O brasileiro Leonardo Boff, um dos principais expoentes da Teologia da Libertação, defendeu nesta quarta-feira a criação de uma "ética global" para evitar a "destruição do planeta e construir um novo modo de produção, em harmonia com a natureza".
"Estamos vivendo uma grande crise da civilização que se expressa no aquecimento global, que ameaça bilhões de seres humanos com a devastação", disse Boff, durante uma conferência realizada no Teatro Melico Salazar, de San José. Boff disse que o ser humano tem se empenhado em desenvolver um modo de produção que está levando os recursos do planeta a seu limite, o que já começou a alterar seu próprio modo de funcionamento.
"Os cientistas que estudam o aquecimento climático nos dizem que se não ocorrer uma mudança de rumo, em 2030 ou 2040 estaremos com grandes problemas". O teólogo alertou que "milhões e milhões de pessoas" serão vítimas da mudança climática global, que transformará em deserto grandes áreas do planeta, sem acesso à água e aos alimentos.
"Hoje mesmo cerca de 3 mil espécies de plantas e animais desaparecem anualmente do planeta devido ao aquecimento global". Lembrando a Bíblia, Boff disse que ao contrário do que ocorreu há milhares de anos, "desta vez não há uma Arca de Noé".
Segundo Boff, para se evitar que a atual crise leve à destruição do próprio ser humano e do planeta, é preciso "fundar uma nova ética, uma ética universal, uma ética mínima assimilável por toda a humanidade". [Grifo acrescentado]
Boff reafirmou a necessidade de "se retomar a filosofia da opção preferencial pelos pobres e, o grande pobre, é o planeta Terra, no qual vivemos e que nos dá vida".
"Precisamos de uma ética que nasça do etos, que é nossa casa, a morada humana. Necessitamos organizar a casa, que é a terra onde vivemos, mas a ética também nasce do outro, do que está a sua frente. Hoje não se trata de rejeitá-lo, nem de castigá-lo ou destrui-lo, mas sim de acolhê-lo", disse Boff.
Segundo Boff, não há lógica "na exploração irracional dos recursos do planeta, nem no castigo ao próximo, porque hoje dois terços dos habitantes do planeta vivem na pobreza".
"Devemos acreditar nesta nova ética, com uma mudança pessoal, somando nossas energias às energias dos que buscam uma mudança positiva, para convertê-la em uma grande energia, que vai produzir a grande mudança para uma nova civilização".
Fonte: Yahoo Brasil
NOTA: A ideologia representada por Boff é totalmente coletivista, tendo, inclusive, já sido censurada pelo próprio Vaticano (acredito que a censura foi mais por conveniência do que por convicção). Contudo, mesmo que ele não seja porta-voz do Vaticano, essa notícia é relevante porque demonstra que já há outras vozes clamando por "união global" (consenso coletivo) em relação ao combate às mudanças climáticas. "Uma nova ética universal" é uma maneira de induzir as pessoas a olhar para o Decálogo (lembre-se que o interesse pagão por trás desse movimento ECOmênico é a exaltação do descanso dominical).
quinta-feira, março 13, 2008
O Bispo de Roma nos EUA
No próximo mês, o atual Bispo de Roma, Bento XVI, fará sua primeira viagem aos EUA. Será a oitava visita de um papa aos EUA. As sete visitas anteriores foram feitas por João Paulo II.

1ª Visita: No dia 06 de outubro de 1979, João Paulo II torna-se o primeiro papa a pisar na Casa Branca ao ser recebido pelo presidente Jimmy Carter.

2ª Visita: Fevereiro de 1981 - Cidade de Anchorage (Alaska). Foto: Memorial a João Paulo II, em homenagem a sua visita na cidade de Anchorage.

3ª Visita: O presidente Ronald Reagan encontra-se com João Paulo II na cidade de Fairbanks (Alaska) - Maio de 1984

4ª Visita: O presidente Ronald Reagan caminha ao lado de João Paulo II em Miami - 10 de setembro de 1987.

5ª Visita: 12 de agosto de 1993 - o presidente Bill Clinton recepciona o papa João Paulo II na cidade de Denver (Colorado).

6ª Visita: 04 de outubro de 1995 - O presidente Bill Clinton e sua esposa Hillary recepcionam João Paulo II em New York.

7ª Visita: Janeiro de 1999 - O presidente Bill Clinton e sua esposa Hillary encontram-se com João Paulo II na cidade de St Louis (Missouri).

1ª Visita: No dia 06 de outubro de 1979, João Paulo II torna-se o primeiro papa a pisar na Casa Branca ao ser recebido pelo presidente Jimmy Carter.

2ª Visita: Fevereiro de 1981 - Cidade de Anchorage (Alaska). Foto: Memorial a João Paulo II, em homenagem a sua visita na cidade de Anchorage.

3ª Visita: O presidente Ronald Reagan encontra-se com João Paulo II na cidade de Fairbanks (Alaska) - Maio de 1984

4ª Visita: O presidente Ronald Reagan caminha ao lado de João Paulo II em Miami - 10 de setembro de 1987.

5ª Visita: 12 de agosto de 1993 - o presidente Bill Clinton recepciona o papa João Paulo II na cidade de Denver (Colorado).

6ª Visita: 04 de outubro de 1995 - O presidente Bill Clinton e sua esposa Hillary recepcionam João Paulo II em New York.

