A bolsa de Xangai encerrou a sessão de hoje a perder 8,49%, a maior queda em oito anos registada no volátil mercado de capitais da China. O Índice Composite de Xangai fechou a sessão a cair 8,49% (297,83 pontos), até aos 3,209.91 pontos, depois de ter chegado a perder 9%.
O índice de referência sofreu a maior descida num só dia desde 27 de fevereiro de 2007 (quando caiu 8,8%), registando a quinta sessão consecutiva em terreno negativo, após de ter perdido 11,54% no acumulado da passada semana.
A bolsa de Shenzhen, segunda praça financeira da China, também negociava no "vermelho", encerrando a perder mais de 7%.
As principais praças financeiras da Europa abriram hoje em forte baixa, penalizadas pelo desempenho das congéneres asiáticas devido sobretudo às fortes perdas na bolsa de Xangai.
A bolsa de Lisboa liderava as perdas na Europa, com o PSI20 a cair 4,01% até aos 5.076,18 pontos. Seguia-se o índice alemão DAX 30, que "afundava" 3,24% na abertura até aos 9.796,37 pontos. As praças de Madrid, Londres e Paris também abriram em forte baixa, com os respetivos índices a registarem quedas de quase 3%.
Fonte: Jornal de Notícias
NOTA: Para que o mundo todo aceite um governo mundial fundamentado pelas religiões de mistério da antiga Babilônia, cujo rito de iniciação será uma Lei Dominical (adoração ao sol e a Lúcifer), é necessário primeiro provocar o caos no mundo. Só assim será possível romper com a ordem vigente. E estamos caminhando a passos largos pra esse fim...
Mostrando postagens com marcador Economia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Economia. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, agosto 24, 2015
sexta-feira, agosto 07, 2015
O pior está por vir: Bolsa chinesa se aproxima do crash de 1929
Um disparo nas operações de compra com margem ajudou a inflar a Bolsa chinesa nos últimos meses. Alimentada pela demanda dos investidores de varejo, o índice Xangai Composite saltou mais de 150% desde meados do ano passado até o início de junho de 2015. No mesmo período, o índice Shenzen subiu mais de 200%. Essa exuberância chegou a um fim violento, com índices abaixo, quase um terço do pico de 12 de junho, com mais de U$ 10 trilhões em capitalização de mercado.
Junto a esse salto das bolsas e posterior correção, as operações de compra com margem bateram 9,6% da capitalização do mercado acionário chinês de junho - nível alarmante, tanto na história chinesa como no mundo, e como pode ser visto no gráfico abaixo, colocou a China em um território inquietante. Segundo dados divulgados pelo diretor da Guggenheim, Scott Minerd, nesse patamar a China só perde para o nível atingido pelo mercado americano no crash de 1929, quando a margem alcançou 12% da capitalização das ações.
Junto a esse salto das bolsas e posterior correção, as operações de compra com margem bateram 9,6% da capitalização do mercado acionário chinês de junho - nível alarmante, tanto na história chinesa como no mundo, e como pode ser visto no gráfico abaixo, colocou a China em um território inquietante. Segundo dados divulgados pelo diretor da Guggenheim, Scott Minerd, nesse patamar a China só perde para o nível atingido pelo mercado americano no crash de 1929, quando a margem alcançou 12% da capitalização das ações.
Para ele, se os responsáveis pela política chinesa não alterarem em breve o curso do mercado, a correção da Bolsa chinesa poderia se transformar em um mergulho do mercado semelhante ao que aconteceu em 1929 nos Estados Unidos. Para efeito de comparação, atualmente, a margem das operações nos EUA é menor do que 3%.
Minerd acredita que o melhor cenário para China pode ser o que ocorreu nos EUA em 1987, quando a forte queda do mercado estabeleceu as bases para o próximo grande rali.
"Se o atual momento da China vai se tornar uma versão da quinta-feira negra do crash de 1929 nos EUA ou um cenário mais saudável da segunda-feira negra de 1987, isso vai depender muito da estratégia que os responsáveis pelo mercado por lá adotarão nos próximos meses. Para a China, eu espero que seja o último mas, neste momento, os investidores devem ter em conta que a segunda maior economia do mundo poderia muito provavelmente encontrar-se no epicentro da maior correção do mercado de ações deste século", escreveu Minerd em artigo publicado no site da Guggenheim.
Fonte: InfoMoney
quinta-feira, julho 23, 2015
Como acabar com altos e baixos na economia: tornar ilegal o dinheiro em espécie
Uma nova lei proposta na Dinamarca poderia ser o primeiro passo para uma revolução econômica que vê moedas físicas e contas bancárias normais abolidas e dá a governos futuristas novas ferramentas para combater o ciclo de "altos e baixos" na economia.
A proposta dinamarquesa parece inócua o suficiente na superfície - seria simplesmente permitir que lojas recusem pagamentos em dinheiro e insistir que os clientes usem cartões de débito inteligente [que usa sinais de rádio para fornecer uma conexão sem fio com um leitor de cartão] ou alguns outros meios de pagamento eletrônico.
Oficialmente, o objetivo é aliviar "encargos administrativos e financeiros", tais como o custo de contratação de um serviço de segurança para enviar dinheiro para o banco, e é parte de um programa de reformas destinadas a impulsionar o crescimento - há evidências de que o uso de enormes quantias em espécie em uma economia age como um entrave.
Mas o movimento poderia ser um momento chave no advento de "sociedades sem dinheiro". E uma vez que todo o dinheiro exista apenas em contas bancárias - monitorado, ou mesmo diretamente controlado pelo governo - as autoridades serão capazes de encorajar-nos a gastar mais quando a economia desacelera, ou gastar menos quando se está superaquecendo.
Isso tudo pode parecer exagero, mas a ideia foi desenvolvida com algum detalhe pelo acadêmico norueguês, Trond Andresen.
Neste mundo futurista, todos os pagamentos são feitos através de cartão inteligente, aplicativos de celular ou outros meios eletrônicos, enquanto as notas e moedas são abolidas. Sua conta atual não será mais realizada com um banco, mas com o governo ou o banco central. Bancos ainda existem, e ainda emprestam dinheiro, mas eles obtêm os seus fundos do banco central, não a partir de depositantes.
Ter a conta de todos em uma única instituição central permite às autoridades encorajar ou desencorajar as pessoas a gastar. Para aumentar os gastos, o banco impõe uma taxa de juro negativo sobre o dinheiro na conta de todo mundo - na verdade, um imposto sobre a poupança.
Ao invés de ver seu dinheiro confiscado lentamente, as pessoas são mais propensas a gastar em bens e serviços. Quando esta mudança de comportamento ocorre em todo o país, a economia recebe um impulso significativo.
Os que lucram respondem do mesmo modo, e também gastam. O dinheiro circula mais rapidamente - ou, como dizem os economistas, a "velocidade do dinheiro" aumenta.
E quanto à situação oposta - quando a economia está superaquecendo? O banco central ou o governo certamente vai valorizar todo interesse sobre os saldos de crédito, mas poderia ir mais longe e impor um imposto sobre as transações.
Nesse caso, sempre que você usar o dinheiro em sua conta para comprar algo, você pagará uma pequena multa. Isso torna as pessoas menos inclinadas a gastar e mais inclinadas a poupar, reduzindo assim a atividade econômica.
A proposta dinamarquesa parece inócua o suficiente na superfície - seria simplesmente permitir que lojas recusem pagamentos em dinheiro e insistir que os clientes usem cartões de débito inteligente [que usa sinais de rádio para fornecer uma conexão sem fio com um leitor de cartão] ou alguns outros meios de pagamento eletrônico.
Oficialmente, o objetivo é aliviar "encargos administrativos e financeiros", tais como o custo de contratação de um serviço de segurança para enviar dinheiro para o banco, e é parte de um programa de reformas destinadas a impulsionar o crescimento - há evidências de que o uso de enormes quantias em espécie em uma economia age como um entrave.
Mas o movimento poderia ser um momento chave no advento de "sociedades sem dinheiro". E uma vez que todo o dinheiro exista apenas em contas bancárias - monitorado, ou mesmo diretamente controlado pelo governo - as autoridades serão capazes de encorajar-nos a gastar mais quando a economia desacelera, ou gastar menos quando se está superaquecendo.
Isso tudo pode parecer exagero, mas a ideia foi desenvolvida com algum detalhe pelo acadêmico norueguês, Trond Andresen.
Ter a conta de todos em uma única instituição central permite às autoridades encorajar ou desencorajar as pessoas a gastar. Para aumentar os gastos, o banco impõe uma taxa de juro negativo sobre o dinheiro na conta de todo mundo - na verdade, um imposto sobre a poupança.
Ao invés de ver seu dinheiro confiscado lentamente, as pessoas são mais propensas a gastar em bens e serviços. Quando esta mudança de comportamento ocorre em todo o país, a economia recebe um impulso significativo.
Os que lucram respondem do mesmo modo, e também gastam. O dinheiro circula mais rapidamente - ou, como dizem os economistas, a "velocidade do dinheiro" aumenta.
E quanto à situação oposta - quando a economia está superaquecendo? O banco central ou o governo certamente vai valorizar todo interesse sobre os saldos de crédito, mas poderia ir mais longe e impor um imposto sobre as transações.
Nesse caso, sempre que você usar o dinheiro em sua conta para comprar algo, você pagará uma pequena multa. Isso torna as pessoas menos inclinadas a gastar e mais inclinadas a poupar, reduzindo assim a atividade econômica.
[...]
Além do controle sobre a economia, haveria muitas outras vantagens de uma sociedade sem dinheiro. Tal sistema é muito mais barato para executar do que um baseado em notas e moedas. A falsificação é impossível, como também os roubos.
O dinheiro eletrônico é um sistema inclusivo e conveniente, dando às pessoas de áreas pobres e rurais de uma economia - onde as máquinas de caixa e agências bancárias podem ser poucas e distantes entre si e nem todas as pessoas têm contas - uma ferramenta para a participação fácil na economia.
Finalmente, a "economia informal" será extremamente reduzida e a evasão fiscal quase impossível.
Além do controle sobre a economia, haveria muitas outras vantagens de uma sociedade sem dinheiro. Tal sistema é muito mais barato para executar do que um baseado em notas e moedas. A falsificação é impossível, como também os roubos.
O dinheiro eletrônico é um sistema inclusivo e conveniente, dando às pessoas de áreas pobres e rurais de uma economia - onde as máquinas de caixa e agências bancárias podem ser poucas e distantes entre si e nem todas as pessoas têm contas - uma ferramenta para a participação fácil na economia.
Finalmente, a "economia informal" será extremamente reduzida e a evasão fiscal quase impossível.
Fonte: The Telegraph
NOTA: Forçar as pessoas a usar apenas dinheiro eletrônico é o sonho dos construtores da Babilônia moderna. Esse totalitarismo econômico é passo prévio para a Lei Dominical. Fica fácil perceber que nesse mundo futurista, quem não receber a marca da besta (guarda do domingo) não vai poder comprar nem vender. Ap 13:15-17.
NOTA: Forçar as pessoas a usar apenas dinheiro eletrônico é o sonho dos construtores da Babilônia moderna. Esse totalitarismo econômico é passo prévio para a Lei Dominical. Fica fácil perceber que nesse mundo futurista, quem não receber a marca da besta (guarda do domingo) não vai poder comprar nem vender. Ap 13:15-17.
sexta-feira, março 28, 2014
Forte crise econômica é iminente
A crise [financeira] que nos espera será pior que a de 2000 e a de 2008, e afetará tanto Wall Street como a economia global, assegurou o Wall Street Journal resumindo as opiniões dos líderes financeiros a quem entrevistou durante o último ano. O que nos espera a frente é uma anomalia, algo imprescindível: fatores desencadeadores macroeconômicos que poderiam acelerar uma recessão chegaram a um ponto crítico, assinalou o periódico. A razão subjacente é simples: "uma política monetária fundamentalmente defeituosa", quando o Sistema da Reserva Federal segue "imprimindo dinheiro barato".
"A Reserva Federal deve deixar de dirigir a economia. Sem mais dinheiro barato, recompras de dívida e investimento em empresas privadas", exortou David Stockman, diretor do Escritório de Administração e Pressuposto dos EUA entre 1981 e 1985.
"A Reserva Federal deve deixar de dirigir a economia. Sem mais dinheiro barato, recompras de dívida e investimento em empresas privadas", exortou David Stockman, diretor do Escritório de Administração e Pressuposto dos EUA entre 1981 e 1985.
