quinta-feira, janeiro 24, 2013

Vaticano é dono oculto de imóveis caros em Londres

Poucos turistas em visita a Londres imaginariam que as instalações da refinada joalheria Bulgari em New Bond Street têm qualquer conexão com o papa. O mesmo vale para a sede do próspero banco de investimento Altium Capital, na esquina de St. James' Square e Pall Mall. Mas esses edifícios de escritórios em um dos bairros mais caros de Londres são parte de um surpreendente império secreto de imóveis comerciais do Vaticano.

Por trás de uma estrutura disfarçada por companhias de paraísos fiscais, a carteira internacional de imóveis da igreja foi expandida ao longo dos anos, com o uso de dinheiro pago originalmente por Mussolini em troca do reconhecimento do regime fascista pelo papa, em 1929. Desde então, o valor internacional desse patrimônio criado com a ajuda de Mussolini vem crescendo até atingir os 500 milhões de libras.

Em 2006, no auge da mais recente bolha imobiliária, o Vaticano investiu 15 milhões de libras desse dinheiro para adquirir o imóvel do nº 30, St. James' Square. Outros imóveis britânicos controlados pela igreja ficam em 168 New Bond Street e na cidade de Coventry. O Vaticano também controla edifícios de apartamentos em Paris e na Suíça.

O aspecto surpreendente da história, para alguns, será o esforço do Vaticano para preservar o sigilo sobre os milhões de Mussolini. O edifício da St. James' Square foi adquirido por uma empresa chamada British Grolux Investment, que detém outros imóveis no Reino Unido.

O registro de empresas britânico não revela os verdadeiros proprietários da empresa e não menciona o Vaticano. Menciona dois acionistas nominais, ambos proeminentes executivos bancários católicos: John Varley, que até recentemente presidia o Barclays Bank, e Robin Herbert, ex-executivo do banco de investimento Leopold Joseph.

O "Guardian" enviou cartas a ambos perguntando a quem eles representavam, mas não recebeu respostas. A lei britânica permite que os verdadeiros proprietários de uma empresa sejam protegidos por sócios nominais.

Os investimentos com o dinheiro de Mussolini no Reino Unido são controlados hoje, em companhia de outras propriedades europeias e de uma subsidiária de câmbio, por um funcionário do Vaticano em Roma, Paolo Mennini, que opera como banqueiro de investimento do papa. Mennini comanda uma divisão especial do Vaticano, a divisão extraordinária da Amministrazione del Patrimonio della Sede Apostolica, que administra o chamado "patrimônio da Santa Sé".

De acordo com um relatório do Conselho da Europa no ano passado, que investigou os controles financeiros do Vaticano, os ativos controlados pela divisão de Mennini superam 680 milhões de euros. Embora o sigilo quanto à origem fascista da riqueza papal pudesse ser compreensível durante a guerra, o que fica menos claro é o motivo para que o Vaticano tenha continuado a guardar segredo sobre suas propriedades em Londres mesmo depois que sua estrutura financeira foi reorganizada, em 1999.

O "Guardian" perguntou ao representante do Vaticano em Londres, o núncio apostólico Antonio Mennini, por que o papado continuava a manter tanto segredo sobre seus investimentos imobiliários na cidade. Também perguntou em que o papa gastava a receita gerada por eles. Confirmando sua tradição de silêncio sobre o tema, um porta-voz da Igreja Católica afirmou que o núncio nada tinha a declarar.

Fonte: Folha de São Paulo

NOTA: O objetivo final é um só: poder! E poder absoluto, até sobre as consciências... Que contraste com o exemplo de Jesus cujo objetivo final sempre foi servir!

sábado, dezembro 22, 2012

Vaticano controla indiretamente os partidos italianos

O jornalista Gianluigi Nuzzi ocupa-se da política interna do Vaticano desde 2008 e foi o responsável pelas denúncias que desencadearam o escândalo que ficou conhecido como VatiLeaks, o vazamento de documentos secretos da Santa Sé. O resultado de suas investigações e entrevistas sobre o assunto foi o livro Sua Santitá (Sua Santidade, em português), que chegou às livrarias brasileiras no mês passado. No Vaticano, o caso culminou com a prisão do mordomo do papa, Paolo Gabriele, uma das fontes do jornalista.

Em entrevista ao site de VEJA, Nuzzi disse que é impensável chegar ao poder na Itália sem boas relações com a Igreja Católica. “O Vaticano controla transversalmente todos os partidos italianos. Nenhuma nomeação, por exemplo, na Rai, a TV do estado, é possível sem o consenso do Vaticano. Imagine que com a publicação do meu livro eu recebi pedidos de entrevista do mundo todo, mas nenhuma do canal nacional”, afirma.

Para o jornalista, a Itália e o Vaticano "tem uma história compartilhada no presente como tinha no passado". "O atual governo, do premiê (Mário) Monti, tem um pacto de aço com o Vaticano". Segundo o escritor, a influência hoje se dá de diferentes maneiras, desde o apoio tácito da Igreja em troca de um afrouxamento de impostos, até sugestões sobre como o governo deveria lidar com políticas sociais, como a eutanásia e o casamento.

Fonte: VEJA

sexta-feira, dezembro 14, 2012

Pesquisador encontra evidências do Dilúvio

Robert Ballard é um dos exploradores subaquáticos mais famosos do mundo. Foi ele o arqueólogo que descobriu onde estavam os destroços do naufrágio do Titanic, em 1985. Também encontrou no fundo do mar o navio de guerra Bismarck, e uma frota dos EUA naufragada perto de Guadalcanal, no Pacífico.

Agora, ele está usando sua equipe e a mais avançada tecnologia robótica para provar a existência de uma das histórias mais conhecidas da Bíblia: o Dilúvio.

Em uma entrevista para a rede ABC ele apresentou os resultados de sua pesquisa na Turquia que mostraria evidências de uma civilização varrida da face da Terra por uma enchente monstruosa.

“Nós fomos lá para procurar o Dilúvio”, disse Ballard. “Não apenas um movimento lento, e gradativo de avanço do nível do mar, mas um dilúvio realmente grande… A terra que foi soterrada permaneceu embaixo do mar”.

Outros já afirmaram ter descoberto evidências do dilúvio bíblico. Na década de 1990, os geólogos William Ryan e Walter Pitman reuniram evidências científicas de que uma enorme inundaçãoocorreu na região do Oriente Médio, cerca de 7.500 anos atrás. A teoria, segundo os relatórios, é que uma elevação sem precedentes do que hoje é o mar Mediterrâneo, empurrou uma porção de terra através do Bósforo, submergindo a costa original do Mar Negro. Esse dilúvio antigo teria coberto uma área de mais 35.000 quilômetros quadrados.