7ª Visita: Janeiro de 1999 - O presidente Bill Clinton e sua esposa Hillary encontram-se com João Paulo II na cidade de St Louis (Missouri).
quarta-feira, março 12, 2008
EUA: Convenção Batista do Sul assina compromisso ecológico
Essa notícia foi destaque na mídia mundial ontem:
"Igreja intensifica combate climático" (BBC).
"Líderes Batistas do Sul alteram posição sobre mudanças climáticas" (CNN).
"Batistas votam aumentar ação ambiental" (The Washington Post).
"Batistas do Sul apoiam alteração sobre mudanças climáticas" (The New York Times).
Numa mudança de atitude de monta, um grupo de líderes batistas do sul disseram que a sua denominação tem sido "por demais tímida" em questões ambientais e tem um dever bíblico de deter o aquecimento global.
A declaração, assinada pelo presidente da Convenção Batista do Sul (dos EUA), entre outras, e divulgada na segunda-feira, mostra uma crescente urgência a respeito de mudança climática, mesmo dentro de grupos que outrora descartavam as alegações de um planeta super-aquecido como sendo exagero de liberais. A denominação, de 16,3 milhões de membros, de uma linha conservadora, é o maior grupo protestante dos EUA.
Os assinantes do documento "Declaração dos Batistas do Sul Sobre Meio-Ambiente e Mudança Climática" reconheceram que nem todos os cristãos aceitam os dados da ciência por detrás do aquecimento global. Disseram que que não esperam que os crentes apoiem qualquer solução proposta que viole as Escrituras, como os que advogam controle de crescimento populacional mediante aborto.
Contudo, os líderes disseram que a evidência atual de aquecimento global é "substantiva", e que a ameaça é por demais grave para esperar por conhecimento perfeito sobre se, ou quanto, as pessoas contribuem para a tendência.
"Cremos que nossas resoluções denominacionais atuais e comprometimento com essas questões têm muitas vezes sido por demais tímidas", segundo consta da declaração. "Nossa resposta cautelosa a essas questões, em face da crescente evidência, pode ser vista pelo mundo como negligência, descuido e desinformação. Podemos fazer melhor".
Várias entidades ligadas à Igreja Batista, como a Universidade Samford, de Birmingham, Alabama, apoiam o documento com participação de seus líderes entre os 35 signatários do documento, que deverá ainda receber novas adesões e assinaturas na denominação.
Em 1993 a "Declaração Evangélica Sobre Cuidado da Criação" tornou-se um documento modelar para a Evangelical Environmental Network (Rede Ambiental Evangélica). O Rev. Rich Cizik, diretor da Associação Nacional de Evangélicos, com base em Washington, tornou-se um destacado advogado do ambientalismo, tentando persuadir os cristãos conservadores de que o aquecimento global é real. Pesquisas entre evangélicos mais jovens apontam que consideram a proteção ambiental como item prioritário.
Jonathan Merritt, estudante de um seminário batista, disse que uma aula do curso que fazia ohaviam inspirado a tornar-se um militante da causa ambiental. O seu professor havia comparado a destruição da natureza de Deus a "arrancar uma página da Bíblia". Diz ele que isso o atingiu fortemente "e foi o ímpeto que iniciou uma mudança de vida, uma nova perspectiva para mim".
Fonte: Fórum Adventista
(Colaboração: Blog Diário da Profecia)
NOTA: A maior e mais influente Igreja protestante dos EUA acaba de aderir oficialmente ao ECOmenismo. Isso apenas um dia depois do Vaticano ter declarado ser pecado a poluição da Terra (você ainda acredita em coincidência de datas?). Pelo caráter conservador da Convenção Batista do Sul, isso significa dizer que, a partir de agora, o combate às mudanças climáticas estará no mesmo pé de igualdade da luta contra o aborto, e da luta contra o homossexualismo. Conseqüentemente, se o candidato republicano (apoiado pela Direita Cristã) vencer as eleições para presidente no próximo mês de novembro, certamente terá de colocar esse tema na sua agenda de governo. Quanto àqueles líderes Batistas que ainda não se convenceram da importância "moral" desse assunto, logo serão convencidos quando for feito a devida ligação com o descanso dominical. E a profecia se cumprirá mais uma vez. Quem viver verá...
"Igreja intensifica combate climático" (BBC).
"Líderes Batistas do Sul alteram posição sobre mudanças climáticas" (CNN).
"Batistas votam aumentar ação ambiental" (The Washington Post).
"Batistas do Sul apoiam alteração sobre mudanças climáticas" (The New York Times).
Numa mudança de atitude de monta, um grupo de líderes batistas do sul disseram que a sua denominação tem sido "por demais tímida" em questões ambientais e tem um dever bíblico de deter o aquecimento global.
A declaração, assinada pelo presidente da Convenção Batista do Sul (dos EUA), entre outras, e divulgada na segunda-feira, mostra uma crescente urgência a respeito de mudança climática, mesmo dentro de grupos que outrora descartavam as alegações de um planeta super-aquecido como sendo exagero de liberais. A denominação, de 16,3 milhões de membros, de uma linha conservadora, é o maior grupo protestante dos EUA.
Os assinantes do documento "Declaração dos Batistas do Sul Sobre Meio-Ambiente e Mudança Climática" reconheceram que nem todos os cristãos aceitam os dados da ciência por detrás do aquecimento global. Disseram que que não esperam que os crentes apoiem qualquer solução proposta que viole as Escrituras, como os que advogam controle de crescimento populacional mediante aborto.
Contudo, os líderes disseram que a evidência atual de aquecimento global é "substantiva", e que a ameaça é por demais grave para esperar por conhecimento perfeito sobre se, ou quanto, as pessoas contribuem para a tendência.
"Cremos que nossas resoluções denominacionais atuais e comprometimento com essas questões têm muitas vezes sido por demais tímidas", segundo consta da declaração. "Nossa resposta cautelosa a essas questões, em face da crescente evidência, pode ser vista pelo mundo como negligência, descuido e desinformação. Podemos fazer melhor".
Várias entidades ligadas à Igreja Batista, como a Universidade Samford, de Birmingham, Alabama, apoiam o documento com participação de seus líderes entre os 35 signatários do documento, que deverá ainda receber novas adesões e assinaturas na denominação.
Em 1993 a "Declaração Evangélica Sobre Cuidado da Criação" tornou-se um documento modelar para a Evangelical Environmental Network (Rede Ambiental Evangélica). O Rev. Rich Cizik, diretor da Associação Nacional de Evangélicos, com base em Washington, tornou-se um destacado advogado do ambientalismo, tentando persuadir os cristãos conservadores de que o aquecimento global é real. Pesquisas entre evangélicos mais jovens apontam que consideram a proteção ambiental como item prioritário.
Jonathan Merritt, estudante de um seminário batista, disse que uma aula do curso que fazia ohaviam inspirado a tornar-se um militante da causa ambiental. O seu professor havia comparado a destruição da natureza de Deus a "arrancar uma página da Bíblia". Diz ele que isso o atingiu fortemente "e foi o ímpeto que iniciou uma mudança de vida, uma nova perspectiva para mim".
Fonte: Fórum Adventista
(Colaboração: Blog Diário da Profecia)
NOTA: A maior e mais influente Igreja protestante dos EUA acaba de aderir oficialmente ao ECOmenismo. Isso apenas um dia depois do Vaticano ter declarado ser pecado a poluição da Terra (você ainda acredita em coincidência de datas?). Pelo caráter conservador da Convenção Batista do Sul, isso significa dizer que, a partir de agora, o combate às mudanças climáticas estará no mesmo pé de igualdade da luta contra o aborto, e da luta contra o homossexualismo. Conseqüentemente, se o candidato republicano (apoiado pela Direita Cristã) vencer as eleições para presidente no próximo mês de novembro, certamente terá de colocar esse tema na sua agenda de governo. Quanto àqueles líderes Batistas que ainda não se convenceram da importância "moral" desse assunto, logo serão convencidos quando for feito a devida ligação com o descanso dominical. E a profecia se cumprirá mais uma vez. Quem viver verá...
