quarta-feira, agosto 18, 2010

Super-heróis modernos exercem influência negativa

Um estudo apresentado em uma conferência de psicologia nos Estados Unidos afirma que os super-heróis de filmes da atualidade influenciam negativamente os meninos.

Segundo a pesquisa, apresentada em um encontro da Associação Americana de Psicologia, esses super-heróis promovem um estereótipo violento e de "machão".

Eles seriam diferentes dos de antigamente, pois não apresentariam um lado mais vulnerável e humano.

O estudo afirma que a única figura masculina alternativa de super-herói da atualidade é a do "preguiçoso", que evita assumir responsabilidades.

A pesquisadora Sharon Lamb, da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, fez um estudo com 674 meninos de quatro a 18 anos de idade para descobrir o que eles veem na TV e no cinema.

Com sua equipe, ela analisou o impacto que os principais modelos de comportamento masculinos têm nos garotos.

"Há uma grande diferença entre os super-heróis de hoje e os heróis de gibis do passado", afirma Lamb.

A pesquisadora diz que, nos personagens do passado, os meninos podiam perceber que – sem roupa de super-herói – eles eram "pessoas normais com problemas normais e muitas fraquezas". Seria o caso do Super-Homem e o Lanterna Verde, que têm identidades secretas, com carreiras e que, segundo a pesquisadora, foram criados como reação ao fascismo e para lutar por justiça social.

"O super-herói de hoje é como um herói de ação que pratica violência sem parar. Ele é agressivo, sarcástico e raramente fala sobre as virtudes de se fazer o bem para a humanidade”, disse Lamb, segundo artigo no jornal britânico The Guardian.

“Esses homens, como é o caso do Homem de Ferro, exploram as mulheres, exibem joias e demonstram sua masculinidade com armas poderosas", afirmou, se referindo a um herói que foi sucesso de bilheteria com um filme neste ano.

Apesar de ter surgido nos quadrinhos em 1963, o Homem de Ferro interpretado por Robert Downey Jr. no cinema corresponderia ao perfil descrito pela cientista.

A alternativa a esse super-herói agressivo da atualidade seria o preguiçoso.

"Preguiçosos são engraçados, mas preguiçosos não são o que os meninos deveriam querer ser. Eles não gostam da escola e evitam responsabilidades", afirma Lamb.

Um outro estudo, da Universidade do Arizona, também apresentado na conferência, afirma que a capacidade dos meninos de evitarem estereótipos masculinos diminui quando eles entram na adolescência.

Segundo o professor Carlos Santos, que fez a pesquisa com 426 meninos, "ajudar os meninos a resistir a esse tipo de comportamento o mais cedo possível parece ser um passo vital para se melhorar a saúde e qualidade das suas relações sociais".

Fonte: BBC Brasil

Leia também: Deuses e super-heróis

Câncer é a doença mais cara do mundo

O câncer é o maior "assassino econômico" e a principal causa de morte do mundo, segundo documento da Sociedade Americana de Câncer que será apresentado nesta semana, na China, em uma conferência global sobre o tema.

Os gastos com câncer em produtividade e perda de vidas superam os de aids, malária, gripe e outras doenças contagiosas, conclui o relatório.

Doenças crônicas, como câncer, doenças cardíacas e diabete, representam mais de 60% das mortes no mundo, mas menos de 3% de ajuda pública e privada vai para a saúde global, disse Rachel Nugent, do Centro para o Desenvolvimento Global, um grupo de pesquisa de políticas públicas baseado em Washington.

"O dinheiro não deve ser retirado do combate a doenças contagiosas, mas o montante atribuído ao câncer está longe do impacto que o problema tem", disse o diretor médico da Sociedade Americana de Câncer, Otis Brawley.

O custo econômico do câncer em 2008 foi de US$ 895 bilhões (R$ 1,5 trilhão), o equivalente a 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial, diz o relatório. Só o câncer de pulmão e relacionados respondem por US$ 180 bilhões desse total. As doenças cardíacas vêm em segundo lugar, com um impacto econômico de US$ 753 bilhões (R$ 1,3 trilhão). O valor só abrange a questão da incapacidade física e os anos de vida perdidos - não o gasto com tratamentos, que não foi abordado no texto.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) há muito tempo previu que o câncer ultrapassaria, em 2010, as doenças cardíacas como a principal causa de morte no mundo. Cerca de 7,6 milhões de pessoas morreram de câncer em 2008, e cerca de 12,4 milhões de novos casos são diagnosticados a cada ano.

O consumo de cigarro e a obesidade estão contribuindo para um aumento nas doenças crônicas, enquanto vacinas e melhores tratamentos levam à queda de algumas doenças infecciosas.

Muitos grupos têm reivindicado mais atenção para doenças não infecciosas, e a Assembleia Geral das Nações Unidas concordou em fazer uma reunião anual a partir de 2010 sobre o tema. Especialistas em políticas públicas comparam essa tentativa à iniciativa global que levou a um grande aumento nos gastos com a ais há quase uma década.

"Isso precisa ser discutido na ONU, como nós vamos lidar com esse crescente ônus de doenças crônicas", afirmou o diretor para controle de câncer da OMS, Dr. Andreas Ullrich.

A resposta não é "uma luta uns contra os outros", mas uma maior cooperação em áreas que se sobrepõem, como tumores com causas infecciosas, a exemplo do câncer de colo do útero e HPV (vírus do papiloma humano), segundo Ullrich.

O relatório da Sociedade Americana de Câncer é o primeiro grande esforço para avaliar o custo econômico da doença em termos de produtividade global. O documento foi elaborado com base no guia para sobreviventes de câncer Livestrong, da Fundação Lance Armstrong. Os autores planejam publicar o relatório em uma revista científica e apresentá-la, nesta quinta-feira, 19, na reunião semestral do Congresso Mundial de Câncer, em Shenzen, na China.

Os pesquisadores usaram relatórios sobre morte e incapacidade física da OMS, além de dados econômicos do Banco Mundial. Eles calcularam os anos de vida que a doença tira da capacidade produtiva das pessoas.

"Isso tem se tornado uma forma cada vez mais comum de olhar o impacto global da doença'', disse Wendy Max, economista da área de saúde da Universidade da Califórnia, em São Francisco, que está familiarizado com o trabalho e com os métodos usados pelos pesquisadores.

Em outro artigo, publicado na última segunda-feira pelo site da revista médica The Lancet, especialistas em câncer e advogados pediram mais dinheiro para a luta contra o câncer nos países pobres.

