sexta-feira, abril 19, 2013

Líder da ONU saúda o papa Francisco como líder espiritual mundial


A notícia já tem dez dias. Mas para os que conhecem as profecias bíblicas ela não parece desatualizada. O líder da ONU, Ban Ki-moon, foi recebido pelo papa Francisco em uma audiência no Vaticano, e o saudou como "um líder espiritual mundial". Pelo visto, a ONU reconhecerá facilmente a supremacia de Roma, cumprindo a profecia: "e toda terra se maravilhou seguindo a besta" (Ap 13:3).

O tema da crise final já começa aparecer na industria do entretenimento

 Uma das maneiras mais eficientes para se fixar conceitos ideológicos é através do humor. Essa estratégia já está sendo usada para fixar as pessoas no erro, no momento em que estamos nos aproximando da crise final. O diálogo a seguir apareceu em um dos episódios do seriado "Família Guy", exibido no final de 2012 nos EUA.

- Eu sou metodista. Nós cremos que o Senhor é o Salvador. Nós lembramos dEle indo à igreja louvar cada domingo. 
- Eu sou adventista do 7º dia. Nós cremos o mesmo que vocês creem, mas vamos a igreja aos sábados.
- O QUEEEEE? [Começa então agir de maneira cômica para ridicularizar o sábado...]



"Deus abençoou o sétimo dia e o santificou, pois nele descansou depois de toda a sua obra de criação" (Gn 2:3).

Quando Deus abençoa algo, é abençoado para sempre:

"Tu, então, consentiste em abençoar a casa do teu servo para que ela perdure para sempre na tua presença. Pois foste tu, Iahweh, que a abençoaste; ela é bendita para sempre". (1Cr 17:27) Bíblia de Jerusalém.

quarta-feira, abril 17, 2013

Outro 11 de setembro?


A imprensa e as autoridades norte-americanas já estão considerando os atentados de segunda-feira (15) durante a Maratona de Boston como o pior ataque ao país desde o 11 de setembro

Fonte: R7

NOTA: Sem dúvida, não apoiamos nenhum tipo de "terrorismo" em qualquer lugar que seja. E pela mesma razão temos denunciado aqui até mesmo o "terrorismo" do tipo "falsa bandeira", como aquele do 11 de setembro. Tudo indica que o atentado na Maratona de Boston é da mesma espécie, cujo objetivo é justamente fazer a sociedade norte-americana reviver o 11 de setembro. O que é fácil de ser demonstrado:
* O alvo: Foi exatamente de Boston que partiram os dois aviões que se chocaram contra as torres em Nova York em 2001. A relação dos eventos, portanto, indica ter sido proposital a escolha do local.
* A data: 15 de abril, dia da Maratona de Boston, é feriado local. As pessoas estão descontraídas, e por isso mesmo o atentado causou mais pânico, porque não teve como alvo um evento militar ou um símbolo econômico, mas um evento esportivo em um momento de lazer. A partir de agora, os americanos passarão a conviver com a dúvida: será que isso não pode acontecer também em shoppings, parques ou estádios? Nesse sentido, o alcance deste atentado foi maior, mesmo resultando em menos mortes do que o 11 de setembro. E é claro, a assinatura ocultista escondida nos números também pode ser encontrada nesta tragédia.

Entre 11 de setembro de 2001 e 15 de abril de 2013:

           11 anos

              7 meses
(11)< 
              4 dias

A história humana aproxima-se rapidamente do seu fim. Logo depois da crise final profetizada em apocalipse 13:15-17, quando todos serão testados (mandamentos de Deus X mandamentos de homens) o mundo todo verá Cristo Jesus voltando nas nuvens do céu com toda a Sua glória...

terça-feira, março 19, 2013

Bartolomeu I presente na entronização de Francisco I

O patriarca ortodoxo grego Bartolomeu I, presente nesta terça-feira no Vaticano, onde acompanhou a entronização do papa Francisco, indicou que sua presença na missa inaugural do Sumo Pontífice era um momento histórico desde o cisma entre as duas Igrejas, em 1054.

"Nem mesmo antes do cima de 1054 houve a presença de um patriarca de Constantinopla na entronização de um Papa", indicou o monsenhor Bartolomeu a um canal de televisão turco. Esta declaração foi veiculada pelos meios de comunicação gregos.

"Isto não aconteceu nem antes, nem depois de 1054", destacou o chefe espiritual dos ortodoxos. "Este gesto quer mostrar a importância que atribuo às relações amistosas entre as duas Igrejas", acrescentou Bartolomeu.

Na época do anúncio da renúncia do papa Bento XVI, monsenhor Bartolomeu manifestou sua tristeza e o saudou como um amigo da Igreja do Oriente.