O Israel de Deus na profecia
Cristo anunciou várias vezes que Sua ressurreição aconteceria "depois de três dias" (Mc 8:31; 9:31; 10:34), ou "ao terceiro dia" (Mt 16:21; 17:23; 20:19; Lc 9:22; 18:33; 24:7, 46). Afirmou que não apenas Seu sofrimento e morte, mas também Sua ressurreição "ao terceiro dia" fora predita no Velho Testamento (Lc 18:31-33; 24:46). Contudo, quais passagens do Velho Testamento sugerem essa predição messiânica particular? Enquanto os apóstolos apelavam para três Salmos (2:7; 16:10; 118:22) a fim de substanciar as suas convicções de que as promessas de Deus aos pais haviam sido cumpridas na ressurreição de Jesus (Sl 2:2 em At 13:33; Sl 16:10 em At 2:31 e 13:35; Sl 118:22 em At 4:11), nenhuma destas citações sugerem qualquer ressurreição "depois de três dias" e por isso não podem ser consideradas como a fonte particular do elemento de tempo predito por Jesus. Contudo, duas outras passagens do Velho Testamento podem ser reconhecidas como a fonte específica do anúncio de Jesus: Jonas 1:17 e Oséias 6:2.
É evidente que Jesus via na experiência de aprisionamento de Jonas dentro do peixe por "três dias e três noites" um tipo messiânico de Sua própria permanência na sepultura. A notável predição de Oséias - feita antes de 722 a.C. - de que Israel como o povo do concerto de Deus seria reavivado e restaurado depois do cativeiro assírio, é extremamente instrutiva para compreender a aplicação messiânica de Criso da profecia de Israel. Dentro do contexto do iminente julgamento divino da nação de Dez Tibos por meio do exílio assírio, Oséias retrata um Israel arrependido que mostrará uma mudança de coração real, ao dizer:
"Vinde, e tornemos para o Senhor, porque ele nos despedaçou e nos sarará; fez a ferida e a ligará. Depois de dois dias, nos revigorará; ao terceiro dia, nos levantará, e viveremos diante dele" (Os 6:1 e 2).
Um erudito faz uma observação com respeito a Oséias 6:2, "verbalmente, este verso é o paralelo mais próximo que o Velho Testamento oferece às predições de Jesus de Sua ressurreição, e sua influência sobre elas é amplamente aceita" (R. T. France, Jesus and the Old Testament, p. 54). Outro chama Oséias 6:2 de texto "fundamental" para a ressurreição de Cristo (H. E. Tödt, The Son of Man in the Synoptic Tradition, p. 185). Aplicada a Israel no exílio assírio, a promessa de Oséias de reavivamento e restauração de um povo arrependido "depois de dois dias" e "ao terceiro dia", poderia apenas significar o restabelecimento deste no futuro próximo. A profecia de Oséias concernente aos "dois dias" e ao "terceiro dia" claramente se referia ao retorno de Israel do exílio assírio. Este começou em 722 a.C. e não terminou até depois da queda de Babilônia em 539 a.C. Depois do exílio, os rabis aplicavam a promessa de Oséias de uma nova forma, de maneira escatológica à ressurreição dos israelitas, um fato que levou Matthews Black a observar: "Porém, a interpretação de ressurreição em Oséias 6:2 não é uma invenção cristã. É uma exegese judaica tradicional bastante antiga de Oséias 6:2" (M. Black, The Christological use of the Old Testament in the New Testament, p. 6). A exegese judaica também combinava Oséias 6:2 com Jonas 1:17, a fim de fortalecer a esperança israelense na ressurreição (J. W. Doeve, Jewish Hermeneutics in the Synoptic Gospels and Acts, p. 149). Assim, concluímos que a fonte escriturística de Jesus para a Sua convicção de que seria ressuscitado dos mortos "ao terceiro dia" era a combinação da passagem de Oséias 6:2 com Jonas 1:17 (R. T. France, Jesus and the Old Testament, p. 55).
Jesus aplicou literalmente a expressão simbólica da profecia de Oséias concernente à restauração de Israel, depois de "dois dias " e no "terceiro dia", a Si mesmo, à Sua morte substitutiva e à Sua ressurreição. Em outras palavras, Ele aplicou uma profecia que originariamente pertencia à restauração nacional de um remanescente fiel israelense a Si mesmo como o Messias de Israel e à Sua própria ressurreição [Grifo acrescentado]. Enquanto os rabis faziam uma aplicação escatológica da profecia de Oséias 6:2, referindo-se à ressurreição de Israel, Jesus fez uma nova e singular aplicação messiânica da restauração de Israel à Sua própria ressurreição. Este era o sentido mais profundo da profecia de Oséias na visão de Jesus. A implicação de Seu princípio de interpretação profética é reveladora: Jesus é Israel, e em Sua ressurreição a restauração deste é realizada [Grifo acrescentado]. Até mesmo C. H. Dodd diz, "A ressurreição de Cristo é a ressurreição de Israel da qual falou o profeta" (Dodd, According to the Scripture, p. 103).
Se a ressurreição de Jesus é o sentido mais profeundo e o cumprimento da profecia de Oséias 6:2, então os termos "Israel" e sua "restauração" deveriam sempre ser compreendidos sob a perspectiva messiânica - isto é, cristologicamente - em sua aplicação escatológica. O cumprimento profético literal na escatologia passa pela cruz de Cristo e é transformado em Sua ressurreição. Nela, a esperança de restauração israelense tem sido consumada. Este estilo messiânico de interpretar a profecia de Oséias em relação à restauração de Israel tem implicações profundas e de longo alcance para a compreensão cristã da profecia do Velho Testamento. É refletido em muitas aplicações neotestamentárias a Cristo Jesus dos eventos do Velho Testamento que pertencem a Israel ou aos representantes israelitas.
Dr. Hans K. LaRondelle
Fonte: O Israel de Deus na Profecia, p. 76-78, Ed. Unaspress.
NOTA: Esse é um dos argumentos bíblicos que demonstram que as profecias escatológicas do A.T. sobre Israel encontram seu cumprimento em Cristo e por extensão em Sua Igreja (historicismo) e não no Estado de Israel literal (dispensacionalismo). Além dos adventistas, há outros cristãos que também não aceitam o dispensacionalismo.
Empresa britânica fará publicidade para os extraterrestres
A Terra ficou pequena para as empresas de publicidade. No próximo dia 12 de junho, a disputa por clientes chegará ao espaço quando for lançado um comercial dirigido a possíveis consumidores extraterrestres de salgadinhos de milho. Um grupo de cientistas da Universidade de Leicester, na Inglaterra, associados a uma marca popular de salgadinhos, enviará um anúncio em vídeo para a estrela Ursa Maior 47 por meio do Radar de Ultra Freqüência de 500 megahertz. A propaganda, que viajará pelo Sistema Solar a 4,2 anos luz de distância, chegará a seu destino em 2050.
O anúncio, de acordo com a universidade inglesa, será emitido com uma potência de 10.000 watts do Centro Espacial de Svalbard, no Ártico, localizado entre a Noruega e o Pólo Norte. O professor Darren Wright, do departamento de Física e Astronomia, admite que "a idéia de transmitir um anúncio ao espaço pode ser motivo de controvérsia, mas não deixa de ter interesse científico"... (Leia mais: O Globo Online).
NOTA: Tudo para manter a atenção das pessoas voltada para um futuro contato com "seres de outros mundos", que trarão "mensagens" do além. Quer saber o que está por trás disso tudo? Leia aqui.
O anúncio, de acordo com a universidade inglesa, será emitido com uma potência de 10.000 watts do Centro Espacial de Svalbard, no Ártico, localizado entre a Noruega e o Pólo Norte. O professor Darren Wright, do departamento de Física e Astronomia, admite que "a idéia de transmitir um anúncio ao espaço pode ser motivo de controvérsia, mas não deixa de ter interesse científico"... (Leia mais: O Globo Online).
NOTA: Tudo para manter a atenção das pessoas voltada para um futuro contato com "seres de outros mundos", que trarão "mensagens" do além. Quer saber o que está por trás disso tudo? Leia aqui.
terça-feira, março 11, 2008
Reino Unido: Controle de dados pessoais será universal em 2017