Apenas 5% do dinheiro para tratamento e prevenção do câncer vai para os países que concentram 80% dos casos da doença, disse um dos autores do texto, Dr. Julio Frenk, decano da Escola de Saúde Pública de Harvard, nos EUA.

"Estamos literalmente sendo vítimas de nosso próprio sucesso. Mais pessoas sobrevivem a doenças infecciosas e vivem tempo suficiente para desenvolver câncer, mas as disparidades no tratamento continuam", afirmou Frenk.

Segundo o Dr. Lawrence Shulman, diretor médico do Instituto de Câncer Dana-Farber, em Boston, as taxas de cura para o câncer de mama são de 80% ou mais nos Estados Unidos, e chegam a 40% em muitos outros países.

Fonte: Estadão

terça-feira, agosto 10, 2010

Pesquisadores chineses e turcos encontram a Arca de Noé

A importância deste achado é porque, pela primeira vez na história, a descoberta da Arca de Noé foi bem documentada e revisada para a comunidade mundial. Houve várias ocasiões no passado em que pessoas encontraram a Arca e ainda entraram na arca, mas nenhuma evidência substancial foi apresentada para o mundo. Por exemplo, em 1883, pelo menos oito jornais ao redor do mundo informaram que uma equipe de vistoria dos comissários da Turquia subiu o Monte Ararate e encontrou por acaso uma gigantesca estrutura de madeira muito escura que acreditaram ser nada menos que a Arca de Noé. No entanto, a descoberta não foi mais investigada. Em diversas ocasiões, a Arca foi vista de fora de um avião. E em alguns casos fotos foram tiradas. Mas as fotos desapareceram inexplicavelmente.

O relato das testemunhas montou o quebra-cabeça completo da Arca, porque todos eles mencionaram os mesmos importantes detalhes que combinam exatamente com este surpreendente achado na montanha. Apenas alguns dos muitos detalhes que são mencionados deste achado são os seguintes:

1. A altura na qual foi encontrada, que é cerca de 4.000 metros de altitude.

2. Outro detalhe é a forma como a Arca está localizada na montanha - ligeiramente inclinada - e que tem aparência de madeira marrom avermelhada; a ponta da Arca está apodrecida e quebrada; e há buraco através do qual se pode entrar.

3. Que a sua maior parte está enterrada no gelo e que a Arca é muito sólida e de alta qualidade; e muito escura e longa em retângulo.

Alguém subiu na Arca em 1948 e tentou quebrar um pedaço da Arca com sua adaga, mas a madeira era tão dura e não se quebrou. Isso nos deixa com as seguintes perguntas:

1. Se esta não é a Arca, porque é que alguém construiria algo com enormes e pesadas vigas acima dos 4000 metros de altitude, onde não se pode respirar e viver com facilidade?

2. Por que alguém iria construir uma espécie enorme de estrutura com mais de um andar no alto da montanha, quando há mais espaço suficiente para construir?

Portanto, a minha conclusão é: há quantidade enorme de sólidas evidências de que a estrutura encontrada no Monte Ararate, na Turquia oriental, é a lendária Arca de Noé.

Gerrit Aalten
Pesquisador holandês que há 35 anos se dedica a estudos sobre a Arca de Noé. Viajou seis vezes para a Armênia, entrevistou diversas pessoas e procurou vestígios da Arca em diferentes culturas e na história. Considera a Arca como patrimônio da humanidade.

Fonte: Noah's Ark Ministries International

Repercussão na mídia mundial sobre a descoberta da Arca de Noé conforme divulgação em 25 de abril deste ano.










Noah's Ark' found in Turkey**-araratsunrises.com
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sexta-feira, agosto 06, 2010

