terça-feira, abril 12, 2022

ECOmenismo - 15 anos depois

Em abril de 2007 nascia através do neologismo a palavra ECOmenismo (click aqui) para se referir ao movimento mundial com roupagem ambiental que então ganhava as redações dos grandes veículos de comunicação e começava a influenciar a opinião pública. Quinze anos depois, impulsionado por muita propaganda favorável, e por outro lado pela censura e cancelamento das vozes discordantes, esse movimento sociopolítico mostra a sua verdadeira face: um "culto revolucionário" que pretende mudar a própria ordem social vigente, abrindo as portas para um governo mundial autocrático e uma nova religião universal.

Antes de prosseguirmos, é necessário separar alhos de bugalhos: cuidar do meio ambiente como mordomos responsáveis é uma coisa. Usar o tema como ferramenta de engenharia social para se obter o controle da sociedade é outra coisa completamente diferente. ECOmenismo tem tudo a ver com isso mas não muito com aquilo. Nem tudo é o que parece ser. Há muitas ações legítimas e louváveis sobre o cuidado do meio ambiente que continuamos a apoiar: separação lixo reciclável, diminuição de lixo produzido pelo mero consumismo, despoluição das águas, do ar, reflorestamento e preservação equilibrada das florestas, para mencionar algumas apenas. Mas nada que leve aos extremos: deificação da natureza ou exploração irresponsável da natureza.

Diversos pesquisadores científicos que divergiram da principal tese ECOmênica (CO2 antropogênico) foram perseguidos e cancelados. Como chegamos a esse ponto? Precisamos voltar 200 anos na história para achar a raiz de movimentos como esse que têm surgido com o pretenso propósito de restaurar a sociedade.

Em 1789, fruto de uma convulsão social, eclodiu na França a Revolução. Impulsionado por ideias iluministas seu principal propósito era regenerar a sociedade, alterando as leis e mesmo a ordem social. Qualquer um que não apoiasse a Revolução era considerado um inimigo da pátria e da sociedade. Algumas características da Revolução Francesa foram copiadas e adaptadas por novos movimentos revolucionários surgidos desde então, como o marxismo, o progressismo identitário (gênero, raça, identidade) e o ECOmenismo:

1) Morte ao teísmo bíblico - A Revolução Francesa matou a Bíblia, tanto a visão de mundo bíblica como o próprio texto escrito (queimado em praça pública). Assim também, os demais movimentos revolucionários têm adotado o mesmo procedimento de matar (desconstruir, rejeitar) a Bíblia (visão de mundo teísta). Temas como: Deus, a Criação, a Queda, a Salvação, a heterossexualidade - são constantemente rejeitados ou desconstruídos para se acomodar a visão de mundo "revolucionária".

2) Nova razão para a Queda - todos os movimentos (cultos) revolucionários desde a Revolução Francesa até o atual ECOmenismo têm como característica comum: elevar um problema social ao status de razão maior da Queda. Ou seja, no teísmo bíblico o maior problema da humanidade é o pecado que reside na própria natureza humana. Já nos "cultos" revolucionários se elege um problema social ou uma condição social favorita como raiz de todos os males do mundo, seja a desigualdade social, o racismo, a propriedade privada, o matrimônio heterossexual, o machismo, e agora também o ecocídio (destruição do planeta). E, em nome de restaurar novamente o paraíso na Terra buscam solucionar tal problema ou condição social passando por cima de tudo e de todos.

3) Novo tipo de salvação - uma das principais palavras encontradas nos documentos da Revolução Francesa é "regeneração". Os revolucionários de então buscavam a todo custo regenerar a sociedade. Algo em comum também com os revolucionários modernos: restaurar o coletivo ao invés de restaurar o indivíduo. E isso através da mudança de leis e até da mudança da própria ordem social. Como consequência, o bem comum sempre é colocado à frente do bem individual. Nesse contexto, é comum em nome de uma suposta "tolerância" se perseguir os discordantes.

Os "cultos revolucionários" têm se infiltrado dentro do próprio meio cristão alterando a própria essência do teísmo bíblico. A Teologia da Libertação, o Evangelho Social, as Teologias Identitárias, e agora a Ecoteologia são exemplos de "cultos revolucionários" se infiltrando nas igrejas cristãs, fazendo surgir desse sincretismo um "outro evangelho".

Abaixo você vai encontrar uma sugestão bibliográfica de autores que dão suporte ao pensamento desenvolvido nesse texto.







domingo, março 14, 2021

Celebração da mudança do sábado para o domingo

1.700 atrás, os domingos começaram a ser o que são hoje na maioria dos países do mundo: um dia de descanso. Esse é um daqueles dados que, se te deixares levar pela curiosidade, te leva a descobrir muitas outras questões interessantes. Vamos começar sendo exatos: tudo começou em 7 de março de 321, ou seja, um milênio, sete séculos e uma semana atrás. Uma semana que já consistia em sete dias. Por que exatamente sete, não seis, oito ou mesmo dez, como os dos antigos egípcios ou os do calendário republicano francês que foi usado entre 1792 e 1806?

Bem, embora seja uma constante em quase todas as culturas, não há nenhuma boa razão que o justifique; na verdade, vários pensadores ao longo da história desafiaram essa convenção com argumentos filosóficos, matemáticos e políticos, mas a semana de sete dias persiste. Pensa-se que foi concebido há 4.000 anos, quando os mesopotâmicos resolveram o problema de dividir o mês em períodos mais curtos. Sua duração estava ligada à rotação da Lua ao redor da Terra, 29,5 dias, então eles simplesmente arredondaram esse número para 28 e o dividiram em quatro períodos de sete dias. Com isso, estabeleceram um ritmo matemático artificial que tornava a organização do dia a dia mais gerenciável: se você precisava, por exemplo, que vendedores viessem ao mercado oito vezes por mês, podia definir dias precisos que se repetiam independentemente das imprecisões da natureza. A ideia tornou-se particularmente difundida depois que a cultura babilônica se tornou dominante por volta do século 6 aC.

Por que Martes depois de Lunes? Séculos depois, os romanos batizavam os dias com os nomes de seus deuses e os organizavam de acordo com um elaborado sistema de horas planetárias, segundo o qual cada hora do dia era governada por uma divindade. Aquele que governou a primeira hora do dia deu-lhe o nome dela. Parece complicado, mas o resultado será extremamente familiar:

Dies Solaris / dia do Sol

Dies Lunae / dia da Lua

Dies Martis / dia de Marte 

Dies Mercurii / dia de Mercúrio

Dies Jovis / dia de Júpiter

Dies Veneris / dia de Vênus

Dies Saturn / dia de Saturno

Na maioria das línguas baseadas no latim, os nomes dos dias da semana ainda revelam essa conexão com os planetas clássicos: lunes, martes, miércoles, jueves, viernes... sábado e domingo? Não. Embora "sábado" comece como Saturno, vem da palavra hebraica shabbat ou descanso. "Domingo" também tem raízes religiosas, só que com um culto relativamente mais recente.

