quinta-feira, outubro 11, 2007

Verdade (in)conveniente

Um juiz da Alta Corte britânica identificou "nove erros científicos" no filme Uma Verdade Inconveniente, que rendeu ao ex-vice-presidente americano Al Gore o Oscar de melhor documentário neste ano. O juiz Burton analisava se o documentário sobre mudança climática realizado por Gore – que sustenta a tese da ação humana como causa do aquecimento global – poderia ser exibido em salas de aula.

A sentença considerou o filme tendencioso, mas permitiu sua exibição sob condição de que os professores apontem os trechos polêmicos e apresentem os argumentos contrários às informações. Segundo o magistrado, os erros científicos da obra incluem a alegação de que o nível do mar subirá até 20 pés (mais de 6 metros) por causa do derretimento do gelo na Antártida e na Groenlândia. Esta afirmação foi considerada "alarmista". Segundo o juiz, indícios apontam que o derretimento do gelo da Groenlândia liberaria esta quantidade de água "apenas em milênios".

Outra parte do documentário reprovada pelo juiz faz referência a estudos científicos que indicam que, pela primeira vez, ursos polares se afogaram ao tentar nadar longas distâncias – até quase 100 quilômetros – em busca de gelo. "O único estudo científico que ambas as partes conseguiram apontar é um que indica que quatro ursos polares foram encontrados recentemente afogados por causa de uma tempestade", disse o juiz. A Corte aceitou ainda a argumentação de que não há evidências científicas suficientes para estabelecer uma relação entre o aquecimento global e o desaparecimento da neve no monte Kilimanjaro, no leste da África.

O filme foi analisado a pedido do diretor de uma escola inglesa em Kent, que tentou barrar a exibição do documentário. Uma Verdade Inconveniente havia sido enviado a todas as escolas secundárias da Inglaterra, Escócia e País de Gales.

O documentário foi acusado de imprecisões em diversas ocasiões, mas venceu o Oscar de sua categoria em fevereiro deste ano e deu um "empurrão" para que o ex-vice-presidente americano fosse cotado para o prêmio Nobel da Paz, que será anunciado nesta sexta-feira.

Para o analista de meio ambiente da BBC Roger Harrabin, a decisão é "embaraçosa para Al Gore", e poderia levar o público a refletir sobre a polêmica envolvendo a validade das evidências científicas em torno do aquecimento global. Para Harrabin, a sentença não afeta o governo britânico, já que o principal argumento do filme não é questionado. "É importante esclarecer que os argumentos centrais de Uma Verdade Inconveniente, de que a mudança climática é causada principalmente por emissões de gases gerados pela ação humana e terá conseqüências adversas, são amplamente apoiadas em opiniões científicas", disse o secretário da Infância, Escola e Família da Grã-Bretanha, Kevin Brennan. "Nada no comentário do juiz desmente isto."

Fonte: BBC Brasil

NOTA: Se uma dita "verdade" possui pelo menos nove erros científicos ela não pode mais ser sustentada como verdade, a menos que seja conveniente...

quarta-feira, outubro 10, 2007

Apelo de Bento XVI para redescobrir os Dez Mandamentos

... Quero deter-me em particular agora sobre o tema da lei moral natural. Como provavelmente é sabido, por convite da Congregação para a Doutrina da Fé, celebraram-se ou estão sendo organizados, por parte de vários centros universitários e associações, simpósios ou jornadas de estudo com o objetivo de encontrar linhas e convergências úteis para aprofundar construtiva e efetivamente na doutrina sobre a lei moral natural.

Este convite encontrou até agora uma acolhida positiva e um grande eco. E, portanto, espera-se com muito interesse a contribuição da Comissão Teológica Internacional, orientada sobretudo a justificar e ilustrar os fundamentos de uma ética universal, pertencente ao grande patrimônio da sabedoria humana, que em certo sentido constitui uma participação da criatura racional na lei eterna de Deus.

Não se trata de um tema de caráter exclusivamente ou sobretudo "confessional", ainda que a doutrina sobre a lei moral natural se ilumine e desenvolva em plenitude à luz da Revelação cristã e da realização do homem no mistério de Cristo.

O Catecismo da Igreja Católica resume bem o conteúdo central da doutrina sobre a lei natural [grifo acrescentado], revelando que indica "os preceitos primeiros e essenciais que regem a vida moral. Tem como esteio a aspiração e a submissão a Deus, fonte e juiz de todo bem, assim como sentir o outro como igual a si mesmo. Está exposta, em seus principais preceitos, no Decálogo [grifo acrescentado]. Essa lei é denominada natural não em referência à natureza dos seres irracionais, mas porque a razão que a promulga pertence, como algo próprio, à natureza humana" (número 1955)...

Se por um trágico escurecimento da consciência coletiva, o ceticismo e o relativismo ético chegassem a cancelar os princípios fundamentais da lei moral natural, a própria ordem democrática ficaria radicalmente ferida em seus fundamentos. Contra este escurecimento, que é a crise da civilização humana, antes inclusive que da cristã, é necessário mobilizar todas as consciências dos homens de boa vontade, leigos e pertencentes a religiões diferentes do cristianismo, para que juntos e de maneira concreta se comprometam a criar, na cultura e na sociedade civil e política, as condições necessárias para uma plena consciência do valor inegável da lei moral natural [grifo acrescentado]...

Fonte: Zenit

NOTA Diário da profecia: Existe ainda alguma dúvida sobre a intenção deliberada de impor o Decálogo, não o bíblico, mas o catequista católico à sociedade civil e política através da união das diferentes religiões?

NOTA Minuto Profético: Foi dada a largada para convencer o mundo todo a guardar os Dez Mandamentos. É bom lembrar que o principal argumento a ser usado será ambiental. A sociedade já está sendo condicionada para isso...
Seria algo maravilhoso se o mundo inteiro seguisse os Dez Mandamentos. Porém, isso não pode ser aceito mediante imposição de Lei Civil. Também não podemos aceitar a Lei de Deus adulterada...

terça-feira, outubro 09, 2007

Gráfico: Períodos proféticos em Daniel




Alberto R. Timm, Ph.D.

Fonte: Revista Teológica Parousia, Ano 4, Nº 1, p. 7.

Historicismo: Períodos proféticos em Daniel

Daniel 10-12 e Daniel 7 também compartilham entre si da mesma preocupação em descrever a seqüência de reinos e poderes que estariam diretamente relacionados com o povo de Deus até o final dos tempos. A seqüência é a mesma, salvo pelo fato de Daniel 7 começar primeiro por Babilônia (leão), enquanto que Daniel 10-12 inicia-se com os Persas. Entretanto, não há contradição, porque em Daniel 7 o império babilônico ainda existia, e em Daniel 10-12 já havia sido conquistado pelos Medo-Persas. Assim, o "urso" de Daniel 7:5, 17 corresponde aos reis persas de Daniel 10:1, 13, 20 e 11:12. O leopardo com 4 asas e 4 cabeças (Dn 7:6, 17), a quem foi dado o domínio, corresponde ao poderoso rei da Grécia, cujo reino seria dividido aos quatro ventos dos céus (Dn 10:20; 11:3-13).

O "animal terrível" com dez chifres, dentre os quais aparece um chifre pequeno com boca e olhos de homem (Dn 7:7-8, 19-25), aparece em paralelo co "Rei do Norte" em Daniel 11:14-45. Ambos blasfemam contra o Altíssimo (Dn 7:8, 24-25; 11:36-39), perseguem os santos e tentam destruí-los (Dn 7:21, 25; 11:15, 33-35). O tempo em que os santos lhe serão entregues nas mãos é o mesmo, "um tempo, tempos e metade de um tempo" (Dn 7:25, 12:7; ver também Dn 11:33, 35).