Julgando o sábado em Colossenses 2:16

Este documento contem o mais completo e detalhado estudo acadêmico da frase bíblica “festas, lua nova ou sábado” em Colossenses 2:16. A maioria dos intérpretes tem argumentado que a seqüência indica festas anuais, celebrações mensais e o sábado do sétimo dia. Ron du Preez argumenta de maneira cuidadosa que o termo sábado não designa o sábado do sétimo dia nesta passagem, minando assim, seriamente, a tese prevalecente.
Dividido em duas seções principais, a parte um (capítulos 1-9) trata de assuntos de linguagem e contexto, e a segunda fornece mais evidência técnica para apoiar as conclusões tiradas. No primeiro capítulo, du Preez examina a literatura e conclui que Colossenses 2:16 tem sido usado através da história cristã para argumentar que o sábado do sétimo dia foi revogado. Isto determina sua agenda exegética. É verdade que o termo hebreu para sábado (sabbat) nunca designa os sábados cerimoniais? O autor aborda isso no capítulo 2. Ele estuda as 111 ocorrências da palavra sabbat no Antigo Testamento e observa que dessas, 94 designam o sábado do sétimo dia e 19 designam algo mais. Ele distingue esses dois grupos de textos por prestar atenção particular nos marcadores sintáticos e lingüísticos, então, ele conclui que o termo é usado para referir-se à semana, ao Dia da Expiação e aos anos sabáticos.
Du Preez também examina, no capítulo 3, o uso da terminologia do sábado na Septuaginta, particularmente o processamento da frase hebraica sabbat sabbaton usado para designar o Dia da Expiação e os anos sabáticos. O argumento em questão indica que a Septuaginta nunca usou o simples termo sábado para designar os sábados cerimoniais. Du Preez demonstra que a frase sabbat sabbaton é apenas uma vez traduzida como sabbata sabbaton na versão grega. Em todos os outros casos é usado o termo sabbata. Consequentemente, sabbata é usado para os sábados cerimoniais.
A discussão move-se para o Novo Testamento e a forma como o autor usa o singular sabbaton e o plural sabbata (usado em Cl 2:16). Ele conclui que os termos sabbaton e sabbata são usados para designar o sábado do sétimo dia, um único sábado do sétimo dia, uma “semana”, e “sábados” do sétimo dia. Du Preez argumenta que isto não é tão diferente do uso de sabbata na Septuaginta, onde designa o sábado do sétimo dia, sábados do sétimo dia, e sábados cerimoniais, tais como o Dia da Expiação e os anos sabáticos. Estas conclusões estão baseadas no uso de marcadores específicos no Novo Testamento que o ajudou a identificar casos onde sabbata se refere ao sábado do sétimo dia ou a algo mais (por exemplo, o sábado do sétimo dia é acompanhado por artigo definido, o verbo guardar, a palavra dia, e assim por diante). Sempre que sabbata designa a semana, a palavra é acompanhada por um numeral indicador (por exemplo, “primeiro dia da semana”. Em Colossenses 2:16, sabbata não está acompanhada por nenhum desses marcadores específicos.
Du Preez volta à Bíblia Hebraica para examinar a conexão entre sabbata e os sábados cerimoniais. Ele confirma que em Levítico 23:32c o sabbat hebraico se refere ao Dia da Expiação e é traduzido para o grego como sabbata. O mesmo uso do singular é encontrado no caso dos anos sabáticos. Ele também ressalta que a Festa das Trombetas também é designada na Septuaginta com o singular sabbaton. A conclusão reafirmada é que o termo sabbata pode designar sábados cerimoniais.
No capítulo 6, o autor aborda a questão da seqüência do calendário: festas, lua nova e sábado. Ele reconhece que em algumas seqüências de calendário encontradas na Bíblia Hebraica o termo sábado designa o sábado do sétimo dia. Mas ele observa que em todos esses casos nós temos uma seqüência de quatro partes, e não de três partes como em Colossenses 2:16, e que em nenhum deles a seqüência é anual, mensal e semanal. Além disso, em todas essas passagens, o que está sendo discutido não é a observância de dias religiosos específicos mas os sacrifícios oferecidos durante aqueles dias. Conclui-se que aquelas passagens não devem ser usadas para esclarecer o significado de Colossenses 2:16. Apenas em Oséias 2:11 nós encontramos a mesma seqüência.
Du Preez rejeita o argumento que os sábados cerimoniais estejam incluídos no termo festas (capítulo 7). Ele estuda o uso do termo hebraico chag (festa) e conclui, como muitos outros estudiosos, que designa a Páscoa, o Pentecoste e a Festa dos Tabernáculos. A Septuaginta usa o termo heorte (festa), encontrado em Colossenses 2:16 para traduzir o hebraico chag. Ele sempre designa as mesmas três festas e nunca é aplicado ao Dia da Expiação ou à Festa das Trombetas, os quais eram sábados cerimoniais. Este uso, de acordo com du Preez, continua no Novo Testamento onde heorte designa a Festa da Páscoa, a Festa dos Pães Asmos, e a Festa dos Tabernáculos. Baseado no uso bíblico deste termo, argumenta-se que em Colossenses 2:16 heorte designa estas três festas de peregrinos.
Baseado em seus estudos lingüísticos anteriores, ele argumenta que na mesma passagem o termo sabbata se refere ao Dia da Expiação, à Festa das Trombetas, e aos anos sabáticos. As conclusões anteriores estão apoiadas no fato de que o termo sombra (Cl 2:17) é usado para referir-se às festas, luas novas e sábados (capítulo 8). Na Bíblia Hebraica,o Sábado não era uma sombra de coisas que viriam, mas estava instituído na Criação. A referência [de sombra] é aos serviços do cerimonial Mosaico os quais apontavam para a obra do Messias.
A segunda parte do livro concentra-se principalmente nos detalhes lingüísticos e no estudo contextual de Oséias 2:11. Ele conclui que o termo festas designa as três festas de peregrinos, as luas novas são celebrações mensais, e uma vez que o termo sábado não é acompanhado de nenhum marcador lingüístico que o identificaria com o sábado do sétimo dia, o termo designa os sábados cerimoniais. O autor aponta para o pronome pessoal usado em Oséias – “seus” sábados, em lugar de “meu” sábado.
Ele finalmente argumenta que em ambos, Oséias e Colossenses, nós provavelmente temos um paralelismo invertido intensificado: festas – três festas anuais; lua nova – cerimônia mensal; e sábados – três sábados rituais conectados com o ano.
Este importante estudo sobre uma passagem muito debatida merece atenção cuidadosa de qualquer um interessado na questão do sábado. Du Preez demonstrou além de qualquer dúvida razoável que em Colossenses 2:16 Paulo não estava tratando do sábado do sétimo dia. Nem todos os argumentos podem parecer persuasivos, mas permanece o fato de que o pressuposto que a frase “festas, luas novas ou sábados” em Colossenses designa todas as festas anuais, as celebrações mensais e o sábado do sétimo dia, está em séria necessidade de revisão, ou ainda melhor, de demissão.

Dr. Ángel Manuel Rodríguez
Diretor do Instituto de Pesquisas Bíblicas
Silver Spring, Maryland, EUA


Fonte: Ministry (Novembro/2009), p. 26 e 27.

terça-feira, julho 27, 2010

Adventistas monitoram possível lei de fechamento dos negócios aos domingos na Europa

Proponentes da liberdade religiosa adventista do sétimo dia estão acompanhando uma proposta de um membro do Parlamento Europeu que deseja que as empresas na Europa fechem suas portas aos domingos. Martin Kastler, membro do Parlamento da Alemanha, está pedindo pela aprovação de leis semelhantes às de seu país de origem em todo o continente, que incentivam os funcionários a ter um dia de folga no trabalho para ficar com suas famílias, afirmou o New York Times.

Embora as regras parlamentares impeçam a maioria dos membros, incluindo Kastler, de apresentar leis, uma petição dos cidadãos recentemente promulgada requeriria que os 736 membros do Parlamento elaborassem uma legislação desse tipo, se os partidários levantassem 1.000.000 de assinaturas de todos os países-membros, segundo o jornal.

Apesar de muitos adventistas agora na Europa viverem e adorarem em países com leis semelhantes, a Igreja tem tradicionalmente se oposto a tais leis, citando a possível discriminação religiosa.

"Nós concordamos que as pessoas precisam de um dia de descanso, mas queremos ter a certeza de que quem não tem o domingo como dia de descanso religioso designado será respeitado e acolhido", disse John Graz, Relações Públicas e Liberdade Religiosa (PARL) diretor para a Igreja Adventista a nível mundial e secretário-geral da Associação Internacional de Liberdade Religiosa.

"Esperamos que aqueles por trás da proposta compreendam a dimensão pluralista da sociedade europeia hoje e a importância de respeitar diferentes crenças religiosas", disse ele.

Líderes da Igreja da Divisão Euro-África, localizada na Suíça, disseram que estão monitorando a situação. Este Outono, eles planejam realizar consultas com as lideranças locais a respeito de uma possível resposta para qualquer progresso na iniciativa de Kastler.

"Se era apenas esta questão da abertura de lojas aos domingo, nossos membros não veriam isso como um problema", disse Karel Nowak, diretor de Liberdade Religiosa para a Igreja na Euro-África. "Esta já é a situação atual em muitos países na Europa central e ocidental".

A preocupação chave de Nowak está nos possíveis argumentos de apoio à iniciativa. Ele disse que algumas pessoas querem "reforçar os valores tradicionais europeus", que significa os "valores e estilo de vida cristãos tradicionais".