Fonte: Terra

NOTA: Por este gesto o Patriarca reconheceu o bispo de Roma como líder superior - um gesto pra lá de ecumênico...

segunda-feira, março 18, 2013

Vaticano espera 150 delegações para entronização do papa

A administração do Vaticano está esperando a chegada de 150 delegações com autoridades de todo o mundo que vão assistir a entronização do novo líder da Igreja Católica, o Papa Francisco. Além da presença em peso de chefes de Estado da América Latina - incluindo a presidente argentina, Cristina Kirchner, e a brasileira, Dilma Rousseff - a cerimônia contará com a presença do vice-presidente americano, Joe Biden, da chanceler alemã, Angela Merkel, do presidente de Taiwan, Ma Ying-jeou, e do polêmico Robert Mugabe, presidente do Zimbábue e acusado de uma série de crimes contras os direitos humanos.

Cristina e Dilma desembarcaram no domingo em Roma. A chefe do Executivo foi a primeira a encontrar o Pontífice, em uma reunião iniciada às 12h50 (8h50m no horário de Brasília). Ela disse que ficou emocionada, pois nunca havia sido beijada por um Papa. Francisco, de naturalidade argentina, tem um passado de tensões com o governo da presidente. Os dois divergem em inúmeras questões, como a reforma agrária no país, legalização do casamento gay e do aborto.
Também estão confirmados para a cerimônia de entronização os presidentes Federico Franco, do Paraguai; Enrique Peña Nieto, do México; Sebastián Piñera, do Chile; Porfirio Lobo, de Honduras; Laura Chinchilla, da Costa Rica; e mesmo Rafael Correa, do Equador, que volta e meia se desentende com a Igreja. Todos são países de maioria católica.

Dilma deve ter um tempo maior, pois em sua presença deve ser evocada a Jornada Mundial da Juventude. Na manhã desta segunda-feira, a brasileira disse que espera que o Papa “respeite a opção de cada um” em seu pontificado e mostrou estar contente com a eleição de um líder católico brasileiro. A presidente foi recebida com flores em Roma e o seu encontro com o Francisco é um dos mais aguardados, segundo a mídia italiana.

Já a presença de Robert Mugabe, do Zimbábue, não é tão bem vista pela mídia local. O presidente africano é acusado violações aos direitos humanos e de uma péssima administração econômica de seu país. Mugabe é alvo de um banimento de viagens de membros da União Europeia, mas isso não o impede de ir ao Vaticano ao a reuniões das Nações Unidas.

O vice-presidente americano, Joe Biden, chegou a Itália nesta segunda-feira para participar da entronização do Papa Francisco, marcada para a terça-feira. Ele foi recebido pelo primeiro-ministro italiano, Mario Monti, e seguiu para encontrar o presidente do país, Giorgio Napolitano, no palácio Quirinale. Biden é católico e deve ter um encontro privado com o Pontífice amanhã.

Fonte: O Globo 

NOTA: Roma está restaurando seu poder a passos largos, e a ferida mortal de 1798 está quase completamente curada para a infelicidade do mundo. A quantidade de chefes de Estado presentes na entronização de Francisco só vem confirmar mais uma vez a profecia: "com quem se prostituíram os reis da terra" (Ap 17:2).

quarta-feira, março 13, 2013

Eleito primeiro papa jesuíta: Francisco I

O cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio, 76, arcebispo de Buenos Aires, é o primeiro papa latino-americano da história. É também a primeira vez que o cargo é entregue a um membro da Sociedade de Jesus.

Fonte: Folha de São Paulo 

NOTA: É um bom momento para se relembrar os objetivos, estratégias e lema dos jesuítas (leia aqui).

terça-feira, março 12, 2013

Questões políticas em jogo no conclave

Num cenário político bizantino, os 115 cardeais entram nesta terça-feira, 12, para o conclave profundamente polarizados, divididos e irão às urnas em uma eleição aberta. Fontes próximas aos cardeais confirmaram ao [jornal] Estado que existem pelo menos quatro grupos atuando nos bastidores para que suas visões prevaleçam. Mas todos admitem que, ao contrário do conclave de 2005, não há um franco favorito. De um lado, dois grupos que se apresentam como espécies de partidos da situação, enquanto outros dois clamam por maior transparência, maior eficiência na gerência da Igreja e uma espécie de modernização na gestão pontifícia.

"Não há um debate sobre doutrina ou sobre fé", indicou um assessor de um cardeal de peso no Vaticano. "A Igreja hoje está falando com a mesma voz no que se refere à religião. É sua administração que está dividindo os cardeais", acrescentou.

