sexta-feira, julho 31, 2015

A Besta do mar - Parte 3

Vamos destacar algumas dessas estratégias:

1)    Dividir para conquistar: por trás dos bastidores Roma sempre procurou eliminar pessoas ou grupos que representassem oposição política ou religiosa aos seus interesses de supremacia. Na prática uma das formas de se alcançar esse propósito é provocar discórdia e conflito entre um grupo e outro dentro de uma nação, ou entre uma nação e outra, para que os dois lados se enfraqueçam ou até se destruam e Roma possa dominar. Uma década antes da 1ª Guerra Mundial, o pensador e escritor francês Guyot já alertava: "Se a guerra começar, ouçam vocês, homens que pensam que a Igreja Romana é o símbolo da ordem e da paz: Não procurem a culpa fora do Vaticano, pois ele será o provocador oculto, à semelhança da guerra de 1870". (Yves Guyot, Le Bilan Social et Politique de l’Église, p.139, 1901. Citado em A História Secreta dos Jesuítas, p. 172).

2)   Agentes infiltrados: há várias ordens religiosas ou militares a serviço do Vaticano cujos integrantes fazem muito mais do que a aparente profissão que exercem, ou o trabalho social a que se propõem. Trabalham como agentes duplos, onde a lealdade ao Vaticano vale mais do que sua própria cidadania natural. Infiltram-se nos centros de poder da nação: mídia, política, economia, educação, sindicatos, justiça, inteligência etc. Só pra citar algumas dessas ordens: jesuítas, cavaleiros de Colombo, cavaleiros de Malta, Opus Dei. Essa estratégia tem funcionado inclusive nos EUA: “Com um vice-presidente católico, seis juízes católicos na Suprema Corte, um presidente da Câmara de Deputados católico, e um grande número de católicos no Congresso, a idade de ouro do catolicismo na política americana chegou”. (Time)

Como exemplo das duas estratégias já mencionadas, pode-se observar a história (não contada) do Titanic. Para destruir a América livre era necessário o surgimento de um Banco Central privado, que tirasse o poder de emitir dinheiro das mãos do governo americano que nos seus primórdios, de fato, era “do povo, pelo povo, para o povo”. Duas vezes os grandes banqueiros já haviam conseguido essa façanha nos EUA (1791-1811 e 1816-1836). No entanto, políticos corajosos e de visão, amparados pela opinião pública, reverteram o processo nas duas ocasiões retirando o poder de emitir dinheiro das mãos do cartel de bancos privado. Foi então, que, banqueiros e jesuítas (a serviço do Vaticano) estabeleceram um plano que visava o benefício de ambas as partes.

“Havia certo número de homens ricos e poderosos que declararam de forma resoluta que não favoreciam o Sistema de Reserva Federal [Banco Central]... e se oporiam às várias guerras que estavam sendo planejadas... Por isso, seus poderes e fortunas deveriam ser arrebatados de suas mãos. Tinham que ser destruídos por meios tão absurdos que ninguém suspeitasse que houvessem sido assassinados... O Titanic foi o veículo de sua destruição... Três dos mais ricos e poderosos destes foram Benjamin Guggenheim, Isador Strauss e John Jacob Astor, possivelmente o homem mais rico do mundo. Para proteger os jesuítas de qualquer suspeita, muitos irlandeses, franceses e católicos romanos da Itália imigraram para o Novo Mundo a bordo do barco... A construção do Titanic iniciou-se em 1909, em um estaleiro na capital do norte da Irlanda. Era um dos barcos da White Star Line, uma companhia de transporte marítimo internacional, de propriedade da família de banqueiros Morgan... Edward Smith, jesuíta laico, foi o capitão do navio. Havia navegado pelas águas do Atlântico Norte por vinte e seis anos... Nem todos os jesuítas são necessariamente sacerdotes. Aqueles que não são sacerdotes servem a Ordem através de sua profissão... Quando o Titanic partiu do sul da Inglaterra em 10 de abril de 1912, o maioral jesuíta Frances Browne embarcou nele. Esse homem era o jesuíta mais poderoso da Irlanda e respondia diretamente ao general jesuíta em Roma... Existem muitos pontos interessantes dessa história que foram apresentados no vídeo-documentário Os Segredos do Titanic, produzido pela National Geographic em 1986. O vídeo fala de um sacerdote em férias, Frances Browne, que tirou fotos ao vivo dos companheiros a bordo, a maioria deles de viagem para a eternidade [sic]. No dia seguinte [11 abril], o Titanic fez sua última parada na costa da Irlanda, onde vários imigrantes irlandeses embarcaram buscando estabelecer um novo lar na América. E ali desembarcou o sortudo [sic] sacerdote Browne”. (Bill Hughes, The Secret Terrorists, cap. 5).

“Aqui está a duplicidade dos jesuítas no seu melhor. O maioral embarcou no Titanic, fotografou as vítimas, seguramente lembrou ao capitão de seu juramento como jesuíta, e na manhã seguinte se despediu”. (Eric J. Phelps, Vatican Assassins, p. 427).

O restante da história você já conhece...

1912 – Naufrágio do Titanic.
1913 – Estabelecimento do Banco Central privado nos EUA (FED).
1914 – Início da 1ª Guerra Mundial.

3)   Nebulosidade semântica na forma de expor seus conceitos: o uso de palavras comuns ao mesmo tempo atribuindo-lhes diferentes significados. Por exemplo, a questão do Estado não confessional, onde a Igreja e o Estado deveriam estar separados. O Vaticano tolera esse conceito nos países do Ocidente, porém, usa de uma nebulosidade semântica para implantar um tipo de semi-confessionalidade, onde o Estado não é abertamente confessional, mas privilegia a religião majoritária. É um tipo de confessionalidade formal e substancial: “Pela primeira seria dever do Estado professar publicamente a 'verdadeira religião' (ou seja, a católica), mediante declarações de catolicismo oficial contidas em textos constitucionais ou concordatários, símbolos religiosos públicos, preces e honras a pessoas e ícones católicos como parte do cerimonial do Estado. Pela segunda, as estruturas políticas públicas deverão estar penetradas pela inspiração do Magistério papal”. (Em Defesa das Liberdades Laicas, p. 49-58)

“Faz parte de sua política assumir o caráter que melhor cumpra o seu propósito; mas sob a aparência variável do camaleão, oculta o invariável veneno da serpente”. EGW, O Grande Conflito, p. 571.

Por tudo isso, Roma papal está quase atingindo seu objetivo final: a restauração da supremacia religiosa e temporal sobre o mundo. Quão diferente a realidade atual daquela nos primórdios do cristianismo: “De Cristo, o verdadeiro fundamento, transferiu-se a fé para o papa de Roma. Em vez de confiar no Filho de Deus para o perdão dos pecados e para a salvação eterna, o povo olhava para o papa e para os sacerdotes e prelados a quem delegava autoridade. Era ensinado ao povo ser o papa seu mediador terrestre, e que ninguém poderia aproximar-se de Deus senão por seu intermédio; que ele ficava para eles em lugar de Deus e deveria, portanto, ser implicitamente obedecido”. (EGW, O Grande Conflito, p. 55). Jesus, porém, ensinava o contrário: “A ninguém sobre a terra chameis vosso pai [latim, papa]; porque só um é vosso Pai, aquele que está nos céus”. (Mt 23:9).

