OS FATOS:
1. Congregando 100 milhões de fiéis, a Aliança Batista Mundial iniciou, no mês de Dezembro de 2006, a segunda fase do diálogo ecumênico com o Vaticano, sob o tema "A Palavra de Deus na vida da Igreja: Escritura, tradição e koinonia". Essa nova fase pretende encerrar seus trabalhos em 2010.
2. De acordo com a agência de notícias católica Ecclesia, “a Comissão Episcopal para a Doutrina da Fé e Ecumenismo (CEDFE, católica) e o Conselho Português de Igrejas Cristãs (COPIC) continuam a discutir o reconhecimento mútuo dos baptismos [sic] nas Igrejas Católica, Presbiteriana, Metodista, Lusitana e Anglicana em Portugal”. Ainda segundo a matéria, “esta decisão ultrapassa em muito o plano ‘burocrático’ de se evitar um novo Baptismo [sic], quando alguém decide mudar de Igreja”.
3. Já a agência Zenit noticiou, em 31 de janeiro de 2007, que o Vaticano recebeu a visita de líderes das Igrejas Ortodoxas Orientais, os quais vieram participar da reunião anual da “Comissão mista internacional para o diálogo teológico entre a Igreja Católica e as Igrejas Ortodoxas orientais”. As Antigas Igrejas do Oriente (chamadas também de ortodoxas) se separaram tanto de Roma como das Igrejas Ortodoxas de Bizâncio, no Concílio de Calcedônia (ano 451).
4. No entanto, a notícia de maior impacto das últimas semanas relaciona-se com a Igreja Anglicana. De acordo com o jornal inglês The Times, edição de 19 de fevereiro de 2007, “propostas radicais para reunir Anglicanos com a Igreja Católica Romana sob a liderança do Papa serão publicadas este ano”. A matéria ainda informa que “em um documento de 42 páginas preparado por uma comissão internacional de ambas as igrejas, anglicanos e católicos romanos estão desejosos para explorar como eles poderiam reunir-se sob o Papa”. Mas a ICAR nega o fato.
5. Segundo a Enciclopédia Barsa – Macropédia, vol. 1, pág. 395, “a origem da Igreja Anglicana se encontra, no entanto, na recusa de Roma em declarar nulo o casamento de Henrique VIII com Catarina de Aragão, celebrado em 1509 e do qual não haviam nascido descendentes varões. Pretendendo garantir a estabilidade da dinastia, em 1527 o rei tentou sem êxito conseguir do papa Clemente VII a anulação do casamento. Seis anos mais tarde, Thomas Cranmer, nomeado pelo rei arcebispo de Canterbury, declarou inválida a união entre Henrique e Catarina e celebrou o casamento do monarca com Ana Bolena. Seguiu-se a excomunhão do rei, que reagiu à Santa Sé, obtendo do Parlamento a aprovação do Estatuto de Supremacia (1534). O documento proclamava o monarca chefe da igreja na Inglaterra, declarava a coroa fonte suprema de jurisdição e privava o papa das rendas procedentes dos bens eclesiásticos”.
A Igreja Anglicana, na verdade, separou-se de Roma mais por vontade política do que por divergências teológicas. Talvez, por isso, de todas as igrejas “separadas” de Roma é a que apresenta a liturgia de culto mais parecida com o catolicismo. Nem por isso, a notícia dada pelo The Times deixa de ter um significado especial, revelando o desenrolar profético: “e toda terra se maravilhou, seguindo a besta”. Apocalipse 13:3.
“Porque, ainda dentro de pouco tempo, aquele que vem virá e não tardará”. Hebreus 10:37
quarta-feira, fevereiro 21, 2007
quinta-feira, fevereiro 15, 2007
O liberalismo da Nova Ordem Mundial
Estamos presenciando o enfraquecimento acentuado da moral em nossos dias, principalmente no campo da sexualidade. Comportamentos típicos de uma cultura pagã primitiva estão sendo impostos como normais à sociedade. É o vale tudo na busca desenfreada pelo prazer.
O sexo é um dom de Deus para a humanidade. É algo belo que foi criado por Deus para dar também prazer ao ser humano. Por isso, o modelo estabelecido por Deus para a prática do sexo deve ser a norma, e não a exceção: um homem e uma mulher devidamente comprometidos em uma relação matrimonial.
Até o fim da Idade Média o sexo foi encarado como algo pecaminoso, instrumento apenas de procriação (infelizmente, o cristianismo de então contribuiu para essa situação). Porém, em nossos dias estamos vivenciando o extremo oposto: uma busca irresponsável pelo prazer a qualquer custo. E isso graças à filosofia humanista pós-moderna que vem encarando tudo, inclusive a moral sexual, como sendo relativo, ao gosto do freguês.
A pressão da sociedade e a influência da mídia têm contribuído para popularizar o sexo livre antes de um compromisso permanente (Malhação e Big Brothers da vida) e para tornar o adultério um simples “caso” (novelas e Hollywood da vida).
No entanto, são as perversões como o homossexualismo, a pedofilia, o incesto e o bestialismo que demonstram a real situação de imoralidade a que chegou nosso mundo (a cultura brasileira, infelizmente, também incorporou o sensualismo e a imoralidade em seus diversos aspectos).
A Bíblia nos ensina que, embora Deus ame o pecador (João 3:16), Ele aborrece o pecado em si (Levítico 20:10-16 e 23). No caminho descendente da imoralidade sexual, o último estágio de degradação é o bestialismo (sexo com animais). Não causa admiração, portanto, saber que o garoto propaganda do neopaganismo mundial foi contratado para promover os primeiros passos rumo a tal aberração.
Na Holanda, o país com as políticas sociais mais liberais do mundo, a pedofilia já passou a ser bandeira política. Sem falar, é claro, do homossexualismo que avança a passos largos no mundo. (Confira aqui e aqui também.)
Mesmo o Vaticano, normalmente contrário ao homossexualismo, recentemente cometeu uma gafe.
“Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento.” Filipenses 4:8
“Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão... mais amigos dos prazeres que amigos de Deus.” II Timóteo 3:1, 2 e 4
O sexo é um dom de Deus para a humanidade. É algo belo que foi criado por Deus para dar também prazer ao ser humano. Por isso, o modelo estabelecido por Deus para a prática do sexo deve ser a norma, e não a exceção: um homem e uma mulher devidamente comprometidos em uma relação matrimonial.
Até o fim da Idade Média o sexo foi encarado como algo pecaminoso, instrumento apenas de procriação (infelizmente, o cristianismo de então contribuiu para essa situação). Porém, em nossos dias estamos vivenciando o extremo oposto: uma busca irresponsável pelo prazer a qualquer custo. E isso graças à filosofia humanista pós-moderna que vem encarando tudo, inclusive a moral sexual, como sendo relativo, ao gosto do freguês.
A pressão da sociedade e a influência da mídia têm contribuído para popularizar o sexo livre antes de um compromisso permanente (Malhação e Big Brothers da vida) e para tornar o adultério um simples “caso” (novelas e Hollywood da vida).
No entanto, são as perversões como o homossexualismo, a pedofilia, o incesto e o bestialismo que demonstram a real situação de imoralidade a que chegou nosso mundo (a cultura brasileira, infelizmente, também incorporou o sensualismo e a imoralidade em seus diversos aspectos).
A Bíblia nos ensina que, embora Deus ame o pecador (João 3:16), Ele aborrece o pecado em si (Levítico 20:10-16 e 23). No caminho descendente da imoralidade sexual, o último estágio de degradação é o bestialismo (sexo com animais). Não causa admiração, portanto, saber que o garoto propaganda do neopaganismo mundial foi contratado para promover os primeiros passos rumo a tal aberração.
Na Holanda, o país com as políticas sociais mais liberais do mundo, a pedofilia já passou a ser bandeira política. Sem falar, é claro, do homossexualismo que avança a passos largos no mundo. (Confira aqui e aqui também.)
Mesmo o Vaticano, normalmente contrário ao homossexualismo, recentemente cometeu uma gafe.
“Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento.” Filipenses 4:8
“Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão... mais amigos dos prazeres que amigos de Deus.” II Timóteo 3:1, 2 e 4
sexta-feira, fevereiro 02, 2007
O Vaticano tem a faca e o queijo
O que você pensaria caso soubesse que o futuro do mundo e o iminente cumprimento das profecias dependem apenas (humanamente falando) de nove pessoas? E se também soubesse que cinco delas são católicas ( portanto, reverenciam o domingo), três das quais ligadas à Opus Dei; como você se sentiria?
Por trás da aparente ingenuidade dessa pergunta se esconde a mais dura realidade. A profecia alerta que o poder representado pela “besta que subiu da terra” (os EUA) passaria por uma metamorfose: “Vi ainda outra besta emergir da terra; possuía dois chifres, parecendo cordeiro, mas falava como dragão.” Apocalipse 13:11. A “fala” de uma nação acontece por meio de suas leis. Isso significa que, em determinado momento, os EUA (por meio de suas leis) passariam a “falar” como um dragão (lembrando que “dragão” no Apocalipse é símbolo do “diabo” e do “paganismo” – Apocalipse 12:9 e 13). Uma lei impondo a guarda do domingo (dia em que os pagãos adoravam o Sol, e que, por influência da Igreja Romana, passou a ser o “dia do Senhor” para muitos cristãos) encaixa-se perfeitamente nessa profecia.
Mas seria possível isso? Poderia um país protestante cuja supremacia mundial foi alcançada graças a sua capacidade de assegurar a liberdade tanto civil quanto religiosa aos seus habitantes, ser capaz de alterar a sua constituição e acabar com a liberdade religiosa impondo um dia de guarda a todos?
Só uma instituição do governo americano teria poder para realizar tal mudança: a Suprema Corte de Justiça dos EUA. A Suprema Corte é o órgão máximo do Poder Judiciário nos EUA, sendo composta por nove juízes (um chefe mais oito assistentes), cujo mandato é vitalício (só perde o mandato quando morre ou quando pede demissão por razões de idade ou saúde). O presidente americano é quem escolhe esses juízes, os quais são depois aprovados ou não pelo Senado.
Na teoria, os juízes não deveriam ser influenciados pelo Executivo, mas como na prática é o presidente quem indica os nomes, a influência do Executivo ocorre na seleção dos nomes, ou seja, os nomes escolhidos pelo presidente geralmente são de juízes que têm o mesmo perfil político do seu partido (conservador ou liberal).
Uma palavra sobre a política americana: os dois maiores partidos que dominam a política são o Republicano (conservador) e o Democrata (liberal). Na prática, atualmente, os conservadores são contra o aborto, contra o casamento gay, mas a favor da união entre igreja e Estado (ou seja, querem mudar a Constituição americana). Já os liberais têm posição oposta: a favor do aborto e do casamento gay, mas contra a união da igreja e o Estado (não desejam a mudança da Constituição).
Nessa luta de interesses, o presidente que indicar o maior número de juízes para a Suprema Corte acaba desequilibrando a balança do poder, seja conservador ou liberal. Atualmente, há quatro juízes conservadores, quatro juízes liberais e um que não tem lado definido (um pouco mais liberal que conservador). Mas o maior problema é outro: é que cinco deles são católicos, sendo três destes ligados à Opus Dei (o que você acha que aconteceria numa votação sobre Lei Dominical?), é o que diz a matéria do jornal O Estado de S. Paulo, de 5 de fevereiro de 2006.
A Opus Dei é uma organização católica de âmbito mundial (80 mil afiliados) que opera nos moldes de uma sociedade secreta, cujo principal objetivo é restabelecer o poder político mundial do Vaticano, perdido no fim da Idade média (1798). Há membros da Opus Dei ocupando posições de influência espalhados em vários países. Inclusive João Paulo II foi muito assessorado por membros da Opus Dei durante seu governo no Vaticano. Ainda de acordo com a matéria do Estadão, ficamos sabendo quem é quem na Suprema Corte Americana:
John G. Roberts Jr. – 52 anos, indicado por George Bush (filho), católico, conservador.
Antonin Scalia – 70 anos, indicado por Ronald Reagan, católico, ligado à Opus Dei, conservador.
Clarence Thomas – 58 anos, indicado por George Bush (pai), católico, ligado à Opus Dei, conservador.
Samuel A. Alito Jr. – 56 anos, indicado por George Bush (filho), católico, ligado à Opus Dei, conservador.
John Paul Stevens – 86 anos, indicado por Ford, protestante, liberal.
David H. Souter – 67 anos, indicado por George Bush (pai), protestante, liberal.
Ruth Bader Ginsburg – 73 anos, indicada por Bill Clinton, liberal.
Stephen G. Breyer – 68 anos, indicado por Bill Clinton, liberal.
Anthony M. Kennedy – 70 anos, indicado por Ronald Reagan, mais liberal que conservador.
Apesar de o Vaticano estar com a faca e o queijo na mão, a profecia só vai cumprir-se quando Deus assim o permitir.
“Pois do Senhor é o reino, é Ele quem governa as nações.” Salmo 22:28
Por trás da aparente ingenuidade dessa pergunta se esconde a mais dura realidade. A profecia alerta que o poder representado pela “besta que subiu da terra” (os EUA) passaria por uma metamorfose: “Vi ainda outra besta emergir da terra; possuía dois chifres, parecendo cordeiro, mas falava como dragão.” Apocalipse 13:11. A “fala” de uma nação acontece por meio de suas leis. Isso significa que, em determinado momento, os EUA (por meio de suas leis) passariam a “falar” como um dragão (lembrando que “dragão” no Apocalipse é símbolo do “diabo” e do “paganismo” – Apocalipse 12:9 e 13). Uma lei impondo a guarda do domingo (dia em que os pagãos adoravam o Sol, e que, por influência da Igreja Romana, passou a ser o “dia do Senhor” para muitos cristãos) encaixa-se perfeitamente nessa profecia.
Mas seria possível isso? Poderia um país protestante cuja supremacia mundial foi alcançada graças a sua capacidade de assegurar a liberdade tanto civil quanto religiosa aos seus habitantes, ser capaz de alterar a sua constituição e acabar com a liberdade religiosa impondo um dia de guarda a todos?
Só uma instituição do governo americano teria poder para realizar tal mudança: a Suprema Corte de Justiça dos EUA. A Suprema Corte é o órgão máximo do Poder Judiciário nos EUA, sendo composta por nove juízes (um chefe mais oito assistentes), cujo mandato é vitalício (só perde o mandato quando morre ou quando pede demissão por razões de idade ou saúde). O presidente americano é quem escolhe esses juízes, os quais são depois aprovados ou não pelo Senado.
Na teoria, os juízes não deveriam ser influenciados pelo Executivo, mas como na prática é o presidente quem indica os nomes, a influência do Executivo ocorre na seleção dos nomes, ou seja, os nomes escolhidos pelo presidente geralmente são de juízes que têm o mesmo perfil político do seu partido (conservador ou liberal).
Uma palavra sobre a política americana: os dois maiores partidos que dominam a política são o Republicano (conservador) e o Democrata (liberal). Na prática, atualmente, os conservadores são contra o aborto, contra o casamento gay, mas a favor da união entre igreja e Estado (ou seja, querem mudar a Constituição americana). Já os liberais têm posição oposta: a favor do aborto e do casamento gay, mas contra a união da igreja e o Estado (não desejam a mudança da Constituição).
Nessa luta de interesses, o presidente que indicar o maior número de juízes para a Suprema Corte acaba desequilibrando a balança do poder, seja conservador ou liberal. Atualmente, há quatro juízes conservadores, quatro juízes liberais e um que não tem lado definido (um pouco mais liberal que conservador). Mas o maior problema é outro: é que cinco deles são católicos, sendo três destes ligados à Opus Dei (o que você acha que aconteceria numa votação sobre Lei Dominical?), é o que diz a matéria do jornal O Estado de S. Paulo, de 5 de fevereiro de 2006.