Após esse período vem o Juízo, quando os livros serão inspecionados (Dn 7:10; 12:1). Esse Juízo traz destruição para os poderes que lutam contra Deus e os ímpios, e justificação e libertação ao perseguido povo do Altíssimo (Dn 7:9-12, 22, 26-27; 11:35, 45; 12:1-3). Em Daniel 7, esse Juízo está associado à figura do Filho do homem (Dn 7:13-14), enquanto que em Daniel 10-12 está associado com Miguel, o Grande Príncipe (Dn 12:1-3).

Implicações do paralelismo entre Daniel 10-12 e Daniel 7

Os períodos proféticos dos três tempos e meio, dos 1.290 dias e dos 1.335 dias são partes do grande período profético das 2300 tardes e manhãs. Portanto, estão no passado.

Finalmente, o paralelo entre Daniel 12:5-7 e 8:13-16 nos indica que foi esse mesmo Ser divino, vestido em vestes sacerdotais, quem declarou, de forma solene, o tempo que duraria a supremacia da "Abominação Assoladora", e quando começaria o Juízo divino para julgar o Chifre Pequeno, para destruí-lo e para vindicar o santuário de Deus e os santos do Altíssimo. A descrição da cena em ambos os capítulos é idêntica: O Ser divino com aparência de um homem está sobre as águas de um rio (Dn 12:6; 8:16), um outro ser celestial que está às margens do rio faz a pergunta: "Ad Matai" (Até quando? Dn 12:6; 8:13). O Ser divino responde dando uma cifra de tempo (Dn 12:7, "tempo, tempos e metade de um tempo"; Dn 8:14, "até duas mil e trezentas tardes e manhãs"). Estes dois períodos estão ligados ao tempo de supremacia da "Transgressão Assoladora", ou seja, do "Chifre Pequeno" (Dn 12:7; 8:13). O texto claramente expõe que o enfoque desses tempos proféticos é o final do tempo da destruição do povo santo. Esse tempo de destruição foi marcado pelo fato do "Contínuo" ter sido tirado e estabelecida a "Abominação Desoladora" (Dn 12:7, 11; 8:13).

Daniel 12:11 acrescentou um terceiro período aos dois mencionados acima: 1290 dias. Textualmente, todos esses períodos estão ligados entre si, e a interpretação de um determina a interpretação do outro. Quando o Ser divino, em Daniel 12:7, menciona o período de "tempo, tempos e metade de um tempo", ele diretamente evoca o mesmo período de tempo que já havia sido referido em Daniel 7:25. Em Daniel 7 este tempo correspondia também ao tempo da supremacia do "Chifre Pequeno", tempo em que os santos lhe seriam entregues nas mãos. Mas após esse período, seria estabelecido o Juízo divino para julgar especialmente o "Chifre Pequeno", e trazer libertação ao povo de Deus (Dn 7:26-27).

Daniel 7, assim, nos provê um lado básico: após os três tempos e meio de supremacia do "Chifre Pequeno" seria estabelecido o juízo descrito em Daniel 7:9-14. Mas quando ocorreria esse juízo? Daniel 8:14 responde: após "duas mil e trezentas tardes e manhãs". A partir de quando se começaria a contar este período de "tardes e manhãs"? A resposta aparece em Daniel 9 com as 70 Semanas. Na profecia das 70 Semanas, o livro de Daniel nos dá o marco inicial para o longo período profético das "tardes e manhãs". Fala da vinda do Messias e especifica que no mesmo tempo do seu aparecimento surgiria também o poder assolador descrito em Daniel 7 e 8.

Assim, temos firmados no texto de Daniel dois lados básicos quanto aos limites históricos dentro dos quais se inserem os tempos proféticos de Daniel: o início das 70 Semanas marcam o limite inicial, enquanto que o fim das "duas mil e trezentas tardes e manhãs" o seu limite final. Entre esse início e fim estão os períodos dos três tempos e meio (1.260 dias) e 1290 dias, referindo-se ao período da supremacia da "Abominação Desoladora", que deveriam terminar um pouco antes do início do tempo do juízo (Dn 7:25-26).

Por último, o livro de Daniel adiciona mais um período de tempo, os 1335 dias, dizendo: "Bem-aventurado o que espera e chega até mil trezentos e trinta e cinco dias" (Dn 12:12). A que período o anjo se refere aqui? É importante notar que essa última declaração cronológica em Daniel está intimamente ligada à anterior, ao período de 1290 dias (Dn 12:11), e é apresentada como uma prolongação, uma extensão desse período anterior (Dn 12:11-12). O livro de Daniel nos dá assim mais um dado cronológico, indicando o tempo que separaria o fim do período da supremacia da "Abominação Desoladora" e o início do tempo do juízo (ou seja: 1335 menos 1290 dias, igual a 45 dias), dado que não tinha sido precisado em Daniel 7:26-27. Assim, o livro de Daniel fecha o ciclo: o capítulo 12 de Daniel complementa os dados fornecidos no capítulo 7. Enquanto Daniel 8 informa sobre o marco final dos tempos cronológicos (igual ao Juízo de Deus, após "duas mil e trezentas tardes e manhãs"), Daniel 9 informa ao leitor o seu marco inicial, as 70 Semanas. Qualquer interpretação séria desses períodos cronológicos de Daniel deve tomar em conta essas informações do texto e suas implicações. A interpretação tradicional adventista do sétimo dia tem tentado ser fiel a estes dados textuais e tem podido verificar na história a precisão da palavra profética:

1) Marco inicial (Setenta Semanas): 457 a.C. – Decreto de Artaxerxes (Esdras 7). "Desde a saída da ordem para restaurar e edificar Jerusalém..." (Dn 9:25).

2) Período de supremacia da "Assolação Desoladora":
a) Início dos 1290 dias/anos em 508 d. C.: Vitória dos Francos sobre os Visigodos (arianos). Clóvis, rei dos Francos, envia a Roma uma coroa para ser colocada sobre a cabeça do Papa.
b) Início dos 1260 dias/anos em 538 d. C.: Roma é liberta das mãos dos ostrogodos, última potência ariana na Europa, o Papa se estabelece como a autoridade e governante supremo sobre toda a Europa.
c) Fim dos 1290 e 1260 dias/anos em 1798 d. C.: O Papa foi deposto, aprisionado e exilado pelo exército francês.

3) Período de intervalo entre o final da supremacia da "Assolação Desoladora" e o Início do Juízo: 45 dias/anos (45 anos), ou seja, de 1798 a 1843/1844.

4) Marco final (o fim da "2300 tardes e manhãs"): 1844 d. C., 2300 anos após o decreto de Artaxerxes.


Reinaldo W. Siqueira, Ph.D.

Fonte: Revista Teológica Parousia, Ano 1, Nº 2, p. 61-66.

(Veja também o gráfico dos períodos proféticos).

domingo, outubro 07, 2007

A Torre de Babel e a Nova Ordem Mundial

O paralelo entre a construção da antiga Torre de Babel e a construção da moderna Nova Ordem Mundial é um fato digno de reflexão:

"Esses construtores de Babel resolveram conservar unida a sua comunidade, em um corpo, e fundar uma monarqua que finalmente abrangesse a Terra inteira". Patriarcas e Profetas, p. 118.

"Todo o empreendimento destinava-se a exaltar ainda mais o orgulho dos que o projetaram, e desviar de Deus a mente das futuras gerações e levá-las à idolatria". Patriarcas e Profetas, p. 119.