"Na minha opinião, esta evolução é preocupante e pode levar a uma escalada de tensão entre diferentes grupos", disse Nowak.

Fonte: Adventist News Network

segunda-feira, julho 26, 2010

Há chumbo no seu batom?

Muitos dos leitores já devem ter assistido aos vídeos sobre sustentabilidade produzidos pela ciberativista americana Annie Leonard, que, entre outros, fez o famoso “A História das Coisas” e também o “A História da Água Engarrafada”.

Agora Annie, cujos vídeos na internet já foram vistos por mais de 10 milhões de pessoas, nos brinda com mais um de seus petardos. “A História dos Cosméticos”, lançado na semana passada, mostra a problemática que envolve a bilionária indústria de cosméticos no mundo todo: a segurança de vários dos produtos químicos utilizados nas fórmulas do shampoo nosso de cada dia, no desodorante, no batom.

Ah, o batom…o vídeo alerta para o fato de que um singelo batomzinho pode conter níveis de chumbo acima das recomendações de segurança, o que pode causar distúrbios de comportamento e até de aprendizagem. Os dados dizem respeito particularmente ao mercado americano: há três anos, a ONG Campaign for Safe Cosmetics publicou um estudo onde denunciava que de 33 grandes marcas de batom testadas, 61% apresentavam chumbo na fórmula.

Só depois de dois anos, com a pressão dos consumidores, o Food and Drug Administration (FDA), órgão americano responsável pela segurança dos alimentos, remédios e cosméticos, se pronunciou sobre o tema, publicando uma pesquisa que revelou níveis de chumbo ainda maiores aos testados pela Campaing for Safe Cosmetics em 2007. Todas as marcas testadas pelo órgão apresentavam o elemento em suas composições. Apesar disso, o FDA afirmou não considerar a substância prejudicial à saúde por não ser ingerido pelos consumidores.

A campanha continua, e o objetivo é fazer com que o FDA estabeleça um limite máximo de chumbo nos produtos de maquiagem – o pesado lobby da indústria de cosméticos, no entanto, tem travado qualquer avanço nesse sentido.

Fonte: Blog Andrea Vialli

terça-feira, julho 20, 2010

Rede de serviço secreto dos EUA saiu do controle

A estrutura de inteligência dos EUA cresceu tanto após os ataques de 11 de setembro de 2001 que nem o governo sabe ao certo quanto custa, quantas pessoas emprega ou quantas agências trabalham na mesma investigação.

De acordo com série de reportagens do "Washington Post" que começou a ser publicada ontem, o serviço secreto é hoje tão complexo, "após nove anos de gastos sem precedentes", que saiu do controle da Casa Branca. O secretário da Defesa, Robert Gates, disse ser um desafio acompanhar as investigações, mas disse que o sistema não é grande demais para ser administrado. Gates admitiu, porém, ter chegado o momento de avaliar os excessos. Segundo o jornal, 1.271 organizações do governo e 1.931 empresas privadas estão envolvidas em projetos de contraterrorismo, segurança nacional e inteligência. No FBI (polícia federal), as 35 unidades de combate ao terrorismo do fim de 2001 aumentaram para 106.

O orçamento dos EUA para a inteligência é de US$ 75 bilhões, duas vezes e meia o que era nove anos atrás. O diretor interino de inteligência, David Gompert, disse que "a reportagem não reflete a comunidade de inteligência que conhecemos".

"Trabalhamos para reduzir ineficiências e redundâncias, ao mesmo tempo em que preservamos uma sobreposição entre agências para fortalecer análises, desafiar o pensamento convencional e eliminar pontos falhos."

Fonte: Folha de São Paulo, 20 de julho de 2010.

NOTA: Será que tanta informação "secreta" e sem controle não será usada para objetivos escusos (leia-se Nova Ordem Mundial)?

quarta-feira, julho 07, 2010

Textos maias não mencionam o apocalipse para 2012

Em nenhum dos 15 mil textos existentes dos antigos maias está escrito que em 2012 haverá grandes cataclismos, crença originada em escritos esotéricos da década de 1970, asseguraram nesta terça-feira fontes oficiais.

O diretor do Acervo Hieróglifo e Iconográfico Maya (Ajimaya) do Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH), Carlos Pallán, disse que só em dois deles há "duas inscrições" que falam em 2012, mas "só como o final do período".

Perante este fechamento do ciclo, os profetas modernos afirmam que um buraco negro no centro da galáxia, quando se alinhar com o sol, romperá o equilíbrio. Com isso, será modificado o eixo magnético da Terra e as consequências serão nefastas.

O cientista destacou em comunicado que estas versões apocalípticas foram geradas em publicações esotéricas nos anos 1970, as quais assinalavam o fim da civilização humana para 2012, data que coincide com o décimo terceiro ciclo no calendário maia, no dia 21 de dezembro.

Pallán explicou que "para os antigos maias, o tempo não era algo abstrato, era formado por ciclos e estes às vezes eram tão concretos que tinham nome e podiam ser personificados mediante retratos de seres corajosos. Por exemplo, o ciclo de 400 anos estava representado como uma ave mitológica".

Os maias "jamais mencionam que o mundo vai acabar, jamais pensaram que o tempo terminaria em nossa época, o que nos reflete à consciência que alcançaram sobre o tempo, a partir do desenvolvimento matemático e da escritura", destacou.

Acrescentou ainda que os maias se preocupavam em efetuar rituais que de algum modo garantissem que o ciclo por vir seria propício, e no caso particular de 2012 é notada uma insistência em "que ainda em data tão distante vai ser comemorado um determinado ciclo. Este foi o miolo da confusão".

O arqueólogo disse que, no entanto, de acordo com os cálculos científicos atuais, a data astronômica precisa do fim de seu ciclo seria 23, e não 21 de dezembro.

Também esclareceu que os maias legitimavam seu poder mediante os calendários e vinculavam os governantes com esses ciclos e com deuses citados em relatos ancestrais ou em mitos.

Fonte: EFE

NOTA: Se por um lado não marcamos data para o fim deste mundo (Mt 24:36), por outro lado enfatizamos o "vigiar": "Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor" (Mt 24:42). Que Ele vem isto é certo. A Bíblia afirma e os sinais atuais no mundo apontam para isso. Enquanto isso, nosso papel é vigiar. Para deixar claro o que significa vigiar, Jesus contou em seguida três parábolas: Mt 24:45-51, Mt 25:1-13 e Mt 25:14-30. Nessas parábolas destaca-se o fator missão (bom servo, uso dos talentos, presença do Espírito Santo na vida). A melhor forma de vigiar é estar envolvido na missão... Quer venha antes de 2012, ou depois, o Senhor encontrará os Seus preparados...

quinta-feira, junho 24, 2010

Esporte e cerveja: mistura indigesta

O comercial da Brahma, patrocinadora oficial da Copa 2010, em que o técnico da seleção brasileira, Dunga, fala como um guerreiro, traz à tona uma mistura que não combina: esporte e bebida alcoólica. Apesar de ser quase uma tradição do setor de propaganda, em especial no período de Copa do Mundo, vincular a prática de esportes ao consumo de álcool é uma antítese no dia-a-dia e para a saúde.

