poder mudar as coisas e afirmou que isso já está ocorrendo.

"Na Califórnia não ficamos sentados esperando por Washington", afirmou Schwarzenegger, que explicou que 27% da energia no Estado partem de fontes renováveis e que o objetivo é chegar a 45% em dez anos.

Para Schwarzenegger, se a cúpula da ONU ficar sem acordo isso não significa um fracasso, porque na visão dele o êxito já foi alcançado ao possibilitar uma nova maneira de olhar o mundo, como ocorreu com Kioto em 1997.

Ao finalizar o discurso, o ator lembrou sua célebre frase do filme "O Exterminador do Futuro": "eu voltarei".

Fonte: Estado de São Paulo Online

NOTA: O "fracasso" da Cúpula de Copenhague, na verdade, faz parte do script, uma vez que "mesmo na livre América do Norte, governantes e legisladores, a fim de conseguir o favor do público, cederão ao pedido popular de uma lei que imponha a observância do domingo." (O Grande Conflito, p. 592). Portanto, a legislação dominical será imposta após pressão popular, o que justamente o governador Schwarzenegger sugeriu nesse encontro... O ECOmenismo está contribuindo para o cumprimento profético...

domingo, dezembro 13, 2009

Sinos de igrejas serão tocados em apelo climático

As igrejas de todo o mundo preparam-se este domingo, exactamente às 15:00 horas em Copenhage (14:00 horas de Lisboa), para tocarem a rebate os sinos, 350 vezes, simbolizando o máximo de 350 partes por milhão de dióxido de carbono que podem ser lançados para a atmosfera.

A iniciativa da Igreja Católica, no âmbito das negociações que estão a decorrer na Cimeira de Copenhage sobre as alterações climáticas, pretende ser cúmplice do combate com o aquecimento global do planeta, que, se não for vencido, vai afectar a vida de todos, independentemente da sua religião ou princípios.

O toque dos sinos vai assemelhar-se ao rebate que acontece quando a morte se aproxima ou o perigo espreita, sendo que a Igreja Católica convida todos, mesmo que não tenham um sino, a juntar-se a esta causa, usando tambores, apitos ou outros instrumentos... (Diário Digital)

Sinos serão tocados também em países incluindo Nova Zelândia, Austrália, Brasil, Canadá, Bélgica, França, Alemanha, Holanda, Suiça, Suécia e os Estados Unidos.

A iniciativa tem sido organizada pelo Concílio Mundial de Igrejas, o qual representa mais de 500 milhões de cristãos. (BBC)

NOTA: Todo esse interesse da Igreja Católica em "salvar a criação" é, na verdade, em benefício próprio, uma vez que, dentre as soluções propostas estará o descanso dominical, marca da sua supremacia mundial. Onde estão os protestantes que dizem seguir a Bíblia: "Lembra-te do dia de sábado para o santificar" (Ex 20:8)?

sexta-feira, dezembro 11, 2009

Tropa de choque do ECOmenismo

Mais de 50 jornais de todo o mundo juntaram-se em campanha pelo meio ambiente. Todos publicaram, no domingo [6/12], um editorial em suas capas para chamar a atenção para a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que começou em Copenhague na segunda-feira [7/12]. O projeto, sem precedentes, é resultado de semanas de negociação entre as publicações para que todas chegassem a um acordo sobre o texto final, em um processo de diálogo semelhante à relação diplomática que permeará os 14 dias do evento. O artigo foi trabalho de uma equipe de repórteres e editores do diário britânico Guardian [o mesmo que apoia o Movimento 10:10] e teve três esboços para chegar à redação final, que satisfizesse a todos. “Jornais nunca fizeram nada semelhante antes, mas também nunca tiveram que cobrir um tema como este. Nenhum editorial sozinho poderia esperar influenciar o resultado de Copenhague, mas espero que a voz combinada de 56 grandes jornais em 20 idiomas lembre aos políticos e negociadores reunidos lá o que está em jogo – e convença-os a ficarem acima das rivalidades e inflexibilidades que estão no caminho do acordo”, diz Alan Rusbridger, editor-chefe do Guardian.

Confira a lista completa dos jornais participantes aqui.