Da mesma forma, William Hunt Gross, co-fundador do PIMCO, um dos maiores gestores de ativos de investimento global de renda fixa do mundo, advertiu sobre uma "supernova de créditos". E detalhou que sua empresa tem dois bilhões de dólares em risco no caso do dinheiro barato da Reserva Federal explodir.
"O banco de investimento que há apenas uma década promovia o desenvolvimento de pequenos negócios agora está dominado por uma especulação forçada", insistiu Gross.
O mundo está preso por uma megabolha que não tem nome e é alimentada pelo Sistema da Reserva Federal dos EUA, advertiu o analista da Société Générale, Kit Juckes. Esta bolha "está a ponto de estourar, como aconteceu com a crise financeira asiática, a bolha 'ponto com' e o sistema de créditos", especificou.
'Tictac, tictac, boom!' foi o título principal do portal InvestmentNews em um dia deste mês de março. O diário, especializado em dados, investigações e prognósticos para conselheiros financeiros advertia que milhões de investidores não tinham a mínima ideia do que aconteceria. Mais cedo ou mais tarde haverá "outra batalha feia" relacionada com a dívida e os mercados ficarão "assustados": qualquer tendência "seria suficiente para paralisar a economia mundial e incliná-la para recessão", insistiu ainda o economista norte-americano Nouriel Roubini, quem prognosticou a bolha imobiliária nos EUA e a recessão global de 2008.
Gary Shilling, colunista do 'Forbes', advertiu sobre uma bolha em expansão e uma grande comoção se aproximando. Calculou um crescimento muito lento do PIB real para os próximos oito anos, de apenas 2%, e previu uma desaceleração global ainda mais grave durante a próxima geração, chegando a zero.
"Estou 100% seguro de que a crise para a qual estamos caminhando será muito pior que a de 2008", opinou, por sua parte, Peter Schiff, diretor executivo da Euro Pacific Capital, uma corretora norte americana da bolsa.
Fonte: Russia Today
NOTA: Seguramente, uma crise econômica sem precedentes fará parte da equação do tempo do fim...
O mundo está preso por uma megabolha que não tem nome e é alimentada pelo Sistema da Reserva Federal dos EUA, advertiu o analista da Société Générale, Kit Juckes. Esta bolha "está a ponto de estourar, como aconteceu com a crise financeira asiática, a bolha 'ponto com' e o sistema de créditos", especificou.
'Tictac, tictac, boom!' foi o título principal do portal InvestmentNews em um dia deste mês de março. O diário, especializado em dados, investigações e prognósticos para conselheiros financeiros advertia que milhões de investidores não tinham a mínima ideia do que aconteceria. Mais cedo ou mais tarde haverá "outra batalha feia" relacionada com a dívida e os mercados ficarão "assustados": qualquer tendência "seria suficiente para paralisar a economia mundial e incliná-la para recessão", insistiu ainda o economista norte-americano Nouriel Roubini, quem prognosticou a bolha imobiliária nos EUA e a recessão global de 2008.
Gary Shilling, colunista do 'Forbes', advertiu sobre uma bolha em expansão e uma grande comoção se aproximando. Calculou um crescimento muito lento do PIB real para os próximos oito anos, de apenas 2%, e previu uma desaceleração global ainda mais grave durante a próxima geração, chegando a zero.
"Estou 100% seguro de que a crise para a qual estamos caminhando será muito pior que a de 2008", opinou, por sua parte, Peter Schiff, diretor executivo da Euro Pacific Capital, uma corretora norte americana da bolsa.
Fonte: Russia Today
NOTA: Seguramente, uma crise econômica sem precedentes fará parte da equação do tempo do fim...
terça-feira, março 04, 2014
Ex-jurista do Banco Mundial revela como a elite domina o mundo
Karen Hudes, graduada pela escola de Direito de Yale, trabalhou no departamento jurídico do Banco Mundial durante 20 anos. Na qualidade de "assessora jurídica superior", obteve informação suficiente para estabelecer uma visão global de como a elite domina o mundo. Desta forma, não se trata de uma "teoria de conspiração" a mais.
De acordo com a especialista, citada pelo site Exposing the Realities, a elite usa um núcleo hermético de instituições financeiras e corporações gigantes para dominar o planeta.
Citando um estudo suíço explosivo de 2011 sobre a "rede de controle corporativo global", Hudes mencionou que um pequeno grupo de entidades, em sua maioria instituições financeiras e bancos centrais, exercem uma enorme influência sobre a economia internacional nos bastidores.
"Uma organização internacional imensamente poderosa da qual a maioria das pessoas nem sequer ouviu falar controla secretamente a emissão do dinheiro do mundo inteiro. Está localizado em Basiléia, Suíça, mas tem ramificações em Hong Kong e na Cidade do México. É essencialmente um Banco Central Mundial não eleito que tem completa imunidade em matéria de impostos e leis internacionais (...). Atualmente, 58 bancos centrais pertencem ao BCI, e tem, mais poder na economia dos Estados Unidos e de outros países que qualquer político. A cada dois meses, os banqueiros centrais se reúnem em Basiléia para outra "Cúpula de Economia Mundial". Durante estas reuniões, decisões são tomadas que afetam a todo homem, mulher e criança do planeta, e nenhum de nós tem voz no que se decide. O Banco de Compensações Internacionais é uma organização que foi fundada pela elite mundial, que opera em benefício da mesma, e cujo fim é ser uma das pedras angulares do vindouro "sistema financeiro global unificado".
Segundo Hudes, a ferramenta principal para escravizar nações e governos inteiros é a dívida.
"Querem que sejamos todos escravos da dívida, querem ver a todos nossos governos escravos da dívida, e querem que todos nossos políticos sejam dependentes das gigantes contribuições financeiras que eles canalizam para suas campanhas políticas. Como a elite também é dona de todos os principais meios de comunicação, esses canais nunca revelarão o segredo de que há algo fundamentalmente errado na maneira como funciona nosso sistema", assegurou.
Fonte: Russia Today
De acordo com a especialista, citada pelo site Exposing the Realities, a elite usa um núcleo hermético de instituições financeiras e corporações gigantes para dominar o planeta.
Citando um estudo suíço explosivo de 2011 sobre a "rede de controle corporativo global", Hudes mencionou que um pequeno grupo de entidades, em sua maioria instituições financeiras e bancos centrais, exercem uma enorme influência sobre a economia internacional nos bastidores.
"O que realmente esta acontecendo é que os recursos do mundo estão sendo dominados por este grupo", explicou a especialista com 20 anos de carreira no Banco Mundial, e acrescentou que os "sequestradores corruptos do poder" também têm dominado os meios de comunicação, "caso lhes seja permitido fazê-lo", assegurou.
O estudo suíço que ela mencionou foi realizado por uma equipe do Instituto Federal Suíço de Tecnología de Zurique. Os pesquisadores estudaram as relações entre 37 milhões de empresas e investidores de todo o mundo e descobriram que existe uma "super-entidade" de 147 megacorporações muito unidas e que controlam 40% de toda a economia mundial.
Porém as elites globais não apenas controlam estas megacorporações. Segundo Hudes, também dominam as organizações não eleitas e que não prestam contas mas exercem controle sobre as finanças de quase todas as nações do planeta, como o Banco Mundial, o FMI e os bancos centrais, entre eles o FED (EUA), que controlam toda a emissão de dinheiro e sua circulação internacional.
O topo da pirâmide deste sistema é o Banco de Compensações Internacionais [Bank for International Settlements] - o Banco Central dos Bancos Centrais.
O estudo suíço que ela mencionou foi realizado por uma equipe do Instituto Federal Suíço de Tecnología de Zurique. Os pesquisadores estudaram as relações entre 37 milhões de empresas e investidores de todo o mundo e descobriram que existe uma "super-entidade" de 147 megacorporações muito unidas e que controlam 40% de toda a economia mundial.
Porém as elites globais não apenas controlam estas megacorporações. Segundo Hudes, também dominam as organizações não eleitas e que não prestam contas mas exercem controle sobre as finanças de quase todas as nações do planeta, como o Banco Mundial, o FMI e os bancos centrais, entre eles o FED (EUA), que controlam toda a emissão de dinheiro e sua circulação internacional.
O topo da pirâmide deste sistema é o Banco de Compensações Internacionais [Bank for International Settlements] - o Banco Central dos Bancos Centrais.
"Uma organização internacional imensamente poderosa da qual a maioria das pessoas nem sequer ouviu falar controla secretamente a emissão do dinheiro do mundo inteiro. Está localizado em Basiléia, Suíça, mas tem ramificações em Hong Kong e na Cidade do México. É essencialmente um Banco Central Mundial não eleito que tem completa imunidade em matéria de impostos e leis internacionais (...). Atualmente, 58 bancos centrais pertencem ao BCI, e tem, mais poder na economia dos Estados Unidos e de outros países que qualquer político. A cada dois meses, os banqueiros centrais se reúnem em Basiléia para outra "Cúpula de Economia Mundial". Durante estas reuniões, decisões são tomadas que afetam a todo homem, mulher e criança do planeta, e nenhum de nós tem voz no que se decide. O Banco de Compensações Internacionais é uma organização que foi fundada pela elite mundial, que opera em benefício da mesma, e cujo fim é ser uma das pedras angulares do vindouro "sistema financeiro global unificado".
Segundo Hudes, a ferramenta principal para escravizar nações e governos inteiros é a dívida.
"Querem que sejamos todos escravos da dívida, querem ver a todos nossos governos escravos da dívida, e querem que todos nossos políticos sejam dependentes das gigantes contribuições financeiras que eles canalizam para suas campanhas políticas. Como a elite também é dona de todos os principais meios de comunicação, esses canais nunca revelarão o segredo de que há algo fundamentalmente errado na maneira como funciona nosso sistema", assegurou.
Fonte: Russia Today
sexta-feira, setembro 06, 2013
O que vem por aí?
"As elites necessitam de um apocalipse fabricado".
"Aí entra a Síria..."
"O pacto de defesa mútua entre a Síria e o Irã, seus fortes vínculos com a Rússia, a base naval russa em suas costas, o avançado armamento russo em seu arsenal, sua proximidade a rotas marítimas de petróleo vulneráveis, fazem desta nação um catalizador perfeito para uma catástrofe global. A guerra civil na Síria já está se estendendo aos países vizinhos como Iraque, Jordânia e o Líbano, e ao examinar os fatos de maneira objetiva, toda a guerra é produto da ação encoberta por parte dos EUA e seus aliados".
"O pacto de defesa mútua entre a Síria e o Irã, seus fortes vínculos com a Rússia, a base naval russa em suas costas, o avançado armamento russo em seu arsenal, sua proximidade a rotas marítimas de petróleo vulneráveis, fazem desta nação um catalizador perfeito para uma catástrofe global. A guerra civil na Síria já está se estendendo aos países vizinhos como Iraque, Jordânia e o Líbano, e ao examinar os fatos de maneira objetiva, toda a guerra é produto da ação encoberta por parte dos EUA e seus aliados".
terça-feira, junho 18, 2013
Vídeo de jovem brasileira protestando contra a injustiça social faz sucesso
"Ai daquele que constrói o seu palácio por meios corruptos, seus aposentos, pela injustiça, fazendo os seus compatriotas trabalharem por nada, sem pagar-lhes o devido salário". Jr 22:13 (NVI)
"O Senhor prova o justo mas o ímpio e a quem ama a injustiça, a sua alma odeia". Sl 11:5 (NVI)
NOTA: Um dos temas onde há mais divisão no cristianismo (incluindo a IASD) é o social. Muitos cristãos, maravilhados com a promessa bíblica de um "um novo céu, e uma nova terra", desistiram há muito deste mundo, e acham perca de tempo preocupar-se em melhorar o mundo. Alguns, além de omissos até chegam ao ponto de torcer pelo pior "para que se cumpra a profecia". Por outro lado, outros até gostariam de melhorar o mundo, mas confundidos com a complexidade das engrenagens que movem a sociedade, não sabem "o que" fazer, nem "como". Se, por uma lado, nosso propósito principal não é fazer deste mundo um céu, por outro, ser omisso significa desatender aos preceitos bíblicos: "vós sois o sal da terra". (Continue lendo aqui)
quinta-feira, janeiro 24, 2013
Vaticano é dono oculto de imóveis caros em Londres
Poucos turistas em visita a Londres imaginariam que as instalações da refinada joalheria Bulgari em New Bond Street têm qualquer conexão com o papa. O mesmo vale para a sede do próspero banco de investimento Altium Capital, na esquina de St. James' Square e Pall Mall. Mas esses edifícios de escritórios em um dos bairros mais caros de Londres são parte de um surpreendente império secreto de imóveis comerciais do Vaticano.