A Opus Dei é uma organização católica de âmbito mundial (80 mil afiliados) que opera nos moldes de uma sociedade secreta, cujo principal objetivo é restabelecer o poder político mundial do Vaticano, perdido no fim da Idade média (1798). Há membros da Opus Dei ocupando posições de influência espalhados em vários países. Inclusive João Paulo II foi muito assessorado por membros da Opus Dei durante seu governo no Vaticano. Ainda de acordo com a matéria do Estadão, ficamos sabendo quem é quem na Suprema Corte Americana:
John G. Roberts Jr. – 52 anos, indicado por George Bush (filho), católico, conservador.
Antonin Scalia – 70 anos, indicado por Ronald Reagan, católico, ligado à Opus Dei, conservador.
Clarence Thomas – 58 anos, indicado por George Bush (pai), católico, ligado à Opus Dei, conservador.
Samuel A. Alito Jr. – 56 anos, indicado por George Bush (filho), católico, ligado à Opus Dei, conservador.
John Paul Stevens – 86 anos, indicado por Ford, protestante, liberal.
David H. Souter – 67 anos, indicado por George Bush (pai), protestante, liberal.
Ruth Bader Ginsburg – 73 anos, indicada por Bill Clinton, liberal.
Stephen G. Breyer – 68 anos, indicado por Bill Clinton, liberal.
Anthony M. Kennedy – 70 anos, indicado por Ronald Reagan, mais liberal que conservador.
Apesar de o Vaticano estar com a faca e o queijo na mão, a profecia só vai cumprir-se quando Deus assim o permitir.
“Pois do Senhor é o reino, é Ele quem governa as nações.” Salmo 22:28
quarta-feira, janeiro 24, 2007
Blues Laws
A cada dia que passa se intensificam mais os esforços da Igreja Romana para chamar a atenção da opinião pública para o sinal que define sua autoridade no meio da cristandade: a guarda do domingo. OS FATOS:
1. Há muito tempo a Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR) tem esperado por este momento, o qual, tudo indica, chegou para ficar. Explicando melhor: a reconquista do poder político e do poder religioso perdidos ao fim da Idade Média, o que se concretizaria com a adoção pelas nações de uma lei que torne obrigatório para todas as pessoas a guarda do domingo (muitos cristãos acreditam ser o “dia do Senhor”), sinal de autoridade de Roma.
2. A última notícia demonstrando isso vem do jornal italiano La Republlica, reproduzida pela Folha Online: “O Vaticano prepara a Clericus Cup, seu campeonato de futebol, que deve começar na segunda metade de fevereiro com 16 equipes de colégios e seminários pontifícios de Roma.” A principal informação aparece em seguida: “Será proibido jogar no domingo, dia do Senhor [sic]. Durante as partidas, os jogadores que deixarem escapar uma palavra feia ou uma blasfêmia serão imediatamente expulsos. De resto, as regras serão as mesmas que em qualquer torneio de futebol normal." O torneio, que já recebeu a benção do Papa, pode até nunca acontecer, mas o recado foi dado: no domingo, “dia do Senhor”, não deveriam acontecer jogos de futebol!
3. Essa notícia não teria muita relevância caso surgisse em outros tempos. Porém, deve ser levada a sério, já que os protestantes norte-americanos têm se unido também pela mesma causa. The Ten Commandments Commission (A Comissão dos Dez mandamentos) é um movimento de igrejas protestantes em favor da defesa da Lei de Deus, o que não seria nada mal, se não fosse pela defesa do descanso dominical em lugar do sábado bíblico. Este movimento estabeleceu um dia no ano como o Dia dos Dez Mandamentos (Ten Commandments Day) – o primeiro domingo de maio, quando todas as igrejas participantes fazem uma celebração especial para promover a guarda da Lei de Deus na sociedade. (O grande problema é com a promoção da guarda do domingo!)
4. Não é de agora. Já em 2004, a revista Time publicou matéria assinada por Nancy Gibbs, onde, sutilmente, relembra os bons tempos das “Blues Laws” (“Leis Azuis” foram Leis Dominicais que apareceram em regiões isoladas dos EUA em tempos passados). Surpreendente é que, para sustentar a importância do descanso dominical, a articulista até citou as palavras de João Paulo II na Carta Apostólica Dies Domini: “Quando o domingo perde o seu sentido fundamental e torna-se meramente parte de um ‘fim-de-semana’ as pessoas se mantêm presas dentro de um horizonte tão limitado que não mais podem ver ‘os céus’.” (Incrível como um país protestante como os EUA se renderam aos encantos de Roma!)
5. A agência de notícias católica ACI, faz a seguinte indagação: “Há quem critique fortemente a Igreja católica por ter trocado o preceito bíblico do descanso sabático, substituindo assim o ensino divino com preceitos humanos, tomando a liberdade de converter o domingo como o Dia dos dias, o Dia principal. Isto é verdade?” Se depender da resposta que é dada a esta pergunta eu diria que sim, é verdade! Já que foram citadas várias passagens da Bíblia na resposta, todas elas que falam do sábado como Dia do Senhor. Nenhuma referência bíblica ao domingo como dia de guarda foi feita. (De fato, porque não existe.) Qual será o próximo lance - você deve estar se perguntando - para promover a guarda do domingo? Resposta: Quem viver, verá!
“Já é tempo, Senhor, para intervires, pois a Tua lei está sendo violada.” Salmo 119:126
sexta-feira, janeiro 19, 2007
O mal deve ser legal?
Assim como o povo de Israel foi grandemente seduzido pela luxúria exatamente antes de entrar na Terra Prometida, assim também os cristãos remanescentes (Israel espiritual), justamente agora antes da volta de Cristo (de receber a recompensa), estão sendo bombardeados com as várias formas de comportamento imoral provenientes do paganismo. OS FATOS:
1. O povo de Israel havia chegado ao limite para entrar na Terra Prometida: “Tendo partido os filhos de Israel, acamparam-se nas campinas de Moabe, além do Jordão, na altura de Jericó.” Números 22:1. Balaque, rei dos Moabitas, angustiado com a presença dos israelitas por perto, resolveu buscar ajuda do profeta Balaão para enfrentar o povo de Deus: “Vem, pois, agora, rogo-te, amaldiçoa-me este povo, pois é mais poderoso do que eu.” Números 22:6.
2. Após sucessivas tentativas e fracassos para amaldiçoar os israelitas, Balaão, constrangido, concluiu: “Como posso amaldiçoar a quem Deus não amaldiçoou?” Números 23:8. Grande verdade disse Balaão. Só há uma maldição que pode afetar o povo de Deus – a maldição do pecado: “Assim diz o Senhor, o Deus de Israel: Maldito o homem que não atentar para as palavras desta aliança.” Jeremias 11:3. Quando o cristão viola os princípios da aliança com Deus acaba perdendo a benção e a proteção divinas.
3. Satanás trabalhou, então, para que o rei dos moabitas armasse uma cilada a fim de levar os israelitas ao pecado (quebra da aliança): “Habitando Israel em Sitim, começou o povo a prostituir-se com as filhas dos moabitas.” Números 25:1. A luxúria e a imoralidade sempre abrem brechas na vida espiritual dos fiéis, por onde entram a culpa, o sofrimento e a maldição.
4. Algo que chama a atenção nessa história é que certamente o povo não cedeu de uma vez só. Pelo contrário, foram vencidos pela familiaridade com o pecado. Em associação com os pagãos e seus costumes, as defesas da consciência foram sendo derrubadas, uma a uma. Sendo assim, estariam os cristãos remanescentes sujeitos ao mesmo perigo hoje, no exato momento antes da volta de Cristo?
5. Com certeza. Inúmeras formas de imoralidade e permissividade estão se desenvolvendo ao nosso redor, e lutando para levar o mundo a um estágio pré-cristão. (Confira aqui e aqui.) Por exemplo: a ONG Davida tem batalhado pela legalização da prostituição no Brasil, com apoio inclusive de parlamentares, como o Deputado Fernando Gabeira, PV – RJ (antigamente era do PT), que é autor do Projeto de Lei (PL) 98/2003, que visa legalizar a prostituição no Brasil. Apesar de esse PL estar parado no Congresso, causa espanto saber que o Ministério do Trabalho já incluiu na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), desde outubro de 2002, a expressão “profissionais do sexo”.
6. A ONG Davida criou uma grife de roupas – para prostitutas e simpatizantes que apóiem a legalização do “trabalho sexual” – chamada Daspu (referência à luxuosa loja Daslu de São Paulo). De acordo com o jornal francês Le Monde, a marca está fazendo sucesso até mesmo no exterior, podendo desembarcar a qualquer momento em Paris. (Conteúdo exclusivo do UOL).
7. Por outro lado, Janice Raymond, Diretora co-executiva da Coalizão Contra o Tráfico de Mulheres (CATW), afirma que há pelos menos dez razões para não apoiar a legalização da prostituição. Ainda há mais uma conseqüência social da permissividade que foi expressa nas palavras de Jesus: “Por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos.” Mateus 24:12.
8. Além dessas razões, o cristão conhece a maior de todas as razões: “Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição... quem rejeita estas coisas não rejeita o homem, e sim a Deus, que também vos dá o Seu Espírito Santo.” I Tessalonicenses 4:3 e 8. (Apoiar a legalização da prostituição é, pois, tornar-se cúmplice do pecado.)
segunda-feira, dezembro 18, 2006
A questão básica na crise final – Parte 4
O sábado é a resposta ideal ao evangelho porque se fundamenta sobre o princípio do descanso após uma obra concluída. Como na primeira criação Deus agiu, depois descansou, também na nova criação Jesus realizou Sua perfeita obra de justiça: morreu na cruz (declarando “Está consumado”), e descansou na tumba no dia de sábado. Quando os indivíduos descobrem o evangelho, o sábado pode ser um constante lembrete de descansar da infindável luta. É tão natural e humano tentar conquistar nossa salvação. Precisamos de um lembrete de que a primeira obra do cristão é repousar no que Cristo já realizou.
“Portanto resta ainda um repouso sabático para o povo de Deus. Pois aquele que entrou no descanso de Deus, esse também descansou de suas obras, assim como Deus das Suas. Ora, à vista disso, procuremos diligentemente entrar naquele descanso...” Heb. 4:9-11.
Uma segunda razão por que o mandamento do sábado se tornará o centro da atenção no fim é que é uma forma ideal de testar se a pessoa é verdadeiramente leal a Deus. O mandamento do sábado é diferente dos demais nove mandamentos. Todos os outros têm uma certa base na razão e interesse próprio - afinal de contas, os princípios da segunda tábua da lei (como nos relacionamos com outros) são o fundamento do governo na maioria dos países. “Não matarás” é lógico para qualquer pessoa que não deseja ser morta. “Não furtarás” faz sentido para qualquer um que deseje proteger suas posses conquistadas com dificuldade. Se eu revelar um padrão de mentira, isso tornará mais difícil que as pessoas sejam honestas para comigo. Ordens como essa são razoáveis e até contêm certa dose de interesse próprio. O mesmo se aplica aos primeiros três mandamentos concernentes a nosso relacionamento para com Deus. Se Deus é quem reivindica ser, não faz sentido adorar algum outro. Não faz sentido cultuar um ídolo sem vida. Decerto não faz sentido em absoluto blasfemar contra o Seu nome.
A outra parte dos Dez Mandamentos que não tem lógica é o mandamento para observar o sábado, em vez de qualquer outro dia. Tal mandamento é tão destituído de lógica e interesse próprio que as pessoas de mentalidade secular acham fácil ignorá-lo. Afinal de contas, ninguém tem sido capaz de demonstrar cientificamente uma diferença significativa entre o dia de sábado e qualquer outro dia da semana. O sol brilha e a chuva cai do mesmo modo costumeiro. A Terra continua a girar em sua órbita em torno do sol. A única diferença entre o sábado e os demais dias é que o próprio Deus fez uma distinção entre eles. Observar o sábado é tomar a Deus por Sua palavra a despeito do fato de que os cinco sentidos não podem perceber qualquer evidência de que fazê-lo seria razoável.
É exatamente essa “irrelevância” que torna o sábado um teste ideal de lealdade no tempo do Fim. Não pode haver um teste real de lealdade onde não esteja envolvido o interesse próprio. Se eu tivesse que lhe dizer “Desejo ver quão fiel você é para comigo. Coloquei mil reais debaixo de um arbusto fora de sua casa. Se você for de fato leal para comigo, poderá apanhar o dinheiro agora mesmo e gastá-lo com o que quiser”. É esse um bom teste de lealdade? Não me parece. A maioria alegremente iria fazer o que eu sugeri, mesmo sem gostar de mim! Por quê? Porque é de seu próprio interesse fazê-lo.
O real teste de lealdade ocorre quando não há interesse próprio envolvido. Deus simplesmente diz: “Faça isso porque Eu lhe pedi para fazê-lo.” O teste do sábado nos faz lembrar o teste original no Jardim do Éden. Um pedaço de fruta que estou certo ter sido muito saborosa. Provavelmente era também nutritiva. A única razão para não comê-la estava no fato de que Deus assim havia ordenado.
No fim, o sábado torna-se o teste ideal para ver se servimos a Deus por causa do que Ele é, ou se O servimos somente pelo que podemos dEle obter. Quando a guarda do sábado se apresenta às expensas de emprego, família ou mesmo da própria vida, o Universo saberá que o povo de Deus O serve de todo o coração. E o povo de Deus conhecerá o preço integral da lealdade.
Finalmente, creio que o sábado é importante no fim porque é uma parcela de seguir a Jesus de modo integral. Quando Jesus esteve sobre este planeta, nunca observou o domingo. Ele observava o sábado. Ele estabeleceu um exemplo de observância do sábado. Se desejarmos seguir a Jesus integralmente, nós O seguiremos também em Sua observância do sábado. E podemos saber que a perfeita observância do Seu sábado cobre nossas honestas falhas de alcançar o ideal de repousar em Sua obra concluída.
A Bíblia nos diz, portanto, que o mandamento do sábado em Apocalipse 14:7 é a contradição aos enganos dos últimos tempos que são tão severos que a plena evidência dos sentidos indica que a trindade iníqua está correta e que o povo de Deus está errado. Numa época de grandes enganos, um teste de lealdade aparentemente arbitrário como nos é oferecido no Apocalipse tem particular força. Somente aqueles que são inteiramente dedicados a Deus e a Seus mandamentos O obedeceriam a despeito da evidência de seus sentidos.
Quando o mundo está caindo aos pedaços e todo vento de doutrina está soprando, plena lealdade a Deus se demonstrará a única alternativa sensata pela qual viver.
John Paulien, Ph. D., Chefe do Departamento de Novo Testamento do Seminário Teológico da Universidade Andrews, em Michigan, EUA.
Tradução: Azenilto Brito.
Fonte: Foro Adventista
“Portanto resta ainda um repouso sabático para o povo de Deus. Pois aquele que entrou no descanso de Deus, esse também descansou de suas obras, assim como Deus das Suas. Ora, à vista disso, procuremos diligentemente entrar naquele descanso...” Heb. 4:9-11.
Uma segunda razão por que o mandamento do sábado se tornará o centro da atenção no fim é que é uma forma ideal de testar se a pessoa é verdadeiramente leal a Deus. O mandamento do sábado é diferente dos demais nove mandamentos. Todos os outros têm uma certa base na razão e interesse próprio - afinal de contas, os princípios da segunda tábua da lei (como nos relacionamos com outros) são o fundamento do governo na maioria dos países. “Não matarás” é lógico para qualquer pessoa que não deseja ser morta. “Não furtarás” faz sentido para qualquer um que deseje proteger suas posses conquistadas com dificuldade. Se eu revelar um padrão de mentira, isso tornará mais difícil que as pessoas sejam honestas para comigo. Ordens como essa são razoáveis e até contêm certa dose de interesse próprio. O mesmo se aplica aos primeiros três mandamentos concernentes a nosso relacionamento para com Deus. Se Deus é quem reivindica ser, não faz sentido adorar algum outro. Não faz sentido cultuar um ídolo sem vida. Decerto não faz sentido em absoluto blasfemar contra o Seu nome.