O editorial, em português:

Hoje, 56 jornais de 44 países dão o passo inédito de falar com uma só voz, por meio do mesmo editorial. Tomamos essa atitude porque a humanidade enfrenta uma séria emergência.

Se não nos unirmos para adotar uma ação decisiva, as mudanças climáticas devastarão nosso planeta, acabando também com nossa prosperidade e nossa segurança. Os perigos têm se tornado evidentes há uma geração. Agora os fatos começaram a falar por si: 11 dos últimos 14 anos foram os mais quentes já registrados, o gelo do Ártico está derretendo e a alta nos preços do petróleo e dos alimentos no ano passado é um exemplo do caos que pode estar por vir. Nas publicações científicas, a questão não é mais se os seres humanos devem levar a culpa pelo que está acontecendo, mas quão curto é o tempo que temos para reduzir os danos. Até aqui, a resposta mundial tem sido fraca e sem entusiasmo.

As mudanças climáticas foram causadas ao longo de séculos e têm consequências que durarão para sempre. As nossas chances de frear o problema serão determinadas nos próximos 14 dias. Apelamos aos representantes dos 192 países reunidos em Copenhague a não hesitar, não entrar em disputas, não culpar uns aos outros, mas sim a aproveitar a oportunidade advinda deste que é o maior fracasso político moderno. Esta não deve ser uma luta entre ricos e pobres ou entre Ocidente e Oriente. As mudanças climáticas afetam a todos e devem ser resolvidas por todos.

A ciência envolvida é complexa, mas os fatos são claros. O mundo precisa agir para limitar a 2ºC o aumento da temperatura global, um objetivo que exigirá que as emissões mundiais de gases-estufa alcancem um teto e comecem a cair nos próximos cinco a 10 anos. Um aquecimento maior, de 3ºC a 4ºC – o menor aumento que podemos esperar se continuarmos sem fazer nada –, poderá levar seca aos continentes, transformando áreas agrícolas em desertos. Metade das espécies poderá ser extinta, milhões de pessoas poderão ser desalojadas, nações inteiras inundadas pelo mar.

Poucos acreditam que Copenhague ainda possa produzir um tratado definitivo; progresso real nessa direção só pôde surgir com a chegada do presidente Barack Obama à Casa Branca e com a reversão de anos de obstrucionismo americano. Mesmo agora, o mundo se encontra dependente da política interna americana, pois o presidente não pode se comprometer completamente com as ações até que o Congresso americano o faça.

Mas os políticos em Copenhague podem e devem definir os pontos essenciais de um acordo justo e efetivo e, especialmente, estabelecer um cronograma para transformá-lo em um tratado. O encontro sobre o clima das Nações Unidas em junho próximo, em Bonn (Alemanha), deveria ser o prazo final. Como um negociador colocou: “Nós podemos ir para a prorrogação, mas não podemos bancar uma nova partida.” (...)

O mundo desenvolvido é responsável pela maior parte do carbono acumulado na atmosfera – três quartos de todo o dióxido de carbono (CO2) emitido desde 1850. Por isso, precisa tomar a liderança: todos os países desenvolvidos devem se comprometer a fazer cortes profundos, reduzindo suas emissões dentro de uma década a níveis muito mais baixos do que os de 1990. (...)

Apesar de ficar aquém do que muitos esperavam, o recente comprometimento dos maiores poluidores do mundo, Estados Unidos e China, com metas para redução de emissões foi um importante passo na direção certa. (...)

A transformação custará caro, mas muito menos do que a conta paga para salvar o sistema financeiro mundial – e imensamente menos do que as consequências de não fazer nada.

Muitos de nós, particularmente no mundo desenvolvido, terão de mudar seus estilos de vida [NOTA Michelson Borges: aqui mora o perigo...]. A era de voos que custam menos do que a corrida de táxi até o aeroporto está chegando ao fim. Teremos que comprar, comer e viajar de forma mais inteligente. Teremos de pagar mais pela nossa energia e usá-la menos. (...)

É nesse espírito que 56 jornais de todo o mundo se uniram por meio deste editorial. Se nós, com tantas diferenças de perspectiva nacional e política, podemos concordar sobre o que deve ser feito, então certamente nossos líderes também poderão.