Por trás de uma estrutura disfarçada por companhias de paraísos fiscais, a carteira internacional de imóveis da igreja foi expandida ao longo dos anos, com o uso de dinheiro pago originalmente por Mussolini em troca do reconhecimento do regime fascista pelo papa, em 1929. Desde então, o valor internacional desse patrimônio criado com a ajuda de Mussolini vem crescendo até atingir os 500 milhões de libras.
Em 2006, no auge da mais recente bolha imobiliária, o Vaticano investiu 15 milhões de libras desse dinheiro para adquirir o imóvel do nº 30, St. James' Square. Outros imóveis britânicos controlados pela igreja ficam em 168 New Bond Street e na cidade de Coventry. O Vaticano também controla edifícios de apartamentos em Paris e na Suíça.
O aspecto surpreendente da história, para alguns, será o esforço do Vaticano para preservar o sigilo sobre os milhões de Mussolini. O edifício da St. James' Square foi adquirido por uma empresa chamada British Grolux Investment, que detém outros imóveis no Reino Unido.
O registro de empresas britânico não revela os verdadeiros proprietários da empresa e não menciona o Vaticano. Menciona dois acionistas nominais, ambos proeminentes executivos bancários católicos: John Varley, que até recentemente presidia o Barclays Bank, e Robin Herbert, ex-executivo do banco de investimento Leopold Joseph.
O "Guardian" enviou cartas a ambos perguntando a quem eles representavam, mas não recebeu respostas. A lei britânica permite que os verdadeiros proprietários de uma empresa sejam protegidos por sócios nominais.
Os investimentos com o dinheiro de Mussolini no Reino Unido são controlados hoje, em companhia de outras propriedades europeias e de uma subsidiária de câmbio, por um funcionário do Vaticano em Roma, Paolo Mennini, que opera como banqueiro de investimento do papa. Mennini comanda uma divisão especial do Vaticano, a divisão extraordinária da Amministrazione del Patrimonio della Sede Apostolica, que administra o chamado "patrimônio da Santa Sé".
De acordo com um relatório do Conselho da Europa no ano passado, que investigou os controles financeiros do Vaticano, os ativos controlados pela divisão de Mennini superam 680 milhões de euros. Embora o sigilo quanto à origem fascista da riqueza papal pudesse ser compreensível durante a guerra, o que fica menos claro é o motivo para que o Vaticano tenha continuado a guardar segredo sobre suas propriedades em Londres mesmo depois que sua estrutura financeira foi reorganizada, em 1999.
O "Guardian" perguntou ao representante do Vaticano em Londres, o núncio apostólico Antonio Mennini, por que o papado continuava a manter tanto segredo sobre seus investimentos imobiliários na cidade. Também perguntou em que o papa gastava a receita gerada por eles. Confirmando sua tradição de silêncio sobre o tema, um porta-voz da Igreja Católica afirmou que o núncio nada tinha a declarar.
Fonte: Folha de São Paulo
NOTA: O objetivo final é um só: poder! E poder absoluto, até sobre as consciências... Que contraste com o exemplo de Jesus cujo objetivo final sempre foi servir!
NOTA: O objetivo final é um só: poder! E poder absoluto, até sobre as consciências... Que contraste com o exemplo de Jesus cujo objetivo final sempre foi servir!
quinta-feira, dezembro 13, 2012
UE cria "super banco"
Após uma longa rodada de negociações, os ministros de Finanças da União Europeia chegaram, nesta quinta-feira, a um acordo para a criação de um supervisor bancário único, destinado à maioria dos bancos da zona do euro, sob supervisão do Banco Central Europeu (BCE). O resultado foi saudado pelo ministro de Finanças alemão, Wolfgang Schäuble. O acordo, considerado histórico, permitirá a recapitalização direta das instituições mais afetadas pela crise. "Estamos levando a UE adiante passo a passo", afirmou o alemão.
Schäuble disse que os Parlamentos nacionais estarão aptos a iniciar os processos de aprovação e de ratificação dentro do novo sistema de supervisão bancária já no fim de fevereiro. Após uma dura disputa, os países decidiram que o BCE assumirá a supervisão dos bancos com ativos superiores aos 30 bilhões de euros ou 20% do PIB do estado membro participante (quase 100 bancos), enquanto as demais instituições permanecerão sob controle das autoridades nacionais, como pretendia a Alemanha. Assim, os bancos ou caixas regionais alemães ficarão de fora do mecanismo.
Depois de negociar por 14 horas, finalmente França e Alemanha chegaram a um consenso para a criação do Mecanismo Único de Supervisão Financeira (MUS), coordenado BCE, o primeiro passo para a união bancária do bloco. Mas os países prolongaram o calendário previsto em mais de um ano: o MUS deve estar operacional em março de 2014, ao invés de janeiro de 2013 como estava previsto inicialmente, destacou o comissário europeu Michel Barnier, que celebrou o "histórico" consenso.
De acordo com o Ministro de Finanças da França, Pierre Moscovici, "a maioria dos bancos estará sob supervisão direta do BCE". Segundo ele, o Banco Central Europeu, com sede em Frankfurt, terá poderes para investigar todos os bancos na zona do euro e em outros países que adotarão o novo sistema de supervisão. Ainda segundo Moscovici, na França, onde os bancos estão muito concentrados, entre 80% e 85% das instituições financeiras estarão sob supervisão direta do BCE.
Segundo o comissário europeu de mercado interno, Michel Barnier, o sistema de supervisão deverá entrar em operação em 1º de março de 2014, com uma certa flexibilidade, dada a necessidade de um ano para preparar os regulamentos e reunir o pessoal necessário, dentre outros trâmites.
Fonte: VEJA
NOTA: Mais concentração de poder, menos soberania nacional, mais perto da Nova Ordem Mundial...
Schäuble disse que os Parlamentos nacionais estarão aptos a iniciar os processos de aprovação e de ratificação dentro do novo sistema de supervisão bancária já no fim de fevereiro. Após uma dura disputa, os países decidiram que o BCE assumirá a supervisão dos bancos com ativos superiores aos 30 bilhões de euros ou 20% do PIB do estado membro participante (quase 100 bancos), enquanto as demais instituições permanecerão sob controle das autoridades nacionais, como pretendia a Alemanha. Assim, os bancos ou caixas regionais alemães ficarão de fora do mecanismo.
Depois de negociar por 14 horas, finalmente França e Alemanha chegaram a um consenso para a criação do Mecanismo Único de Supervisão Financeira (MUS), coordenado BCE, o primeiro passo para a união bancária do bloco. Mas os países prolongaram o calendário previsto em mais de um ano: o MUS deve estar operacional em março de 2014, ao invés de janeiro de 2013 como estava previsto inicialmente, destacou o comissário europeu Michel Barnier, que celebrou o "histórico" consenso.
De acordo com o Ministro de Finanças da França, Pierre Moscovici, "a maioria dos bancos estará sob supervisão direta do BCE". Segundo ele, o Banco Central Europeu, com sede em Frankfurt, terá poderes para investigar todos os bancos na zona do euro e em outros países que adotarão o novo sistema de supervisão. Ainda segundo Moscovici, na França, onde os bancos estão muito concentrados, entre 80% e 85% das instituições financeiras estarão sob supervisão direta do BCE.
Segundo o comissário europeu de mercado interno, Michel Barnier, o sistema de supervisão deverá entrar em operação em 1º de março de 2014, com uma certa flexibilidade, dada a necessidade de um ano para preparar os regulamentos e reunir o pessoal necessário, dentre outros trâmites.
Fonte: VEJA
NOTA: Mais concentração de poder, menos soberania nacional, mais perto da Nova Ordem Mundial...
sexta-feira, novembro 23, 2012
Irã: moeda regional como arma de guerra
O presidente do Banco Central do Irã, Mahmoud Bahmani, alertou para a necessidade de criar uma moeda regional para se proteger dos impactos negativos das flutuações nas economias desenvolvidas ocidentais. A ideia foi apresentada na Cúpula dos 8 países muçulmanos em Desenvolvimento (D8), que reúne Bangladesh, Egito, Indonésia, Irã, Malásia, Nigéria, Paquistão e Turquia, realizado na capital paquistanesa, Islamabad.
Bahmani demonstrou satisfação com o crescimento do comércio entre os países membros do D8, e enfatizou que para melhorar as relações multilaterais é necessário adaptar-se a uma diplomacia comercial dinâmica.
"O Irã tem tomado todas as medidas para eliminar as moedas dominantes - dólar e euro - de suas reservas de moeda estrangeira assim como de seu comércio internacional. Pode-se fazer comércio sem essas divisas", acrescentou.
Além disso, o alto funcionário iraniano ressaltou que Teerã foi capaz de impedir um duro golpe em sua economia graças as suas grandes reservas de ouro, aos altos preços do petróleo, e ao corte considerável das importações. Bahmani afirmou que suas reservas de ouro são suficientes para pelo menos 15 anos.
"Nós não podemos dizer que as sanções do ocidente não nos afetaram. Sofremos alguns prejuízos, mas as medidas que tomamos nos permitiram evitar um sério golpe para nossa economia", concluiu.
Fonte: Russia Today
NOTA: Segundo Ellen Brown, a invasão da OTAN que determinou a queda do governo da Líbia (Kadafi) em 2011 foi mais porque o Banco Central da Líbia era independente e não estava ligado ao BIS (Banco Central Mundial) e também porque Kadafi estava liderando a implantação de uma moeda única (o dinar) nos países africanos do que propriamente por causa do petróleo (as reservas de petróleo da Líbia corresponde só a 2% das reservas mundiais). Além disso, a Líbia possuía 144 toneladas de ouro nos cofres...
Tudo indica que no caso do Irã o roteiro está sendo o mesmo, e que a "super elite ocultista" a serviço do Vaticano - que não tolera concorrências - mais cedo, ou mais tarde, acenderá o pavio de pólvora no Oriente Médio conforme foi revelado em Daniel 11.
Bahmani demonstrou satisfação com o crescimento do comércio entre os países membros do D8, e enfatizou que para melhorar as relações multilaterais é necessário adaptar-se a uma diplomacia comercial dinâmica.
"O Irã tem tomado todas as medidas para eliminar as moedas dominantes - dólar e euro - de suas reservas de moeda estrangeira assim como de seu comércio internacional. Pode-se fazer comércio sem essas divisas", acrescentou.
Além disso, o alto funcionário iraniano ressaltou que Teerã foi capaz de impedir um duro golpe em sua economia graças as suas grandes reservas de ouro, aos altos preços do petróleo, e ao corte considerável das importações. Bahmani afirmou que suas reservas de ouro são suficientes para pelo menos 15 anos.
"Nós não podemos dizer que as sanções do ocidente não nos afetaram. Sofremos alguns prejuízos, mas as medidas que tomamos nos permitiram evitar um sério golpe para nossa economia", concluiu.
Fonte: Russia Today
NOTA: Segundo Ellen Brown, a invasão da OTAN que determinou a queda do governo da Líbia (Kadafi) em 2011 foi mais porque o Banco Central da Líbia era independente e não estava ligado ao BIS (Banco Central Mundial) e também porque Kadafi estava liderando a implantação de uma moeda única (o dinar) nos países africanos do que propriamente por causa do petróleo (as reservas de petróleo da Líbia corresponde só a 2% das reservas mundiais). Além disso, a Líbia possuía 144 toneladas de ouro nos cofres...
Tudo indica que no caso do Irã o roteiro está sendo o mesmo, e que a "super elite ocultista" a serviço do Vaticano - que não tolera concorrências - mais cedo, ou mais tarde, acenderá o pavio de pólvora no Oriente Médio conforme foi revelado em Daniel 11.
terça-feira, outubro 02, 2012
A história secreta da obsolescência planejada
Quanto tempo deveria durar uma lâmpada, uma impressora ou um iPod? Você está satisfeito com a duração dos seus objetos de consumo?
sexta-feira, setembro 07, 2012
Instituições internacionais sugerem seis dias de trabalho como solução econômica para a Grécia
A "troika" internacional que supervisiona a economia grega sugeriu ao Governo de Atenas a flexibilização das relações laborais através de diversas medidas, onde se inclui o aumento da semana de trabalho de cinco para seis dias. A informação está inserida numa mensagem de correio eletrónico enviado por representantes da "troika" [palavra russa que designa um comitê de três membros] - Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional - aos ministérios gregos das Finanças e do Trabalho, e que foi divulgado esta segunda-feira pelo diário económico "Imerisia".