Mas, para observadores em Roma, com o elemento religioso fora da campanha, é mesmo a disputa política que ganhará espaço de honra na Capela Sistina. Ontem, no último dia de reuniões, o número de cardeais que pediu para falar sobre o que esperavam do próximo papa era tão grande que nem todos puderam fazer suas intervenções.

Parte deles deixou claro que considerava que o debate deveria continuar. Mas a Cúria deu por encerradas as discussões. Assessores admitiram que isso era um sinal de que nem tudo está resolvido e que o pleito está aberto.

"No último conclave, havia um homem com uma estatura três ou quatro vezes maior que a dos demais cardeais", disse o cardeal francês Philippe Barbarin, em referência a Joseph Ratzinger. "Desta vez não é o caso. A escolha terá de ser feita entre um, dois, três, quatro, uma dúzia de candidatos", insistiu. "Não sabemos ainda de nada. Vamos ver o que sairá da primeira votação."

Primária. Nos últimos dias, Roma foi tomada por reuniões secretas de diferentes grupos, mobilizando forças para justamente permitir que seus candidatos descubram hoje se têm ou não apoio suficiente para continuar na batalha. Na tarde de hoje, a primeira votação servirá como uma espécie de primária. Diante da proliferação de nomes que podem atrair votos, quem não se sair bem na primeira votação será na prática eliminado.

Não por acaso, a meta dos grupos ontem era o de costurar os últimos apoios para garantir a sobrevivência de seus candidatos para os próximos dias.

Um dos grupos de maior peso é o que poderia ser chamado de "pró-Cúria", com o apoio de alguns dos principais príncipes do Vaticano que já estavam no poder durante a gestão do secretário de Estado, Tarcisio Bertone. O grupo, porém, queimado diante dos escândalos e da própria renúncia de Bento XVI, foi obrigado a buscar nomes de fora para atrair eleitores.

Um deles é de d. Odilo Scherer, afinado com as posições da Cúria. Ele atenderia a dois critérios: é o homem de confiança de um grupo no poder e, ao mesmo tempo, renovaria a imagem da Igreja ao se tornar o primeiro papa de fora da Europa em 1,3 mil anos. Jornais italianos apontam que o brasileiro já poderia ter numa primeira votação entre 20 e 30 votos.

Mas nem o grupo do establishment da Igreja estaria unido. Parte dele, liderado pelo secretário de Estado, Tarcisio Bertone, defende a volta de um italiano para o comando da Santa Sé, depois de mais de 30 anos nas mãos de "estrangeiros". Um dos nomes seria o de Giancarlo Ravasi, o poderoso ministro da Cultura da Santa Sé. Mas não se descarta que o arcebispo do Sri Lanka, Malcolm Ranjith, possa ser uma alternativa se não houver uma sintonia entre os italianos.

Do outro lado está a oposição que clama por uma reforma da administração e uma nova imagem de maior transparência na Igreja. O problema, segundo fontes no Vaticano, é que o único ponto em comum é o desejo de derrubar o grupo no poder. "Não há um nome único da oposição que atraia a atenção de todos", disse uma fonte.

Ironicamente, o representante da oposição considerado como tendo maiores chances é um antigo aliado de Bento XVI, o poderoso arcebispo de Milão, Angelo Scola. Antes de renunciar, o papa chegou a dar sinais de que Scola seria seu candidato. Ele tem o apoio de outros cardeais italianos - mas nem todos.

"Scola é moderno, mas não progressista", insistia ontem Marco Politi, vaticanista italiano, cada vez que alguém tentava rotular Scola como um reformista. Mas parte da delegação americana também estaria inclinada a votar nele, desde que adote posições claras pró-transparência. Jornais italianos chegaram a apontar que o arcebispo de Milão poderia somar até 40 votos já na primeira rodada de votação.

Até a tarde de ontem, a prioridade de seu grupo de apoio era o de atrair o voto de cardeais independentes e descontentes com a atual Cúria. O problema é que nem todos estão convencidos de que Scola representaria de fato uma renovação da Igreja e que adotaria medidas drásticas de reformas.

Não por acaso, grupos debateram nos últimos dias nomes alternativos de oposição. São pessoas que não se alinham com o grupo pró-Cúria e nem com Scola. Mas ainda assim teriam o apoio de vários descontentes.

A lista, neste caso, é ampla e iria desde o canadense Marc Ouellet, passando pelo ganense Peter Turkson, os cardeais americanos Sean O'Malley e Timothy Dolan, o filipino Luis Antonio Tagle, o húngaro Péter Erdo e mesmo o brasileiro João Aviz. "A Cúria precisa de uma revolução", declarou o cardeal alemão Walter Kasper. "Precisamos de reforma e transparência", disse.

