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sexta-feira, março 28, 2014

Forte crise econômica é iminente

A crise [financeira] que nos espera será pior que a de 2000 e a de 2008, e afetará tanto Wall Street como a economia global, assegurou o Wall Street Journal resumindo as opiniões dos líderes financeiros a quem entrevistou durante o último ano. O que nos espera a frente é uma anomalia, algo imprescindível: fatores desencadeadores macroeconômicos que poderiam acelerar uma recessão chegaram a um ponto crítico, assinalou o periódico. A razão subjacente é simples: "uma política monetária fundamentalmente defeituosa", quando o Sistema da Reserva Federal segue "imprimindo dinheiro barato".

"A Reserva Federal deve deixar de dirigir a economia. Sem mais dinheiro barato, recompras de dívida e investimento em empresas privadas", exortou David Stockman, diretor do Escritório de Administração e Pressuposto dos EUA entre 1981 e 1985.


Da mesma forma, William Hunt Gross, co-fundador do PIMCO, um dos maiores gestores de ativos de investimento global de renda fixa do mundo, advertiu sobre uma "supernova de créditos". E detalhou que sua empresa tem dois bilhões de dólares em risco no caso do dinheiro barato da Reserva Federal explodir.

"O banco de investimento que há apenas uma década promovia o desenvolvimento de pequenos negócios agora está dominado por uma especulação forçada", insistiu Gross.

O mundo está preso por uma megabolha que não tem nome e é alimentada pelo Sistema da Reserva Federal dos EUA, advertiu o analista da Société Générale, Kit Juckes. Esta bolha "está a ponto de estourar, como aconteceu com a crise financeira asiática, a bolha 'ponto com' e o sistema de créditos", especificou.

'Tictac, tictac, boom!' foi o título principal do portal InvestmentNews em um dia deste mês de março. O diário, especializado em dados, investigações e prognósticos para conselheiros financeiros advertia que milhões de investidores não tinham a mínima ideia do que aconteceria. Mais cedo ou mais tarde haverá "outra batalha feia" relacionada com a dívida e os mercados ficarão "assustados": qualquer tendência "seria suficiente para paralisar a economia mundial e incliná-la para recessão", insistiu ainda o economista norte-americano Nouriel Roubini, quem prognosticou a bolha imobiliária nos EUA e a recessão global de 2008.

Gary Shilling, colunista do 'Forbes', advertiu sobre uma bolha em expansão e uma grande comoção se aproximando. Calculou um crescimento muito lento do PIB real para os próximos oito anos, de apenas 2%, e previu uma desaceleração global ainda mais grave durante a próxima geração, chegando a zero. 


"Estou 100% seguro de que a crise para a qual estamos caminhando será muito pior que a de 2008", opinou, por sua parte, Peter Schiff, diretor executivo da Euro Pacific Capital, uma corretora norte americana da bolsa.

Fonte: Russia Today 


NOTA: Seguramente, uma crise econômica sem precedentes fará parte da equação do tempo do fim...

sexta-feira, novembro 23, 2012

Irã: moeda regional como arma de guerra

O presidente do Banco Central do Irã, Mahmoud Bahmani, alertou para a necessidade de criar uma moeda regional para se proteger dos impactos negativos das flutuações nas economias desenvolvidas ocidentais. A ideia foi apresentada na Cúpula dos 8 países muçulmanos em Desenvolvimento (D8), que reúne Bangladesh, Egito, Indonésia, Irã, Malásia, Nigéria, Paquistão e Turquia, realizado na capital paquistanesa, Islamabad.

Bahmani demonstrou satisfação com o crescimento do comércio entre os países membros do D8, e enfatizou que para melhorar as relações multilaterais é necessário adaptar-se a uma diplomacia comercial dinâmica.

"O Irã tem tomado todas as medidas para eliminar as moedas dominantes - dólar e euro - de suas reservas de moeda estrangeira assim como de seu comércio internacional. Pode-se fazer comércio sem essas divisas", acrescentou.

Além disso, o alto funcionário iraniano ressaltou que Teerã foi capaz de impedir um duro golpe em sua economia graças as suas grandes reservas de ouro, aos altos preços do petróleo, e ao corte considerável das importações. Bahmani afirmou que suas reservas de ouro são suficientes para pelo menos 15 anos.

"Nós não podemos dizer que as sanções do ocidente não nos afetaram. Sofremos alguns prejuízos, mas as medidas que tomamos nos permitiram evitar um sério golpe para nossa economia", concluiu.