"Os homens de Babel tinham-se decidido a estabelecer um governo que fosse independente de Deus. Alguns houve entre eles, entretanto, que temiam ao Senhor, mas tinham sido enganados pelas pretensões dos ímpios, e arrastados aos seus desígnios. Por amor a estes fiéis, o Senhor retardou os Seus juízos, e deu ao povo tempo para revelar o seu verdadeiro caráter". Patriarcas e Profetas, p. 122.

Sociedades secretas tais como Illuminati e Fraternidade Babilônica estão repetindo o mesmo processo usado na construção da antiga Torre de Babel, com a clara intenção de estabelecer uma Nova Ordem Mundial. Assim como no passado, Deus hoje, está retardando Seus juízos para dar ao Seu povo tempo para revelar o verdadeiro caráter dos pagãos...





sexta-feira, outubro 05, 2007

Papa presidirá reunião ecumênica pela paz

O papa Bento XVI visitará Nápoles dia 21 de outubro para inaugurar uma reunião internacional de religiões pela paz, organizada pela comunidade Santo Egídio de Roma, com uma missa em uma praça com a presença de patriarcas das igrejas ortodoxas e pastores protestantes. Após a missa, o papa receberá cerca de 200 líderes religiosos do mundo inteiro - cristãos, muçulmanos, judeus, budistas e hindus - no seminário de Capodimonte, perto de Nápoles.

Para a ocasião, foi anunciada a presença do patriarca ortodoxo ecumênico de Constantinopla (Istambul), Bartolomeu I, o rabino-chefe de Israel, Yona Metzger, o primado anglicano Rowan D. William, o bispo metropolitano russo Kirill e vários representantes muçulmanos. Depois de um almoço com uma delegação restrita e encontros com a população e as autoridades religiosas e políticas locais, Bento XVI partirá para Roma ao entardecer.

A reunião internacional das religiões prosseguirá até 22 de outubro, com conferências, manifestações e reuniões nos lugares mais simbólicos de Nápoles. Entre os hóspedes de honra da reunião internacional está o chanceler italiano, Massimo D'Alema, que em 22 de outubro participará de um debate sobre o futuro do Oriente Médio e a custódia franciscano da Terra Santa.

Os 22 representantes das várias religiões presentes na reunião rezarão pela paz em vários lugares de Nápoles e assistirão, em seguida, a uma cerimônia junto com o presidente italiano, Giorgio Napolitano. Na ocasião será lido um chamado contra toda forma de violência, tanto internacional, exercida em nome de alguma divindade, como a diária existente nas grandes cidades.

A reunião das religiões é celebrada todos os anos por iniciativa da Comunidade de Santo Egídio desde 1986, ano em que João Paulo II convocou pela primeira vez em Assis, centro mundial da espiritualidade franciscana, os líderes espirituais do mundo inteiro para rezar contra a ameaça do holocausto nuclear quando ainda não tinha terminado a Guerra Fria.

Fonte: AnsaLatina

quinta-feira, outubro 04, 2007

Igreja Católica quer moralizar futebol na Itália

A Igreja Católica da Itália decidiu entrar em campo para que o futebol, segundo ela, volte a ser "fator de educação e valor no país". Nesta semana, a Conferência Episcopal Italiana (CEI) comprou o Ancona, um time que nos últimos anos enfrentou problemas financeiros e judiciais, além de estar envolvido no último grande escândalo do futebol no país, quando vários times foram condenados por participar de um esquema de manipulação de resultados.

Para efetivar a aquisição, o Centro Esportivo Italiano, da CEI, reuniu um grupo de empresários católicos para comprar e administrar o clube. Com a aquisição, o Ancona – que há quatro anos jogava na série A e hoje participa do campeonato da terceira divisão – já está sendo chamado de o "time dos bispos".

"Queremos que o futebol volte a ser um instrumento educativo e que não seja mais estruturado com base em valores exclusivamente econômicos", afirmou o presidente do CSI Edio Constantini. "Demonstraremos para os jovens que o esporte não é apenas ilusão."

Com a administração católica, várias mudanças estão sendo preparadas para influenciar a torcida, os jogadores e os dirigentes do time criado em 1905. O time passará a contar com um código de ética e vai vender bilhetes com preço reduzido aos torcedores. Em troca, o time quer que eles não exibam cartazes ofensivos e não agridam a torcida adversária.

Além disso, dizem os novos controladores do Ancona, os dirigentes "deverão investir em obras para ajudar os pobres do Terceiro Mundo com os eventuais lucros" e os jogadores que não se comportarem bem e cometerem faltas graves serão punidos com horas de trabalhos voluntários.

"É uma maneira de moralizar o futebol", disse o arcebispo de Ancona, Edoardo Menichelli. "É também uma forma de trazer um pouco de ética a um setor que passa por uma grave crise de valores." O atual presidente do clube, Sergio Schiavon, vendeu 80% da sociedade, mas permaneceu com os restantes 20% para, segundo ele, "preservar o espírito da iniciativa em que foi constituído o clube".

"Começamos com o Ancona, mas nosso grande sonho é um time nacional do Vaticano", disse don Paganini, assistente espiritual do CSI. "É possível que o futebol e o esporte possam melhorar o diálogo com o Islã e outras religiões."

Segundo don Paganini, o secretário de Estado do Vaticano, Tarcisio Bertone – especialista em futebol e torcedor da Juventus – foi o primeiro a cogitar um time de futebol do Vaticano de alto nível para competir na série A do campeonato italiano. Bertone revelou em várias ocasiões a possibilidade de a Santa Sé formar um time de futebol de "grande valor". Por enquanto, porém, as apostas da Igreja estão agora com o Ancona.

Fonte: BBC Brasil

NOTA: O que a Igreja Católica realmente deseja é reconquistar a supremacia mundial perdida ao fim da Idade Média, nem que para isso tenha que se meter na política, na economia ou no campo do entretenimento. Aliás, esta última área é muito promissora para a intenção da ICAR de promover a santificação do domingo como sinal de supremacia mundial, afinal as grandes multidões estão diretamente ligadas aos esportes (especialmente o futebol).

Historicismo profético: como será o fim

O vídeo Eventos Finais da Profecia Bíblica é um ótimo resumo do que acontecerá a esse mundo de acordo com a interpretação profética historicista (YouTube).

Assista a introdução e a primeira parte aqui:






(Parte 2); (Parte 3); (Parte 4); (Parte 5); (Parte 6); (Parte 7).

Chip em veículos viola a privacidade

A possibilidade de monitoramento do trajeto percorrido por um motorista, por meio do sistema de identificação de veículos com chip -que passarão a ser instalados nos carros de São Paulo a partir de maio- fere o direito à privacidade e pode ser considerada inconstitucional, afirmam especialistas ouvidos pela reportagem.
"É absolutamente inconstitucional. O veículo é uma extensão do domicílio", diz o professor de direito constitucional do Mackenzie João Antonio Wiegerinck. "Há uma possibilidade de registrar o caminho do veículo. Aí está a inconstitucionalidade", afirma Cyro Vidal, presidente da Comissão de Assuntos e Estudos Sobre Direito de Trânsito da OAB São Paulo.

Anteontem, a Prefeitura de São Paulo e o governo do Estado assinaram um convênio que prevê a instalação do mecanismo a partir de maio. A implantação será feita no licenciamento e será obrigatória (a multa é de R$ 127,69). O monitoramento será feito por 2.500 antenas distribuídas na cidade. "Em tese, isso gera um controle das atividades das pessoas", diz o advogado especialista em direito público Marcelo Gatte Reis Lobo. "Há uma supressão da liberdade."