Todos os cidadãos britânicos estarão inseridos no esquema de identificação nacional nos próximos dez anos, segundo os planos expostos pelo governo. Milhões de pessoas em cargos estratégicos, inclusive professores, assistentes sociais e profissionais da saúde estarão entre os primeiros a serem inseridos no registro de identidade.Os funcionários de aeroportos serão munidos de identidade especiais, pontapé inicial para um projeto de multi-milhões de libras. Os estrangeiros que trabalham na Grã-Bretanha terão emitidos cartões de identificação nos próximos dois anos. A partir de 2010 será a vez dos jovens teram a oportunidade de terem o seu cartão, se preferirem.
Mais tarde em 2010, o programa será aberto a candidatos de qualquer idade voluntária. A partir de 2011 - após as próximas eleições gerais - nenhum passaporte será emitido sem que tenha automaticamente as impressões digitais e os seus detalhes pessoais registrado no banco de dados.
Fonte: The Telegraph
Tradução: Blog Diário da Profecia
NOTA Diário da Profecia: "O cerco está se fechando, sob diferentes justificativas, conforme a realidade de cada país. É patente que a intenção é controlar a população, o melhor e o mais rápido possível. A profecia está cada vez mais exequível".
NOTA Minuto Profético: Basta outro "11 de setembro", ou outro "Tsunami" (ou algo do gênero) para que este banco de dados individuais mundial seja antecipado de modo compulsório...
Mera coincidência ?!
O mundo inteiro está sendo condicionado para a crise final que está às portas. A melhor maneira de alcançar isso é através do cinema, porque interpretando as cenas como mera ficção ou fantasia as pessoas "desligam" seu senso crítico e acabam por assimilar todo o conteúdo ideológico. Se o cinema sugere o contato com extraterrestres, as pessoas estarão mais preparadas para o futuro aparecimento de "seres de outros mundos". Se o cinema sugere uma crise ambiental como estopim para um "apocalipse global", o medo de que isso aconteça passará a fazer parte do inconsciente coletivo.
Vamos fazer um exercício mental: Imagine um filme mostrando uma crise ambiental de larga escala que força a humanidade a combater a natureza para sobreviver. Essa crise é iniciada por uma suposta toxina invisível, que leva a população à loucura e induz ao suicídio. Que acha? Muito parecido com a realidade atual (mudanças climáticas)?
Na verdade, esse filme já está pronto e será lançado mundialmente numa sexta-feira 13! O nome? "Fim dos Tempos"!! (The Happening, em inglês). Hollywood deveria, pelo menos, incluir o aviso: "Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência". E todos teriam oportunidade de se perguntar: "Será mesmo?"
Leia também: "Stargate Atlantis: Sunday".
Vamos fazer um exercício mental: Imagine um filme mostrando uma crise ambiental de larga escala que força a humanidade a combater a natureza para sobreviver. Essa crise é iniciada por uma suposta toxina invisível, que leva a população à loucura e induz ao suicídio. Que acha? Muito parecido com a realidade atual (mudanças climáticas)?
Na verdade, esse filme já está pronto e será lançado mundialmente numa sexta-feira 13! O nome? "Fim dos Tempos"!! (The Happening, em inglês). Hollywood deveria, pelo menos, incluir o aviso: "Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência". E todos teriam oportunidade de se perguntar: "Será mesmo?"Leia também: "Stargate Atlantis: Sunday".
Vaticano inclui poluição na lista de pecados sociais
Não poluirás a Terra. Temerás a manipulação genética.
Novos tempos trazem novos pecados. Por isso, o Vaticano disse aos fiéis que eles devem estar atentos a "novos" pecados, como os danos ambientais. A orientação foi divulgada no fim de semana pelo arcebispo Gianfranco Girotti, número 2 do Vaticano na, às vezes, turva área dos pecados e da penitência.
Questionado durante entrevista ao L'Osservatore Romano (órgão oficial do Vaticano) sobre quais seriam os "novos pecados", Girotti disse que a zona de maior perigo para a alma moderna é o mundo ainda quase inexplorado da bioética.
"(Dentro da bioética) há áreas onde devemos absolutamente denunciar algumas violações dos direitos fundamentais da natureza humana, por meio de experiências e da manipulação genética, cujos resultados são difíceis de prever e controlar", afirmou. O Vaticano é contra pesquisas com células-tronco embrionárias e alerta contra a possibilidade da clonagem humana. Na entrevista, intitulada "Novas formas de pecado social", Girotti cita ainda ofensas "ecológicas".
Nos últimos meses, o papa Bento 16 fez vários apelos enfáticos pela proteção do meio ambiente, dizendo que questões como a mudança climática se tornaram muito importantes para toda a humanidade. O Vaticano está cada vez mais "ambientalmente correto" desde o pontificado de João Paulo 2o, antecessor de Bento 16.
A Santa Sé já instalou células fotovoltaicas em seus prédios para gerar eletricidade e promoveu uma conferência científica para discutir as ramificações do aquecimento global e da mudança climática, que muitos cientistas atribuem principalmente ao uso de combustíveis fósseis...
Fonte: Yahoo Brasil
Leia também: BBC Brasil
NOTA: A transgressão do ecologicamente correto agora virou pecado para a Igreja Católica. Essa "novidade" coletivista (e outras mais que virão) já era esperada, dado o interesse do Vaticano em promover o descanso dominical como panacéia para todos os males ecológicos (traduzindo: é uma jogada política para reconquistar a supremacia mundial perdida em 1798).
Em tempo: "Segundo Antônio Flávio Pierucci, professor do Departamento de Sociologia da USP, historicamente o pecado é ligado ao indivíduo: a religião busca salvar o indivíduo, não o coletivo - assim, o pecado é individual... O professor da USP diz ainda que a noção do pecado social pode ser vista como integrante de um movimento das religiões contemporâneas rumo ao que classifica de 'cultura da inocência', na qual há uma 'desculpabilização' do indivíduo. 'O pecado social não vincula o indivíduo, portanto fica muito difícil que ele seja operacional', diz Pierucci. Assim, segue, evita-se o mais eficaz da noção de pecado do cristianismo, que é fazer com que o indivíduo se sinta responsável pelo ato que praticou. Noção essa que, completa, tem eficácia social". Folha de São Paulo, 11 de março de 2008.
Novos tempos trazem novos pecados. Por isso, o Vaticano disse aos fiéis que eles devem estar atentos a "novos" pecados, como os danos ambientais. A orientação foi divulgada no fim de semana pelo arcebispo Gianfranco Girotti, número 2 do Vaticano na, às vezes, turva área dos pecados e da penitência.
Questionado durante entrevista ao L'Osservatore Romano (órgão oficial do Vaticano) sobre quais seriam os "novos pecados", Girotti disse que a zona de maior perigo para a alma moderna é o mundo ainda quase inexplorado da bioética.
"(Dentro da bioética) há áreas onde devemos absolutamente denunciar algumas violações dos direitos fundamentais da natureza humana, por meio de experiências e da manipulação genética, cujos resultados são difíceis de prever e controlar", afirmou. O Vaticano é contra pesquisas com células-tronco embrionárias e alerta contra a possibilidade da clonagem humana. Na entrevista, intitulada "Novas formas de pecado social", Girotti cita ainda ofensas "ecológicas".
Nos últimos meses, o papa Bento 16 fez vários apelos enfáticos pela proteção do meio ambiente, dizendo que questões como a mudança climática se tornaram muito importantes para toda a humanidade. O Vaticano está cada vez mais "ambientalmente correto" desde o pontificado de João Paulo 2o, antecessor de Bento 16.
A Santa Sé já instalou células fotovoltaicas em seus prédios para gerar eletricidade e promoveu uma conferência científica para discutir as ramificações do aquecimento global e da mudança climática, que muitos cientistas atribuem principalmente ao uso de combustíveis fósseis...
Fonte: Yahoo Brasil
Leia também: BBC Brasil
NOTA: A transgressão do ecologicamente correto agora virou pecado para a Igreja Católica. Essa "novidade" coletivista (e outras mais que virão) já era esperada, dado o interesse do Vaticano em promover o descanso dominical como panacéia para todos os males ecológicos (traduzindo: é uma jogada política para reconquistar a supremacia mundial perdida em 1798).