Fonte: Russia Today 

NOTA: Segundo Ellen Brown, a invasão da OTAN que determinou a queda do governo da Líbia (Kadafi) em 2011 foi mais porque o Banco Central da Líbia era independente e não estava ligado ao BIS (Banco Central Mundial) e também porque Kadafi estava liderando a implantação de uma moeda única (o dinar) nos países africanos do que propriamente por causa do petróleo (as reservas de petróleo da Líbia corresponde só a 2% das reservas mundiais). Além disso, a Líbia possuía 144 toneladas de ouro nos cofres... 
Tudo indica que no caso do Irã o roteiro está sendo o mesmo, e que a "super elite ocultista" a serviço do Vaticano - que não tolera concorrências - mais cedo, ou mais tarde, acenderá o pavio de pólvora no Oriente Médio conforme foi revelado em Daniel 11

quinta-feira, novembro 01, 2012

Zombando de algo sério

O dilúvio e a volta de Jesus são eventos estreitamente ligados. Jesus comparou os dias que antecedem Seu retorno aos dias anteriores ao dilúvio (Mt 24:36-39), quando as pessoas estarão mais preocupadas com seus afazeres seculares, como casamento, bebidas, comidas, diversões, do que com o preparo espiritual para se encontrar com Deus. Outra característica dos dias finais é a zombaria que muitos fazem de assuntos sérios. Curiosamente, duas produções (um seriado e um evento de rock) estão zombando exatamente do fim do mundo e do dilúvio: trata-se de “Como Aproveitar o Fim do Mundo” (da Globo) e da “Arca da Salvação” (do Rock in Rio).

Segundo o Jornal da Tarde, a série da TV Globo tem como mote o fim
 do mundo supostamente anunciado pelos maias e a ideia de que as pessoas devem “aproveitar a vida o máximo possível, até o Juízo Final no dia 21 de dezembro de 2012”. Os atores em destaque são Alinne Moraes (que se considera seu próprio deus) e Danton Mello, e a produção estreia amanhã.

O seriado foi planejado para terminar à meia-noite do dia 20 de dezembro, véspera do “fim do mundo”. “Esse assunto é muito recorrente na história da humanidade. É muito falado na internet. As pessoas realmente acreditam que pode acontecer”, explica José Alvarenga Jr., diretor do programa. Segundo o Jornal da Tarde, o texto é de Alexandre Machado e Fernanda Young, e “o seriado mostra Kátia tentando realizar sua lista de pendências e seu mais novo amor, Ernani, entrando na onda de aproveitar os pequenos prazeres da vida”.

Mais: “‘Como Aproveitar o Fim do Mundo’ terá um ‘braço’ nas redes sociais, estimulando o público a tentar coisas inusitadas.” Portanto, além de brincar com o tema do fim, a Globo vai estimular as pessoas a pensar da mesma forma, como se isso não passasse de brincadeira.



Tanto a Globo quanto a organização do Rock in Rio estão, a sua maneira,
cumprindo a predição de 2 Pedro 3:3 e 4: “Sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores com zombaria andando segundo as suas próprias concupiscências, e dizendo: Onde está a promessa da Sua vinda? Porque desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação.”

Fonte: Criacionismo

terça-feira, outubro 30, 2012

Furacão Sandy atinge os EUA e paralisa Nova York

Sandy, uma das maiores tempestades a atingir os Estados Unidos em todos os tempos, golpeou a Costa Leste do país nesta terça-feira, provocando alagamentos com níveis recordes de água em Nova York, deixando milhões de pessoas sem luz e provocando a suspensão do transporte público na maior parte da região.

Pelo menos 13 pessoas morreram nos Estados Unidos pela passagem de Sandy, de acordo com autoridades e reportagens. Mais de 1 milhão de pessoas em 12 Estados tinham ordens de retirada de locais de risco, enquanto a tempestade gigantesca, que perdeu a força de furacão pouco antes de atingir Nova Jersey na segunda-feira, avançava do litoral para o interior.

Uma empresa de previsão de desastres estimou perdas econômicas de até 20 bilhões de dólares em consequência de Sandy, apenas metade segurada.

A tempestade também desacelerou a campanha presidencial em um momento decisivo antes da votação na próxima semana e fechou os mercados dos EUA por dois dias.

Sandy, que é especialmente preocupante por causa de seus ventos de grande alcance, provocou um aumento recorde do nível da água de 4,2 metros no centro de Manhattan, bem acima do recorde anterior, de 3 metros, registrado durante o furacão Donna, em 1960, de acordo com o Serviço Nacional Meteorológico.

A água invadiu o sistema de metrô e túneis que correm sob os rios ao redor de Manhattan, despertando preocupações de que a capital financeira mundial possa ficar paralisada por dias.

Ventos com força de furacão de até 145 km/h foram registrados, de acordo com Jeffrey Tongue, meteorologista em Brookhaven, Nova York.

"Acreditamos que será uma tempestade que acontece uma única vez na vida", disse Tongue.

Grandes áreas
 de Nova York estavam às escuras sem energia e o transporte na área metropolitana foi interrompido.

"Em 108 anos, nossos funcionários nunca enfrentaram um desafio como o que nos confronta agora," disse o presidente da Autoridade de Transporte Metropolitano (MTA), Joseph Lhota, em um comunicado.

Pode demorar de 14 horas a quatro dias para retirar a água dos túneis inundados do metrô, de acordo com a MTA.

"Os danos foram geograficamente muito espalhados em todo o metrô e ônibus", disse o porta-voz da MTA Aaron Donovan.

As inundações sem precedentes prejudicaram os esforços para combater um grande incêndio em uma ilha da cidade, Breezy Point, no bairro do Queens, informaram os bombeiros. Mais de 170 bombeiros combateram um incêndio que destruiu mais de 50 casas.

Duas pessoas morreram em Nova York -- um homem em uma casa atingida por uma árvore e uma mulher que levou um choque ao pisar numa poça. Duas outras pessoas morreram no subúrbio de Westchester County, ao norte de Nova York, e uma morte em um acidente de carro em Massachusetts foi responsabilizada, em parte, pelo mau tempo.