"Isso será questionado na Justiça assim que ocorrer", afirma Reis Lobo. "Se realmente existir qualquer indicativo de violação [da Constituição], nós vamos propor medida judicial", complementa Vidal.

Essa possibilidade, porém, foi alvo de brincadeira do governador José Serra (PSDB) anteontem, que garantiu o sigilo das informações. "Dados coletados serão sigilosos. Nenhum empresário que for ao motel terá o seu nome estampado na coluna no dia seguinte", afirmou o governador.

O uso do chip é defendido pelo coronel da reserva da PM José Vicente da Silva Filho, ex-secretário nacional de Segurança Pública. "Desde que não haja custo para a população, sou a favor da colocação dos chips. Um terço dos problemas registrados pela polícia envolvem veículos e, se eles puderem ser rastreados, vai ajudar muito a polícia" afirmou. A instalação do chip será gratuita. "Quanto à violação à privacidade, não dá para falar de privacidade na rua. A pessoa tem isso em casa, não na rua. O custo benefício dessa medida é francamente favorável ao cidadão", disse o coronel José Vicente.

O objetivo da implantação dos chips, que ficará no pára-brisa dos veículos, é aumentar o poder de fiscalização da CET e permitir o rastreamento do carro em caso de roubo. O chip armazenará o número da placa, chassi, número do Renavam, taxas, como o IPVA, e licenciamento. Os carros irregulares serão identificados quando passarem próximos a uma das antenas. A frota clandestina na cidade -que não paga IPVA nem multas- chega a 30% dos 5,8 milhões de veículos.

Segundo Alfredo Peres Silva, diretor do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), o sistema não invade a privacidade, pois não faz um rastreamento. "Apenas identifica por onde o veículo passou", afirma. "É a mesma coisa que o equipamento que lê a placa para o controle do rodízio", diz. Segundo Silva, a questão da privacidade foi um dos cuidados na elaboração do sistema. A prefeitura não comentou o assunto -disse que a discussão compete à União. Já o governo do Estado não respondeu à reportagem até a conclusão desta edição.

Fonte: Folha de São Paulo, 04 de outubro de 2007

quarta-feira, outubro 03, 2007

Vaticano fará reflexão sobre lei moral natural

Um projeto de documento sobre a lei moral natural, "que tem a finalidade de refletir e aprofundar a busca dos fundamentos de uma ética universal". É um dos objetivos principais da plenária anual da Comissão Teológica Internacional, em andamento até a próxima sexta-feira, dia 5, na "Casa Santa Marta", no Vaticano.

A plenária está sendo presidida pelo prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Cardeal William Joseph Levada; os trabalhos são dirigidos pelo secretário-geral, Pe. Luis Ladaria. Durante o debate - ressalta uma nota oficial - será também analisado "o texto de um esboço de Documento acerca do tema da identidade da teologia, de seu sentido e de seu método". A plenária se concluirá com uma audiência com o Santo Padre, na sexta-feira.

Fonte: Rádio Vaticano

Outra versão para o 11 de setembro

Vale a pena assistir ao documentário 9/11 Loose Change 2 (1:30 duração) - na verdade, uma outra versão sobre o 11 de setembro. A partir de então, nossas liberdades individuais passaram a estar com os dias contados...


Carros terão chips em São Paulo

Depois de dez anos de discussões, foi dado ontem o primeiro passo para a instalação de chips de identificação eletrônica nos veículos da cidade de São Paulo. Governo estadual e Prefeitura assinaram o primeiro convênio do Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos (Siniav). A promessa é de que em março seja realizada a licitação para definir a empresa responsável pelo serviço. A instalação dos chips, ou tags, começa em maio. Com isso, São Paulo será a primeira cidade no Brasil com identificação eletrônica de veículos. Quem rodar sem a identificação eletrônica vai pagar multa de R$ 127.

O custo de instalação dos tags virá de um fundo municipal (que está sendo regulamentado) com recursos de multas. A instalação e operação dos chips será feita por meio de Parceria Público-Privada (PPP) com a empresa que vencer a licitação. "Os donos de veículos não terão nenhum custo", disse o presidente da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), Roberto Scaringella.

Segundo o presidente da CET, assim que a PPP for criada, os novos veículos vão sair de fábrica com o chip já instalado. Os veículos antigos vão receber o tag gradualmente. "Vamos seguir o calendário anual de licenciamento do Detran." Assim, a cada mês veículos de determinada placa terão de ser levados a postos - ainda a ser definidos - para a instalação dos chips.

O tag vai armazenar um número serial, o número da placa, do chassi e o código Renavan. As informações serão lidas cada vez que o veículo passar por uma das 2,5 mil antenas que serão instaladas na cidade, e repassadas para uma central.

Além de melhorar a fiscalização de veículos irregulares (um terço da frota de São Paulo roda sem licenciamento, com IPVA atrasado, multas não pagas ou com placas clonadas) e facilitar a localização de veículos furtados, o Siniav será uma importante ferramenta de gestão do trânsito que, se bem utilizada, poderá dar mais fluidez ao tráfego da cidade mais congestionada do País. É que as antenas detectam e repassam em tempo real a localização de cada veículo que passar por esses locais. A CET terá um retrato em tempo real do tráfego.

Antes, essas informações demoravam muito mais tempo para serem recolhidas. Desde 1967, a CET faz uma pesquisa, a cada dez anos, sobre a origem e destino dos deslocamentos.

Para demonstrar a nova tecnologia, a CET monitorou, das 8 às 9 horas de ontem,o tráfego na Avenida Rebouças, na zona sul, entre as ruas Pedroso de Morais e Joaquim Antunes. Passaram pelo local 37 dos 500 veículos que tinham a identificação eletrônica que estavam sendo estudados. Eles gastaram 286 segundos para percorrer os 820 metros do trecho. A velocidade média foi de 10,32 km/h. "Um dos dados mais importantes é saber onde ocorre a maior parte dos deslocamentos", explicou Scaringella.

O governador José Serra (PSDB) disse que vai conversar com as prefeituras de cidade próximas a São Paulo para que elas também adotem o Siniav. "Sem isso, vai haver imigração de veículos para esses locais." Ele garantiu que todas as informações captadas pelas antenas, como o trajeto dos veículos, serão mantidas em sigilo.

O coordenador do curso de Engenharia Elétrica da Faculdade de Engenharia Industrial da USP e doutor em microeletrônica Renato Giacomini disse que, apesar de baixo, existe risco de clonagem e retirada do tag.

Fonte: O Estado de São Paulo, 03 de outubro de 2007

NOTA: Todas as mudanças necessárias para a implantação da Nova Ordem Mundial serão sempre acompanhadas de "boas" razões. O que não muda em nada o resultado final: controle total sobre os hábitos de vida da população. É mais uma medida para testar até onde vai o grau de submissão da sociedade...

terça-feira, outubro 02, 2007

Profecia confiável: O surgimento de Alexandre


A profecia em Daniel 8 começa com o relato daquilo que o reino medo-persa, simbolizado por um carneiro irado, haveria de fazer. O carneiro é identificado como sendo a Medo-Pérsia (Dn 8:20). Ele é seguido simbolicamente por um bode, representando a Grécia (Dn 8:2-8, 21). Esse bode começa com um grande chifre, à semelhança de um unicórnio. Esse chifre representa seu primeiro rei ao este iniciar a guerra contra o carneiro persa.