A autenticidade do e-mail e do seu conteúdo foi confirmada à agência noticiosa Efe por uma fonte do ministério das Finanças, que não revelou mais detalhes.
Entre as propostas mais polêmicas incluiu-se o aumento da semana laboral para seis dias e a redução para 11 horas do descanso mínimo entre turnos de trabalho, para além da eliminação das restrições às trocas dos turnos da manhã e de tarde, de acordo com as necessidades do empregador, precisa o diário "Imerisia". [grifo acrescentado]
A "troika" de credores internacionais exige ainda a redução para metade da indemnização por despedimento e do prazo de que dispõe o empresário para notificar a rescisão do contrato. Pretende ainda que seja diminuída a contribuição das empresas para o Fundo de Segurança Social, apesar da crescente diminuição das receitas do Estado neste setor.
"Não são propostas novas, a 'troika' leva sempre algum tempo a formulá-las. Mas de momento são apenas propostas, não significa que sejam aceites pelo Governo grego", disse à Efe uma fonte ministerial.
A taxa de desemprego na Grécia situou-se em maio nos 23,1% (54,9% entre os menores de 25 anos) e o poder de compra dos trabalhadores recuou para o nível registado há três décadas, de acordo com os estudos dos sindicatos.
Em declarações à agência noticiosa AP, Savvas Rombolis, responsável da Confederação Geral dos Trabalhadores Gregos (GSEE, que abrange o setor privado), admitiu que o desemprego no país atingirá 29% em 2013 caso o Governo aplique as novas medidas de austeridade exigidas pela "troika" e que implicam novos cortes avaliados em 11,5 mil milhões de euros em 2012-1013.
"A economia grega continua a decair. Em 2012, esperamos uma queda de sete por cento no PIB. Isso vai originar uma taxa de desemprego de 24%, 1,2 milhões de pessoas", alertou.
Os inspetores dos credores internacionais encontram-se em Atenas desde a semana passada, e na sexta-feira são separados os chefes da missão para negociar com o executivo de coligação de Antonis Samaras o novo plano de cortes orçamentais.
A aprovação das novas medidas, que estão a ser discutidas pelo Governo, é considerada decisiva para a concessão de uma nova fatia de 31 mil milhões de euros, provenientes do segundo memorando de entendimento negociado com Atenas em fevereiro passado.
Fonte: Jornal de Noticias
NOTA: Conforme o blog O Tempo Final destacou, não resta dúvida de que o domingo será o único dia privilegiado compulsoriamente. E por trás dos bastidores Roma continua exercendo seu poder sobre todos. O que me faz lembrar do texto:
"Durante a dispensação cristã, o grande inimigo da felicidade do homem fez do sábado do quarto mandamento um objeto de ataque especial. Satanás diz: 'Eu atravessarei os propósitos de Deus. Capacitarei meus seguidores a porem de lado o memorial de Deus, o sábado do sétimo dia. Assim, mostrarei ao mundo que o dia abençoado e santificado por Deus foi mudado. Esse dia não perdurará na mente do povo. Apagarei a lembrança dele... Eu farei a observância do sétimo dia um sinal de deslealdade para com as autoridades da Terra. As leis humanas serão feitas tão rígidas que os homens e mulheres não ousarão observar o sábado do sétimo dia. Pelo temor de que lhes venha faltar alimento e vestuário, eles se unirão ao mundo na transgressão da lei de Deus. A Terra estará inteiramente sob meu domínio'". Profetas e Reis, p. 183.
A autenticidade do e-mail e do seu conteúdo foi confirmada à agência noticiosa Efe por uma fonte do ministério das Finanças, que não revelou mais detalhes.
Entre as propostas mais polêmicas incluiu-se o aumento da semana laboral para seis dias e a redução para 11 horas do descanso mínimo entre turnos de trabalho, para além da eliminação das restrições às trocas dos turnos da manhã e de tarde, de acordo com as necessidades do empregador, precisa o diário "Imerisia". [grifo acrescentado]
A "troika" de credores internacionais exige ainda a redução para metade da indemnização por despedimento e do prazo de que dispõe o empresário para notificar a rescisão do contrato. Pretende ainda que seja diminuída a contribuição das empresas para o Fundo de Segurança Social, apesar da crescente diminuição das receitas do Estado neste setor.
"Não são propostas novas, a 'troika' leva sempre algum tempo a formulá-las. Mas de momento são apenas propostas, não significa que sejam aceites pelo Governo grego", disse à Efe uma fonte ministerial.
A taxa de desemprego na Grécia situou-se em maio nos 23,1% (54,9% entre os menores de 25 anos) e o poder de compra dos trabalhadores recuou para o nível registado há três décadas, de acordo com os estudos dos sindicatos.
Em declarações à agência noticiosa AP, Savvas Rombolis, responsável da Confederação Geral dos Trabalhadores Gregos (GSEE, que abrange o setor privado), admitiu que o desemprego no país atingirá 29% em 2013 caso o Governo aplique as novas medidas de austeridade exigidas pela "troika" e que implicam novos cortes avaliados em 11,5 mil milhões de euros em 2012-1013.
"A economia grega continua a decair. Em 2012, esperamos uma queda de sete por cento no PIB. Isso vai originar uma taxa de desemprego de 24%, 1,2 milhões de pessoas", alertou.
Os inspetores dos credores internacionais encontram-se em Atenas desde a semana passada, e na sexta-feira são separados os chefes da missão para negociar com o executivo de coligação de Antonis Samaras o novo plano de cortes orçamentais.
A aprovação das novas medidas, que estão a ser discutidas pelo Governo, é considerada decisiva para a concessão de uma nova fatia de 31 mil milhões de euros, provenientes do segundo memorando de entendimento negociado com Atenas em fevereiro passado.
Fonte: Jornal de Noticias
NOTA: Conforme o blog O Tempo Final destacou, não resta dúvida de que o domingo será o único dia privilegiado compulsoriamente. E por trás dos bastidores Roma continua exercendo seu poder sobre todos. O que me faz lembrar do texto:
"Durante a dispensação cristã, o grande inimigo da felicidade do homem fez do sábado do quarto mandamento um objeto de ataque especial. Satanás diz: 'Eu atravessarei os propósitos de Deus. Capacitarei meus seguidores a porem de lado o memorial de Deus, o sábado do sétimo dia. Assim, mostrarei ao mundo que o dia abençoado e santificado por Deus foi mudado. Esse dia não perdurará na mente do povo. Apagarei a lembrança dele... Eu farei a observância do sétimo dia um sinal de deslealdade para com as autoridades da Terra. As leis humanas serão feitas tão rígidas que os homens e mulheres não ousarão observar o sábado do sétimo dia. Pelo temor de que lhes venha faltar alimento e vestuário, eles se unirão ao mundo na transgressão da lei de Deus. A Terra estará inteiramente sob meu domínio'". Profetas e Reis, p. 183.
terça-feira, agosto 28, 2012
Projeto de Lei em Belo Horizonte pretende fechar os supermercados aos domingos
Depois de ser obrigado a rever o modo de fazer compras, com a proibição da distribuição de sacolinhas plásticas, o consumidor pode se ver novamente diante de novo desafio: fazer compras somente de segunda a sábado. Um polêmico projeto de lei prevê o fechamento dos supermercados aos domingos em Belo Horizonte sob a justificativa de garantir mais qualidade de vida aos trabalhadores do setor. Ontem, em audiência pública na Comissão de Meio Ambiente e Política Urbana, centenas de empregados lotaram o plenário da Câmara para reivindicar o direito.
O domingo é apontado como o segundo dia no ranking de compras em supermercados, segundo a Associação Mineira de Supermercados (Amis), atrás do sábado. Pelo projeto de lei, elaborado pelo vereador Léo Burguês (PSDB) com base em abaixo-assinado apresentado por funcionários do setor, ficariam proibidos de abrir empreendimentos “do comércio varejista de gênero alimentício com mais de duas caixas registradoras”, garantindo o funcionamento de estabelecimentos de bairro de porte menor para a compra de produtos pontuais. Caso ocorra desrespeito ao texto, é prevista multa de R$ 10 mil por dia de abertura, com pagamento dobrado em caso de reincidência e até mesmo possibilidade de cassação de alvará de funcionamento se persistir.
Mas o benefício para os trabalhadores pode gerar transtornos consideráveis para o consumidor. Muitas famílias aproveitam o fato de trabalhar durante a semana para fazer compras para a casa na folga de domingo. “É um dia em que as pessoas que trabalham fora têm mais tempo”, afirma a presidente do Movimento das Donas de Casa, Lúcia Pacífico.
Acostumada a fazer compras nas folgas de domingo, a assistente comercial Maria Laura Rodrigues classifica como horrível o projeto. “Belo Horizonte é um interior. Tudo fecha domingo. É um retrocesso. No Rio e em São Paulo o comércio abre normalmente”, critica. O engenheiro Antônio Carlos Cardoso Pereira tem opinião semelhante. Ele diz que só vai aos supermercados durante a semana para compras pontuais, deixando o “pesado” para os domingos. Sábado, quando ele folga, prefere evitar os estabelecimentos, sempre lotados. “A maioria das pessoas só têm domingo e feriado livres”, afirma.
Ontem, na audiência pública, com cartazes com o dizer “Até Deus folgou no sétimo dia” e frases semelhantes, funcionários dos supermercados da capital encheram o plenário da Câmara para pleitear a aprovação do projeto. O presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio de Belo Horizonte e Região Metropolitana, José Alves Paixão, afirma que o descanso de domingo contribui para diminuir estresse, fadiga e ainda garante ao empregado um dia com a família. Uma das críticas hoje é que nas folgas semanais os filhos e mulheres dos trabalhadores do setor varejista estão na escola ou no trabalho e, assim, não podem aproveitar em conjunto. “É uma forma de humanizar o trabalho. Qualquer um se comove com os depoimentos das famílias”, afirma o sindicalista, ressaltando que espera que não se trate apenas de mais um projeto eleitoreiro. E a meta do sindicato é expandir a medida para shoppings e outros setores varejistas.
Entre os supermercados, duas correntes dividem a opinião. Uma parcela, composta principalmente das grandes redes multinacionais, afirma ser favorável à livre iniciativa, dando margem para que cada um escolha entre abrir ou não. “O Centro, por exemplo, não tem demanda. Não tem porque abrir”, afirma o superintendente da Amis, Adilson Rodrigues. Ele diz que os supermercados em todo o mundo se tornaram referência em alimentação pronta e pré-pronta, facilitando a vida do consumidor principalmente nos fins de semana.
O empresário Alexandre Poni, da rede Verdemar, critica o projeto de lei e afirma que concordaria com o texto se ele fosse válido para o comércio em geral. Pela proposição, padarias, sacolões e empreendimentos de menor porte poderiam abrir. “Algo só para uns é discriminatório. Tem que ser uma coisa para o todo em vez de favorecer só uma parte do comércio”, afirma.
Enquanto isso, as redes de empresas regionais, como Supermercados BH, Martplus e EPA, se dizem favoráveis ao projeto de lei. Entre outros, eles consideram que é possível se ter um funcionário mais qualificado e mais satisfeito. Atualmente, com a taxa de desemprego em 4,4%, segundo dados Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), um dos dificultadores na contratação de mão de obra é o fato de o empregador prever plantão aos domingos. “Hoje ninguém quer trabalhar no comércio. Só consegue um ou outro e ainda insatisfeito”, afirma o diretor de Marketing da DMA Distribuidora (das bandeiras EPA, Martplus e ViaBrasil), Roberto Gosende. Ele afirma ser totalmente favorável ao projeto de lei e acredita que o cliente se adaptaria facilmente a obrigatoriedade de fazer compras de segunda-feira a sábado.
Fonte: Estado de Minas
NOTA: São dois extremos danosos. De um lado, negar ao trabalhador um dia de descanso semanal para estar com sua família e até professar sua religião. O outro extremo, também prejudicial, é predeterminar um dia fixo de descanso para todos de modo indiscriminado (no caso em questão o domingo), porque numa sociedade plural e desenvolvida, o ideal seria a lei possibilitar a escolha do descanso também aos sábados (a falta de mão-de-obra seria amenizada uma vez que os guardadores do sábado não procuram trabalho no comércio porque não há espaço que garanta sua "qualidade de vida"). Os sindicatos, na maioria dos casos, agindo sob o pretexto de "melhor qualidade de vida" para os trabalhadores, estão sob a influência da igreja católica e não demonstram o mínimo interesse em atentar para a "qualidade de vida" dos que guardam o sábado... Infelizmente, o poder de Roma está só começando...