Ballard afirma ter investigado esta teoria por mais de uma década. Segundo os relatórios da National Geographic, a primeira descoberta de evidências da costa submersa surgiu em 1999. Embora Ballard ainda não estivesse convencido de que se tratava do dilúvio bíblico, no ano passado mudou de opinião. Sua equipe encontrou no fundo do Mar Negro pilhas de cerâmica antiga, uma embarcação e um dos membros da tripulação. Também há vestígios do que ele acredita ser um antigo porto, mais de 150 metros abaixo da superfície.

“Isso é um naufrágio perfeitamente preservado. Dá pra ver toda a madeira antiga, parece um depósito de madeira”, disse ele. “Mas se você olhar de perto, poderá ver um fêmur e um molar.” E acrescenta: ”O mais antigo naufrágio descoberto até agora naquela área data de cerca de 500 a.C.”.

Agora, usando tecnologia avançada ele tenta descobrir o que ocorreu no planeta cerca de 12.000 anos atrás, uma época em que grande parte da Terra estava coberta de gelo. Quando esse gelo começou a derreter, grandes inundações poderiam ter atingido várias partes do globo, submergindo tudo que estivesse em seu caminho.

Usando o método de datação de carbono em objetos recolhidos na expedição, Ballard acredita que esse evento catastrófico aconteceu em torno do ano 5.000 aC. Alguns especialistas acreditam que foi aproximadamente nesse período que ocorreu o dilúvio de Noé.

O pesquisador disse estar ciente de que nem todos concordam com suas conclusões sobre o período e o tamanho do dilúvio, mas está confiante que em breve encontrará algo do período bíblico. “Começamos a encontrar estruturas que pareciam feitas pelo homem”, disse Ballard. “É nisso que estamos focando nossa atenção agora.”

Os restou do naufrágio estão bem preservados porque o Mar Negro quase não tem oxigênio, o que retarda o processo de decomposição. Para Ballard “o fundo do mar é o maior museu da Terra”.

Ele não tem expectativas de encontrar a Arca de Noé, mas acredita que pode encontrar evidências de um povo que vivia ali quando o mundo foi inundado, cerca de 7.000 anos atrás.

Com muita confiança de que poderá encontrar as provas que procura, Ballard planeja voltar para a Turquia no próximo ano. Suas descobertas serão apresentadas em um programa especial no ABC channel que vai ao ar nos dias 21 e 28 deste mês nos Estados Unidos.

Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, dezembro 13, 2012

UE cria "super banco"

Após uma longa rodada de negociações, os ministros de Finanças da União Europeia chegaram, nesta quinta-feira, a um acordo para a criação de um supervisor bancário único, destinado à maioria dos bancos da zona do euro, sob supervisão do Banco Central Europeu (BCE). O resultado foi saudado pelo ministro de Finanças alemão, Wolfgang Schäuble. O acordo, considerado histórico, permitirá a recapitalização direta das instituições mais afetadas pela crise. "Estamos levando a UE adiante passo a passo", afirmou o alemão.

Schäuble disse que os Parlamentos nacionais estarão aptos a iniciar os processos de aprovação e de ratificação dentro do novo sistema de supervisão bancária já no fim de fevereiro. Após uma dura disputa, os países decidiram que o BCE assumirá a supervisão dos bancos com ativos superiores aos 30 bilhões de euros ou 20% do PIB do estado membro participante (quase 100 bancos), enquanto as demais instituições permanecerão sob controle das autoridades nacionais, como pretendia a Alemanha. Assim, os bancos ou caixas regionais alemães ficarão de fora do mecanismo.

Depois de negociar por 14 horas, finalmente França e Alemanha chegaram a um consenso para a criação do Mecanismo Único de Supervisão Financeira (MUS), coordenado BCE, o primeiro passo para a união bancária do bloco. Mas os países prolongaram o calendário previsto em mais de um ano: o MUS deve estar operacional em março de 2014, ao invés de janeiro de 2013 como estava previsto inicialmente, destacou o comissário europeu Michel Barnier, que celebrou o "histórico" consenso.

De acordo com o Ministro de Finanças da França, Pierre Moscovici, "a maioria dos bancos estará sob supervisão direta do BCE". Segundo ele, o Banco Central Europeu, com sede em Frankfurt, terá poderes para investigar todos os bancos na zona do euro e em outros países que adotarão o novo sistema de supervisão. Ainda segundo Moscovici, na França, onde os bancos estão muito concentrados, entre 80% e 85% das instituições financeiras estarão sob supervisão direta do BCE.

Segundo o comissário europeu de mercado interno, Michel Barnier, o sistema de supervisão deverá entrar em operação em 1º de março de 2014, com uma certa flexibilidade, dada a necessidade de um ano para preparar os regulamentos e reunir o pessoal necessário, dentre outros trâmites.

Fonte: VEJA

NOTA: Mais concentração de poder, menos soberania nacional, mais perto da Nova Ordem Mundial...

terça-feira, novembro 27, 2012

Celebridade da TV americana torna-se adventista

O jovem ator Angus T. Jones, famoso pela série "Two and a Half Men", converteu-se ao cristianismo e critica sua vida e atividades passadas, incluindo seu papel na famosa série de TV. Ao longo de seus dois depoimentos gravados em vídeo em outubro, ele narrou sua viagem para Cristo e lamentou a influência mundana do entretenimento.


Jones, nascido em Austin Texas, começou o testemunho com sua ascensão de ator-mirim de 4 anos e meio, para o estrelato. Com 9 anos, foi-lhe oferecido um emprego na série "Two and a Half Men", o qual introduziu-o ​​no mundo do showbiz, e durante o ensino médio, ele estava usando drogas como maconha e LSD.

"Eu estava vivendo para mim" e "sendo uma celebridade estereotipada", disse o ator de 19 anos de idade.

No entanto, um incidente em dezembro de 2011, iria mudar sua vida. Durante uma conversa com um amigo, ele percebeu que "Deus é a razão para tudo isso."

"Eu sinto que acabei de aceitar Deus na minha vida", disse Jones. Depois de procurar por igrejas, ele se estabeleceu em uma congregação Adventista do Sétimo Dia [fez curso bíblico com a Voz da Profecia], mas os conflitos com seu estilo de vida logo surgiram. Seu papel como Jake Harper em "Two and a Half Men", juntamente com o conteúdo da série nada cristã, tem lhe cobrado um pedágio espiritual. Ele ainda aconselhou as pessoas a parar de assistir a série.

"Se você assiste a série 'Two and a Half Men', por favor, pare de assistí-la", pediu ele. "Estou em 'Two and a Half Men' e não quero estar ali. Por favor, pare de assistir, e de encher a cabeça com sujeira", concluiu. "Não há como brincar quando se trata de eternidade", acrescentou mais tarde.

Embora muitos veículos de comunicação foram rápidos em comparar seu testemunho com a saída do ex-membro do elenco Charlie Sheen, em janeiro de 2011, a natureza é bastante diferente. Enquanto os insultos anti-semitas de Sheen foram dirigidos ao criador da série Chuck Lorre, a mensagem de Jones é sobre o perigo de comprometer o evangelho e seus valores.