Os políticos em Copenhague têm o poder de moldar o julgamento da História sobre esta geração: uma geração que viu um desafio e o encarou, ou uma geração tão estúpida que viu o desastre chegando mas não fez nada para evitá-lo. Imploramos que façam a escolha certa.

Fonte: Observatório da Imprensa

NOTA Minuto Profético: Tamanho consenso coletivo me assusta, uma vez que há claros interesses políticos-religiosos por trás do ECOmenismo. A elite ocultista mundial quer construir uma nova Torre de Babel [Nova Ordem Mundial] e "salvar a Terra" é só uma desculpa científica que os engenheiros sociais arrumaram para vender essa idéia...

segunda-feira, dezembro 07, 2009

A vida por um "chip"



NOTA: Sem dúvida o dia-a-dia vai se tornar mais fácil, assim como também o controle sobre a vida das pessoas. Imagine: sua vida por um "chip"...

ECOmenismo: nazismo pintado de verde



NOTA: Cuidar do meio ambiente é algo legítimo e correto. Forjar dados para sustentar a tese do aquecimento global antropogenicamente provocado é um crime contra a humanidade e revela o espírito autoritário que se esconde por trás dos bastidores do atual movimento ambientalista mundial.

É tempo de aprender com a história:

"Quando os nazistas levaram os comunistas, eu calei, porque, afinal, eu não era comunista. Quando eles prenderam os sociais democratas, eu calei, porque, afinal, eu não era social democrata. Quando eles levaram os sindicalistas, eu não protestei, porque, afinal, eu não era sindicalista. Quando levaram os judeus, eu não protestei, porque, afinal, eu não era judeu. Quando eles levaram a mim, não havia mais quem protestasse." Martin Niemöller

sexta-feira, dezembro 04, 2009

Santa Sé e Rússia estabelecem relações diplomáticas

A Rússia e o Vaticano decidiram estabelecer relações diplomáticas "completas" e elevar seus representantes aos status de embaixador e núncio apostólico, anunciaram ao fim de uma audiência no Vaticano o papa Bento XVI e o presidente russo, Dimitri Medvedev.

"No decorrer da conversa, as duas partes manifestaram sua satifação com as relações cordiais existentes, e concordou-se em estabelecer relações diplomáticas completas entre a Santa Sé e a Federação Russa", indicou o Vaticano em uma nota.

Por sua vez, o presidente Medvedev confirmou ao pontífice "que havia assinado um decreto permitindo o estabelecimento de relações diplomáticas completas com o Vaticano", declarou à imprensa a porta-voz do presidente russo, Natalia Timakova.

"Por isso, pediu ao ministério de Relações Exteriores que adiante as negociações com o Vaticano para elevar o nível das representações, tanto da nunciatura apostólica como da embaixada", explicou.

Em 1990 os dois países haviam estabelecido relações em nível de representantes.

O novo passo dado às relações diplomáticas acontece num momento em que as relações entre as igrejas católica e ortodoxa da Rússia, tensas nos últimos anos, parecem melhorar, desde a entronização, em fevereiro, do patriarca Kirill, que esteve durante longo tempo na direção da diplomacia da Igreja Ortodoxa.

Durante a audiência, o presidente russo presenteou o Papa com uma caixa, adornada com a imagem da catedral da Rússia - destruída pelos bolcheviques e reconstruída após o colapso da União Soviética -, e com dois volumes da enciclopédia Ortodoxa.

Seu predecessor, Vladimir Putin, doou em 2007 os primeiros volumes da coleção.

"Não posso ler tudo isso", comentou Bento XVI.

"Nós o ajudaremos", respondeu Medvedev.

"Os movimentos feitos por Moscou estão estritamente ligados às relações entre o Vaticano e a Igreja ortodoxa" uma vez que "os governantes russos são muito sensíveis a esta Igreja", revelou o vaticanista Marco Tosatti, ouvido pela AFP.

"O governo russo não quer melindrar o patriarcado de Moscou, não faz nenhum gesto que possa lhe desagradar", acrescentou.