Além da semana com todos os seus dias nomeados e organizados, o brilhante conceito de "dia de descanso" também existia há milênios, e os primeiros a adotar a estrutura da semana de sete dias com uma de descanso foram provavelmente os judeus . Só que esse dia era sábado. Mas naquele 7 de março de 321, o imperador romano Constantino, o Grande, emitiu um Édito declarando que o domingo deveria ser o dia de descanso:

No venerável dia do Sol, os magistrados e as pessoas que residem nas cidades possam descansar, e que todas as oficinas sejam encerradas. No campo, porém, as pessoas que se dedicam à agricultura podem continuar livre e legalmente com suas tarefas, porque muitas vezes acontece que outro dia não é adequado para semear grãos ou plantar vinhas; para que, por negligenciar o momento apropriado para tais operações, a generosidade do céu não seja perdida. 

Como todos os políticos de sucesso, Constantino era um mestre da ambiguidade e seu Édito atingiu um equilíbrio delicado entre os princípios religiosos e o pragmatismo econômico. Embora hoje seja lembrado como o primeiro imperador cristão, ele também foi associado ao culto do Sol Invicto, que aparecia até em suas moedas. Escolher o domingo como dia de descanso fazia muito sentido politicamente. Embora fosse nominalmente um dia de trabalho, já havia cristãos em todo o império que dedicavam o domingo ao culto religioso, embora aqueles que viviam em Roma ou Alexandria tendessem a preferir o sábado, o sábado judaico. Mais importante, a maioria dos não cristãos considerava o domingo um dia especial, pois geralmente era o dia de pagamento. E talvez também crucialmente, era o dia especial do Sol Invicto, um culto oficial no Império desde 274 que era particularmente atraente para as classes senatoriais superiores. 

Na verdade, o próprio Constantino, embora promovendo ativamente a Igreja Cristã, ao longo de sua vida reconheceu Sol Invictus como um deus. Ele só foi batizado na fé cristã em seu leito de morte e até hoje o debate continua se ele foi um verdadeiro convertido ou se aproveitou da Igreja como uma força unificadora. 

Nem todos os cristãos acolheram bem o edito de Constantino e, séculos depois, ainda havia grupos que preferiam o sábado. Tanto é assim que no Sínodo de Laodiceia, que ocorreu por volta de 363-364 DC, foi incluído um cânon - o 29º - que afirma que "os cristãos não deviam judaizar descansando no sábado, mas sim trabalhar naquele dia em vez de honrá-lo como o dia do Senhor; e, se puderem, descansem como cristãos". Aqueles que afirmavam seguir a Cristo e não obedeciam seriam considerados "anátemas", ou seja, seriam amaldiçoados, excluídos e rejeitados como membros da comunidade. Com a mudança da celebração do sábado para o domingo, foi adotado um novo termo, "Dia do Senhor" ou Dies Dominicus, daí a palavra "Domingo".  

Fonte: BBC 

NOTA: A matéria reconhece que o sábado do sétimo dia era o dia de guarda oficial dos cristãos, e que Constantino, por razões políticas e religiosas (Sol Invictus) decretou o domingo como dia obrigatório de descanso. Também admite que vários cristãos não reconheceram essa mudança e continuaram a guardar o sábado do sétimo dia...

Que a mudança do sétimo dia para o domingo não tem base bíblica e ocorreu somente por autorização humana a própria igreja romana reconhece publicamente (veja aqui)...

sábado, novembro 21, 2015

Começou a 3ª Guerra Mundial?

Uma falsa informação de que a ONU teria admitido que os bombardeamentos contra o Estado Islâmico eram o início da 3ª Guerra Mundial causou o pânico, esta manhã [20], nas redes sociais.

Na origem desta informação terá estado, inicialmente, uma interpretação abusiva das palavras do rei Abdullah da Jordânia, que teria chamado a Comunidade Internacional para enfrentarem juntos os terroristas que estão a desencadear uma “3ª Guerra Mundial contra a humanidade”.

Foi ainda divulgada uma falsa declaração sobre o tema do Papa Francisco.

Depois disso foram divulgadas supostas declarações da presidente do Conselho de Segurança da ONU, Raimonda Murmokaité, no sentido de que a 3ª Guerra Mundial havia sido declarada oficialmente pelo organismo internacional.

Ao que parece, não houve nenhuma declaração da dirigente da ONU, o que se passou foi que alguns meios divulgaram a informação dos estatutos do Conselho das Nações Unidas segundo os quais são precisos países de cinco continentes para ser considerada uma guerra mundial. O que acontece é que o Estado Islâmico não é um país.

A informação causou o pânico nas redes sociais, mas algumas horas depois foi retirada da maioria dos sites onde tinha sido colocada.

A revista Time também já anunciou que o título da sua próxima capa será: "World War ISIS", causando muita contestação nas redes sociais. Muitas pessoas criticam a excessiva importância que está a ser dada aos terroristas.

Fonte: Economico 


NOTA: Perguntas como "qual a base bíblica para a 3ª guerra mundial?" e "é possível acontecer uma 3ª guerra mundial?" têm chegado até nós. É bom lembrar que não há na Bíblia nenhuma profecia específica sobre a 1ª ou 2ª Guerras Mundiais. Existe apenas a profecia de Mateus 24 sobre o aumento de "guerras e rumores de guerras" como um dos sinais para a Volta de Cristo. 

Por outro lado, acredito que a profecia de Daniel 11:40-45 esteja prevendo uma guerra de grande envergadura no Oriente Médio e norte da África (para saber os detalhes leia o capítulo sobre o rei do norte no e-book "O Desafio Final"). Agora, quando estourar essa guerra pode acontecer uma das seguintes possibilidades:

(1)- Essa guerra de grande envergadura ser chamada de 3ª guerra mundial.
(2)- Essa guerra de grande envergadura NÃO ser chamada de 3ª guerra mundial, pelo menos à princípio.

Caso a opção nº 1 aconteça, acredito que Deus NÃO permitirá que sejam usadas armas com potencial tão destruidor ANTES do fechamento da porta da graça a ponto de destruir o mundo, mas somente DEPOIS que a porta da graça se fechar. Nesse caso teríamos uma 3ª guerra mundial em duas fases: uma fase menos letal ANTES do fechamento da porta da graça seguida de uma segunda fase devastadora DEPOIS do fechamento da porta da graça.

Caso a opção nº 2 aconteça, DEPOIS do fechamento da porta da graça o conflito no Oriente Médio e no norte da África poderá dar lugar a um conflito generalizado envolvendo outros países a tal ponto que seja considerado a partir daí a 3ª guerra mundial.

Qual das duas opções acontecerá?

Só o tempo dirá...

O mais importante nesse contexto não é se haverá ou não 3ª guerra mundial, mas sim o preparo espiritual necessário para recebermos o Salvador.


Podemos ter, então, algumas certezas:

* A profecia de Daniel 11:40-45 revela uma guerra de grande envergadura no Oriente Médio e no norte da África.
* Quando se cumprir Dn 11:40-45 Jesus terminará Seu ministério intercessor no céu, e "haverá um tempo de angústia qual nunca houve". (Dn 12:1).