Já o canadense Marc Ouellet poderia ainda ser um dos nomes fortes, representante de uma espécie de compromisso entre os diversos campos. Para ser eleito, o novo papa terá de acumular 77 votos, o que pode não ser uma tarefa simples diante das divisões. Se houver um impasse entre os grupos e se as votações se repetirem sem um claro avanço de um dos candidatos, cardeais poderão chegar à conclusão de que terão de abandonar seus preferidos para buscar um nome de consenso. O canadense, não por acaso, é visto como um dos favoritos justamente por fazer a ponte entre os grupos.

Fonte: Estadão

domingo, março 10, 2013

Ordens e movimentos religiosos fazem lobby no conclave

Elas são discretas, raramente se apresentam em bloco e fazem questão de declarar que não atuam de forma política. Mas no conclave que começa nesta semana e mesmo nos últimos dias, ordens religiosas, congregações, movimentos laicos e grupos nos bastidores mobilizaram seus lobbies para eleger o próximo papa e contrabalançar eventuais solidariedades nacionais. Na terça-feira, os 115 cardeais entrarão para um dos conclaves mais delicados da história recente do Vaticano, com uma Cúria dividida e mais italiana que nunca nos últimos 55 anos.

Segundo o Estado apurou, as ordens religiosas e os principais movimentos que atuam na Igreja passaram as últimas semanas em uma frenética negociação sobre nomes e apoios a seus candidatos. "A constatação de todos é a mesma: uma nacionalidade ou mesmo um continente já não elege ninguém", afirmou uma fonte na Santa Sé. "Para que haja um novo papa, a pessoa terá de ganhar apoios transversais e apenas movimentos religiosos podem fazer essa ponte", indicou.

No conclave de 2005, que elegeu Joseph Ratzinger como papa, 53 nacionalidades estavam representadas. Agora, são 50 e, entre os eleitores, o peso dos europeus cresceu. Em 2005, 58 cardeais eram europeus, 49% do total. Os latino-americanos somavam 18% (21 cardeais), contra 12% da América do Norte, 9% da África e 9% da Ásia.

Desta vez, o peso europeu subiu e hoje 52% dos eleitores são do Velho Continente, graças a uma ação premeditada de Bento XVI para dar prioridade à Europa. A proporção de italianos é a maior desde 1958 - com 24% dos votos e oito cardeais a mais que em 2005. Já o peso dos latino-americanos caiu para 16% em 2013. A transformação foi resultado das próprias nomeações feitas por Bento XVI, que colocou na cúpula da Igreja 57% dos cardeais que vão eleger o seu sucessor.

Pilares. Fontes do Vaticano apontam que, se a imprensa está mais preocupada com a nacionalidade dos cardeais, na Santa Sé é a filiação ou simpatias que cada grupo demonstra que mais pesa nas conversas mais privadas. "A imprensa está tentando ver o Vaticano com os olhos de Copa do Mundo. Mas a realidade é que a lógica é diferente dentro da Santa Sé", declarou o cardeal argentino Estanislau Karlik.

No total, 16% dos eleitores fazem parte de alguma ordem religiosa, sem contar os grupos semilaicos. Mas é o poder que esses movimentos têm que poderia decidir uma votação. O cardeal chileno Errazuriz Ossa afirmou que rejeita a tese de que cardeais do mesmo grupo estejam inclinados a apoiar um nome do movimento ao qual estão ligados. "Não é com essa mentalidade que entramos no conclave", disse.

Mas a declaração se contrasta com a realidade de Roma dos últimos dias. Segundo um levantamento obtido pelo Estado, quatro cardeais são da congregação dos salesianos, incluindo Tarcisio Bertone, secretário de Estado do Vaticano, que não teria poupado seu poder para influenciar seu grupo a seguir uma determinada linha nos votos.

Os franciscanos contam com a adesão declarada do cardeal Carlos Amigo Vallejo, arcebispo emérito de Sevilha, do brasileiro Claudio Hummes e do sul-africano Wilfrid Napier.

Já os dominicanos estão sendo liderados pelo cardeal austríaco Christoph Schonborn, enquanto não faltam os representantes dos jesuítas (o argentino Jorge María Bergoglio), os lazaristas, os redentoristas, os capuchinhos (como no caso do americano Sean O'Malley), ou os membros do Instituto de Schönstatt, da qual faz parte o cardeal chileno Errazuriz Ossa.

Se as ordens religiosas atuam dentro do Vaticano de uma forma quase institucional, existem ainda movimentos, associações e prelazias que entraram com força na campanha nos últimos dias, fora dos muros da Santa Sé. O colégio de eleitores inclui o Opus Dei (representado pelo cardeal peruano Cipriani Thorne) e o Movimento dos Focolares, com o brasileiro d. João Braz de Aviz à frente.

