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domingo, novembro 30, 2014

Projeto de reunificação entre católicos e ortodoxos


O Papa Francisco e o Patriarca Ecumênico Bartolomeu I, líder da Igreja Ortodoxa, fizeram neste domingo uma declaração conjunta em Istambul, na Turquia, que poderia abrir o caminho para a reunificação das duas correntes cristãs, separadas há mais de mil anos.

Francisco assegurou que a união não poria riscos à tradição e aos ritos dos ortodoxos, que seriam mantidos. Segundo ele, "não se trata de absorção nem de submissão, mas sim da aceitação de todos os dons que Deus tem dado a cada um".


Católicos e ortodoxos caminham separados desde o "Grande Cisma" de 1054, quando o grupo de cristãos do Oriente questionou a soberania do papa sobre o credo em Constantinopla (atual Istambul), capital do antigo Império Romano do Oriente.

As palavras históricas foram proferidas durante o terceiro e último dia de viagem do pontífice à Turquia. Em Istambul, Francisco participou da festividade de Santo André, irmão de Pedro e um dos discípulos de Jesus, considerado o patrono da Igreja Ortodoxa. Por ser parente do primeiro papa, o santo também serve como um dos elos de ligação entre a Igreja Católica Apostólica Romana e os ortodoxos.


Fonte: O Globo 


NOTA: Em 2006 o papa Bento XVI também encontrou-se com Bartolomeu I em Istambul, encontro esse cujas implicações proféticas foram muito além do simples ecumenismo.

sexta-feira, março 14, 2014

O Céu está emocionado ou espantado?

 O Pr. Doug Batchelor analisa no vídeo a seguir o que aconteceu no último encontro evangélico da KCM (Kenneth Copeland Ministries) - importante liderança evangélica dos EUA. 

Sinais dos tempos!!






O que pensam os romanistas?

"Os protestantes têm-se intrometido com o papado, patrocinando-o; têm feito compromissos e concessões que os próprios romanistas se surpreendem de ver e não compreendem". O Grande Conflito, p. 566.

Qual é a verdade nisso tudo?

"O catolicismo na verdade em muito se assemelha ao protestantismo que hoje existe; pois o protestantismo moderno muito se distancia daquele dos dias da Reforma". O Grande Conflito, p. 571.

Qual o objetivo final de Roma?

"E o que dá maior significação a este movimento é o fato de que o principal objeto visado é a obrigatoriedade da observância do domingo, prática que se originou com Roma, e que ela alega como sinal de sua autoridade". O Grande Conflito, p. 573.

sexta-feira, maio 10, 2013

Papa recebe líder copta após 40 anos

Três papas, ao mesmo tempo, dentro dos muros Vaticano. Um encontro nesta sexta-feira entre Francisco, líder da Igreja Católica, e Tawadros II, da Igreja Ortodoxa Copta do Egito, deu um forte sinal de reaproximação entre as duas correntes religiosas, no primeiro encontro do gênero em 40 anos. Enquanto os dois representantes selavam o momento de harmonia, Bento XVI, Papa Emérito e antecessor de Francisco, descansava nos jardins de um convento, também na Cidade do Vaticano.

O último encontro entre um representante do catolicismo com um líder da igreja copta no Vaticano foi em 1973, quando o então Paulo VI esteve com Shenouda III. Para Francisco, a reunião desta sexta-feira “fortalece os laços de amizade e fraternidade entre as duas igrejas”. Tawadros também exaltou o encontro, prometendo estreitar os laços entre os coptas e a Igreja Católica.
- Trabalhar em conjunto para promover o diálogo ecumênico a e paz na Terra será o nosso objetivo mútuo – afirmou o Papa copta.

As igrejas católica e copta se separaram no século V. Hoje, os cristãos correspondem a 10% da população egípcia. A Igreja Ortodoxa Copta do Egito conta com cerca de 10 milhões de fiéis, enquanto que a Igreja Católica Copta - leal ao Papa Francisco - conta com 165 mil.

Um dos temas da reunião entre os líderes foi o aumento da perseguição no Egito aos cristãos após a queda do ex-ditador Hosni Mubarak, em 2011. Com a transição do poder, a Irmandade Muçulmana se fortaleceu no país, e os cristãos, sejam ortodoxos ou coptas, têm sofrido cada vez mais discriminação.

Fonte: O Globo


Leia também: UOL

terça-feira, março 19, 2013

Bartolomeu I presente na entronização de Francisco I

O patriarca ortodoxo grego Bartolomeu I, presente nesta terça-feira no Vaticano, onde acompanhou a entronização do papa Francisco, indicou que sua presença na missa inaugural do Sumo Pontífice era um momento histórico desde o cisma entre as duas Igrejas, em 1054.

"Nem mesmo antes do cima de 1054 houve a presença de um patriarca de Constantinopla na entronização de um Papa", indicou o monsenhor Bartolomeu a um canal de televisão turco. Esta declaração foi veiculada pelos meios de comunicação gregos.

"Isto não aconteceu nem antes, nem depois de 1054", destacou o chefe espiritual dos ortodoxos. "Este gesto quer mostrar a importância que atribuo às relações amistosas entre as duas Igrejas", acrescentou Bartolomeu.

Na época do anúncio da renúncia do papa Bento XVI, monsenhor Bartolomeu manifestou sua tristeza e o saudou como um amigo da Igreja do Oriente.

Fonte: Terra

NOTA: Por este gesto o Patriarca reconheceu o bispo de Roma como líder superior - um gesto pra lá de ecumênico...

terça-feira, setembro 11, 2012

Figuras públicas da Alemanha pedem união de católicos e protestantes

Figuras conhecidas da Alemanha, nas áreas de política, cultura, esporte e entretenimento, apresentaram uma declaração em Berlim, fazendo um “apelo urgente” pela unidade entre as igrejas católica e protestante.

“Hoje, o cisma da igreja não é desejado nem justificado politicamente”, afirma o comunicado intitulado “O ecumenismo agora – um só Deus, uma só fé, uma só Igreja”. ”Será que fatores teológicos, hábitos e tradições eclesiásticas institucionais e culturais sustentam o cisma entre as igrejas? Não pensamos assim.”

A declaração pedindo o fim da ruptura de quase 500 anos entre as igrejas foi assinada por políticos, incluindo o chefe do parlamento alemão Norbert Lammert, o ministro da Defesa, Thomas de Maizière, e o chefe do Partido Social Democrata, Frank-Walter Steinmeier.