A base da hierarquia da Igreja Romana está na sua doutrina da sucessão apostólica, segunda a qual Pedro foi o primeiro papa e sua autoridade eclesiástica foi sendo passada para cada novo bispo de Roma até nossos dias. Porém, a prova da sucessão apostólica é outra: “A descendência de Abraão demonstrava-se não por nome e linhagem, mas pela semelhança de caráter. Assim a sucessão apostólica não se baseia na transmissão de autoridade eclesiástica, mas nas relações espirituais. Uma vida influenciada pelo espírito dos apóstolos, a crença e ensino da verdade por eles ensinada, eis a verdadeira prova da sucessão apostólica”. (EGW, O Desejado de Todas as Nações, p. 467).

Se o bispo de Roma realmente é o sucessor de Pedro, por que não age como Pedro? Por exemplo, não aceitando homenagens de adoração (At 10:25 e 26). Nem tendo a pretensão de perdoar pecados (At 8:20-23).

A boa notícia é que há muita gente sincera que ainda faz parte da comunhão romana: "É certo que há verdadeiros cristãos na comunhão católico-romana. Milhares na dita igreja estão servindo a Deus segundo a melhor luz que possuem... Deus olha para essas almas com compadecida ternura, educadas como são em uma fé que é ilusória e não satisfaz". (EGW, O Grande Conflito, p. 565).

Finalmente, João ainda viu outro poder protagonista antes da Volta de Cristo - a Besta da terra...

A Besta do mar - Parte 2

O profeta João então continuou o registro profético: “mas essa ferida mortal foi curada” (Ap 13:3), demonstrando que esse poder um dia reconquistaria a supremacia mundial perdida em 1798, inclusive dominando a consciência das pessoas. Esse processo de cura tem sido longo e ainda não se completou. Só estará completo quando o sinal do seu poder (a guarda do domingo) for imposta quase no mundo todo. Alguns eventos importantes podem ser destacados nesse processo de cura: 

1801 – Concordata entre Napoleão e Pio VII que concedeu benefícios à Igreja.

1814 – Restauração da Ordem dos Jesuítas por Pio VII. 

Em 1816, o ex-presidente dos EUA, Thomas Jefferson, recebeu de seu antecessor, o também ex-presidente John Adams a seguinte mensagem: “Não estou satisfeito com o renascimento dos jesuítas... Enxames deles se apresentarão sob os mais variados disfarces: pintores, escritores, editores, professores, etc. Se alguma vez uma associação de pessoas mereceu a condenação eterna nesta terra e no inferno, é, sem dúvida, a Companhia de Loyola, mas com o nosso sistema de liberdade religiosa, nada podemos fazer, além de lhes ceder refúgio”. Jefferson respondeu: “Tal qual você tenho objeções ao restabelecimento dos jesuítas”. (Edmond Paris, A História Secreta dos Jesuítas, p.115.

1814/1815 – Devolução oficial dos Estados da Igreja.

1814/1815 – Congresso de Viena: 

• Reorganização das fronteiras europeias alteradas pelas conquistas de Napoleão.
• Restauração das monarquias do Antigo Regime.
• Formação da Santa Aliança (Rússia, Prússia, Áustria e Pio VII) para impedir ou destruir governos populares.

1822 – Congresso de Verona:

• Ratificação do artigo 6º do Congresso de Viena: impedir ou destruir governos populares. 
• Tendo participado dos dois Congressos, o ministro do Exterior britânico, George Canning, avisou ao governo dos EUA sobre a decisão dos jesuítas: destruir as instituições livres da América a todo custo. (Bill Hughes, The Secret Terrorists and The Enemy Unmasked, p.15). 

1870 – Os italianos anexaram Roma - capital dos Estados Pontifícios - ao Reino da Itália.

 • “Os Estados Pontifícios ou Patrimônio de São Pedro eram formados por um aglomerado de territórios, basicamente no centro da península Itálica, que se mantiveram como um estado independente entre os anos de 756 e 1870, sob a direta autoridade civil dos papas, e cuja capital era Roma.” (Wikipédia – Estados Papais).

 • A partir de 1861, “os italianos promoveram a unificação política da península, mas não conseguiram anexar Roma, dada a forte presença militar francesa em apoio ao papa. Em 1870, os alemães, liderados pelo Reino da Prússia, declararam guerra à França, durante o processo de unificação alemã. Napoleão III retirou as tropas francesas de Roma. Aproveitando este momento, os italianos anexaram Roma ao Reino da Itália [20/set/1870]. O papa Pio IX não aceitou a perda do Patrimônio de São Pedro e declarou-se prisioneiro do governo italiano, dando origem à Questão Romana.” (Wikipédia – Questão Romana). 

1929 – O Tratado de Latrão assinado em 11 de fevereiro entre Benito Mussolini e o cardeal Pietro Gasparri, secretário de Estado da Santa Sé, formalizou a criação do “Estado do Vaticano, Estado soberano, neutro e inviolável, sob a autoridade do papa, e os privilégios de extraterritorialidade do palácio de Castelgandolfo e das três basílicas de São João de Latrão, Santa Maria Maior e São Paulo Extramuros. Por outro lado, a Santa Sé renunciou aos territórios que havia possuído desde a Idade Média e reconheceu Roma como capital da Itália. O acordo também garantiu ao Vaticano o recebimento de uma indenização financeira pelas perdas territoriais durante o movimento de unificação política da Itália”. (Wikipédia – Tratado de Latrão). 

Voltando ao texto profético, João logo depois viu que “toda a terra se maravilhou, seguindo a besta” (Ap 13:3). A admiração do vidente de Patmos durante a visão pode ser confirmada nos tempos atuais, ao constatar a astúcia da diplomacia da Santa Sé, cuja Secretaria de Estado já estabeleceu “relações diplomáticas com 178 países”. (Wikipédia – Santa Sé). Nesse processo destaca-se a figura do papa João Paulo II que, aproveitando o pontificado longo (1978-2005), visitou 129 países, conseguindo se expressar em pelo menos doze idiomas diferentes. (Wikipédia – Papa João Paulo II).



A exaltação de Roma papal é tal que chega a ser também uma contrafação do Reino de Deus. “Adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta?” (Ap 13:4). Uma pretensa cópia da adoração a Deus: “Ó Senhor, quem é como tu entre os deuses?” (Ex 15:11). Certamente a besta deseja ocupar o lugar de Miguel – nome de guerra de Jesus, que significa “quem é como Deus?”

Surge então a seguinte questão: como esse poder tem conseguido reconquistar o mundo? Além de fazer do tempo seu grande aliado, que outras estratégias tem usado a Igreja Romana pra se impor perante as nações?

“A sagacidade e astúcia da Igreja de Roma são surpreendentes. Ela sabe ler o futuro. Aguarda o seu tempo, vendo que as igrejas protestantes lhe estão prestando homenagem com o aceitar do falso sábado, e se preparam para impô-lo pelos mesmos meios que ela própria empregou em tempos passados”. EGW, O Grande Conflito, p. 580.