* Jesus voltará em seguida para buscar aqueles que não adorarem a besta, "todo aquele cujo nome está escrito no livro da vida". (Dn 12:1; Ap 13:8).

Quem viver verá...

quinta-feira, novembro 19, 2015

Risco de atentado no Vaticano

A Itália aumentou o nível de alerta em seus principais monumentos no Vaticano, em Roma e em Milão, após advertências por parte do FBI, a Polícia Federal americana, sobre possíveis atentados - informou a imprensa local nesta quarta-feira.

A praça São Pedro, a Catedral de Milão e sua famosa Scala são alguns dos possíveis alvos, teria dito o FBI, que também forneceu informações sobre cinco indivíduos potencialmente perigosos.

O governo italiano já havia elevado seu nível de alerta após os ataques de sexta-feira passada em Paris.

Em diferentes ocasiões, a propaganda do Estado Islâmico (EI) apontou a sede da Igreja católica como um alvo. As autoridades italianas disseram que, até agora, não há indícios de um complô específico.


Fonte: Yahoo

NOTA: No momento atual da história humana, um possível atentado no Vaticano ou em algo que o represente significará:
1) Arrastar os EUA e a OTAN - submissos aos interesses de Roma, para uma guerra de grande envergadura no Oriente Médio e no norte da África.
2) A restauração da supremacia mundial da Igreja Romana. Com o atual "prestígio" mundial do papa Francisco, qualquer golpe sofrido, na verdade, o transformará ( e ao Vaticano) em senhor absoluto do mundo - o grande objetivo de Roma.
3) O início do cumprimento profético de Daniel 11:40-45 (para maiores informações veja sobre o rei do norte no ebook "O Desafio Final").

sábado, novembro 14, 2015

Paris atacada: as Cruzadas voltaram

Os primeiros disparos dos terroristas islâmicos mal haviam ocorrido em Paris na noite desta sexta-feira, 13 de novembro, quando o submundo da internet passou a celebrar esse novo ataque à civilização. "O Ocidente costumava viver tranquilo e incendiar as terras muçulmanas com a guerra, mas depois da emergência do califado o jogo mudou #françaemchamas", dizia uma das mensagens. "Ah, cruzados, estamos chegando com bombas e fuzis. Esperem por nós", dizia outra. 

O ataque logo mostrou suas verdadeiras proporções. Seis locais da capital francesa foram atingidos quase simultaneamente. Dois suicidas detonaram explosivos nos arredores do Stade de France. No cenário da maior carnificina, a casa de espetáculos Bataclan, homens armados atiraram por mais de dez minutos contra o público que assistia a um show de rock, deixando mais de cem mortos. O saldo da noite foi de ao menos 153 vítimas fatais.

Concretizou-se assim um cenário de pesadelo que assombrava especialistas franceses em contraterrorismo. Há meses eles colhiam indícios de que uma ação com essas características estava sendo planejada - possivelmente por jovens nascidos na Europa e convertidos ao jihadismo em viagens à Síria e Iraque. A extensão do terror fez com que o presidente francês, François Hollande, decretasse estado de emergência e anunciasse o primeiro toque de recolher em Paris desde o fim da II Guerra Mundial. Os efeitos desta sexta-feira vão repercutir por muito tempo. Como disse o presidente americano, Barack Obama: "Trata-se de um ataque não só contra os franceses, mas contra toda a humanidade e contra os valores que compartilhamos".

Ataques - As autoridades contabilizaram seis ataques em toda a cidade. No ataque que deixou mais vítimas, quatro terroristas invadiram a boate Bataclan durante o show da banda de rock Eagles of Death Metal e mantiveram centenas de reféns por quase duas horas. Os quatro se explodiram quando a polícia invadiu o local. As autoridades confirmaram a morte de mais de uma centena de pessoas. Oficiais disseram que o cenário era de "carnificina". Testemunhas contaram que os terroristas gritavam palavras em árabe - "Allahu Akbar" ('Deus é grande', em português) - enquanto atiravam "em nós como se fôssemos passarinhos".

Três outros bares e restaurates (Le Carillon, Le Petit Cambodge e La Belle Equipe), todos próximos à casa noturna, também foram alvos de ataques por homens armados. Ainda não há confirmação de quantas pessoas morreram em cada ataque. Após as primeiras notícias dos atentados, cerca de 1.500 soldados franceses foram mandados às ruas de Paris.

Stade de France - Os terroristas também detonaram explosivos nos arredores do Stade de France, onde acontecia o amistoso entre França e Alemanha - dois ataques suicidas e uma bomba, segundo a polícia. Uma das explosões foi captada claramente pelos microfones da transmissão. Após o fim da partida, e com as notícias da série de ataques que acontecia na capital francesa, a torcida foi impedida de deixar o local pela polícia e algumas pessoas saíram das arquibancadas e passaram a aguardar no gramado do campo, aterrorizadas.

Hollande, que assistia à partida e foi retirado às pressas do estádio de futebol, declarou estado de emergência no país. "É mais uma provação terrível que mais uma vez nos acomete. Sabemos quem são. Sabemos de onde vêm esses criminosos", afirmou. "Nesses momentos muito difíceis temos de ter compaixão e solidariedade. Mas também unidade e sangue frio. Frente ao terror, a França deve ser grande, ser forte. As autoridades devem ser duras e chamar cada um à sua responsabilidade", prosseguiu.

[...]

Fonte: VEJA

Atacar a França é simbólico. Tão simbólico quanto atacar os Estados Unidos. Mas hoje, atacar os Estados Unidos é quase impossível. Por mais duras que sejam as críticas ao estado de vigilância perene do país - e à invasão de privacidade quase pornográfica de seus cidadãos por serviços de espionagem - é esse sistema amoral que mantém a segurança do país desde os ataques de 11 de setembro de 2001. Na Europa, o mesmo acontece com o Reino Unido, um país rico, que gasta bilhões em vigilância e inteligência desde que foi alvo de atentados terroristas, em julho de 2005.

Com a França, a história é outra. Semanas depois do atentado à redação do semanário Charlie Hebdô, que deixou 12 pessoas mortas, a França prometeu investir mais de 750 milhões de euros em Inteligência. Apenas uma parcela disso foi investido de fato. Antes dos atentado, o governo francês investia menos da metade desses recursos em Inteligência. Há menos de dois meses, relatórios da inteligência francesa alertaram o governo com relatos de que o grupo pretendia levar a cabo ataques em países da Europa ocidental – principalmente na França, se utilizando de militantes e simpatizantes do grupo baseados no país. Entre janeiro e abril, as autoridades francesas impediram pelo menos 5 ataques em território nacional. “A ameaça nunca esteve tão alta. Nós nunca enfrentamos esse tipo de terrorismo em nossa história”, disse então o primeiro-ministro francês Manuel Valls. A confirmção da frase de Valls está no terror em Paris no dia 13 de novembro.