Entre os 23 signatários (católicos e protestantes) estão o apresentador de TV Guenther Jauch, o chefe da Federação Alemã de Esportes Olímpicos, Thomas Bach, e o escritor Arnold Stadler, bem como artistas e acadêmicos.

A declaração lembra que tanto o Concílio Vaticano II, que completará 50 anos no próximo mês e a Reforma, que comemorará seu 500 º aniversário em 2017, tiveram um grande impacto na sociedade mundial. Algo que continua a ser sentido nas diferentes denominações. A iniciativa pede que os membros leigos das igrejas que tenham um papel ativo, vendo estes aniversários como uma oportunidade de mudança.

“Não podemos e não devemos permitir que o problema da unidade da Igreja continue até que os líderes da igreja cheguem a um entendimento sobre a Sagrada Comunhão e administração”, disse o comunicado. ”Não podemos estar satisfeitos em simplesmente ver as igrejas reconhecendo umas às outras.”

A questão da Sagrada Comunhão interdenominacional é um tema polêmico na Alemanha, que contabiliza cerca de 50 milhões de cristãos, divididos quase igualmente entre católicos e protestantes. É comum casamentos entre pessoas que professam outro tipo de fé. Membros de ambas as denominações têm apelado repetidamente para que as regras eclesiásticas sejam relaxadas para que os católicos e protestantes possam celebrar a Sagrada Comunhão juntos.

Em um comunicado respondendo ao documento “Ecumenismo Agora”, o arcebispo Robert Zollitsch, presidente da Conferência Episcopal Católica Alemã, acredita que essa questão é como “uma ferida que continua aparecendo, e que destaca a falta de entendimento comum na fé “.

“A iniciativa do documento “Ecumenismo Agora” teve uma recepção muito positiva”, acredita Thies Gundlach, vice-presidente da Igreja Protestante na Alemanha. “É um esforço para ver o futuro do ecumenismo não só como responsabilidade dos líderes da igreja, mas também lembrar que a unidade é responsabilidade de todos os cristãos. Somos gratos por ver que os cristãos evangélicas e católicos alemães hoje estão mais unidos que nunca”.

Mas é importante, disse ele, não apagar seus próprios entendimentos teológicos básicos. “No início do século 16, os reformadores desenvolveram uma visão diferente da igreja… é importante avançarmos com o máximo de velocidade possível sobre as questões ecumênicas, mas também ter paciência”, concluiu Gundlach [...]

Fonte: Gospel Prime

NOTA: "Os protestantes têm-se intrometido com o papado, patrocinando-o; têm feito compromissos e concessões que os próprios romanistas se surpreendem de ver e não compreendem. Os homens cerram os olhos ao verdadeiro caráter do romanismo, e aos perigos que se devem recear com a sua supremacia. O povo necessita ser despertado a fim de resistir aos avanços deste perigosíssimo inimigo da liberdade civil e religiosa". O Grande Conflito, p. 566.

quinta-feira, outubro 27, 2011

Assis: Encontro ecumênico pela paz


Bento XVI e mais de 300 líderes religiosos e académicos deram início esta manhã a um encontro de oração e reflexão pela paz e a justiça no mundo, reunidos na cidade italiana de Assis, sob o lema "Nunca mais a guerra, nunca mais o terrorismo"...
Fonte: Ecclesia

NOTA: O que é mais chocante nesta história é saber que o Vaticano não mudou sua essência em nada. Mesmo depois do Concílio Vaticano II, a Igreja Romana continua com as mesmas doutrinas e a mesma teoria política (que o Estado deve ajudar a Igreja estabelecendo leis conforme a visão católica). Por trás dos bastidores todas as estratégias necessárias estão sendo usadas para restabelecer sua supremacia mundial. Os jesuítas ainda atuam guiados pelo mesmo lema: "os fins justificam os meios". Precisa dizer mais?

Só para constar, dê uma olhada na formação dos líderes neste encontro. Estão em número de 11! Justamente o número da Nova Ordem Mundial! E o papa é o número 6, que de acordo com a numerologia das religiões de mistério representa o deus-sol!

Outro ponto importante que tem implicação profética foi que "o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, escreveu hoje ao papa Bento XVI defendendo o 'diálogo interreligioso' como maneira de se unir 'para levar a paz onde há conflito' e criar 'um mundo melhor'". (Ansa). A união destes dois poderes (Vaticano/EUA) é o cumprimento final da profecia de apocalipse 13. É o fim dos tempos...

A boa notícia é que há muita gente sincera que ainda faz parte da comunhão romana: "É certo que há verdadeiros cristãos na comunhão católico-romana. Milhares na dita igreja estão servindo a Deus segundo a melhor luz que possuem... Deus olha para essas almas com compadecida ternura, educadas como são em uma fé que é ilusória e não satisfaz". (O Grande Conflito, p. 565).

quarta-feira, outubro 19, 2011

Papa convoca religiões pela paz


Bento XVI vai promover no próximo dia 27 um novo encontro mundial de líderes religiosos “pela justiça e a paz”, na cidade italiana de Assis, à imagem do que fez João Paulo II em 1986. O programa desta jornada de “reflexão, diálogo e oração” foi hoje [18] apresentado pelo Vaticano, em conferência de imprensa, anunciando a presença de 17 delegações das Igrejas cristãs do Oriente - incluindo o Patriarca Bartolomeu I de Constantinopla (Igreja Ortodoxa) -, 13 Igrejas ocidentais – com a presença do primaz anglicano, arcebispo Rowan Willams -, uma representação do Grão Rabinato de Israel (judaísmo) e outros 176 representantes de diversas tradições religiosas.


Do Médio Oriente e dos países árabes vão chegar 48 muçulmanos à cidade que viu nascer São Francisco de Assis, na qual se reuniram líderes religiosos em encontros similares convocados por João Paulo II, em 1986 e 2002. A Santa Sé destaca ainda a presença de um sobrinho de Mahatma Gandhi, na representação hindu, para além de quatro professores europeus “que se professam como não crentes”, entre os quais o economista Walter Baier, do partido comunista austríaco.