Em tempo: "Segundo Antônio Flávio Pierucci, professor do Departamento de Sociologia da USP, historicamente o pecado é ligado ao indivíduo: a religião busca salvar o indivíduo, não o coletivo - assim, o pecado é individual... O professor da USP diz ainda que a noção do pecado social pode ser vista como integrante de um movimento das religiões contemporâneas rumo ao que classifica de 'cultura da inocência', na qual há uma 'desculpabilização' do indivíduo. 'O pecado social não vincula o indivíduo, portanto fica muito difícil que ele seja operacional', diz Pierucci. Assim, segue, evita-se o mais eficaz da noção de pecado do cristianismo, que é fazer com que o indivíduo se sinta responsável pelo ato que praticou. Noção essa que, completa, tem eficácia social". Folha de São Paulo, 11 de março de 2008.
domingo, março 09, 2008
Thomas Jefferson
Bento XVI participará de reunião ecumênica pela paz nos EUA
A reunião de Bento XVI com líderes inter-religiosos, prevista durante a visita do Papa aos Estados Unidos no próximo mês, será centrada no que está no coração de todas as religiões, revelou dom Richard Sklba.
O bispo auxiliar de Milwaukee, d. Richard Sklba, presidente da Comissão Episcopal de Assuntos Ecumênicos e Inter-religiosos revelou detalhes sobre o encontro do Santo Padre de 17 de abril com duzentos líderes religiosos, durante sua visita de 15 a 20 de abril aos Estados Unidos.
Seguindo o tema "trabalho das Religiões pela Paz", o Santo Padre se encontrará e falará a membros das comunidades judaica, islâmica, jainista e hindu no Centro Cultural Papa João Paulo II, em Washington.
"O grito pela paz em nosso mundo chama os organismos religiosos a unirem-se – explicou o bispo de Sklba –. Esta reunião denota a fé do Santo Padre na necessidade dos organismos religiosos de reforçarem o objetivo da paz, que reside no coração de todas as religiões".
A reunião, acrescentou o bispo Sklba, "exemplifica o que deve suceder ao longo de todo o mundo".
Após o discurso do Papa, os líderes inter-confessionais saudarão o Santo Padre e lhe darão dons simbólicos por parte dos jovens de cada comunidade.
Os presentes que serão oferecidos ao Santo Padre são símbolos do caminho para a paz que se encontra nos mais profundos ensinamentos de cada grupo.
Da comunidade judaica, uma menorá de prata com sete luzes, simbolizando a validade perene da aliança de paz de Deus.
A comunidade hindu dará a sagrada sílaba "Om" em um braseiro de incenso. Os hindus crêem que "Om": é o som primordial da própria criação, pelo qual a paz libertadora de Deus se dá a conhecer.
A comunidade budista entregará a Bento XVI um sino de bronze fundido na Coréia. Várias culturas budistas crêem que o som do sino, que marca os tempos da meditação, conduzirá à paz interior e a iluminação.
Fonte: Zenit
NOTA: Todas essas honras ecumênicas ao papa em pleno solo norte-americano (protestante), dá para acreditar? Buscar e incentivar a paz deve ser algo natural para os cristãos, os quais, sob a influência do Espírito Santo, são chamados a ser pacificadores (Mt 5:9). No aspecto social, a paz só poderá ser alcançada quando, individualmente, as pessoas receberem a graça e a verdade no coração. A paz verdadeira não é possível quando alimentada por conceitos e práticas pagãs: "Que paz, enquanto perduram as prostituições de tua mãe Jezabel e as suas muitas feitiçarias?" (2Rs 9:22). Por isso, ao mesmo tempo em que o cristão deve ser um agente pacificador, ele também deve ser um agente propagador da verdade: "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará" (Jo 8:32). Jesus também alertou para o fato de que a propagação da verdade pode causar divisão e não paz: "Não penseis que vim trazer paz à Terra; não vim trazer paz, mas espada" (Mt 10:34).
O bispo auxiliar de Milwaukee, d. Richard Sklba, presidente da Comissão Episcopal de Assuntos Ecumênicos e Inter-religiosos revelou detalhes sobre o encontro do Santo Padre de 17 de abril com duzentos líderes religiosos, durante sua visita de 15 a 20 de abril aos Estados Unidos.
Seguindo o tema "trabalho das Religiões pela Paz", o Santo Padre se encontrará e falará a membros das comunidades judaica, islâmica, jainista e hindu no Centro Cultural Papa João Paulo II, em Washington.
"O grito pela paz em nosso mundo chama os organismos religiosos a unirem-se – explicou o bispo de Sklba –. Esta reunião denota a fé do Santo Padre na necessidade dos organismos religiosos de reforçarem o objetivo da paz, que reside no coração de todas as religiões".
A reunião, acrescentou o bispo Sklba, "exemplifica o que deve suceder ao longo de todo o mundo".
Após o discurso do Papa, os líderes inter-confessionais saudarão o Santo Padre e lhe darão dons simbólicos por parte dos jovens de cada comunidade.
Os presentes que serão oferecidos ao Santo Padre são símbolos do caminho para a paz que se encontra nos mais profundos ensinamentos de cada grupo.
Da comunidade judaica, uma menorá de prata com sete luzes, simbolizando a validade perene da aliança de paz de Deus.
A comunidade hindu dará a sagrada sílaba "Om" em um braseiro de incenso. Os hindus crêem que "Om": é o som primordial da própria criação, pelo qual a paz libertadora de Deus se dá a conhecer.
A comunidade budista entregará a Bento XVI um sino de bronze fundido na Coréia. Várias culturas budistas crêem que o som do sino, que marca os tempos da meditação, conduzirá à paz interior e a iluminação.
Fonte: Zenit
NOTA: Todas essas honras ecumênicas ao papa em pleno solo norte-americano (protestante), dá para acreditar? Buscar e incentivar a paz deve ser algo natural para os cristãos, os quais, sob a influência do Espírito Santo, são chamados a ser pacificadores (Mt 5:9). No aspecto social, a paz só poderá ser alcançada quando, individualmente, as pessoas receberem a graça e a verdade no coração. A paz verdadeira não é possível quando alimentada por conceitos e práticas pagãs: "Que paz, enquanto perduram as prostituições de tua mãe Jezabel e as suas muitas feitiçarias?" (2Rs 9:22). Por isso, ao mesmo tempo em que o cristão deve ser um agente pacificador, ele também deve ser um agente propagador da verdade: "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará" (Jo 8:32). Jesus também alertou para o fato de que a propagação da verdade pode causar divisão e não paz: "Não penseis que vim trazer paz à Terra; não vim trazer paz, mas espada" (Mt 10:34).
Intolerância religiosa nas eleições americanas
O preconceito mais forte nessa temporada de campanha não é racial. A cor da pele de Barack Obama pode lhe custar alguns votos da classe trabalhadora branca, mas também garante votos para ele entre os negros e os brancos ansiosos em mostrar que têm uma mente aberta.
O sexismo parece ser mais forte. Os americanos têm afirmado nas pesquisas de opinião que preferem votar num negro a votar numa mulher, e Shirley Chisholm (uma mulher negra que concorreu à presidência em 1972) sempre disse que enfrentou mais preconceito por causa do sexo do que de sua raça.
Ainda assim, a maior intolerância nessas eleições não diz respeito à raça ou ao sexo. E sim à religião.
Os boatos dizem que Obama é um muçulmano não declarado que planeja impor a lei do Islã no país. Incrivelmente, ele é até mesmo acusado - sem brincadeira! - de ser o Anticristo.
Defensores dessa teoria oferecem explicações teológicas detalhadas para provar que ele é o Anticristo, e a prova é que ele diz ser cristão - afinal, é o que o Anticristo diria, não é mesmo? Os rumores circulam tanto que o jornalista Glenn Beck da CNN perguntou ao reverendo John Hagee, um evangélico conservador, quais são as chances de Obama ser o Anticristo.
Esses rumores fanáticos são o equivalente americano das acusações sobre judeus que circulam em alguns países muçulmanos. Elas não são tanto um golpe contra um candidato, mas sim uma calúnia contra toda uma religião. Elas salientam o fato de que, para muitos americanos fanáticos no século 21, chamar alguém de muçulmano continua sendo uma ofensa.
