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quarta-feira, março 13, 2013

Eleito primeiro papa jesuíta: Francisco I

O cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio, 76, arcebispo de Buenos Aires, é o primeiro papa latino-americano da história. É também a primeira vez que o cargo é entregue a um membro da Sociedade de Jesus.

Fonte: Folha de São Paulo 

NOTA: É um bom momento para se relembrar os objetivos, estratégias e lema dos jesuítas (leia aqui).

quarta-feira, janeiro 11, 2012

Ex-alunos jesuítas em cargos de liderança na UE

Alguns viram um sinal de esperança em meio à situação européia: Herman Van Rompuy (Presidente do Conselho Europeu), Mario Draghi (Presidente do Banco Central Europeu) e Mario Monti (novo Primeiro-Ministro italiano) formam parte do grupo que busca uma solução para a crise na Europa. Em um recente discurso, Herman Van Rompuy lembrou que "os três" estudaram em instituições jesuítas: 


"Os dois colegas tecnocratas concordam comigo em uma interpretação humana da economia de mercado: Uma idéia que eu tenho sempre sustentado. Também compartilhamos a visão econômica global proposta pelo papa Bento XVI na encíclica Caritas in veritate". 


O fato de que os espanhóis acabaram de eleger outro ex-aluno, Mariano Rajoy, como primeiro-ministro, faz com que o grupo mais extremista [da Igreja Católica] fale de uma predominância da influência dos Jesuítas na Europa, embora não esteja claro o que eles querem dizer (AMDG ).
Fonte: SJWeb 


NOTA: O que pode se esperar de uma instituição e daqueles que por ela são ensinados, cujo principal objetivo seja restaurar a supremacia mundial do Vaticano, e cujo lema seja "os fins justificam os meios"? Resposta: apenas uma coisa - o cumprimento da profecia de apocalipse 13:15-17!!!


Quem viver verá...

quinta-feira, setembro 29, 2011

Uma só igreja universal, um só governo mundial

Em outras declarações, o ex-jesuíta Rivera indicou que a cortina de fumaça levantada para ocultar a relação do Vaticano com uma conspiração global, é parte de seu plano para estabelecer uma só igreja universal:


“... Os Illuminati, a Opus Dei, e os maçons são o braço armado do Vaticano. Através deles o Vaticano controla a riqueza do mundo. Habilmente, Roma vai ganhando por todas as partes aqueles que suspeitam de uma conspiração mundial. É uma tremenda cortina de fumaça para afastar a atenção do Vaticano. Isto explica porque tem sido publicados tantos livros expondo o comunismo, a Comissão Trilateral, o C.F.R., o Império Rockefeller, o Sionismo, os Illuminati, a Opus Dei, o Club de Roma, etc. A parte trágica é que a maioria dos escritores e seus seguidores estão cegos ao fato de que Roma tem criado a maioria destas organizações e as demais que se opõem. É um grande jogo” (Los Padrinos, p. 16, ênfase no original).


“Muito poucos se dão conta de que Roma está secretamente unida com os Illuminati, a maçonaria, o comunismo, o sionismo e seus subsidiários para controlar o comércio e o banco mundial... O resultado claro: uma igreja e um governo mundial” (Jack T. Chick, La Cruz Doble, Chick Publ., p. 29).


Toda esta união de forças são os instrumentos do Vaticano para promover o ecumenismo religioso para a Nova Ordem Mundial papal.


 [...]