Bento XVI vai passar o dia inteiro em Assis, após uma viagem em comboio, estando prevista uma celebração especial, no dia 26, em vez da audiência pública semanal na Praça de São Pedro. "Peregrinos da verdade, peregrinos da paz" é o tema escolhido para o encontro inter-religioso anunciado logo no primeiro dia de 2011 pelo atual Papa, lembrando o “25.º aniversário do Dia Mundial de Oração pela Paz”.


“Irei como peregrino à cidade de são Francisco, convidando os irmãos cristãos das diferentes confissões, os representantes das tradições religiosas do mundo e todos os homens de boa vontade a unirem-se neste caminho com o objetivo de recordar aquele gesto histórico desejado pelo meu predecessor”, disse então Bento XVI.


Na conferência de imprensa desta manhã, o cardeal Peter Turkson, presidente do Conselho Pontifício Justiça e Paz , destacou a importância de “colaboração entre as religiões”, perante desafios como a “crise económica e financeira” ou a “crise das instituições democráticas e sociais”. Para este responsável, o encontro de Assis serve para dizer “não” a “qualquer instrumentalização da religião”, em particular como justificação para a violência, e para “superar o laicismo que quer marginalizar da família humana aquele que é o princípio e o fim [Deus]”.


O programa do próximo dia 27 inicia-se pelas 08h00 italianas (menos uma em Lisboa), com a partida em comboio, desde o Vaticano, de Bento XVI e das delegações de outras Igrejas e confissões religiosas, rumo a Assis, onde devem chegar pelas 09h45. Na cidade italiana, os participantes no encontro reúnem-se na basílica de Santa Maria dos Anjos, para ouvir o Papa e recordar as iniciativas realizadas anteriormente. Após o almoço, todos os presentes vão dirigir-se em silêncio para a basílica de São Francisco, que acolhe o momento de renovação do “compromisso comum pela paz”.


Os países representados em Assis vão ser mais de 50, entre os quais Egito, Paquistão, Jordânia, Irão, Arábia Saudita e outros que, segundo o Vaticano, “são talvez dos que mais sofrem neste momento histórico por causa dos problemas da liberdade religiosa”.


Fonte: Ecclesia 


NOTA: Buscar e incentivar a paz deve ser algo natural para os cristãos, os quais, sob a influência do Espírito Santo, são chamados a ser pacificadores (Mt 5:9). No aspecto social, a paz só poderá ser alcançada quando as pessoas, individualmente, tiverem paz interior. E essa paz interior somente é obtida mediante a aceitação da Palavra de Deus no coração: “Assim será a palavra que sair da Minha boca: não voltará para Mim vazia, mas fará o que Me apraz e prosperará naquilo para que a designei. Saireis com alegria e em paz sereis guiados” (Is 55:11, 12). O que significa dizer que a paz verdadeira não poderá ser uma realidade enquanto estiver amparada por conceitos e práticas pagãs: "Que paz, enquanto perduram as prostituições [idolatria] de tua mãe Jezabel e as suas muitas feitiçarias?" (2Rs 9:22) - o que é um fato quando se observa o Vaticano todo envolvido com o paganismo das religiões de mistério. Sendo assim, ao mesmo tempo em que o cristão deve ser um agente pacificador, deve também ser um promotor da verdade: "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará" (Jo 8:32).

Sobre a estratégia das Religiões de Mistério em adotar símbolos para supostamente promover a paz mundial, o economista Armindo Abreu, em sua obra O Poder Secreto, p. 349, afirma: "Explicam-nos os teóricos que, nos eventos pagãos, esses emblemas têm seu significado comum revertido, para passarem despercebidos aos olhos do público. Assim, nesses rituais ocultistas, a pomba, para todos nós, supostamente, o símbolo da paz, representaria, na realidade, a morte e a destruição. Essa reversão das simbologias permite que a Fraternidade [ocultista] possa dispor de seus ícones em público, sem despertar atenções, justamente porque as pessoas comuns não têm a mínima ideia do que representam para o círculo íntimo e mágico do poder".

Certa mais uma vez então, está a Palavra de Deus: "Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição" (1Ts 5:3).

quinta-feira, setembro 29, 2011

Uma só igreja universal, um só governo mundial

Em outras declarações, o ex-jesuíta Rivera indicou que a cortina de fumaça levantada para ocultar a relação do Vaticano com uma conspiração global, é parte de seu plano para estabelecer uma só igreja universal:


“... Os Illuminati, a Opus Dei, e os maçons são o braço armado do Vaticano. Através deles o Vaticano controla a riqueza do mundo. Habilmente, Roma vai ganhando por todas as partes aqueles que suspeitam de uma conspiração mundial. É uma tremenda cortina de fumaça para afastar a atenção do Vaticano. Isto explica porque tem sido publicados tantos livros expondo o comunismo, a Comissão Trilateral, o C.F.R., o Império Rockefeller, o Sionismo, os Illuminati, a Opus Dei, o Club de Roma, etc. A parte trágica é que a maioria dos escritores e seus seguidores estão cegos ao fato de que Roma tem criado a maioria destas organizações e as demais que se opõem. É um grande jogo” (Los Padrinos, p. 16, ênfase no original).


“Muito poucos se dão conta de que Roma está secretamente unida com os Illuminati, a maçonaria, o comunismo, o sionismo e seus subsidiários para controlar o comércio e o banco mundial... O resultado claro: uma igreja e um governo mundial” (Jack T. Chick, La Cruz Doble, Chick Publ., p. 29).


Toda esta união de forças são os instrumentos do Vaticano para promover o ecumenismo religioso para a Nova Ordem Mundial papal.


 [...]


Em 1975 o Dr. Rivera indicou que esta obra de infiltração em todos os âmbitos (sociais, políticos, econômicos e religiosos) estava quase concluída:


“Os protestantes deviam ser conquistados e usados para o benefício dos papas. Esta foi a proposta pessoal que Ignácio de Loyola fez ao Papa Paulo III, entre outras. Os jesuítas começaram de imediato a trabalhar secretamente infiltrando TODOS os grupos protestantes, incluindo suas famílias, lugares de trabalho, hospitais, escolas, colégios, etc. Atualmente [1975], os jesuítas quase completaram essa missão. De acordo com a  Biblia, o poder da igreja local é posto nas mãos do Bom Pastor. Porém, os astutos jesuítas tem logrado através do tempo tirar das mãos o poder da sede denominacional e tem empurrado quase todas as denominações protestantes para os braços do Vaticano. Isto era exatamente o que Ignácio de Loyola estabeleceu para que se cumprisse: uma igreja universal e o fim do protestantismo” (Alberto Rivera, citado por Edmond Paris, The Secret History of the Jesuits, pp. 5,6, ênfase no original).