Há um paralelo com as campanhas presidenciais do século 19 e início do século 20, em que uma das formas mais comuns de atacar um candidato era sugerir que ele era em parte negro, ou que pelo menos defendia o casamento entre raças. Por exemplo, os federalistas acusaram Thomas Jefferson de ser "filho de uma índia mestiça, com um pai mulato da Virgínia". E a palavra "miscigenação" foi cunhada em 1863 e 1864, nas acusações de que Abraham Lincoln secretamente conspirava para que os negros pudessem se casar com brancos, especialmente com americanos de ascendência irlandesa.
Não faz tanto tempo, na campanha presidencial de 1920, cerca de 250 mil cartas foram enviadas a eleitores acusando Warren Harding de ser descendente de um "negro das Índias Ocidentais. Que Deus salve a América da vergonha internacional e da ruína doméstica".
Olhando para trás para essa história, é de se desejar que o candidato não tivesse respondido apenas com um "Não, eu não tenho nenhum ancestral negro", mas também dizendo "E se tivesse, qual é o problema?".
Da mesma forma, com uma multidão de pessoas espalhando rumores falsos de que Obama é muçulmano, a resposta mais apropriada é uma negação seguida da pergunta: "E qual é o problema se eu fosse?".
Com certeza, isso não é uma resposta politicamente realista. Uma pesquisa da Gallup em 2007 revelou que 94% dos americanos disseram que votariam em um candidato negro para presidente e 88% para uma mulher. Por outro lado, uma pesquisa do Los Angeles Times de 2006 revelou que apenas 34% dos entrevistados afirmaram que votariam em um muçulmano para a presidência.
Mesmo que o preconceito seja dirigido para um tema escolhido, como religião ou cabelos compridos, continua sendo preconceito. É possível imaginar que os católicos têm todo direito de chegar à presidência enquanto fazem oposição a um candidato católico em particular que baniria a contracepção; da mesma forma, é possível acreditar que os muçulmanos têm todo direito de chegar ao poder sem necessariamente abraçar a candidatura de determinados muçulmanos que defendem enrolar todas as mulheres em burkas.
A seu favor, Obama falou sobre o Islã com respeito (ele disse para mim no ano passado, abertamente, que o chamado muçulmano para as orações é "um dos sons mais bonitos da terra ao entardecer"). Se ele tivesse de ir mais longe - "e daí se eu fosse muçulmano?" -, muitos americanos veriam isso como a confirmação de que ele é um terrorista sunita, agente da al-Qaida e parte de um plano complementar ao 11 de setembro: "se você não consegue chegar à Casa Branca com um avião seqüestrado, então invada o Salão Oval usando as urnas".
Esta é uma situação em que Hillary Rodham Clinton e John McCain deveriam tomar a iniciativa e denunciar a disseminação do medo em relação a Obama como sendo discurso fanático. As fofocas que se referem ao candidato como "Barack Hussein Obama" e rumores de que ele freqüentou uma madrassa (escola islâmica) são o equivalente religioso das ofensas raciais, e McCain e Clinton deveriam denunciar isso de maneira veemente. Essa é a chance que eles têm de mostrar liderança.
Há uma semana, quando perguntaram a Clinton em uma entrevista na televisão se Obama era muçulmano, ela negou com firmeza - mas então acrescentou, desafortunadamente, "até onde eu sei". A seu favor, McCain repreendeu um âncora de rádio que repetidamente se referia a "Barack Hussein Obama" e mais tarde o chamou de candidato da Manchúria.
Martin Luther não era um modelo de tolerância, mas mesmo assim assumiu a seguinte posição: "Prefiro ser governado por um turco sábio a ser governado por um cristão tolo". Nessa campanha presidencial, devemos aspirar a ter uma mente tão aberta como pelo menos os alemães do século 16.
Fonte: The New York Times, 09 de março de 2008.
Tradução: UOL
O sexismo parece ser mais forte. Os americanos têm afirmado nas pesquisas de opinião que preferem votar num negro a votar numa mulher, e Shirley Chisholm (uma mulher negra que concorreu à presidência em 1972) sempre disse que enfrentou mais preconceito por causa do sexo do que de sua raça.
Ainda assim, a maior intolerância nessas eleições não diz respeito à raça ou ao sexo. E sim à religião.
Os boatos dizem que Obama é um muçulmano não declarado que planeja impor a lei do Islã no país. Incrivelmente, ele é até mesmo acusado - sem brincadeira! - de ser o Anticristo.
Defensores dessa teoria oferecem explicações teológicas detalhadas para provar que ele é o Anticristo, e a prova é que ele diz ser cristão - afinal, é o que o Anticristo diria, não é mesmo? Os rumores circulam tanto que o jornalista Glenn Beck da CNN perguntou ao reverendo John Hagee, um evangélico conservador, quais são as chances de Obama ser o Anticristo.
Esses rumores fanáticos são o equivalente americano das acusações sobre judeus que circulam em alguns países muçulmanos. Elas não são tanto um golpe contra um candidato, mas sim uma calúnia contra toda uma religião. Elas salientam o fato de que, para muitos americanos fanáticos no século 21, chamar alguém de muçulmano continua sendo uma ofensa.
Há um paralelo com as campanhas presidenciais do século 19 e início do século 20, em que uma das formas mais comuns de atacar um candidato era sugerir que ele era em parte negro, ou que pelo menos defendia o casamento entre raças. Por exemplo, os federalistas acusaram Thomas Jefferson de ser "filho de uma índia mestiça, com um pai mulato da Virgínia". E a palavra "miscigenação" foi cunhada em 1863 e 1864, nas acusações de que Abraham Lincoln secretamente conspirava para que os negros pudessem se casar com brancos, especialmente com americanos de ascendência irlandesa.
Não faz tanto tempo, na campanha presidencial de 1920, cerca de 250 mil cartas foram enviadas a eleitores acusando Warren Harding de ser descendente de um "negro das Índias Ocidentais. Que Deus salve a América da vergonha internacional e da ruína doméstica".
Olhando para trás para essa história, é de se desejar que o candidato não tivesse respondido apenas com um "Não, eu não tenho nenhum ancestral negro", mas também dizendo "E se tivesse, qual é o problema?".
Da mesma forma, com uma multidão de pessoas espalhando rumores falsos de que Obama é muçulmano, a resposta mais apropriada é uma negação seguida da pergunta: "E qual é o problema se eu fosse?".
Com certeza, isso não é uma resposta politicamente realista. Uma pesquisa da Gallup em 2007 revelou que 94% dos americanos disseram que votariam em um candidato negro para presidente e 88% para uma mulher. Por outro lado, uma pesquisa do Los Angeles Times de 2006 revelou que apenas 34% dos entrevistados afirmaram que votariam em um muçulmano para a presidência.
Mesmo que o preconceito seja dirigido para um tema escolhido, como religião ou cabelos compridos, continua sendo preconceito. É possível imaginar que os católicos têm todo direito de chegar à presidência enquanto fazem oposição a um candidato católico em particular que baniria a contracepção; da mesma forma, é possível acreditar que os muçulmanos têm todo direito de chegar ao poder sem necessariamente abraçar a candidatura de determinados muçulmanos que defendem enrolar todas as mulheres em burkas.
A seu favor, Obama falou sobre o Islã com respeito (ele disse para mim no ano passado, abertamente, que o chamado muçulmano para as orações é "um dos sons mais bonitos da terra ao entardecer"). Se ele tivesse de ir mais longe - "e daí se eu fosse muçulmano?" -, muitos americanos veriam isso como a confirmação de que ele é um terrorista sunita, agente da al-Qaida e parte de um plano complementar ao 11 de setembro: "se você não consegue chegar à Casa Branca com um avião seqüestrado, então invada o Salão Oval usando as urnas".
Esta é uma situação em que Hillary Rodham Clinton e John McCain deveriam tomar a iniciativa e denunciar a disseminação do medo em relação a Obama como sendo discurso fanático. As fofocas que se referem ao candidato como "Barack Hussein Obama" e rumores de que ele freqüentou uma madrassa (escola islâmica) são o equivalente religioso das ofensas raciais, e McCain e Clinton deveriam denunciar isso de maneira veemente. Essa é a chance que eles têm de mostrar liderança.
