
OS FATOS:
1. O povo de Israel havia chegado ao limite para entrar na Terra Prometida: “Tendo partido os filhos de Israel, acamparam-se nas campinas de Moabe, além do Jordão, na altura de Jericó.” Números 22:1. Balaque, rei dos Moabitas, angustiado com a presença dos israelitas por perto, resolveu buscar ajuda do profeta Balaão para enfrentar o povo de Deus: “Vem, pois, agora, rogo-te, amaldiçoa-me este povo, pois é mais poderoso do que eu.” Números 22:6.
2. Após sucessivas tentativas e fracassos para amaldiçoar os israelitas, Balaão, constrangido, concluiu: “Como posso amaldiçoar a quem Deus não amaldiçoou?” Números 23:8. Grande verdade disse Balaão. Só há uma maldição que pode afetar o povo de Deus – a maldição do pecado: “Assim diz o Senhor, o Deus de Israel: Maldito o homem que não atentar para as palavras desta aliança.” Jeremias 11:3. Quando o cristão viola os princípios da aliança com Deus acaba perdendo a benção e a proteção divinas.
3. Satanás trabalhou, então, para que o rei dos moabitas armasse uma cilada a fim de levar os israelitas ao pecado (quebra da aliança): “Habitando Israel em Sitim, começou o povo a prostituir-se com as filhas dos moabitas.” Números 25:1. A luxúria e a imoralidade sempre abrem brechas na vida espiritual dos fiéis, por onde entram a culpa, o sofrimento e a maldição.
4. Algo que chama a atenção nessa história é que certamente o povo não cedeu de uma vez só. Pelo contrário, foram vencidos pela familiaridade com o pecado. Em associação com os pagãos e seus costumes, as defesas da consciência foram sendo derrubadas, uma a uma. Sendo assim, estariam os cristãos remanescentes sujeitos ao mesmo perigo hoje, no exato momento antes da volta de Cristo?
5. Com certeza. Inúmeras formas de imoralidade e permissividade estão se desenvolvendo ao nosso redor, e lutando para levar o mundo a um estágio pré-cristão. (Confira aqui e aqui.) Por exemplo: a ONG Davida tem batalhado pela legalização da prostituição no Brasil, com apoio inclusive de parlamentares, como o Deputado Fernando Gabeira, PV – RJ (antigamente era do PT), que é autor do Projeto de Lei (PL) 98/2003, que visa legalizar a prostituição no Brasil. Apesar de esse PL estar parado no Congresso, causa espanto saber que o Ministério do Trabalho já incluiu na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), desde outubro de 2002, a expressão “profissionais do sexo”.
6. A ONG Davida criou uma grife de roupas – para prostitutas e simpatizantes que apóiem a legalização do “trabalho sexual” – chamada Daspu (referência à luxuosa loja Daslu de São Paulo). De acordo com o jornal francês Le Monde, a marca está fazendo sucesso até mesmo no exterior, podendo desembarcar a qualquer momento em Paris. (Conteúdo exclusivo do UOL).
7. Por outro lado, Janice Raymond, Diretora co-executiva da Coalizão Contra o Tráfico de Mulheres (CATW), afirma que há pelos menos dez razões para não apoiar a legalização da prostituição. Ainda há mais uma conseqüência social da permissividade que foi expressa nas palavras de Jesus: “Por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos.” Mateus 24:12.
8. Além dessas razões, o cristão conhece a maior de todas as razões: “Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição... quem rejeita estas coisas não rejeita o homem, e sim a Deus, que também vos dá o Seu Espírito Santo.” I Tessalonicenses 4:3 e 8. (Apoiar a legalização da prostituição é, pois, tornar-se cúmplice do pecado.)
2 comentários:
antes da passagem pelo rio jordão houve a corrupção do povo de Deus.Hoje não é diferente não indo a prostituição literal como no passado mais se prostituindo na mente através das novelas e os big brothes da vida.É raro encontrar um lar adventista que não seja viciado nesses tipos de programas.Só nos resta orar pela misericordia de Deus em nossas vidas e de nossos irmãos e despertá-los do sono fatal
Deus te abençoe cada vez mais ; é bom ter seus artigos de volta
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