O domingo é apontado como o segundo dia no ranking de compras em supermercados, segundo a Associação Mineira de Supermercados (Amis), atrás do sábado. Pelo projeto de lei, elaborado pelo vereador Léo Burguês (PSDB) com base em abaixo-assinado apresentado por funcionários do setor, ficariam proibidos de abrir empreendimentos “do comércio varejista de gênero alimentício com mais de duas caixas registradoras”, garantindo o funcionamento de estabelecimentos de bairro de porte menor para a compra de produtos pontuais. Caso ocorra desrespeito ao texto, é prevista multa de R$ 10 mil por dia de abertura, com pagamento dobrado em caso de reincidência e até mesmo possibilidade de cassação de alvará de funcionamento se persistir.
Mas o benefício para os trabalhadores pode gerar transtornos consideráveis para o consumidor. Muitas famílias aproveitam o fato de trabalhar durante a semana para fazer compras para a casa na folga de domingo. “É um dia em que as pessoas que trabalham fora têm mais tempo”, afirma a presidente do Movimento das Donas de Casa, Lúcia Pacífico.
Acostumada a fazer compras nas folgas de domingo, a assistente comercial Maria Laura Rodrigues classifica como horrível o projeto. “Belo Horizonte é um interior. Tudo fecha domingo. É um retrocesso. No Rio e em São Paulo o comércio abre normalmente”, critica. O engenheiro Antônio Carlos Cardoso Pereira tem opinião semelhante. Ele diz que só vai aos supermercados durante a semana para compras pontuais, deixando o “pesado” para os domingos. Sábado, quando ele folga, prefere evitar os estabelecimentos, sempre lotados. “A maioria das pessoas só têm domingo e feriado livres”, afirma.
Ontem, na audiência pública, com cartazes com o dizer “Até Deus folgou no sétimo dia” e frases semelhantes, funcionários dos supermercados da capital encheram o plenário da Câmara para pleitear a aprovação do projeto. O presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio de Belo Horizonte e Região Metropolitana, José Alves Paixão, afirma que o descanso de domingo contribui para diminuir estresse, fadiga e ainda garante ao empregado um dia com a família. Uma das críticas hoje é que nas folgas semanais os filhos e mulheres dos trabalhadores do setor varejista estão na escola ou no trabalho e, assim, não podem aproveitar em conjunto. “É uma forma de humanizar o trabalho. Qualquer um se comove com os depoimentos das famílias”, afirma o sindicalista, ressaltando que espera que não se trate apenas de mais um projeto eleitoreiro. E a meta do sindicato é expandir a medida para shoppings e outros setores varejistas.
Entre os supermercados, duas correntes dividem a opinião. Uma parcela, composta principalmente das grandes redes multinacionais, afirma ser favorável à livre iniciativa, dando margem para que cada um escolha entre abrir ou não. “O Centro, por exemplo, não tem demanda. Não tem porque abrir”, afirma o superintendente da Amis, Adilson Rodrigues. Ele diz que os supermercados em todo o mundo se tornaram referência em alimentação pronta e pré-pronta, facilitando a vida do consumidor principalmente nos fins de semana.
O empresário Alexandre Poni, da rede Verdemar, critica o projeto de lei e afirma que concordaria com o texto se ele fosse válido para o comércio em geral. Pela proposição, padarias, sacolões e empreendimentos de menor porte poderiam abrir. “Algo só para uns é discriminatório. Tem que ser uma coisa para o todo em vez de favorecer só uma parte do comércio”, afirma.
Enquanto isso, as redes de empresas regionais, como Supermercados BH, Martplus e EPA, se dizem favoráveis ao projeto de lei. Entre outros, eles consideram que é possível se ter um funcionário mais qualificado e mais satisfeito. Atualmente, com a taxa de desemprego em 4,4%, segundo dados Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), um dos dificultadores na contratação de mão de obra é o fato de o empregador prever plantão aos domingos. “Hoje ninguém quer trabalhar no comércio. Só consegue um ou outro e ainda insatisfeito”, afirma o diretor de Marketing da DMA Distribuidora (das bandeiras EPA, Martplus e ViaBrasil), Roberto Gosende. Ele afirma ser totalmente favorável ao projeto de lei e acredita que o cliente se adaptaria facilmente a obrigatoriedade de fazer compras de segunda-feira a sábado.
Fonte: Estado de Minas
NOTA: São dois extremos danosos. De um lado, negar ao trabalhador um dia de descanso semanal para estar com sua família e até professar sua religião. O outro extremo, também prejudicial, é predeterminar um dia fixo de descanso para todos de modo indiscriminado (no caso em questão o domingo), porque numa sociedade plural e desenvolvida, o ideal seria a lei possibilitar a escolha do descanso também aos sábados (a falta de mão-de-obra seria amenizada uma vez que os guardadores do sábado não procuram trabalho no comércio porque não há espaço que garanta sua "qualidade de vida"). Os sindicatos, na maioria dos casos, agindo sob o pretexto de "melhor qualidade de vida" para os trabalhadores, estão sob a influência da igreja católica e não demonstram o mínimo interesse em atentar para a "qualidade de vida" dos que guardam o sábado... Infelizmente, o poder de Roma está só começando...
sexta-feira, agosto 24, 2012
Pesquisadora árabe mostra o outro lado do conflito na Síria
A maioria dos sírios deseja a manutenção da ordem e da paz na Síria e acredita que apenas o Presidente Bashar Al Assad pode manter esta ordem e fortalecer as instituições do país. A Síria que eu conheço e que visito e convivo há mais de 35 anos tem uma população que tem um alto grau de politização e conhece muito bem as dificuldades e os estigmas que vivem tanto o povo, quanto o governo da Síria. Por convicção, defendem o princípio da soberania nacional, da autodeterminação e da não ingerência estrangeira.
O cidadão sírio tem consciência e critica a corrupção e morosidade da atual máquina burocrática deste governo da Síria; deseja reformas, deseja o combate à corrupção, mas entende que esta luta deve se processar de forma pacífica, as mudanças têm que ser construídas e o governo de Bashar Al Assad está empenhado nestas reformas.
A população síria está acostumada com conforto, segurança, estabilidade. País predominantemente agrícola, tem no trigo, algodão de fibra longa e no azeite a base de sua produção. Em seu subsolo, possuí petróleo e gás. Enfrenta problemas políticos que impedem a modernização de suas refinarias e a prospecção de suas riquezas.
A vocação de hospitalidade somada à rica e milenar história da Síria despertou o setor de turismo nos últimos anos. O investimento em estradas, em hotelaria e em serviços, vinha fomentando o turismo do mundo inteiro para a Síria. É um país distribuidor de bens e serviços para todo o mundo árabe seja da Península Arábica, seja do Norte da África.
Não é uma sociedade perfeita. Transitou do socialismo ao quase capitalismo em menos de 12 anos. A Síria dos últimos 42 anos saiu da miséria e do feudalismo para um socialismo e uma prosperidade cada vez mais visível em cada um de seus cidadãos. O país mais laico do Oriente Médio teve na educação a base do seu desenvolvimento.
Foi este regime, no período do pai Hafez Assad que conseguiu implantar a reforma agrária (anos setenta) e os Sírios sunitas, grandes proprietários de terras e pertencentes ás famílias tradicionais, imigraram para a Europa e EUA. Alguns dos filhos destes sírios sonham em retornar… Mas apenas para promover a deposição do regime e ocupar o poder.
A Síria hoje tem uma população de 22 milhões de habitantes; a maioria de 70% é de muçulmanos sunitas; e os demais são 13% Alauítas; 12% de cristãos; e 5% de drusos, turcomanos e outros.
Os grupos rebeldes que foram cooptados pelo eixo EUA, Israel, OTAN e CCG [Conselho de Cooperação do Golfo], não representavam nem 1% da população síria, no início das manifestações. Mas com o acirramento dos enfrentamentos, com o dinheiro rolando solto e com as armas sendo distribuídas em abundancia, e recebendo aplausos da comunidade internacional, sentiram que deveriam lutar até depor o inimigo: o governo do Presidente Bashar Al Assad….
Uma luta cuja motivação é de natureza econômica e política, foi sendo construído e acirrado nas camadas de baixa renda e transformado em conflito sectário. A mídia-empresa ocidental funciona como papagaios da retransmissão das agências de notícias ocidentais. Estou com saudade de nossos analistas políticos, de nossos correspondentes e do verdadeiro jornalismo.
A IMPRENSA no ocidente é teleguiada pela leitura equivocada dos EUA e OTAN, e desde o início do conflito, usou a comunicação para desinformar e para doutrinar o cidadão brasileiro, apoiando e retransmitindo apenas a opinião dos rebeldes. A imprensa brasileira subestima a inteligência do telespectador e oferece o Fast Food pronto que as agências de notícia transmitem. Foi e tem sido parcial e irresponsável ao veicular informações falsas para referendar seus conceitos.
O que observamos na imprensa do ocidente é sempre um jornalismo dirigido e copiado das agencias de notícia como a BBC, France Press e Reuters, todos copiando a Al Jazeera (Qatar) e transmitindo apenas as notícias do Conselho Nacional Sírio, Exercito Livre Sírio e do Observatório Sírio dos Direitos Humanos (um cidadão sírio em Londres, posicionado na sua lojinha com um computador e retransmitindo todas as mentiras e barbaridades que a TV Al Jazeera lhe pedia).
Temos relatos das montagens de cenas, blefes, cenas do Iraque como sendo Síria, helicóptero do Afeganistão como sendo Sírio. Montagem de sons dos ataques. Durante os ataques em Homs a TV Síria retransmitia vídeos amadores que captavam os bastidores das gravações que eram encomendadas pela Al Jazeera.
A estratégia da imprensa foi focar na ”Primavera Árabe da Praça Tahrir”, este movimento popular emocionou e contagiou os jovens no mundo todo e em especial nos países árabes; e como rastilho de pólvora seguiu para a Líbia e em poucos dias foi votada a moção no Conselho de Segurança da ONU que autorizou a criação de uma zona tampão na Líbia, com a alegação de “responsabilidade de proteger” que permitiu a entrada da máquina de matar da OTAN e aliados que lutaram junto com a Al Qaeda em Benghazi e depois em toda Líbia. .
A guerra humanitária da OTAN e aliados já matou mais de 150 mil pessoas na Líbia. Criou um caos quase impossível de ser reordenado; destruiu a infraestrutura de um povo que vivia bem, com garantias de toda a espécie assegurada pelo governo. Não considero o governo de Muamar Al Kadafi o ideal, mas este é o país que eles puderam construir e prosperar.Perdeu o povo Líbio, perdeu o povo africano a quem Kadafi ajudava e venceu a França e seus aliados com os novos contratos para se apossar das bacias de petróleo.
A quem a OTAN e seus aliados vieram proteger? A seus próprios interesses.
A opinião pública mundial parou pasma com a chamada “primavera Árabe”. Apesar da experiência acumulada e do cuidado de muitos de nós, queríamos crer que havia de fato uma primavera árabe… Que ilusão! Bastaram poucos dias para assistir pela TV que o cenário preparado já tinha um script pronto e manipulado na Líbia através do Sarkosy desde outubro de 2010 (quatro meses antes da entrada da Líbia na onda da “Primavera”).
No Egito, ocorreu o mesmo, e tomamos conhecimento da presença de agentes americanos junto aos manifestantes na Praça Tahrir, e que chegaram a ser detidos pelas forças de segurança no Cairo. A diplomacia americana, resolveu o episódio que sumiu da imprensa, e em seguida, convidaram a representação da Irmandade Muçulmana em quatro de Abril de 2012, a visitar os EUA e acertar a sua atuação no futuro governo no Egito.
Esta preparação com armas e com treinamento militar teve início de fato depois do ataque perpetrado por Israel contra o Líbano e defendido bravamente pelo Hezbollah em julho de 2006. Se já havia uma intenção dos EUA em destruir o governo de Damasco, passou a ser um ponto de honra para EUA e Israel: Afinal, os mísseis que foram usados pelo Hezbollah e pelo Hamas foram fabricados e fornecidos por Damasco.