A outra parte dos Dez Mandamentos que não tem lógica é o mandamento para observar o sábado, em vez de qualquer outro dia. Tal mandamento é tão destituído de lógica e interesse próprio que as pessoas de mentalidade secular acham fácil ignorá-lo. Afinal de contas, ninguém tem sido capaz de demonstrar cientificamente uma diferença significativa entre o dia de sábado e qualquer outro dia da semana. O sol brilha e a chuva cai do mesmo modo costumeiro. A Terra continua a girar em sua órbita em torno do sol. A única diferença entre o sábado e os demais dias é que o próprio Deus fez uma distinção entre eles. Observar o sábado é tomar a Deus por Sua palavra a despeito do fato de que os cinco sentidos não podem perceber qualquer evidência de que fazê-lo seria razoável.
É exatamente essa “irrelevância” que torna o sábado um teste ideal de lealdade no tempo do Fim. Não pode haver um teste real de lealdade onde não esteja envolvido o interesse próprio. Se eu tivesse que lhe dizer “Desejo ver quão fiel você é para comigo. Coloquei mil reais debaixo de um arbusto fora de sua casa. Se você for de fato leal para comigo, poderá apanhar o dinheiro agora mesmo e gastá-lo com o que quiser”. É esse um bom teste de lealdade? Não me parece. A maioria alegremente iria fazer o que eu sugeri, mesmo sem gostar de mim! Por quê? Porque é de seu próprio interesse fazê-lo.
O real teste de lealdade ocorre quando não há interesse próprio envolvido. Deus simplesmente diz: “Faça isso porque Eu lhe pedi para fazê-lo.” O teste do sábado nos faz lembrar o teste original no Jardim do Éden. Um pedaço de fruta que estou certo ter sido muito saborosa. Provavelmente era também nutritiva. A única razão para não comê-la estava no fato de que Deus assim havia ordenado.
No fim, o sábado torna-se o teste ideal para ver se servimos a Deus por causa do que Ele é, ou se O servimos somente pelo que podemos dEle obter. Quando a guarda do sábado se apresenta às expensas de emprego, família ou mesmo da própria vida, o Universo saberá que o povo de Deus O serve de todo o coração. E o povo de Deus conhecerá o preço integral da lealdade.
Finalmente, creio que o sábado é importante no fim porque é uma parcela de seguir a Jesus de modo integral. Quando Jesus esteve sobre este planeta, nunca observou o domingo. Ele observava o sábado. Ele estabeleceu um exemplo de observância do sábado. Se desejarmos seguir a Jesus integralmente, nós O seguiremos também em Sua observância do sábado. E podemos saber que a perfeita observância do Seu sábado cobre nossas honestas falhas de alcançar o ideal de repousar em Sua obra concluída.
A Bíblia nos diz, portanto, que o mandamento do sábado em Apocalipse 14:7 é a contradição aos enganos dos últimos tempos que são tão severos que a plena evidência dos sentidos indica que a trindade iníqua está correta e que o povo de Deus está errado. Numa época de grandes enganos, um teste de lealdade aparentemente arbitrário como nos é oferecido no Apocalipse tem particular força. Somente aqueles que são inteiramente dedicados a Deus e a Seus mandamentos O obedeceriam a despeito da evidência de seus sentidos.
Quando o mundo está caindo aos pedaços e todo vento de doutrina está soprando, plena lealdade a Deus se demonstrará a única alternativa sensata pela qual viver.
John Paulien, Ph. D., Chefe do Departamento de Novo Testamento do Seminário Teológico da Universidade Andrews, em Michigan, EUA.
Tradução: Azenilto Brito.
Fonte: Foro Adventista
A questão básica na crise final – Parte 3
O sábado em Apocalipse 14Retornando à questão principal deste [estudo], torna-se evidente que a questão crucial para o mundo no fim é como se relacionar com a primeira tábua da lei. Mas é possível avançar um passo mais e dizer que o mandamento do sábado é, em certo sentido, a questão derradeira na crise final? Creio que sim. Mas a fim de demonstrar a centralidade do mandamento do sábado, é necessário discutir brevemente o relacionamento do livro de Apocalipse com o Antigo Testamento.
Conquanto o livro de Apocalipse esteja repleto de referências ao Antigo Testamento, nunca o cita diretamente. Apenas faz alusão a ele com uma palavra aqui, uma frase acolá. Descobrir que textos do Antigo Testamento o Revelador está referindo em dado ponto pode ser uma questão complicada. Há somente uma pequena quantidade de lugares no Apocalipse onde se pode encontrar quatro, cinco ou seis palavras em comum com a fonte veterotestamentária. Essas estão, logicamente, entre as mais claras menções ao Antigo Testamento no Apocalipse. Um desses lugares é a última parte de Apocalipse 14:7: “Adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.”
Que texto veterotestamentário se tem em mente aqui? Em meu texto grego, terceira edição da United Bible Societies, que certamente não tem intenção de promover o adventismo, a margem indica que a sentença acima é uma alusão a Êxodo 20:11, o quarto mandamento. Qual é o significado dessa citação? Simplesmente esta: sete vezes em Apocalipse 13 e 14 a palavra “adoração” é aplicada à trindade iníqua. “Eles adoraram o dragão”; “adorar a besta”; “adorar a imagem da besta”. Somente uma vez nessa seção inteira há um apelo a adorar o verdadeiro Deus. Se o verdadeiro culto versus o falso é a questão central do tempo do fim, esta passagem (Apocalipse 14:7) é o texto central da seção, possivelmente do livro inteiro. Quando o Apocalipse finalmente chega ao ponto de apelar às pessoas para adorarem o verdadeiro Deus, fá-lo no contexto do quarto mandamento — o do sábado. Num sentido especial, portanto, o autor de Apocalipse considerou o sábado a questão crucial na crise final.
Em ambos os textos (Apocalipse 14:7 e Êxodo 20:8-11) o chamado para adorar tem lugar no contexto da Criação. Uma das melhores razões para adorar a Deus é o fato de que Ele nos criou (esse é também o tema de Apocalipse 4:9-11). Como memorial da Criação, o sábado aponta continuamente a Deus como objeto de culto. A questão na crise final, portanto, não se limita ao sábado, mas o sábado é parte integral da questão.
A relevância do sábado
Quem se importa, por outro lado, com o que João, Revelador, ensinou? Sua inspirada opinião não resolve o aspecto da relevância. Há algo sobre a questão do sábado que o torne digno de se chamar a ele a atenção do mundo todo, a despeito do fato de que parece tão fora da realidade para as pessoas de nossa época? Por que iria Deus apanhar uma questão como essa como o enfoque central na crise do tempo do fim? Eu gostaria de sugerir três razões.
Uma das razões é que o sábado, devidamente compreendido, é a resposta ideal ao evangelho. O evangelho nos fala que Jesus Cristo obteve para nós o que não poderíamos conquistar por nós mesmos: o direito de estarmos em correta postura diante de Deus (Rom. 3:21-24). Somente Deus é santo (Apoc. 15:4), contudo, por causa de Seus poderosos atos em Cristo, o Seu povo é capaz de apresentar-se justo diante dEle, pela fé agora e pela vista, no fim (Apoc. 15:2-4; cf. Apoc. 12:11). Conquanto a Bíblia nos incentive a servir a Deus e uns aos outros (Mat. 25:31-46), nada podemos acrescentar à perfeita obra de Cristo que nos torne justos diante de Deus. A única resposta apropriada a essa obra perfeita é um espírito penitente que descanse em Sua obra consumada.
(Continua...)
A questão básica na crise final – Parte 2
Não nos devia surpreender, portanto, que a trindade iníqua descrita em Apocalipse 13, não só oferece uma contrafação das Pessoas da Divindade, como também dos primeiros quatro mandamentos. O primeiro mandamento diz: “Não terás outros deuses diante de Mim”, mas a besta do mar toma o lugar de Deus por receber ela própria adoração (Apoc. 13:4 e 8). O segundo mandamento adverte contra o culto às imagens, contudo a besta que sobe da terra estabelece uma imagem a ser adorada (Apoc. 13:14 e 15). O terceiro mandamento diz: “Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão”, mas a besta procedente do mar tem nomes de blasfêmia escritos sobre si por toda parte (Apoc. 13:1, 5 e 6).O quarto mandamento declara: “Lembra-te do dia do sábado.” As antigas tábuas de concerto (documentos de contrato) eram seladas no centro com um selo de posse e autoridade. Uma vez que os dez mandamentos seguem a forma das antigas tábuas de concerto, não devemos nos admirar de que também tenham um selo de posse e autoridade ao centro, o mandamento do sábado.
“Porque em seis dias o Senhor fez os céus e a terra, o mar, e tudo quanto neles há, mas ao sétimo dia descansou. Por isso, abençoou o Senhor o dia de sábado, e o santificou”. Êxo. 20:11.
A declaração acima é o único lugar nos dez mandamentos onde a base da autoridade de Deus sobre toda a criação é definida (Ele é o Criador). Esse conceito de um selo é importante no Apocalipse também. Os 144 mil são selados em suas frontes (Apo. 14:1; ver Apoc. 7:3 e 4; Êxo. 31:13 e 17). A trindade iníqua oferece um selo falsificado também, a marca da besta (Apoc. 13:16 e 17). Destarte, todos os quatro mandamentos na primeira tábua da lei sofrem o ataque da trindade iníqua de Apocalipse 13. A primeira tábua da lei jaz ao centro da batalha entre o dragão e o remanescente.
Essa ênfase sobre os primeiros quatro mandamentos surge de outros modos em Apocalipse 13 e 14. Seguidores da besta são assinalados na testa ou na mão. Esse conceito faz recordar o que muitos judeus consideram o texto mais importante da Bíblia hebraica: "Ouve, ó Israel; o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todas as tuas forças.” Deut. 6:4 e 5.
Jesus considerou essas palavras uma síntese da primeira tábua da lei (ver Mat. 22:37-40). Se você ama a Deus de todo o coração, não servirá a outros deuses, não cultuará ídolos, não blasfemará contra o Seu nome e não dedicará outro dia a Deus. Sob tal perspectiva, notemos as palavras de Deuteronômio 6:8: “Também as atarás por sinal na tua mão e te serão por frontais entre os teus olhos.”
Claramente a marca da besta é uma contrafação da primeira tábua da lei. Outra referência à primeira tábua da lei se acha em Apocalipse 14:6 e 7. Essa passagem oferece as mesmas motivações para obediência que se podem achar na primeira tábua da lei. O que é uma motivação? É um incentivo para fazer o que se pede para alguém cumprir. Minha esposa e eu passamos quase dez anos treinando crianças a usarem o toalete do banheiro. As pessoas indicavam-nos todo tipo de motivação para levar os pequenos a realizarem o que queríamos que fizessem. Um exemplo de motivação positiva sugerida era biscoitos. “Faça isso (a coisa certa) que ganhará isto!” Um exemplo de motivação negativa era uma colher de madeira. “Faça isso (a coisa errada) e você ganhará isto!”
A primeira motivação para observar os mandamentos tem que ver com salvação, uma motivação positiva. “Sendo que Eu fui quem os trouxe da escravidão do Egito, por que iriam desejar servir a algum outro deus?”(Êxo. 20:1-3). A segunda motivação é mais negativa, a motivação do julgamento: “Sendo que Eu sou o Deus que puno os idólatras, por favor, levem a sério estes mandamentos!” (Êxo. 20:4-6). Todos os pais têm tido que empregar esse tipo de motivação uma vez ou outra. A terceira motivação está no quarto mandamento: “Porque em seis dias o Senhor fez os céus e a Terra” (Êxo. 20:11). Essa é a motivação da Criação. “Uma vez que Eu o criei, sei o que lhe é melhor.”
Apocalipse 14:6-7 estabelece essas mesmas três motivações no contexto do fim. O primeiro anjo tem o “evangelho eterno” (Apoc. 14:6), a motivação da salvação. Ele também adverte que “é chegada a hora do Seu juízo” (Apoc. 14:7). E apela a todos para adorarem ao Criador (Apoc. 14:7). A mensagem do primeiro anjo, portanto, contém as mesmas motivações como na primeira tábua da lei. O texto de Apocalipse 13 e 14 oferece, pois, várias indicações de como o modo pelo qual nos relacionamos com a primeira tábua da lei é a questão básica no fim.
Uma desculpa costumeira quando um crente nas Escrituras comete um deslize ético é algo como: “Satanás trabalha mais duro para levar o povo de Deus a pecar e parecer mau. Ele não precisa se empenhar tanto com aqueles que não servem a Deus.” Isso provavelmente seja verdade. Mas pode haver uma explicação adicional.
No livro de Apocalipse a grande questão no tempo do fim tem que ver com a primeira tábua da lei. Os que estão aguardando a volta de Jesus se preocuparão com a adoração apropriada. Por outro lado, no Evangelho de Mateus a grande preocupação do fim é a segunda tábua de pedra. Os que estão no aguardo de Jesus se preocuparão com as pessoas. Tratarão os outros do modo como Cristo os tratou. Mateus tem uma ênfase ética, Apocalipse uma ênfase teológica. O contexto é a razão para a diferença. Em Mateus os discípulos são ouvintes das instruções. Para eles a verdade-teste no fim é como tratar as pessoas. Em Apocalipse 14 a mensagem é para o mundo. E para o mundo, a verdade-teste no fim tem que ver com o relacionamento fundamental da pessoa com Deus.
Nossa ênfase central é tanto a lealdade para com Deus quanto a ênfase mais ética de Mateus. Ambas as ênfases são claramente de suprema importância. Assim, no evangelismo não se deve negligenciar levar em conta a ênfase ética ao acentuarmos coisas tais como a adoração a Deus pela guarda do sábado, a marca da besta, o dizimar e outros aspectos de nosso relacionamento direto com Deus. Seria possível que uma pessoa ofereça “verdades-teste” para o mundo (a primeira tábua da lei) por tanto tempo que passe por alto a “verdade-teste” para nós próprios (a segunda tábua da lei)?
(Continua...)
A questão básica na crise final – Parte 1
(Todo o texto fora destes parênteses foi escrito por John Paulien, Ph. D., chefe do Departamento de Novo Testamento do Seminário Teológico da Universidade Andrews, em Michigan, EUA, e traduzido por Azenilto Brito.)O dia de observância é realmente a questão central no fim, ou os adventistas estão vivendo num mundo de fantasia?
Quando o mundo defrontar o consumado engano no fim dos tempos, haverá alguma maneira simples de o povo de Deus saber de que lado está? Tradicionalmente, os adventistas do sétimo dia têm apontado à questão sábado/domingo como o enfoque central da crise final. Os adventistas tendem a sentir que os que observam o sábado não serão enganados quando o fim chegar.
Essa posição tradicional, contudo, está sendo crescentemente rejeitada por adventistas mais jovens por duas razões principais. Por um lado, a palavra sábado nem sequer aparece no livro de Apocalipse. Como poderia a observância do sábado ser um tema central na crise final quando a palavra nem aparece no referido livro bíblico?
Em segundo lugar, a questão sábado/domingo não se apresenta como relevante no mundo moderno. Se formos falar a uma pessoa secularizada “Você deve freqüentar a igreja aos sábados, em vez de aos domingos”, ela provavelmente responderia: “Que tipo de gente argumentará sobre uma tolice dessas? Por que devo preocupar-me em ir a uma igreja, afinal de contas?”