(Continua aqui)

quinta-feira, julho 30, 2015

A Besta do mar - Parte 1

A mensagem central do livro do apocalipse encontra-se nos capítulos 12-14. No capítulo 13 João teve uma visão dos dois poderes protagonistas do tempo do fim que seriam usados pelo “dragão, a antiga serpente que se chama Diabo e Satanás” (12:9) para dominar a consciência das pessoas levando-as a aceitar a religião de mistérios da Babilônia, cujo centro é a adoração luciferiana.

O primeiro poder que emerge do mar é descrito como “uma besta que tinha dez chifres e sete cabeças... era semelhante a leopardo, com pés como de urso e boca como de leão.” (13:1 e 2). Besta ou fera selvagem é o símbolo profético que sempre se refere a um poder que além de político também é religioso. Essa besta incorpora elementos dos quatro animais da visão de Daniel 7 demonstrando estarem as duas visões relacionadas. Portanto, a besta que surge do mar - lugar densamente povoado já que águas é um símbolo para “povos, multidões, nações e línguas” (Ap 17:15) – refere-se ao mesmo poder político-religioso de Daniel 7, onde é representado  pelo chifre pequeno do “animal terrível, espantoso e sobremodo forte” (Dn 7:7 e 8). Outra semelhança profética entre ambos que demonstra tratar-se do mesmo poder é visto na seguinte comparação:

Chifre pequeno: “Uma boca que falava com insolência [LXX, megála]”. (Dn 7:8)

Besta do mar: “Proferia arrogâncias [do grego, megála] e blasfêmias” (Ap 13:5).

Todas essas referências apontam para um único poder: Roma papal.

“O papa é de tão grande dignidade e excelência, que não é meramente homem, mas como se fosse Deus, e é o vigário de Deus. Só o papa é chamado santíssimo... monarca divino, supremo imperador, e rei de reis...”. (Ferraris’ Ecclesiastical Dictionary).

“Nós ocupamos na Terra o lugar de Deus Todo-Poderoso”. (Leão XIII, 1878-1903).

“E deu-lhe o dragão o seu poder, o seu trono e grande autoridade” (13:2). Uma clara contrafação do reino de Deus, onde a adoração é dirigida exclusivamente ao Cordeiro que foi morto: “Àquele que está sentado no trono a ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos”. (Ap 5:12 e 13). Por sinal, esse é o tema central do apocalipse. Só nos capítulos 13 e 14, o verbo “adorar” ou o substantivo “adoração” são mencionados oito vezes (13:4,8,12 e 15; 14;7 e 9). Quando Deus quer destacar algo em sua Palavra, Ele faz uso do recurso da repetição. No grande conflito entre o bem e o mal, a adoração é o ponto central. É por isso que a profecia antecipou que esse poder político-religioso receberia adoração daqueles “cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida do Cordeiro” (13:8).

A adoração é uma ação humana que envolve quatro dimensões:
Reverenciar                 Amar
Imitar                           Obedecer


Roma papal teria “autoridade para agir quarenta e dois meses”. (13:5). Quarenta e dois meses de trinta dias cada um dá o total de 1.260 dias proféticos. Cada dia profético representa um ano literal (Ez 4:7; Nm 14:34). Logo, os “quarenta e dois meses” representam 1.260 anos de supremacia papal e foram anunciados de diferentes formas na profecia bíblica:


Esse período de supremacia papal começou em 538 d.C. quando o imperador romano oriental (sede em Constantinopla) Justiniano decretou que o bispo de Roma seria o primaz de toda a cristandade, e seu general Belisário derrotou o último dos três reinos arianos – os Ostrogodos (Dn 7:24) que fazia oposição a Roma.

Durante esse período de supremacia, “foi-lhe dado também, que pelejasse contra os santos e os vencesse” (Ap 13:7). É amplamente de conhecimento público a história das Inquisições na Idade Média, onde a Igreja Romana perseguia, torturava e matava todos aqueles que insistissem em seguir as Escrituras Sagradas guiados pelo Espírito Santo e não pela Tradição Romana. “A doutrina de que Deus confiara à Igreja o direito de reger a consciência e de definir e punir a heresia, é um dos erros papais mais profundamente arraigados”. EGW, O Grande Conflito, p. 293. Foram alvo da fúria de Roma, entre outros, os valdenses, os albigenses e os huguenotes. Alguns instrumentos de tortura usados nessa época podem ser observados nas imagens:

Por outro lado, o texto profético apontava o fim da supremacia papal: “Vi uma de suas cabeças como golpeada de morte” (Ap 13:3). Isso ocorreu após a Revolução Francesa: “Em 1796, tropas da República Francesa sob o comando de Napoleão Bonaparte invadiram a Itália, derrotaram o exército papal e ocuparam [as comunas de] Ancona e Loreto... Em 28 de dezembro de 1797, em um motim realizado pelas forças papais contra alguns revolucionários italianos e franceses, o popular brigadeiro-general Mathurin Léonard Duphot, que havia ido a Roma com José Bonaparte como parte da embaixada francesa, foi morto, surgindo assim um novo pretexto para invasão. Então, o General Louis Alexandre Berthier marchou para Roma sem oposição em 10 de fevereiro de 1798 e proclamou a República Romana, exigindo do papa a renúncia de seus poderes temporais”. (Wikipédia - Papa Pio VI).


Há um fato histórico que contribuiu para que Roma fosse conquistada sem maiores dificuldades pelas tropas de Napoleão. Desde meados do séc. XVIII, os governos de vários países começaram a pressionar a Igreja Romana por causa da intromissão dos jesuítas em assuntos de política interna de cada Estado. “A pressão continuou até ao ponto dos países ameaçarem romper com a Igreja. Clemente XIV finalmente rendeu-se em nome da paz da Igreja, e para evitar a ruptura na Europa, dissolveu a Ordem dos Jesuítas [a tropa de choque da Igreja Romana] em 21 de julho de 1773, através da bula Dominus ac Redemptor”. (Wikipédia - Dominus ac Redemptor).

                 538 d.C. ----------------------------------------------- 1798 d.C.
                                      1.260 anos de supremacia papal

sexta-feira, julho 24, 2015

A pregação política do papa Francisco pode ser a chave para os candidatos à presidência dos EUA

Para ser eleito em 1960, John F. Kennedy, um católico, foi forçado a dizer à nação que ele não aceitaria ordens do papa. Nas eleições de 2016, tal separação não será necessária. Com um número recorde de católicos aspirantes à Presidência e o descontroladamente popular Papa Francisco visitando a nação neste outono, muitos candidatos - católicos ou não - estão buscando maneiras de ligar-se à missão e visão deste pontífice argentino.

Os tempos mudaram. Com um vice-presidente católico, seis juízes católicos na Suprema Corte, um presidente da Câmara de Deputados católico, e um grande número de católicos no Congresso, a idade de ouro do catolicismo na política americana chegou. Isso teria sido inimaginável há apenas algumas décadas atrás. Kennedy foi o primeiro presidente católico. O irlandês católico Al Smith provavelmente perdeu a campanha de 1928 por causa de sua religião.

Esta ascendência dos católicos para a vanguarda da política americana só foi acelerada pelo inovador papado de Francisco. Sua viagem de setembro para os EUA será o principal evento das primárias presidenciais de 2016.