Em outubro, em entrevista à revista francesa Paris Match, o juiz Marc Trévidic, um dos principais juristas no combate antiterrorismo no país anunciou: “A ameaça está em um nível máximo, como nunca se viu antes”. De acordo com Trévidic, a nação francesa figurava como o alvo perfeito. “A França é o principal alvo de um exército de terroristas aos meios ilimitados. É claro que são particularmente vulneráveis por causa da nossa posição geográfica, facilidade de entrada em nosso território para todos os jihadistas de origem europeia” afirmou.

À fragilidade de sua segurança alia-se o fato de a França ser a imagem mais bem-acabada do Ocidente que os radicais islâmicos tanto detestam. "A França representa os valores eternos do progresso humano", afirmou o presidente americano Barack Obama em um discurso, logo depois dos ataques. Paris é o berço da civilização ocidental, e lumiar dos princípios republicanos e iluministas.


[...]

Fonte: Época


"Vingar a Síria". Tem sido esta a mensagem nos sites e redes sociais ligadas aos jiadistas do autodenominado Estado Islâmico. Segundo oExpresso apurou através das suas fontes, a organização já reivindicou os ataques desta sexta-feira na capital francesa, que resultaram na morte de pelo menos 150 pessoas.

De acordo com as mesmas fontes, os extremistas islâmicos garantem que os próximos ataques terão como alvo as cidades de Washington, Londres e Roma.

De acordo com o portal “Site”, que monitoriza as atividades dos jihadistas na internet e redes sociais, o Estado Islâmico assumiu a autoria dos ataques. A diretora deste portal, Rita Katz, revela que a revista do Daesh, intitulada “Dabiq”, escreveu esta noite frases como: a França “envia os ataques aéreos para a Síria diariamente”, que “matam crianças e idosos”. E ameaça: “Hoje vocês estão a beber do mesmo cálice”.

No Twitter há simpatizantes do grupo terrorista “celebrando” os atentados ataques. “Isto é só o começo … Aguardem até os istishhadis [suicidas] chegarem com seus carros”. Ou “Recordem, recordem esta data, como os americanos não esquecem o 11 de setembro”.


[...]

Fonte: Expresso

NOTA: Não há nada para se comemorar diante de uma tragédia como essa em que vidas humanas são ceifadas. É lamentável o ponto em que chegamos na história humana. Gostaria de estar equivocado, porém, depois desse evento, minha convicção de que Daniel 11:40-45 está para se cumprir só aumentou... (mais informações no ebook "O Desafio Final").

Quem viver verá...

sexta-feira, outubro 30, 2015

Mídia dos EUA destaca princípios da IASD

Os princípios da Igreja Adventista do Sétimo Dia foram destaque em uma das principais redes de comunicação do mundo, a norte-americana Cable News Network (CNN). A reportagem foi produzida porque nesta terça-feira, 27, institutos de pesquisa dos Estados Unidos apresentaram dados que mostraram uma virada nas intenções de voto dos norte-americanos às primárias eleitorais republicanas. Antes o cenário vinha sendo dominado pelo candidato Donald Trump. Agora, com quatro pontos percentuais à frente, aparece o médico adventista Ben Carson, com 26% de intenções contra 22% de Donald Trump, segundo colocado.

Com estes resultados, a mídia norte-americana intensificou suas análises sobre a vida do neurocirurgião aposentado Ben Carson, com destaque para suas crenças religiosas. Dentre as inúmeras matérias que estão sendo feitas abordando esta temática, chamou a atenção nesta quarta-feira, 28, o artigo escrito por Daniel Burke, editor de religião da CNN. Em seu texto, intitulado No que os adventistas do sétimo dia como Ben Carson acreditam, o articulista detalhou algumas crenças adventistas, alegando que o próprio rival, Donald Trump, mencionou que não sabe nada sobre a fé vivida por Carson. Burke ainda afirma que muitos americanos também não sabem quase nada sobre a Igreja Adventista, que celebrou, em 2013, 150 anos de existência.

O artigo da CNN menciona que há um milhão de adventistas nos Estados Unidos, cerca de 18 milhões ao redor do mundo e oferece um “breve curso” sobre três crenças fundamentais da Igreja que são compartilhadas por outros protestantes e evangélicos. O texto comenta que (destaque em itálico para trechos traduzidos do original):

1) Os adventistas acreditam na Bíblia como a infalível palavra de Deus. Honram as Escrituras como um recurso inquestionável de sabedoria, inspiração e guia. A Igreja diz que “em Sua Palavra Deus deu ao homem o conhecimento necessário para a salvação”. Um aspecto interessante neste item foi a menção clara de que os adventistas acreditam na literalidade da Bíblia e, portanto, na literalidade de Gênesis 1, que destaca o criacionismo, ou seja, a ideia de que Deus criou o mundo em seis dias.

2) Os adventistas acreditam que Jesus veio para salvar os humanos dos seus pecados. Adventistas, como outros cristãos, também acreditam nos dois outros membros da Trindade: Deus, o Pai, e o Espírito Santo. A salvação vem através do arrependimento dos pecados e da fé em Jesus, mas a graça é finalmente garantida somente por Deus.

3) Os adventistas acreditam nos conselhos bíblicos contra o aborto e o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Seguindo para a parte final do artigo, Daniel Burke cita outras quatro doutrinas que são exclusivas dos adventistas do sétimo dia:

1) Os adventistas guardam o sábado, o “sétimo dia”. Os adventistas consideram o sábado santo e guardam esse dia, como Deus fez, no sétimo dia da semana da criação, de acordo com a Bíblia. O autor ainda explica que os adventistas também consideram bons exemplos sobre esse assunto o fato dos judeus terem guardado esse dia no Velho e Novo Testamentos, e Jesus ter seguido este hábito no Novo Testamento.

2) Os adventistas não acreditam no inferno. Diferentemente de outros cristãos, os adventistas não acreditam no inferno como um lugar com lagos de fogo e tormento eterno. Isto porque a Igreja não encontra um local como este literalmente descrito na Bíblia, explica Douglas Morgan, professor de História da Igreja na Universidade Adventista de Washington. … Adventistas também argumentam que um Deus de amor não condenaria Seu povo – mesmo pecadores – a uma punição sem fim. Na visão da Igreja, quando as pessoas morrem, elas ficam como que dormindo no pó da terra até a segunda vinda de Jesus, quando Ele julgará os vivos e os mortos. Os bons irão para o céu e os maus serão aniquilados.

3) Eles acreditam que a segunda vinda de Jesus é iminente.

4) Os adventistas acreditam nas visões e profecias de Ellen White. Douglas Morgan, professor de História da Igreja na Universidade Adventista de Washington, diz que os adventistas acreditam na Bíblia como a autoridade final, e nos escritos de Ellen White como “uma luz menor que aponta para a luz maior” – ou seja, as Escrituras Sagradas.

Repercutindo estes artigos que estão sendo publicados na imprensa norte-americano, jornais brasileiros também estão abordando essa temática, analisando a fé do candidato republicano Ben Carson.