O próprio fortalecimento de d. Odilo Scherer teria uma relação direta com um movimento chamado Arautos do Evangelho. Segundo a revista Panorama, parte do crescimento do d. Odilo se deve ao movimento, que teria ajudado a alavancar seu nome.

Mas é justamente o favoritismo de um dos cardeais, o italiano Angelo Scola, que mais escancarou como grupos estariam agindo de uma forma bem mais relevante que o critério de nacionalidade. Scola é historicamente ligado ao movimento Comunhão e Libertação, que por anos manteve amplo controle nas finanças e ações da elite econômica italiana mais conservadora.

Publicamente, Scola tentou se afastar do grupo, depois que investigações na Itália apontaram para o nome de vários de seus membros em crimes financeiros. Mas, tanto no conclave de 2005 como no atual, o italiano não economizou esforços para convencer os demais eleitores sobre seus poderes na sociedade, enquanto a própria instituição disparou telefonemas e campanhas discretas em seu apoio.

A movimentação desses grupos tem sido tão grande que até o porta-voz da Santa Sé, Federico Lombardi, acusou-os de tentarem desestabilizar o Vaticano às vésperas do conclave. O recado não era direcionado aos jornais, e sim aos cardeais que estão de olho na vaga de Bento XVI e delegaram a esses grupos o lançamento de suas candidaturas.

Fonte: Estadão

segunda-feira, fevereiro 11, 2013

Bento XVI renuncia ao trono

O papa Bento 16 anunciou, nesta segunda-feira, que vai renunciar do cargo no próximo dia 28. Esta é a primeira vez em quase seis séculos que um papa renuncia ao cargo. O último fazer isso foi Gregório 12, em 1415. O papa disse em um comunicado que está "plenamente consciente da dimensão do seu gesto" e que renuncia do cargo por livre e espontânea vontade.


O porta-voz do Vaticano, Frederico Lombardi, disse que o papa não havia renunciado por "dificuldades no papado" e que a decisão havia sido uma surpresa, indicando que mesmo os auxiliares mais próximos não sabiam que ele estava para deixar o cargo. O papa não teme uma cisão na igreja após sua renúncia, disse o porta-voz.

Ele também explicou que, de acordo com o canon pontificio (normas que regem o exercício do Papa), as condições para deixar o cargo são que o anúncio seja feito de forma livre e que a demonstração seja inequívoca. Ninguém precisa aceitar formalmente a decisão.

Lombardi informou ainda que no mês de março, provavelmente, será anunciado um novo papa. "Para a Páscoa devemos ter um novo papa, essa é a previsão que podemos fazer", disse o porta-voz, explicando sobre a fase de "Sé vacante", que será iniciada às 20h do dia 28 de fevereiro, período que a Igreja terá para anunciar o sucessor de Bento 16. Lombardi afirmou que o papa não irá participar do conclave.

Fonte: Folha de São Paulo

NOTA: Uma notícia como essa pode gerar um certo alarmismo entre os estudantes das profecias bíblicas. Porém, até que se tenha qualquer outra evidência a respeito (se é que vai existir) essa noticia significa apenas que a Santa Sé escolherá outro bispo de Roma, que assumirá todo poder derivado daquele trono. Sim, Roma continua sendo protagonista nas profecias bíblicas, mas qualquer mudança no trono de Roma não significa com isso que seja possível marcar qualquer data para o cumprimento das demais profecias.
Por outro lado, sabendo que nada ligado ao governo de Roma acontece por acaso, o que chama a atenção é a preferência de Roma por números com significados ocultistas. Ou você acha que o dia escolhido para anunciar a renúncia (dia 11) foi por acaso? Além disso, o último dia do seu pontificado (anunciado pessoalmente em latim) acontecerá 111 dias depois (método incluso - onde o primeiro dia também é contado) de ter criado um departamento no Vaticano para promover o latim! 111 é um dos números ocultistas usados para a adoração do sol.

quinta-feira, janeiro 24, 2013

Vaticano é dono oculto de imóveis caros em Londres

Poucos turistas em visita a Londres imaginariam que as instalações da refinada joalheria Bulgari em New Bond Street têm qualquer conexão com o papa. O mesmo vale para a sede do próspero banco de investimento Altium Capital, na esquina de St. James' Square e Pall Mall. Mas esses edifícios de escritórios em um dos bairros mais caros de Londres são parte de um surpreendente império secreto de imóveis comerciais do Vaticano.