Na Síria em janeiro de 2011 a embaixada Americana recebe como embaixador o agente americano Robert Stephen Ford, assessor do especialista em inteligência o americano John Negroponte que, no Iraque em 2004, quando foi encarregado de aplicar o plano de destruição usado em San Salvador e depois replicado no Iraque.
O objetivo agora era instaurar o caos na Síria: ele conseguiu em 60 dias transformar a Síria de um país pacífico, seguro, tranqüilo e confiante, em um país instável, inseguro e em guerra de destruição e desgaste que já dura 16 meses.
A Rússia e a China, signatários do tratado de Xangai, e membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, após os acontecimentos na Líbia e a licença para destruir que foi concedida à OTAN, viram que o Ocidente, está desestabilizando a região do Oriente Médio e avançando em áreas estratégicas para o Grupo de Xangai. A Rússia e China defendem seus próprios interesses ao defender os interesses do povo e governo Sírio. Ao mesmo tempo em que a queda de Damasco pode balcanizar toda a região e envolver atores regionais que até agora permanecem fora do conflito.
A Rússia tem relações privilegiadas, com a Síria de longa data, que lhe possibilita a presença de uma Base Militar Russa no Porto de Tartus. Somam-se a isto, uma relação afetiva com a forte e representativa população Cristã Ortodoxa da Síria.
Com a China, a relação Sino- Síria tem base em tratados culturais, artísticos, econômicos e políticos. Hoje, com o isolamento do Irã, quem está adquirindo o petróleo iraniano é a China, inclusive comprando-o por um preço abaixo do mercado, e com uma negociação em moeda local. Ganha neste negócio a China e o Irã… Perdem os EUA e o dólar americano, e perde também a União Européia…
A quem interessa esta luta sectária na Síria de muçulmanos Sunitas X muçulmano Xiitas (que dividem o governo com Cristãos, drusos e Alauítas)? Aos países do Golfo: Qatar, Arábia Saudita e Turquia, aliados e interpretes do desejo dos EUA, Israel e OTAN. Por que, ao derrubar a Síria, o caminho fica livre para derrubar o Hezbollah no sul do Líbano e para atingir o Irã. Portanto, o objetivo é ter o caminho livre para o Irã e de lá para os gasodutos e oleodutos de toda região.
Outro interesse dos EUA e aliados é a mais importante bacia de gás que está na costa mediterrânea da Síria: ora, se o século XX foi o século do petróleo, o século XXI é o século do Gás. Esta disputa já está lançada entre americanos, russos e alemães.
Claude Fahd Hajjar
Vice-Presidente da Fearab América (Federação de Entidades Americano-Árabes)
Autora do livro “Imigração Árabe 100 anos de Reflexão”
Fonte: IAnoticia
NOTA: Além da motivação política-econômica, que a pesquisadora demonstra conhecer muito bem, há uma motivação religiosa aparentemente oculta que, só através das profecias bíblicas é possível discernir (se você quer saber qual é leia aqui). Infelizmente, esse conflito, mais cedo ou mais tarde envolverá diversos outros países do Oriente Médio, inclusive o Irã, assumindo contorno de uma guerra mundial...
O cidadão sírio tem consciência e critica a corrupção e morosidade da atual máquina burocrática deste governo da Síria; deseja reformas, deseja o combate à corrupção, mas entende que esta luta deve se processar de forma pacífica, as mudanças têm que ser construídas e o governo de Bashar Al Assad está empenhado nestas reformas.
A população síria está acostumada com conforto, segurança, estabilidade. País predominantemente agrícola, tem no trigo, algodão de fibra longa e no azeite a base de sua produção. Em seu subsolo, possuí petróleo e gás. Enfrenta problemas políticos que impedem a modernização de suas refinarias e a prospecção de suas riquezas.
A vocação de hospitalidade somada à rica e milenar história da Síria despertou o setor de turismo nos últimos anos. O investimento em estradas, em hotelaria e em serviços, vinha fomentando o turismo do mundo inteiro para a Síria. É um país distribuidor de bens e serviços para todo o mundo árabe seja da Península Arábica, seja do Norte da África.
Não é uma sociedade perfeita. Transitou do socialismo ao quase capitalismo em menos de 12 anos. A Síria dos últimos 42 anos saiu da miséria e do feudalismo para um socialismo e uma prosperidade cada vez mais visível em cada um de seus cidadãos. O país mais laico do Oriente Médio teve na educação a base do seu desenvolvimento.
Foi este regime, no período do pai Hafez Assad que conseguiu implantar a reforma agrária (anos setenta) e os Sírios sunitas, grandes proprietários de terras e pertencentes ás famílias tradicionais, imigraram para a Europa e EUA. Alguns dos filhos destes sírios sonham em retornar… Mas apenas para promover a deposição do regime e ocupar o poder.
A Síria hoje tem uma população de 22 milhões de habitantes; a maioria de 70% é de muçulmanos sunitas; e os demais são 13% Alauítas; 12% de cristãos; e 5% de drusos, turcomanos e outros.
Os grupos rebeldes que foram cooptados pelo eixo EUA, Israel, OTAN e CCG [Conselho de Cooperação do Golfo], não representavam nem 1% da população síria, no início das manifestações. Mas com o acirramento dos enfrentamentos, com o dinheiro rolando solto e com as armas sendo distribuídas em abundancia, e recebendo aplausos da comunidade internacional, sentiram que deveriam lutar até depor o inimigo: o governo do Presidente Bashar Al Assad….
Uma luta cuja motivação é de natureza econômica e política, foi sendo construído e acirrado nas camadas de baixa renda e transformado em conflito sectário. A mídia-empresa ocidental funciona como papagaios da retransmissão das agências de notícias ocidentais. Estou com saudade de nossos analistas políticos, de nossos correspondentes e do verdadeiro jornalismo.
A IMPRENSA no ocidente é teleguiada pela leitura equivocada dos EUA e OTAN, e desde o início do conflito, usou a comunicação para desinformar e para doutrinar o cidadão brasileiro, apoiando e retransmitindo apenas a opinião dos rebeldes. A imprensa brasileira subestima a inteligência do telespectador e oferece o Fast Food pronto que as agências de notícia transmitem. Foi e tem sido parcial e irresponsável ao veicular informações falsas para referendar seus conceitos.
O que observamos na imprensa do ocidente é sempre um jornalismo dirigido e copiado das agencias de notícia como a BBC, France Press e Reuters, todos copiando a Al Jazeera (Qatar) e transmitindo apenas as notícias do Conselho Nacional Sírio, Exercito Livre Sírio e do Observatório Sírio dos Direitos Humanos (um cidadão sírio em Londres, posicionado na sua lojinha com um computador e retransmitindo todas as mentiras e barbaridades que a TV Al Jazeera lhe pedia).
Temos relatos das montagens de cenas, blefes, cenas do Iraque como sendo Síria, helicóptero do Afeganistão como sendo Sírio. Montagem de sons dos ataques. Durante os ataques em Homs a TV Síria retransmitia vídeos amadores que captavam os bastidores das gravações que eram encomendadas pela Al Jazeera.
A estratégia da imprensa foi focar na ”Primavera Árabe da Praça Tahrir”, este movimento popular emocionou e contagiou os jovens no mundo todo e em especial nos países árabes; e como rastilho de pólvora seguiu para a Líbia e em poucos dias foi votada a moção no Conselho de Segurança da ONU que autorizou a criação de uma zona tampão na Líbia, com a alegação de “responsabilidade de proteger” que permitiu a entrada da máquina de matar da OTAN e aliados que lutaram junto com a Al Qaeda em Benghazi e depois em toda Líbia. .
A guerra humanitária da OTAN e aliados já matou mais de 150 mil pessoas na Líbia. Criou um caos quase impossível de ser reordenado; destruiu a infraestrutura de um povo que vivia bem, com garantias de toda a espécie assegurada pelo governo. Não considero o governo de Muamar Al Kadafi o ideal, mas este é o país que eles puderam construir e prosperar.Perdeu o povo Líbio, perdeu o povo africano a quem Kadafi ajudava e venceu a França e seus aliados com os novos contratos para se apossar das bacias de petróleo.
A quem a OTAN e seus aliados vieram proteger? A seus próprios interesses.
A opinião pública mundial parou pasma com a chamada “primavera Árabe”. Apesar da experiência acumulada e do cuidado de muitos de nós, queríamos crer que havia de fato uma primavera árabe… Que ilusão! Bastaram poucos dias para assistir pela TV que o cenário preparado já tinha um script pronto e manipulado na Líbia através do Sarkosy desde outubro de 2010 (quatro meses antes da entrada da Líbia na onda da “Primavera”).
No Egito, ocorreu o mesmo, e tomamos conhecimento da presença de agentes americanos junto aos manifestantes na Praça Tahrir, e que chegaram a ser detidos pelas forças de segurança no Cairo. A diplomacia americana, resolveu o episódio que sumiu da imprensa, e em seguida, convidaram a representação da Irmandade Muçulmana em quatro de Abril de 2012, a visitar os EUA e acertar a sua atuação no futuro governo no Egito.
Esta preparação com armas e com treinamento militar teve início de fato depois do ataque perpetrado por Israel contra o Líbano e defendido bravamente pelo Hezbollah em julho de 2006. Se já havia uma intenção dos EUA em destruir o governo de Damasco, passou a ser um ponto de honra para EUA e Israel: Afinal, os mísseis que foram usados pelo Hezbollah e pelo Hamas foram fabricados e fornecidos por Damasco.
Na Síria em janeiro de 2011 a embaixada Americana recebe como embaixador o agente americano Robert Stephen Ford, assessor do especialista em inteligência o americano John Negroponte que, no Iraque em 2004, quando foi encarregado de aplicar o plano de destruição usado em San Salvador e depois replicado no Iraque.
O objetivo agora era instaurar o caos na Síria: ele conseguiu em 60 dias transformar a Síria de um país pacífico, seguro, tranqüilo e confiante, em um país instável, inseguro e em guerra de destruição e desgaste que já dura 16 meses.
A Rússia e a China, signatários do tratado de Xangai, e membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, após os acontecimentos na Líbia e a licença para destruir que foi concedida à OTAN, viram que o Ocidente, está desestabilizando a região do Oriente Médio e avançando em áreas estratégicas para o Grupo de Xangai. A Rússia e China defendem seus próprios interesses ao defender os interesses do povo e governo Sírio. Ao mesmo tempo em que a queda de Damasco pode balcanizar toda a região e envolver atores regionais que até agora permanecem fora do conflito.
A Rússia tem relações privilegiadas, com a Síria de longa data, que lhe possibilita a presença de uma Base Militar Russa no Porto de Tartus. Somam-se a isto, uma relação afetiva com a forte e representativa população Cristã Ortodoxa da Síria.
Com a China, a relação Sino- Síria tem base em tratados culturais, artísticos, econômicos e políticos. Hoje, com o isolamento do Irã, quem está adquirindo o petróleo iraniano é a China, inclusive comprando-o por um preço abaixo do mercado, e com uma negociação em moeda local. Ganha neste negócio a China e o Irã… Perdem os EUA e o dólar americano, e perde também a União Européia…
A quem interessa esta luta sectária na Síria de muçulmanos Sunitas X muçulmano Xiitas (que dividem o governo com Cristãos, drusos e Alauítas)? Aos países do Golfo: Qatar, Arábia Saudita e Turquia, aliados e interpretes do desejo dos EUA, Israel e OTAN. Por que, ao derrubar a Síria, o caminho fica livre para derrubar o Hezbollah no sul do Líbano e para atingir o Irã. Portanto, o objetivo é ter o caminho livre para o Irã e de lá para os gasodutos e oleodutos de toda região.
Outro interesse dos EUA e aliados é a mais importante bacia de gás que está na costa mediterrânea da Síria: ora, se o século XX foi o século do petróleo, o século XXI é o século do Gás. Esta disputa já está lançada entre americanos, russos e alemães.
Claude Fahd Hajjar
Vice-Presidente da Fearab América (Federação de Entidades Americano-Árabes)
Autora do livro “Imigração Árabe 100 anos de Reflexão”
Fonte: IAnoticia
NOTA: Além da motivação política-econômica, que a pesquisadora demonstra conhecer muito bem, há uma motivação religiosa aparentemente oculta que, só através das profecias bíblicas é possível discernir (se você quer saber qual é leia aqui). Infelizmente, esse conflito, mais cedo ou mais tarde envolverá diversos outros países do Oriente Médio, inclusive o Irã, assumindo contorno de uma guerra mundial...
domingo, agosto 19, 2012
quarta-feira, agosto 15, 2012
O descanso dominical no rastro da crise espanhola - Parte 2
O texto completo (espanhol) pode ser lido aqui.