Em 1975 o Dr. Rivera indicou que esta obra de infiltração em todos os âmbitos (sociais, políticos, econômicos e religiosos) estava quase concluída:


“Os protestantes deviam ser conquistados e usados para o benefício dos papas. Esta foi a proposta pessoal que Ignácio de Loyola fez ao Papa Paulo III, entre outras. Os jesuítas começaram de imediato a trabalhar secretamente infiltrando TODOS os grupos protestantes, incluindo suas famílias, lugares de trabalho, hospitais, escolas, colégios, etc. Atualmente [1975], os jesuítas quase completaram essa missão. De acordo com a  Biblia, o poder da igreja local é posto nas mãos do Bom Pastor. Porém, os astutos jesuítas tem logrado através do tempo tirar das mãos o poder da sede denominacional e tem empurrado quase todas as denominações protestantes para os braços do Vaticano. Isto era exatamente o que Ignácio de Loyola estabeleceu para que se cumprisse: uma igreja universal e o fim do protestantismo” (Alberto Rivera, citado por Edmond Paris, The Secret History of the Jesuits, pp. 5,6, ênfase no original).


Quando foi concluída finalmente a submissão do protestantismo ao catolicismo romano por meio do movimento ecumênico?


“O Dr. Rivera explica que estando sob o juramento dos jesuítas, foi-lhe dito que um sinal secreto seria dado aos jesuítas quando o movimento ecumênico houvesse acabado com o protestantismo, em preparação para a  assinatura de uma concordata entre o Vaticano e os Estados Unidos. O sinal seria que um presidente [norte-americano] faria o juramento em frente a um obelisco. Pela primeira vez na historia dos Estados Unidos, a cerimônia de juramento foi mudada para o lado oeste do Capitólio, e o presidente Reagan fez o juramento em frente ao monumento de Washington.” (Newsweek, 26 de fevereiro de 1981, p. 32, citado por Chick, Los Padrinos, p. 26). [Foi no mandato do mesmo presidente Reagan que, posteriormente, os EUA estabeleceram relações diplomáticas com o Vaticano - algo impensável para os Pais Fundadores].


Fonte: La Ecumenicidad Religiosa para el Nuevo Orden Mundial, p. 21 e 22.

terça-feira, janeiro 25, 2011

Os terroristas secretos


Os Estados Unidos estão vivendo um momento perigoso, possivelmente o mais perigoso de toda a sua história. Uma organização secreta tem trabalhado a partir de dentro para destruir a América, a sua Constituição e qualquer coisa que represente a sua fundação como nação. Este livro apresenta todos os detalhes e mostra quão longe chegou essa organização terrorista no processo de destruir a América. O conteúdo deste livro apresenta uma forte conexão com as profecias de Daniel 11 e Apocalipse 13. Indispensável para todo estudante das profecias bíblicas...

Pode ser lido online aqui (espanhol).

Leia também: "A História Secreta dos Jesuítas".

terça-feira, fevereiro 12, 2008

A História Secreta dos Jesuítas

A leitura deste livro é altamente recomendada para aqueles que se interessam pelo estudo das profecias bíblicas. O autor demonstra, com uma riqueza bibliográfica digna de grandes obras, o papel histórico desempenhado pelos jesuítas em destruir o regime político republicano (liberdade civil) e o protestantismo (liberdade religiosa) onde quer que existissem, tendo como único e exclusivo objetivo final: devolver ao Vaticano a supremacia política mundial (poder temporal).
O autor começa seu estudo com a fundação da ordem da Companhia de Jesus, seus objetivos, princípios e desenvolvimento histórico, passando pelos séculos XVI-XVIII. Além disso, Edmond Paris discorre sobre o posterior renascimmento da ordem jesuíta e sua atuação por trás dos bastidores da 1º e 2º Guerras Mundiais. O apoio ao regime de Hitler tinha um propósito declarado: enfraquecer as nações cujo regime político republicano e religião protestante eram um impecilho aos objetivos de supremacia da Sé Papal.