Os políticos e os candidatos estão provavelmente planejando como utilizar melhor a primeira viagem do pontífice aos EUA para levar adiante suas agendas. A viagem do papa Francisco não será sobre política, mas seria ingênuo ignorar as implicações políticas de uma visita durante a qual ele é esperado para promover sua recente encíclica sobre o cuidado com a criação de Deus, a obrigação religiosa para defender a dignidade dos imigrantes, dos pobres e dos não-nascidos, e o escândalo moral da desigualdade social e de uma economia que mata.

O auge político da viagem será o seu discurso ao Congresso dia 24 de setembro.


[...]

Fonte: Time

NOTA: "São de grande alcance os planos e modos de operar da Igreja de Roma. Emprega todo expediente para estender a influência e aumentar o poderio, preparando-se para um conflito feroz e decidido a fim de readquirir o domínio do mundo, restabelecer a perseguição e desfazer tudo que o protestantismo fez... Os homens cerram os olhos ao verdadeiro caráter do romanismo, a aos perigos que se devem recear com a sua supremacia. O povo necessita ser despertado a fim de resistir aos avanços deste perigosíssimo inimigo da liberdade civil e religiosa". O Grande Conflito, p. 565 e 566.

quinta-feira, julho 23, 2015

Como acabar com altos e baixos na economia: tornar ilegal o dinheiro em espécie

Uma nova lei proposta na Dinamarca poderia ser o primeiro passo para uma revolução econômica que vê moedas físicas e contas bancárias normais abolidas e dá a governos futuristas novas ferramentas para combater o ciclo de "altos e baixos" na economia.

A proposta dinamarquesa parece inócua o suficiente na superfície - seria simplesmente permitir que lojas recusem pagamentos em dinheiro e insistir que os clientes usem cartões de débito inteligente [que usa sinais de rádio para fornecer uma conexão sem fio com um leitor de cartão] 
ou alguns outros meios de pagamento eletrônico.

Oficialmente, o objetivo é aliviar "encargos administrativos e financeiros", tais como o custo de contratação de um serviço de segurança para enviar dinheiro para o banco, e é parte de um programa de reformas destinadas a impulsionar o crescimento - há evidências de que o uso de enormes quantias em espécie em uma economia age como um entrave.

Mas o movimento poderia ser um momento chave no advento de "sociedades sem dinheiro". E uma vez que todo o dinheiro exista apenas em contas bancárias - monitorado, ou mesmo diretamente controlado pelo governo - as autoridades serão capazes de encorajar-nos a gastar mais quando a economia desacelera, ou gastar menos quando se está superaquecendo.

Isso tudo pode parecer exagero, mas a ideia foi desenvolvida com algum detalhe pelo acadêmico norueguês, Trond Andresen.


Neste mundo futurista, todos os pagamentos são feitos através de cartão inteligente, aplicativos de celular ou outros meios eletrônicos, enquanto as notas e moedas são abolidas. Sua conta atual não será mais realizada com um banco, mas com o governo ou o banco central. Bancos ainda existem, e ainda emprestam dinheiro, mas eles obtêm os seus fundos do banco central, não a partir de depositantes.

Ter a conta de todos em uma única instituição central permite às autoridades encorajar ou desencorajar as pessoas a gastar. Para aumentar os gastos, o banco impõe uma taxa de juro negativo sobre o dinheiro na conta de todo mundo - na verdade, um imposto sobre a poupança.

Ao invés de ver seu dinheiro confiscado lentamente, as pessoas são mais propensas a gastar em bens e serviços. Quando esta mudança de comportamento ocorre em todo o país, a economia recebe um impulso significativo.

Os que lucram respondem do mesmo modo, e também gastam. O dinheiro circula mais rapidamente - ou, como dizem os economistas, a "velocidade do dinheiro" aumenta.

E quanto à situação oposta - quando a economia está superaquecendo? O banco central ou o governo certamente vai valorizar todo interesse sobre os saldos de crédito, mas poderia ir mais longe e impor um imposto sobre as transações.

Nesse caso, sempre que você usar o dinheiro em sua conta para comprar algo, você pagará uma pequena multa. Isso torna as pessoas menos inclinadas a gastar e mais inclinadas a poupar, reduzindo assim a atividade econômica.


[...]

Além do controle sobre a economia, haveria muitas outras vantagens de uma sociedade sem dinheiro. Tal sistema é muito mais barato para executar do que um baseado em notas e moedas. A falsificação é impossível, como também os roubos.

O dinheiro eletrônico é um sistema inclusivo e conveniente, dando às pessoas de áreas pobres e rurais de uma economia - onde as máquinas de caixa e agências bancárias podem ser poucas e distantes entre si e nem todas as pessoas têm contas - uma ferramenta para a participação fácil na economia.

Finalmente, a "economia informal" será extremamente reduzida e a evasão fiscal quase impossível.

Fonte: The Telegraph 

NOTA: Forçar as pessoas a usar apenas dinheiro eletrônico é o sonho dos construtores da Babilônia moderna. Esse totalitarismo econômico é passo prévio para a Lei Dominical. Fica fácil perceber que nesse mundo futurista, quem não receber a marca da besta (guarda do domingo) não vai poder comprar nem vender. Ap 13:15-17.

quarta-feira, julho 22, 2015

Prefeitos do mundo se unem ao papa pelo clima

Da teoria à prática. Um mês apenas depois de publicar sua encíclica sobre ecologia, em que vinculou as mudanças climáticas ao aumento da desigualdade, o papa Francisco reuniu no Vaticano 65 prefeitos de grandes cidades para debater as mudanças climáticas e as novas formas de escravidão. No foro, organização pela Pontifícia Academia de Ciências Sociais, cada um dos prefeitos está expondo suas teses, e para as 17h está prevista a intervenção do próprio Papa.

Em sua fala de 10 minutos, a prefeita de Madri, Manuela Carmena, pediu um debate sobre as causas do consumo de prostituição entre os jovens. Ela afirmou que é uma discussão que corre solta nos colégios, mas que a sociedade esconde: “Entre os rapazes se discute por que se procuram as prostitutas, por que as pessoas aceitam a prostituição etc”. A prefeita disse também que não se pode separar o respeito dos direitos humanos do combate à corrupção: “A corrupção política postula duas sociedades diferentes: a aparente, ou formal, e a real”.Está presente uma delegação brasileira, organizada pela Frente Nacional dos Prefeitos e capitaneada por seu presidente, Marcio Lacerda, prefeito de Belo Horizonte, que entregará ao Papa uma carta pedindo dinheiro dos países desenvolvidos para empreender localmente ações de combate à mudança climática. O documento relata os principais desafios enfrentados pelos governos locais e propõe seu reconhecimento da Organização das Nações Unidas (ONU) como atores fundamentais na promoção da sustentabilidade e do desenvolvimento humano. Também participa do evento – que será transmitido pela internet a partir das 12h do Brasil – o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.