Dois outros foram mortos em Maryland em incidentes relacionados à tempestade, de acordo com as autoridades estaduais, e houve mortes também em Connecticut, Nova Jersey, Pensilvânia e Virgínia Ocidental, segundo a CNN.

A polícia de Toronto, no Canadá, também registrou uma morte -- uma mulher atingida por escombros.

Cerca de 6,8 milhões de pessoas em vários Estados ficaram sem energia elétrica por causa do temporal, que atingiu o continente na segunda-feira em Atlantic City, Nova Jersey.
Fonte: Reuters
NOTA:  "Satanás... estudou os segredos dos laboratórios da natureza, e emprega todo o seu poder para dirigir os elementos tanto quanto o permite Deus... Nos acidentes e calamidades no mar e em terra, nos grandes incêndios, nos violentos furacões e terríveis saraivadas, nas tempestades, inundações, ciclones, ressacas e terremotos, em toda a parte e sob milhares de formas, Satanás está exercendo o seu poder... Estas visitações devem tornar-se mais e mais frequentes e desastrosas". O Grande Conflito, p. 589

"Aparentemente essas calamidades são caprichosos desencadeamentos de forças da natureza, desorganizadas e desgovernadas, inteiramente fora do controle do homem; mas em todas elas pode ler-se o propósito de Deus. Elas estão entre os instrumentos pelos quais Ele busca despertar a homens e mulheres para que sintam o perigo". Profetas e Reis, p. 277

quarta-feira, outubro 24, 2012

Roma no controle dos EUA

Desde 1946, a cada ano é celebrado em Nova York o jantar em memória de Alfred E. Smith. Embora essa celebração possa passar desapercebida por muitos, o evento tem um valor simbólico e uma importância que é necessário ressaltar. O evento é organizado pela Fundação Alfred E. Smith, fundada em 1946 pelo Cardeal e Arcebispo de Nova York, Francis Spellman, para honrar a figura de Alfred E. Smith. O edifício por excelência do Arcebispo de Nova York é a Catedral de São Patrício situada entre o Rockefeller Center e o Council of Foreign Relations (CFR).

Para entender o que este evento representa, primeiro temos que saber quem foi Alfred E. Smith. Este homem foi um católico irlandês que por três vezes foi Governador do Estado de Nova York. Porém, mais importante do que isso, ele foi o primeiro candidato católico para presidente dos EUA (1928). Sendo que o Arcebispo de Nova York representa a cabeça visível do papado nos EUA, quando se convoca o jantar em memória de Alfred E. Smith, os convidados não só rendem tributo a um católico, mas também a sua igreja. Não é coincidência que no ano em que há eleições nos EUA, exatamente poucos dias antes da eleição, os dois principais candidatos para presidente compareçam ao jantar em memória de quem foi o primeiro candidato católico a presidência do país.

Embora durante a campanha se apresentem como ferozes adversários políticos, no jantar se colocam gentilmente ao lado do Arcebispo de Nova York como uma tradição. Para um simples observador, o evento e a imagem podem não ser significativos, porém, fica evidente que para Roma é uma demostração de poder. A mensagem pode ser resumida da seguinte maneira: “Não importa quem ganhe, Roma está no controle”.
John Kennedy (esquerda), Richard Nixon (direita), Cardeal Francis Spellman (centro)
1960 - Jantar em homenagem a Alfred E. Smith


George Bush (esquerda), Al Gore (direita), Arcebispo N.Y. - Edward Michael Egan (centro)
19/Out/2000 - Jantar em homenagem a Alfred E. Smith

John McCain (esquerda), Barack Obama (direita), Cardeal e Arcebispo N.Y. - Edward Michael Egan (centro)
16/Out/2008 - Jantar em homenagem a Alfred E. Smith

Barack Obama (esquerda), Mitt Romney (direita), Cardeal Timothy Dolan (centro)
18/Out/2012 - Jantar em homenagem a Alfred E. Smith


terça-feira, setembro 25, 2012

Vale a pena lembrar

Na época da invasão ao Iraque (2003), a revista VEJA publicou algumas matérias analisando as verdadeiras razões que estavam motivando os EUA a invadir aquele país. Pode-se ver que, por trás dos bastidores, a verdadeira razão estava no campo RELIGIOSO. De lá para cá, mesmo com a mudança de chefe na Casa Branca, outros países também foram invadidos e outros "argumentos" foram usados para convencer a opinião pública. No entanto, a real motivação continua a mesma. Só faltou VEJA desmascarar o protagonista oculto mais interessado neste objetivo, o qual tomou de assalto os EUA a partir dos principais centros de influência (partidos políticos, Suprema Corte, universidades, sindicatos, bancos, mídia, Forças Armadas...): o Vaticano...




quinta-feira, setembro 20, 2012

Khamenei insta o Irã a se preparar para o fim do mundo

O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, pediu a seu povo para se preparar para a guerra e o Fim do Mundo. Em recente mensagem, o aiatolá Khamenei alertou o povo iraniano para a vinda do Mahdi, o Imã Oculto, o último e esperado profeta que aparecerá no juízo final para salvar o mundo e impor uma ordem mundial islâmica.

khamenei destacou que a vinda do Mahdi foi profetizada no Alcorão e todos os iranianos estavam se preparando para isso. Ele disse que, se os iranianos acreditavam ser os soldados do Décimo Segundo Imã, eles deveriam se preparar para serem conduzidos por Deus para a guerra e ajudar no triunfo da civilização islâmica sobre o mundo. "É o nosso destino", concluiu o líder espiritual iraniano.