O blogueiro Guga Chacra, do Estadão, por exemplo, redigiu um texto com o título Qual o significado de Ben Carson ser líder nas primárias republicanas? em que destaca que os norte-americanos estão optando por um candidato “super conservador”. Ao analisar o perfil de Carson, Guga enfatizou os seguintes aspectos: ele é radicalmente contra o aborto, os direitos dos homossexuais e questiona a ciência em relação ao aquecimento global ser causado pelo homem e diz acreditar na teoria da criação (Adão e Eva).


Fonte: Agência Sul-Americana de Notícias

quinta-feira, outubro 22, 2015

O Desafio Final

ebook "O Desafio Final" surgiu após anos de pesquisa e oração, como contribuição ao estudo historicista das profecias de Daniel e Apocalipse, visando uma compreensão mais clara sobre os recentes acontecimentos da história mundial e como eles apontam para a iminente Volta de Cristo "sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória". (Mt 24:30).

O propósito maior da profecia bíblica é aumentar a fé na Pessoa de Cristo: "Desde já vos digo, antes que aconteça, para que quando acontecer, creiais que EU SOU". (Jo 13:19). Por isso, espero que o leitor seja recompensado espiritualmente com a análise desse material. E que, sem vacilar, decida de coração "adorar aquele que fez os céus, a terra, o mar e as fontes das águas". (Ap 14:7).

Porque você já está envolvido!

Download:

(MediaFire) ou (Dropbox)

terça-feira, outubro 13, 2015

Ben Carson: Estamos mais perto do fim dos tempos

O pré-candidato republicano à presidência dos EUA, Ben Carson, disse que o mundo poderia estar se aproximando do seu fim, mas que nós temos capacidade de mudar o rumo. 

Quando Carson foi perguntado pela jornalista Sharyl Attkisson se acreditava que o fim dos tempos estava perto, ele disse: "Você poderia supor que estamos chegando mais perto disso".

"Há pessoas que têm um sistema de crenças que vê este fenômeno apocalíptico ocorrendo e [acreditam] que eles são uma parte dele, [e] que não hesitariam em usar armas nucleares se eles obtivessem posse delas", disse Carson a Attkisson, uma ex-repórter da CBS News.

[...]

Em seguida, ela perguntou se o fim dos tempos pode ser evitado ou se está profetizado. Carson disse que ele sempre escolheria acreditar que a situação pode ser melhorada.

"Eu acho que temos uma chance de, certamente, fazer tudo que nós pudermos para melhorar a situação".

[...]

Fonte: CNN

domingo, outubro 04, 2015

Efeito catalisador

"Ben Carson, o neurocirurgião aposentado que atualmente está no topo da lista de candidatos do Partido Republicano à Presidência, possui algumas crenças incomuns. Ao defender o criacionismo, ele disse que Satanás está por trás da teoria do Big Bang e da promoção da evolução. Ele [também] abraçou e endossou a teoria conspiratória [do falecido senador Joseph] McCarthy que afirma que nefastos marxistas se infiltraram por décadas em todos os escalões da sociedade, incluindo as PTA's americanas [Parent-Teacher Association] - a fim de destruir os Estados Unidos. Mas, ao que parece, a visão de mundo conspiratória de Carson vai além de tudo isso. Em uma palestra dada há um ano, Carson, que é adventista do sétimo dia, indicou que aceita uma sombria profecia transmitida um século e meio atrás por uma das fundadoras de sua igreja. Ela alegou que, como parte do fim dos tempos (do período apocalíptico, quando Jesus Cristo supostamente irá retornar e batalhar com o diabo), virá o tempo quando os adventistas do sétimo dia serão presos pelo governo e até mesmo condenados à morte simplesmente por observar o descanso no sábado e não no domingo".

Assim começa a matéria assinada por David Corn no site americano Mother Jones. O autor, então, continua mencionando os livros O Grande Conflito e Love Under Fire (resumo e adaptação do Grande Conflito na linguagem de hoje), para demonstrar a suposta "visão conspiratória" dos adventistas que creem que no futuro haverá uma perseguição contra os guardadores do sábado. O autor chega até a citar um ex-adventista que hoje considera o pensamento escatológico da Igreja sem fundamento.

"Questionado pelo site Mother Jones se Carson acredita na profecia de perseguição do sábado e se pensa que os adventistas do sétimo dia, em algum momento serão considerados criminosos, presos por forças do governo e, finalmente, condenados à morte, um acessor do candidato afirmou em um e-mail que esta 'não era uma interpretação honesta no todo. Tentar torcer a fé de uma pessoa está rapidamente se tornando um esporte favorito da esquerda. Esse tipo de intolerância expõe quem eles realmente são, não o que eles afirmam ser. [Carson] nunca mencionou a profecia que você citou'".

A pré-candidatura de Ben Carson à presidência dos EUA tem levantado muitos questionamentos mesmo entre os adventistas. Em primeiro lugar é bom lembrar que ele não é um candidato da Igreja Adventista, porque a Igreja não tem e jamais terá candidato próprio para qualquer eleição, uma vez que a igreja defende uma posição apartidária, e também a separação entre Igreja e Estado. No entanto, deixa seus membros livres, como cidadãos, para assumir eventuais posições na esfera pública. Então, é certo dizer que Ben Carson não é o porta-voz da Igreja Adventista, e a Igreja Adventista não se resume a Ben Carson. Durante a campanha ele poderá expressar em muitos momentos ideias particulares que, não necessariamente, correspondem ao pensamento oficial da Igreja.

Por outro lado, de uns anos pra cá, percebe-se um esforço para rotular a fé adventista como "louca" e "fundamentalista". Especialmente por causa do criacionismo e da guarda do sábado. Esse tipo de atitude é condenatório porque abre as portas para o chamado delito de opinião - criminalizar alguém simplesmente por ter uma opinião ou ideia diferente. O que, de fato, futuramente confirmará com precisão a profecia bíblica: que os EUA, seguindo o exemplo de Roma, iriam abdicar seus princípios de liberdade religiosa e civil, estabelecendo uma lei de caráter religioso mediante o poder civil (união Igreja/Estado). E que isso provocará perseguição a quem manter sua consciência ligada à Palavra de Deus.

O que poucos imaginavam é que a pré-candidatura de um adventista à presidência dos EUA poderia produzir um efeito catalisador para a disseminação das três mensagens angélicas. De qualquer forma, achando as crenças de Ben Carson absurdas ou não, toda a nação americana e por extensão o mundo está tendo contato com verdades bíblicas importantes. E quando a crise final realmente chegar, o que agora parece absurdo aos olhos de muitos, demonstrar-se-á o cumprimento fiel da Palavra de Deus.

"Bem-aventurado o homem que faz isto, e o filho do homem que nisto se firma, que se guarda de profanar o sábado e guarda a sua mão de cometer algum mal". (Is 56:2).


quinta-feira, outubro 01, 2015

A campanha do descanso dominical na UE e nos EUA

Tsunami nuclear

"O Estado islâmico é um tsunami nuclear que quer varrer centenas de milhões da face da terra no maior holocausto religioso que o mundo já viu".

A afirmação vem de um veterano jornalista alemão que é o único repórter que recebeu autorização para operar como um "Incorporado" junto ao EI e escapou vivo.