O Dr. Alberto Rivera (ex-jesuíta) escreveu na Introdução do livro:

"No momento em que Ignácio de Loyola apareceu em cena, a Reforma Protestante tinha danificado seriamente o sistema católico romano. Ele chegou à conclusão que a única possibilidade de sobrevivência para a sua 'igreja' seria através do reforço dos canônes e doutrinas a respeito do poder temporal e da instituição católica romana. Isso aconteceria não pelo simples aniquilamento das pessoas conforme os frades dominicanos se incumbiam de fazer através da Inquisição, mas pela infiltração e penetração em todos os setores da sociedade. 'O protestantismo deve ser conquistado e usado para o benefício dos papas', era a proposta pessoal de Ignácio de Loyola ao papa Paulo III. Os jesuítas começaram a trabalhar imediatamente, infiltrando-se em todos os grupos protestantes, incluindo-se aí suas famílias, locais de trabalho, hospitais, escolas, colégios e demais instituições. Atualmente, têm sua missão praticamente concluída."

O livro está disponível aqui.

"O catolicismo na verdade em muito se assemelha ao protestantismo que hoje existe; pois o protestantismo moderno muito se distancia daquele dos dias da Reforma... Estabeleça-se nos Estados Unidos o princípio de que a igreja possa empregar ou dirigir o poder do Estado; de que as observâncias religiosas possam ser impostas pelas leis seculares; em suma, que a autoridade da igreja e do Estado devem dominar a consciência, e Roma terá assegurado o triunfo nesse país". O Grande Conflito, p. 571, 581.

domingo, janeiro 20, 2008

Adolfo Nicolás é o novo "Papa Negro"

"Trata-se de alguém que experimentou os dois mundos que se querem unir: a realidade dos cristãos na Ásia e a realidade cristã na Europa", disse à Lusa o padre Miguel Gonçalves Ferreira, do Centro Universitário Padre António Vieira.

Ressalvando ser ainda "cedo para ver" eventuais diferenças com o antecessor, o holandês Peter-Hans Kolvenbach, Gonçalves Ferreira disse que a experiência asiática do novo Prepósito Geral é relevante por ser a de alguém "que compreende os dois mundos e de relevo porque um dos objectivos para a Companhia de Jesus e para toda a Igreja é o crescimento dos cristãos na Ásia".

O novo superior geral, 71 anos, hoje eleito em Roma, passou 46 anos em missão na Ásia, sobretudo no Japão, onde era professor de Teologia na prestigiada Universidade Sophia, em Tóquio.

Desde 2004, desempenhou ainda funções de moderador da Conferência Jesuíta da Ásia Oriental e da Oceânia, com incidência em Timor-Leste e nas Filipinas.

Na votação de hoje, entre os 226 delegados, estiveram os padres portugueses Nuno da Silva Gonçalves (superior da província portuguesa), Carlos Carneiro (mestre de noviços) e Manuel Morujão (conselheiro do anterior superior geral).

Na eleição esteve também o superior regional de Moçambique, o padre brasileiro Carlos Giovanni Salomão.

Adolfo Nicolás, o "Papa Negro" que é o 29 sucessor do também espanhol Santo Inácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus, vai chefiar a mais poderosa ordem da Igreja Católica e a que, entre as congregações masculinas, detém o maior número de membros: 19.126.

Nos últimos anos também os jesuítas foram afectados pela diminuição geral de vocações, tendo passado de 35.920 membros na década de 1960, para os actuais 19.126.

Na província portuguesa, que inclui Angola e Moçambique, há cerca de 250 jesuítas, dos quais 170 residem em Portugal.

Pouco conhecido no Vaticano, falando quatro idiomas, o espanhol é visto como um "homem universal" que estudou na Europa e praticou na Ásia, condições essenciais ao "Papa Negro" (pelas vestes da ordem), que tem sido visto como alguém que representa a "universalidade" e o multiculturalismo.

A seguir nos próximos tempos estão as relações com o Vaticano, depois do papa Bento XVI ter deixado claro ao seu antecessor que espera que os jesuítas reafirmem a sua "adesão total à doutrina católica" e, em particular, a "alguns pontos nevrálgicos atacados hoje em dia pela cultura secular".