“Se queremos evitar o terrível crime da escravidão sexual”, acrescentou Carmena, “precisamos refletir com sinceridade sobre suas causas.” O tema do foro – as mudanças climáticas e as novas formas de escravidão – foi sugerido expressamente pelo papa Francisco ao secretário da Pontifícia Academia de Ciências Sociais, o monsenhor Marcelo Sánchez Sorondo. Segundo o Vaticano – em concordância com o que foi dito pelo Papa em sua encíclica recente sobre ecologia - os dois fenômenos estão estreitamente ligados, na medida em que “o aquecimento global é uma das causas da pobreza e das migrações forçadas”, circunstâncias que favorecem “o tráfico de pessoas, o trabalho forçado, a prostituição e o tráfico de órgãos”. Participam do encontro, os prefeitos de Nova York, Paris, México, Bogotá, São Paulo e Belo Horizonte, entre outros. Os prefeitos vão firmar uma declaração conjunta com as conclusões do foro.

As discussões foram abertas com o depoimento de duas jovens mexicanas, Karla Jacinto e Ana Laura Pérez, que relataram suas experiências pessoais de escravidão. Jacinto explicou que, depois de uma infância terrível com sua própria família – “meus irmãos me estupravam e minha mãe me odiava” – ela se apaixonou por um rapaz que a obrigou a prostituir-se durante anos: “Inclusive depois de me engravidar, tive que me prostituir até os oito meses de gravidez”. Ana Laura Pérez relatou com detalhes como foi escravizada numa alfaiataria. Contou que, depois de conseguir escapar e denunciar sua situação, foi espancada, humilhada, privada de comida e até acorrentada para não se afastar de seu posto de trabalho.


Fonte: El País 

NOTA: O ECOmenismo está se intensificando e ajudando o papado atingir seu objetivo final: restaurar a supremacia mundial perdida em 1798, através da imposição da Lei Dominical. O apelo emocional será cada vez mais forte, ligando o combate do "aquecimento global" a outros temas que em si são nobres e verdadeiros (combate a escravidão...). Mesmo assim não torna correto a imposição de uma Lei Dominical cujo propósito é tornar o papado líder supremo do mundo.


quinta-feira, julho 16, 2015

O Rei do Norte e a 3ª Guerra Mundial - Parte 5

No final de 2013 o mundo estava agitado pelos ventos de guerra que sopravam desde o Oriente Médio. Jihadistas da Al-Qaeda juntamente com outros grupos rebeldes tentavam derrubar o presidente da Síria Bashar al-Assad trazendo grande instabilidade à região. Por outro lado, os EUA e outros países do ocidente também enviaram navios de guerra e tropas para uma possível invasão e tomada da Síria e talvez de outros países, sob a alegação de que o presidente sírio era um ditador que violava os direitos humanos.

O fato é que a Rússia e o Irã deram suporte logístico à Síria, que acabou resistindo às milícias rebeldes, e por fatores ocultos aos olhos humanos as tropas dos EUA e da OTAN voltaram pra casa e a iminente invasão que poderia ser o início do cumprimento profético de Daniel 11:40 não ocorreu.

"No tempo do fim o rei do sul lutará [nagah] com ele [rei do norte], e o rei do norte arremeterá contra ele com carros, cavaleiros e com muitos navios, e entrará nas suas terras, e as inundará, e passará".

Note que o verbo nagah no hebraico significa chifrar, ferir, lutar. O que dá a entender que antes do rei do norte (Vaticano usando os EUA e a OTAN) invadir o Oriente Médio e o norte da África, o rei do sul deve feri-lo primeiro. É o estopim que falta para cumprir a profecia. As últimas vezes que o rei do sul foi mencionado (vs. 25 e 29) o texto profético apontava para as Cruzadas, onde o rei do norte (Igreja Romana) lutaria com o rei do sul (exércitos muçulmanos) pela disputa das Terras Santas. Tendo isso em mente é de se esperar que o rei do sul nos versos 40-45 seja também os exércitos muçulmanos. 

No decorrer de 2014 e 2015 o cenário político do Oriente Médio sofreu diversas mudanças, o que possibilitou a consolidação de um movimento muçulmano sunita radical: o Estado Islâmico do Iraque e do Levante, mais conhecido como Estado Islâmico."Quando, a 29 de junho de 2014, um grupo conhecido até então por diferentes siglas decidiu que passaria a chamar-se apenas Estado Islâmico e proclamou a criação de um califado, o seu porta-voz, Abu Mohammed al-Adnani, anunciou o nascimento de 'uma nova era da jihad internacional'". (Público)

O Estado Islâmico é um movimento “formidável, mais eficaz do que qualquer outro grupo jihadista na história”, diz J.M. Berger, co-autor de Estado Islâmico – Estado de Terror, numa entrevista recente ao PÚBLICO. Trata-se de “um grupo apocalíptico, fanático, e as pessoas que atrai e que nele se envolvem têm uma enorme tolerância à mensagem”, sublinha o investigador.

Segundo Jon B. Alterman, director do Programa para o Médio Oriente do Center for Strategic and International Studies (CSIS), de Washington. “Ao contrário da Al-Qaeda, que operava quase exclusivamente em árabe, o Estado Islâmico integra forças que falam árabe, inglês, francês, tchetcheno, russo, turco, e mais”. (Público)

"Eles são uma ameaça maior do que a Al-Qaeda principalmente porque, com recursos como o petróleo, não precisam de apoio de outros grupos", explica Heni Ozi Cukier, cientista político e professor de Relações Internacionais da ESPM. "Mas o foco deles hoje é expandir seu território. Para isso eles precisam de militantes e, para atrair esses militantes, eles atacam no Ocidente para demonstrar poder. Não há limites para o EI." (Último Segundo)

As ambições apocalípticas do Estado Islâmico chocaram as autoridades quando divulgaram a ameaça de promover um atentando similar ao 11 de setembro de 2001 contra os Estados Unidos. Em vídeo de 11 minutos intitulado "Nós vamos queimar a América" divulgado na internet, os extremistas afirmam que não "há segurança para qualquer americano no globo". (Yahoo)

Como parte de sua estrutura de propaganda ostensiva o Estado Islâmico passou a publicar uma revista em árabe e em inglês, Dabiq, nome dado em homenagem a pequena cidade síria tomada pelo El, onde, de acordo com sua escatologia acontecerá a última cruzada apocalíptica profetizada por Maomé.



Em sua 4ª edição, a revista trouxe na capa a foto do Vaticano tendo a bandeira do El hasteada sobre o obelisco na praça de São Pedro. A chamada da capa "A cruzada que falhou" é uma alusão ao termo usado pelo presidente George Bush, que classificou a guerra ao terrorismo pós 11 de setembro como uma Cruzada. Além disso, a matéria de capa traz no seu texto outra imagem aérea do Vaticano com a seguinte legenda: "Nós conquistaremos sua Roma". (Dabiq)




Segundo informou o presidente do Centro de Estudos para Estratégia Militar e de Segurança da Síria ao britânico Daily Mail, o Estado Islâmico "está planejando enviar membros da sua temida força policial feminina para atacar locais religiosos na Europa. O grupo terrorista vai enviar pelo menos dez membros da cruel Brigada Al-Khansaa para atingir símbolos cristãos, possivelmente em ataques suicidas... As mulheres não tem tanta dificuldade para infiltrar-se como os homens, e há muitas europeias na Brigada, como francesas e inglesas, o que torna mais fácil entrar sem ser percebidas. Não achamos que elas estarão vestindo um hijab ou uma burca... elas estarão vestidas de forma normal como todo mundo como se fossem turistas". Segundo suas fontes secretas, o Estado Islâmico "vai tentar atacar símbolos cristãos, como o Vaticano por exemplo".