Historicamente, sabemos que esse "chifre" foi Alexandre, o Grande, que reuniu seu exército e invadiu o Oriente Próximo, derrotando os persas e conquistando todo o território numa campanha relâmpago que durou apenas três anos.

Críticos do livro têm argumentado que isso não foi uma profecia, mas apenas uma descrição histórica escrita mais tarde como se fosse uma profecia. Há, porém, uma interessante história nos escritos de Flávio Josefo, historiador judeu do primeiro século, que indica que essa profecia já era conhecida no quarto século a. C., portanto bem antes do tempo no qual os críticos dizem que foi escrita (segundo século a. C.).

A história é a respeito da campanha de Alexandre na costa da Síria e Palestina. A caminho do Egito, ele decidiu sair da rota principal e subir para Jerusalém. Ao chegar lá, um dos sacerdotes tomou o rolo de Daniel e lhe mostrou onde ele se situava na profecia, como o grego que haveria de derrotar o império dos persas. Impressionado por essa referência profética a respeito de si mesmo, Alexandre perguntou aos líderes judeus o que poderia fazer por eles. Pediram-lhe que aliviasse os impostos durante os anos sabáticos, quando os campos eram deixados em cultivo e nenhuma colheita era possível. Alexandre teria dito que atenderia ao pedido. O relato de Josefo é o seguinte:

"E quando o livro de Daniel declarou que um dos gregos haveria de destruir o império dos persas, ele supôs que ele mesmo era a pessoa indicada; e, lisonjeado, despediu a multidão. Mas, no dia seguinte, convocou-a e perguntou-lhe que favores gostariam de receber dele. O sumo sacerdote pediu que lhes fosse permitido continuar seguindo as leis de seus antepasados e recebessem isenção dos tributos no sétimo ano. Ele fez como desejavam e quando lhe pediram que permitisse aos judeus da Babilônia e Média a também seguirem suas leis, ele imediatamente prometeu que assim o faria daquele momento em diante." (veja História dos Hebreus, p. 274 - CPAD).

Se essa história de Josefo é verídica, então a profecia de Daniel 8, incluindo o detalhe do grande chifre da Grécia que representava Alexandre, já existia no quarto século a.C. Isso não apenas consistiria em evidência de uma data anterior para a composição de Daniel, mas também mostraria que um dos elementos da profecia teve seu cumprimento e foi reconhecido como tal quando aconteceu.

Desnecessário dizer, mais uma vez os críticos da natureza profética de Daniel rejeitam esse relato, tendo-o como não-histórico. Mas, há alguma evidência, no próprio relato, que testifica da natureza histórica do encontro de ALexandre com os sacerdotes em Jerusalém. Essa evidência vem da referência ao ano sabático nesse contexto.

Cerca de uma dúzia de referências a nos sabáticos tem sido encontrada em fontes extra-bíblicas. Tais textos e inscrições mencionam o equivalente a esses anos sabáticos em termos de outros calendários. Assim, uma tabela de anos sabáticos pode ser feita (Tabelas dos anos sabáticos judaicos podem ser encontradas em B. Z. Wacholder, "The Calendar of Sabbatical Cycles During the Second Temple and The Early Rabbinic Period", Hebrew Union Collge Annual, 1973, p. 153-196) . O encontro com Alexandre ocorreu em 331 a. C. De acordo com a tabela dos anos sabáticos, o próprio ano 331 foi um ano sabático. O fato de a judéia haver sido tomada pelo rei macedônio fez com que os líderes judeus se deparassem com o problema de ter que lhe pagar impostos. Eles não poderiam fazê-lo, pois naquele ano não teriam qualquer colheita. Assim, o pedido era necessário e urgente.

Esse pequeno detalhe, o pedido baseado no ano sabático, fornece evidência de que o episódio realmente aconteceu e que a transcrição histórica, que teve lugar naquele momento, fora, de fato, profetizada por Daniel antes que se cumprisse.


William H. Shea, Ph.D.

Fonte: Diálogo Universitário, Vol. 19, Nº I, 2007. "Quão confiável é a profecia bíblica? O exemplo de Daniel".

A grande fraude do aquecimento global

O canal de Tv britânico Channel 4 exibiu um documentário devastador intitulado "A Grande Fraude do Aquecimento Global". O vídeo não foi exibido nos países ricos (por que será que os poderosos da mídia mundial não têm interesse em divulgar esse documentário?), muito menos nos países de terceiro mundo. No entanto, felizmente, ele está disponível na internet, já com legendas em português (disponível no YouTube).

Assista a primeira parte aqui:




Se você é novo por aqui não deixe de ler a série ECOmenismo: uma verdade inconveniente.

(Colaboração: Blog Diário da Profecia)

domingo, setembro 30, 2007

Igreja Ortodoxa está de volta ao currículo escolar na Rússia

Um dos debates mais polêmicos na sociedade russa vem ocorrendo em escolas públicas como as de Kolomna, cidade a 90 quilômetros de Moscou, onde outro dia a professora Irina Donshina pôs de lado os livros escolares e, dirigindo-se a seus alunos do segundo ano, como se falasse de um púlpito, perguntou:
"Com quem devemos aprender a fazer o bem?"
"Com Deus", responderam os alunos.
"Correto", disse Irina. "Porque ele foi crucificado pelas pessoas que criou. Mas vocês acham que ele as acusa, amaldiçoa ou odeia? Claro que não! Ele continua a amar e ser piedoso com elas, embora pudesse ter eliminado todos nós, e o mundo inteiro, numa fração de segundo".

Quase duas décadas após o colapso da União Soviética e o retorno da religião à vida pública, muitas cidades russas estão decretando que, para terem um ensino adequado nas escolas, as crianças devem familiarizar-se com a Igreja Ortodoxa Russa, incluindo suas tradições, sua liturgia e suas figuras históricas.

As aulas vêm sendo incluídas no currículo por insistência de líderes da Igreja, para quem o ateísmo imposto pelo comunismo deixou os russos distantes de uma fé que, outrora, era parte integrante de sua identidade. O novo currículo escolar reflete a luta do país para definir o que significa ser russo na era pós-comunista e qual o papel que a religião deve desempenhar, depois de ser brutalmente suprimida durante o regime soviético. Mas esse empenho de uma Igreja revitalizada para que seus princípios sejam inseridos no sistema educacional tem provocado uma violenta reação - e não só dos remanescentes do Partido Comunista.

Os oponentes argumentam que os líderes da Igreja Ortodoxa, ao fazer proselitismo nas escolas, estão debilitando a separação entre Igreja e Estado, como determina a Constituição. Como a Rússia é uma nação pluralista e multiétnica, corre-se o risco de atrair a antipatia da grande minoria muçulmana se a Igreja Ortodoxa se tornar a religião estatal.

A Igreja diz que essas alegações são infundadas, sustentando que os cursos são culturais, e não religiosos. Na aula da professora Irina Donshina, pelo menos, as crianças parecem ter seu próprio entendimento de um tema básico do curso. "Devemos amar a Deus", disse Kritina Posobilova. "Devemos acreditar apenas em Deus".

A disputa chegou a um ponto crítico recentemente, quando dez importantes cientistas russos, incluindo dois laureados com o Prêmio Nobel, enviaram uma carta ao presidente Vladimir Putin protestando contra o que chamaram de "crescente predomínio do clero" na sociedade russa. Além de criticar o ensino religioso nas escolas públicas, eles atacaram os esforços da Igreja para conseguir o reconhecimento dos cursos de teologia e a presença de capelães ortodoxos no Exército.