Na prática, os jogadores que estão no torneio e atletas em geral são recomendados a não consumir bebidas alcoólicas durante os treinos e as competições. Regra aplicada, até mesmo, por Dunga. A medida é para não prejudicar o desempenho físico. Apesar disso, muitos jogadores brasileiros cedem suas imagens aos anúncios de bebidas, em especial aos de cerveja, que associam o consumo do produto à vitória e a superação no esporte. Um verdadeiro contrasenso.

Copa estimula o consumo

O Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv) constatou que a venda de cerveja no período da Copa tem um aumento significativo. O órgão avaliou o período de junho a julho de 2010 como um mês extra de verão nos rendimentos dos fabricantes. Ou seja, o povo bebe em 30 dias o que normalmente seria consumido em 60.

A indústria do tabaco no passado também já usou a dobradinha esporte e cigarro para passar uma imagem positiva, mesma estratégia que as cervejarias e outras bebidas alcoólicas adotam. Aparentemente, com o apoio dos grandes atletas a recomendação “beba moderadamente”, veiculada no final dos anúncios, deve ter pouco efeito nessa época de Copa.

Fonte: Opinião e Notícia

terça-feira, junho 22, 2010

Jabulani: a bola da vez

Muito se tem comentado atualmente sobre a Copa do Mundo na África do Sul, todo o seu encanto e a possibilidade de suas seleções favoritas (dos seus respectivos países) serem campeões sobre todos os demais times, numa festividade que envolve emoção, paixão e alegria durante muitos anos. Infelizmente, foi embora o tempo em que a ingenunidade era o real motivo do diverssão e o intento principal de uma realização, fosse de qualquer natureza. Não amigos, hoje em dia,
tem muita gente que - misericórdia, meus Deus,- só pensa apenas em como prejudicar os outros e declinar o mundo para pior. Verdade seja dita.

O NOME DA BOLA:
A versão da Adidas, criadora da bola:
"A bola possui 11 cores diferentes, cada uma representando os dialetos e etnias diferentes da África do Sul. O nome da bola signifca "Celebrar", em isiZulu. Jabulani é uma palavra da língua Bantu isiZulu, um dos 11 idiomas oficiais da África do Sul. A bola da Copa 2010 tem apenas oito gomos em formato 3D".

Bom, antes fosse isto mesmo, porém, infelizmente, uma pesquisa mais detalhada, nos revela um pouco mais, sobre o este nome inusitado para um bola, um símbolo que vem representar a união e a possiblidade, ainda que recreativa e esportiva de todos os povos.

Jabulani, do original Jabulon:
Esse nome da bola não é por acaso. Ele se refere a designação de um deus pagão, arquitetado pela maçonaria. Obviamente, as organizações responsáveis realização da Copa do Mundo, começando pela Adidas, criadora do artefato, não deixaria de maneira tão evidente que real representação e significado do nome da bola.
Assim explica a Maçonaria, o que significa o nome Jabuloni:

"A Maçonaria reconhece que há diferenças na descrição do deus de cada religião, por isto há grande confusão de conceitos para se definir quem é o deus da Maçonaria, alegando que o problema está mais na falta de espiritualidade do homem que no nome de Deus em si. No grau do Real Arco do Rito de York, o maçom passa a afirmar que o verdadeiro nome de Deus é Jabulon. Cada sílaba da palavra Jabulon representa um deus, ... é uma associação de Javeh, Baal ou Bel e Om (Osíris, o deus-sol do Egito).

[...]

"11 cores e 11 idiomas". Não pense que também é à toa que a bola do mundo tem estas peculiaridades. Isto simplesmente remete à uma grande simbologia ocultista: 11 é o número iluminista (Illluminati)
"Os Illuminati sempre deixam alguma assinatura ocultista quando realizam um evento que tenha o objetivo de levar o mundo ao reinado do Anticristo, a Nova Ordem Mundial. Já que esse reinado é declarado astrologicamente como a Era de Aquário, o número 11 é sagrado para ele", explica o site Espada do Espírito.

Consegues compreender melhor agora?

Eles criaram uma bola com um nome e significados aparentemente ingênuos e universais, mas, que no entanto, a universalidade desta, resume-se no maldito nome e números que englobam ocultismo e as iniciais de nomes de deuses pagãos, ou por que não dizer demônios?

Alguns poderão se perguntar: Qual o verdadeiro intento. O que querem com tudo isto?

Bem, organizações governamentais e outras em âmbito internacional, estão unidas sigilosamente e tem trabalhado a fim de promover uma denominada Nova Ordem Mundial, isto, acreditem ou não, preparando a todos os povos para o novo governo Mundial e a ascensão do Anticristo. [Quem viver verá...]

[...]

Fonte: Blog Amando de Deus

quarta-feira, junho 09, 2010

O conto da vacina suína

O Congresso Nacional anda muito ocupado em representar os interesses da bancada ruralista. Não fosse isso, bem que poderia investigar a atuação do Ministério da Saúde no combate à gripe pandêmica, ou suína, causada pelo vírus influenza A (H1N1).

É o que está fazendo o Conselho da Europa (não confundir com o Parlamento Europeu) com a OMS (Organização Mundial da Saúde) e as autoridades de saúde de seus 47 Estados-membros. Um relatório devastador as acusa de favorecer a indústria farmacêutica no enfrentamento da nova gripe.

A investigação parece necessária, no Brasil, não tanto para desencavar corrupção, preferência nacional, mas o possível desperdício de ao menos parte do R$ 1,3 bilhão na compra de 113 milhões de doses da vacina antigripe. Foram imunizados até a semana passada 73,2 milhões de brasileiros, 37% da população.

Até 8 de maio, 2.115 mortes haviam sido atribuídas no país ao H1N1. Muito menos que as 140 mil vítimas (0,4% de 35 milhões de infectados) que chegaram a ser aventadas na imprensa, depois que a declaração de pandemia pela OMS --exatamente um ano atrás-- lançou o mundo numa espiral de previsões alarmistas.