"O nome do jogo agora é compromisso .... De acordo com a Bíblia, quando isso acontece, nós não estamos mais em posição para qualquer coisa. Nós não estamos mais no lado da verdade. Um pouco de fermento leveda toda a massa, "afirmou Jones, citando Gálatas 5:9, que é um alerta contra falsos ensinamentos.

"Você não pode ser uma pessoa temente a Deus e estar em um programa de televisão assim. Eu sei que não pode .... Você vai pro tudo ou nada", disse ele.

Apesar de sua paixão, Jones tem mais um ano de contrato, e ganha U$ 300 mil por episódio.

Fonte: Christian Post ; FoxNews ; Terra 

segunda-feira, novembro 26, 2012

Parada gay, cabra e espinafre


[...] O primeiro problema sério quando se fala em “comunidade gay”é que a “comunidade gay” não existe – e também não existem, em consequência, o “movimento gay” ou suas “lideranças”. Como o restante da humanidade, os homossexuais, antes de qualquer outra coisa, são indivíduos. Têm opiniões, valores e personalidades diferentes. Adotam posições opostas em política, religião ou questões éticas. Votam em candidatos que se opõem. Podem ser a favor ou contra a pena de morte, as pesquisas com células-tronco ou a legalização do suicídio assistido. Aprovam ou desaprovam greves, o voto obrigatório ou o novo Código Florestal – e por aí se vai. Então por que, sendo tão distintos entre si próprios, deveriam ser tratados como um bloco só? Na verdade, a única coisa que têm em comum são suas preferências sexuais – mas isso não é suficiente para transformá-los num conjunto isolado na sociedade, da mesma forma como não vem ao caso falar em “comunidade heterossexual” para agrupar os indivíduos que preferem se unir a pessoas do sexo oposto. A tendência a olharem para si mesmos como uma classe à parte, na verdade, vai na direção exatamente contrária à sua principal aspiração – a de serem cidadãos idênticos a todos os demais.

Outra tentativa de considerar os gays como um grupo de pessoas especiais é a postura de seus porta-vozes quanto ao problema da violência. Imaginam-se mais vitimados pelo crime do que o resto da população; já se ouviu falar em “holocausto” para descrever a sua situação. Pelos últimos números disponíveis, entre 250 e 300 homossexuais foram assassinados em 2010 no Brasil. Mas. num país onde se cometem 50 000 homicídios por ano, parece claro que o problema não é a violência contra os gays; é a violência contra todos. Os homossexuais são vítimas de arrastões em prédios de apartamentos, sofrem sequestros-relâmpago, são assaltados nas ruas e podem ser mortos com um tiro na cabeça se fizerem o gesto errado na hora do assalto – exatamente como ocorre a cada dia com os heterossexuais; o drama real, para todos, está no fato de viverem no Brasil. E as agressões gratuitas praticadas contra gays? Não há o menor sinal de que a imensa maioria da população aprove, e muito menos cometa, esses crimes; são fruto exclusivo da ação de delinquentes, não da sociedade brasileira.

Não há proveito algum para os homossexuais, igualmente, na facilidade cada vez maior com que se utiliza a palavra “homofobia”; em vez de significar apenas a raiva maligna diante do homossexualismo, como deveria, passou a designar com frequência tudo o que não agrada a entidades ou militantes da “causa gay”. Ainda no mês de junho, na última Parada Gay de São Paulo, os organizadores disseram que “4 milhões” de pessoas tinham participado da marcha – já o instituto de pesquisas Datafolha, utilizando técnicas específicas para esse tipo de medição, apurou que o comparecimento real foi de 270.000 manifestantes, e que apenas 65.000 fizeram o percurso do começo ao fim. A Folha de S.Paulo, que publicou a informação, foi chamada de “homofóbica”. Alegou-se que o número verdadeiro não poderia ter sido divulgado, para não “estimular o preconceito”- mas com isso só se estimula a mentira. Qualquer artigo na imprensa que critique o homossexualismo é considerado “homofóbico”; insiste-se que sua publicação não deve ser protegida pela liberdade de expressão, pois “pregar o ódio é crime”. Mas se alguém diz que não gosta de gays, ou algo parecido, não está praticando crime algum – a lei, afinal, não obriga nenhum cidadão a gostar de homossexuais, ou de espinafre, ou de seja lá o que for. Na verdade, não obriga ninguém a gostar de ninguém; apenas exige que todos respeitem os direitos de todos.

Há mais prejuízo que lucro, também, nas campanhas contra preconceitos imaginários e por direitos duvidosos. Homossexuais se consideram discriminados, por exemplo, por não poder doar sangue. Mas a doação de sangue não é um direito ilimitado – também são proibidas de doar pessoas com mais de 65 anos ou que tenham uma história clínica de diabetes, hepatite ou cardiopatias. O mesmo acontece em relação ao casamento, um direito que tem limites muito claros. O primeiro deles é que o casamento, por lei, é a união entre um homem e uma mulher; não pode ser outra coisa. Pessoas do mesmo sexo podem viver livremente como casais, pelo tempo e nas condições que quiserem. Podem apresentar-se na sociedade como casados, celebrar bodas em público e manter uma vida matrimonial. Mas a sua ligação não é um casamento – não gera filhos, nem uma família, nem laços de parentesco. Há outros limites, bem óbvios. Um homem também não pode se casar com uma cabra, por exemplo; pode até ter uma relação estável com ela, mas não pode se casar. Não pode se casar com a própria mãe, ou com uma irmã, filha, ou neta, e vice-versa. Não pode se casar com uma menor de 16 anos sem autorização dos pais. E se fizer sexo com uma menor de 14 anos estará cometendo um crime. Ninguém, nem os gays, acha que qualquer proibição dessas é um preconceito. Que discriminação haveria contra eles, então, se o casamento tem restrições para todos? Argumenta-se que o casamento gay serviria para garantir direitos de herança – mas não parece claro como poderiam ser criadas garantias que já existem. Homossexuais podem perfeitamente doar em testamento 50% dos seus bens a quem quiserem. Tem de respeitar a “legítima”, que assegura a outra metade aos herdeiros naturais – mas essa obrigação é exatamente a mesma para qualquer cidadão brasileiro. Se não tiverem herdeiros protegidos pela “legítima”, poderão doar livremente 100% de seu patrimônio – ao parceiro, à Santa Casa de Misericórdia ou à Igreja do Evangelho Quadrangular. E daí?