Muitos adventistas, em resultado disso, ficam a imaginar se nossa ênfase na questão sábado/domingo é um mero vestígio da experiência da Igreja com a lei dominical nacional que foi debatida no Congresso, nos anos da década de 1890. Agora, cem anos depois, os Estados mais e mais estão removendo leis dominicais de seus estatutos, e o ambiente secular em grande medida faz pouco caso de tais preocupações. Seria possível que o clima dos anos daquele fim de século 19 levou os adventistas a lerem errado o Apocalipse? O dia de observância é realmente a questão central no Fim, ou os adventistas estão vivendo um mundo de fantasia?
O tema tratado em Apocalipse 13 e 14
O melhor lugar para começar a responder as perguntas acima é volvermos a Apocalipse 12:17: “E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra aos demais filhos dela, os que guardam os mandamentos de Deus, e mantêm o testemunho de Jesus.”
Esse texto sugere duas características identificadoras do remanescente no tempo do fim. (1) Obedecem aos mandamentos de Deus e (2) apegam-se ao testemunho de Jesus. Essas características são repetidas em Apocalipse 14:12: “Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.”
Em ambos os textos, o remanescente no tempo do fim é composto de pessoas que obedecem aos mandamentos de Deus. Essa caracterização do remanescente deixa implícito que os mandamentos de Deus de algum modo serão a questão entre o povo fiel de Deus e aqueles que são enganados. E uma vez que muitos dos mandamentos (tal como a proibição de roubar) são normalmente reconhecidos, é pertinente perguntar se o Apocalipse concentra o enfoque do conflito em um ou mais mandamentos em particular. Isso de fato é o que se dá.
O cenário do conflito entre o dragão e o remanescente tem por centro uma simples palavra que aparece vez após vez em Apocalipse 13 e 14 — “adoração”. Em Apocalipse 13:4 - “e adoraram o dragão, porque deu à besta a sua autoridade; e adoraram a besta.” Em Apocalipse 13:8 - “E adorá-la-ão todos os que habitam sobre a Terra.” Em Apocalipse 13:12, os habitantes da Terra são forçados a adorar a primeira besta, e em Apocalipse 13:15 são forçados a adorar a imagem da besta. E assim prossegue (Apoc. 14:6, 9-11).
Oito vezes em Apocalipse 13 e 14 atenção é dada à adoração. É a palavra crucial por toda essa seção do livro. No fim, a verdade-teste para o mundo centraliza-se na questão da adoração apropriada. Nada há de novo nisso. Desde o princípio, os irmãos Caim e Abel dividiram-se a respeito da questão da adoração (Gên. 4:3-9). Sobre o Monte Carmelo a questão era adoração (I Reis 18:16-46). Quando Satanás tentou a Jesus no deserto, a questão fundamental era adoração (Mat. 4:8-10). Acaso esse enfoque sobre adoração chama nossa atenção a certos mandamentos em particular? Sem dúvida, os primeiros quatro mandamentos — a chamada primeira tábua de pedra da lei — preocupam-se diretamente com nosso relacionamento para com Deus e com a Sua adoração.
(Continua...)
quarta-feira, dezembro 13, 2006
O passado está chegando – Parte 3
1. No entanto, não é isso que a Igreja Romana almeja. Menos de uma semana após a divulgação da mensagem de Bento XVI reafirmando “o caráter sacro do dia do Senhor e a necessidade de participar da Missa dominical", o Arcebispo Prendja, da Croácia, manifestou-se “exigindo princípios morais na política”. Sendo mais direto, acrescentou: "Os operários que trabalham na indústria têm muitas vezes de trabalhar aos domingos e fazem-no por recearem perder o emprego. Mas o domingo deve ser respeitado como dia de descanso.” (Alguém ainda tem dúvidas sobre as intenções da Icar?). A mensagem papal ecoou também na mídia tupiniquim. Em relação ao dogma romano do descanso dominical, a ambição e a ousadia do Vaticano são de um nível tão elevado que o Catecismo da Igreja Católica apresenta, sem meias palavras, a seguinte pergunta (nº 454): “Por que é importante reconhecer civilmente o domingo como dia festivo?” (Percebeu a intenção por detrás da palavra “civilmente”?)
2. Para levar as nações a um estágio onde a Igreja e o Estado andem de mãos dadas, a Santa Sé tem usado sua arma preferida: a astúcia política. Uma das áreas onde pode se ver bem isso aqui no Brasil é na educação. Pouco a pouco, aulas de religião têm sido inseridas nas escolas públicas. Como nosso País é oficialmente laico, percebe-se uma atitude descabida. É o que diz também a professora Roseli Fischmann (Folha de S. Paulo, 14 de novembro de 2006). Segundo ela, o ato de o MEC ditar conteúdos para aulas de religião é algo que “revogaria também a laicidade do Estado brasileiro”. Mas a informação mais surpreendente foi dada por ela ao relatar sua participação, em setembro deste ano, no 6º Colóquio do Consórcio Latino-Americano de Liberdade Religiosa, realizado na cidade do Rio de Janeiro. Ali, ao protestar contra a afirmação feita de que o Estado brasileiro é católico, foi surpreendida pela afirmação de um advogado da CNBB, que disse estarem “quase totalmente prontos os termos de uma concordata entre o Vaticano e o Brasil”, que segundo ele seria “muito completa, com repercussões legais, políticas, administrativas, tributárias e financeiras”. Depois de saber que a assinatura de uma Concordata (acordo de cooperação internacional entre o Vaticano e outro Estado) é prerrogativa exclusiva de um Chefe de Estado, concluiu: “Sem qualquer debate dos parlamentares ou conhecimento da sociedade brasileira, já que o presidente pode simplesmente assiná-lo – correríamos o risco de ter um Estado religioso e peculiar, Vaticano, interferindo na vida do Estado laico que é o Brasil, religiosa e politicamente plural.” A divulgação desse fato já provocou repercussões na mídia brasileira.
3. Não poderia ser de outra forma, já que a união Igreja-Estado sempre é uma ameaça para a liberdade, especialmente das minorias religiosas. Mais surpreso ainda você deve ficar ao saber que o Vaticano já assinou, recentemente (2004), Concordata com outro país: a República de Portugal. Se em breve o Brasil também assinar Concordata com o Vaticano, e esta for igual àquela, então, todas as nossas suspeitas se concretizarão. Isso porque dentro dos 33 artigos (número místico: 11 + 11 + 11) da Concordata assinada pelo Vaticano e a República de Portugal aparecem pelo menos dois artigos comprometedores. O artigo 3º diz: “A República Portuguesa reconhece como dias festivos os domingos... A República Portuguesa providenciará no sentido de possibilitar aos católicos, nos termos da lei portuguesa, o cumprimento dos deveres religiosos nos dias festivos.” (Embora não seja uma “Lei Dominical”, é mais um grande passo dado para quebrar barreiras que ainda existem para tornar o domingo “dia de descanso” obrigatório a todos.)
4. Já o artigo 19º afirma: “A República Portuguesa, no âmbito da liberdade religiosa e do dever de o Estado cooperar com os pais na educação dos filhos, garante as condições necessárias para assegurar, nos ternos do direito português, o ensino da religião e moral católicas nos estabelecimentos de ensino público não superior, sem qualquer forma de discriminação.” Sendo assim, ou eu estou, literalmente, delirando, ou, realmente, o passado está chegando!
“Já é tempo, Senhor, para intervires, pois a Tua lei está sendo violada.” Salmo 119:126
2. Para levar as nações a um estágio onde a Igreja e o Estado andem de mãos dadas, a Santa Sé tem usado sua arma preferida: a astúcia política. Uma das áreas onde pode se ver bem isso aqui no Brasil é na educação. Pouco a pouco, aulas de religião têm sido inseridas nas escolas públicas. Como nosso País é oficialmente laico, percebe-se uma atitude descabida. É o que diz também a professora Roseli Fischmann (Folha de S. Paulo, 14 de novembro de 2006). Segundo ela, o ato de o MEC ditar conteúdos para aulas de religião é algo que “revogaria também a laicidade do Estado brasileiro”. Mas a informação mais surpreendente foi dada por ela ao relatar sua participação, em setembro deste ano, no 6º Colóquio do Consórcio Latino-Americano de Liberdade Religiosa, realizado na cidade do Rio de Janeiro. Ali, ao protestar contra a afirmação feita de que o Estado brasileiro é católico, foi surpreendida pela afirmação de um advogado da CNBB, que disse estarem “quase totalmente prontos os termos de uma concordata entre o Vaticano e o Brasil”, que segundo ele seria “muito completa, com repercussões legais, políticas, administrativas, tributárias e financeiras”. Depois de saber que a assinatura de uma Concordata (acordo de cooperação internacional entre o Vaticano e outro Estado) é prerrogativa exclusiva de um Chefe de Estado, concluiu: “Sem qualquer debate dos parlamentares ou conhecimento da sociedade brasileira, já que o presidente pode simplesmente assiná-lo – correríamos o risco de ter um Estado religioso e peculiar, Vaticano, interferindo na vida do Estado laico que é o Brasil, religiosa e politicamente plural.” A divulgação desse fato já provocou repercussões na mídia brasileira.
3. Não poderia ser de outra forma, já que a união Igreja-Estado sempre é uma ameaça para a liberdade, especialmente das minorias religiosas. Mais surpreso ainda você deve ficar ao saber que o Vaticano já assinou, recentemente (2004), Concordata com outro país: a República de Portugal. Se em breve o Brasil também assinar Concordata com o Vaticano, e esta for igual àquela, então, todas as nossas suspeitas se concretizarão. Isso porque dentro dos 33 artigos (número místico: 11 + 11 + 11) da Concordata assinada pelo Vaticano e a República de Portugal aparecem pelo menos dois artigos comprometedores. O artigo 3º diz: “A República Portuguesa reconhece como dias festivos os domingos... A República Portuguesa providenciará no sentido de possibilitar aos católicos, nos termos da lei portuguesa, o cumprimento dos deveres religiosos nos dias festivos.” (Embora não seja uma “Lei Dominical”, é mais um grande passo dado para quebrar barreiras que ainda existem para tornar o domingo “dia de descanso” obrigatório a todos.)
4. Já o artigo 19º afirma: “A República Portuguesa, no âmbito da liberdade religiosa e do dever de o Estado cooperar com os pais na educação dos filhos, garante as condições necessárias para assegurar, nos ternos do direito português, o ensino da religião e moral católicas nos estabelecimentos de ensino público não superior, sem qualquer forma de discriminação.” Sendo assim, ou eu estou, literalmente, delirando, ou, realmente, o passado está chegando!
“Já é tempo, Senhor, para intervires, pois a Tua lei está sendo violada.” Salmo 119:126
O passado está chegando – Parte 2
1. Todd ainda nos faz lembrar outro fato importante (pág. 140): “É importante recordar que, antes da sua conversão, Constantino seguia a religião do ‘Sol Invicto’... Num certo sentido, Constantino continuou ainda a identificar o Sol com o Deus cristão, encorajado também pela tendência dos escritores e artistas cristãos de usarem imagens do Sol para representar Cristo... Quando no ano 321 Constantino ordenou que o primeiro dia da semana fosse dia festivo e de repouso, chamou-lhe ‘venerando dia do Sol’.” Na verdade, esta foi a primeira vez na história em que o Estado legislou em favor da guarda do domingo. E a aceitação por parte dos cristãos da guarda do domingo se deveu a duas questões principais: primeiro, queriam se distanciar dos judeus (que guardavam o sábado bíblico) por terem sido os executores de Cristo na cruz; segundo, o caminho proposto por Constantino I (guarda do domingo) tornava tudo mais fácil (lembre-se de que os cristãos, até então, eram constantemente perseguidos pelos romanos), já que os pagãos que adoravam o Sol no dia de domingo poderiam ver nesse novo dia de guarda dos cristãos um ponto de convergência, e aceitar com mais facilidade a religião cristã.
2. Portanto, estaria o papa Bento XVI (como fizeram seus antecessores) fazendo de Istambul uma porta de acesso ao passado, querendo reviver os tempos antigos, quando a Igreja e o Estado andaram de mãos dadas e o descanso dominical (com sua influência pagã) foi tornado obrigatório por imposição de leis civis? Tudo indica que sim, tendo em vista que o próprio Vaticano não faz questão nenhuma de esconder suas intenções: logo ao regressar da Turquia, a primeira mensagem de Bento XVI no Vaticano foi dirigida ao Cardeal Francis Arinze – Prefeito da Congregação para o Culto Divino – na qual o Bispo de Roma destacou ser necessário “reafirmar o caráter sacro do dia do Senhor e a necessidade de participar da Missa dominical"; e afirmou também que “em cada celebração eucarística dominical se cumpre a santificação do povo cristão, até o domingo sem ocaso, dia do encontro definitivo de Deus com Suas criaturas". (A ligação dessa mensagem com a viagem à Istambul é indiscutível – note que a mensagem foi escrita no dia 27 de novembro, portanto um dia antes de embarcar para a Turquia, e só foi divulgada no dia 1º de dezembro, ou seja, logo que Bento XVI retornou da viagem. Foi tudo premeditado.)
3. A exortação final de Bento XVI nessa mensagem remove qualquer dúvida que ainda possa existir sobre as intenções da Santa Sé: “Que o Dia do Senhor possa adquirir novamente todo o seu relevo e ser percebido e vivido plenamente, na celebração da Eucaristia, raiz e cerne de um autêntico crescimento da comunidade cristã." Já o Cardeal Arinze, a quem foi dirigida a mensagem papal, compartilha, obviamente, da mesma opinião: “A questão é considerar o domingo como dia do Senhor”, disse ele. Todavia, o desejo de convencer o mundo atual desse dogma romano é tão urgente que ele até usou argumentos absurdos, tais como: “O domingo é o dia do Senhor desde o Livro do Gênesis.” (Mas a “santidade” do domingo não era por causa da ressurreição de Cristo?)
4. O domingo nunca foi no passado, nem será em algum tempo no futuro, o dia do Senhor. Quando Roma afirma que a ressurreição de Jesus no primeiro dia da semana santificou esse dia, tornando-o assim dia de descanso, fala por conta própria e está simplesmente adulterando a Palavra de Deus. Na Bíblia, só há um memorial para a ressurreição de Cristo, e esse memorial instituído por Deus é o batismo (por imersão): “Ou, porventura, ignorais que todos nós que fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na Sua morte? Fomos, pois, sepultados com Ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida. Porque, se fomos unidos com Ele na semelhança da Sua morte, certamente, o seremos também na semelhança da Sua ressurreição.” Romanos 6:3-5.
5. Outro argumento, sem base bíblica também, usado por Roma para sustentar o descanso dominical, consiste em dizer que o apóstolo João recebeu as visões do Apocalipse nesse dia, o “dia do Senhor” (Apocalipse 1:10). Acontece que o texto bíblico citado não afirma em momento algum que o dia referido é o domingo (a palavra “domingo” não é mencionada uma vez sequer na Bíblia). Por outro lado, fica fácil saber qual foi o “dia do Senhor” no qual o apóstolo João teve suas visões. O primeiro verso do livro do Apocalipse afirma: “Revelação de Jesus Cristo, que Deus Lhe deu para mostrar aos Seus servos as coisas que em breve devem acontecer.” A pergunta que deve ser feita é: Quem são os servos mencionados nesse verso a quem são destinadas as visões proféticas? O cristão sincero usa a própria Bíblia para encontrar a resposta: “Aos estrangeiros que se chegam ao Senhor, para O servirem e para amarem o nome do Senhor, sendo deste modo servos Seus, sim, todos os que guardam o sábado, não o profanando, e abraçam a Minha aliança.” Isaías 56:6. Entendeu? Os servos de Deus a quem foram destinadas as profecias do Apocalipse são aqueles que - dentre outras coisas - guardam o sábado! Não seria mais racional afirmar, então, que o “dia do Senhor” no qual João recebeu as visões do Apocalipse também era o dia de sábado?