Por trás de uma estrutura disfarçada por companhias de paraísos fiscais, a carteira internacional de imóveis da igreja foi expandida ao longo dos anos, com o uso de dinheiro pago originalmente por Mussolini em troca do reconhecimento do regime fascista pelo papa, em 1929. Desde então, o valor internacional desse patrimônio criado com a ajuda de Mussolini vem crescendo até atingir os 500 milhões de libras.

Em 2006, no auge da mais recente bolha imobiliária, o Vaticano investiu 15 milhões de libras desse dinheiro para adquirir o imóvel do nº 30, St. James' Square. Outros imóveis britânicos controlados pela igreja ficam em 168 New Bond Street e na cidade de Coventry. O Vaticano também controla edifícios de apartamentos em Paris e na Suíça.

O aspecto surpreendente da história, para alguns, será o esforço do Vaticano para preservar o sigilo sobre os milhões de Mussolini. O edifício da St. James' Square foi adquirido por uma empresa chamada British Grolux Investment, que detém outros imóveis no Reino Unido.

O registro de empresas britânico não revela os verdadeiros proprietários da empresa e não menciona o Vaticano. Menciona dois acionistas nominais, ambos proeminentes executivos bancários católicos: John Varley, que até recentemente presidia o Barclays Bank, e Robin Herbert, ex-executivo do banco de investimento Leopold Joseph.

O "Guardian" enviou cartas a ambos perguntando a quem eles representavam, mas não recebeu respostas. A lei britânica permite que os verdadeiros proprietários de uma empresa sejam protegidos por sócios nominais.

Os investimentos com o dinheiro de Mussolini no Reino Unido são controlados hoje, em companhia de outras propriedades europeias e de uma subsidiária de câmbio, por um funcionário do Vaticano em Roma, Paolo Mennini, que opera como banqueiro de investimento do papa. Mennini comanda uma divisão especial do Vaticano, a divisão extraordinária da Amministrazione del Patrimonio della Sede Apostolica, que administra o chamado "patrimônio da Santa Sé".

De acordo com um relatório do Conselho da Europa no ano passado, que investigou os controles financeiros do Vaticano, os ativos controlados pela divisão de Mennini superam 680 milhões de euros. Embora o sigilo quanto à origem fascista da riqueza papal pudesse ser compreensível durante a guerra, o que fica menos claro é o motivo para que o Vaticano tenha continuado a guardar segredo sobre suas propriedades em Londres mesmo depois que sua estrutura financeira foi reorganizada, em 1999.

O "Guardian" perguntou ao representante do Vaticano em Londres, o núncio apostólico Antonio Mennini, por que o papado continuava a manter tanto segredo sobre seus investimentos imobiliários na cidade. Também perguntou em que o papa gastava a receita gerada por eles. Confirmando sua tradição de silêncio sobre o tema, um porta-voz da Igreja Católica afirmou que o núncio nada tinha a declarar.

Fonte: Folha de São Paulo

NOTA: O objetivo final é um só: poder! E poder absoluto, até sobre as consciências... Que contraste com o exemplo de Jesus cujo objetivo final sempre foi servir!

sábado, dezembro 22, 2012

Vaticano controla indiretamente os partidos italianos

O jornalista Gianluigi Nuzzi ocupa-se da política interna do Vaticano desde 2008 e foi o responsável pelas denúncias que desencadearam o escândalo que ficou conhecido como VatiLeaks, o vazamento de documentos secretos da Santa Sé. O resultado de suas investigações e entrevistas sobre o assunto foi o livro Sua Santitá (Sua Santidade, em português), que chegou às livrarias brasileiras no mês passado. No Vaticano, o caso culminou com a prisão do mordomo do papa, Paolo Gabriele, uma das fontes do jornalista.

Em entrevista ao site de VEJA, Nuzzi disse que é impensável chegar ao poder na Itália sem boas relações com a Igreja Católica. “O Vaticano controla transversalmente todos os partidos italianos. Nenhuma nomeação, por exemplo, na Rai, a TV do estado, é possível sem o consenso do Vaticano. Imagine que com a publicação do meu livro eu recebi pedidos de entrevista do mundo todo, mas nenhuma do canal nacional”, afirma.

Para o jornalista, a Itália e o Vaticano "tem uma história compartilhada no presente como tinha no passado". "O atual governo, do premiê (Mário) Monti, tem um pacto de aço com o Vaticano". Segundo o escritor, a influência hoje se dá de diferentes maneiras, desde o apoio tácito da Igreja em troca de um afrouxamento de impostos, até sugestões sobre como o governo deveria lidar com políticas sociais, como a eutanásia e o casamento.