A mídia local destacou que em Teerã tem circulado um folheto intitulado "Os últimos seis meses", instando oficiais a se prepararem antes da chegada do Mahdi e o último impasse com o Ocidente.

A Guarda Revolucionária do Irã advertiu que Israel e os EUA não tinham informações sobre o tipo de ogivas que os mísseis iranianos podem carregar.

Fonte: Turkish Weekly

domingo, setembro 16, 2012

Imprensa britânica destaca preparos para invasão ao Irã

A imprensa britânica está preparando os navios para a invasão ao Irã. [O jornal] The Sunday Telegraph informa que agora está se realizando uma concentração sem precedentes de forças navais de 25 estados no Estreito de Hormuz. Esses países demonstram o poder, esperando o ataque preventivo israelense contra alvos nucleares no Irã, lê-se no artigo.

Outro jornal de domingo, o Mail on Sunday, informa que o ministro das Forças Armadas britânico, Nick Harvey, foi obrigado a renunciar por causa de seu desacordo com os planos de Londres de apoiar uma possível operação contra o Irã.

Fonte: Voz da Rússia

sexta-feira, setembro 14, 2012

Liberdade versus Fé

À margem de todas as opiniões a respeito do filme ofensivo ao profeta Maomé, à margem da condenação à violência em resposta a ele, inaceitável para qualquer pessoa civilizada, à margem da presença de extremistas entre os manifestantes, eventualmente ligados à Al Qaeda, fica de todo modo um ponto que é central nessa história toda e que ilustra a dificuldade de convivência entre islamitas e ocidentais, especialmente norte-americanos.

Refiro-me ao conflito entre a fé e a liberdade de expressão, cláusula pétrea da Constituição dos Estados Unidos, entre outros países do Ocidente.

Antes, um intervalo para deixar claro que sou totalmente contra essa ideia de "conflito de civilizações" posta em voga por Samuel Huttington. Não creio que diferenças de pontos de vista representem um conflito. Ao contrário, podem enriquecer o debate e levar os dois lados a aprender algo um do outro. É só não ser hidrófobo.

Mas voltemos ao leito principal. Para ilustrar a questão liberdade x fé, tomo a frase de um islamita e líder de um país de maioria muçulmana, mas democrata, o primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdogan.

Ele condenou os ataques às embaixadas norte-americanas com o argumento de que "insultos à religião não podem justificar o ataque a pessoas". Até aí acredito, talvez ingenuamente, que haja um certo consenso, excluídos os fanáticos de um lado e de outro.

Mas Erdogan acrescenta: "Insultar os sagrados valores do Islã e o profeta Maomé não é aceitável sob a alegação de liberdade de expressão. Insultar religiões, profetas e os valores sagrados do povo não podem ser vistos como liberdade de pensamento e de crítica".

Aí chega-se ao impasse. A secretária norte-americana de Estado, Hillary Clinton, embora tenha chamado o filme que provocou o incêndio de "disgusting", escandindo as letras, deixou claro que, mesmo assim, ele estava coberto pelo respeito à liberdade de expressão.
Tem-se, então, um conflito insuperável entre o que pensam os islamitas, mesmo moderados, e os liberais norte-americanos?

Não necessariamente. Um leitor me chamou a atenção, a propósito de coluna anterior, para o fato de que a Suprema Corte norte-americana aceita, sim, uma limitação à liberdade de expressão cristalizada na Primeira Emenda à Constituição, se houver o que o jargão jurídico chama de "crimes de ódio".

O leitor tem razão. Houve uma decisão (no caso R.A.V. x City of St. Paul) em que a Corte decidiu que "não estava coberto pela liberdade de expressão o caso de uma pessoa que queimara uma cruz dentro do jardim de uma família negra" (ato similar aos que o grupo racista Klu Klux Klan praticava).

Queimar a cruz não é equiparável a ofender Maomé? Eu acho que sim, mas também acho que, se o governo norte-americano, para apaziguar os ânimos, decidisse processar os autores do filme, como pedem Erdogan e outros dirigentes muçulmanos, acabaria por jogar mais lenha ao fogo. O processo tardaria, os advogados usariam mil estratagemas, tratariam de levar o Islã também a julgamento, enfim seria um espetáculo de mídia que só prolongaria a polêmica e, com ela, as manifestações.

Tudo somado, o problema acaba sendo menos de liberdade de expressão, suscetível, como se viu, a limites, mas de velocidade de difusão de opiniões, palavras e imagens - quanto mais incendiárias, mais difundidas. Para isso, não há remédio.