Há uma semana, quando perguntaram a Clinton em uma entrevista na televisão se Obama era muçulmano, ela negou com firmeza - mas então acrescentou, desafortunadamente, "até onde eu sei". A seu favor, McCain repreendeu um âncora de rádio que repetidamente se referia a "Barack Hussein Obama" e mais tarde o chamou de candidato da Manchúria.
Martin Luther não era um modelo de tolerância, mas mesmo assim assumiu a seguinte posição: "Prefiro ser governado por um turco sábio a ser governado por um cristão tolo". Nessa campanha presidencial, devemos aspirar a ter uma mente tão aberta como pelo menos os alemães do século 16.
Fonte: The New York Times, 09 de março de 2008.
Tradução: UOL
sábado, março 08, 2008
Tony Blair dará curso de fé e globalização em Yale
O ex-premier britânico Tony Blair dará aulas sobre fé e globalização na Universidade de Yale, nos Estados Unidos, durante o próximo semestre acadêmico. O anúncio foi dado pelo próprio centro de estudos de New Haven, que lhe abrirá uma cátedra já oferecida à estadista Indira Gandhi, ao jornalista britânico Sir Alistair Cooke e ao compositor Ralph Vaughan Williams.
"A indicação de Blair oferece uma enorme oportunidade para nossos estudantes e nossa comunidade. Enquanto o mundo continua a se tornar cada vez mais interdependente, é essencial que vejamos como os valores religiosos podem ser voltados à reconciliação, em vez de voltados à polarização", disse o presidente da Yale, Richard Levin.
Blair ensinará dentro da "Howland Distinguished Fellow" e seguirá um programa que entra no âmbito da "Faith Foundation", uma fundação dedicada ao tema do diálogo entre as maiores fés religiosas e que Blair, recém-convertido ao catolicismo, lançará em 2008. Diversos eventos públicos foram preparados pela instituição norte-americana, em razão das aulas de Blair.
Fonte: O Estado de São Paulo Online
NOTA: Blair virou garoto-propaganda do ecumenismo... Qual será sua formação acadêmica que o qualificou para dar aulas sobre fé? Será mera coincidência ser recebido justo pela Universidade Yale (aquela que abriga a sociedade secreta Caveira e Ossos do presidente Bush)?
"A indicação de Blair oferece uma enorme oportunidade para nossos estudantes e nossa comunidade. Enquanto o mundo continua a se tornar cada vez mais interdependente, é essencial que vejamos como os valores religiosos podem ser voltados à reconciliação, em vez de voltados à polarização", disse o presidente da Yale, Richard Levin.
Blair ensinará dentro da "Howland Distinguished Fellow" e seguirá um programa que entra no âmbito da "Faith Foundation", uma fundação dedicada ao tema do diálogo entre as maiores fés religiosas e que Blair, recém-convertido ao catolicismo, lançará em 2008. Diversos eventos públicos foram preparados pela instituição norte-americana, em razão das aulas de Blair.
Fonte: O Estado de São Paulo Online
NOTA: Blair virou garoto-propaganda do ecumenismo... Qual será sua formação acadêmica que o qualificou para dar aulas sobre fé? Será mera coincidência ser recebido justo pela Universidade Yale (aquela que abriga a sociedade secreta Caveira e Ossos do presidente Bush)?
sexta-feira, março 07, 2008
Bartolomeu I encontra-se pela 3ª vez com Bento XVI
Teve lugar nesta quinta-feira, no Vaticano, um encontro de grande significado ecumênico: Bento XVI recebeu em audiência, esta manhã, Bartolomeu I, com sua comitiva, em visita a Roma a convite do Pontifício Instituto Oriental, por ocasião do 90º aniversário de sua fundação.
O patriarca ecumênico de Constantinopla, após o encontro de forma privada, se deteve com o papa para um momento de oração na Capela de Urbano VIII, na residência apostólica. Superar juntos os obstáculos no caminho para o restabelecimento da plena unidade: é esse o espírito que anima os encontros fraternos entre Bento XVI e Bartolomeu I.
Após a histórica visita a Istambul - na Turquia - por ocasião da festa de Santo André, em 30 de novembro de 2006, e o encontro em Nápoles - sul da Itália - em outubro passado, o pontífice e o patriarca ecumênico se encontraram hoje novamente, desta vez no Vaticano.
A visita teve dois momentos: um encontro privado e um momento de oração. Esse segundo momento faz recordar a Divina Liturgia na igreja patriarcal de São Jorge em Istambul, ao término da qual Bento XVI e Bartolomeu I assinaram uma declaração conjunta.
Um documento histórico - na esteira do histórico abraço de paz entre Paulo VI e Atenágoras, em 1967 - para expressar a alegria de sentir-se irmãos e renovar o compromisso em vista da plena comunhão.
Em tal ocasião, o papa reiterou que a Igreja católica está pronta para "fazer todo o possível para superar os obstáculos e para buscar", junto aos irmãos ortodoxos, "meios sempre mais eficazes de colaboração pastoral" para restabelecer a plena comunhão entre a Igreja de Roma e a Igreja de Constantinopla...
Fonte: Rádio Vaticano
O patriarca ecumênico de Constantinopla, após o encontro de forma privada, se deteve com o papa para um momento de oração na Capela de Urbano VIII, na residência apostólica. Superar juntos os obstáculos no caminho para o restabelecimento da plena unidade: é esse o espírito que anima os encontros fraternos entre Bento XVI e Bartolomeu I.
Após a histórica visita a Istambul - na Turquia - por ocasião da festa de Santo André, em 30 de novembro de 2006, e o encontro em Nápoles - sul da Itália - em outubro passado, o pontífice e o patriarca ecumênico se encontraram hoje novamente, desta vez no Vaticano.
A visita teve dois momentos: um encontro privado e um momento de oração. Esse segundo momento faz recordar a Divina Liturgia na igreja patriarcal de São Jorge em Istambul, ao término da qual Bento XVI e Bartolomeu I assinaram uma declaração conjunta.
Um documento histórico - na esteira do histórico abraço de paz entre Paulo VI e Atenágoras, em 1967 - para expressar a alegria de sentir-se irmãos e renovar o compromisso em vista da plena comunhão.
Em tal ocasião, o papa reiterou que a Igreja católica está pronta para "fazer todo o possível para superar os obstáculos e para buscar", junto aos irmãos ortodoxos, "meios sempre mais eficazes de colaboração pastoral" para restabelecer a plena comunhão entre a Igreja de Roma e a Igreja de Constantinopla...
Fonte: Rádio Vaticano
Páscoa será marcada pelo ecumenismo na França
As Igrejas Católica, Protestante e Ortodoxa da França devem celebrar juntas a Páscoa. O convite foi feito através de uma mensagem escrita pelo Conselho das Igrejas Cristãs, pela Conferência Episcopal, pela Federação Protestante e uma representação greco-ortodoxa. As três Igrejas acreditam que é necessário unir-se em oração para mostrar a solidariedade de Cristo nas adversidades. A mensagem faz referência à minoria cristã do mundo, como a do Oriente Médio e da África, que é ameaçada, perseguida e ainda sujeita ao exílio em condições desumanas.
A celebração conjunta na França pretende usar a oração como instrumento para a libertação da consciência, projetando o respeito pelo culto em todos os países. A iniciativa foi idealizada apesar de a Páscoa se realizar em datas diferentes para as confissões: dia 23 de março para católicos e protestantes e 27 para os ortodoxos.
Fonte: Rádio Vaticano
(Colaboração: Maynart)
NOTA: A celebração comum da Páscoa é um requisito importante para a consumação do ecumenismo e a futura união em torno do descanso dominical...
A celebração conjunta na França pretende usar a oração como instrumento para a libertação da consciência, projetando o respeito pelo culto em todos os países. A iniciativa foi idealizada apesar de a Páscoa se realizar em datas diferentes para as confissões: dia 23 de março para católicos e protestantes e 27 para os ortodoxos.
Fonte: Rádio Vaticano
(Colaboração: Maynart)
NOTA: A celebração comum da Páscoa é um requisito importante para a consumação do ecumenismo e a futura união em torno do descanso dominical...
A Suprema Corte Americana e o Domingo