Quando foi concluída finalmente a submissão do protestantismo ao catolicismo romano por meio do movimento ecumênico?


“O Dr. Rivera explica que estando sob o juramento dos jesuítas, foi-lhe dito que um sinal secreto seria dado aos jesuítas quando o movimento ecumênico houvesse acabado com o protestantismo, em preparação para a  assinatura de uma concordata entre o Vaticano e os Estados Unidos. O sinal seria que um presidente [norte-americano] faria o juramento em frente a um obelisco. Pela primeira vez na historia dos Estados Unidos, a cerimônia de juramento foi mudada para o lado oeste do Capitólio, e o presidente Reagan fez o juramento em frente ao monumento de Washington.” (Newsweek, 26 de fevereiro de 1981, p. 32, citado por Chick, Los Padrinos, p. 26). [Foi no mandato do mesmo presidente Reagan que, posteriormente, os EUA estabeleceram relações diplomáticas com o Vaticano - algo impensável para os Pais Fundadores].


Fonte: La Ecumenicidad Religiosa para el Nuevo Orden Mundial, p. 21 e 22.

segunda-feira, setembro 05, 2011

Conselho Mundial de Igrejas convida a refletir sobre a criação

A partir de 1° de setembro - primeiro dia do ano na igreja ortodoxa - até 4 de outubro - a festa de São Francisco de Assis na tradição católica - as igrejas estão sendo chamadas a participar no Tempo para a Criação.

Fonte: Oikoumene

NOTA: Além do ecumenismo, o Conselho Mundial de Igrejas agora também promove o ECOmenismo - cavalo de Tróia para levantar a bandeira do descanso dominical nos quatro cantos da Terra e restaurar a supremacia mundial do Vaticano. Quem viver verá... O único memorial da criação autorizado pela Bíblia é o sábado do sétimo dia, conforme a própria Igreja Católica reconhece. Em Gênesis 2:3, é dito: "E abençoou Deus o dia sétimo". É bom lembrar que na teologia bíblica, quando Deus abençoa algo, a benção é para sempre! (2Sm 7:29; 1Cr 17:27).

quarta-feira, julho 27, 2011

Religiões monoteístas fazem campanha pelo meio ambiente na Terra Santa

Dirigentes cristãos, judeus e islâmicos lançaram em Jerusalém uma campanha para a proteção do meio ambiente, baseada em preceitos religiosos.

Reunidos para a criação do "Centro Inter-religioso para o Desenvolvimento Durável", esses líderes previram a organização, paralelamente à Assembleia Geral da ONU de 2012, uma conferência comum para apresentar seus representantes ligados aos problemas ambientais.

"Segundo os primeiros capítulos de Gênesis, o dever original imposto ao primeiro homem e à primeira mulher é não apenas explorar a terra, mas protegê-la", declarou o rabino David Rosen, aprovado pelo vice-ministro para Assuntos Religiosos da Autoridade palestina, Haj Salah Zuheika.

"Devemos estudar o conjunto dos problemas ecológicos, porque partilhamos um destino comum. A poluição da terra ameaçará tanto os muçulmanos quanto os cristãos e os judeus", acrescentou o bispo católico William Shomalie.

"Um de nossos projetos é lançar uma campanha na América do Norte para sensibilizar os catequistas das religiões muçulmana, cristã e judaica, assim como os do budismo e do hinduísmo, aos problemas ecológicos, na perspectiva da fé", destacou por sua vez o rabino Yonatan Neril.

Em comunicado, fazem apelo aos fiéis de todas as religiões a lutar contra o efeito estufa e pressionar os líderes políticos a trabalhar neste sentido "para evitar o perigo de uma crise climática maior".

Fonte: Yahoo Brasil

NOTA Diário da Profecia: Constam da presente notícia todos os elementos ligados à utilização do tema de forma a se consumar a imposição do domingo como dia de descanso universal.

Como supra destacado, "cristãos, judeus e islâmicos" (que juntos se demonstram como a grande maioria das confissões religiosas do planeta), pregam uma campanha pelo meio ambiente "baseada em preceitos religiosos", levando em consideração "os primeiros capítulos da Gênese", lançando a mesma a partir da "América do Norte" e, de forma a "pressionar os líderes políticos".

Esse quadro certamente se demonstra extremamente propício a suportar os últimos eventos esperados.

sexta-feira, julho 15, 2011

Católicos e evangélicos se unem para propor regras de etiqueta para evangelização

Após cinco anos de discussão entre católicos e protestantes sobre como o cristianismo se espalhou no mundo inteiro, foi lançado o livro de regras para transmitir as boas novas da salvação. A publicação é muito importante especialmente para os missionários, porque diz o que fazer e o que evitar.

Este código de conduta pioneiro, foi lançado pelo Conselho Mundial de Igrejas (WCC), o Vaticano e a Aliança Evangélica Mundial (WEA), que, juntos, representam mais de 90% do cristianismo.

"Hoje é um dia histórico para o testemunho cristão que compartilhamos. É a primeira vez que o Conselho Mundial de Igrejas (CMI), junto com a Aliança Evangélica Mundial e o Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso, escrevem um documento conjunto ", disse o cardeal Jean-Louis Tauran. Os três grupos juntos, respondem por cerca de dois bilhões de cristãos.

O texto: Christian Witness in a Multi-Religious World: Recommendations for Conduct ("Testemunho cristão em um mundo multi-religioso: Recomendações para conduta") é o resultado de cinco anos de estudo e de intensas negociações.

Ele reafirma o direito das igrejas para a atividade de conversão, mas também convida a abandonar "métodos inadequados para realizar a missão, utilizando os meios de coerção ou engano", pois tal comportamento "trai o evangelho e pode causar sofrimento aos outros." Missionários cristãos por um longo tempo, foram acusados ​​de oferecer comida, dinheiro ou outros bens para a conversão em países pobres, de outras religiões ou igrejas rivais.

As tensões têm aumentado nas últimas décadas, quando os protestantes evangélicos intensificaram seus esforços para converter os muçulmanos - a conversão é uma ofensa capital em alguns países islâmicos. E isto também leva a represálias contra os cristãos locais que não tentam converter.