Para comparação: os Estados Unidos vacinaram 24% da população e estimam as mortes em 12.470. A França imunizou 8% e teve meros 312 óbitos. No mundo todo houve cerca de 18 mil vítimas do H1N1, uma cifra baixa, de ordem comparável ao número de mortes causadas pelas gripes sazonais.

O Ministério da Saúde apresenta os números brasileiros como indicadores do sucesso de sua estratégia. Mas eles também sugerem outras hipóteses: 1) Não parece haver relação direta entre cobertura vacinal e proporção de mortes pelo H1N1; 2) Nações desenvolvidas podem ter reagido de modo tecnicamente mais adequado à real gravidade da pandemia.

França X Polônia

Não é fácil tomar decisões no calor da hora. Sobretudo quando entra em cena o espectro da gripe espanhola de 1918, com dezenas de milhões de mortos. O instinto de sobrevivência do político sempre fala mais alto.

O governo francês chegou a contratar a compra de 94 milhões de doses da vacina. Diante da progressão lenta da doença e da letalidade similar à da gripe sazonal, conseguiu cancelar a compra de 50 milhões de doses, que terão sido destinadas a outros países. O Brasil, quem sabe?

Mais sangue frio teve a ministra da Saúde da Polônia, destaca o documento do Conselho da Europa. Médica, Ewa Kopacz chegou a identificar um grupo de risco com 2 milhões de pessoas e reservou fundos para comprar o número correspondente de vacinas. Logo recuou, contudo, diante das condições leoninas dos fabricantes.

Em primeiro lugar, só o governo poderia adquirir as vacinas. Em segundo, ele teria de se responsabilizar sozinho por possíveis efeitos colaterais. Por fim, o preço seria duas a três vezes maior que o de vacinas para a gripe sazonal.

A França micou com uma conta de R$ 800 milhões pelas vacinas. Imunizou só 5,7 milhões de pessoas. Tem 25 milhões de doses em estoque cujo prazo de validade vai só até o final do ano.

O papelão da OMS

Na mira do Conselho da Europa e de publicações médicas como o "British Medical Journal" está o papel desempenhado pela OMS na propagação do alarmismo. São duas as suspeitas contra o órgão: 1) mudar a definição de "pandemia" para facilitar a declaração; 2) ocultar conflitos de interesse de especialistas aos quais recorreu.

No primeiro caso, incluir a gripe suína na condição pandêmica era de interesse óbvio para a indústria farmacêutica. Fabricantes de vacinas tinham contratos "dormentes" com vários governos, prevendo garantia de compra e venda caso a pandemia fosse declarada pela OMS.

Isso ocorreu no dia 11 de junho de 2009, quando o H1N1 estava presente em 74 países (chegaria ao total de 214). Acontece que, até 4 maio de 2009, a disseminação geográfica não era a única condição para se declarar uma pandemia.

A definição antiga rezava: "Uma influenza [gripe] pandêmica ocorre quando surge um novo vírus influenza contra o qual a população humana não tem imunidade, resultando numa epidemia mundial com números enormes de mortes e doentes"

A nova definição, adotada no texto "Prontidão e Resposta à Influenza Pandêmica: Um Documento de Orientação da OMS", passou a dizer: "Uma pandemia é uma epidemia mundial da doença. Uma pandemia de influenza pode ocorrer quando surge um novo vírus influenza contra o qual a população humana não tem imunidade... Pandemias podem ser suaves ou graves, e a gravidade da pandemia pode mudar no curso dessa pandemia".

Especialistas ouvidos pelo periódico médico "BMJ" disseram que a gripe suína só pode ser declarada pandemia graças a essa nova definição. Os números modestos de mortos, à luz da categoria antiga, não autorizariam o passo dado, que desencadeou o tsunami de notícias alarmistas.

"O problema não está tanto no fato de que divulgar incertezas é difícil, mas sim que a incerteza não foi divulgada", ponderou Gerd Gigerenzer ao "BMJ". "Não havia base para a estimativa da OMS de 2 bilhões de casos prováveis de H1N1, e sabíamos pouco sobre os benefícios e danos da vacinação. A OMS manteve a estimativa de 2 bilhões mesmo depois de a estação de inverno na Austrália e na Nova Zelândia ter mostrado que só 1 ou 2 pessoas em mil eram infectadas."

US$ 10 bilhões de lucro

Segundo projeções do banco J.P. Morgan citados no relatório do Conselho da Europa, a indústria farmacêutica pode ter lucrado entre US$ 7 bilhões em US$ 10 bilhões adicionais, em 2009, com as vendas de vacinas contra o H1N1. Havia muita coisa em jogo, além da saúde da população mundial, na decisão de declarar a pandemia.

A declaração foi feita pela diretora da OMS, Margaret Chan, com a ajuda de um Comitê de Emergência de 16 membros cujos nomes permanecem até hoje em segredo. Com exceção de um: Arnold Monto.

O "BMJ" confirmou que Monto tinha integrado o comitê da pandemia por meio de uma biografia sua na página de internet da Sociedade Norte-Americana de Doenças Infecciosas. O especialista já declarou no passado ter recebido honorários por palestras da empresa GlaxoSmithKline, fabricante do antiviral zanamivir (Relenza), um dos que os governos passaram a estocar às dezenas e centenas de milhões de comprimidos.

A OMS vem se negando, porém, a tornar públicos os documentos de admissão de conflito de interesses que seus especialistas são obrigados a preencher, de acordo com diretrizes da organização. Afirma que a definição de pandemia nada tem a ver com quantidade de mortes, defende a necessidade de interagir com a indústria e atribui todas as suspeitas a "teorias de conspiração".

Uma reação "decepcionante", vaticinou o "BMJ" num editorial. Como seria a reação do Ministério da Saúde brasileiro, se o Congresso se dignasse investigar sua conduta?

Fonte: Folha de São Paulo

segunda-feira, maio 31, 2010

Disco voador e astrologia tem status de ciência na UnB

Na pequena sala do professor Álvaro Luiz Tronconi, no prédio principal da Universidade de Brasília, misturam-se livros-texto suas duas especialidades: física da matéria condensada e percepção extrassensorial.

Doutor em física pela Universidade de Oxford, Reino Unido, Tronconi coordena um grupo de uma dezena de docentes que se reúnem para estudar fenômenos que supostamente existem, mas que estão fora do alcance da ciência "tradicional".

Fundado em 1989, o Núcleo de Estudos de Fenômenos Paranormais da UnB promove pesquisas e cursos em quatro áreas: astrologia, ufologia, conscienciologia (relacionada aos potenciais do cérebro humano) e terapias integrativas (propondo novas abordagens na medicina).