Fonte: VEJA

sexta-feira, dezembro 14, 2012

Pesquisador encontra evidências do Dilúvio

Robert Ballard é um dos exploradores subaquáticos mais famosos do mundo. Foi ele o arqueólogo que descobriu onde estavam os destroços do naufrágio do Titanic, em 1985. Também encontrou no fundo do mar o navio de guerra Bismarck, e uma frota dos EUA naufragada perto de Guadalcanal, no Pacífico.

Agora, ele está usando sua equipe e a mais avançada tecnologia robótica para provar a existência de uma das histórias mais conhecidas da Bíblia: o Dilúvio.

Em uma entrevista para a rede ABC ele apresentou os resultados de sua pesquisa na Turquia que mostraria evidências de uma civilização varrida da face da Terra por uma enchente monstruosa.

“Nós fomos lá para procurar o Dilúvio”, disse Ballard. “Não apenas um movimento lento, e gradativo de avanço do nível do mar, mas um dilúvio realmente grande… A terra que foi soterrada permaneceu embaixo do mar”.

Outros já afirmaram ter descoberto evidências do dilúvio bíblico. Na década de 1990, os geólogos William Ryan e Walter Pitman reuniram evidências científicas de que uma enorme inundaçãoocorreu na região do Oriente Médio, cerca de 7.500 anos atrás. A teoria, segundo os relatórios, é que uma elevação sem precedentes do que hoje é o mar Mediterrâneo, empurrou uma porção de terra através do Bósforo, submergindo a costa original do Mar Negro. Esse dilúvio antigo teria coberto uma área de mais 35.000 quilômetros quadrados.

Ballard afirma ter investigado esta teoria por mais de uma década. Segundo os relatórios da National Geographic, a primeira descoberta de evidências da costa submersa surgiu em 1999. Embora Ballard ainda não estivesse convencido de que se tratava do dilúvio bíblico, no ano passado mudou de opinião. Sua equipe encontrou no fundo do Mar Negro pilhas de cerâmica antiga, uma embarcação e um dos membros da tripulação. Também há vestígios do que ele acredita ser um antigo porto, mais de 150 metros abaixo da superfície.

“Isso é um naufrágio perfeitamente preservado. Dá pra ver toda a madeira antiga, parece um depósito de madeira”, disse ele. “Mas se você olhar de perto, poderá ver um fêmur e um molar.” E acrescenta: ”O mais antigo naufrágio descoberto até agora naquela área data de cerca de 500 a.C.”.

Agora, usando tecnologia avançada ele tenta descobrir o que ocorreu no planeta cerca de 12.000 anos atrás, uma época em que grande parte da Terra estava coberta de gelo. Quando esse gelo começou a derreter, grandes inundações poderiam ter atingido várias partes do globo, submergindo tudo que estivesse em seu caminho.

Usando o método de datação de carbono em objetos recolhidos na expedição, Ballard acredita que esse evento catastrófico aconteceu em torno do ano 5.000 aC. Alguns especialistas acreditam que foi aproximadamente nesse período que ocorreu o dilúvio de Noé.

O pesquisador disse estar ciente de que nem todos concordam com suas conclusões sobre o período e o tamanho do dilúvio, mas está confiante que em breve encontrará algo do período bíblico. “Começamos a encontrar estruturas que pareciam feitas pelo homem”, disse Ballard. “É nisso que estamos focando nossa atenção agora.”

Os restou do naufrágio estão bem preservados porque o Mar Negro quase não tem oxigênio, o que retarda o processo de decomposição. Para Ballard “o fundo do mar é o maior museu da Terra”.

Ele não tem expectativas de encontrar a Arca de Noé, mas acredita que pode encontrar evidências de um povo que vivia ali quando o mundo foi inundado, cerca de 7.000 anos atrás.

Com muita confiança de que poderá encontrar as provas que procura, Ballard planeja voltar para a Turquia no próximo ano. Suas descobertas serão apresentadas em um programa especial no ABC channel que vai ao ar nos dias 21 e 28 deste mês nos Estados Unidos.

Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, dezembro 13, 2012

UE cria "super banco"

Após uma longa rodada de negociações, os ministros de Finanças da União Europeia chegaram, nesta quinta-feira, a um acordo para a criação de um supervisor bancário único, destinado à maioria dos bancos da zona do euro, sob supervisão do Banco Central Europeu (BCE). O resultado foi saudado pelo ministro de Finanças alemão, Wolfgang Schäuble. O acordo, considerado histórico, permitirá a recapitalização direta das instituições mais afetadas pela crise. "Estamos levando a UE adiante passo a passo", afirmou o alemão.