Continua...
2. Portanto, estaria o papa Bento XVI (como fizeram seus antecessores) fazendo de Istambul uma porta de acesso ao passado, querendo reviver os tempos antigos, quando a Igreja e o Estado andaram de mãos dadas e o descanso dominical (com sua influência pagã) foi tornado obrigatório por imposição de leis civis? Tudo indica que sim, tendo em vista que o próprio Vaticano não faz questão nenhuma de esconder suas intenções: logo ao regressar da Turquia, a primeira mensagem de Bento XVI no Vaticano foi dirigida ao Cardeal Francis Arinze – Prefeito da Congregação para o Culto Divino – na qual o Bispo de Roma destacou ser necessário “reafirmar o caráter sacro do dia do Senhor e a necessidade de participar da Missa dominical"; e afirmou também que “em cada celebração eucarística dominical se cumpre a santificação do povo cristão, até o domingo sem ocaso, dia do encontro definitivo de Deus com Suas criaturas". (A ligação dessa mensagem com a viagem à Istambul é indiscutível – note que a mensagem foi escrita no dia 27 de novembro, portanto um dia antes de embarcar para a Turquia, e só foi divulgada no dia 1º de dezembro, ou seja, logo que Bento XVI retornou da viagem. Foi tudo premeditado.)
3. A exortação final de Bento XVI nessa mensagem remove qualquer dúvida que ainda possa existir sobre as intenções da Santa Sé: “Que o Dia do Senhor possa adquirir novamente todo o seu relevo e ser percebido e vivido plenamente, na celebração da Eucaristia, raiz e cerne de um autêntico crescimento da comunidade cristã." Já o Cardeal Arinze, a quem foi dirigida a mensagem papal, compartilha, obviamente, da mesma opinião: “A questão é considerar o domingo como dia do Senhor”, disse ele. Todavia, o desejo de convencer o mundo atual desse dogma romano é tão urgente que ele até usou argumentos absurdos, tais como: “O domingo é o dia do Senhor desde o Livro do Gênesis.” (Mas a “santidade” do domingo não era por causa da ressurreição de Cristo?)
4. O domingo nunca foi no passado, nem será em algum tempo no futuro, o dia do Senhor. Quando Roma afirma que a ressurreição de Jesus no primeiro dia da semana santificou esse dia, tornando-o assim dia de descanso, fala por conta própria e está simplesmente adulterando a Palavra de Deus. Na Bíblia, só há um memorial para a ressurreição de Cristo, e esse memorial instituído por Deus é o batismo (por imersão): “Ou, porventura, ignorais que todos nós que fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na Sua morte? Fomos, pois, sepultados com Ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida. Porque, se fomos unidos com Ele na semelhança da Sua morte, certamente, o seremos também na semelhança da Sua ressurreição.” Romanos 6:3-5.
5. Outro argumento, sem base bíblica também, usado por Roma para sustentar o descanso dominical, consiste em dizer que o apóstolo João recebeu as visões do Apocalipse nesse dia, o “dia do Senhor” (Apocalipse 1:10). Acontece que o texto bíblico citado não afirma em momento algum que o dia referido é o domingo (a palavra “domingo” não é mencionada uma vez sequer na Bíblia). Por outro lado, fica fácil saber qual foi o “dia do Senhor” no qual o apóstolo João teve suas visões. O primeiro verso do livro do Apocalipse afirma: “Revelação de Jesus Cristo, que Deus Lhe deu para mostrar aos Seus servos as coisas que em breve devem acontecer.” A pergunta que deve ser feita é: Quem são os servos mencionados nesse verso a quem são destinadas as visões proféticas? O cristão sincero usa a própria Bíblia para encontrar a resposta: “Aos estrangeiros que se chegam ao Senhor, para O servirem e para amarem o nome do Senhor, sendo deste modo servos Seus, sim, todos os que guardam o sábado, não o profanando, e abraçam a Minha aliança.” Isaías 56:6. Entendeu? Os servos de Deus a quem foram destinadas as profecias do Apocalipse são aqueles que - dentre outras coisas - guardam o sábado! Não seria mais racional afirmar, então, que o “dia do Senhor” no qual João recebeu as visões do Apocalipse também era o dia de sábado?
Continua...
O passado está chegando – Parte 1
A Igreja Católica Apostólica Romana (Icar) tem procurado de todas as maneiras readquirir a supremacia e o poder mundiais perdidos desde o fim da Idade Média. Por isso, tem se dedicado a influenciar as nações do mundo pela via política, visando a uma futura união entre a Igreja e o Estado, bem como tem promovido a bandeira símbolo de sua autoridade que é a guarda do domingo, em substituição do sábado bíblico. Ela sabe que quando as nações legislarem em favor do descanso dominical obrigatório estarão por meio desse mesmo ato reconhecendo a supremacia papal: uma Nova Idade Média, batizada de Nova Ordem Mundial.
OS FATOS:
1. Grande destaque foi dado pela mídia mundial à viagem do papa Bento XVI à Turquia, entre os dias 28 de novembro e 1º de dezembro. Não por acaso, já que, de acordo com a agência de notícias católica Ecclesia, essa viagem revelou o outro lado de Bento XVI, ou seja, o de “Papa político”.
2. A Turquia é um país diferenciado, com características únicas dentre os demais países do mundo, condição essa que acaba sendo favorável aos planos da Santa Sé. Explicando melhor: ali está localizada a sede do Patriarcado de Constantinopla (considerado o mais importante dentro da Igreja Ortodoxa). Além disso, é um país muçulmano considerado secular, isto é, a política está separada da religião mais do que em qualquer outro país muçulmano, favorecendo, assim, contatos diplomáticos com o Vaticano e a aproximação deste com o mundo muçulmano. Além do que, possui um centro de culto mariano de destaque, localizado em Éfeso (onde Maria supostamente teve sua última residência). Fica fácil entender, agora, por que os últimos papas (como Paulo VI, João Paulo II e Bento XVI) têm sempre realizado viagens para a Turquia, sempre no primeiro ano de governo.
3. Do ponto de vista ecumênico (político), a viagem de Bento XVI à Turquia foi considerada pelo Vaticano um sucesso, já que, entre outras conquistas, foi assinada uma declaração conjunta com o Patriarca de Constantinopla, Bartolomeu I, assumindo o compromisso mútuo de aprofundar as relações ecumênicas entre a Santa Sé e a Igreja Ortodoxa. Sem esquecer, é claro, da visita que Bento XVI fez a uma Mesquita, agradando consideravelmente os muçulmanos.
4. Por outro lado, o que a mídia mundial pareceu ignorar foi a forte ligação da cidade de Istambul com o passado, que a visita de Bento XVI, de alguma maneira, pareceu reviver. Afinal, Istambul era antes chamada de Constantinopla, nome dado em homenagem ao Imperador Constantino I, que tornou essa cidade a capital do Império Romano em 330 d.C. Ele até tentou chamá-la, a princípio, de “Nova Roma”.
5. Mas qual seria a possível relação entre a antiga capital do Império Romano (ou seu fundador) com os planos atuais de Roma? Simples: Constantino I, pagão de nascimento, “converteu-se” ao cristianismo e, pouco a pouco, através de medidas políticas, foi elevando o status do cristianismo até torná-lo a religião oficial do Império. Essa união entre Igreja-Estado comprometeu a pureza do cristianismo primitivo já que Constantino I realizou, em grande medida, um sincretismo entre as crenças e práticas pagãs com o cristianismo para torná-lo mais popular. Como afirma Richard A. Todd, em História do Cristianismo (Bertrand Editora), pág. 140: “Constantino conservou o título de Pontífex Maximus, próprio do sumo sacerdote pagão. Durante uma dezena de anos as suas moedas tiveram a efígie de alguns deuses pagãos, especialmente do Sol invencível, o seu preferido, e só recebeu o baptismo [sic] no final da sua vida.” Interessante notar que o Bispo de Roma também adotou e mantém até hoje o título usado pelo sumo sacerdote pagão: Pontífex Maximus (que significa “o maior construtor de pontes”).
Continua...
OS FATOS:
1. Grande destaque foi dado pela mídia mundial à viagem do papa Bento XVI à Turquia, entre os dias 28 de novembro e 1º de dezembro. Não por acaso, já que, de acordo com a agência de notícias católica Ecclesia, essa viagem revelou o outro lado de Bento XVI, ou seja, o de “Papa político”.
2. A Turquia é um país diferenciado, com características únicas dentre os demais países do mundo, condição essa que acaba sendo favorável aos planos da Santa Sé. Explicando melhor: ali está localizada a sede do Patriarcado de Constantinopla (considerado o mais importante dentro da Igreja Ortodoxa). Além disso, é um país muçulmano considerado secular, isto é, a política está separada da religião mais do que em qualquer outro país muçulmano, favorecendo, assim, contatos diplomáticos com o Vaticano e a aproximação deste com o mundo muçulmano. Além do que, possui um centro de culto mariano de destaque, localizado em Éfeso (onde Maria supostamente teve sua última residência). Fica fácil entender, agora, por que os últimos papas (como Paulo VI, João Paulo II e Bento XVI) têm sempre realizado viagens para a Turquia, sempre no primeiro ano de governo.
3. Do ponto de vista ecumênico (político), a viagem de Bento XVI à Turquia foi considerada pelo Vaticano um sucesso, já que, entre outras conquistas, foi assinada uma declaração conjunta com o Patriarca de Constantinopla, Bartolomeu I, assumindo o compromisso mútuo de aprofundar as relações ecumênicas entre a Santa Sé e a Igreja Ortodoxa. Sem esquecer, é claro, da visita que Bento XVI fez a uma Mesquita, agradando consideravelmente os muçulmanos.
4. Por outro lado, o que a mídia mundial pareceu ignorar foi a forte ligação da cidade de Istambul com o passado, que a visita de Bento XVI, de alguma maneira, pareceu reviver. Afinal, Istambul era antes chamada de Constantinopla, nome dado em homenagem ao Imperador Constantino I, que tornou essa cidade a capital do Império Romano em 330 d.C. Ele até tentou chamá-la, a princípio, de “Nova Roma”.
5. Mas qual seria a possível relação entre a antiga capital do Império Romano (ou seu fundador) com os planos atuais de Roma? Simples: Constantino I, pagão de nascimento, “converteu-se” ao cristianismo e, pouco a pouco, através de medidas políticas, foi elevando o status do cristianismo até torná-lo a religião oficial do Império. Essa união entre Igreja-Estado comprometeu a pureza do cristianismo primitivo já que Constantino I realizou, em grande medida, um sincretismo entre as crenças e práticas pagãs com o cristianismo para torná-lo mais popular. Como afirma Richard A. Todd, em História do Cristianismo (Bertrand Editora), pág. 140: “Constantino conservou o título de Pontífex Maximus, próprio do sumo sacerdote pagão. Durante uma dezena de anos as suas moedas tiveram a efígie de alguns deuses pagãos, especialmente do Sol invencível, o seu preferido, e só recebeu o baptismo [sic] no final da sua vida.” Interessante notar que o Bispo de Roma também adotou e mantém até hoje o título usado pelo sumo sacerdote pagão: Pontífex Maximus (que significa “o maior construtor de pontes”).
Continua...
quinta-feira, dezembro 07, 2006
O Vaticano e a Nova Ordem Mundial – Parte 2
OS FATOS:
1. Em 1º de janeiro de 2004, o Papa João Paulo II, através do costumeiro discurso de ano novo, tornou público quais são os reais planos do Vaticano, e ao mesmo tempo removeu qualquer dúvida que ainda poderia existir sobre o compromisso da Santa Sé de trabalhar para a implantação de um Governo Mundial Único. De acordo com o Jornal Nacional, ele “pediu numa missa que a ONU seja o centro de uma nova ordem internacional”. Demonstrou, portanto, que o Vaticano está trabalhando em sintonia com o plano ocultista das sociedades secretas.
2. Além disso, o e-UNews Brasil (publicação do Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil – versão online) revelou uma “coincidência”: naquele mesmo ano, “pela primeira vez na história da ONU o Vaticano – que não é um Estado-Membro da organização, mas participa como Estado-Observador das reuniões – pôde participar das sessões e do trabalho da Assembléia Geral, assim como fazer ouvir a sua voz nos debates gerais”. É isso mesmo, desde então, o Vaticano tem voz ativa na ONU!
3. Se já não bastasse tudo isso, pesa ainda contra o Vaticano suas várias ligações com a numerologia ocultista. Você sabia, por exemplo, que dos 263 papas empossados no trono de Pedro, 99 deles nasceram em Roma? E que outros 111 nasceram no interior da Itália? (Com estes números ocultistas tão exatos dá para entender porque os últimos dois papas eleitos não foram italianos).
4. Você sabia também que a primeira visita de Bento XVI como chefe de Estado ocorreu 66 dias após ser eleito Papa?

5. No dia 18 de agosto de 2005, Bento XVI realizou a primeira viagem do seu Pontificado para fora da Itália. Foi à Alemanha, sua terra natal. Você não acha suspeito o fato de que exatos 66 dias depois ele tenha realizado outro evento – a primeira cerimônia de canonização do seu Pontificado?

6. Não é de agora que “coincidências” dessa natureza acontecem em eventos promovidos pelo Vaticano. Em 24 de janeiro de 2002, João Paulo II realizou um Encontro Ecumênico Global de Oração pela Paz, na cidade de Assis, Itália. Além de usar o 11 de setembro como razão para realizar esse encontro (e nós já sabemos das implicações ocultistas dessa data), estavam presentes líderes de 11 religiões não-cristãs, com destaque para os 29 clérigos muçulmanos. Sem deixar de mencionar, é claro, a data em que o encontro ocorreu: 2 + 4 + 0 + 1 + 2 + 0 + 0 + 2 = 11. (Lembre-se de que o número 11 é o número da Era de Aquário.)
7. Outros exemplos poderiam ser mencionados. Porém, vamos destacar apenas mais um. Em 31 de maio de 1998, João Paulo II publicou a Carta Apostólica Dies Domini, cujo propósito era exaltar a santificação do domingo (muitos cristãos ainda não se deram conta de que o domingo é um dia de guarda instituído por Roma, sem autorização divina, em substituição ao sábado bíblico prescrito no quarto mandamento). A ICAR tem dado grande destaque a esse “mandamento”, como podemos observar na viagem que João Paulo II fez à Terra Santa, em março de 2000. Ele reservou o último dia da viagem (26) para visitar a Basílica do Santo Sepulcro, localizada onde Jesus teria sido sepultado e depois ressuscitado. Ficou claro, pelo seu discurso, que o objetivo de visitar aquele local era lembrar a ressurreição de Jesus e, conseqüentemente, promover a santificação do domingo. O que quase ninguém deve ter percebido é a ligação explícita que a guarda do domingo tem com a adoração ao Sol e com a numerologia pagã-ocultista. Fato atestado ao verificar a relação entre a publicação da Carta Apostólica Dies Domini e essa visita à Basílica do Santo Sepulcro: 666 dias! É o padrão de assinatura usado pelos ocultistas (o número 666 era usado pelos sacerdotes pagãos da Babilônia para representar a “inteligência do Sol”. Portanto, mais “coincidência” impossível).

Nota: Os ocultistas calculam o intervalo das datas de duas maneiras diferentes, conforme for conveniente. Pode ser pelo método não-inclusivo (onde o primeiro dia não é contado), ou pelo método inclusivo (onde o primeiro dia é contado). O exemplo mencionado acima se encaixa perfeitamente no método inclusivo, por isso se deve acrescentar um dia ao resultado final, já que a calculadora online sempre deixa de fora da contagem o primeiro dia.
“Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome... esse número é seiscentos e sessenta e seis.” Apocalipse 13:17 e 18
1. Em 1º de janeiro de 2004, o Papa João Paulo II, através do costumeiro discurso de ano novo, tornou público quais são os reais planos do Vaticano, e ao mesmo tempo removeu qualquer dúvida que ainda poderia existir sobre o compromisso da Santa Sé de trabalhar para a implantação de um Governo Mundial Único. De acordo com o Jornal Nacional, ele “pediu numa missa que a ONU seja o centro de uma nova ordem internacional”. Demonstrou, portanto, que o Vaticano está trabalhando em sintonia com o plano ocultista das sociedades secretas.
2. Além disso, o e-UNews Brasil (publicação do Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil – versão online) revelou uma “coincidência”: naquele mesmo ano, “pela primeira vez na história da ONU o Vaticano – que não é um Estado-Membro da organização, mas participa como Estado-Observador das reuniões – pôde participar das sessões e do trabalho da Assembléia Geral, assim como fazer ouvir a sua voz nos debates gerais”. É isso mesmo, desde então, o Vaticano tem voz ativa na ONU!
3. Se já não bastasse tudo isso, pesa ainda contra o Vaticano suas várias ligações com a numerologia ocultista. Você sabia, por exemplo, que dos 263 papas empossados no trono de Pedro, 99 deles nasceram em Roma? E que outros 111 nasceram no interior da Itália? (Com estes números ocultistas tão exatos dá para entender porque os últimos dois papas eleitos não foram italianos).
4. Você sabia também que a primeira visita de Bento XVI como chefe de Estado ocorreu 66 dias após ser eleito Papa?

5. No dia 18 de agosto de 2005, Bento XVI realizou a primeira viagem do seu Pontificado para fora da Itália. Foi à Alemanha, sua terra natal. Você não acha suspeito o fato de que exatos 66 dias depois ele tenha realizado outro evento – a primeira cerimônia de canonização do seu Pontificado?

6. Não é de agora que “coincidências” dessa natureza acontecem em eventos promovidos pelo Vaticano. Em 24 de janeiro de 2002, João Paulo II realizou um Encontro Ecumênico Global de Oração pela Paz, na cidade de Assis, Itália. Além de usar o 11 de setembro como razão para realizar esse encontro (e nós já sabemos das implicações ocultistas dessa data), estavam presentes líderes de 11 religiões não-cristãs, com destaque para os 29 clérigos muçulmanos. Sem deixar de mencionar, é claro, a data em que o encontro ocorreu: 2 + 4 + 0 + 1 + 2 + 0 + 0 + 2 = 11. (Lembre-se de que o número 11 é o número da Era de Aquário.)
7. Outros exemplos poderiam ser mencionados. Porém, vamos destacar apenas mais um. Em 31 de maio de 1998, João Paulo II publicou a Carta Apostólica Dies Domini, cujo propósito era exaltar a santificação do domingo (muitos cristãos ainda não se deram conta de que o domingo é um dia de guarda instituído por Roma, sem autorização divina, em substituição ao sábado bíblico prescrito no quarto mandamento). A ICAR tem dado grande destaque a esse “mandamento”, como podemos observar na viagem que João Paulo II fez à Terra Santa, em março de 2000. Ele reservou o último dia da viagem (26) para visitar a Basílica do Santo Sepulcro, localizada onde Jesus teria sido sepultado e depois ressuscitado. Ficou claro, pelo seu discurso, que o objetivo de visitar aquele local era lembrar a ressurreição de Jesus e, conseqüentemente, promover a santificação do domingo. O que quase ninguém deve ter percebido é a ligação explícita que a guarda do domingo tem com a adoração ao Sol e com a numerologia pagã-ocultista. Fato atestado ao verificar a relação entre a publicação da Carta Apostólica Dies Domini e essa visita à Basílica do Santo Sepulcro: 666 dias! É o padrão de assinatura usado pelos ocultistas (o número 666 era usado pelos sacerdotes pagãos da Babilônia para representar a “inteligência do Sol”. Portanto, mais “coincidência” impossível).

Nota: Os ocultistas calculam o intervalo das datas de duas maneiras diferentes, conforme for conveniente. Pode ser pelo método não-inclusivo (onde o primeiro dia não é contado), ou pelo método inclusivo (onde o primeiro dia é contado). O exemplo mencionado acima se encaixa perfeitamente no método inclusivo, por isso se deve acrescentar um dia ao resultado final, já que a calculadora online sempre deixa de fora da contagem o primeiro dia.
“Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome... esse número é seiscentos e sessenta e seis.” Apocalipse 13:17 e 18
terça-feira, dezembro 05, 2006
O Vaticano e a Nova Ordem Mundial – Parte 1
O envolvimento da Santa Sé, a qual está localizada sobre as sete colinas de Roma, com os objetivos ocultistas para implantar um Governo Mundial Único (e também uma religião única) pode ser atestado por uma série de fatos ocorridos nas últimas décadas.
OS FATOS:
1. De acordo com o almirante canadense William Guy Carr (1895-1959), autor do texto “A conspiração para destruir todos os governos e religiões existentes”, o norte-americano Albert Pike (1809-1891), um dos cérebros dos Iluminatti que contribuiu para sistematizar diversos ritos da Maçonaria moderna, ordenou ao italiano Giuseppe Mazzini (1805-1872) (um dos líderes da sociedade secreta italiana Carbonária, a qual tinha por objetivo a aniquilação do catolicismo e de todo o cristianismo) que “suscitasse, na Europa, um clima ‘antivaticano’ até que a integridade física das pessoas, no interior do Vaticano, fosse posta em perigo. Karl Rothschild, filho de Mayer Amschel Rothschild, que financiou os iluminados da Baviera de (Adam) Weishaupt, interveio, então, em favor do Estado Pontifical, sob pretexto de que desejava impedir inútil efusão de sangue. Foi assim que um dos membros mais altos dos Illuminati obteve o reconhecimento e a estima do Papa e dos altos funcionários do Vaticano. Então, ele aproveitou para introduzir agentes da seita, como peritos, conselheiros financeiros e políticos... Estes cumpriram, de modo preciso, a diretriz de Weishaupt, que orgulhosamente escreveu: ‘Nos infiltraremos nesse lugar – o Vaticano – e quando estivermos lá dentro, não sairemos jamais’”.
2. Já o autor Paul H. Koch faz algumas citações interessantes sobre a infiltração das sociedades secretas no Vaticano em sua obra Illuminati (Editora Planeta). Na página 187 ele cita o autor Bill Cooper, autor de Behold a Pale Horse, que mencionou uma aliança supostamente assinada em 1952, quando “pela primeira vez na história uniram-se as Famílias Negras (parte da nobreza européia praticante do espiritismo e de outras atividades místico-religiosas politicamente incorretas), os Illuminati, o Vaticano e os maçons. Agora todos trabalham juntos para trazer a nova ordem mundial”.
3. Paul H. Koch (pág. 188) também cita Piers Compton, ex-editor do jornal católico norte-americano The Universe, e autor do livro The Broken Cross (A cruz partida). Segundo Compton, “o primeiro Papa que se rendeu aos Illuminati foi Paulo VI, que em 4 de outubro de 1965 pronunciou um discurso nas Nações Unidas que propagou o evangelho social, tão próximo do coração dos revolucionários, sem uma única referência às doutrinas religiosas que os próprios revolucionários achavam perniciosas. Depois, foi ao salão de Meditação da ONU, onde, em segredo, realizou um ritual ocultista de iniciação cuja validez ficou rubricada pela posterior construção em Washington do chamado Templo do Entendimento, provido também de um triângulo com o olho correspondente, onde estão representadas as seis crenças mais disseminadas do mundo: hinduísmo, budismo, confucionismo, judaísmo, cristianismo e islamismo. Por último, Paulo VI foi o primeiro Pontífice que começou a utilizar um símbolo sinistro, utilizado pelos satanistas no século VI... Este era uma cruz torcida ou partida, na qual se exibe uma figura repulsiva e distorcida de Cristo, da qual os praticantes de magia negra... haviam feito uso”. Esse símbolo tem sido usado pelos papas em público, desde então, conforme podemos observar. É o caso de João Paulo II e Bento XVI.
4. Finalmente, Koch (pág. 189) lembra que em 14 de agosto de 2004, João Paulo II visitou Lourdes, onde orou pela paz no mundo. Nessa viagem o Pontífice encontrou-se com o presidente da França, Jacques Chirac, e durante a conversa lhe disse: “A Igreja católica deseja oferecer à sociedade sua contribuição específica na edificação de um mundo no qual os grandes ideais de liberdade, igualdade e fraternidade possam constituir a base da vida na busca e na promoção incansável do bem comum.” Segundo Koch, “pela primeira vez na história do Vaticano, um Papa se atrevia a anunciar como próprios, em voz alta, os ideais maçônicos, os ideais dos Illuminati” (liberdade, igualdade e fraternidade).
“Porque todos os povos andam, cada um em nome do seu deus; mas, quanto a nós, andaremos em o nome do Senhor, nosso Deus, para todo o sempre.” Miquéias 4:5
Continua...
OS FATOS:
1. De acordo com o almirante canadense William Guy Carr (1895-1959), autor do texto “A conspiração para destruir todos os governos e religiões existentes”, o norte-americano Albert Pike (1809-1891), um dos cérebros dos Iluminatti que contribuiu para sistematizar diversos ritos da Maçonaria moderna, ordenou ao italiano Giuseppe Mazzini (1805-1872) (um dos líderes da sociedade secreta italiana Carbonária, a qual tinha por objetivo a aniquilação do catolicismo e de todo o cristianismo) que “suscitasse, na Europa, um clima ‘antivaticano’ até que a integridade física das pessoas, no interior do Vaticano, fosse posta em perigo. Karl Rothschild, filho de Mayer Amschel Rothschild, que financiou os iluminados da Baviera de (Adam) Weishaupt, interveio, então, em favor do Estado Pontifical, sob pretexto de que desejava impedir inútil efusão de sangue. Foi assim que um dos membros mais altos dos Illuminati obteve o reconhecimento e a estima do Papa e dos altos funcionários do Vaticano. Então, ele aproveitou para introduzir agentes da seita, como peritos, conselheiros financeiros e políticos... Estes cumpriram, de modo preciso, a diretriz de Weishaupt, que orgulhosamente escreveu: ‘Nos infiltraremos nesse lugar – o Vaticano – e quando estivermos lá dentro, não sairemos jamais’”.
2. Já o autor Paul H. Koch faz algumas citações interessantes sobre a infiltração das sociedades secretas no Vaticano em sua obra Illuminati (Editora Planeta). Na página 187 ele cita o autor Bill Cooper, autor de Behold a Pale Horse, que mencionou uma aliança supostamente assinada em 1952, quando “pela primeira vez na história uniram-se as Famílias Negras (parte da nobreza européia praticante do espiritismo e de outras atividades místico-religiosas politicamente incorretas), os Illuminati, o Vaticano e os maçons. Agora todos trabalham juntos para trazer a nova ordem mundial”.
3. Paul H. Koch (pág. 188) também cita Piers Compton, ex-editor do jornal católico norte-americano The Universe, e autor do livro The Broken Cross (A cruz partida). Segundo Compton, “o primeiro Papa que se rendeu aos Illuminati foi Paulo VI, que em 4 de outubro de 1965 pronunciou um discurso nas Nações Unidas que propagou o evangelho social, tão próximo do coração dos revolucionários, sem uma única referência às doutrinas religiosas que os próprios revolucionários achavam perniciosas. Depois, foi ao salão de Meditação da ONU, onde, em segredo, realizou um ritual ocultista de iniciação cuja validez ficou rubricada pela posterior construção em Washington do chamado Templo do Entendimento, provido também de um triângulo com o olho correspondente, onde estão representadas as seis crenças mais disseminadas do mundo: hinduísmo, budismo, confucionismo, judaísmo, cristianismo e islamismo. Por último, Paulo VI foi o primeiro Pontífice que começou a utilizar um símbolo sinistro, utilizado pelos satanistas no século VI... Este era uma cruz torcida ou partida, na qual se exibe uma figura repulsiva e distorcida de Cristo, da qual os praticantes de magia negra... haviam feito uso”. Esse símbolo tem sido usado pelos papas em público, desde então, conforme podemos observar. É o caso de João Paulo II e Bento XVI.
4. Finalmente, Koch (pág. 189) lembra que em 14 de agosto de 2004, João Paulo II visitou Lourdes, onde orou pela paz no mundo. Nessa viagem o Pontífice encontrou-se com o presidente da França, Jacques Chirac, e durante a conversa lhe disse: “A Igreja católica deseja oferecer à sociedade sua contribuição específica na edificação de um mundo no qual os grandes ideais de liberdade, igualdade e fraternidade possam constituir a base da vida na busca e na promoção incansável do bem comum.” Segundo Koch, “pela primeira vez na história do Vaticano, um Papa se atrevia a anunciar como próprios, em voz alta, os ideais maçônicos, os ideais dos Illuminati” (liberdade, igualdade e fraternidade).
“Porque todos os povos andam, cada um em nome do seu deus; mas, quanto a nós, andaremos em o nome do Senhor, nosso Deus, para todo o sempre.” Miquéias 4:5
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quarta-feira, novembro 29, 2006
A Era de Aquário e os números ocultistas – Parte 3
Seguindo o raciocínio da numerologia ocultista, encontramos o mesmo padrão de “assinatura”, ao verificar a presença de números ocultistas em outros importantes eventos mundiais ocorridos recentemente.
OS FATOS:
1. Já que diante do medo e do pavor as pessoas não conseguem raciocinar adequadamente, e nesse contexto de vulnerabilidade fica mais fácil abrirem mão de suas liberdades em troca de segurança, o sentimento do 11 de Setembro precisava ser mantido vivo na percepção coletiva. Não tardou muito e outro evento, de natureza semelhante, aconteceu: em 11 de março de 2004 – o ataque terrorista aos trens de Madri, na Espanha. Note que, além de ocorrer no dia 11 (onze é o número da Era de Aquário, para os ocultistas), somando os algarismos da data (como fazem os ocultistas para esconder um número em outro maior), o resultado também é 11 (1 + 1 + 0 + 3 + 2 + 0 + 0 + 4 = 11).
2. Da mesma forma, no ano seguinte, o sentimento de “terror” foi novamente acionado com mais um ataque, desta vez em Londres. Observe mais uma vez a data em que ocorreu o evento: 7/7/2005. Nesse caso, há a repetição do mesmo número no dia (7), mês (7) e ano (2 + 5 = 7). E por trás dessa repetição (7 7 7) há o número ocultista 111 (111 X 7). É com essa atitude padrão que os ocultistas das sociedades secretas estabelecem sua “assinatura”.
3. Outro caso ilustrativo ocorreu em 20 de março de 2003, quando o presidente norte-americano, George Bush (filho), deu a ordem a seus soldados para invadirem o Iraque: exatamente 555 dias depois do 11 de Setembro (o autor cristão David Bay afirma que o número 5 significa, para os ocultistas, a morte; e sua intensificação – 5 5 5 – significa morte perfeita).

4. A numerologia ocultista desenvolveu-se na religião pagã da antiga Babilônia. Os sacerdotes pagãos usavam um diagrama místico baseado na numerologia ocultista-pagã.

Conforme podemos observar, esse diagrama é formado por seis linhas e seis colunas (6 X 6). Observe que cada quadro do diagrama contém um número diferente (variando de 1 a 36), de maneira que somando os quadros de cada linha (ou de cada coluna) o resultado será sempre 111. E somando o resultado final de todas as linhas (ou de todas as colunas) o resultado será 666 (111 X 6).