De fato, após anos de tensão, com o ex-patriarca russo Alexis II acusando regularmente os católicos de proselitismo na Rússia, um encontro histórico entre o Papa Bento XVI e o patriarca Kirill não está totalmente excluído.

"Desejamos preparar esse encontro", declarou recentemente o chefe diplomático da igreja Ortodoxa russa, o bispo Ilarion.

O predecessor de Medvedev, Vladimir Putin, havia sido recebido três vezes no Vaticano: por Bento XVI, em março de 2007; e por João Paulo II, em 2000 e 2003.

O ex-presidente soviético Mikhaïl Gorbachev foi recebido em audiência no Vaticano por João Paulo II há 20 anos, no dia 1º de dezembro de 1989.

Fonte: AFP

quarta-feira, dezembro 02, 2009

Berlim: domingo é dia de "retiro espiritual"

O Tribunal Constitucional (TC) alemão deu razão às igrejas católicas e evangélicas e proibiu a abertura de comércios ao domingo. A justiça considerou anticonstitucional a lei que determina a abertura de lojas ao domingo em Berlim.

A decisão do TC considera que a liberalização do comércio nos quatro domingos que antecedem o Natal prejudica a protecção do domingo como dia de descanso e "retiro espiritual" previsto na constituição alemã. Ainda assim, os juízes de Karlsruhe optaram por adiar a execução da decisão e vão permitir que as lojas berlinesas abrem portas ao domingo até ao final deste ano.

A lei de Berlim, aprovada em Novembro de 2006, é a mais liberal da Alemanha ao permitir que as lojas abram 10 domingos por ano, incluindo os quatro antes do Natal.

Fonte: Ionline

NOTA Diário da Profecia: Se a lei de Berlim é a mais "liberal", como seriam as mais ortodoxas?

“Serão promulgadas muitas leis para o governo das nações, com vistas a oprimir; e serão ressuscitadas velhas leis que praticamente se tornaram sem efeito.” (Este Dia Com Deus, p. 248)

NOTA Minuto Profético: Essa discussão sobre o comécio aos domingos tornou-se universal. Aqui no Brasil não é diferente. Recentemente alguns parlamentares levantaram novamente a questão dos trabalhadores do comércio não trabalharem aos domingos. E como ficam aqueles que descansam no sábado do sétimo dia?

Documento revela o objetivo da ONU de tornar-se criadora de leis

O ambientalismo deve ser considerado no mesmo nível que a religião "como a única obrigação e narrativa de baseado-valor disponíveis para a humanidade", segundo um documento escrito há dois anos para influenciar a futura estratégia do Programa Ambiental das Nações Unidas (UNEP), que seria o cão de guarda ambiental do mundo.

Fonte: Fox News

NOTA Blog Pós-Darwinista: Gente, eu sempre pensei que o tal de aquecimento global antropogenicamente provocado era ciência ideologizada, mas não a ponto de defini-la como 'religião'. Mas foi justamente isso que esse documento das Nações Unidas fez. Traduzindo em graúdos, uma Teocracia secularizada visando um governo mundial!

sexta-feira, novembro 27, 2009

Alienígenas "já existem na Terra", afirmam cientistas da Bulgária

Alienígenas do espaço já estão entre nós na Terra, dizem cientistas do governo búlgaro que afirmam que eles já estão em contato com vida extraterrestre. O trabalho em decifrar um complexo conjunto de símbolos que lhes foi enviado está em andamento, disseram os cientistas do Instituto de Pesquisas Espaciais daquele país. Eles afirmaram que, atualmente, os alienígenas estão respondendo a 30 perguntas feitas a eles. Lachezar Filipov, vice-diretor do Instituto de Pesquisas Espaciais da Academia de Ciências da Bulgária, confirmou a investigação. Ele disse que os investigadores do Instituto estavam analisando 150 círculos em plantações ao redor de todo o mundo, os quais eles acreditam responder as perguntas.

"Atualmente, os alienígenas estão ao redor de nós, e estão nos observando o tempo todo", disse à imprensa búlgara o Sr. Filipov.

"Eles não são hostis a nós, em vez disso, eles querem nos ajudar, mas não temos crescido o suficiente, a fim de estabelecer contato direto com eles."