Jürgen Todenhöfer, 75, trabalhou no partido CDU da chanceler Angela Merkel, tornou-se repórter em 2000 e especializou-se em reportagem de guerra.

Ele passou 10 angustiantes dias na linha de frente do EI, se esquivando de balas e ameaças de morte.

[...]

As conclusões de Todenhöfer estão detalhadas em um livro chamado Inside ISIS - Ten Days in the Islamic State, uma leitura assustadora.

Ele acredita que o Ocidente não pode derrotar militarmente os governantes do auto-intitulado Califado e escreve: "Os terroristas planejam matar centenas de milhões de pessoas".

"O Ocidente está subestimando drasticamente o poder do EI".

[...]

Fonte: Daily Express 

NOTA: Essas ameaças extremistas são perigosas porque podem provocar reações contrárias também extremistas. Todos perdem com isso. Só resta saber se o Estado Islâmico será, de fato, o poder que ferirá o rei do Norte conforme Daniel 11:40...

domingo, setembro 27, 2015

Papa Francisco nos EUA - Parte 2







"Ele é a personificação da Doutrina Social Católica", foi assim que o vice-presidente americano, Joe Biden, se referiu ao papa Francisco. É a primeira vez que um político de alto escalão dos EUA acompanha a comitiva de um papa em todos os locais de visitação durante a viagem pelos EUA. O católico Joe Biden estava ameaçando entrar na campanha presidencial pelo partido Democrata. Agora pelo menos sabemos o porquê ainda não o fez. Caso já estivesse na disputa não poderia sair em muitas fotos próximo ao papa. E o contrário, ou seja, sair primeiro em muitas fotos próximo ao papa seria uma estratégia promissora pois lhe daria muito mais visibilidade eleitoral posterior.

quarta-feira, setembro 23, 2015

Papa Francisco nos EUA

O 266º papa reservou o 266º dia de 2015 para encontrar-se com o presidente Barack Obama na Casa Branca. É o 29º encontro da história entre um papa e um presidente norte-americano. Os locais escolhidos para a visita do papa nessa viagem aos EUA não poderiam estar mais carregados de significado escatológico. É a primeira vez na história que um papa visita na mesma viagem a Casa Branca (Poder Executivo), o Congresso americano (Poder Legislativo), e o Independence Hall, na Filadélfia - local onde foi assinada a Constituição Americana em 17 de setembro de 1787 e que, portanto, mantém uma ligação simbólica com o Poder Judiciário. Usando o jargão popular para expressar uma verdade profética, pode-se dizer que, com essa viagem, o Vaticano está fazendo o cabelo, a barba e o bigode. É a profecia se cumprindo perante os olhos de todos: o Vaticano tomou conta dos EUA.


Assim como em 2008 o então presidente George Bush foi receber o papa Bento XVI na base aérea Andrews, assim também, desta vez, o presidente Barack Obama fez essa deferência indo encontrar-se com o papa Francisco em seu desembarque, algo que os presidentes americanos não costumam fazer com outros chefes de Estado.

sexta-feira, setembro 11, 2015

Controle de tudo

Em uma visão de ficção científica distópica do futuro, os seres humanos são muitas vezes microchipados para serem controlados em tudo, desde trabalhos domésticos a cometer crimes. E hoje esta visão futurista tornou-se realidade durante um evento na IFA [Feira de Tecnologia de Consumo], em Berlim. Um voluntário participando da conferência da empresa de segurança Kaspersky tinha um chip implantado em sua mão que poderia desbloquear seu telefone. É o mais recente de um crescente movimento chamado Biohacking em que as pessoas implantam chips em seus corpos para executar tarefas simples para as quais normalmente usaria seu telefone para fazer.

Marcus Preuss, diretor da equipe de pesquisa global da Kaspersky na Europa, disse: "O próximo passo lógico é não parar em "usáveis" como relógios inteligentes, mas estar sob a pele para permitir mais funcionalidades". No evento, um funcionário da Kaspersky tinha um chip do tamanho de um grão de arroz revestido em vidro inserido em sua mão. Um furador profissional carregou-o em uma agulha e empurrou-o na pele entre o polegar e o indicador do homem, explicando que o chip se deslocaria na primeira semana deixando alguns hematomas...

Neste momento, o chip, que utiliza a tecnologia RFID, tem sido apresentado para ser utilizado para executar ações simples, tais como a abertura de uma porta ou desbloquear um telefone. "No momento, ele é bastante limitado", admitiu o sr. Preuss.

Mas, no futuro, os usuários poderão ser capazes de acenar sua mão em frente a um terminal de pagamento para comprar mercadorias em lojas, ou deslizá-la num leitor para pegar o trem, por exemplo. Além disso, pode tornar-se possível a utilização de um tal chip para destrancar a porta do motorista, ou ligar o carro...

Fonte: Daily Mail 

NOTA: A tecnologia é uma grande ferramenta a serviço do homem. O problema é que ela pode ser usada não só pelos mocinhos mas também pelos vilões. Embora esse chip não seja a marca da besta do apocalipse, pode muito bem servir de instrumento de controle econômico, por exemplo. Em um mundo sem dinheiro em espécie, quem não tiver esse chip implantado não poderia comprar nem vender (Ap 13:15-17).

sexta-feira, setembro 04, 2015

Algo muito grande está para acontecer

Para compreender os acontecimentos atuais e perceber como eles podem levar ao cumprimento da profecia bíblica é importante pensar um pouco sobre geopolítica. A geopolítica pode ser definida como o conjunto de estratégias adotadas por um Estado visando aumentar sua influência e poder no cenário mundial. As principais áreas de interesse para o estabelecimento de estratégias geopolíticas por parte dos Estados têm sido: os recursos naturais, a diplomacia, a comunicação, a economia e as forças armadas.

Assim como o corpo humano precisa de energia para sobreviver, assim também a sociedade (corpo social) necessita de energia para manter seu crescimento. Os principais recursos energéticos para a sociedade moderna são o petróleo e o gás natural. E os maiores depósitos desses recursos estão localizados na Ásia, no Oriente Médio e norte da África. Logo, as potências mundiais (EUA, Rússia, China...) e demais Estados armam um verdadeiro jogo de xadrez geopolítico para garantir o acesso a esses recursos - não descartando até mesmo a guerra como última estratégia.

No entanto, há um fato que tem despertado a atenção de qualquer observador atento ao cenário mundial. Nos últimos anos, a Rússia e a China têm adotado estratégias geopolíticas mais agressivas, tentando diminuir sua dependência econômica dos EUA, e buscando aumentar seu poder no cenário mundial através de ações nas áreas mais importantes da geopolítica: recursos naturais, econômica, diplomática, militar e de comunicação. Em muitos casos, a Rússia e a China tem até mesmo trabalhado em conjunto (exercícios navais; parceria estratégica para defesa nacional).

Dentro da área econômica uma das estratégias fundamentais é o controle das rotas comerciais. Há dois projetos que podem influenciar a balança do poder no cenário mundial. O primeiro é a revitalização do Canal de Suez. O Egito, inaugurou recentemente o Novo Canal de Suez, obra que estava prevista para durar três anos e foi executada em apenas um ano. E em parceria com a China o Egito pretende construir novos portos e até uma cidade industrial.