Um curso de percepção extrassensorial, por exemplo, envolvia "acessar o mundo extrafísico". Um exercício ajudava a "ver assombração, acessar algo do passado, olhar algo do futuro".

Tronconi diz que o núcleo já passou por vacas magras e gordas, dependendo do reitor. "Na atual administração o pessoal é menos radical", alegra-se o pesquisador.

Ele reclama de preconceito contra a área. Com frequência os comitês da UnB negam dinheiro para seu grupo. "Mas eles negaram sem julgar o mérito. Sempre falaram que era bobagem, que a UnB não podia permitir aquilo porque ia colocar a universidade em descrédito."

Os órgãos de fomento federais também negam verba, fazendo com que o núcleo procure fundações estrangeiras interessadas na área.

Uma pena, diz. Esses conhecimentos poderiam ser úteis para a sociedade.

"Existe a astrologia médica, por exemplo. Aqui em Brasília você até encontra um ou outro médico que, quando você vai lá fazer o exame, ele pega seus dados e diz qual parte do seu corpo é mais vulnerável, o que pode ajudar no diagnóstico."

Ele diz que sensitivos poderiam também ajudar a polícia. Suas opiniões não deveriam servir como palavra em tribunais, diz, mas eles deveriam fazer parte das equipes de investigações.

"Algumas pessoas dizem que é charlatanismo, que é feitiçaria, que é coisa de quem tem distúrbio mental", diz. Mas, segundo ele, os alunos se interessam profundamente pelo assunto.

Entre as atividades de pesquisa recentes está a busca pela compreensão dos episódios de supostos aparecimentos de extraterrestres na Terra. Uma outra pesquisa tenta mostrar que sensitivos podem dar diagnósticos precisos da doença de alguém.

O último trabalho de Tronconi envolveu levar seis deles para o hospital da UnB para adivinhar o que os pacientes tinham. A conclusão foi que os sensitivos não conseguiam acertar mais do que um computador chutando doenças aleatórias.

Isso não é motivo para desistir das pesquisas, porém, diz Tronconi.

"Quando há um grande médium, um paranormal, a gente vê que ele é capaz de realizar certos fenômenos", diz. "Mas chega uma hora que ele está cansado ou estressado e vai fazer uma demonstração. Então percebe que não vai dar conta e arruma um jeito de fazer usando um truque. Isso pode acabar com toda a reputação dele."

Fonte: Folha Online

NOTA: A ciência nunca é neutra. Sempre vem acompanhada de pressupostos filosóficos que direcionam seus trabalhos. Sobre o caso exposto nesta matéria fica claro que levar alunos para "adivinhar" a doença de certos pacientes não tem nada de científico... além de se basear em pressupostos perigosos, do ponto de vista bíblico: "Que em teu meio não se encontre alguém que... faça presságio, oráculo, adivinhação ou magia, ou que pratique encantamentos, que interrogue espíritos ou adivinhos, ou ainda que invoque os mortos; pois quem pratica essas coisas é abominável ao Senhor" (Dt 18:10-12 Bíblia de Jerusalém).

terça-feira, maio 18, 2010

Google admite ter coletado dados pessoais de acesso à internet

O Google admitiu na sexta-feira, 5, que, desde o início do Google Street View, serviço de mapas com fotos de ruas, vem coletando "inadvertidamente" informações pessoais sobre usuários que utilizam redes sem fio desprotegidas ao redor do mundo. Em post no blog oficial da empresa, o vice-presidente sênior de engenharia e pesquisa, Alan Eustace, assumiu que a companhia armazenou dados como os nomes das redes sem fio e os números dos roteadores dos internautas, mas não teve acesso às informações transmitidas na rede pelas pessoas.

De acordo com o executivo, a coleta de informações ocorreu por conta de um erro técnico causado por um código de programação mal escrito no software desenvolvido para que os carros de mapeamento do Street View acessem a web. Eustace conta que o programa vinha, desde 2007, copiando os endereços de acesso das redes pessoais que detectava e os armazenava num pequeno banco de dados, problema que passou despercebido pelos técnicos do Google.

Ainda no post, a empresa se compromete a apagar as informações assim que possível e informa que já entrou em contato com os principais órgãos reguladores mundiais para iniciar o processo. O esforço, contudo, não deve ser suficiente para acalmar os ânimos dos defensores da privacidade on-line ao redor do mundo.

Segundo informações do New York Times, o comissário federal para proteção de dados e liberdade de informação da Alemanha, Peter Schaar, ironizou os motivos apontados pelo Google para a coleta dos dados e concluiu que "o software defeituoso foi instalado e usado sem ter passado por testes, por isso bilhões de bits foram coletados sem que ninguém tenha reparado, nem mesmo as equipes técnicas do Google".

Já Simon Davies, diretor da Privacy International, entidade mundial para proteção de dados pessoais transmitidos na web, acredita que os danos, tanto à privacidade dos internautas quanto à imagem pública do Google serão irreparáveis. Ele analisa que, em três anos, o site de buscas saiu de uma posição de quase adoração em todas as partes para se tornar uma espécie de "Big Brother" do comportamento dos internautas.

Fonte: Ti Inside

NOTA blog Resta Uma Esperança: Estamos sendo vigiados e já faz algum tempo, por enquanto é só para garantir que o trabalho pode ser feito, mas tarde, como afirma a profecia, tudo estará sob controle mundial. Tomemos cuidado!

quinta-feira, maio 13, 2010

Trabalhar 10 horas por dia aumenta 60% os problemas cardíacos

Trabalhar três horas a mais que a jornada de 7 a 8 horas diárias expõe a pessoa a um risco 60% maior de desenvolver problemas cardíacos, segundo estudo publicado pelo European Heart Journal.

Um total de 6.014 trabalhadores londrinos com idades entre 39 e 61 anos (4.262 homens e 1.752 mulheres) e sem patologia cardíaca foram acompanhados durante 11 anos em média, até 2002-2004, como parte de um amplo estudo batizado Whitehall II.

Durante os 11 anos de acompanhamento, 369 dos voluntários morreram de problemas cardíacos ou tiveram um acidente cardíaco não fatal ou uma angina de peito.

Trabalho adicional afetaria o metabolismoou encobriria os estados depressivos, de ansiedade ou de falta de sono: "As relações entre as longas horas de trabalho e as enfermidades cardiovasculares é independente de um conjunto de fatores de risco medidos no início do estudo, como o tabaco, o excesso de peso ou uma taxa elevada de colesterol", precisou Marianna Virtanen, que dirigiu o estudo do Finnish Institute of Occupational Health (Helsinque) e da University College of London, em um comunicado.