Com tantas ameaças em vista a OTAN já planeja reagir.

A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e seus aliados realizarão o maior exercício militar em mais de uma década a partir de outubro, mobilizando 36.000 soldados pelo Mediterrâneo a fim de conter a ameaça do Estado Islâmico no flanco sul da aliança militar... Mais de 30 países, incluindo nações fora da Otan, tais como Suécia e Áustria, participarão dos exercícios na Itália, Espanha, Portugal e no Mediterrâneo, que se estenderão de 3 de outubro até 6 de novembro [2015]. (Exame)

Fica então a pergunta: será o Estado Islâmico o agente responsável por acender o estopim que falta para explodir a invasão do Oriente Médio e do norte da África pelos EUA e pela OTAN (e por trás o Vaticano)? 

Só o tempo dirá...

"Certamente, venho sem demora. Amém! Vem Senhor Jesus!" Ap 22:20.

* As partes anteriores deste texto aqui

sábado, fevereiro 07, 2015

Papa Francisco vai discursar no Congresso dos EUA

O papa Francisco vai discursar diante das duas câmaras do Congresso norte-americano a 24 de setembro, no âmbito de uma visita aos Estados Unidos, anunciou hoje o presidente da Câmara dos Representantes, o republicano John Boehner.

Francisco será o primeiro papa na história a dirigir-se às duas câmaras do Congresso norte-americano (Câmara dos Representantes e Senado).

"Nesse dia, sua santidade será o primeiro papa na história a dirigir-se a uma sessão conjunta do Congresso", afirmou Boehner, em declarações aos jornalistas no Capitólio, sede do Congresso.

"Estamos agradecidos que o santo padre tenha aceitado o nosso convite e certamente ansiosos para receber a sua mensagem em nome do povo americano", acrescentou.

O convite estava a ser considerado pelo Vaticano há cerca de um ano.

Boehner, juntamente com a líder democrata da Câmara dos Representantes Nancy Pelosi, endereçaram o convite em março.

O papa Francisco confirmou no ano passado que ia visitar os Estados Unidos em setembro deste ano para participar num encontro mundial das famílias, que vai decorrer em Filadélfia.

Nancy Pelosi afirmou que os legisladores norte-americanos estão "honrados e muitos felizes pelo facto do papa Francisco, o primeiro pontífice nascido nas Américas, ter aceitado o convite".

O pontífice oriundo da Argentina "renovou a fé dos católicos em todo o mundo e inspirou uma nova geração de pessoas, independentemente da sua filiação religiosa, a serem instrumentos de paz", acrescentou a democrata.

Durante a visita ao território norte-americano, Francisco vai celebrar uma missa, a 27 de setembro, na maior e mais central avenida de Filadélfia, a Benjamin Franklin Parkway.

Francisco será o quarto papa a visitar os Estados Unidos.

NOTA: Algo impensável vai acontecer. Os EUA vão abrir sua casa de leis para ouvir o chefe da instituição que no passado foi perseguidora e inimiga da liberdade. Seguindo as pegadas de Roma os EUA estão negando seu próprio passado e tornando-se parecidos com ela... A crise final está próxima... 

segunda-feira, dezembro 01, 2014

Da carne ou do espírito?


A redução no número de frequentadores em igrejas é uma realidade nos EUA, e, para tentar atrair mais público, uma campanha de financiamento coletivo pretende atrair mais fiéis oferecendo hambúrgueres com fritas. O projeto McMissa (McMass, em inglês) quer levantar US$ 1 milhão em contribuições pelo site Indiegogo para bancar a abertura de uma filial do McDonald's em uma igreja.

“Combinando uma igreja com o McDonald's nós podemos criar uma igreja popular, autossustentável e engajada com a comunidade”, diz o texto de apresentação do projeto, liderado por Paul Di Lucca, que trabalha na agência Lux Dei, especializada em criação de marcas para igrejas.

Segundo o projeto, apenas nos EUA, cerca de 3 milhões de pessoas deixam de frequentar igrejas por ano, e, em 2013, 10 mil paróquias fecharam as portas naquele país. Por outro lado, o McDonald's serve 70 milhões de refeições todos os dias, atraindo 9 milhões de famílias aos restaurantes da rede.

— O cristianismo é incapaz de capturar públicos modernos — disse Di Lucca, à emissora NBC. — Existe uma falta de inovação e "design thinking" nas comunidades paroquiais.

Segundo Di Lucca, as igrejas são pontos ideais para a abertura de novas filiais da marca, já que elas precisam de uma fonte de renda para se sustentarem, precisam de público e possuem linda arquitetura e boa localização.

“Esses atributos são desperdiçados sem um público”, afirma Di Lucca. “Nós precisamos resolver esse problema rapidamente ou as comunidades paroquiais como conhecemos vão deixar de existir. É hora de as igrejas se unirem ao empreendedorismo”.

Até o momento, a campanha prevista para ser encerrada em 16 de janeiro de 2015 arrecadou meros US$ 192. Em troca das contribuições, o projeto oferece brindes que vão desde um “Amém” — para doações de US$ 1 — à colocação de um tijolo com o nome do doador em uma parede da primeira filiam da McMissa — doações acima de US$ 1 mil. A igreja escolhida para receber a filial do McDonald’s só será escolhida caso a campanha seja bem-sucedida.


Fonte: O Globo

domingo, novembro 30, 2014

Projeto de reunificação entre católicos e ortodoxos


O Papa Francisco e o Patriarca Ecumênico Bartolomeu I, líder da Igreja Ortodoxa, fizeram neste domingo uma declaração conjunta em Istambul, na Turquia, que poderia abrir o caminho para a reunificação das duas correntes cristãs, separadas há mais de mil anos.

Francisco assegurou que a união não poria riscos à tradição e aos ritos dos ortodoxos, que seriam mantidos. Segundo ele, "não se trata de absorção nem de submissão, mas sim da aceitação de todos os dons que Deus tem dado a cada um".


Católicos e ortodoxos caminham separados desde o "Grande Cisma" de 1054, quando o grupo de cristãos do Oriente questionou a soberania do papa sobre o credo em Constantinopla (atual Istambul), capital do antigo Império Romano do Oriente.

As palavras históricas foram proferidas durante o terceiro e último dia de viagem do pontífice à Turquia. Em Istambul, Francisco participou da festividade de Santo André, irmão de Pedro e um dos discípulos de Jesus, considerado o patrono da Igreja Ortodoxa. Por ser parente do primeiro papa, o santo também serve como um dos elos de ligação entre a Igreja Católica Apostólica Romana e os ortodoxos.


Fonte: O Globo 


NOTA: Em 2006 o papa Bento XVI também encontrou-se com Bartolomeu I em Istambul, encontro esse cujas implicações proféticas foram muito além do simples ecumenismo.

terça-feira, maio 13, 2014

Papa Francisco prepara a opinião pública para a chegada de extraterrestres

Falando sobre a liberdade do Espírito Santo, o papa Francisco fez nesta segunda-feira (12) uma reflexão curiosa, durante a qual disse que daria os sacramentos católicos até a extraterrestres.

"Se amanhã aparecesse uma expedição de marcianos, por exemplo, alguns viessem até nós - verdes, com aquele nariz longo e as orelhas grandes, como desenham as crianças - e um deles dissesse 'Eu quero o batismo', o que aconteceria?", perguntou-se o Pontífice.