A mais nociva de todas essas exigências, porém, é o esforço para transformar a “homofobia” em crime, conforme se discute atualmente no Congresso. Não há um único delito contra homossexuais que já não seja punido pela legislação penal existente hoje no Brasil. Como a invenção de um novo crime poderia aumentar a segurança dos gays, num país onde 90% dos homicídios nem sequer chegam a ser julgados? A “criminalização da homofobia”é uma postura primitiva do ponto de vista jurídico, aleijada na lógica e impossível de ser executada na prática. Um crime, antes de mais nada, tem de ser “tipificado” – ou seja, tem de ser descrito de forma absolutamente clara. Não existe “mais ou menos” no direito penal; ou se diz precisamente o que é um crime, ou não há crime. O artigo 121 do Código Penal, para citar um caso clássico, diz o que é um homicídio: “Matar alguém”. Como seria possível fazer algo parecido com a homofobia? Os principais defensores da “criminalização” já admitiram, por sinal, que pregar contra o homossexualismo nas igrejas não seria crime, para não baterem de frente com o princípio da liberdade religiosa. Dizem, apenas, que o delito estaria na promoção do “ódio”. Mas o que seria essa “”promoção”? E como descrever em lei, claramente, um sentimento como o ódio? [...]

(J.R. Guzzo, VEJA, 14 de novembro de 2012)

NOTA blog Criacionismo: Um amigo que estudou cinema/roteirização nos EUA me disse que metade do grupo de professores de sua escola é homossexual, e um dos professores certa vez lhe disse: “Estamos conquistando a opinião pública para nossa causa. Sabe como? Por meio da mídia, da indústria cultural.” E isso é fato. Em quase todo filme, novela, seriado, etc. existe alusão ao homossexualismo e promoção desse estilo de vida. Essa propaganda toda já está surtindo efeito.


"Ideias tem consequências"

sexta-feira, novembro 23, 2012

Irã: moeda regional como arma de guerra

O presidente do Banco Central do Irã, Mahmoud Bahmani, alertou para a necessidade de criar uma moeda regional para se proteger dos impactos negativos das flutuações nas economias desenvolvidas ocidentais. A ideia foi apresentada na Cúpula dos 8 países muçulmanos em Desenvolvimento (D8), que reúne Bangladesh, Egito, Indonésia, Irã, Malásia, Nigéria, Paquistão e Turquia, realizado na capital paquistanesa, Islamabad.

Bahmani demonstrou satisfação com o crescimento do comércio entre os países membros do D8, e enfatizou que para melhorar as relações multilaterais é necessário adaptar-se a uma diplomacia comercial dinâmica.

"O Irã tem tomado todas as medidas para eliminar as moedas dominantes - dólar e euro - de suas reservas de moeda estrangeira assim como de seu comércio internacional. Pode-se fazer comércio sem essas divisas", acrescentou.

Além disso, o alto funcionário iraniano ressaltou que Teerã foi capaz de impedir um duro golpe em sua economia graças as suas grandes reservas de ouro, aos altos preços do petróleo, e ao corte considerável das importações. Bahmani afirmou que suas reservas de ouro são suficientes para pelo menos 15 anos.

"Nós não podemos dizer que as sanções do ocidente não nos afetaram. Sofremos alguns prejuízos, mas as medidas que tomamos nos permitiram evitar um sério golpe para nossa economia", concluiu.

Fonte: Russia Today 

NOTA: Segundo Ellen Brown, a invasão da OTAN que determinou a queda do governo da Líbia (Kadafi) em 2011 foi mais porque o Banco Central da Líbia era independente e não estava ligado ao BIS (Banco Central Mundial) e também porque Kadafi estava liderando a implantação de uma moeda única (o dinar) nos países africanos do que propriamente por causa do petróleo (as reservas de petróleo da Líbia corresponde só a 2% das reservas mundiais). Além disso, a Líbia possuía 144 toneladas de ouro nos cofres... 
Tudo indica que no caso do Irã o roteiro está sendo o mesmo, e que a "super elite ocultista" a serviço do Vaticano - que não tolera concorrências - mais cedo, ou mais tarde, acenderá o pavio de pólvora no Oriente Médio conforme foi revelado em Daniel 11

quinta-feira, novembro 22, 2012

Pedra maia: biografia de um governante

A pedra esculpida pelos maias por volta do ano 670 de nossa era e que tem chamado a atenção por ser uma profecia sobre o "fim do mundo" em 21 de dezembro de 2012 seria, na verdade, a biografia sobre o reinado e as batalhas de um governante maia. Essa é a opinião do arqueólogo mexicano José Romero.

"Os maias tinham um conceito cíclico de tempo. Não faz sentido relacionar essa inscrição com o fim do mundo", diz Romero, ao comentar sobre a pedra. O texto da inscrição inspirou os livros "2012", de Roland Emmerich e "O Testamento Maia", de Steve Alten. Repartida em seis pedaços, a pedra é conhecida como o Monumento 6 do El Tortuguero.

Descoberta no sítio arqueológico de El Tortuguero, a pedra é objeto de estudo desde 1958. Os primeiros textos sobre a pedra datam de 1978 e segundo eles, a data de 23 de dezembro de 2012 seria a data de uma renovação no Universo. O personagem central da história seria Balam Ahau, um antigo governante de El Tortuguero.

Segundo o historiador mexicano Erick Velásquez, em 23 de dezembro de 2012, um ciclo de 13 baak t'uunes (medida de tempo maia) será completado. Isso é equivalente a 144 mil dias. Velásquez diz que essa é uma das 7 mil inscrições maias já estudadas. Para ele, essa visão catastrofista é uma herança judaico-cristã.

"Se há profecias, elas são apenas de curto prazo. Falam sobre chuvas, secas e assuntos como a pesca", afirma Velásquez. David Stuart, um dos primeiros arqueólogos a supor que o Monumento 6 podia ser algum tipo de profecia confessou a Velásquez "se sentir culpado por tanto alarmismo" sobre a inscrição encontrada no El Tortuguero".

Fonte: ABC

Tradução: Yahoo

NOTA: Quanto mais perto de 21 de dezembro chegamos, mais claro fica que a profecia do "fim do mundo" maia não passa de ficção literária alimentada pelas telas de Hollywood para favorecer os interesses da "super elite ocultista" a serviço do Vaticano. Quais os reais interesses?

* Desviar a atenção das pessoas das profecias bíblicas que, SIM, revelam que o "dia do Senhor" se aproxima, quando Jesus voltará para por fim a esse mundo mal e para buscar os fiéis - os que pela fé se reconciliaram com Deus e guardaram os Seus mandamentos. A diferença entre a profecia bíblica e a suposta "profecia maia" está no enfoque: a primeira não é catastrofista como a cultura popular faz parecer, mas sim é redentora, e por isso alimentada pela esperança e não pelo medo. Além disso, não possui data marcada para acontecer. E quando quer que aconteça, "virá numa hora em que não penseis" [para aqueles que fazem apenas deste mundo a sua esperança] Mt 24:44.