Quem trabalha mais do que a jornada-padrão na maioria das legislações trabalhistas geralmente são homens, mais jovens que a média do grupo e que ocupam postos de maior responsabilidade.

A relação entre as horas adicionais de trabalho e as enfermidades cardiovasculares parece clara, mas a causa nem tanto, segundo os autores. Uma pista pode ser que o trabalho adicional afetaria o metabolismo ou encobriria os estados depressivos, de ansiedade ou de falta de sono.

O "presentismo doentio" através do qual, ao contrário do ausentismo, os empregados vão trabalhar inclusive doentes, ignorando os sintomas e sem consultar um médico, pode igualmente estar entre as causas do problema.

No entanto, as pessoas que gostam de seu trabalho e têm tendência a trabalhar mais simplesmente pelo prazer, poderão sofrer um risco menor de enfermidade cardíaca.

Marianna Virtanen avalia várias pistas, como costumes de vida pouco saudáveis e fatores de risco mais extensos entre as pessoas que trabalham em excesso.

"Outra possibilidade é que o estresse crônico (geralmente associado às longas horas de trabalho) afete o organismo", acrescenta, explicando que ainda são necessárias pesquisas adicionais.

Fonte: G1

quarta-feira, maio 12, 2010

Cientistas buscam explicação científica para a infidelidade

Pesquisadores têm buscado embasamento científico e justificativas para um fenômeno que talvez nunca seja fácil de explicar: a infidelidade. Estudos sugerem que variações genéticas estariam relacionadas à dificuldade de ser fiel. Por exemplo um trabalho feito com 552 pares de gêmeos e seus parceiros, que avaliou um gene presente na maioria dos mamíferos, relacionado à formação de vínculos. Os homens que carregavam variações desse gene eram menos propensos a se casar: os que se casaram tiveram mais crises conjugais, e suas mulheres eram mais infelizes, segundo o estudo, feito pelo Instituto Karolinska, na Suécia.

Mas é claro que não é possível utilizar esse dado para prever o comportamento masculino em um relacionamento. "Você olha um "pegador" e identifica, por atitudes e pela forma de se relacionar, que ele tem maior tendência à traição. Mas ainda não dá para dizer que foi programado geneticamente para agir dessa forma", comenta a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de SP.

Outros estudos dizem que é possível treinar o cérebro para resistir a desejos "proibidos". [grifo acrescentado]

Um grupo da Universidade McGill, no Canadá, fez várias pesquisas para mostrar a reação de pessoas comprometidas diante das tentações. Concluíram, em um primeiro estágio, que, quanto mais comprometida é a pessoa, mais ela sente repulsa por alguém ou alguma situação que ameace seu relacionamento. Em um dos trabalhos, foi solicitado aos voluntários que dessem notas para fotos de pessoas do sexo oposto. As mais atraentes receberam notas mais altas. Depois, as mesmas fotos foram mostradas, seguidas da informação de que aquelas pessoas gostariam de encontrar os voluntários. Dessa vez, as avaliações foram piores.

Os canadenses ainda avaliaram como os sexos responderiam às ameaças de traição.
Em dois estudos, as mulheres se mostraram mais conscientes do risco de ferir a relação por causa de uma situação proibida, tornando-se mais compreensivas com os parceiros, por exemplo, ao discutir o relacionamento. Os homens não alteraram o comportamento após um flerte simulado.

Uma outra linha de pesquisa tenta provar o que parece óbvio: para Arthur Aron, pesquisador da Stony Brook University, nos EUA, não são os sentimentos de lealdade e de amor que mantêm os casais fiéis. Seus experimentos com atividades monótonas e instigantes mostram que o desafio constante eleva a satisfação dos parceiros com a relação.

"Partindo da hipótese de que não somos naturalmente monogâmicos, que é a mais aceita pelos estudiosos, podemos dizer que alguns se moldam mais e outros não conseguem. A fidelidade é um aprendizado e se sustenta pela necessidade de adequação social, econômica e afetiva", resume Abdo.

Fonte: Folha de São Paulo, 12 de maio de 2010.

NOTA: Partindo da premissa que Deus criou o ser humano para ser monogâmico e que a entrada do mal (pecado) alterou essa tendência, destaco uma das pesquisas citadas nesta matéria, segundo a qual "é possível treinar o cérebro para resistir a desejos proibidos". Isso fica mais agradável e espiritualmente correto de se fazer quando o indivíduo coopera com o agente divino: "Eu vos darei coração novo e porei dentro de vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne. Porei dentro de vós o meu Espírito e farei que andeis nos meus estatutos, guardeis os meus juízos e os observeis" (Ez 36:26, 27). Experimente você também...

sexta-feira, maio 07, 2010

Aliens já visitam a Terra há décadas

Após Stephen Hawking afirmar que o homem deveria temer um encontro com alienígenas , o ex-Ministro da Defesa do Canadá, Paul Hellyer, disse essa semana que os aliens não somente já chegaram à Terra, mas também não oferecem perigo à humanidade.

O ex-ministro afirma não entender por que um dos mais importantes cientistas do planeta encorajaria pensamentos desta espécie já que, segundo ele, os extraterrestres teriam nos ajudado no desenvolvimento tecnológico, como em microchips e telecomunicações, conta o site TheStar . Hellyer afirmou que Hawking estaria divulgando informações equivocadas sobre um tema amplo e importantíssimo.

Paul Hellyer, que há anos fala sobre os visitantes das estrelas, declarou que extraterrestres visitam a Terra há décadas, e até mesmo milênios, contribuindo consideravelmente para o avanço das sociedades humanas. Segundo ele, microchips, fibra-ótica e telas de computadores são apenas alguns exemplos de tecnologias que tiveram origem em espaçonaves extraterrestres, informa o site indiano The Hindu.

O ex-ministro canadense tem 86 anos e começou a se interessar pelo assunto em 1967, mas, durante seu exercício, não teve quaisquer informações sobre OVNIs por parte dos militares. Mesmo assim, outras personalidades da política canadense comentam sobre a excentricidade de Hellyer e sobre como ele fala abertamente sobre alienígenas vivendo entre os humanos e sua contribuição para nosso desenvolvimento.

As opiniões tanto de Stephen Hawking quanto de Paul Hellyer são polêmicas, e cabe a cada um decidir no que acredita mas vale lembrar Hawking é membro honorário da Royal Astronomical Society, o que garante um pouco mais de crédito ao astrofísico.

Fonte: Yahoo

NOTA: Parece que, de alguma forma, os "aliens" vão mesmo aparecer por aqui para corroborar o engano final no planeta Terra... Quem viver verá...

Saiba mais: "Alienígenas já existem na Terra - afirmam cientistas da Bulgária".