O Sr. Filipov disse que até a sede da Igreja Católica, o Vaticano, concordou que os alienígenas existem. Ele disse que os seres humanos não foram capazes de estabelecer contato com os extraterrestres através de ondas de rádio, mas através do poder do pensamento.

"A raça humana, certamente, fará contato direto com os alienígenas nos próximos 10 a 15 anos", disse ele.

"Os extraterrestres são críticos do comportamento amoral do povo referindo-se à interferência dos humanos nos processos da natureza."

[...]

Fonte: Telegraph

NOTA: Deus criou outros mundos habitados, porém, não podem fazer contato com a Terra porque aqui o mal entrou. Na Bíblia não há nenhum relato de contato entre humanos e alienígenas. Todos os contatos de humanos com seres espirituais foram com anjos bons ou anjos maus. A crise final se aproxima e o engano extraterrestre fará parte dela...

quinta-feira, novembro 26, 2009

Epidemia na Ucrânia



NOTA: Independente da origem do vírus(até pode ter sido manipulado - Deus há de julgar até as obras escondidas - Eclesiastes 12:14), a melhor maneira de se proteger é fortalecer o sistema imunológico. Para isso nada mais apropriado que o uso dos agentes naturais...

Veja também: "Gente sábia e inteligente".

Presidente tcheco é contra um acordo sobre aquecimento global

O presidente da República Tcheca, Václav Klaus, disse nesta quarta-feira (25), durante visita a São Paulo, ser 100% contra o acordo de aquecimento global que será discutido na próxima Conferência de Copenhague. Segundo ele, muitos dos aspectos do "discurso verde" são uma forma de "escapismo".

"Devo dizer que sou 100% contra o acordo de Copenhague. Não devemos concordar que um acordo nos diga como viver, o que fazer, como se comportar, o que consumir, o que comer ou como viajar. O que precisamos é de cooperação, flexibilidade, avanço técnico e mercados livres. Em outras palavras, o que precisamos é liberdade e temo que isso esteja em perigo em Copenhagem", disse durante conferência na FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado).

Klaus disse que as opiniões que defende estão no seu livro "Blue Planet in Green Shackles" (Planeta Azul em Algemas Verdes, em tradução livre, inédito em português). De acordo com ele, não há argumentos convincentes sobre o aquecimento global, a mudança do clima não é grande e vem sendo usada politicamente como um "escapismo".

[...]

Último presidente dos 27 países que compõem a União Europeia a assinar o Tratado de Lisboa, que deve entrar em vigor em 1º de dezembro, Klaus disse discordar também da idéia dominante de integração na Europa.

De acordo com ele, a idéia original de integração amigável, de remoção de barreiras vem se transformando numa “centralização de decisões”.

Assinado na capital portuguesa em 13 de dezembro de 2007, o Tratado de Lisboa prevê criar um cargo de presidente estável, mecanismos para facilitar a tomada de decisões entre os membros do bloco e reforçar o Europarlamento.

Fonte: Portal G1

NOTA Diário da Profecia: - Não há dúvidas sobre as mudanças de ordem climática no planeta. Existe sim dúvidas sobre as suas reais causas. As últimas notícias veiculadas, nos dão conta que mesmo os defensores da idéia dominante, assim o sejam por motivos "equivocados".

- Não há dúvidas que o tema vem sendo utilizado de forma política. Existe sim dúvidas sobre onde esta realidade nos levará. O ceticismo que envolve o assunto e as já citadas denúncias demonstram que a eventual tomada de medidas que reflitam as palavras do presidente tcheco ("como viver, o que fazer, como se comportar, o que consumir, o que comer ou como viajar"), apontarão estarmos diante de algo que não parará até atingir seus plenos objetivos.

- Não há duvidas que o Livro de Daniel no Capítulo 2 continua atualíssimo, a Europa continua longe de uma bandeira única. Não há dúvidas também sobre quem está nos bastidores da tentativa de "centralização de decisões", assim como quem está para se levantar, voltar e colocar um ponto final nesta história de horror.

Maranata!