Segundo Francisco, o Espírito Santo "sopra para onde quer", e os fiéis, os padres e a Igreja não podem impor limites a ele. "Então quem sou eu para colocar impedimentos", disse o Papa, já respondendo à sua questão.

A declaração foi dada durante uma missa na residência de Santa Marta, no Vaticano.


Fonte: Exame 

NOTA: Os "extraterrestres" terão um papel importante na crise final deste mundo. Para saber exatamente quem serão estes "extraterrestres" leia os posts anteriores.

terça-feira, maio 06, 2014

EUA mais perto de um Estado policial

Os militares dos Estados Unidos, sob a autoridade presidencial, podem prender, sequestrar e deter por tempo indefinido, sem acusação formal — ou sem o devido processo — qualquer cidadão americano que represente uma ameaça à segurança nacional”. Esse entendimento, exposto em uma decisão de um tribunal federal de recursos dos EUA recentemente, foi confirmado pela Suprema Corte do país, de uma forma indireta. Na segunda-feira (28/4), a Suprema Corte se recusou a julgar um recurso contra a decisão do tribunal inferior, o que equivale a mantê-la, noticiam o site WND, a agência Reuters e outras publicações.

Há anos, o fato de a CIA e os militares americanos prenderem suspeitos que representam qualquer tipo de ameaça aos EUA em outros países, e de levá-los para Guantánamo Bay ou outras prisões secretas em vários lugares do mundo, nunca incomodou muito a maioria da população americana. Mas, agora, qualquer americano pode amargar o mesmo remédio dentro de casa — culpado ou inocente, como no caso dos estrangeiros.

Com essa decisão da Justiça, as discussões na comunidade jurídica passaram a girar em torno do conceito de “estado policial”, em que os militares e os órgãos de segurança exercem o poder de polícia sobre a população, sem comprometimento com os princípios do “estado de Direito”.

Não se espera que o Judiciário se mantenha alheio à tentativa do Congresso e do presidente de “estabelecer a base jurídica para o estabelecimento do estado policial e a subjugação da cidadania americana, através da ameaça de prisão e detenção por tempo indefinido, sem direito a advogado, sem direito a confrontar os acusadores e sem o direito a julgamento”, escreveu à corte um grupo de advogados.

Na opinião dos advogados que representaram os demandantes, a decisão dos tribunais superiores coloca em risco os direitos fundamentais de qualquer “criador de caso” (como jornalistas) que, segundo as autoridades federais, possam ter qualquer envolvimento com “terroristas”.

O processo em questão foi movido por um grupo de pessoas e diversas organizações, sob a liderança do jornalista Chris Hedges, um ex-repórter do New York Times, que ganhou um Prêmio Politzer em 2002 por seus trabalhos na “cobertura do terrorismo global”, e a jornalista investigativa islandesa Kristinn Hrafnsson, porta-voz da Wikileaks, alegam que as autoridades federais podem prendê-los a qualquer tempo, por exercer seus direitos constitucionais de informar.

Entre os demandantes também estão nomes conhecidos por suas obras e por sua luta em favor das liberdades individuais, como Daniel Ellsberg, Jennifer Bolen, Noam Chomsky, Alex O’Brien, Kai Warg All e Brigitta Jonsottir, além de alguns parlamentares. E há uma grande variedade de organizações que não têm qualquer relação umas com as outras, nem mesmo de posicionamento político.

Todos buscaram a Justiça na esperança de conseguir uma declaração de inconstitucionalidade da Lei de Autorização da Defesa Nacional. Essa lei especifica o orçamento e as despesas do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, mas também traz outros dispositivos, como o de conferir autoridade aos militares para exercer determinadas ações relativas à segurança nacional.

A lei é reeditada pelo Congresso todos os anos. A edição de 2014 foi aprovada no Senado em um momento em que o país estava distraído com um escândalo, depois de passar, quase sem ser notada, pela Câmara dos Deputados.

A lei não se refere a americanos como “terroristas”. Usa a expressão “extremistas domésticos”, um neologismo que ameniza a terminologia mais dura, para não deixar a impressão que os EUA têm terroristas. Mas condena explicitamente aqueles que se associarem a terroristas ou darem qualquer suporte a organizações terroristas.

Como a lei é vaga, ela é descrita como uma “espada de Dâmocles” sobre a cabeça de qualquer americano que ameace a segurança nacional. Pode ser, por exemplo, um cidadão que divulgue informações ou documentos que coloquem o governo americano em maus lençóis — como o que fez Edward Snowden, o ex-agente de segurança que divulgou milhares de documentos oficiais da Agência Nacional de Segurança (NSA) dos EUA.

“É uma lei claramente inconstitucional”, disse Hedges aos jornais.



“É um enorme e grave assalto à democracia. Ela subverte 200 anos da legislação que mantém os militares fora das políticas domésticas do país”.

“A Suprema Corte não teve coragem de confrontar o Congresso e o governo para proteger os cidadãos americanos contra detenção militar. O governo ganhou e, assim, criou um momento trágico para o povo americano. Algum dia isso será visto como uma vergonha para a Suprema Corte”, disse o presidente do Instituto Rutherford, John Whiteehad.

Há precedentes de detenção em massa. Em 1944, durante a Segunda Guerra Mundial, o governo dos EUA prendeu e colocou em campos de concentração milhares de japoneses-americanos. E fez isso com as bênçãos da Suprema Corte, no caso Korematsu v. United States.

Para os críticos da lei, o governo Obama pode negar que haverá prisões indiscriminada de cidadãos americanos, porque a história mostra que o governo americano não é avesso a fazer isso.

quinta-feira, abril 03, 2014

Congressistas de Israel chegam a acordo sobre a guarda do domingo

Os congressistas de Israel Silvan Shalom (Likud), Naftali Bennett (Jewish Home), e Rabbi Shai Piron (Yesh Atid), chegaram a um acordo sobre a proposta em andamento para introduzir o domingo como um dia livre de trabalho e de aulas. Entendendo: propuseram um domingo de descanso por mês.

O compromisso é o resultado de uma série de encontros entre os congressistas e o presidente do Conselho Econômico Nacional, Eugene Kandel [foto]. A ideia da mudança gradual é uma solução temporária, a qual equilibra as necessidades das famílias com as necessidades da economia de Israel.

Se o acordo for implementado, um fim de semana longo [sábado/domingo] por mês será decretado durante o ano letivo - mas não durante as férias de verão ou o período de Grandes Festas. Em compensação, dias de aula serão implementados em datas atualmente tidas como "dias extras" durante o ano letivo.

O congressista Shalom [Likud] tem liderado a iniciativa por três anos, com algum sucesso; a qual tem sido bem recebida pelos três maiores partidos da coalizão - Likud, Jewish Home, e Yesh Atid. O anúncio torna a proposta mais provável de ser implantada na prática.


Já o partido de Naftali Bennett, o Jewish Home, demonstrou apoio para incluir o domingo no fim de semana. Enquanto a sexta-feira é frequentemente usada para a preparação do sábado, os congressistas do Jewish Home acreditam que fazer do domingo um segundo dia de descanso tornaria os israelenses mais aptos a guardar o sábado.