As autoridades locais colocaram em prática a política educacional sob a supervisão de Moscou, mas desfrutaram de uma certa liberdade. Algumas cidades exigem a presenças dos alunos nas aulas de religião cristã ortodoxa, enquanto outras permitem que as crianças não assistam às aulas quando os pais forem contra, embora isso raramente aconteça. Outras regiões não adotaram os cursos.

Putim, embora nunca hesite em anular decisões de autoridades locais, contornou esse assunto. No início de setembro, declarou [leia aqui] preferir que as crianças tivessem um aprendizado de religião em geral, especialmente das quatro religiões com vínculos antigos com a Rússia - a cristã ortodoxa, a islâmica, a judaica e a budista. Mas o presidente, que já foi fotografado usando um crucifixo e às vezes assiste aos ofícios religiosos e outros eventos da Igreja, não disse que as práticas correntes devem ser abolidas.
"Precisamos encontrar uma forma que seja aceitável para toda a sociedade", disse. "Vamos refletir juntos a respeito."

As pesquisas mostram que grande parte dos russos - entre metade e dois terços - se considera cristã ortodoxa, o que significa um forte aumento desde o colapso da União Soviética, em 1991. Membros do clero participam com freqüência de eventos governamentais, mas a Rússia ainda é um país profundamente secular e muitos cidadãos dizem que nunca entraram numa igreja.

Entre 10% e 15% dos russos são muçulmanos e muitos vivem no sul do país, embora Moscou e outras grandes cidades tenham uma grande população islâmica. A população judaica encolheu com a emigração e assimilação, caindo de 140 milhões para algumas centenas de milhares de pessoas. Líderes judeus e muçulmanos no geral foram contrários às aulas de religião cristã ortodoxa. Mas alguns dizem que as escolas podem ser autorizadas a oferecer os cursos, desde que como atividade extracurricular.
"Não queremos que as crianças muçulmanas sejam obrigadas a estudar outras religiões", disse Marat Khazrat Murtazim, reitor da Universidade Islâmica de Moscou. "Os muçulmanos devem estudar sua própria religião".

Durante a Rússia imperial, a Igreja Ortodoxa Russa exerceu uma enorme influência como religião oficial e praticamente todas as crianças freqüentaram um curso de religião cristã ortodoxa, conhecida como Lei de Deus. Um dos cientistas que assinaram a carta a Putim, Zhores I. Alferov, Prêmio Nobel de Física em 2000, disse temer que o país retorne aos velhos tempos. Lembrou que seu próprio pai teve de estudar a Lei de Deus durante o governo do último czar da Rússia, Nicolau II.

O patriarca Alexis II de Moscou, líder da Igreja, afirmou diversas vezes que, para apreciar as artes, a literatura, a herança e a história da Rússia, as crianças precisam conhecer a religião cristã ortodoxa russa. E qualificou a carta dos cientistas a Putim de "eco da propaganda ateísta do passado".

Há cinco anos, Kolomna foi uma das primeiras cidades a adotar o currículo. "O objetivo é garantir que as pessoas, as crianças, conheçam sua história e suas raízes", disse o padre Vladimir Pakhachev, líder da Igreja em Kolomna que ajudou a supervisionar o currículo.

Para Pakhachev, seria absurdo estudar a língua russa sem conhecer São Cirilo e São Methodius, os dois irmãos do século 9º que teriam ajudado a criar o cirílico - o alfabeto russo. "Os irmãos eram monges e figuras religiosas importantes e esse aspecto de suas vidas não pode ser ignorado", assinalou o padre.

Na Escola Pública 3, em Kolomna, os cursos são de comparecimento voluntário, dados uma vez por semana durante o horário escolar e ministrados por professores regulares. Num deles, a professora Irina Donshina recita com os alunos os Dez Mandamentos, apontando depois para uma pequena árvore diante da sala, com ramos, mas sem folhas. "A fé em Deus é tão importante para todo ser humano como é a raiz para uma árvore", diz ela. "Mas a nossa árvore infelizmente morreu, da mesma maneira que uma alma pode morrer sem ter feito o bem. É o que acontece com pessoas que não fazem coisas boas e não seguem as leis de Deus."

A professora termina a aula falando sobre os santos russos. "Eles nos mostraram como devemos viver para ficar próximos de Deus", afirma Irina. Depois disso, ela se despede da classe, oferecendo um pedaço de chocolate a cada criança.

Fonte: O Estado de São Paulo, 30 de setembro de 2007.

NOTA: Acabar com a separação de Igreja e Estado representa um perigo em qualquer lugar deste planeta. O comunismo foi uma desgraça para a história humana porque dizimou milhões de vidas, principalmente de cristãos. No entanto, tal erro não deve ser usado para se justificar o mesmo erro da parte contrária. E quanto à sugestão do presidente russo de aceitar a religião nas escolas públicas somente se for criado um ensino que agrade as quatro grandes religiões da Rússia, tal sugestão também deveria ser descartada, uma vez que não existe apenas quatro religiões na Rússia, mas dezenas de outras religiões minoritárias que poderão ser prejudicadas pelo "consenso" das quatro maiores. Uma vez que o Estado buscar o "consenso" de todas é ideologicamente impossível, o melhor para qualquer sociedade realmente é "dar a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus".

Bento XVI faz nova aproximação com Igreja Ortodoxa Russa

O Papa Bento XVI fez hoje uma nova aproximação com a Igreja Ortodoxa Russa, que acusa o Vaticano de proselitismo, ao designar um italiano para dirigir a comunidade católica da Rússia. "Com esta nomeação, o Vaticano quer demonstrar que está disposto a abrir uma nova página nas relações entre as duas Igrejas", afirmou o teólogo Aleksandr Dugin ao jornal "Kommersant". Paolo Pecci, que era reitor do seminário de São Petersburgo, foi escolhido para liderar a Igreja Católica russa, que possui 600 mil fiéis, mas que se encontra em minoria frente a ortodoxos, muçulmanos e judeus. O sacerdote italiano ficará encarregado de criar as condições para a realização de um encontro em território neutro entre Bento XVI e o Patriarca da Igreja Ortodoxa, Alexei II, e uma futura visita do Pontífice a território russo, sonho que João Paulo II não conseguiu concretizar. Pecci, de 45 anos, substitui o arcebispo de Moscou, Tadeusz Kondrusiewicz, de 61, que chegou à capital russa meses antes da dissolução da União Soviética, em 1991, quando existia apenas uma paróquia no local. "Kondrusiewicz era uma pedra no caminho da cooperação", disse Dugin. O próprio Vaticano reconheceu em comunicado, no entanto, que o bielo-russo Kondrusiewicz, de origem polonesa, como a maioria dos sacerdotes católicos na Rússia, reconstruiu das cinzas a comunidade católica do país...

Fonte: Último Segundo

sexta-feira, setembro 28, 2007

Profecia confiável: A queda de Belsazar

O capítulo 5 de Daniel narra o que aconteceu no palácio da Babilônia na noite em que a cidade caiu diante dos medos e persas. O rei, identificado como Belsazar, convidou seus oficiais e a nobreza babilônica para um grande banquete. Deve ter pensado que os persas que cercavam a Babilônia não tinham qualquer chance de conquistar a cidade por causa de suas extraordinárias fortificações.

Durante a festa, uma escrita sobrenatural surgiu na parede do salão do palácio onde ocorria o banquete. As quatro palavras escritas foram misteriosas o bastante a ponto de nenhum dos sábios da corte poder interpretá-las. Daniel, que foi lembrado de um episódio anterior envolvendo interpretação, foi chamado. Ele foi capaz de ler a escrita e dizer ao rei o significado: Belsazar havia sido pesado na balança do julgamento divino e achado em falta. Seu reino estava para lhe ser tirado e entregue aos medos e persas.