A Queda da República: presidência de Barack Obama - Parte 6

(Parte 5 aqui)



(Continua aqui)

terça-feira, novembro 24, 2009

O modus operandi da Nomenklatura científica

Bem, eu acredito no aquecimento global, mas sou cético localizado da histeria de Al "Apocalipse" Gore et al que dizem ser o fenômeno (para mim, natural) antropogenicamente provocado. Que nós humanos temos uma parcela de culpa nisso, eu não duvido, mas não somos os únicos agentes provocadores dessa mudança climática radical. Um hacker invadiu a Unidade de Pesquisa Climática da Universidade de East Anglia, e tornou públicos na internet 61 megabites de arquivo confidencial (documentos e e-mails). O que veio a público pode ser o maior escândalo da ciência moderna, pois revela a face cruel da Nomenklatura científica em lidar com os "diferentes". (...) O que foi encontrado pode ser configurado como: conspiração, conluio no exagero de dados sobre o aquecimento global, destruição ilegal de informação comprometedora, resistência organizada de comunicação, manipulação de dados, admissão privada de falhas em suas afirmações públicas y otras cositas mais.

Enézio de Almeida Filho

domingo, novembro 22, 2009

Punição aos antiECOmênicos

Deu na Veja desta semana: "O argentino Adolfo Pérez Esquivel, 78 anos, ganhador do Prêmio Nobel da Paz em 1980 por sua luta pelos direitos humanos na América Latina, tornou-se o maior defensor de um projeto audacioso e potencialmente perigoso para combater os crimes ambientais. Ele propõe que seus responsáveis sejam julgados pelo Tribunal Penal Internacional de Haia, que se ocupa dos crimes de guerra e contra a humanidade. Sua justificativa é que a destruição da natureza constitui um delito tão grave quanto os genocídios ou os assassinatos cometidos pelas ditaduras. Esquivel esteve em São Paulo na semana passada para fazer uma palestra a convite da ONG Serviço Paz e Justiça, na segunda escala do périplo que empreende pelo mundo para divulgar sua ideia a integrantes dos governos e das sociedades." Leia aqui alguns trechos da entrevista:

"Qual a diferença entre o assassinato de milhares de civis em um ataque no Afeganistão e a matança de milhares de pessoas por contaminação da água? Ou entre a fome causada pelos conflitos tribais na África e a fome causada pela destruição do solo e uso indevido da terra? Morte é morte em qualquer lugar, assim como a fome é terrível e devastadora em qualquer parte do mundo. No entanto, poucos param para pensar no estrago que as catástrofes ambientais causam diariamente ao planeta e às pessoas que o habitam. A contaminação da água e do solo e a destruição da biodiversidade acarretam doenças, pobreza e falta de comida. O que proponho é acabar com a impunidade para esses crimes. (...)

"Nossa ideia é introduzir o crime ambiental na Corte Penal de Haia por meio da criação de uma câmara especial para esse tipo de delito, ou instituir uma corte própria para os crimes ambientais. Para isso, é preciso modificar o Estatuto de Roma, que legitima a corte penal. Para caracterizar os grandes crimes ambientais, precisamos primeiro da aprovação de dois terços dos países signatários do estatuto. Assim, conseguiremos julgar as catástrofes ambientais provocadas pelo homem e os atentados contra o planeta da mesma forma que julgamos os crimes contra a humanidade. Eles passam a pertencer à mesma categoria. (...)

"A definição de transgressão aos direitos humanos não se limita mais ao que fizeram as ditaduras – sequestro, desaparecimento e torturas. Hoje, os direitos humanos incluem direitos econômicos, sociais e ambientais. É preciso pensar no assunto em todas as suas dimensões, e não mais de forma cartesiana e fragmentada, como vínhamos fazendo. (...) Quando os primeiros tribunais para julgar crimes contra a humanidade foram estabelecidos, a destruição da natureza não havia chegado ao ponto em que está hoje. Estamos à beira de um colapso ambiental. Estabelecer o equilíbrio entre a natureza e o ser humano é fundamental. (...)

"Há muitas promessas e boas intenções nos protocolos e nas metas de redução nas emissões de carbono dos países, mas não há sanções para o descumprimento do que foi estabelecido. Uma das únicas formas efetivas de combater o aquecimento global é ter um marco jurídico para ajudar a controlar a poluição. (...)