Vários israelenses atualmente usam o sábado para fazer suas compras e outras tarefas que violam a santidade do sábado, argumentou Rabbi Eli Ben-Dahan, congressista do Jewish Home.

Redefinindo o fim de semana ao incluir o domingo em lugar da sexta-feira poderia também causar impacto na população de não-judeus em Israel. Opositores da proposta dizem que isso seria ruim para o maior grupo minoritário de Israel - os muçulmanos - que guardam a sexta-feira como dia de descanso.

Fonte: Israel National News 

NOTA: Até o Estado de Israel está dobrando os joelhos perante Roma!! (O domingo é o sinal da supremacia de Roma). A crise final está às portas...

sexta-feira, março 28, 2014

Obama encontra-se com o papa Francisco no Vaticano

O Papa Francisco e o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, reuniram-se, esta quinta-feira [27], no Vaticano, durante 50 minutos e discutiram o direito à vida, tráfico humano e conflitos mundiais.

A reunião durou mais do que a habitual conversa de meia hora entre o papa e os chefes de Estado e de Governo que o visitam.

Depois de trocarem prendas, Obama e Francisco saudaram-se com um longo aperto de mão, ainda que o Papa sempre tenha mantido um semblante sério.

A reunião começou às 10:30h (hora local), tendo o Papa recebido Obama na sala do "Tronetto", junto à biblioteca privada.

"É maravilhoso conhecê-lo", afirmou Obama a Francisco, que respondeu "bem-vindo, senhor Presidente".

Obama enviou saudações da sua família ao Papa, referindo que a última vez que esteve no Vaticano visitou o seu antecessor, Bento XVI, tendo sido acompanhado pela mulher e filhas.

"Houve uma conversa sobre questões de particular relevância sobre a Igreja naquele país (EUA), como o exercício dos direitos de liberdade religiosa, da vida e da objeção de consciência", refere um comunicado do Vaticano.

O Papa defendeu o direito dos médicos que se recusam a realizar abortos nos Estados Unidos.

Obama e o Papa Francisco concordaram, durante a reunião, sobre um "compromisso comum" para erradicar o tráfico humano e discutiram a reforma da imigração nos Estados Unidos.

Os dois chefes de Estado sublinharam a necessidade do direito internacional ser respeitado em zonas de conflito em todo o mundo e uma "solução negociada entre as partes envolvidas" nestes conflitos, refere o comunicado do Vaticano, que não menciona que conflitos foram abordados na reunião.

O Papa presenteou Obama com a sua primeira exortação apostólica, "Evangelii Gaudium" (a alegria do evangelho), publicada a 26 de novembro, e um medalhão que representa o "anjo da paz", como o próprio Francisco explicou a Obama.

O presidente norte-americano disse que o texto iria dar-lhe força em situações vividas no Salão Oval e pediu ainda ao papa para rezar por ele e sua família.

Obama entregou ao Papa uma caixa em couro e madeira com sementes de frutas e legumes dos jardins da Casa Branca, para serem plantadas nos jardins da residência de verão de Francisco, em Castel Gandolfo.

"Se tiver a oportunidade de vir à Casa Branca, conhecerá os jardins", disse Obama, a que o Papa respondeu em espanhol: "porque não?".


Fonte: Jornal de Notícias 

No dia em que manteve o primeiro encontro no Vaticano com o Papa Francisco, Barack Obama deu uma entrevista ao jornal italiano Corriere della Serra onde pediu ao mundo que "ouça a voz do Papa". Sobretudo nas questões relacionadas com a pobreza e com as injustiças criadas pelo fosso entre ricos e pobres, já que noutras temáticas - como a contracepção e o aborto - não é possível encontrar consensos.

Fonte: Económico 

NOTA: É o 27º encontro de um presidente norte-americano com o bispo de Roma. Atualmente os EUA são vassalos do Vaticano porque o protestantismo se apostatou e se deixou levar pelos encantos diplomáticos da Santa Sé, a qual não mudou nada na sua essência. Os EUA, pelo contrário, estão flertando com a união de Igreja/Estado (especialmente a ala fundamentalista/republicana) seguindo as pegadas de Roma. Obama é mais uma marionete nas mãos do Vaticano e dos banqueiros mundiais. E apesar da sua ideologia "progressista" (leia-se marxista) tem como conselheiros mais próximos líderes formados nos maiores colégios jesuítas da América.

Forte crise econômica é iminente

A crise [financeira] que nos espera será pior que a de 2000 e a de 2008, e afetará tanto Wall Street como a economia global, assegurou o Wall Street Journal resumindo as opiniões dos líderes financeiros a quem entrevistou durante o último ano. O que nos espera a frente é uma anomalia, algo imprescindível: fatores desencadeadores macroeconômicos que poderiam acelerar uma recessão chegaram a um ponto crítico, assinalou o periódico. A razão subjacente é simples: "uma política monetária fundamentalmente defeituosa", quando o Sistema da Reserva Federal segue "imprimindo dinheiro barato".

"A Reserva Federal deve deixar de dirigir a economia. Sem mais dinheiro barato, recompras de dívida e investimento em empresas privadas", exortou David Stockman, diretor do Escritório de Administração e Pressuposto dos EUA entre 1981 e 1985.


Da mesma forma, William Hunt Gross, co-fundador do PIMCO, um dos maiores gestores de ativos de investimento global de renda fixa do mundo, advertiu sobre uma "supernova de créditos". E detalhou que sua empresa tem dois bilhões de dólares em risco no caso do dinheiro barato da Reserva Federal explodir.

"O banco de investimento que há apenas uma década promovia o desenvolvimento de pequenos negócios agora está dominado por uma especulação forçada", insistiu Gross.

O mundo está preso por uma megabolha que não tem nome e é alimentada pelo Sistema da Reserva Federal dos EUA, advertiu o analista da Société Générale, Kit Juckes. Esta bolha "está a ponto de estourar, como aconteceu com a crise financeira asiática, a bolha 'ponto com' e o sistema de créditos", especificou.

'Tictac, tictac, boom!' foi o título principal do portal InvestmentNews em um dia deste mês de março. O diário, especializado em dados, investigações e prognósticos para conselheiros financeiros advertia que milhões de investidores não tinham a mínima ideia do que aconteceria. Mais cedo ou mais tarde haverá "outra batalha feia" relacionada com a dívida e os mercados ficarão "assustados": qualquer tendência "seria suficiente para paralisar a economia mundial e incliná-la para recessão", insistiu ainda o economista norte-americano Nouriel Roubini, quem prognosticou a bolha imobiliária nos EUA e a recessão global de 2008.

Gary Shilling, colunista do 'Forbes', advertiu sobre uma bolha em expansão e uma grande comoção se aproximando. Calculou um crescimento muito lento do PIB real para os próximos oito anos, de apenas 2%, e previu uma desaceleração global ainda mais grave durante a próxima geração, chegando a zero. 


"Estou 100% seguro de que a crise para a qual estamos caminhando será muito pior que a de 2008", opinou, por sua parte, Peter Schiff, diretor executivo da Euro Pacific Capital, uma corretora norte americana da bolsa.

Fonte: Russia Today 


NOTA: Seguramente, uma crise econômica sem precedentes fará parte da equação do tempo do fim...