5. Segundo o pesquisador cristão Roy A. Anderson (Revelações do Apocalipse), “os antigos declaravam que Deus opera por meio da matemática. Sua religião era um conglomerado de religião, astrologia, alquimia, ciência física e mental e matemática. A antiga astrologia dividia o céu estrelado em 36 constelações. Estas eram representadas por diferentes amuletos chamados 'Sigilla Solis', ou 'Selo do Sol'. Esses amuletos eram usados pelos sacerdotes pagãos, e continham todos os números de 1 a 36. Por meio dessas figuras, eles diziam poder predizer acontecimentos futuros. Tais amuletos eram usualmente feitos de ouro, visto ser o amarelo a cor solar”. Note ainda que no verso de um desses selos está escrita a palavra “Nachyel”, que significa “inteligência do sol” (o que demonstra que na numerologia pagã o número 666 está diretamente relacionado com a adoração do deus-sol).

6. Além disso, de acordo com o teólogo Edwin Thiele, “os números seis, sessenta, seiscentos e seus múltiplos eram proeminentes na antiga Babilônia. Entre os babilônios não era usado somente o sistema sexagesimal. Sessenta era o número usado como símbolo do supremo deus no panteão... Seis era o número mais baixo usado para um deus, enquanto que seiscentos compreendia a totalidade dos deuses ou espíritos do mundo inferior e superior, o Igigi e o Anunaki. O número seis e seus múltiplos tornaram-se, por causa disso, preeminentes na ciência e na astrologia babilônica, e dali se transportaram até os nossos dias. Dessa maneira, havia sessenta segundos num minuto, e sessenta minutos numa hora, com doze horas no dia e doze meses no ano. O círculo da Terra foi dividido em trezentos e sessenta graus”. Está explicado por que o número 666 é tão venerado pelos ocultistas.
7. Esse número tem se tornado público nos últimos tempos. Inclusive em relação ao estabelecimento de uma Nova Ordem Mundial. É o que pode ser observado na fala do então secretário de Defesa dos EUA, Donald Rumsfeld, em 7 de fevereiro de 2003. Falando às tropas norte-americanas na Itália sobre a provável duração da invasão americana ao Iraque, ele disse: “É incompreensível saber quanto tempo o conflito durará. Poderia durar seis dias, seis semanas. Eu desconfio que seis meses.” Isolando apenas os números de sua fala, encontramos o número ocultista 666 (perfeito exemplo de assinatura ocultista em público).
Por isso que no Apocalipse os poderes que arregimentarão o mundo todo contra o reino de Deus (Seu povo, Sua verdade) são chamados de “Babilônia”. E pelo que podemos observar, a Babilônia mística profetizada no Apocalipse está quase consumada.
“Ora, ao começarem estas coisas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima.” Lucas 21:28
OS FATOS:
1. Já que diante do medo e do pavor as pessoas não conseguem raciocinar adequadamente, e nesse contexto de vulnerabilidade fica mais fácil abrirem mão de suas liberdades em troca de segurança, o sentimento do 11 de Setembro precisava ser mantido vivo na percepção coletiva. Não tardou muito e outro evento, de natureza semelhante, aconteceu: em 11 de março de 2004 – o ataque terrorista aos trens de Madri, na Espanha. Note que, além de ocorrer no dia 11 (onze é o número da Era de Aquário, para os ocultistas), somando os algarismos da data (como fazem os ocultistas para esconder um número em outro maior), o resultado também é 11 (1 + 1 + 0 + 3 + 2 + 0 + 0 + 4 = 11).
2. Da mesma forma, no ano seguinte, o sentimento de “terror” foi novamente acionado com mais um ataque, desta vez em Londres. Observe mais uma vez a data em que ocorreu o evento: 7/7/2005. Nesse caso, há a repetição do mesmo número no dia (7), mês (7) e ano (2 + 5 = 7). E por trás dessa repetição (7 7 7) há o número ocultista 111 (111 X 7). É com essa atitude padrão que os ocultistas das sociedades secretas estabelecem sua “assinatura”.
3. Outro caso ilustrativo ocorreu em 20 de março de 2003, quando o presidente norte-americano, George Bush (filho), deu a ordem a seus soldados para invadirem o Iraque: exatamente 555 dias depois do 11 de Setembro (o autor cristão David Bay afirma que o número 5 significa, para os ocultistas, a morte; e sua intensificação – 5 5 5 – significa morte perfeita).

4. A numerologia ocultista desenvolveu-se na religião pagã da antiga Babilônia. Os sacerdotes pagãos usavam um diagrama místico baseado na numerologia ocultista-pagã.

Conforme podemos observar, esse diagrama é formado por seis linhas e seis colunas (6 X 6). Observe que cada quadro do diagrama contém um número diferente (variando de 1 a 36), de maneira que somando os quadros de cada linha (ou de cada coluna) o resultado será sempre 111. E somando o resultado final de todas as linhas (ou de todas as colunas) o resultado será 666 (111 X 6).
5. Segundo o pesquisador cristão Roy A. Anderson (Revelações do Apocalipse), “os antigos declaravam que Deus opera por meio da matemática. Sua religião era um conglomerado de religião, astrologia, alquimia, ciência física e mental e matemática. A antiga astrologia dividia o céu estrelado em 36 constelações. Estas eram representadas por diferentes amuletos chamados 'Sigilla Solis', ou 'Selo do Sol'. Esses amuletos eram usados pelos sacerdotes pagãos, e continham todos os números de 1 a 36. Por meio dessas figuras, eles diziam poder predizer acontecimentos futuros. Tais amuletos eram usualmente feitos de ouro, visto ser o amarelo a cor solar”. Note ainda que no verso de um desses selos está escrita a palavra “Nachyel”, que significa “inteligência do sol” (o que demonstra que na numerologia pagã o número 666 está diretamente relacionado com a adoração do deus-sol).

6. Além disso, de acordo com o teólogo Edwin Thiele, “os números seis, sessenta, seiscentos e seus múltiplos eram proeminentes na antiga Babilônia. Entre os babilônios não era usado somente o sistema sexagesimal. Sessenta era o número usado como símbolo do supremo deus no panteão... Seis era o número mais baixo usado para um deus, enquanto que seiscentos compreendia a totalidade dos deuses ou espíritos do mundo inferior e superior, o Igigi e o Anunaki. O número seis e seus múltiplos tornaram-se, por causa disso, preeminentes na ciência e na astrologia babilônica, e dali se transportaram até os nossos dias. Dessa maneira, havia sessenta segundos num minuto, e sessenta minutos numa hora, com doze horas no dia e doze meses no ano. O círculo da Terra foi dividido em trezentos e sessenta graus”. Está explicado por que o número 666 é tão venerado pelos ocultistas.
7. Esse número tem se tornado público nos últimos tempos. Inclusive em relação ao estabelecimento de uma Nova Ordem Mundial. É o que pode ser observado na fala do então secretário de Defesa dos EUA, Donald Rumsfeld, em 7 de fevereiro de 2003. Falando às tropas norte-americanas na Itália sobre a provável duração da invasão americana ao Iraque, ele disse: “É incompreensível saber quanto tempo o conflito durará. Poderia durar seis dias, seis semanas. Eu desconfio que seis meses.” Isolando apenas os números de sua fala, encontramos o número ocultista 666 (perfeito exemplo de assinatura ocultista em público).
Por isso que no Apocalipse os poderes que arregimentarão o mundo todo contra o reino de Deus (Seu povo, Sua verdade) são chamados de “Babilônia”. E pelo que podemos observar, a Babilônia mística profetizada no Apocalipse está quase consumada.
“Ora, ao começarem estas coisas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima.” Lucas 21:28
quarta-feira, novembro 22, 2006
A Era de Aquário e os números ocultistas – Parte 2
OS FATOS:1. Sem dúvida alguma, o maior evento que “aconteceu” nos últimos anos, que determinou um avanço significativo em direção à Nova Ordem Mundial, foi o 11 de Setembro. Nesse evento, encontramos fartamente a “assinatura” ocultista das sociedades secretas:
a) Aconteceu no dia 11 (o 11 é o número da Era de Aquário).
b) O 11 de setembro é o 254º dia do ano. Os ocultistas têm maneiras próprias de enviar mensagens em público. Uma delas é esconder um número dentro de outro número maior (com mais algarismos). Assim, quando um número aparece com dois ou mais algarismos, basta somá-los para encontrar o número escondido. Nesse exemplo em que temos o número 254 (2 + 5 + 4), o número escondido também é o 11.
c) Além disso, o dia 11 de setembro foi escolhido pelos ocultistas porque depois desse dia restam exatamente 111 dias para acabar o ano!

d) Outra forte evidência pode ser encontrada no discurso que o presidente norte-americano George Bush (pai) fez na sessão conjunta do Congresso Americano, onde ele disse: “...uma Nova Ordem Mundial pode emergir: uma nova era...” [Esse discurso foi realizado no dia 11 de setembro de 1990, ou seja, exatamente 11 anos antes do ataque ao WTC! Será mera coincidência? – é bom lembrar que George Bush (pai) também é membro da sociedade secreta Skull & Bones.]
e) O primeiro avião que colidiu com o WTC foi o vôo 11 da American Airlines.
f) O segundo avião foi o vôo 77 (11 X 7) da United Airlines.
g) O local escolhido: a arquitetura das torres formava o número 11.
h) Nova York é a 11ª colônia americana.
i) Se já não bastasse tudo isso, existe ainda outra evidência: o então presidente norte-americano, George Bush, três dias depois do ocorrido, subiu em cima dos escombros do WTC e, ao lado de um oficial bombeiro, fez um pronunciamento para tranqüilizar os americanos. Nada mais óbvio se não fosse o número do oficial bombeiro (Bob Beck) estampado no capacete: 164 (para achar o número escondido basta somar os algarismos).
2. A esta altura você deve estar se perguntando: que benefício o governo norte-americano obteria em facilitar (ou não impedir) o que aconteceu em 11 de setembro de 2001? Para responder a essa pergunta, você deve lembrar que as sociedades secretas estão controlando o governo norte-americano há algum tempo, e estão empenhadas em estabelecer a N.O.M. Para alcançar tal objetivo, as liberdades civis devem desaparecer (pelo menos as mais importantes). E aí está o grande trunfo (para os ocultistas) do 11 de Setembro. Poucos dias depois do ocorrido, o Congresso Americano votou a Lei Patriótica, que prescreve, entre outras coisas, que qualquer americano ou estrangeiro em solo norte-americano pode ter sua vida (registros telefônicos, e-mails, conta bancária, registros de cartões de crédito, registros médicos) examinada sem ordem judicial. Basta apenas que o governo desconfie de alguém por envolvimento com terrorismo (o governo norte-americano já demonstrou que essa lei poderá ser usada também contra a população civil que não tenha nenhuma ligação com o terrorismo). Era tudo o que os ocultistas das sociedades secretas desejavam.
3. Na Web existem várias críticas à versão oficial do governo norte-americano sobre o 11 de Setembro. Uma delas encontra-se no site PentagonStrike (para ver a versão legendada é só clicar na bandeira do Brasil. Melhor acesso com banda larga – única sugestão: abaixe o volume).
Fonte: The Cuting Edge/A Espada do Espírito
"Virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor, no qual os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas." 2Pe 3:10
Continua...
A Era de Aquário e os números ocultistas – Parte 1
Impressionante como possa parecer, a Nova Ordem Mundial encontra-se já no seu estágio final de implantação, o que também pode ser confirmado mediante a análise dos números ocultistas presentes nos eventos mundiais de maior destaque ocorridos recentemente.1. Os ocultistas veneram os números porque acreditam que por trás deles existe um poder místico ou mesmo mágico. Seria o mesmo que dizer que “nos números estejam depositados os segredos do universo” (Elizabeth Van Buren). Por isso, quando desejam obter sucesso na realização de algum evento, o fazem associando, de alguma forma, o tal evento a um número com significado ocultista. E tendo o número ocultista sido usado em algum evento, sua presença acaba servindo como uma “assinatura” para sinalizar aos demais ocultistas do mundo seu envolvimento naquele evento.
2. De acordo com David Bay, pesquisador cristão de temas ligados ao ocultismo e à Nova Ordem Mundial e autor do site The Cuting Edge, alguns dos principais números venerados pelos ocultistas são: 3 - 6 - 9 - 11 - 13
Também segundo ele, os ocultistas acreditam no poder da “intensificação”, ou seja, que maior poder místico é obtido quando um número sagrado é agrupado: 33, 333, 66, 666, 99, 999, 111.
3. O número três é sagrado porque “representa a trindade pagã. É representado geometricamente no triângulo, e espiritualmente como o terceiro olho do hinduísmo”.
4. Já o número seis é sagrado porque representa “o número da alma do homem” (serve muito bem, portanto, para representar a essência do paganismo, que é colocar a criatura no lugar do Criador).
5. De acordo com o ex-satanista William Schnoebelen (Lúcifer Destronado, pág. 149), o número “nove é um dos números mais apreciados pelos satanistas, pois é o único número que se reduz a si mesmo sempre” (faça o teste pegando qualquer número múltiplo de nove e depois somando seus algarismos – o resultado será sempre nove). Outra informação interessante é que os ocultistas usam o número 999 como disfarce para o número 666 (já que aquele é só uma inversão deste).
6. Já o número onze, de acordo com David Meyers (também ex-satanista e autor do site Last Trumpet Ministries), “é o número de Aquário, porque Aquário é o décimo primeiro signo no Zodíaco”.
7. E, segundo David Bay, o número 13 é sagrado “porque é formado pela adição do seis (número da alma do homem) com o sete” (o sete para os ocultistas é o “centro invisível, o Espírito de tudo”). O número 13 também é considerado o número da rebelião contra Deus.
8. Dentro da numerologia ocultista, existem outros números sagrados que resultam da soma ou da multiplicação dos números sagrados já citados: 18 (6 + 6 + 6); 216 (6 X 6 X 6); 21 (3 X 7); 27 (3 X 3 X 3).
Fonte: The Cuting Edge/A Espada do Espírito
Nota: Muitos textos do The Cuting Edge são traduzidos pelo site A Espada do Espírito. Os autores citados no texto de hoje adotam o dispensacionalismo (escola que interpreta as profecias de Daniel e Apocalipse como ainda estando no futuro, alcançando o seu cumprimento com a nação de Israel literal) e não o historicismo (escola de interpretação usada pelos reformadores e que julgamos como a ideal). Ainda assim são boas fontes (feitas as ressalvas) de pesquisa sobre o ocultismo, sobre as sociedades secretas ou sobre a Nova Ordem Mundial.
Continua...
terça-feira, novembro 14, 2006
As sociedades secretas no tempo do fim – Parte 2
1. Quais são as principais sociedades secretas do mundo? No topo da pirâmide do poder mundial encontram-se a Fraternidade Babilônica, os Illuminati, a Nobreza Negra (parte da nobreza européia praticante do espiritismo e da feitiçaria), e o Comitê dos 300 (o Dr. John Coleman, que trabalhou para o serviço secreto americano, é autor da obra Conspirator's Hierarchy: The Story of the Commitee of 300, parte da qual foi traduzida e está disponível no site católico PortalAnjo. Em segundo plano, mas não menos importante para o estabelecimento da Nova Ordem Mundial, estão o Clube da Távola Redonda, o Clube de Roma, o Clube Bilderberg, o CFR (Council on Foreign Relations), a Comissão Trilateral e o Skull and Bones (Caveira e Ossos – do qual fazem parte o atual presidente norte-americano George W. Bush e seu pai, George Bush).2. As sociedades secretas são controladas por pessoas pertencentes às famílias mais ricas do planeta (como Rothschild e Rockefeller) e conseguem influenciar os acontecimentos mundiais porque seus agentes estão infiltrados nos principais centros de poder do mundo (partidos políticos, instituições religiosas, sindicatos, corporações multinacionais, bancos, meios de comunicação de massa).