* Quem tem interesse em trazer o caos a esse mundo é a "super elite ocultista" de mãos dadas com o Vaticano ("Ordem a partir do caos"). O objetivo final é restaurar a supremacia mundial do Vaticano e universalizar a religião de mistérios da Babilônia através da santificação do domingo (adoração do Sol/Lúcifer). Se patrocinaram a "profecia maia" porque pensavam deflagrar em 2012 o caos total, esqueceram de consultar o verdadeiro e único Senhor da História, Aquele que "domina as nações" (Sl 22:28), que "remove reis e estabelece reis" (Dn 2:21). E neste caso, só lhes resta forjar outra teoria...

Tudo ao mesmo tempo...agora - Parte 1



"Tudo ao mesmo tempo... agora." Parte 2 ;  Parte 3 ; Parte 4

quarta-feira, novembro 21, 2012

Os "sábados da Terra" ajudam os ativistas a inclinar-se para o lado espiritual do ambientalismo

O Reverendo Steve Halsted acendeu uma vela, dirigiu uma viva meditação aos quatro elementos (terra, fogo, água e ar), e passou aos participantes uma concha do mar, convidando-os a ouvir a mensagem dentro dela.

Uma mulher disse que o som de um oceano a encorajou a "seguir em frente".

Outra baixou a concha do ouvido e disse ter ouvido: "Nós não estamos lá ainda".
Os oito homens e mulheres sentados em um semi-círculo no salão de comunhão da Igreja Unida de Cristo da comunidade de Raleigh pararam por 90 minutos no "sábado da Terra" [earth sabbath] em uma terça-feira recente.
O serviço foi concebido por Halsted, que lidera esta congregação com uma longa história de luta pelos direitos dos afro-americanos, mulheres e gays. Ultimamente, muitos de seus membros se tornaram ativistas ambientais, então ele elaborou uma celebração que lhes permitisse fazer uma pausa e renovar suas conexões espirituais com a Terra.
Agora, o formato do sábado da Terra encontrou um patrocinador com a filial da Interfaith Power and Light da Carolina do Norte, uma organização que trabalha com comunidades de fé em todo o estado para enfrentar as causas e conseqüências das mudanças climáticas.
Celebrações do sábado da Terra agora estão sendo mantidas em um punhado de cidades da Carolina do Norte, incluindo Chapel Hill, Durham e Asheville. Sua finalidade é "salvar e energizar" a vida espiritual de ativistas ambientais e outros que lamentam o dano à terra e seus recursos.
[...]

A destruição deixada no rastro do furacão Sandy pode despertar mais congregações religiosas para as realidades e os perigos da mudança climática. Mas, enquanto muitos já estão trocando as lâmpadas incandescentes por lâmpadas fluorescentes compactas, eliminando espuma e copos de café, plantando jardins e instalando painéis solares, poucos têm dado atenção para as dimensões espirituais deste trabalho.

"Mais e mais congregações religiosas estão perguntando: "Por que estamos fazendo isso? É apenas para economizar dinheiro?", disse John Grim, co-diretor do Fórum de Religião e Ecologia na Universidade Yale. "De repente, abre-se uma visão contemplativa e espiritual mais profunda sobre o nosso relacionamento com o planeta."

Os sábados da terra não são inteiramente novos; a ONU iniciou um "Serviço do Sábado Ambiental", em 1990, com uma declaração que dizia: "Nós precisamos descansar e permitir que a Terra descanse."

A versão da Carolina do Norte compartilha muitos elementos comuns. Ela inclui orações, cantos e leituras devocionais. Mas há poucas, se é que há alguma, leitura da Bíblia. E Jesus raramente é mencionado. Em parte, isso é porque a cerimônia é intencionalmente inter-religiosa. Em parte, é porque a linguagem do ativismo ambiental evita a ênfase na salvação individual em favor de uma ética de interdependência e unicidade.
Por exemplo, as celebrações podem envolver meditação budista, exercícios de Tai Chi, ou orações para os quatro elementos ou direções, algo presente na espiritualidade dos nativos americanos.
E embora esses rituais ocorram frequentemente nas salas de comunhão da igreja ou salas de aula, é dada especial atenção ao ambiente. Em uma recente celebração de sábado da Terra em Chapel Hill, os participantes se sentaram em um brilhante concreto no chão e rezaram em uma sala iluminada apenas pela lenta luz do entardecer.
Halstead disse que desenvolveu o modelo para o sábado da Terra, quando ele percebeu que o avivamento é impossível a menos que as pessoas reconheçam o sagrado na natureza.
"Nós perdemos contato com a sacralidade da Terra", disse Halsted. "Nós a consideramos muito como prerrogativa. Precisamos voltar a ligar. É só quando nos reconectarmos que a apreciaremos mais profundamente".
Linda Rodriguez, uma ativista ambiental batista e uma entusiasta do sábado da Terra, disse que está aprendendo a cultivar a gratidão.
"Nossa terra, nossa água, nosso ar - se não tivermos nenhum deles não iríamos sobreviver", disse ela. "Se compreendermos que é um dom que é dado a cada dia, poderemos perceber o quão precioso é isso tudo."
[...]
Fonte: Religion News 

NOTA: Faz tempo que estamos indicando que esse dia chegaria, quando o movimento ECOmênico proporia uma "solução" para as "mudanças climáticas": o descanso da Terra (leia-se, Lei Dominical). Sabbath significa sábado e tem sua origem na criação quando Deus separou e abençoou o sétimo dia para ser um dia de descanso e comunhão com o Criador. Porém, a Igreja Cristã (Roma) mudou a guarda do sétimo dia para o primeiro dia da semana - o domingo. Com o passar dos séculos, a palavra Sabbath ganhou novos significados na cultura popular. Hoje, Sabbath, significa descanso e está associada ao domingo no mundo ocidental. 

Algumas expressões da matéria acima falam por si mesmas:

"Conexões espirituais com a Terra" - Panteísmo.
"Perdemos o contato com a sacralidade da Terra" - Panteísmo.
"Nós precisamos... permitir que a Terra descanse" - cria-se primeiro uma necessidade, para depois vender o produto (Lei Dominical).
"Há pouca leitura da Bíblia. Jesus raramente é mencionado" - Ecumenismo, sincretismo religioso.
"Evita a ênfase na salvação individual em favor de uma ética de interdependência e unicidade" - Coletivismo."Dimensões espirituais deste trabalho" - ECOmenismo.

O mundo está sendo condicionado para aceitar a futura Lei Dominical - a marca da besta...

sábado, novembro 17, 2012

quinta-feira, novembro 08, 2012

A história se repetirá

"Darei às minhas duas testemunhas que profetizem por mil duzentos e sessenta dias, vestidas de pano de saco. São estas as duas oliveiras e os dois candeeiros que se acham em pé diante do Senhor da terra... Quando tiverem, então, concluído o testemunho que devem dar, a besta que surge do abismo pelejará contra elas, e as vencerá, e matará, e o seu cadáver ficará estirado na praça da grande cidade, que espiritualmente, se chama Sodoma e Egito, onde também o seu Senhor foi crucificado. Então muitos dentre os povos, tribos, línguas e nações contemplam os cadáveres das duas testemunhas, por três dias e meio, e não permitem que esses cadáveres sejam sepultados". Ap 11:3,4,7-9.