O segundo projeto é a construção do Canal da Nicarágua, patrocinado por um empresário chinês e apoiado pelo governo russo que tem interesse em instalar ali uma futura base naval. As obras começaram em dezembro de 2014 e tem previsão de durar cinco anos. O propósito deste novo Canal é rivalizar com o Canal do Panamá que faz parte da geopolítica dos EUA.

Mas é na área militar que as estratégicas geopolíticas da China e da Rússia podem provocar maior impacto nas disputas pelo poder no cenário mundial. A China decidiu construir ilhas artificiais para instalação de bases militares no mar do sul da China, por onde passam diversas rotas comerciais, o que trouxe preocupação aos EUA. Além disso, a China convenceu o governo do pequeno mas estrategicamente importante país africano Djibouti, a romper o acordo com os EUA que possuem ali uma base militar, em troca de uma base militar chinesa.

No último dia 3 de setembro, a China promoveu um desfile comemorativo dos 70 anos da vitória da resistência chinesa à invasão japonesa na 2ª Guerra Mundial. Foi uma ocasião para demonstrar sua força militar. O presidente russo Vladimir Putin assistiu ao desfile ao lado do presidente chinês. No mês de maio, a Rússia também ostentou seu poder promovendo um desfile militar comemorativo dos 70 anos da vitória contra o nazismo.

Todos esses exemplos demonstram o objetivo atual da geopolítica da Rússia e da China. Segundo o Ministro de Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, "a era do domínio político e econômico do Ocidente está chegando ao fim".

Como o apocalipse 13 revela os dois grandes poderes protagonistas no tempo do fim, a besta do mar (Vaticano) e a besta da terra (EUA), e depois deles não haverá mais nenhum império humano a dominar o mundo, pode-se concluir que algo muito grande deve acontecer em breve. Algo tão grande a ponto de unir todos os poderes que disputam o poder no mundo, ou a ponto de isolá-los para que a profecia se cumpra, ou ambas as coisas.

E algo grande, pode ser até mesmo a profecia de Daniel 11:40-45...

Quem viver verá...  

segunda-feira, agosto 24, 2015

Segunda-feira negra nas bolsas asiáticas

A bolsa de Xangai encerrou a sessão de hoje a perder 8,49%, a maior queda em oito anos registada no volátil mercado de capitais da China. O Índice Composite de Xangai fechou a sessão a cair 8,49% (297,83 pontos), até aos 3,209.91 pontos, depois de ter chegado a perder 9%. O índice de referência sofreu a maior descida num só dia desde 27 de fevereiro de 2007 (quando caiu 8,8%), registando a quinta sessão consecutiva em terreno negativo, após de ter perdido 11,54% no acumulado da passada semana. A bolsa de Shenzhen, segunda praça financeira da China, também negociava no "vermelho", encerrando a perder mais de 7%.

As principais praças financeiras da Europa abriram hoje em forte baixa, penalizadas pelo desempenho das congéneres asiáticas devido sobretudo às fortes perdas na bolsa de Xangai. A bolsa de Lisboa liderava as perdas na Europa, com o PSI20 a cair 4,01% até aos 5.076,18 pontos. Seguia-se o índice alemão DAX 30, que "afundava" 3,24% na abertura até aos 9.796,37 pontos. As praças de Madrid, Londres e Paris também abriram em forte baixa, com os respetivos índices a registarem quedas de quase 3%.

Fonte: Jornal de Notícias 

NOTA: Para que o mundo todo aceite um governo mundial fundamentado pelas religiões de mistério da antiga Babilônia, cujo rito de iniciação será uma Lei Dominical (adoração ao sol e a Lúcifer), é necessário primeiro provocar o caos no mundo. Só assim será possível romper com a ordem vigente. E estamos caminhando a passos largos pra esse fim...

domingo, agosto 23, 2015

A Besta da terra - Parte 3

Ainda outro fator colaborador na aproximação entre a Igreja Romana e o protestantismo foi o movimento ecumênico. Formalmente, o início do ecumenismo ocorreu com a Conferência Missionária Mundial, em junho de 1910, em Edinburgh, Escócia, organizada e presidida pelo metodista norte-americano John R. Mott. “John R. Mott tinha um alvo bem definido ao realizar essa conferência: fazer Jesus Cristo conhecido por todos neste mundo. Com a intenção de alcançar esse alvo, ele buscava a união do maior número possível de cristãos para dar início a uma evangelização mundial abrangente”. (Michael Urban, Ecumenismo – O retorno a Babel, p.25).

Ele conseguir reunir mais de 1300 delegados, “representantes oficiais de várias sociedades missionárias. Ao organizar esta conferência, Mott convocou estas sociedades e não as igrejas. Isto possibilitou a busca de cooperação na missão e afastou o risco da busca de uma única igreja que congregasse todas as denominações cristãs”. (Wikipédia – John Raleigh Mott).

Com o aumento de poder e influência desse movimento, a Igreja Romana, mesmo antes do estabelecimento do Vaticano, sentiu necessidade de pronunciar-se. No início de 1928 o papa Pio XI publicou uma encíclica sobre a “promoção da verdadeira unidade de religião”. Nela o bispo de Roma repudia o desejo de união a qualquer custo dos cristãos dizendo que “estes esforços não podem, de nenhum modo, ser aprovados pelos católicos, pois eles se fundamentam na falsa opinião dos que julgam que quaisquer religiões são, mais ou menos, boas e louváveis”. E conclui: “é manifestamente claro que a Santa Sé, não pode, de modo algum, participar de suas assembleias e que, aos católicos, de nenhum modo é lícito aprovar ou contribuir para estas iniciativas: se o fizerem concederão autoridade a uma falsa religião cristã, sobremaneira alheia à única Igreja de Cristo”. (Encíclica Mortalium Animos, 06 de janeiro de 1928).

Em 1946, John R. Mott ganhou o prêmio Nobel da Paz pelo seu “longo e frutífero trabalho em unir os povos de muitas nações, raças e comunhões num vínculo comum de espiritualidade”. (Michael Urban, Ecumenismo – O retorno a Babel, p.26). E em 1948, também com seu apoio, surge a maior organização ecumênica mundial: O Conselho Mundial de Igrejas (CMI). John Mott torna-se presidente do CMI em 1954, e em janeiro de 1955 veio a falecer.