Clóvis Rossi

(Folha de São Paulo)

NOTA: A escalada dos conflitos no Oriente Médio opondo países muçulmanos à Israel e ao Ocidente teve origem logo após a Segunda Guerra Mundial, em um plano diabolicamente elaborado para culminar com o choque de civilizações (Oriente Médio versus Ocidente/Israel) e a Terceira Guerra Mundial. O Vaticano, mediante seus agentes infiltrados (jesuítas, cavaleiros de malta, cavaleiros de colombo, Opus Dei...), tomaram os EUA sorrateiramente e o moldaram à sua imagem e semelhança. Nesse ínterim surgiriam conceitos religiosos e políticos  como a "teologia do domínio" e o sionismo cristão (dispensacionalismo), que empurrariam os norte-americanos em direção ao Oriente Médio para defender o Estado de Israel. O mundo está se aproximando do seu fim, e Deus continua esperando aqueles que quiserem aceitar Seu convite: "Quem crer e for batizado será salvo"...

Embaixador dos EUA é morto na Líbia

O embaixador dos EUA na Líbia, J. Christopher Stevens, foi um dos quatro mortos no ataque ao consulado americano em Benghazi, leste do país, por um bando armado na noite de anteontem [noite de 11 setembro]. Stevens visitava o consulado quando o grupo abriu fogo, em meio a uma manifestação contra um filme produzido nos EUA que satiriza Maomé, fundador do islã. Manifestações contra o filme se repetiram ontem em Marrocos, no Sudão, na Tunísia e na faixa de Gaza, despertando o temor de que uma onda de protestos se espalhe pelo mundo islâmico.

A gravidade do ataque para os EUA foi ressaltada por um incomum comunicado do próprio presidente americano, Barack Obama, confirmando que o embaixador era um dos quatro mortos. Stevens é o primeiro embaixador dos EUA morto em missão desde 1979, quando o representante no Afeganistão morreu após sequestro.

Obama condenou a "violência sem sentido" e ordenou o aumento da segurança nas representações americanas no exterior. Foi aprovado ainda o envio de 50 fuzileiros navais para proteger as instalações dos EUA na Líbia. Segundo a rede de TV CNN, dois destróieres (navios de guerra) dos EUA também foram deslocados para a região.

Horas antes do ataque em Benghazi, o mesmo filme provocara um protesto na embaixada americana no Cairo (Egito). Manifestantes rasgaram a bandeira americana, substituída pela do islã, mas não houve violência. Ontem à noite [12], porém, houve novos protestos diante da embaixada, e forças egípcias usaram gás lacrimogêneo para dispersá-los.

Na Líbia, onde o governo provisório é fraco e sobram armas da revolução que derrubou o ditador Muammar Gaddafi em 2011, o consulado foi incendiado após ser alvo de tiros e granadas. Além de Stevens, 52, foram mortos três americanos. O governo dos EUA confirmou a identidade de um deles, o diplomata Sean Smith. Segundo o vice-ministro do Interior líbio, Wanis al Sharef, os dois outros eram fuzileiros navais americanos, que foram mortos a tiros.


As circunstâncias do ataque ainda não estão claras. Radicais armados teriam se infiltrado na manifestação e atacado o consulado com morteiros e granadas, dando início ao incêndio. Stevens teria morrido asfixiado por inalação de fumaça, segundo um médico ouvido pela agência Associated Press. Mas uma autoridade líbia deu outra versão à Reuters: o comboio do embaixador teria sido atingido por morteiros numa emboscada, quando ele tentava escapar.

Al Sharef disse que havia rumores de que islamitas radicais planejavam usar o aniversário dos ataques de 11 de setembro de 2001 para vingar a morte de um dos líderes da rede terrorista Al Qaeda, o líbio Abu Yahya al Libi. Houve uma breve troca de tiros, mas Al Sharef disse que a maioria dos guardas líbios bateu em retirada -os agressores tinham mais armas.

Os EUA desconfiam que o ataque não tenha sido espontâneo. Segundo o New York Times e a CNN, a suspeita é que algum grupo salafista (islamitas ultraconservadores) surgido na guerra civil tenha planejado o atentado de antemão. O protesto contra o filme seria apenas pretexto.

A Irmandade Muçulmana convocou para amanhã [14] em todo o Egito manifestações contra "as ofensas ao islã". O presidente Mohamed Mursi, que pertence ao grupo, está sob pressão popular para que cancele sua visita aos EUA no fim do mês.

Fonte: Folha de São Paulo

quarta-feira, julho 11, 2012

Celular funcionará como cartão bancário

O governo prepara um projeto de lei que criará regras para o uso de "moedas eletrônicas", o que abriria caminho para as operadoras de telefonia prestarem serviços financeiros aos bancos via celular. A Folha apurou que o projeto, que deve chegar ao Congresso em agosto, permitirá que as teles ofereçam pagamentos de contas, pequenos empréstimos e o recebimento de benefícios como aposentadoria - tendo por trás uma instituição financeira.

A Caixa Econômica Federal já estuda efetuar o pagamento do Bolsa Família via celular.
Além disso, as teles pressionam para que o projeto inclua a permissão de transações de pequeno valor sem vinculação a bancos.

Nesse caso, um torpedo, por exemplo, funcionaria como uma "moeda eletrônica".
A ideia de que as operadoras transfiram valor sem passar pelos bancos não agrada às instituições financeiras, mas o cenário em que celulares funcionam como "agências virtuais" significa economia e novos negócios.