"A situação exige que eles considerem as comunidades cristãs, com uma nova perspectiva, a melhor maneira de proclamar a fé cristã", acrescentou o cardeal Jean-Louis Tauran, chefe do departamento do Vaticano para o diálogo inter-religioso.

O Secretário-Geral do WEA, Geoff Tunnicliffe, disse que o código, chamado "Testemunho cristão em um mundo multi-religioso," é um "grande recurso" para os cristãos que se opõem às leis anti-conversão aprovadas em países como a Índia.

Nos últimos anos, aumentaram os ataques a igrejas cristãs locais que tem por atividade essencial a conversão - no Paquistão, Egito, Índia, Indonésia e outros países, ataques em que muitos cristãos morreram.

Fonte: Noticias Cristianas

NOTA: Tendo em vista que "é a primeira vez desde o século 16 que os três principais órgãos que representam quase todas os cristãos do mundo aprovam conjuntamente um documento para recomendá-lo aos respectivos dirigentes de suas igrejas e denominações", (Aliança Evangélica Mundial) - penso que, se possível, os ossos de Lutero estariam se retorcendo depois de ouvir uma notícia como essa... (e outras mais)...
"Não é sem motivo que se tem feito nos países protestantes a alegação de que o catolicismo difere hoje menos do protestantismo do que nos tempos passados. Houve uma mudança; mas esta não se verificou no papado. O catolicismo na verdade em muito se assemelha ao protestantismo que hoje existe; pois o protestantismo moderno muito se distancia daquele dos dias da Reforma". (O Grande Conflito, p. 571).
Roma está, astutamente, caminhando a passos largos para restaurar sua supremacia mundial. E isto em grande parte devido à omissão dos protestantes...

Saiba mais: "Movimento ecumênico espera unificar as Páscoas cristãs".

sexta-feira, abril 23, 2010

Conselho Mundial de Igrejas promove o ECOmenismo

Concluiu-se ontem em Cochabamba, na Bolívia, a Conferência Mundial dos Povos sobre Mudanças Climáticas e os Direitos da Mãe Terra.

No final do evento, foi apresentada uma declaração ecumênica, na qual organizações e personalidades cristãs insistem na função positiva que as religiões e a espiritualidade podem desempenhar para obter uma coexistência mais harmoniosa entre a humanidade e a natureza.

"As mudanças climáticas são o produto de uma mentalidade humana que considera a natureza como objeto de dominação, exploração e manipulação, e o ser humano como dono e medida" – lê-se na declaração.

Os signatários reconhecem "que uma interpretação da tradição judaico-cristã contribuiu na história a fomentar este tipo de antropocentrismo e a exploração indiscriminada da natureza, mal interpretando a responsabilidade de cuidar da criação, a pedido de seu Criador".

A declaração ecumênica pede uma nova espiritualidade de coexistência respeitosa, que se forje em um diálogo entre os povos da Terra.

A coalizão organizou painéis sobre as religiões – especialmente o Cristianismo – e as mudanças climáticas, assim como a apresentação de publicações recentes sobre o tema.

Para o encarregado do Conselho Mundial de Igrejas sobre Mudanças Climáticas, Dr. Guillermo Kerber, a Conferência dos Povos ofereceu a oportunidade de escutar quem serão os mais afetados pelo clima.

A finalidade do evento, convocado pelo Presidente boliviano, Evo Morales, foi unir os defensores da natureza, analisar as causas estruturais que provocam as mudanças climáticas e elaborar propostas e medidas em favor da vida e da sobrevivência da Mãe Terra.

Fonte: Rádio Vaticano

NOTA: A linguagem usada ("Mãe Terra") evidencia a inspiração deste movimento ECOmênico: paganismo. Que os cristãos devem cuidar da natureza é óbvio, mas não para promover conceitos pagãos de adoração à criatura em lugar do Criador. O objetivo do ECOmenismo, além de político e econômico, é também religioso: adoração à Gaia e anulação da Lei de Deus através da exaltação do domingo (dia que o homem santificou no lugar do sábado bíblico)...

segunda-feira, janeiro 18, 2010

Bento XVI visita sinagoga em Roma

"Durante cerca de duas horas, o papa Bento 16 realizou neste domingo a sua primeira visita à sinagoga de Roma – gesto que o Vaticano espera ser visto como um marco nas relações entre as religiões católica e judaica. Essa foi a terceira visita do papa a um templo judaico desde que assumiu a Santa Sé em 2005. No entanto, as relações com os judeus não atravessam uma crise. O pontífice católico insiste em levar adiante planos de canonizar o papa Pio 12, que dirigiu a igreja católica durante a Segunda Guerra Mundial, contra protestos judeus." (BBC Brasil)

"A visita do Papa poderá ajudar a desbloquear um outro tema: o das conversações entre a Igreja Católica e Israel para definir o estatuto das instituições católicas neste país. E surge na véspera da IX reunião da Comissão para o Diálogo entre Judeus e Católicos, que irá debater a abordagem teológica das questões ambientais." (Público)

"Mas sua visita à sinagoga romana é importante porque as relações entre o Vaticano e a comunidade judaica de Roma - a mais antiga da diáspora - frequentemente são vistas como indicativo das relações entre católicos e judeus em todo o mundo." (123achei)

NOTA: A verdadeira razão da "visita histórica" de Bento XVI à sinagoga de Roma não é por ele nunca ter estado lá, mas sim porque a visita ocorreu num domingo. É a primeira vez que Bento XVI visita uma sinagoga em dia de domingo - as outras duas visitas que fez a uma sinagoga ocorreram numa sexta-feira (19/08/2005 na Alemanha, e 18/04/2008 em Nova York, EUA).

quinta-feira, janeiro 14, 2010

Dia de reflexão judaico-cristã em Roma

"Lembra-te do dia de sábado para santificá-lo". Este é o tema da reunião agendada para iniciar hoje, quinta-feira, dia 14, e que se estenderá até dia 18, domingo, na Pontifícia Universidade do Latrão, na Cidade do Vaticano.

A reunião será guiada Dom Marco Gnavi, diretor do escritório diocesano para o diálogo ecumênico e inter-religioso em uma mesa redonda que terá como palestrantes o Rabino-Chefe Riccardo Di Segni e o Bispo Vincenzo Paglia.

Antecedendo em três dias a visita de Bento XVI à sinagoga de Roma, a reunião se insere em um caminho que, desde 2005, discute ponto a ponto o Decálogo. Este ano, o ponto é o quarto mandamento: "Lembra-te do dia de sábado para santificá-lo".