Essa profecia se cumpriu quando as forças invasoras entraram na cidade naquela mesma noite depois de terem desviado o curso do rio Eufrates. Babilônia foi conquistada sem qualquer batalha. Belsazar foi morto e seu reino passou para as mãos dos medos e persas.

A princípio, alguém poderia pensar ser impossível, por meio de fontes históricas, comprovar o cumprimento dessa profecia. Embora seja verdade que é muito difícil demonstrar que a profecia foi dada na mesma noite em que foi cumprida, há métodos indiretos mediante os quais podemos avaliar a questão.

Por algum tempo, a existência de Belsazar era desconhecida. Seu pai Nabonido aparecia como o último rei do período neo-babilônico. A partir de 1861, o nome de Belsazar como príncipe coroado começou a aparecer em tabletes cuneiformes que estavam sendo traduzidos. Essas referências continuaram a se acumular até que um tablete conhecido como “O Relato em Versos de Nabonido” foi publicado em 1929. Esse importante tablete indicou que Nabonido “confiou seu reino” a Belsazar quando ele se retirou para Tema, na Arábia, por um período prolongado. Assim, veio à luz a evidência de Belsazar como uma espécie de co-rei, ou príncipe co-regente.

O episódio de Daniel 5 é específico. Ele indica que quando Daniel foi à sala do trono para ler a escrita na parede, o rei que lá estava era Belsazar, não Nabonido. Era de se esperar que Nabonido estivesse oferecendo o banquete, mas ele não é sequer mencionado no relato. A implicação direta é que Nabonido não estava no palácio naquela noite. Se não estava no palácio, onde estava?

Um texto babilônico conhecido como “As Crônicas de Nabonido” nos diz que Babilônia foi tomada sem luta no dia 16 de Tishri do 17º ano, o último do reinado de Nabonido. Isso corresponde a 12 de outubro de 539 a.C. À época, diz o texto, Nabonido estava fora com uma divisão do exército babilônico lutando contra Ciro e os persas nas proximidades de Opis, uma cidade junto ao rio Tigre. Assim, era impossível que ele estivesse em Babilônia na noite em que ela caiu.

Esse seria um ponto em que Daniel muito facilmente poderia ter cometido um erro, colocando Nabonido no salão do banquete naquela noite, mas o profeta sabia qual rei estava lá – Belsazar, o príncipe co-regente – bem como sabia qual rei não estava lá – Nabonido, o rei-pai, que estava no campo de batalha com o exército babilônico.

Como poderia o escritor desse capítulo ter tido um conhecimento tão acurado de quem estava ou não na cidade naquela noite? A resposta é obvia: ele estava no palácio no momento em que o episódio aconteceu. Se o seu conhecimento desse fato central era tão preciso, então acredito que podemos confiar no seu relato quanto à profecia do que haveria de acontecer naquela mesma noite.

William H. Shea, Ph.D.

Fonte: Diálogo Universitário, Vol. 19, Nº I, 2007. "Quão confiável é a profecia bíblica? O exemplo de Daniel".

quinta-feira, setembro 27, 2007

Mídia já questiona as liberdades civis

Nos últimos anos pergunta-se de forma cada vez mais enérgica se as mudanças climáticas globais ocorrem ou não segundo ciclos naturais; até que ponto nós, humanos, contribuímos para tais mudanças; que perigos são provocados por estas e o que pode ser feito para preveni-las. Estudos científicos demonstram que quaisquer alterações na temperatura e nos ciclos de energia em escala global poderiam significar uma ameaça generalizada para todas as pessoas em todos os continentes.

Também é óbvio, com base nas pesquisas publicadas, que a atividade humana é uma causa de mudança; só que não sabemos qual o tamanho da contribuição específica desta atividade. Mas, é realmente necessário conhecer o tamanho desta relação de causa e efeito com uma precisão que chegue ao último ponto percentual? Ao aguardar por uma precisão incontestável, não estaríamos apenas perdendo tempo, quando poderíamos estar tomando medidas que são relativamente indolores quando comparadas àquelas que teríamos que adotar após mais postergações?

Talvez devêssemos começar a enxergar a nossa estada temporária na Terra como um empréstimo. Não pode haver dúvida de que nas últimas centenas de anos, pelo menos, o mundo euro-americano tem acumulado uma dívida, e que agora outras partes do planeta estão seguindo esse exemplo. Agora a natureza está fazendo advertências e exigindo que nós não só contenhamos o crescimento da dívida, mas também comecemos a pagá-la. Não há muito sentido em questionar se contraímos um empréstimo excessivo, ou perguntar o que aconteceria se adiássemos o pagamento. Qualquer pessoa que tenha uma hipoteca ou uma dívida bancária pode facilmente imaginar a resposta.

Os efeitos das possíveis alterações climáticas são difíceis de se estimar. O nosso planeta nunca esteve em um patamar de equilíbrio do qual pudesse se afastar devido a determinada influência, humana ou não, para depois, no momento apropriado, retornar ao seu estado original. O clima não é como uma espécie de pêndulo que retornará à sua posição original após um certo período. Ele evoluiu de maneira turbulenta no decorrer de bilhões de anos rumo a um complexo gigantesco de redes, e de redes no interior de outras redes, nas quais tudo está interligado de diversas formas.

As suas estruturas jamais retornarão precisamente ao estado em que se encontravam há 50 ou 5.000 anos. Elas só sofrerão alteração para um novo estado, que, contanto que a mudança seja reduzida, não implicará necessariamente em qualquer ameaça à vida. Porém, mudanças de grande magnitude poderiam ter efeitos imprevisíveis no interior do ecossistema global. Em tal caso, teríamos que nos perguntar se a vida humana seria possível. Como ainda prevalece tanta incerteza, é necessária uma grande dose de humildade e circunspecção.

Não podemos iludir a nós mesmos indefinidamente, afirmando que nada está errado e que podemos manter alegremente os nossos estilos de vida consumistas, ignorando as ameaças climáticas e adiando uma solução. Talvez não haja nenhum perigo relativo a qualquer grande catástrofe nos próximos anos ou décadas. Quem sabe? Mas isso não nos desobriga da responsabilidade com relação às gerações futuras. Não concordo com aqueles cuja reação às possíveis ameaças é alertar contra as restrições às liberdades civis. [Grifo acrescentado] Caso as previsões de alguns climatologistas se confirmem, as nossas liberdades serão equivalentes àquelas de alguém dependurado no parapeito no vigésimo andar de um edifício.

Vivemos em um mundo conectado em uma única civilização global que abrange diversas áreas civilizacionais. Nos dias de hoje a maioria delas tem uma coisa em comum: a tecnocracia. Prioriza-se tudo que seja calculável, quantificável ou avaliável. Entretanto, este é um conceito bastante materialista, que nos está empurrando em direção a encruzilhadas importantes para a nossa civilização. Toda vez que reflito sobre os problemas do mundo de hoje, quer estes digam respeito à economia, à sociedade, à cultura, à segurança, à ecologia ou à civilização em geral, sempre acabo me confrontando com a questão moral: que ação é responsável ou aceitável? A ordem moral, a nossa consciência e os direitos humanos - essas são as questões mais importantes no início do terceiro milênio. [Grifo acrescentado]

Precisamos retornar repetidas vezes às raízes da existência humana e refletir sobre as nossas perspectivas nos séculos vindouros. Temos que analisar tudo com a mente aberta, moderadamente, de uma forma que não seja ideológica e obsessiva, e traduzir o nosso conhecimento em políticas práticas. Talvez não se trate mais de uma questão de simplesmente implementar tecnologias para economizar energia, mas preponderantemente de introduzir tecnologias ecologicamente limpas, de diversificar os recursos e de não depender de uma única invenção como panacéia.