* Duas testemunhas/Dois candeeiros:

   O Antigo e o Novo Testamento (Sl 119:105).

* 1.260 dias proféticos:

   1.260 anos de supremacia papal - 538/1798 d.C. (Ez 4:6,7).

* Vestidas de pano de saco:

"Fora a política de Roma, sob profissão de reverência para com a Bíblia, conservá-la encerrada numa língua desconhecida, ocultando-a do povo. Sob seu domínio as testemunhas profetizaram 'vestidas de saco'". O Grande Conflito, p. 269.

"Quando a Bíblia foi proscrita pela autoridade religiosa e secular; quando seu testemunho foi pervertido, fazendo homens e demônios todos os esforços para descobrir como desviar da mesma o espírito do povo; quando os que ousavam proclamar suas sagradas verdades eram acossados, traídos, torturados, sepultados nas celas das masmorras, martirizados por sua fé, ou obrigados a fugir para a fortaleza das montanhas e para as covas e cavernas da Terra - então profetizavam as fiéis testemunhas vestidas de saco". O Grande Conflito, p. 267.

* Besta que surge do abismo: 

   França - na rebelião contra as Escrituras.

* Grande cidade:

   Paris

* Espiritualmente se chama Sodoma e Egito: 

   Egito - incredulidade (Ex 5:2).

   Sodoma - licenciosidade (Gn 19:5).

* Cadáver estirado na praça:

   "O poder ateísta que governou na França durante a Revolução e reinado do terror, desencadeou contra Deus e Sua Santa Palavra uma guerra como jamais o testemunhara o mundo. O culto à Divindade fora abolido pela Assembléia Nacional. Bíblias eram recolhidas e publicamente queimadas com toda a manifestação de escárnio possível. A Lei de Deus era calcada a pés. As instituições das Escrituras Sagradas, abolidas. O dia de repouso semanal foi posto de lado, e em seu lugar cada décimo dia era dedicado à orgia e blasfêmia... A França incrédula fizera silenciar a voz reprovadora das duas testemunhas de Deus. A Palavra da verdade jazeu morta em suas ruas, e os que odiavam as restrições e exigências da Lei de Deus estavam jubilosos". O Grande Conflito, p. 273,274.

* Três dias e meio proféticos:

   Período de 3 anos e meio, durante o qual a França negou a Deus e aboliu Sua Palavra por meio de uma lei votada na Assembléia Nacional (26/11/1793 - 17/06/1797). 

* A história vai se repetir:

  "A centralização da riqueza e poder; vastas coligações para enriquecerem os poucos que nelas tomam parte, a expensas de muitos; as combinações entre classes pobres para a defesa de seus interesses e reclamos, o espírito de desassossego, tumulto e matança; a disseminação mundial dos mesmos ensinos [incredulidade e licenciosidade] que ocasionaram a Revolução Francesa - tudo propende a envolver o mundo inteiro em uma luta semelhante àquela que convulsionou a França". Educação, p. 228.

* Que ensinos contemporâneos promovem a incredulidade e a licenciosidade?

   Darwinismo 

   Marxismo 

* Quando surgiram?

   Depois de cinco anos de uma viagem científica a bordo do navio HMS Beagle, Charles Darwin voltou para casa na Inglaterra em 1836. A viagem o levou a “pensar muito acerca da religião” e ele começou a “descrer no cristianismo como uma revelação divina” [Nora Barlow, The Autobiography of Charles Darwin, p. 85,86]. Mais tarde, Darwin declarou: “Em junho de 1842, eu primeiro tive a satisfação de escrever um breve resumo da minha teoria [da evolução] a lápis em 35 páginas; esse resumo foi ampliado no verão de 1844 para 230 páginas.” Assim começou A Origem das Espécies de Darwin, um livro que revolucionou o pensamento científico e marcou o início da negação do relato bíblico da criação.

   Em agosto de 1844, Frederick Engels se encontrou com Karl Marx em Paris e eles se tornaram parceiros numa luta revolucionária – “um relacionamento duradouro que iria mudar o mundo” [marxists.org]. Enquanto os cristãos que acreditavam na Bíblia pregavam que Jesus logo iria voltar para levar Seu povo para o céu e pôr fim ao pecado e sofrimento e prover paz e felicidade eternas, Marx e Engels estavam proclamando que o caminho para a verdadeira felicidade era eliminar Deus da vida; que o caminho para a paz e segurança era através dos princípios do socialismo e comunismo; que eles podiam e haveriam de libertar os cativos do mundo e promover uma sociedade harmoniosa e sem divisão de classes na terra [marxists.org]. Marx e Engels, portanto, tentaram direcionar a esperança humana para longe da segunda vinda de Cristo, para uma utopia comunista sob a qual milhões foram subjugados na maior parte do século passado. 

* A religião fundada por Marx:

  "O marxismo, mesmo que Marx não o soubesse... assumiu todas as características de uma religião... é o Cristianismo às avessas!" Leo Villaverde, A Natureza Mística do Marxismo, p. 137.




* O marxismo e a licenciosidade:

  Segundo o pensamento marxista (Herbert Marcuse, Eros e Civilização), para que o capitalismo tenha sucesso é preciso reprimir a sexualidade, a fim de que a vontade/energia interior de todos seja canalizada para o ter (consumismo). Como essa "repressão sexual" produz a ganância desenfreada e a guerra, a solução marxista caminha em sentido contrário: "Faça amor, não faça guerra", "Paz e amor"...

* Verdade presente para a última geração: Ap 14:6-12  

  "Temei a Deus" (Sl 33:18; Lm 3:21-24; Mq 7:7).

  "Dai-Lhe glória" (1Co 10:31

  "Vinda é a hora do Seu juízo" (Dn 8:14)

  "Adorai aquele que fez o céu, a terra, o mar"

quinta-feira, novembro 01, 2012

Zombando de algo sério

O dilúvio e a volta de Jesus são eventos estreitamente ligados. Jesus comparou os dias que antecedem Seu retorno aos dias anteriores ao dilúvio (Mt 24:36-39), quando as pessoas estarão mais preocupadas com seus afazeres seculares, como casamento, bebidas, comidas, diversões, do que com o preparo espiritual para se encontrar com Deus. Outra característica dos dias finais é a zombaria que muitos fazem de assuntos sérios. Curiosamente, duas produções (um seriado e um evento de rock) estão zombando exatamente do fim do mundo e do dilúvio: trata-se de “Como Aproveitar o Fim do Mundo” (da Globo) e da “Arca da Salvação” (do Rock in Rio).

Segundo o Jornal da Tarde, a série da TV Globo tem como mote o fim
 do mundo supostamente anunciado pelos maias e a ideia de que as pessoas devem “aproveitar a vida o máximo possível, até o Juízo Final no dia 21 de dezembro de 2012”. Os atores em destaque são Alinne Moraes (que se considera seu próprio deus) e Danton Mello, e a produção estreia amanhã.