Para o Bispo Benedetto Tuzia, presidente da Comissão Diocesana para o Ecumenismo e Diálogo Inter-religioso, o objetivo é "encontrar um terreno comum entre cristãos e judeus, por meio da ética dos mandamentos, onde o homem encontra a sua liberdade".

Sobre esta questão, falará o rabino chefe da comunidade judaica de Roma, Riccardo Di Segni e do bispo de Terni-Narni-Amelia Vincenzo Paglia, ex-presidente da Comissão para o Ecumenismo e Diálogo inter-religioso da Conferência Episcopal Italiana.

Dom Tuzia ainda falou que, "para nós será a oportunidade para reiterar o desejo da Igreja italiana de encontrar a comunidade judaica, parando primeiro sobre esta forte raiz comum que são as Escrituras dos mandamentos."

Fonte: Rádio Vaticana

NOTA: O compromisso da Santa Sé é com a Tradição acima das Escrituras. Dois mandamentos da Bíblia foram alterados pela Igreja Católica - o que proibe a adoração de imagens, e o que prescreve a guarda do sábado bíblico. A astúcia de Roma está agindo no sentido de convencer todos da observância do domingo, sinal de sua autoridade. A crise final conforme profetizado em Apocalipse 13:15-17 está se aproximando onde cada habitante deste planeta teá que fazer sua escolha: servir a Deus e obedecer Sua Palavra, ou servir as tradições dos homens...

domingo, dezembro 13, 2009

Sinos de igrejas serão tocados em apelo climático

As igrejas de todo o mundo preparam-se este domingo, exactamente às 15:00 horas em Copenhage (14:00 horas de Lisboa), para tocarem a rebate os sinos, 350 vezes, simbolizando o máximo de 350 partes por milhão de dióxido de carbono que podem ser lançados para a atmosfera.

A iniciativa da Igreja Católica, no âmbito das negociações que estão a decorrer na Cimeira de Copenhage sobre as alterações climáticas, pretende ser cúmplice do combate com o aquecimento global do planeta, que, se não for vencido, vai afectar a vida de todos, independentemente da sua religião ou princípios.

O toque dos sinos vai assemelhar-se ao rebate que acontece quando a morte se aproxima ou o perigo espreita, sendo que a Igreja Católica convida todos, mesmo que não tenham um sino, a juntar-se a esta causa, usando tambores, apitos ou outros instrumentos... (Diário Digital)

Sinos serão tocados também em países incluindo Nova Zelândia, Austrália, Brasil, Canadá, Bélgica, França, Alemanha, Holanda, Suiça, Suécia e os Estados Unidos.

A iniciativa tem sido organizada pelo Concílio Mundial de Igrejas, o qual representa mais de 500 milhões de cristãos. (BBC)

NOTA: Todo esse interesse da Igreja Católica em "salvar a criação" é, na verdade, em benefício próprio, uma vez que, dentre as soluções propostas estará o descanso dominical, marca da sua supremacia mundial. Onde estão os protestantes que dizem seguir a Bíblia: "Lembra-te do dia de sábado para o santificar" (Ex 20:8)?

sexta-feira, dezembro 04, 2009

Santa Sé e Rússia estabelecem relações diplomáticas

A Rússia e o Vaticano decidiram estabelecer relações diplomáticas "completas" e elevar seus representantes aos status de embaixador e núncio apostólico, anunciaram ao fim de uma audiência no Vaticano o papa Bento XVI e o presidente russo, Dimitri Medvedev.

"No decorrer da conversa, as duas partes manifestaram sua satifação com as relações cordiais existentes, e concordou-se em estabelecer relações diplomáticas completas entre a Santa Sé e a Federação Russa", indicou o Vaticano em uma nota.

Por sua vez, o presidente Medvedev confirmou ao pontífice "que havia assinado um decreto permitindo o estabelecimento de relações diplomáticas completas com o Vaticano", declarou à imprensa a porta-voz do presidente russo, Natalia Timakova.

"Por isso, pediu ao ministério de Relações Exteriores que adiante as negociações com o Vaticano para elevar o nível das representações, tanto da nunciatura apostólica como da embaixada", explicou.

Em 1990 os dois países haviam estabelecido relações em nível de representantes.

O novo passo dado às relações diplomáticas acontece num momento em que as relações entre as igrejas católica e ortodoxa da Rússia, tensas nos últimos anos, parecem melhorar, desde a entronização, em fevereiro, do patriarca Kirill, que esteve durante longo tempo na direção da diplomacia da Igreja Ortodoxa.

Durante a audiência, o presidente russo presenteou o Papa com uma caixa, adornada com a imagem da catedral da Rússia - destruída pelos bolcheviques e reconstruída após o colapso da União Soviética -, e com dois volumes da enciclopédia Ortodoxa.

Seu predecessor, Vladimir Putin, doou em 2007 os primeiros volumes da coleção.

"Não posso ler tudo isso", comentou Bento XVI.

"Nós o ajudaremos", respondeu Medvedev.

"Os movimentos feitos por Moscou estão estritamente ligados às relações entre o Vaticano e a Igreja ortodoxa" uma vez que "os governantes russos são muito sensíveis a esta Igreja", revelou o vaticanista Marco Tosatti, ouvido pela AFP.

"O governo russo não quer melindrar o patriarcado de Moscou, não faz nenhum gesto que possa lhe desagradar", acrescentou.

De fato, após anos de tensão, com o ex-patriarca russo Alexis II acusando regularmente os católicos de proselitismo na Rússia, um encontro histórico entre o Papa Bento XVI e o patriarca Kirill não está totalmente excluído.

"Desejamos preparar esse encontro", declarou recentemente o chefe diplomático da igreja Ortodoxa russa, o bispo Ilarion.

O predecessor de Medvedev, Vladimir Putin, havia sido recebido três vezes no Vaticano: por Bento XVI, em março de 2007; e por João Paulo II, em 2000 e 2003.

O ex-presidente soviético Mikhaïl Gorbachev foi recebido em audiência no Vaticano por João Paulo II há 20 anos, no dia 1º de dezembro de 1989.

Fonte: AFP

quinta-feira, novembro 19, 2009

"Muitos céus, uma Terra"


Os judeus foram "verdes" durante milênios sem sabê-lo?