Na 3ª Assembleia Geral do CMI, realizada em 1961, Nova Déli (Índia), “houve pela primeira fez observadores católicos presentes”. (Michael Urban, Ecumenismo – O retorno a Babel, p.37). A partir desse ano, as ideias marxistas foram recebidas pelo CMI e nascia o “evangelho social”. Logo em seguida, o pensamento católico sobre o ecumenismo alcançaria o ponto da virada com o Concílio Vaticano II. Como tomar parte no movimento ecumênico sem abrir mão da primazia de Roma? Várias decisões e declarações deste concílio prepararam o catolicismo para assumir mais tarde o protagonismo dentro do movimento ecumênico. Especialmente as que preparavam o terreno para o surgimento do carismatismo dentro do catolicismo. “O Vaticano II foi um verdadeiro Pentecostes como o mesmo João XXIII havia desejado e ardentemente pedido”. (A História Renovação Carismática Católica). “E não vê nenhum motivo para que se estabeleça uma oposição entre ‘carisma’ e ‘ministério’ ou ‘carisma’ e ‘instituição’”. (Ibidem). “A Renovação Carismática Católica... teve origem com um retiro espiritual realizado em fevereiro de 1967 na Universidade de Duquesne (Pittsburgh, Pensylvania, EUA)”. (Ibidem). “E com a cooperação do Movimento Carismático, o pensamento ecumênico se alastrou de maneira explosiva dentro da igreja católica”. (Michael Urban, Ecumenismo – O retorno a Babel, p.38).

Embora a Igreja Romana continuasse afirmando ser o único meio de salvação, o Concílio Vaticano II alterou profundamente a linguagem ecumênica oficial da igreja com um decreto do papa Paulo VI: “Esta cooperação [de todos os cristãos], que já se realiza em não poucas nações, deve ser aperfeiçoada sempre mais, principalmente nas regiões onde se verifica a evolução social ou técnica. Vai ela contribuir para apreciar devidamente a dignidade da pessoa humana, promover o bem da paz, aplicar ainda mais o Evangelho na vida social, incentivar o espírito cristão nas ciências e nas artes e aplicar toda a espécie de remédios aos males da nossa época, tais como a fome e as calamidades, o analfabetismo e a pobreza, a falta de habitações e a inadequada distribuição dos bens. Por essa cooperação, todos os que creem em Cristo podem mais facilmente aprender como devem entender-se melhor e estimar-se mais uns aos outros, e assim se abre o caminho que leva à unidade dos cristãos”. (Decreto Unitatis Redentigratio, 21 de novembro de 1964).

Com uma nova embalagem e tendo como eixo central de união o carismatismo, “em 1968 foi criado um grupo comum de trabalho com a incumbência de manter o contato entre o Vaticano e o Conselho Mundial de Igrejas”. (Michael Urban, Ecumenismo – O retorno a Babel, p.38). “E pela primeira vez na história, o papa Paulo VI visitou a sede do Concílio Mundial de Igrejas em 1969”. (La Ecumenicidad Religiosa para el Nuevo Orden Mundial, p. 24). Todos os esforços da Igreja Romana continuaram nessa direção: incentivar a união de todos os cristãos mantendo a primazia de Roma. E foi durante o pontificado de João Paulo II que a diplomacia papal mais priorizou o ecumenismo buscando conquistar definitivamente os “irmãos separados”. Segundo as palavras de João Paulo II: “Desde o começo de meu pontificado, fiz do ecumenismo a prioridade de minha preocupação e ação pastoral”. (Liliane Borges, O ecumenismo no pontificado de João Paulo II).


Por isso, nos primeiros anos do pontificado de João Paulo II, o protagonismo de Roma dentro do movimento ecumênico aliado ao surgimento da Direita Religiosa nos EUA culminou na união diplomática entre os dois Estados. Alberto Rivera, ex-jesuíta, “explica que estando sob o juramento dos jesuítas, foi-lhe dito que um sinal secreto seria dado aos jesuítas quando o movimento ecumênico houvesse acabado com o protestantismo, em preparação para a assinatura de uma concordata entre o Vaticano e os Estados Unidos. O sinal seria que um presidente [norte-americano] faria o juramento [de posse] em frente a um obelisco. Pela primeira vez na historia dos Estados Unidos, a cerimônia de juramento foi mudada para o lado oeste do Capitólio, e o presidente Reagan fez o juramento em frente ao monumento de Washington. Isso aconteceu em 20 de janeiro de 1981”. (Los Padrinos - Alberto Tercera Parte, p. 26).

Posteriormente, no mesmo mandato do presidente Reagan, em 10 de janeiro de 1984, os EUA estabeleceram relações diplomáticas com o Vaticano - algo impensável para os Pais Fundadores da América.

Trinta anos mais tarde, o ecumenismo já é capaz de produzir cenas que só a profecia bíblica poderia antecipar. No início de 2014, diversos ministros carismáticos e pentecostais presentes em uma reunião nos EUA, patrocinada pelo ministério evangélico Kenneth Copeland Ministries, ouvem a preleção do bispo anglicano Tony Palmer, o qual apresenta um vídeo gravado por ele mesmo, com uma mensagem pessoal do papa Francisco apelando à união completa dos cristãos sob a liderança do Vaticano. Antes de apresentar o vídeo Palmer se apresenta como o profeta Elias enviado “para converter o coração dos pais aos filhos e dos filhos aos pais”, demonstrando não haver mais razões para protestar contra a Igreja Católica, e convidando todos a se unirem. Depois de assistirem o vídeo do papa Francisco, os líderes do evento dão glória a Deus, bem como recebem e pronunciam uma benção do e para o Vaticano.

Embora Roma venha enfatizando o “escândalo da divisão” do cristianismo desde o Concílio Vaticano II, e promovendo o diálogo com as várias denominações cristãs “separadas” de Roma, e também com as diversas religiões não cristãs, essa mesma postura de contemporização e relativismo tem afastado igrejas e grupos cristãos mais conservadores. A principal razão para isso é que “o quadro escatológico da igreja de Deus antes da segunda vinda não é o de uma megaigreja reunindo toda a humanidade, mas o de um 'remanescente' da cristandade, aqueles que guardam os mandamentos de Deus e têm a fé de Jesus (Apocalipse 14:12)”. (Bert Beverly Beach, Ecumenism - Boon or Bane?).

O ecumenismo papal conseguiu cumprir seu papel como cavalo de Tróia graças à atitude do próprio protestantismo: “O catolicismo na verdade em muito se assemelha ao protestantismo que hoje existe; pois o protestantismo moderno muito se distancia daquele dos dias da Reforma”. (EGW, O Grande Conflito, p. 571). Por tudo isso, pode-se notar que a besta da terra já atingiu o ponto profético onde fará com que os habitantes da terra adorem a primeira besta. E aqueles que não receberem a marca da besta (guarda do domingo) nem o número do seu nome, terão sua liberdade econômica bloqueada (Ap 13:17). "Pois é número de homem. Ora, esse número é seiscentos e sessenta e seis". (Ap 13:18).

O número 666 era associado às religiões de mistério na antiga Babilônia e usado na adoração ao sol. O que confirma novamente que as duas bestas do apocalipse 13, ao proporem um governo mundial, e a guarda universal do domingo estarão agindo sob a mesma influência pagã-ocultista das antigas religiões de mistério. Contra esse futuro sistema religioso Deus pronunciou a mais solene advertência nas Escrituras: “Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão, também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado sem mistura, do cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro”. (Ap 14:9 e 10).

E também deixou um convite: “Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos”. (Ap 18:4).

“Desde já vos digo, antes que aconteça, para que, quando acontecer, creiais que EU SOU”. (Jo 13:19).