O seriado foi planejado para terminar à meia-noite do dia 20 de dezembro, véspera do “fim do mundo”. “Esse assunto é muito recorrente na história da humanidade. É muito falado na internet. As pessoas realmente acreditam que pode acontecer”, explica José Alvarenga Jr., diretor do programa. Segundo o Jornal da Tarde, o texto é de Alexandre Machado e Fernanda Young, e “o seriado mostra Kátia tentando realizar sua lista de pendências e seu mais novo amor, Ernani, entrando na onda de aproveitar os pequenos prazeres da vida”.

Mais: “‘Como Aproveitar o Fim do Mundo’ terá um ‘braço’ nas redes sociais, estimulando o público a tentar coisas inusitadas.” Portanto, além de brincar com o tema do fim, a Globo vai estimular as pessoas a pensar da mesma forma, como se isso não passasse de brincadeira.



Tanto a Globo quanto a organização do Rock in Rio estão, a sua maneira,
cumprindo a predição de 2 Pedro 3:3 e 4: “Sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores com zombaria andando segundo as suas próprias concupiscências, e dizendo: Onde está a promessa da Sua vinda? Porque desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação.”

Fonte: Criacionismo

quarta-feira, outubro 31, 2012

Brasília também adere ao chip escolar

Há uma semana, um chip tem mudado a rotina dos 42 alunos do 1º ano do Centro de Ensino Médio 414, em Samambaia (DF). A turma do 1º B se tornou o centro das atenções na escola ao participar dos testes de um sistema de controle eletrônico de frequência que avisa professores, direção e pais sobre atrasos e tentativas dos alunos escaparem das aulas.

O chip “dedo-duro” é colocado no uniforme dos alunos. Toda vez que o estudante passa pelo portão de entrada da escola, um sensor registra a presença no computador da escola e avisa os responsáveis por meio de mensagem de celular. O sistema, que detecta a presença por ondas de radiofrequência, também registra o horário de saída da escola.

Bruno Marques, responsável pelo sistema, diz que o chip é à prova de alguns tipos de tentativas de trapaças. “Se o aluno deixar o uniforme para outro colega trazer na mochila, o sistema vai detectar a entrada dos dois no mesmo momento. Se isso acontecer constantemente, a direção da escola pode investigar o que acontece”, explica.

A diretora da escola, Remísia Tavares, conta que a ideia de testar a tecnologia se deu por causa do alto índice de evasão de alunos no meio das aulas. “Acontece de uma aula começar com 40 alunos e no final da tarde, a sala estar com 15, 20. Tentamos outras formas de controle das faltas, mas não deu certo”, diz a diretora, que entrou em contato com a empresa do chip após ver uma reportagem sobre a implantação do sistema em Vitória da Conquista (BA).

Com uma semana de testes, a diretora diz que ainda não é possível ver se o uso da tecnologia deu resultado. “O furor que a novidade trouxe fez com que os alunos ficassem bastante tempo fora da aula”, diz Remísia. Além do fator novidade, cinco uniformes com chip acabaram dando defeito.

Para a escola, será possível avaliar os resultados após o fim do ano letivo. Até lá o chip será testado gratuitamente. Caso a ideia pegue, os custos serão de R$ 16 mensais para cada aluno. Isso acarretaria em um gasto de cerca 28.800 reais todos os meses, já que o CEM 414 conta com, aproximadamente, 1.800 estudantes. “Teríamos que ver se os custos seriam pagos pelos pais. É possível que façamos uma reunião no início do ano que vem para apresentar os resultados e debater”, diz a diretora.
A decisão sobre a implementação do chip só sairá no início do ano que vem. Mas se depender dos alunos do CEM 414, a tecnologia não passará da fase de testes. De acordo com uma professora da escola (que não quis se identificar), há alunos com medo de o sistema ser implantado: “Eles dizem que vão ser manipulados pelos pais”.
Entre os alunos da turma que testa a tecnologia, há os que não queriam o chip, mas aceitaram por questões de segurança e os que não concordam de forma nenhuma com a ideia.
Rafael Aguiar, pertencente à “turma do fundão” do 1º B, diz ser contra o uso do sistema na escola: “Tem coisas mais importantes para se preocupar aqui. A gente não tem quadra coberta e ficam falando de chip”. Ele foi um dos cinco alunos que tiveram problemas com o sistema. Com um sorriso no rosto e o chip na mão, ele explica: “Caiu da camiseta, né”.
Os representantes da turma Jéferson Alves e Bárbara Coelho são indiferentes em relação ao uso da tecnologia. “Para mim não faz diferença mesmo. Só uma vez na vida não fiquei na aula”, diz Jéferson. Bárbara diz, que pela questão da segurança, o chip pode ser bom: “Os pais vão saber que a gente chegou bem à escola. Apesar de que semana passada fui assaltada a caminho de casa e ter chip não faria diferença”. 
Entre as outras turmas da escola, o sistema tem sido visto como “desnecessário”. “Aqui não tem auditório, quadra de esportes e falta professor. Aí vai gastar dinheiro com chip”, diz o aluno Juan Cavalcanti, do 3º ano da escola. Outra aluna do 3º ano, que não se identificou, diz que “não está se sentindo confortável com o sistema”.
Ao contrário dos alunos, os professores estão animados com a novidade. “Não se trata apenas de controle. Ao receber as mensagens por SMS, os pais vão estar mais participativos. E mais tranquilos”, diz a diretora Remísia Tavares.
A supervisora pedagógica da escola Leila Souza ressalta que a medida deve ajudar a desafogar as linhas telefônicas da escola: “Há muito pais que ligam para saber se os filhos chegaram à escola. Com o aviso automático, esse número de telefonemas diminuiria”. 
O embate de opiniões entre professores e alunos é considerado normal por Quézia Bombonatto, presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia: "Quando a tecnologia convém [para os adolescentes], serve. Mas quando é usada para controle, há protestos. Isso já aconteceu no caso das câmeras de segurança nas escolas”. Ela ressalta que há uma tendência de uso de tecnologia para o ensino. “Não dá para ir contra a maré”, diz.
Já a Secretaria de Educação do Distrito Federal ainda não se posicionou a respeito do uso do sistema. Por meio de nota, o órgão afirma que “não foi avisado sobre os testes e que está estudando outros projetos similares”. A SEDF diz que se os resultados do sistema da CEM 414 forem positivos, há possibilidade de o sistema ser implementado em todas as escolas do Distrito Federal.
Fonte: UOL

NOTA: A intenção pode ser boa, mas os desdobramentos dessa medida nem tanto. Acabará sendo uma maneira de acostumar a população com o uso do chip para tudo, sempre em nome da "segurança". O discurso sempre é o mesmo: "trocar as liberdades individuais pela segurança", algo que pode ter implicações proféticas...

terça-feira, outubro 30, 2012

Furacão Sandy atinge os EUA e paralisa Nova York

Sandy, uma das maiores tempestades a atingir os Estados Unidos em todos os tempos, golpeou a Costa Leste do país nesta terça-feira, provocando alagamentos com níveis recordes de água em Nova York, deixando milhões de pessoas sem luz e provocando a suspensão do transporte público na maior parte da região.