Nota Blog Criacionista: Apesar de justas, específicas e bem-intencionadas, as propostas do ativista argentino podem criar um precedente perigoso e ser empregadas contra os que violarem o decreto ecológico que institua o domingo como "dia de descanso do planeta". Seria mais uma conquista para o movimento ECOmênico que avança sob a bandeira simpática da preservação da vida na Terra.

quinta-feira, novembro 19, 2009

"Muitos céus, uma Terra"


Os judeus foram "verdes" durante milênios sem sabê-lo?

Uma delegação judaica marcou presença esta semana [2-4 de novembro] numa conferência sobre mudanças climáticas no Reino Unido, para discutir medidas eco-amigáveis baseadas nos princípios judaicos do Shabat, cashrut e Shmita, a ordem para deixar a terra descansar a cada sétimo ano.

Intitulado "Muitos céus, uma Terra", a conferência no Palácio de Windsor na Inglaterra convidou representantes de nove religiões de todo o mundo a fim de oferecer suas perspectivas sobre as mudanças climáticas e o meio ambiente.

A proposta da delegação judaica, composta por membros de Israel, América do Norte e Europa, destacou os benefícios ambientais do Shabat, argumentando que as comunidades judaicas podem adotar o princípio de um dia de descanso para ajudar a reduzir a poluição.

"Para a comunidade global, o modelo do Shabat é útil ao demonstrar como viver, mesmo que apenas um dia por semana, sem consumir", afirmou a proposta. "Se todos os moradores em uma grande cidade escolherem um dia da semana para deixar de conduzir veículos, haveria melhora imediata no congestionamento da cidade, na qualidade do ar e nas emissões de carbono".

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A conferência, organizada pelo princípe Philip, aconteceu um mês antes da Conferência sobre Mudanças Climáticas da ONU em Copenhague e teve como objetivo aumentar a pressão sobre os líderes mundiais para alcançar um acordo sobre as emissões de gases de efeito estufa quando se reunirem na capital dinamarquesa.

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Fonte: Jewish Telegraphic Agency

NOTA: Que o sábado é uma benção não só para o homem como para o meio ambiente não resta dúvidas... Essa conferência, patrocinada pela Alliance of Religions and Conservation (ARC), a qual foi fundada pelo príncipe Philip (famoso ocultista defensor da Nova Ordem Mundial), e recebendo a presença do secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, encarregou-se de unir ainda mais as maiores religiões do mundo em torno do ECOmenismo, e também de dar destaque à idéia de um dia de descanso para salvar o planeta. Os acontecimentos estão convergindo rapidamente para a crise final deste mundo com o estabelecimento da futura lei dominical... Quem viver verá...

sexta-feira, novembro 13, 2009

Igrejas pedem acordo ambicioso em Copenhagen

"Enquanto Igrejas, pedimos um acordo ambicioso, justo e vinculante na próxima Conferência Mundial sobre o Clima de Copenhagen." Este é o pedido do Conselho Mundial de Igrejas. Em comunicado, a instituição anuncia, a partir de domingo, consultas entre 80 membros de Igrejas de 40 países e altos expoentes da ONU, no âmbito da Semana de Ação na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque.

A África e o Pacífico são as duas regiões do globo escolhidas para ilustrar as consequências tangíveis da mudança climática.

"No Chifre da África e na região dos Grandes Lagos, este fenômeno tem proporções imponentes, já que as alterações meteorológicas atingem em primeiro lugar populações vulneráveis e pequenos agricultores, colocando em risco a segurança alimentar" – destaca Guillermo Kerber, responsável pelo programa ambiental do Conselho Mundial de Igrejas.

"Enquanto a contagem regressiva para a justiça climática já iniciou, reiteramos aos dirigentes mundiais a necessidade de elaborar com urgência políticas globais para inverter as dramáticas conseqüências sobre os pobres e sobre a Criação" – acrescentou Kerber, faltando poucas semanas para o vértice na capital sueca, que tem início em 7 de dezembro.

Fonte: Rádio Vaticano

NOTA: Esse tema está servindo de cimento para consolidar a união religiosa em torno do Vaticano. A ligação com a futura Lei Dominical é mais que clara...