Uma delegação judaica marcou presença esta semana [2-4 de novembro] numa conferência sobre mudanças climáticas no Reino Unido, para discutir medidas eco-amigáveis baseadas nos princípios judaicos do Shabat, cashrut e Shmita, a ordem para deixar a terra descansar a cada sétimo ano.

Intitulado "Muitos céus, uma Terra", a conferência no Palácio de Windsor na Inglaterra convidou representantes de nove religiões de todo o mundo a fim de oferecer suas perspectivas sobre as mudanças climáticas e o meio ambiente.

A proposta da delegação judaica, composta por membros de Israel, América do Norte e Europa, destacou os benefícios ambientais do Shabat, argumentando que as comunidades judaicas podem adotar o princípio de um dia de descanso para ajudar a reduzir a poluição.

"Para a comunidade global, o modelo do Shabat é útil ao demonstrar como viver, mesmo que apenas um dia por semana, sem consumir", afirmou a proposta. "Se todos os moradores em uma grande cidade escolherem um dia da semana para deixar de conduzir veículos, haveria melhora imediata no congestionamento da cidade, na qualidade do ar e nas emissões de carbono".

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A conferência, organizada pelo princípe Philip, aconteceu um mês antes da Conferência sobre Mudanças Climáticas da ONU em Copenhague e teve como objetivo aumentar a pressão sobre os líderes mundiais para alcançar um acordo sobre as emissões de gases de efeito estufa quando se reunirem na capital dinamarquesa.

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Fonte: Jewish Telegraphic Agency

NOTA: Que o sábado é uma benção não só para o homem como para o meio ambiente não resta dúvidas... Essa conferência, patrocinada pela Alliance of Religions and Conservation (ARC), a qual foi fundada pelo príncipe Philip (famoso ocultista defensor da Nova Ordem Mundial), e recebendo a presença do secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, encarregou-se de unir ainda mais as maiores religiões do mundo em torno do ECOmenismo, e também de dar destaque à idéia de um dia de descanso para salvar o planeta. Os acontecimentos estão convergindo rapidamente para a crise final deste mundo com o estabelecimento da futura lei dominical... Quem viver verá...

sexta-feira, novembro 13, 2009

Igrejas pedem acordo ambicioso em Copenhagen

"Enquanto Igrejas, pedimos um acordo ambicioso, justo e vinculante na próxima Conferência Mundial sobre o Clima de Copenhagen." Este é o pedido do Conselho Mundial de Igrejas. Em comunicado, a instituição anuncia, a partir de domingo, consultas entre 80 membros de Igrejas de 40 países e altos expoentes da ONU, no âmbito da Semana de Ação na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque.

A África e o Pacífico são as duas regiões do globo escolhidas para ilustrar as consequências tangíveis da mudança climática.

"No Chifre da África e na região dos Grandes Lagos, este fenômeno tem proporções imponentes, já que as alterações meteorológicas atingem em primeiro lugar populações vulneráveis e pequenos agricultores, colocando em risco a segurança alimentar" – destaca Guillermo Kerber, responsável pelo programa ambiental do Conselho Mundial de Igrejas.

"Enquanto a contagem regressiva para a justiça climática já iniciou, reiteramos aos dirigentes mundiais a necessidade de elaborar com urgência políticas globais para inverter as dramáticas conseqüências sobre os pobres e sobre a Criação" – acrescentou Kerber, faltando poucas semanas para o vértice na capital sueca, que tem início em 7 de dezembro.

Fonte: Rádio Vaticano

NOTA: Esse tema está servindo de cimento para consolidar a união religiosa em torno do Vaticano. A ligação com a futura Lei Dominical é mais que clara...

quarta-feira, novembro 04, 2009

Ban Ki-moon exorta líderes religiosos a agir com firmeza para proteger o planeta

O secretário-geral da ONU pediu hoje [03/11] aos líderes religiosos para "servir de exemplo para o estilo de vida de milhares de milhões", através da criação de espaços verdes de culto, compra de produtos ecológicos e investir em produtos eticamente sustentável.

Ban Ki-moon fez o grito de guerra no castelo de Windsor, onde os membros das religiões e grupos seculares foram assistir a uma cúpula de três dias sobre a mudança climática. Ele disse aos delegados que poderiam encorajar os governos a "agir com mais ousadia" na proteção das pessoas e do planeta.

"Temos a tecnologia e a ciência. A ciência já deixou claro que a mudança climática está acontecendo e acelerando muito, muito mais rápido do que pensávamos", disse ele.

"Temos know-how e os recursos, mas o vácuo é só na vontade política, que é tudo o que está faltando. Pode provocar, desafiar e inspirar os líderes políticos".

O público sentado na Câmara de Waterloo tinha viajado de tão longe como a China, Gana, Índia, Japão e Tanzânia. Moon disse que muitos na sala tinham sua primeira experiência em relação à crise climática.

"As pessoas mais propensas a sofrer primeiro e pior ... são os pobres. Os pobres também são os menos responsáveis pelas emissões atualmente em nossa atmosfera."

"Não é um jogo de quem espera por quem. Os países industrializados devem dar o primeiro passo." Os grandes grupos religiosos estavam envolvidos com mais da metade das escolas do mundo, eles eram a terceira maior categoria de investidores, que produziram mais revistas semanais e jornais que "toda a imprensa secular" na União Europeia, acrescentou. [grifo acrescentado]

"Seu impacto potencial é enorme. Vocês são os líderes que podem ter o mais longo, amplo e profundo alcance". [grifo acrescentado]

Seu discurso foi um momento sóbrio em eventos do dia, que começou com uma procissão de delegados da conferência através da cidade suburbana. Suas vestes varrendo as poças, os budistas, os bispos, imãs, monges, sacerdotes e rabinos subiram a colina do castelo.

Uma vez dentro da sala com painéis ouviram planos uns dos outros para combater as mudanças climáticas em suas comunidades. Na China, os budistas iriam promover o vegetarianismo e numa abordagem mais comedida a queima de paus de incenso. Da Índia vieram promessas de utilizar a energia solar em gurdwaras Sikh e realizar auditorias energéticas.

O secretário-geral da ONU Olav Kjorven disse que o momento da assembléia de Windsor não poderia ter sido mais fortuito.