O primeiro acto do novo superior geral será, no domingo, a celebração de uma missa na igreja romana de Gesú.

Fonte: SIC Online

NOTA: É impossível não perceber a "coincidência" na eleição do 29º sucessor de Inácio de Loyola, com a numerologia ocultista => 2 + 9 = 11. E 11, para os ocultistas é o número da Era de Aquário!! Saiba mais como o Vaticano está comprometido com a numerologia da Nova Ordem Mundial aqui.

segunda-feira, janeiro 07, 2008

Jesuítas escolhem novo "Papa Negro"

Não haverá fumaça branca para avisar ao mundo que ele foi eleito, mas outro tipo de conclave secreto começou na segunda-feira em Roma - o que vai escolher o novo líder mundial dos jesuítas, conhecido como "o papa negro".

Numa sede jesuíta a um quarteirão do Vaticano, 225 delegados de todo o mundo vão escolher o novo superior da maior e talvez mais influente, prestigiosa e polêmica ordem clerical católica. O líder jesuíta é chamado de "papa negro" devido à cor do manto simples que usa e por causa da sua autoridade mundial e habitualmente vitalícia - a exemplo do papa, que se veste de branco.

Mas a congregação-geral (nome oficial do encontro) neste ano será diferente. O atual superior-geral, padre Peter-Hans Kolvenbach, 79 anos [foto], recebeu do papa Bento 16 autorização para se aposentar devido à idade avançada.

Kolvenbach, um holandês de fala mansa, cabelo branco e cavanhaque, está no cargo desde 1983, guiando os jesuítas por um dos períodos mais difíceis dos seus 468 anos de história. O carismático antecessor dele, o basco Pedro Arrupe, teve vários atritos com o papa anterior, João Paulo 2o, para quem a ordem havia se tornado independente, politizada e esquerdista demais, especialmente na América Latina.

Quando Arrupe sofreu um derrame, no começo da década de 1980, João Paulo 2o apontou um representante pessoal para dirigir a ordem e impedir que ela se tornasse ainda mais esquerdista. Para alguns jesuítas, aquele foi um período sob "lei marcial pontifícia".

Kolvenbach, por sua vez, teve o mérito de restabelecer as boas relações com o Vaticano nestes 25 anos, e ao mesmo tempo lidou com questões como o declínio nas vocações religiosas na ordem fundada em 1540 por santo Inácio de Loyola e que teve o padre José de Anchieta entre seus membros.

Na década de 1960, a Sociedade de Jesus (seu nome oficial) viveu seu auge, com cerca de 36 mil integrantes, todos homens. Agora são 19,2 mil, envolvidos principalmente em educação, auxílio a refugiados e outros serviços sociais.

A eleição do sucessor de Kolvenbach deve ocorrer em meados do mês, após vários dias de orações murmuradas, pedindo orientação para a escolha - período chamado em latim de "murmuratio".

Embora as campanhas eleitorais sejam proibidíssimas - os delegados devem "entregar" quem desejar abertamente o posto - alguns nomes já circularam entre a imprensa religiosa. Um dos favoritos é o padre indiano Lisbert D'Sousa. Muitos jesuítas dizem que já é hora de o posto ser ocupado por alguém dos países em desenvolvimento.

A eleição é por voto secreto. Os participantes só podem deixar o recinto depois que o resultado for comunicado ao papa Bento 16 - mantendo a secular tradição segundo a qual o "papa branco" é o primeiro a saber quem é o "papa negro".

Fonte: Estadão Online, O Globo Online

NOTA: É a primeira vez que vejo uma agência de notícias (no caso, Reuters) confirmar o título de "papa negro" para o general dos jesuítas. Até agora, só conhecia esse fato através de livros. Essa ordem foi criada como exército para proteger o Vaticano, se necessário fosse, até mesmo do Papa. Mas, o pior de tudo dentro da Companhia de Jesus é a terrível filosofia que seguem: "Os fins justificam os meios"...