A oferta de serviços pelo internet banking já fez cair os custos das transações bancárias. Com o celular, estima-se que haverá queda de mais 25% desses custos. Sem contar que não será preciso abrir agência em locais sem potencial de receita - e nos quais as teles já estão. Quem tiver um celular nesses locais não precisará ir a outra cidade para fazer saques. Seria usar o aparelho nas lojas que tiverem máquinas de débito ou crédito. As operadoras receberiam pela prestação desses serviços.

Mas tudo isso só acontecerá plenamente para quem usar um smartphone 3G - estima-se que 27 milhões de brasileiros possuam hoje esses aparelhos. Para que as telefônicas possam transferir valores diretamente, será preciso alterar o próprio conceito de moeda. Hoje, só há o real.

O que os técnicos avaliam é uma forma de permitir que um torpedo, por exemplo, venha a ser usado como "dinheiro" - e que possa valer como crédito trocado entre os diversos clientes das operadoras para acertar "pequenas dívidas".

Um exemplo: dois amigos se encontram para almoçar. Um paga a conta porque o outro está sem dinheiro. Este devolve por torpedo o valor ao amigo, que pode usar o crédito para quitar sua conta de telefone.

Inicialmente, o governo pensou em baixar as normas por meio de regulamento.
Mas o grupo de trabalho formado por representantes do Ministério da Fazenda, do Banco Central e do Ministério das Comunicações concluiu que seria preciso legislação específica [...]

NOTA: A tendência da "moeda eletrônica" em lugar do "papel moeda" projeta uma imagem de "modernidade", porém, aproxima demais a sociedade do quadro profético final (Ap 13:17), uma vez que é muito mais fácil controlar os hábitos de consumo da população através da moeda eletrônica.

domingo, junho 10, 2012

Mídia omite informação privilegiando o homossexualismo

O paralelo do mundo atual com a antiga Sodoma é impressionante: “Como os sodomitas que queriam arrombar a porta da casa de Ló há milênios [Gn 19:4, 5 e 9], o movimento gay moderno se reúne às portas de nossas igrejas e instituições acadêmicas exigindo entrada e pleno reconhecimento” (Peter Jones).

Uma das estratégias modernas tem sido usar a mídia para apresentar os homossexuais só quando são vítimas e ao mesmo tempo omitir qualquer informação quando crimes ou delitos são praticados por adeptos do estilo de vida homossexual.

Exemplo disso aconteceu recentemente, envolvendo um crime bárbaro praticado por um homossexual que teve repercussão mundial. O canadense Luka Rocco Magnotta, de 29 anos, assassinou e esquartejou um jovem chinês em seu apartamento na cidade de Montreal. E quase a totalidade da mídia mundial (principalmente no Brasil) omitiu a informação de que ele era gay (fato importante no contexto do crime). Não acha isso estranho? Raríssimos os casos em que algum veículo de comunicação tenha dado a informação completa. Por que será?



quinta-feira, junho 07, 2012

Analista prevê colapso econômico mundial

O ex-gestor de fundos hedge na GLG Partners e na Goldman Sachs e fundador do Global Macro Investor, Raoul Pal revela que estamos à beira do apocalipse econômico.

Em uma apresentação compartilhada na internet, Pal prevê o colapso do sistema bancário mundial, com os governos das principais economias quebrando e o sistema financeiro passando por uma reorganização completa.

Quando isso vai acontecer? Para ele, entre 2012 e 2013.

“Temos cerca de seis meses de negociação nos mercados ocidentais para fazer dinheiro suficiente para compensar as perdas futuras”, alerta Pal. [Esta apresentação foi feita em maio de 2012].

Na visão do analista, após o efeito dominó, que não pouparia Europa, Estados Unidos e China, o mercado de títulos morreria e só sobraria o ouro e o dólar.

“O colapso bancário e os calotes em massa trariam o maior choque econômico que o mundo já viveu”, diz Pal.

“Gostaria de ver outro cenário com igual probabilidade, mas não consigo... Tudo que podemos esperar é que eu esteja errado, mas, de qualquer forma, um sistema completamente novo vai surgir e vai abrir uma série de oportunidades”, destaca o analista, em sua apresentação.

Veja, a seguir, trechos dos slides em que Pal explica por que, em sua visão, o fim está próximo:

  • O mundo não tem um motor de crescimento, com todas as economias do G20 entrando em “velocidade de estol” (velocidade abaixo da qual um avião não se sustenta mais no ar e começa a cair) ao mesmo tempo. 
  • O mundo está prestes a entrar em sua segunda recessão, com uma depressão em andamento. Pela primeira vez desde a década de 1930, estamos entrando em uma nova recessão antes que os índices de produção industrial, encomendas de bens duráveis, emprego e PIB do setor privado tenham voltado ao patamar anterior. 
  • Este será o pico cíclico mais baixo de crescimento do PIB na história dos países do G7, ou seja, é o alicerce mais fraco para se entrar em uma recessão. 
  • As 10 nações mais devedoras do mundo têm uma dívida superior a 300% do PIB mundial. 
  • A história mostra que quando uma nação dá o calote na dívida soberana, outros calotes vêm em seguida. Um calote da União Europeia significaria um calote do Reino Unido, seguido por Japão, Coréia do Sul, China, Estados Unidos e, finalmente, a maior crise bancária da história. 
  • Não sabemos exatamente o que está por vir, mas podemos ligar os pontos entre o ponto que estamos agora e o colapso do primeiro grande banco. Há pouco espaço para resgates governamentais, o que permite facilmente ligar os próximos pontos entre o primeiro banco fechado e o colapso de todo o sistema bancário europeu, e depois a quebra dos governos. 
  • Praticamente não há freios para evitar essa situação e quase ninguém percebe a seriedade da situação. 
  • O problema não são os 70 trilhões de dólares em dívida do G10. O problema é o colateral de 700 trilhões de dólares em derivativos associados a eles. Isso equivale a 1200% do PIB mundial e está apoiando em bases muito, muito fracas. 