Os negociadores se reuniram em Barcelona esta semana antes da Conferência sobre Mudanças Climáticas de Copenhague do próximo mês e queriam, segundo ele, no próximo mês continuar "o rito antigo" das negociações sobre mudança climática em que cada participante tentaria garantir o melhor negócio para seu país, e deixaria os outros com tantas contas quanto possível.

"Você veio a Windsor com a mentalidade oposta - de que há uma abundância de possibilidades."

A cúpula de três dias, organizada pela Aliança de Religiões e Conservação, termina amanhã [04/11]...

Fonte: The Guardian

NOTA Diário da Profecia: A Alliance of Religions and Conservation (ARC) que promoveu o evento, é dirigida por um indivíduo de nome Martin Palmer, tendo como foco auxiliar as maiores religiões do mundo a desenvolver programas ambientais com fundamento nas suas próprias crenças [Minuto Profético: a ARC foi fundada pelo príncipe Philip - um dos maiores ocultistas da casa de Windsor o qual também fundou a ong ambienntalista WWF].

Essa entidade passou a integrar o "Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas", órgão da ONU com que a ARC também se alinhou com a intenção de desenvolver diretivas para as grandes religiões em termos de preservação do meio ambiente.

Sem aprofundar muito no tema, há de ser observado que a ARC propôs um documento chamado "Guia para criar seu plano de sete anos", onde subsiste uma "interessante" seção nomeada como "Celebration" (Celebração). Nesta, é proposto que as religiões incentivem seus membros a realizarem seus "festivais", dias de comemoração onde se abstêm das práticas seculares, inclusive se dando como exemplo um "buy nothing day" (dia sem compras). Mais, para as religiões que não possuem este tipo de rito, é sugerido que se venha a "aderir" aos costumes de outros segmentos em nome do meio ambiente.

O que sugeririam os cristãos com base em todo este quadro e face à iniciativa dos chineses com o vegetarianismo, por exemplo? Martin Palmer dá uma dica ao tratar da questão da direita religiosa americana:
"É realmente muito mais, sobre uma profunda compreensão do descanso da criação, natureza, chame como quiser."

Veja mais em "Crentes podem mudar o destino do planeta". Destaque:

"É por isso que as vozes, as obras e os ensinamentos dos grupos religiosos do mundo, são tão vitalmente importantes. Nas próximas semanas, exorto-vos a fazer suas vozes ouvidas alta e claramente" (Ban Ki-moon)

Palmer finaliza rogando que as lideranças religiosas e os governos andem lado a lado nesta jornada pelo meio ambiente.

quinta-feira, outubro 29, 2009

Hans Küng ataca assimilação de anglicanos pelo Vaticano

O teólogo dissidente Hans Küng criticou duramente seu antigo amigo Bento XVI, por haver aberto as portas aos anglicanos, afirmando que se trata de "uma tragédia", provocando uma resposta do Vaticano que disse que as acusações estão "muito longe da realidade". Küng, de 81, em artigo publicado nos diários The Guardian (Reino Unido) e La Repubblica (Itália), intitulado Esse papa que pesca nas águas da direita, afirmou que a decisão de Joseph Ratzinger de acolher na Igreja Católica a todos os anglicanos que o desejem é uma "tragédia".

Segundo o teólogo suíço, se trata de uma "tragédia" que se une "às já ocasionadas (por Bento XVI) aos judeus, aos muçulmanos, aos protestantes, aos católicos reformistas e agora à Comunhão Anglicana, que fica debilitada perante a astúcia vaticana".

"Tradicionalistas de todas as igrejas, uni-vos sob a cúpula de São Pedro. O Pescador de homens pesca, sobretudo na margem direita do lago, embora ali as águas sejam turvas", escreveu Küng que acusa o papa de querer restaurar "o império romano, em vez de uma comunidade de católicos".

Segundo Küng, "a fome de poder de Roma divide o cristianismo e danifica sua Igreja" e o atual arcebispo de Canterbury, o chefe da Igreja Anglicana, Rowan Williams, "não esteve à altura da astúcia vaticana".

Para o teólogo dissidente, as consequências da "estratégia" de Roma são três: "o enfraquecimento da Igreja Anglicana, a desorientação dos fiéis dessa confissão e a indignação do clero e o povo católico", que veem - diz - como se aceitam sacerdotes casados enquanto se insiste, de maneira "teimosa", no celibato dos padres católicos.

O diretor do jornal vespertino vaticano L'Osservatore Romano, Giovanni María Vian, respondeu que "mais uma vez, uma decisão de Bento XVI volta a ser pintada com rasgos fortes, preconceituosos e, sobretudo, muito afastados da realidade".

"Infelizmente Küng faz outra das dele, antigo colega e amigo com quem o papa em 2005, só cinco meses após sua escolha, se reuniu, com amizade, para discutir as bases comuns éticas das religiões e a relação entre razão e fé", escreveu Vian.

O diretor do jornal assegurou que Küng voltou a criticar seu antigo companheiro na Universidade de Tübingen (Alemanha) "com aspereza e sem fundamento".

O gesto do papa, segundo Vian, tem como objetivo "reconstituir a unidade querida por Cristo e reconhece o longo e fatigante caminho ecumênico realizado neste sentido".

"Um caminho que vem distorcido e representado enfaticamente como se tratasse de uma astuta operação de poder político, naturalmente de extrema direita", acrescentou Vian, que ressaltou que "não vale a pena ressaltar as falsidades e as inexatidões" de Küng.

O representante do Vaticano criticou as acusações vertidas contra o líder da Igreja Anglicana e expressou sua "amargura" perante este "enésimo ataque à Igreja Católica Apostólica Romana e a seu indiscutível compromisso ecumênico".

No último dia 20, o Vaticano anunciou a disposição do papa a acolher na Igreja Católica todos os anglicanos que o desejem e a aprovação, com esse objetivo, de uma Constituição Apostólica (norma de máxima categoria) que prevê, entre outras, a ordenação de clérigos anglicanos já casados como sacerdotes católicos.

No mundo são cerca de 77 milhões fiéis anglicanos e nos últimos anos sua igreja viveu momentos de crise e de forte divisão interna, devido à ordenação de mulheres e homossexuais declarados como bispos e a bênção de casamentos entre pessoas do mesmo sexo.

Por enquanto se desconhece o número exato de anglicanos que desejam rumar a Roma, embora segundo fontes do Vaticano esse número pode estar na casa de meio milhão, entre eles meia centena de bispos.

Fonte: Estadão