NOTA: Todo trabalhador deve ter um dia semanal de repouso, independente de crises. É uma necessidade tão grande que o próprio Deus a prescreveu no Decálogo - "Lembra-te do dia de sábado [sétimo dia] para o santificar..." (Ex 20:8-11). O que chama a atenção na matéria acima é a argumentação usada definindo o descanso dominical como "bem comum", tese esta que capciosamente leva à violação dos direitos individuais das minorias estabelecendo, na verdade, uma tirania. É bom lembrar que a mudança da guarda do sétimo dia para o domingo foi feita pela Igreja Católica sem nenhuma autorização das Escrituras. O sábado bíblico continua como preceito divino ainda hoje. "E abençoou Deus o dia sétimo." (Gn 2:3) - na teologia bíblica, quando Deus abençoa algo, a benção é para sempre! (2Sm 7:29; 1Cr 17:27).
quinta-feira, julho 26, 2012
Projeto de Lei para auditar o FED é aprovado
O projeto de Lei de Ron Paul para auditar o Federal Reserve [Fed] foi aprovado pela maioria na Câmara dos Representantes [EUA]. O resultado final foi 327 contra 98, e todos menos um republicano e 89 democratas votaram sim. A lei teve mais de 274 patrocinadores e enfrentou uma forte oposição dos democratas e do Federal Reserve. A legislação permitirá aos auditores conduzir investigações detalhadas das operações monetárias do cartel de bancos privado.
“O acordo outorgou ampla autoridade ao Escritório de Contabilidade do Governo [espécie de Controladoria Geral da União] para examinar as operações do Fed e requerer maiores informações do Banco Central, incluindo exames da janela de crédito do Fed e sua compra e venda de títulos públicos”, informou esta tarde o Washington Post.
Antes da aprovação, Ron Paul afirmou que os norte-americanos estão “cansados e fartos do que aconteceu no resgate financeiro, onde os ricos foram resgatados e os pobres perderam seus empregos e lares”.
“É o momento de enfrentarmos o Fed, que agora age como uma espécie de classe sacerdotal exaltada, que não presta contas à democracia”, disse o republicano Dennis Kucinich.
Há necessidade de aguardar o projeto converter-se em Lei, já que precisa ainda da aprovação do Senado e da assinatura do presidente Obama.
Fonte: Infowars
NOTA: Se você quer entender a dimensão exata desde projeto de Lei, veja este post aqui.
“O acordo outorgou ampla autoridade ao Escritório de Contabilidade do Governo [espécie de Controladoria Geral da União] para examinar as operações do Fed e requerer maiores informações do Banco Central, incluindo exames da janela de crédito do Fed e sua compra e venda de títulos públicos”, informou esta tarde o Washington Post.
Antes da aprovação, Ron Paul afirmou que os norte-americanos estão “cansados e fartos do que aconteceu no resgate financeiro, onde os ricos foram resgatados e os pobres perderam seus empregos e lares”.
“É o momento de enfrentarmos o Fed, que agora age como uma espécie de classe sacerdotal exaltada, que não presta contas à democracia”, disse o republicano Dennis Kucinich.
Há necessidade de aguardar o projeto converter-se em Lei, já que precisa ainda da aprovação do Senado e da assinatura do presidente Obama.
Fonte: Infowars
NOTA: Se você quer entender a dimensão exata desde projeto de Lei, veja este post aqui.
quarta-feira, julho 18, 2012
O descanso dominical no rastro da crise espanhola
O cardeal arcebispo de Madri e presidente da Conferência Episcopal Espanhola (CEE), Antonio María Rouco Varela, pediu ao judiciário do país que facilite e busque o descanso dominical das famílias que agora está ameaçado devido a liberalização total de horários para o comércio vigente na Comunidade de Madri desde o final de 2011.
"Da liberdade se pode fazer um uso muito distinto, muito variado, neste assunto que se refere a família e o descanso semanal, creio que o judiciário tem que facilitar e procurar esse descanso".
Fonte: La Vanguardia
NOTA: É apenas uma amostra de como uma crise econômica pode acelerar a discussão pública sobre a Lei Dominical. A crise gera medidas por parte dos governos para aumentar o comércio que acaba provocando reação por parte da Igreja Católica em defesa da manutenção de leis civis para o descanso dominical. Esta realidade é ainda mais fácil de ocorrer nos países onde Roma mantém sua influência sobre o governo local.
"Da liberdade se pode fazer um uso muito distinto, muito variado, neste assunto que se refere a família e o descanso semanal, creio que o judiciário tem que facilitar e procurar esse descanso".
Fonte: La Vanguardia
NOTA: É apenas uma amostra de como uma crise econômica pode acelerar a discussão pública sobre a Lei Dominical. A crise gera medidas por parte dos governos para aumentar o comércio que acaba provocando reação por parte da Igreja Católica em defesa da manutenção de leis civis para o descanso dominical. Esta realidade é ainda mais fácil de ocorrer nos países onde Roma mantém sua influência sobre o governo local.
quinta-feira, julho 12, 2012
Os bastidores na crise da União Européia
[Texto escrito em 19 de abril de 2012 por Ellen Brown, autora do livro The Web of Debt]
O golpe da Goldman Sachs que falhou na América está quase a ter êxito na Europa – um salvamento permanente, irrevogável e incontestável para os bancos que é financiado pelos contribuintes.
Em setembro de 2008 Henry Paulson, antigo presidente da Goldman Sachs, conseguiu extorquir do Congresso [norte-americano] um salvamento bancário de US$700 bilhões. Mas para ter êxito nisso ele precisou cair de joelhos e ameaçar de colapso todo o sistema financeiro global e ainda a imposição de lei marcial. E o salvamento era um caso pontual a ser efectuado só uma vez. O pedido de Paulson de um fundo de salvamento permanente – Troubled Asset Relief Program ou TARP – teve a oposição do Congresso e acabou por ser rejeitado.
Em dezembro de 2011, o presidente do Banco Central Europeu [BCE], Mario Draghi, antigo vice-presidente da Goldman Sachs Europe, conseguiu aprovar um salvamento de 500 bilhões de euros para bancos europeus sem pedir permissão a ninguém. E em Janeiro de 2012, um programa de financiamento permanente de resgates, chamado Mecanismo de Estabilidade Europeia (MEE), foi aprovado na calada da noite mal sendo mencionado pela imprensa. O MEE impõe uma dívida ilimitada a governos membros da UE, colocando os contribuintes no anzol para seja o que for que venha a ser exigido pelos eurocratas supervisores do MEE.
O golpe dos banqueiros triunfou na Europa aparentemente sem um combate. O MEE é encorajado pelos governos da eurozona, pelos seus credores e igualmente pelo "mercado", porque significa que investidores continuarão a comprar dívida soberana. Tudo é sacrificado aos pedidos dos credores, porque de que outro lugar o dinheiro pode ser obtido para manter a flutuar as dividas paralisantes dos governos da eurozona?
Há uma outra alternativa à escravidão da dívida para com os bancos. Mas, em primeiro lugar, um olhar mais atento ao ventre abominável do MEE e à silenciosa tomada do BCE pelo Goldman.
O lado escuro do MEE
O MEE é um organismo de resgate permanente destinado a substituir tanto o European Financial Stability Facility como o European Financial Stabilization Mechanism, ambos temporários, assim que Estados Membros representando 90% dos compromissos de capital o houverem ratificado, o que se espera acontecer em Julho de 2012. Um vídeo do YouTube de Dezembro de 2011 intitulado "A chocante verdade do iminente colapso da UE" , apresentado originalmente em alemão, faz revelações sobre o MEE que vale a pena aqui citar extensamente. O vídeo afirma:
Em Novembro último, sem fanfarras e mal notado pela imprensa, Mario Draghi, o antigo executivo da Goldman, substituiu Jean-Claude Trichet como governador do BCE. Draghi não perdeu tempo a fazer para os bancos o que o BCE se havia recusado a fazer para os seus governos membros – despejar dinheiro sobre eles a taxas muito baratas. O bloguista francês Simon Thorpe informa:
A juros de 18%, a dívida duplica em apenas quatro anos. É este oneroso fardo de juros, não a própria dívida, que está a paralisar a Grécia e outros países devedores. Thorpe propõe a solução óbvia:
A objecção de reserva àquela alternativa é que o Artigo 123 do Tratado de Lisboa impede o BCE de emprestar a governos. Mas Thorpe raciocina:
Se o BCE estivesse a trabalhar pelo menos sob a supervisão de governos eleitos teríamos alguma influência quando elegemos aqueles governos. Mas o grupo que agora tem as suas mãos encardidas nos instrumentos de poder agora está totalmente fora de controle.
A Goldman Sachs e os tecnocratas financeiros apossaram-se do navio europeu. A democracia saiu pela janela, tudo em nome da manutenção do banco central independente de "abusos" de governos. Mas o governo é o povo – ou deveria ser. Um governo eleito democraticamente representa o povo. Os europeus estão a ser ludibriados para abrir mão da sua querida democracia em favor de um perigoso banco de piratas financeiros, e o resto do mundo não fica muito atrás.
Ao invés de ratificar o draconiano tratado MEE [1] , os europeus seriam mais avisados se revertessem o artigo 123 do tratado de Lisboa. Então o BCE poderia emitir crédito directamente para os seus governos membros. Alternativamente, governos da eurozona poderia restabelecer sua soberania económica pela ressurreição dos seus bancos centrais de propriedade pública e utilizá-los para emitir o crédito do país em benefício do país, efectivamente isento de juro. Isto não é uma ideia nova mas historicamente tem sido utilizada com muito bom efeito, na Austrália por exemplo através do Commonwealth Bank of Australia e no Canadá através do Bank of Canada .
Hoje a emissão de dinheiro e crédito tornou-se direito privado de rentistas vampiros, os quais estão a utilizá-lo para extrair o sangue vital de economias. Este direito precisa ser devolvido a governos soberanos. O crédito deveria ser um serviço público (public utility), distribuído e administrado para o benefício do povo.
[1] O parlamento português ratificou o Tratado do MEE em 13/Abril/2012, com os votos favoráveis do PS, PSD e CDS.
[E o Senado alemão ratificou o MEE em 29/junho/2012]
Fonte: Global Research
NOTA: Os jesuítas e os "mercadores da Terra" (banqueiros ocultistas) querem levar o mundo ao caos total para que a supremacia mundial do Vaticano seja restaurada. Do meio do caos completo o bispo de Roma sairá como líder mundial reconhecido. E o sinal do poder de Roma (a guarda do domingo em oposição ao sábado do sétimo dia bíblico) será imposto ao mundo. É o fim de tudo...
Observe que desde o Tratado de Lisboa já estavam resguardadas a soberania e a responsabilidade financeira de cada Estado-Membro evitando assim que futuros problemas de risco moral provocassem qualquer tipo de intervenção. E tudo isso foi engenhosamente burlado:
O golpe da Goldman Sachs que falhou na América está quase a ter êxito na Europa – um salvamento permanente, irrevogável e incontestável para os bancos que é financiado pelos contribuintes.
Em setembro de 2008 Henry Paulson, antigo presidente da Goldman Sachs, conseguiu extorquir do Congresso [norte-americano] um salvamento bancário de US$700 bilhões. Mas para ter êxito nisso ele precisou cair de joelhos e ameaçar de colapso todo o sistema financeiro global e ainda a imposição de lei marcial. E o salvamento era um caso pontual a ser efectuado só uma vez. O pedido de Paulson de um fundo de salvamento permanente – Troubled Asset Relief Program ou TARP – teve a oposição do Congresso e acabou por ser rejeitado.
Em dezembro de 2011, o presidente do Banco Central Europeu [BCE], Mario Draghi, antigo vice-presidente da Goldman Sachs Europe, conseguiu aprovar um salvamento de 500 bilhões de euros para bancos europeus sem pedir permissão a ninguém. E em Janeiro de 2012, um programa de financiamento permanente de resgates, chamado Mecanismo de Estabilidade Europeia (MEE), foi aprovado na calada da noite mal sendo mencionado pela imprensa. O MEE impõe uma dívida ilimitada a governos membros da UE, colocando os contribuintes no anzol para seja o que for que venha a ser exigido pelos eurocratas supervisores do MEE.