FONTE: IAnoticia

quarta-feira, maio 30, 2012

Mega-ataque cibernético no Oriente Médio

De acordo com a empresa Kapersky Labs, que tem sede na Rússia e fabrica antivírus para computadores, o software espião foi desenvolvido por um governo ainda não identificado.
A Kapersky o classificou como "uma das ameaças mais complexas já descobertas".
O programa é capaz de gravar conversas privadas mantidas pela internet manipulando o microfone do computador infectado ou gravando os textos digitados.

De acordo com a multinacional, os alvos do software espião aparentemente são computadores do Irã, de Israel, da Síria, do Líbano, do Egito, da Arábia Saudita e do Sudão.

O sistema se ativa automaticamente quando a vítima usa programas de correios eletrônicos e de mensagens instantâneas.

"Uma vez que o sistema é infectado, o Flame começa uma complicada série de operações. Elas incluem espionar a navegação na internet, gravar imagens de telas de computados e conversas, interceptar teclados, entre outras", disse Vitaly Kamluk, especialista da Kapersky.
As fotos das telas e as gravações de áudio são então comprimidas e enviadas pela internet para o autor do ataque.

A multinacional diz acreditar que os ataques por meio do software espião afetaram ao menos 600 alvos, entre eles indivíduos, empresários, instituições acadêmicas e sistemas de governo.

"A geografia dos objetivos e a complexidade da ameaça não deixa dúvidas de que foi um Estado que patrocinou a pesquisa que o projetou", disse Kamluk.

De acordo com Kamluk, o tamanho do ataque é o principal indício de que o software não foi criado por criminosos virtuais. Ele tem características de ser uma ofensiva massiva financiada por um Estado.

Segundo Alan Woodward, do departamento de computação da universidade inglesa de Surrey, o programa "é basicamente um aspirador de informações sensíveis".

Em entrevista à BBC, ele disse que o Flame é muito mais sofisticado do que o vírus de computador "Stuxnet", que atacou no ano passado instalações militares do Irã.

"Enquanto o Stuxnet só tinha um objetivo, o Flame é um conjunto de ferramentas. Assim consegue perseguir qualquer coisa que caia em suas mãos", disse.

Fonte: BBC Brasil

NOTA: Esta guerra cibernética é apenas uma das frentes da 3ª guerra mundial que se aproxima, patrocinada pela OTAN contra vários países do Oriente Médio e do norte da África. Na verdade, os verdadeiros impulsionadores desta guerra são o Vaticano e os ocultistas "mercadores da terra", com o propósito único de produzir o caos no mundo a fim de implantar a religião de mistérios da Babilônia, cujo símbolo de adesão será a guarda do domingo (marca do culto ao sol - Lúcifer)...

sexta-feira, maio 25, 2012

Equação do Fim


"Essa mesma classe alega que a corrupção que rapidamente se alastra é atribuível em grande parte à profanação do descanso dominical, e que a imposição da observância do domingo melhoraria grandemente a moral da sociedade". O Grande Conflito, p. 587.

"Sua [de Satanás] obra é observada na confusão, na luta e discórdia entre o capital e o trabalho". Evangelismo, p. 26. (Veja matéria da Folha)

"Os sindicatos serão um dos instrumentos que trarão sobre a Terra um tempo de angústia tal como nunca houve desde o princípio do mundo". Eventos Finais, p. 116.

"Satanás dá sua interpretação aos eventos, e as pessoas pensam como ele quer que o façam, que as calamidades [naturais] que enchem a Terra constituem um resultado da transgressão do domingo. Imaginando aplacar a ira de Deus, essas pessoas influentes fazem leis impondo a observância do domingo". Eventos Finais, p. 129.

quarta-feira, abril 18, 2012

Congresso inaugura o Jubileu de Constantino

Este ano e o próximo marcam a passagem do Jubileu de Constantino. Em 28 de outubro de 2012, ocorrerá o 1700º aniversário da Batalha da Ponte Mílvia, que marca a conversão do imperador Constantino. O tema será objeto de uma conferência internacional intitulada "Constantino, o Grande. Nas raízes da Europa", de 18 a 21 abril próximo. A iniciativa é promovida pela Comissão Pontifícia de Ciências Históricas, pelo Arquivo Secreto do Vaticano da Biblioteca Apostólica Vaticana, pelo Conselho Nacional de Pesquisa, pela Biblioteca Ambrosiana, o Conselho Regional de Lazio, a Delegação da União Europeia para a Santa Sé, e a Pontifícia Universidade Lateranense.