Também sou cético quanto à possibilidade de que um problema tão complexo quanto a mudança climática possa ser resolvido por um único ramo da ciência. Medidas e regulamentações tecnológicas são importantes, mas igualmente importante é o apoio à educação, ao treinamento ecológico e à ética - uma consciência da semelhança de todos os seres vivos e uma ênfase no compartilhamento de responsabilidades. Ou atingiremos uma consciência em relação ao nosso lugar no organismo vivo e provedor de vida do nosso planeta, ou correremos o risco de ver a nossa jornada evolucionária retroceder milhares ou até mesmo milhões de anos. É por isso que entendemos essas questão como muito importante, e como um desafio para que nos comportemos responsavelmente e não como arautos do fim do mundo.

O fim do mundo foi antecipado diversas vezes no curso da história e, é claro, nunca chegou. E também não chegará desta vez. Não devemos temer pelo nosso planeta. Ele estava aqui antes de nós, e muito provavelmente continuará aqui depois dos seres humanos. Mas isso não significa que a raça humana não esteja correndo sério risco. Como resultado dos nossos esforços empreendedores e da nossa irresponsabilidade, o nosso sistema climático pode não deixar um espaço para nós. Se adiarmos as ações, a margem para a tomada de decisões - e, conseqüentemente, para a nossa liberdade individual - poderá ficar bastante reduzida.

Vaclav Havel, ex-presidente da República Tcheca, na matéria "O planeta não está em perigo. Nós é que estamos".

Fonte: Herald Tribune, 27 de setembro de 2007.

Tradução: UOL - conteúdo exclusivo

NOTA: Como era de se esperar, as liberdades civis já começam a ser questionadas diante das "mudanças climáticas", ainda que com argumentos contraditórios: ao mesmo tempo que o autor questiona as liberdades civis diante da "crise" ambiental, afirma depois que as coisas mais importantes no terceiro milênio são "a ordem moral, a nossa consciência e os direitos humanos". Como é que ele pretende promover os "direitos humanos" jogando por terra as liberdades civis? Só metendo os pés pelas mãos, ou então, usando uma ética utilitarista (quando o bom é o útil) do tipo usado por Caifás: "Nem considerais que vos convém que morra um só homem pelo povo e que não venha a perecer toda a nação" (Jo 11:50). O que só vem confirmar que a crise final profetizada no Apocalipse está diante de nós...

"Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus" (Ap 14:12).

terça-feira, setembro 25, 2007

Editor católico confirma a principal intenção do Vaticano

O editor do site de notícias católico Catholic World News, na matéria "Bento XVI abraçou o movimento ambientalista?" (disponível em LifeSite), vem confirmar a análise feita pelo blog Minuto Profético sobre as reais intenções do Vaticano ao promover o ECOmenismo. A matéria afirma que a mídia tem valorizado demais os pronunciamentos de Bento XVI quanto às questões ambientais, como se esse fosse o principal interesse da Santa Sé. Alguns jornalistas já tem até como certo que Bento XVI vai tratar desse tema em sua próxima encíclica. Então, de maneira bastante reveladora o autor católico explica:

"Com toda probabilidade o Papa mencionará preocupações ambientais em sua encíclica; ele está claramente preocupado com a preservação dos recursos naturais. Mas é altamente improvável que interesses ambientais sejam sua principal preocupação. Muito mais provável, o Santo Padre analisará o meio ambiente no contexto de uma mensagem total mais ampla: uma mensagem sobre mordomia e solidariedade, uma mensagem sobre reverência pela criação, uma mensagem sobre fé em Deus. Infelizmente, a mídia de massa raramente retransmite a mensagem inteira do papa. Assim, as questões ambientais ocuparão as manchetes, enquanto a 'outra' mensagem do Papa – a mensagem que é central para sua missão religiosa, mas irrelevante para os interesses seculares das reportagens políticas – será minimizada ou ignorada. O Papa Bento XVI não fala freqüentemente sobre questões ecológicas. Quando ele o faz, suas palavras expressam um desafio especial para o mundo secular. Recentemente, por exemplo, ele disse a um novo embaixador Irlandês que ele admirava grupos dedicados a preservar os recursos naturais. Então, ele adicionou esta reveladora observação: 'Quão perturbador é que, não infrequentemente, vários grupos políticos e sociais que, admiravelmente, são os mais sintonizados com o temor da criação de Deus, prestam insuficiente atenção na maravilha da vida no útero'. Você não ouviu esta mensagem nos telejornais, ouviu? Diferentemente dos ambientalistas seculares, o Papa Bento XVI vê a causa da preservação dos recursos da terra como parte de um desafio moral maior: a causa da preservação da Lei de Deus".

O que você acha que é esta declarada "causa da preservação da Lei de Deus"? Dá para imaginar? Não tenha dúvida, é a última crise profetizada pelo Apocalipse sendo anunciada em alto e bom tom. Só é lamentável que esse autor católico, movido por seu zelo religioso, pense como todo católico ingenuamente faz, que o Vaticano seja inocente e nada tenha que ver com o paganismo na promoção do descanso dominical. É tudo o que os ocultistas da Fraternidade Babilônica (Illuminati...), que planejaram a Nova Ordem Mundial, gostariam que pensassem.

(colaboração Diário da Profecia)

ONU quer ação global contra mudança climática

O secretário-geral da ONU (Organização das Nações Unidas), Ban Ki-moon, afirmou nesta segunda-feira que a forma como os governos lidam hoje com as mudanças climáticas definirão o legado que deixarão para as futuras gerações e que a ONU é o melhor fórum para discutir quais ações devem ser tomadas. "Se nós não agirmos agora, o impacto das mudanças climáticas será devastador. Nós temos medidas viáveis e tecnologias para começar a enfrentar o problema agora. O que nós não temos é tempo", disse Ban, no encontro de mais alto nível já realizados pelas Nações Unidas para discutir o assunto.

"Hoje, o tempo das dúvidas acabou. O painel intergovernamental da ONU sobre mudanças climáticas afirmou de forma inequívoca o aquecimento do nosso sistema climático e o associou diretamente a atividades humanas." Líderes e delegados de 150 países, incluindo 80 chefes de Estado, se reuniram nesta segunda-feira na sede da ONU em Nova York para discutir como combater o aquecimento global...

Fonte: BBC Brasil

NOTA: Cuidar do meio ambiente é importante, porém, esse alarmismo todo criado em torno do tema "mudanças climáticas" só serve para camuflar o real objetivo dos ocultistas da Fraternidade Babilônica: implantar a Nova Ordem Mundial, cujo sinal de adesão será o descanso dominical. O discurso agora, conforme a matéria acima demonstra, é um chamado à ação. O governador da Califórnia, Schwarzenegger, também discursou na ONU, dando apoio ao plano da ONU.O efeito "manada" (todo mundo seguindo o mesmo discurso sem pensamento crítico) será desastroso. Basta lembrar o que ocorreu após o 11 de setembro: a população norte-americana foi condicionada a pensar que o culpado pelo suposto ataque terrorista era o governo de Saddam Husseim, e a maioria passou a apoiar um ataque contra o Iraque. Hoje todos percebem o quanto isso foi um erro. Uma minoria pagou caro pelo "efeito manada". Com a tal "mudança climática" acontecerá a mesma coisa. Quem viver verá...