Assistindo um vídeo disponível no YouTube sobre Lei Dominical, chamou-me a atenção uma imagem destacada pelo Pastor que dirige a palestra, como sendo uma escultura existente na Suprema Corte Americana, onde o mesmo chama a atenção para a posição da perna do homem postado ao lado das Tábuas do Decálogo. É que esta cobre o Quarto Mandamento da Lei de Deus, o Sábado.
Somente isso já havia me convencido o suficiente para estruturar este post, pelo próprio argumento encampado pelo pregador. Resolvi assim procurar uma foto desta escultura para ilustrar as palavras que aqui pretendia escrever. Achei a figura e a recortei para dar maior destaque. Qual não foi minha surpresa ao perceber que além de cobrir o Mandamento Sábatico, as referidas Tábuas têm em seu topo uma representação do sol ("sun" em inglês, componente do "sunday" - domingo - que se pretende seja substituído ao 4º Mandamento como dia de guarda). Isso sem contar a águia americana ao fundo acobertando com sua asa alguém à sua frente que parece, nitidamente, muito mais um César romano que Moisés e que denotaria a aliança que se formará, e já está se formando mais claramente, entre estes dois poderes.
De um tempo para cá, não sei se por força de já estar envolvido com tantas notícias referentes a cumprimento profético, das mais óbvias às mais interpretativas, deixei de acreditar em "coincidências" neste campo. Seria possível o autor da obra ter "inocentemente" acobertado em parte os Mandamentos, especialmente o referente ao Sábado e, ter acrescentado algo completamente estranho às Tábuas da Lei, na figura de um sol?
Fonte: Blog Diário da Profecia
quinta-feira, março 06, 2008
Stargate Atlantis: Sunday
Eu acompanho a série americana Stargate Atlantis que trata de expedições em planetas e mundos diferentes através de stargates (portais dimensionais). Qual foi minha surpresa ao assistir o episódio nº 17 da terceira temporada intitulado: Sunday...A história gira sobre a premissa de que é instituído UM DIA OBRIGATÓRIO de descanso para os funcionários na base de Atlantis. Além disso, ocorre outra supresa: um dos personagens queridos da série vem a falecer. Depois desse evento, temos a clássica cena espírita em que o personagem volta dos mortos para confortar os vivos...
"Mediante os dois grandes erros - a imortalidade da alma e a santidade do domingo - Satanás há de enredar o povo em suas malhas. Enquanto o primeiro lança o fundamento do espiritismo, o último cria um laço de simpatia com Roma. Os protestantes dos Estados Unidos serão os primeiros a estender as mãos através do abismo para apanhar a mão do espiritismo; estender-se-ão por sobre o abismo para dar as mãos ao poder romano; e, sob a influência desta tríplice união, este país seguirá as pegadas de Roma, desprezando os direitos da consciência". O Grande Conflito, p. 588.
Obviamente que Stargate Atlantis é uma serie de ficção. Mas toda ficção, sempre insere em seu contexto tendências e filosofias do que ocorre no mundo real.
É no mínimo curioso que o Domingo e a Imortalidade da Alma sejam inseridos numa série de ficção científica que deveria se preocupar com viagens intergaláticas e não com religião.Alexandro Barbosa
Fonte: Blog Diário da Profecia
NOTA: Isso é mais que coincidência. É um golpe telegrafado... Esse episódio da série Stargate Atlantis está disponível na internet. Atlantis é uma referência a um tema relevante dentro do ocultismo, como explica o pesquisador David Bay: "Elizabeth van Buren, escreveu em 1981 no seu livro Secrets of the Illuminati que os espíritos-guia dos Iluministas, nos anos 1700 'ensinavam que o continente norte-americano deveria ser estabelecido como uma Nova Atlântida'. Logicamente, os ocultistas crêem há tempos que um reino ocultista avançado existiu em uma ilha chamada Atlântida, situada no Mediterrâneo, 12.000 anos atrás. Os habitantes desse reino eram altamente avançados em ciências ocultistas, podendo comunicar-se psiquicamente, viajar pelo tempo e pelo espaço e curar-se de todas as doenças utilizando os poderes da mente. Como sinal dessa habilidade ocultista avançada, eles tinham um 'terceiro olho' físico localizado entre os dois olhos normais. No entanto, esse reino 'maravilhoso' foi destruído por um cataclismo e a ilha inteira submergiu nas profundezas do oceano Atlântico, deixando somente uns poucos sobreviventes, chamados arianos, alguns dos quais migraram para a região da atual Alemanha e outros para a região do Tibete. Os ocultistas crêem que a Atlântida foi destruída por causa do uso inadequado da tecnologia avançada. [The New Age Dictionary, Japan Publications, 1990, pg 13]. O objetivo final dos grupos ocultistas nos últimos 2.000 anos é restaurar esse mundo ocultista maravilhoso da Atlântida. No fim dos anos 1700, os espíritos-guia dos principais líderes do Illuminati começaram a lhes dizer que o continente norte-americano, mais tarde chamado de Estados Unidos da América, seria estabelecido como uma nova Atlântida, uma terra de liberdades incomparáveis politicamente, espiritualmente e economicamente. No entanto, esses espíritos-guia advertiram que essa nova Atlântida não seria o reino final; em vez disso, seria o passo intermediário para a Nova Atlântida final e aperfeiçoada. No momento certo na história mundial, essa nova Atlântida, seria destruída para que o sistema final chamado de Nova Ordem Mundial, sob a liderança do Cristo, possa ser estabelecida". (FAQ).
Judeus aceitam convite para dialogar com muçulmanos
Representantes do judaísmo mundial aceitaram a oferta de diálogo feita por um grupo de intelectuais muçulmanos, em carta aberta publicada em 25 de fevereiro. Em comunicado, o Comitê internacional para consultas inter-religiosas (International jewish committee for interreligious consultations) reconhece "a grande urgência do nosso tempo de usar a religião como ponte entre as diversas comunidades, ao invés de uma cova".
Os líderes judeus denunciam também o difuso e perigoso preconceito segundo o qual existe hostilidade entre o judaísmo e o islamismo. "A história demonstra, ao invés, quanto estão entrelaçadas e compartilhadas as relações entre as duas religiões", afirma o comunicado.
No final de fevereiro, o "Centro de Estudos para as Relações entre Muçulmanos e Judeus" (CMJR) de Cambridge divulgou uma carta aberta às comunidades judaicas de todo o mundo, assinada por expoentes da comunidade islâmica da Inglaterra e por estudiosos de todo o mundo.
Na carta, os muçulmanos se dizem convencidos de que não se está diante de um "confronto de civilizações", mas de um "confronto de equívocos", causado pela má informação entre as duas religiões.
Fonte: Rádio Vaticano
NOTA: Só gostaria de saber por que o Vaticano tem tanto interesse em divulgar "encontros" e "diálogos" inter-religiosos... Claro, todo grupo (ou união de grupos) precisa de um líder, não é? Ah, sim, isso é só um detalhe...
Os líderes judeus denunciam também o difuso e perigoso preconceito segundo o qual existe hostilidade entre o judaísmo e o islamismo. "A história demonstra, ao invés, quanto estão entrelaçadas e compartilhadas as relações entre as duas religiões", afirma o comunicado.
No final de fevereiro, o "Centro de Estudos para as Relações entre Muçulmanos e Judeus" (CMJR) de Cambridge divulgou uma carta aberta às comunidades judaicas de todo o mundo, assinada por expoentes da comunidade islâmica da Inglaterra e por estudiosos de todo o mundo.
Na carta, os muçulmanos se dizem convencidos de que não se está diante de um "confronto de civilizações", mas de um "confronto de equívocos", causado pela má informação entre as duas religiões.
Fonte: Rádio Vaticano
NOTA: Só gostaria de saber por que o Vaticano tem tanto interesse em divulgar "encontros" e "diálogos" inter-religiosos... Claro, todo grupo (ou união de grupos) precisa de um líder, não é? Ah, sim, isso é só um detalhe...
quarta-feira, março 05, 2008
O outro lado da mensagem do papa aos EUA
No sábado publicamos aqui o post "Mensagem de Bento XVI aos EUA", onde o mesmo conclama a maior potência mundial a exercer seu "papel decisivo no cenário internacional, promovendo e respeitando a lei natural e os direitos humanos de cada pessoa", o que fez diretamente a Sra. Mary Ann Glendon, nova embaixadora desse país ante a Santa Sé.Pois bem, a Sra. Glendon proporcionou algumas declarações singulares neste particular. Destas, destaco duas:
"Os EUA estão 'ansiosos para trabalhar em parceria com a Santa Sé para melhorar a vida de todas as pessoas do mundo'..."
A nova Embaixadora insistiu em que "as relações entre a Santa Sé e os EUA são fundamentais 'na busca da liberdade, da justiça, da paz e da dignidade humana em todo o mundo'".
Matéria completa: LifeSiteNews.com.
NOTA Blog Diário da Profecia: Os laços necessários ao cumprimento das profecias bíblicas estão cada vez mais caracterizados. Não há muito o que se comentar acerca desta aproximação há muito prevista.
"Quando o protestantismo estender os braços através do abismo, a fim de dar uma das mãos ao poder romano e a outra ao espiritismo, quando por influência dessa tríplice aliança a América do Norte for induzida a repudiar todos os princípios de sua Constituição, que fizeram dela um governo protestante e republicano, e adotar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de Satanás e que o fim está próximo." Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 151.
Vaticano influencia escolha de integrante do STF
Depois do ministro-relator, Ayres Brito, as atenções no julgamento sobre as células-tronco embrionárias devem se concentrar no mais novo integrante do Supremo Tribunal Federal (STF), o paraense Carlos Alberto Menezes Direito, 65 anos, que assumiu em setembro do ano passado. Ele foi indicado pelo Planalto e aprovado pelo Congresso, mas contou com um cabo eleitoral de peso: ninguém menos do que o núncio apostólico (o representante diplomático do Vaticano no Brasil), d. Lorenzo Baldisseri...
Por ele ser católico praticante e haver uma série de assuntos polêmicos de interesse direto da Igreja na pauta do debate político-jurídico, o Vaticano mobilizou o núncio em seu apoio. Foi por intermédio do advogado-geral da União, José Antonio Toffoli, que tem um irmão na hierarquia da Igreja, que d. Baldisseri conseguiu falar com Jobim e com o ministro da Justiça, Tarso Genro. O advogado trabalista Roberto Caldas era o preferido de Genro para substituir Pertence no STF, mas o ministro teve de ouvir, e levar ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os apelos do Vaticano...
Fonte: O Estado de São Paulo, 05 de março de 2008.
NOTA: "Ela [Igreja Romana] está silenciosamente crescendo em poder. Suas doutrinas estão a exercer influência nas assembléias legislativas, nas igrejas e no coração dos homens". O Grande Conflito, p. 581. A influência de Roma também já pode ser percebida na Suprema Corte Americana.
Por ele ser católico praticante e haver uma série de assuntos polêmicos de interesse direto da Igreja na pauta do debate político-jurídico, o Vaticano mobilizou o núncio em seu apoio. Foi por intermédio do advogado-geral da União, José Antonio Toffoli, que tem um irmão na hierarquia da Igreja, que d. Baldisseri conseguiu falar com Jobim e com o ministro da Justiça, Tarso Genro. O advogado trabalista Roberto Caldas era o preferido de Genro para substituir Pertence no STF, mas o ministro teve de ouvir, e levar ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os apelos do Vaticano...
Fonte: O Estado de São Paulo, 05 de março de 2008.
NOTA: "Ela [Igreja Romana] está silenciosamente crescendo em poder. Suas doutrinas estão a exercer influência nas assembléias legislativas, nas igrejas e no coração dos homens". O Grande Conflito, p. 581. A influência de Roma também já pode ser percebida na Suprema Corte Americana.
Inteligência Britânica consultou astrólogo na 2ª Guerra
O serviço secreto da Grã-Bretanha contratou um astrólogo durante 2ª Guerra para ajudar o Exército a derrotar Adolf Hitler, revelaram ontem arquivos do governo. De acordo com o documento divulgado, o astrólogo Louis de Wohl, convenceu a inteligência britânica de que as previsões poderiam ajudar a entender as estratégias de Hitler.
Fonte: O Estado de São Paulo, 05 de março de 2008.
Leia mais: BBC Brasil
NOTA: Durante a Guerra Civil Americana, quando o norte e o sul dos EUA lutaram entre si, aconteceu algo parecido com o que foi relatado na matéria acima: "Muitos homens em posição de autoridade, generais e oficiais agem em conformidade com as instruções dadas pelos espíritos. Espíritos de demônios apresentando-se como guerreiros já falecidos e habilidosos generais, comunicam-se com os homens de autoridade, controlando muitas das suas ações... O grande general rebelde, Satanás, está familiarizado com as atuações desta guerra e orienta seus anjos para assumir a forma de generais mortos, imitar seus modos e exibir seus traços peculiares de caráter. E os líderes militares realmente acreditam que os espíritos de seus amigos e de guerreiros mortos, os pais da Guerra Revolucionária, os estão guiando". Testemunhos para a Igreja, v. 1, p. 364. A doutrina da imortalidade natural da alma é antibíblica.
Fonte: O Estado de São Paulo, 05 de março de 2008.
Leia mais: BBC Brasil
NOTA: Durante a Guerra Civil Americana, quando o norte e o sul dos EUA lutaram entre si, aconteceu algo parecido com o que foi relatado na matéria acima: "Muitos homens em posição de autoridade, generais e oficiais agem em conformidade com as instruções dadas pelos espíritos. Espíritos de demônios apresentando-se como guerreiros já falecidos e habilidosos generais, comunicam-se com os homens de autoridade, controlando muitas das suas ações... O grande general rebelde, Satanás, está familiarizado com as atuações desta guerra e orienta seus anjos para assumir a forma de generais mortos, imitar seus modos e exibir seus traços peculiares de caráter. E os líderes militares realmente acreditam que os espíritos de seus amigos e de guerreiros mortos, os pais da Guerra Revolucionária, os estão guiando". Testemunhos para a Igreja, v. 1, p. 364. A doutrina da imortalidade natural da alma é antibíblica.
Assinar:
Postagens (Atom)