A conferência no Vaticano é a primeira parte de um díptico, cuja outra parte terá lugar no próximo ano em Milão - o 1.700 º aniversário do Édito de Milão, que vai analisar de maneira especial as conseqüências históricas da conversão de Constantino. Nos próximos quatro dias, principalmente aprofundar-se-á sobre o contexto histórico em que viveu Constantino, a experiência pessoal do imperador, a situação geral em que viveram os cristãos no início do século IV e o estado da liberdade religiosa na mesma época.
Os conteúdos da conferência foram apresentados nesta terça-feira durante uma conferência de imprensa no escritório de imprensa do Vaticano. O presidente da Comissão Pontifícia de Ciências Históricas, o monge Premonstratensian Ardura Bernard, disse que a batalha da Ponte Mílvia, mesmo não sendo um evento de grande importância no nível estratégico-militar, logo se torna "um símbolo da fundação de um novo mundo" nascido precisamente a partir do encontro entre o imperador romano e a religião cristã.
A conversão de Constantino não é apenas o marco para o fim das perseguições aos cristãos e a evangelização da Europa, mas também para a afirmação de "valores da dignidade humana, a distinção e cooperação entre religião e Estado, a liberdade de consciência, de religião e de culto", disse o monge Ardura.
Constantino, em suma, foi "sem dúvida, um grande imperador e um grande político, que conseguiu unificar todo o Império Romano ao seu redor, criando Constantinopla, a Nova Roma", disse ele.


[...]


Fonte: Zenit 


NOTA: A história está se repetindo! O mundo todo está caindo de joelhos diante do poder papal! Basta lembrar que o mesmo imperador Constantino foi quem pouco tempo depois promulgou o Édito de Constantino - a primeira lei dominical, símbolo do poder de Roma! É o "mistério da iniquidade" chegando ao seu clímax, procurando impor a adoração luciferiana em escala planetária... 

terça-feira, abril 17, 2012

Algo está errado!

A Terra está tremendo! Os cientistas não encontram explicação para os 39 terremotos que abalaram o planeta em apenas dois dias [11 e 12 de abril]. "Algo está errado! Há muitos terremotos fortes", acredita o maior sismólogo da Romênia, Gheorghe Marmureanu, que julga o último terremoto da Indonésia muito incomum.


A série de tremores começou com os dois grandes terremotos que abalaram a Indonésia (8,6 e 8,2 graus na escala Richter). Poucas horas depois, mais três terremotos causaram pânico no México (7,0 ; 6,9 e 6,2 graus na escala Richter).



De acordo com Marmureanu, não há relação entre os tremores que abalaram o planeta durante os últimos dois dias [11 e 12 de abril], mas o que aconteceu na Indonésia "veio como uma surpresa que não pode ser explicada pela ciência".


"As estatísticas mostram que, nesta região da Ásia, há um grande terremoto a cada 500 anos, aproximadamente. No entanto, desde 2004, já houve três terremotos acima de 8,0 graus, que está fora das estatísticas sismológicas. Algo está errado! Há muitos grandes terremotos na região da Indonésia", alerta Marmureanu.


Fonte: Bucharest Herald

quarta-feira, março 28, 2012

Suécia quer acabar com cédulas de papel

Conforme matéria da Associated Press, reproduzida no site Yahoo News, a Suécia está abolindo aos poucos o uso de cédulas de dinheiro. De acordo com a publicação, o país foi a primeira nação europeia a introduzir notas como moeda corrente em 1661. Agora, os suecos querem ser pioneiros também na adoção de métodos de pagamentos online.

Na maioria das cidades suecas, os transportes públicos não aceitam mais dinheiro. As passagens são pré-pagas ou adquiridas por meio de mensagens de textos enviadas pelo celular. Uma pequena parcela das empresas, que está em crescimento acelerado, só aceita pagamentos efetuados com cartões de débito e crédito.

Além disso, até mesmo algumas agências bancárias pararam de lidar com notas, focando seus serviços apenas em transações eletrônicas. Qual o resultado desse “boicote” às cédulas? O número de assaltos aos bancos da Suécia caiu de 110 em 2008 para 16 durante o ano de 2011. Os roubos aos serviços de transportes de valores também apresentaram uma redução considerável.

Fonte: TecMundo

NOTA: Esse é um passo importante para o estabelecimento da Babilônia mundial. Com o uso exclusivo do dinheiro eletrônico vai ficar muito fácil CONTROLAR a vida da população, inclusive proibindo de comprar e vender aqueles que não se ajustarem à religião de mistério da Babilônia (culto ao sol através da guarda do domingo)... Estamos realmente no fim...

terça-feira, março 27, 2012

A Grande Esperança: O que falta para os adeptos da teologia da prosperidade?

"A grande e maravilhosa obra da última mensagem angélica deve ser levada avante agora como nunca dantes. O mundo deve receber a luz da verdade por meio do ministério evangelizador da Palavra em nossos livros e periódicos. Nossas publicações devem mostrar que o fim de todas as coisas está às portas". Testemunhos para a Igreja, v. 9, p. 61. 


"É em grande parte por meio de nossas casas editoras que se há de efetuar a obra daquele outro anjo [Ap 18:1] que desce do céu com grande poder e, com sua glória, ilumina a Terra". Testemunhos para a Igreja, v. 7, p. 140.