quarta-feira, janeiro 19, 2011

Não temos tempo a perder

"O mundo parece que está acabando", foi assim que um menino descreveu a tragédia que sobreveio às cidades localizadas na região serrana do estado do Rio de Janeiro, depois de uma forte tempestade ocorrida no último dia 11.
Já são mais de 700 mortos, e deve chegar a 900, além dos animais. Centenas e centenas de propriedades foram destruídas. É impossível não se comover diante do sofrimento dessas pessoas. Como entender o lado espiritual desse acontecimento? Foi Deus quem mandou toda aquela chuva? Onde entra a misericórdia divina?

Para refletir sobre essas perguntas leia antes o texto: "A Misericórdia e a Ira de Deus". (Parte 1);(Parte 2);(Parte 3).

"Ao se afastarem os homens cada vez mais de Deus, Satanás recebe permissão para dominar sobre os filhos da desobediência. Ele lança a destruição entre os homens. Há calamidades em terra e mar. Propriedades e vidas são destruídas pelo fogo e por inundações". Maranata, p. 174.

"O refreador Espírito de Deus está mesmo agora sendo retirado do mundo. Furacões, tormentas, tempestades, incêndios e inundações, desastres em terra e mar, seguem-se um ao outro em rápida seqüência. A ciência busca a explicação para tudo isso. Os sinais que em torno de nós se avolumam, prenunciando a próxima manifestação do Filho de Deus, são atribuídos a outra causa que não a verdadeira. Os homens não discernem as sentinelas angélicas que retêm os quatro ventos para que não soprem sem que os filhos de Deus estejam selados". Testemunhos para a Igreja, v. 6, p. 408.

"Ao ouvir das terríveis calamidades que semana a semana estão ocorrendo, pergunto-me a mim mesma: Que significam estas coisas? As mais terríveis catástrofes seguem-se umas às outras em rápida sucessão. Com que freqüência ouvimos de terremotos e furacões, de destruição por fogo e inundações, com grandes perdas de vida e propriedade! Aparentemente essas calamidades são caprichosas irrupções de forças desordenadas, irregulares, mas nelas se pode ler o propósito de Deus. São um dos meios pelos quais Ele procura despertar homens e mulheres, levando-os a reconhecer o seu perigo". E Recebereis Poder, p. 285.

"Os juízos de Deus estão Terra. As guerras e rumores de guerra, as destruição pelo fogo e inundações, dizem claramente que o tempo de angústia, que aumentará até o fim, está às portas. Não temos tempo a perder. O mundo está insuflado pelo espírito de guerra. As profecias do capítulo onze de Daniel já alcançaram quase o seu final cumprimento". Maranata, p. 172.

"A mensagem de Deus para os habitantes da Terra hoje é: 'Estai vós apercebidos também; porque o Filho do homem há de vir à hora em que não penseis.' Mt 24:44. As condições predominantes hoje na sociedade, e especialmente nas grandes cidades das nações, proclamam com voz de trovão que a hora do juízo de Deus está próxima, e que o fim de todas as coisas terrestres é chegado. Estamos no limiar da crise dos séculos. Em rápida sucessão os juízos de Deus se seguirão uns aos outros - fogo, inundações e terremotos, com guerras e derramamento de sangue. Nós não devemos ser surpreendidos neste tempo por eventos a um tempo grandes e decisivos; pois o anjo de misericórdia não pode ficar muito tempo mais a proteger o impenitente". Profetas e Reis, p. 278.

Certamente não foi por acaso que Jesus afirmou: "Se não vos tornardes como crianças [assista aos primeiros oito segundos], de modo algum entrareis no reino dos céus". (Mt 18:3).

Um comentário:

DOUTOR CORAÇÃO disse...

Há alguns anos atrás todo o Brasil se mobilizou para ajudar as vítimas de Santa Catarina; foi um momento solene, que envolveu profundamente todos os brasileiros num espírito de humanidade para com seus compatriotas. Agora o episódio se repete, desta vez na região serrana do Rio - uma região maravilhosa. Mas, porque será que não sinto aquela comoção nacional ocorrida anos atrás? O que está ocorrendo no Rio é algo muito grave, mais de 800 mortos já encontrados e mais de 300 ainda desaparecidos. Corpos enterrados sem identificação... Cena de guerra. Será que eu estou enganado em não perceber a mesma comoção geral? Será que as pessoas estão tornando-se menos sensíveis às catástrofes?