Pelo menos 13 pessoas morreram nos Estados Unidos pela passagem de Sandy, de acordo com autoridades e reportagens. Mais de 1 milhão de pessoas em 12 Estados tinham ordens de retirada de locais de risco, enquanto a tempestade gigantesca, que perdeu a força de furacão pouco antes de atingir Nova Jersey na segunda-feira, avançava do litoral para o interior.

Uma empresa de previsão de desastres estimou perdas econômicas de até 20 bilhões de dólares em consequência de Sandy, apenas metade segurada.

A tempestade também desacelerou a campanha presidencial em um momento decisivo antes da votação na próxima semana e fechou os mercados dos EUA por dois dias.

Sandy, que é especialmente preocupante por causa de seus ventos de grande alcance, provocou um aumento recorde do nível da água de 4,2 metros no centro de Manhattan, bem acima do recorde anterior, de 3 metros, registrado durante o furacão Donna, em 1960, de acordo com o Serviço Nacional Meteorológico.

A água invadiu o sistema de metrô e túneis que correm sob os rios ao redor de Manhattan, despertando preocupações de que a capital financeira mundial possa ficar paralisada por dias.

Ventos com força de furacão de até 145 km/h foram registrados, de acordo com Jeffrey Tongue, meteorologista em Brookhaven, Nova York.

"Acreditamos que será uma tempestade que acontece uma única vez na vida", disse Tongue.

Grandes áreas
 de Nova York estavam às escuras sem energia e o transporte na área metropolitana foi interrompido.

"Em 108 anos, nossos funcionários nunca enfrentaram um desafio como o que nos confronta agora," disse o presidente da Autoridade de Transporte Metropolitano (MTA), Joseph Lhota, em um comunicado.

Pode demorar de 14 horas a quatro dias para retirar a água dos túneis inundados do metrô, de acordo com a MTA.

"Os danos foram geograficamente muito espalhados em todo o metrô e ônibus", disse o porta-voz da MTA Aaron Donovan.

As inundações sem precedentes prejudicaram os esforços para combater um grande incêndio em uma ilha da cidade, Breezy Point, no bairro do Queens, informaram os bombeiros. Mais de 170 bombeiros combateram um incêndio que destruiu mais de 50 casas.

Duas pessoas morreram em Nova York -- um homem em uma casa atingida por uma árvore e uma mulher que levou um choque ao pisar numa poça. Duas outras pessoas morreram no subúrbio de Westchester County, ao norte de Nova York, e uma morte em um acidente de carro em Massachusetts foi responsabilizada, em parte, pelo mau tempo.

Dois outros foram mortos em Maryland em incidentes relacionados à tempestade, de acordo com as autoridades estaduais, e houve mortes também em Connecticut, Nova Jersey, Pensilvânia e Virgínia Ocidental, segundo a CNN.

A polícia de Toronto, no Canadá, também registrou uma morte -- uma mulher atingida por escombros.

Cerca de 6,8 milhões de pessoas em vários Estados ficaram sem energia elétrica por causa do temporal, que atingiu o continente na segunda-feira em Atlantic City, Nova Jersey.
Fonte: Reuters
NOTA:  "Satanás... estudou os segredos dos laboratórios da natureza, e emprega todo o seu poder para dirigir os elementos tanto quanto o permite Deus... Nos acidentes e calamidades no mar e em terra, nos grandes incêndios, nos violentos furacões e terríveis saraivadas, nas tempestades, inundações, ciclones, ressacas e terremotos, em toda a parte e sob milhares de formas, Satanás está exercendo o seu poder... Estas visitações devem tornar-se mais e mais frequentes e desastrosas". O Grande Conflito, p. 589

"Aparentemente essas calamidades são caprichosos desencadeamentos de forças da natureza, desorganizadas e desgovernadas, inteiramente fora do controle do homem; mas em todas elas pode ler-se o propósito de Deus. Elas estão entre os instrumentos pelos quais Ele busca despertar a homens e mulheres para que sintam o perigo". Profetas e Reis, p. 277

quarta-feira, outubro 24, 2012

Roma no controle dos EUA

Desde 1946, a cada ano é celebrado em Nova York o jantar em memória de Alfred E. Smith. Embora essa celebração possa passar desapercebida por muitos, o evento tem um valor simbólico e uma importância que é necessário ressaltar. O evento é organizado pela Fundação Alfred E. Smith, fundada em 1946 pelo Cardeal e Arcebispo de Nova York, Francis Spellman, para honrar a figura de Alfred E. Smith. O edifício por excelência do Arcebispo de Nova York é a Catedral de São Patrício situada entre o Rockefeller Center e o Council of Foreign Relations (CFR).

Para entender o que este evento representa, primeiro temos que saber quem foi Alfred E. Smith. Este homem foi um católico irlandês que por três vezes foi Governador do Estado de Nova York. Porém, mais importante do que isso, ele foi o primeiro candidato católico para presidente dos EUA (1928). Sendo que o Arcebispo de Nova York representa a cabeça visível do papado nos EUA, quando se convoca o jantar em memória de Alfred E. Smith, os convidados não só rendem tributo a um católico, mas também a sua igreja. Não é coincidência que no ano em que há eleições nos EUA, exatamente poucos dias antes da eleição, os dois principais candidatos para presidente compareçam ao jantar em memória de quem foi o primeiro candidato católico a presidência do país.

Embora durante a campanha se apresentem como ferozes adversários políticos, no jantar se colocam gentilmente ao lado do Arcebispo de Nova York como uma tradição. Para um simples observador, o evento e a imagem podem não ser significativos, porém, fica evidente que para Roma é uma demostração de poder. A mensagem pode ser resumida da seguinte maneira: “Não importa quem ganhe, Roma está no controle”.
John Kennedy (esquerda), Richard Nixon (direita), Cardeal Francis Spellman (centro)
1960 - Jantar em homenagem a Alfred E. Smith


George Bush (esquerda), Al Gore (direita), Arcebispo N.Y. - Edward Michael Egan (centro)
19/Out/2000 - Jantar em homenagem a Alfred E. Smith

John McCain (esquerda), Barack Obama (direita), Cardeal e Arcebispo N.Y. - Edward Michael Egan (centro)
16/Out/2008 - Jantar em homenagem a Alfred E. Smith

Barack Obama (esquerda), Mitt Romney (direita), Cardeal Timothy Dolan (centro)
18/Out/2012 - Jantar em homenagem a Alfred E. Smith