O golpe dos banqueiros triunfou na Europa aparentemente sem um combate. O MEE é encorajado pelos governos da eurozona, pelos seus credores e igualmente pelo "mercado", porque significa que investidores continuarão a comprar dívida soberana. Tudo é sacrificado aos pedidos dos credores, porque de que outro lugar o dinheiro pode ser obtido para manter a flutuar as dividas paralisantes dos governos da eurozona?
Há uma outra alternativa à escravidão da dívida para com os bancos. Mas, em primeiro lugar, um olhar mais atento ao ventre abominável do MEE e à silenciosa tomada do BCE pelo Goldman.
O lado escuro do MEE
O MEE é um organismo de resgate permanente destinado a substituir tanto o European Financial Stability Facility como o European Financial Stabilization Mechanism, ambos temporários, assim que Estados Membros representando 90% dos compromissos de capital o houverem ratificado, o que se espera acontecer em Julho de 2012. Um vídeo do YouTube de Dezembro de 2011 intitulado "A chocante verdade do iminente colapso da UE" , apresentado originalmente em alemão, faz revelações sobre o MEE que vale a pena aqui citar extensamente. O vídeo afirma:
A UE está a planear um novo tratado chamado Mecanismo Europeu de Estabilidade, ou MEE: um tratado de dívida. ... O stock de capital autorizado será de 700 bilhões de euros. Pergunta: por que 700 bilhões? [Provável resposta: ele simplesmente imitou os US$700 bilhões que o Congresso dos EUA comprou em 2009].
[Artigo 9º] "... Membros do MEE por este instrumento irrevogavelmente e incondicionalmente comprometem-se a pagar a pedido qualquer chamada de capital que se lhes faça ... dentro de sete dias após a recepção do pedido". ... Se o MEE precisar dinheiro, temos sete dias para pagar. ... Mas o que significa "irrevogavelmente e incondicionalmente"? O que acontece se tivermos um novo parlamento que não queira transferir dinheiro para o MEE? ...
[Artigo 10º] "O Conselho de Governadores pode decidir mudar o capital autorizado e emendar o Artigo 8 ... correspondentemente". Pergunta: ... 700 bilhões é só o começo? O MEE pode aumentar o fundo tanto quanto quiser, em qualquer momento que quiser? E a nós então seria exigido sob o Artigo 9 que pagássemos irrevogavelmente e incondicionalmente?
[Artigo 27, linhas 2-3]: "O MEE, sua propriedade, recursos financeiros e activos ... desfrutará de imunidade em relação a toda forma de processo judicial ..." Pergunta: Então o programa MEE pode processar-nos, mas nós não podemos contestá-lo em tribunal?
[Artigo 27, linha 4]: "A propriedade, recursos financeiros e activos do MEE ... será imune a investigação, requisição, confisco, expropriação ou qualquer outra forma de captura, tomada ou arresto por acção executiva, judicial, administrativa ou legislativa". Pergunta: Isto significa que nem os nossos governos nem os nossos legisladores, nem qualquer das nossas leis democráticas têm qualquer efeito sobre a organização do MEE? Isto é um tratado bastante poderoso!
[Artigo 30]: "Governadores, governadores suplentes, directores, directores suplentes, o director administrativo e os membros da equipe serão imunes a processos legais em relação a actos por eles desempenhados ... e desfrutarão de inviolabilidade em relação aos seus papéis e documentos oficiais". Pergunta: Então alguém envolvido no MEE está fora do anzol? Eles não podem ser responsabilizados por qualquer coisa? ... O tratado estabelece uma nova organização intergovernamental para a qual nos é exigido transferir activos ilimitados dentro de sete dias a simples pedido, a uma organização que pode processar-nos mas é imune a todas as formas de processo e cujos administradores desfrutam da mesma imunidade. Não há revisores independentes e não existem leis a aplicar? Os governos não podem efectuar acções contra ele? Orçamentos nacionais nas mãos de uma única organização inter-governamental não eleita? Será isso o futuro da Europa? Será isso a nova UE – uma Europa destituída de democracias soberanas?O polvo Goldman captura o BCE
Em Novembro último, sem fanfarras e mal notado pela imprensa, Mario Draghi, o antigo executivo da Goldman, substituiu Jean-Claude Trichet como governador do BCE. Draghi não perdeu tempo a fazer para os bancos o que o BCE se havia recusado a fazer para os seus governos membros – despejar dinheiro sobre eles a taxas muito baratas. O bloguista francês Simon Thorpe informa:
Em 21 de Dezembro, o BCE "emprestou" 489 bilhões de euros a bancos europeus à taxa extremamente generosa de apenas 1% em três anos. Digo "emprestou", mas na realidade eles apenas puseram as impressoras a funcionar. O BCE não tem esse dinheiro para emprestar. É Quantitative Easing mais uma vez.
O dinheiro foi devorado de forma virtualmente instantânea por um total de 523 bancos. É a loucura completa. O BCE espera que os bancos venham a fazer algo útil com ele – como emprestar o dinheiro aos gregos, os quais estão actualmente a pagar 18% nos mercados de títulos para obterem dinheiro. Mas não há absolutamente nenhumas condições adstritas. Se os bancos decidirem pagar bónus com o dinheiro, tudo bem. Ou podem simplesmente transferir todo o dinheiro para paraísos fiscais.
A juros de 18%, a dívida duplica em apenas quatro anos. É este oneroso fardo de juros, não a própria dívida, que está a paralisar a Grécia e outros países devedores. Thorpe propõe a solução óbvia:
Por que não emprestar o dinheiro directamente para o governo grego? Ou para o governo português, actualmente tendo de contrair empréstimos a 11,9%? Ou ao governo húngaro, actualmente a pagar 8,53%? Ou ao governo irlandês agora a pagar 8,51%? Ou ao governo italiano, o qual está a pagar 7,06%?
A objecção de reserva àquela alternativa é que o Artigo 123 do Tratado de Lisboa impede o BCE de emprestar a governos. Mas Thorpe raciocina:
O meu entendimento é que o Artigo 123 está ali para impedir governos eleitos de abusarem de Bancos Centrais ordenando-lhes que imprimam dinheiro para financiar gastos excessivos. Essa, dizem-nos, é a razão porque o BCE tem de ser independente de governos. OK. Mas o que temos agora é um milhão de vezes pior. O BCE está agora totalmente nas mãos do sector bancário. "Queremos 500 bilhões de dinheiro realmente barato!!" dizem eles. OK, não há problema. Mário está aqui para acertar isso. E não é preciso consultar ninguém. No momento em que o BCE fez o anúncio, o dinheiro já havia desaparecido.
Se o BCE estivesse a trabalhar pelo menos sob a supervisão de governos eleitos teríamos alguma influência quando elegemos aqueles governos. Mas o grupo que agora tem as suas mãos encardidas nos instrumentos de poder agora está totalmente fora de controle.
A Goldman Sachs e os tecnocratas financeiros apossaram-se do navio europeu. A democracia saiu pela janela, tudo em nome da manutenção do banco central independente de "abusos" de governos. Mas o governo é o povo – ou deveria ser. Um governo eleito democraticamente representa o povo. Os europeus estão a ser ludibriados para abrir mão da sua querida democracia em favor de um perigoso banco de piratas financeiros, e o resto do mundo não fica muito atrás.
Ao invés de ratificar o draconiano tratado MEE [1] , os europeus seriam mais avisados se revertessem o artigo 123 do tratado de Lisboa. Então o BCE poderia emitir crédito directamente para os seus governos membros. Alternativamente, governos da eurozona poderia restabelecer sua soberania económica pela ressurreição dos seus bancos centrais de propriedade pública e utilizá-los para emitir o crédito do país em benefício do país, efectivamente isento de juro. Isto não é uma ideia nova mas historicamente tem sido utilizada com muito bom efeito, na Austrália por exemplo através do Commonwealth Bank of Australia e no Canadá através do Bank of Canada .
Hoje a emissão de dinheiro e crédito tornou-se direito privado de rentistas vampiros, os quais estão a utilizá-lo para extrair o sangue vital de economias. Este direito precisa ser devolvido a governos soberanos. O crédito deveria ser um serviço público (public utility), distribuído e administrado para o benefício do povo.
[1] O parlamento português ratificou o Tratado do MEE em 13/Abril/2012, com os votos favoráveis do PS, PSD e CDS.
[E o Senado alemão ratificou o MEE em 29/junho/2012]
Fonte: Global Research
NOTA: Os jesuítas e os "mercadores da Terra" (banqueiros ocultistas) querem levar o mundo ao caos total para que a supremacia mundial do Vaticano seja restaurada. Do meio do caos completo o bispo de Roma sairá como líder mundial reconhecido. E o sinal do poder de Roma (a guarda do domingo em oposição ao sábado do sétimo dia bíblico) será imposto ao mundo. É o fim de tudo...
Observe que desde o Tratado de Lisboa já estavam resguardadas a soberania e a responsabilidade financeira de cada Estado-Membro evitando assim que futuros problemas de risco moral provocassem qualquer tipo de intervenção. E tudo isso foi engenhosamente burlado:
Art. 125 - A União não é responsável por ou assumir os compromissos dos governos centrais, regionais, locais ou outras autoridades públicas, outros organismos de direito público ou empresas públicas de qualquer Estado-Membro, sem prejuízo das garantias financeiras mútuas para a execução conjunta de projeto específico. Um Estado-Membro [também] não será responsável por ou assumir os compromissos dos governos centrais, regionais, locais ou outras autoridades públicas, outros organismos de direito público ou empresas públicas de outro Estado-Membro, sem prejuízo das garantias financeiras mútuas para a execução conjunta de um projeto específico.
quarta-feira, julho 11, 2012
Celular funcionará como cartão bancário
O governo prepara um projeto de lei que criará regras para o uso de "moedas eletrônicas", o que abriria caminho para as operadoras de telefonia prestarem serviços financeiros aos bancos via celular. A Folha apurou que o projeto, que deve chegar ao Congresso em agosto, permitirá que as teles ofereçam pagamentos de contas, pequenos empréstimos e o recebimento de benefícios como aposentadoria - tendo por trás uma instituição financeira.
NOTA: A tendência da "moeda eletrônica" em lugar do "papel moeda" projeta uma imagem de "modernidade", porém, aproxima demais a sociedade do quadro profético final (Ap 13:17), uma vez que é muito mais fácil controlar os hábitos de consumo da população através da moeda eletrônica.
A Caixa Econômica Federal já estuda efetuar o pagamento do Bolsa Família via celular.
Além disso, as teles pressionam para que o projeto inclua a permissão de transações de pequeno valor sem vinculação a bancos.
Nesse caso, um torpedo, por exemplo, funcionaria como uma "moeda eletrônica".
A ideia de que as operadoras transfiram valor sem passar pelos bancos não agrada às instituições financeiras, mas o cenário em que celulares funcionam como "agências virtuais" significa economia e novos negócios.
A oferta de serviços pelo internet banking já fez cair os custos das transações bancárias. Com o celular, estima-se que haverá queda de mais 25% desses custos. Sem contar que não será preciso abrir agência em locais sem potencial de receita - e nos quais as teles já estão. Quem tiver um celular nesses locais não precisará ir a outra cidade para fazer saques. Seria usar o aparelho nas lojas que tiverem máquinas de débito ou crédito. As operadoras receberiam pela prestação desses serviços.
Mas tudo isso só acontecerá plenamente para quem usar um smartphone 3G - estima-se que 27 milhões de brasileiros possuam hoje esses aparelhos. Para que as telefônicas possam transferir valores diretamente, será preciso alterar o próprio conceito de moeda. Hoje, só há o real.
O que os técnicos avaliam é uma forma de permitir que um torpedo, por exemplo, venha a ser usado como "dinheiro" - e que possa valer como crédito trocado entre os diversos clientes das operadoras para acertar "pequenas dívidas".
Um exemplo: dois amigos se encontram para almoçar. Um paga a conta porque o outro está sem dinheiro. Este devolve por torpedo o valor ao amigo, que pode usar o crédito para quitar sua conta de telefone.
Inicialmente, o governo pensou em baixar as normas por meio de regulamento.
Mas o grupo de trabalho formado por representantes do Ministério da Fazenda, do Banco Central e do Ministério das Comunicações concluiu que seria preciso legislação específica [...]
NOTA: A tendência da "moeda eletrônica" em lugar do "papel moeda" projeta uma imagem de "modernidade", porém, aproxima demais a sociedade do quadro profético final (Ap 13:17), uma vez que é muito mais fácil controlar os hábitos de consumo da população através da moeda eletrônica.
Assinar:
Postagens (Atom)