3. Para alcançar uma Nova Ordem Mundial (com liberdades individuais restritas), os Illuminati usariam a estratégia das guerras (“dividir para controlar”), ou seja, fomentar guerras para alcançar o controle das populações (todos os autores concordam que a 1ª e a 2ª guerras mundiais foram fomentadas por aqueles que desejam implantar a N.O.M., e que a atual “guerra contra o terrorismo” é um estágio já avançado desse plano).
4. Outro plano para alcançar o controle da população mundial seria alcançado mediante o uso da psicologia social aplicada, ou seja, centros de alta tecnologia em pesquisas sociais seriam usados para promover estudos e projetos para “controle das massas”. De acordo com o Dr. John Coleman, existem três importantes centros com essa finalidade: o Instituto Tavistock (Inglaterra), o Instituto de Pesquisas Stanford (EUA), e o Instituto para Relações Sociais (EUA). O Dr. John Coleman ainda afirma que o movimento social de contra-cultura dos anos 60 (drogas, sexo e rock) foi idealizado por esses grandes centros de pesquisa.
5. Por incrível que pareça, essas informações são confirmadas por evidências as mais diversas. A nota de um dólar, por exemplo, apresenta no seu verso, logo abaixo da pirâmide que sustenta o olho-que-tudo-vê (símbolo ocultista das sociedades secretas), a expressão em latim “Novus Ordo Seclorum” (Nova Ordem dos Séculos). Essa expressão foi colocada ali em 1935 (o que comprova que o plano para a N.O.M. é antigo).
6. Já o atual presidente norte-americano, George W. Bush, no discurso de posse do segundo mandato, em 20 de janeiro de 2005, fez referência à “Nova Ordem das Épocas”, dizendo: “Quando nossos fundadores declararam uma Nova Ordem das Épocas... estavam agindo com uma antiga esperança de que isso seria concretizado” (lembre-se de que ele pertence à “Caveira e Ossos”).Tudo indica que estamos vivendo nos últimos dias profetizados pela Bíblia. “Eis que o Senhor Deus virá com poder, e o Seu braço dominará; eis que o Seu galardão está com Ele, e diante dEle, a Sua recompensa.” Isaías 40:10
quinta-feira, novembro 09, 2006
As sociedades secretas no tempo do fim – Parte 1
As antigas religiões de mistério encontram-se hoje, principalmente, dentro das sociedades secretas. Envolvidas também com símbolos e rituais ocultistas, as sociedades secretas fazem uso da caridade e da filantropia para construir uma imagem benevolente perante a sociedade. No entanto, uma análise mais profunda demonstra que as estruturas das sociedades secretas têm sido usadas para implantar uma ordem sócio-espiritual luciferiana em escala global – a Nova Ordem Mundial.OS FATOS:
1. O norte-americano William Schnoebelen, que esteve envolvido com o satanismo durante pelo menos oito anos, converteu-se ao cristianismo em 1985 e desde o ano seguinte tem dedicado a vida em favor daqueles que estão envolvidos com o ocultismo ou foram vítimas de abusos por parte de ocultistas (neste caso, satanistas). Duas de suas obras estão disponíveis em português: Maçonaria – do Outro Lado da Luz, da editora Luz e Vida, e Lúcifer Destronado, da editora Danprewan.
2. Se você está curioso para saber qual a relação que existe entre as obras mencionadas acima, preste atenção às palavras do autor: “Espíritos guias diziam que, para que eu pudesse entrar num satanismo mais sério, seria necessário realizar duas tarefas aparentemente paradoxais. A primeira era entrar para a maçonaria, tornar-me um Mestre Maçom e depois ascender aos graus mais elevados. A segunda, por incrível que pareça, era ordenar-me como sacerdote católico!” (Chocante como possa parecer essa informação, é bom lembrar que há, dentro do catolicismo, cristãos sinceros, tementes a Deus, que ignorantemente concordam com as práticas pagãs de Roma, mas no devido tempo darão ouvidos à Palavra de Deus em vez de seguir a tradição humana.)
3. Tendo alcançado o 32º grau na Maçonaria, Bill Schnoebelen afirma com conhecimento de causa: “Os ‘segredos’ curiosos da maçonaria dos níveis inferiores (apertos de mão e palavras) não passam de artimanhas para iludir os incautos. Esses não são os verdadeiros segredos da maçonaria!”
4. Para entender o papel que as sociedades secretas têm desempenhado atualmente no mundo, devemos voltar no tempo: 1º de maio de 1776, Baviera. De acordo com Bill, nessa data “um obscuro professor de direito canônico de formação jesuíta, que ensinava na Universidade de Ingolstadt, na Baviera, chamado Adam Weishaupt... foi a data selecionada para a fundação da sua sociedade secreta, chamada Antigos e Illuminados Videntes da Baviera” (conhecida depois como Illuminati). Depois disso, “Weishaupt afiliou-se aos maçons, entrando para a Loja de Munique em 1777. Ele trabalhou incansavelmente para enxertar o iluminismo na maçonaria”. Ou seja, “criou uma ordem secreta dentro de uma ordem secreta!” E aqui reside o segredo para o sucesso da fraternidade universal: a exemplo das camadas de uma cebola, as sociedades secretas operam uma dentro da outra, de maneira que os que estão nas camadas externas desconheçam os segredos daqueles que estão nas camadas internas.
5. Na verdade, dezenas de autores têm se levantado no mundo (cristãos e mesmo seculares) para denunciar essa conspiração que acontece nos bastidores da história, para levar o mundo a uma Nova Ordem Mundial. O almirante canadense William Guy Carr, por exemplo, já em 1958 alertou sobre isso com o texto “A conspiração para destruir todos os governos e religiões existentes”. Profundo conhecedor de História e Geopolítica, ele prestava serviços à Inteligência do Império Britânico. De acordo com o texto do almirante Carr, disponível no site católico PortalAnjo, “os Illuminados formavam uma organização secreta tendo por único fim constituir, de algum modo, um Governo Mundial Único, do qual tinham a intenção de usurpar, em seguida, os poderes, de modo a impor seu culto à humanidade: a adoração de Lúcifer” (ou religião de mistério da babilônia).
“Então, exclamou com potente voz, dizendo: Caiu! Caiu a grande Babilônia e se tornou morada de demônios, covil de toda espécie de espírito imundo e esconderijo de todo gênero de ave imunda e detestável.” Apocalipse 18:2
Continua...
quarta-feira, novembro 01, 2006
O Halloween e o Apocalipse – Parte 2
4. “Na verdade, o costume do Halloween de fantasiar-se, pedir doces, nozes e maçãs remonta às festas pagãs de ano novo. Naquela noite, os fantasmas aglomerando-se junto às casas dos vivos eram convidados a participar de um enorme banquete. Quando a festa terminava, os moradores da aldeia, usando máscaras e se vestindo como as almas [sic] dos mortos, desfilavam pelas redondezas da aldeia levando os fantasmas embora.” (“Não se achará entre ti... quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor.” Deuteronômio 18:10-12)
5. Ainda segundo o documentário do canal Infinito, “em 55 a.C., a Inglaterra foi invadida pelos romanos. A ordem dos druidas foi destruída, mas a religião do mundo celta pagão se adaptou e sobreviveu”. De que forma? “Para os romanos, o fim de outubro era uma época em que Pomona, a rainha das frutas, era reverenciada. Assim, tradições romanas envolvendo maçãs e nozes foram introduzidas na festa de Samhaim. Por volta de 400 d.Cc., os romanos partiram, deixando as sementes da nova religião do cristianismo para trás. Hoje, as divindades pagãs furtivamente introduziram-se nas figuras dos santos cristãos. A deusa Brigit tornou-se Santa Brígida; a deusa Mum, Santa Ana; e a virgem Maria assumiu várias funções da deusa mãe pagã.”
6. Como, então, a festa chegou até o mundo ocidental? “Os rituais de fertilidade e de sabedoria da cura dos druidas foram mantidos vivos por pessoas conhecidas como bruxas. E as crenças pagãs se proliferaram pelo cristianismo. De início, a igreja foi tolerante. Dando significado cristão aos rituais pagãos esperava-se que o seu significado original logo fosse esquecido. Claro que durante muito tempo não foi chamado de Halloween. Era a festa de um período, e se tornou Halloween porque a igreja cristã resolveu que não se poderia ter todas essas coisas pagãs acontecendo por toda a parte, e eles precisavam fazer alguma coisa a respeito. Portanto, eles trouxeram as festas para si, o que já tinham feito com a Páscoa e o Natal. E resolveram que deveria haver uma festa de 'All Hallow', de todos os grandes santos do passado. E esperavam que, com isso, todas as festas pagãs fossem esquecidas. Claro que não foi o que aconteceu. As festas pagãs continuaram. Mas chama-se 'All Hallow' por causa disso, a véspera do dia de todos os santos. No século VIII, o papa Gregório III passou as festividades do dia de todos os santos para o dia 1º de novembro e 31 de outubro tornou-se 'HallowsEve' – véspera do dia de todos os santos.”
7. Em lugar de festejar o Halloween, deveríamos usar esse dia para lembrar do grande evento para a Reforma Protestante: foi nesse dia que Martinho Lutero fixou suas 95 Teses na porta da catedral de Wittemberg, dando, assim, grande impulso à reforma do cristianismo.
“A revelação das Tuas palavras esclarece e dá entendimento aos simples.” Salmo 119:130
5. Ainda segundo o documentário do canal Infinito, “em 55 a.C., a Inglaterra foi invadida pelos romanos. A ordem dos druidas foi destruída, mas a religião do mundo celta pagão se adaptou e sobreviveu”. De que forma? “Para os romanos, o fim de outubro era uma época em que Pomona, a rainha das frutas, era reverenciada. Assim, tradições romanas envolvendo maçãs e nozes foram introduzidas na festa de Samhaim. Por volta de 400 d.Cc., os romanos partiram, deixando as sementes da nova religião do cristianismo para trás. Hoje, as divindades pagãs furtivamente introduziram-se nas figuras dos santos cristãos. A deusa Brigit tornou-se Santa Brígida; a deusa Mum, Santa Ana; e a virgem Maria assumiu várias funções da deusa mãe pagã.”
6. Como, então, a festa chegou até o mundo ocidental? “Os rituais de fertilidade e de sabedoria da cura dos druidas foram mantidos vivos por pessoas conhecidas como bruxas. E as crenças pagãs se proliferaram pelo cristianismo. De início, a igreja foi tolerante. Dando significado cristão aos rituais pagãos esperava-se que o seu significado original logo fosse esquecido. Claro que durante muito tempo não foi chamado de Halloween. Era a festa de um período, e se tornou Halloween porque a igreja cristã resolveu que não se poderia ter todas essas coisas pagãs acontecendo por toda a parte, e eles precisavam fazer alguma coisa a respeito. Portanto, eles trouxeram as festas para si, o que já tinham feito com a Páscoa e o Natal. E resolveram que deveria haver uma festa de 'All Hallow', de todos os grandes santos do passado. E esperavam que, com isso, todas as festas pagãs fossem esquecidas. Claro que não foi o que aconteceu. As festas pagãs continuaram. Mas chama-se 'All Hallow' por causa disso, a véspera do dia de todos os santos. No século VIII, o papa Gregório III passou as festividades do dia de todos os santos para o dia 1º de novembro e 31 de outubro tornou-se 'HallowsEve' – véspera do dia de todos os santos.”
7. Em lugar de festejar o Halloween, deveríamos usar esse dia para lembrar do grande evento para a Reforma Protestante: foi nesse dia que Martinho Lutero fixou suas 95 Teses na porta da catedral de Wittemberg, dando, assim, grande impulso à reforma do cristianismo.
“A revelação das Tuas palavras esclarece e dá entendimento aos simples.” Salmo 119:130
O Halloween e o Apocalipse – Parte 1
O paganismo está tão popular hoje quanto estava no Império Romano (Leia mais aqui), e é impressionante notar como os poderes políticos que dominam o mundo moderno também estão envolvidos com o ocultismo e o paganismo à semelhança de Roma antiga.OS FATOS:
1. Os vários segmentos do ocultismo como magia branca, magia negra, bruxaria, feitiçaria e satanismo, para citar somente alguns, possuem um calendário anual de festas, os "Sabbats". As oito festas principais em que os pagãos realizam rituais e sacrifícios são:
Sabbath: Data Hemisfério Norte / Data Hemisfério Sul
Samhain: 31 de outubro / 1° de maio
Yule ou Solstício de Inverno: 21 de dezembro / 21 de junho
Imbolc ou Candlemas: 1º de fevereiro / 1º de agosto
Equinócio da Primavera - Ostara: 21 de março / 21 de setembro
Beltane: 1º de maio / 1º de novembro
Solstício de Verão ou Litha: 21 de junho / 21 de dezembro
Lughnasadh ou Lammas: 1º de agosto / 1º de fevereiro
Mabon (Equinócio do Outono): 21 de setembro / 21 de março
2. Note que ontem, 31 de outubro, aconteceu a principal festa dos pagãos – o Samhaim, popularizado com o nome de Halloween. Samhaim é uma palavra celta que deriva de Samana, o "deus da morte". Em 2003, o canal de TV por assinatura Infinito (dedicado a temas esotéricos e ocultistas) exibiu na noite de 31 de outubro documentário sobre o Halloween. De acordo com a reportagem, "o termo Halloween vem do termo cristão para ‘véspera do dia de todos os santos’, ou ‘HallowsEve’. Mas a comemoração do próprio dia e a maioria dos costumes do Halloween são remanescentes da antiga e misteriosa religião dos druidas. Em 450 a.C., tribos celtas invadiram a Inglaterra e lá descobriram uma religião de poder místico peculiar – era um culto ao sol e um culto aos mortos... O principal objetivo do ritual religioso era o de influenciar as forças ocultas da natureza que misteriosamente regulavam seu suprimento de comida... A morte do ano velho e o nascimento de um novo ano eram comemorados em 1º de novembro com a grande festa de Samhaim, e é a partir dessa festa pagã de ano novo que vem a maioria dos costumes do Halloween". ("Todos os que Me aborrecem amam a morte." Provérbios 8:36)
3. Se o ano novo para os celtas era comemorado em 1º de novembro, por que o Halloween acontece em 31 de outubro? Simples: "O dia celta começava onde nós hoje consideramos a véspera do dia seguinte. Assim, com o surgimento da lua, em 31 de outubro, começava a grande festa de Samhaim. Samhaim era uma ocasião estranha, o ano velho estava morrendo e o ano novo ainda estava por nascer. De alguma forma suspenso no tempo, era uma transição de grande vulnerabilidade e perigo. Todas as leis naturais caíam e a barreira entre os dois mundos era desfeita. Os mortais podiam penetrar no mundo do além, e os espíritos do outro mundo [sic] vagavam entre os seres vivos. Halloween é o tempo de fantasmas, pois é o final do ano – fim de um ano e início de um novo. A festa de Halloween, a festa de Samhaim dos celtas, é o final das festas de um ano e o início das festas do outro ano. É também a festa dos mortos, pois o ano se acabou, você sabe. O ano agora está morto. E é a época, acreditava-se, dos fantasmas das pessoas que morreram durante o ano, mas também outros podem voltar e fazer uma visita, ver como vão as coisas. Então, logo que você aceite que mortos e vivos estão juntos, você está dizendo alguma coisa sobre a morte, o que é muito importante. Você está dizendo que a morte é uma passagem, não é o fim, mas é uma passagem."
Só por essas declarações feitas pelo canal ocultista Infinito, já se tem uma idéia da origem e implicações da festa popular do Halloween que, infelizmente, tem sido praticada como algo inofensivo até mesmo por cristãos.
Mas tem mais...
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