Schäuble disse que os Parlamentos nacionais estarão aptos a iniciar os processos de aprovação e de ratificação dentro do novo sistema de supervisão bancária já no fim de fevereiro. Após uma dura disputa, os países decidiram que o BCE assumirá a supervisão dos bancos com ativos superiores aos 30 bilhões de euros ou 20% do PIB do estado membro participante (quase 100 bancos), enquanto as demais instituições permanecerão sob controle das autoridades nacionais, como pretendia a Alemanha. Assim, os bancos ou caixas regionais alemães ficarão de fora do mecanismo.

Depois de negociar por 14 horas, finalmente França e Alemanha chegaram a um consenso para a criação do Mecanismo Único de Supervisão Financeira (MUS), coordenado BCE, o primeiro passo para a união bancária do bloco. Mas os países prolongaram o calendário previsto em mais de um ano: o MUS deve estar operacional em março de 2014, ao invés de janeiro de 2013 como estava previsto inicialmente, destacou o comissário europeu Michel Barnier, que celebrou o "histórico" consenso.

De acordo com o Ministro de Finanças da França, Pierre Moscovici, "a maioria dos bancos estará sob supervisão direta do BCE". Segundo ele, o Banco Central Europeu, com sede em Frankfurt, terá poderes para investigar todos os bancos na zona do euro e em outros países que adotarão o novo sistema de supervisão. Ainda segundo Moscovici, na França, onde os bancos estão muito concentrados, entre 80% e 85% das instituições financeiras estarão sob supervisão direta do BCE.

Segundo o comissário europeu de mercado interno, Michel Barnier, o sistema de supervisão deverá entrar em operação em 1º de março de 2014, com uma certa flexibilidade, dada a necessidade de um ano para preparar os regulamentos e reunir o pessoal necessário, dentre outros trâmites.

Fonte: VEJA

NOTA: Mais concentração de poder, menos soberania nacional, mais perto da Nova Ordem Mundial...

terça-feira, novembro 27, 2012

Celebridade da TV americana torna-se adventista

O jovem ator Angus T. Jones, famoso pela série "Two and a Half Men", converteu-se ao cristianismo e critica sua vida e atividades passadas, incluindo seu papel na famosa série de TV. Ao longo de seus dois depoimentos gravados em vídeo em outubro, ele narrou sua viagem para Cristo e lamentou a influência mundana do entretenimento.


Jones, nascido em Austin Texas, começou o testemunho com sua ascensão de ator-mirim de 4 anos e meio, para o estrelato. Com 9 anos, foi-lhe oferecido um emprego na série "Two and a Half Men", o qual introduziu-o ​​no mundo do showbiz, e durante o ensino médio, ele estava usando drogas como maconha e LSD.

"Eu estava vivendo para mim" e "sendo uma celebridade estereotipada", disse o ator de 19 anos de idade.

No entanto, um incidente em dezembro de 2011, iria mudar sua vida. Durante uma conversa com um amigo, ele percebeu que "Deus é a razão para tudo isso."

"Eu sinto que acabei de aceitar Deus na minha vida", disse Jones. Depois de procurar por igrejas, ele se estabeleceu em uma congregação Adventista do Sétimo Dia [fez curso bíblico com a Voz da Profecia], mas os conflitos com seu estilo de vida logo surgiram. Seu papel como Jake Harper em "Two and a Half Men", juntamente com o conteúdo da série nada cristã, tem lhe cobrado um pedágio espiritual. Ele ainda aconselhou as pessoas a parar de assistir a série.

"Se você assiste a série 'Two and a Half Men', por favor, pare de assistí-la", pediu ele. "Estou em 'Two and a Half Men' e não quero estar ali. Por favor, pare de assistir, e de encher a cabeça com sujeira", concluiu. "Não há como brincar quando se trata de eternidade", acrescentou mais tarde.

Embora muitos veículos de comunicação foram rápidos em comparar seu testemunho com a saída do ex-membro do elenco Charlie Sheen, em janeiro de 2011, a natureza é bastante diferente. Enquanto os insultos anti-semitas de Sheen foram dirigidos ao criador da série Chuck Lorre, a mensagem de Jones é sobre o perigo de comprometer o evangelho e seus valores.

"O nome do jogo agora é compromisso .... De acordo com a Bíblia, quando isso acontece, nós não estamos mais em posição para qualquer coisa. Nós não estamos mais no lado da verdade. Um pouco de fermento leveda toda a massa, "afirmou Jones, citando Gálatas 5:9, que é um alerta contra falsos ensinamentos.

"Você não pode ser uma pessoa temente a Deus e estar em um programa de televisão assim. Eu sei que não pode .... Você vai pro tudo ou nada", disse ele.

Apesar de sua paixão, Jones tem mais um ano de contrato, e ganha U$ 300 mil por episódio.

Fonte: Christian Post ; FoxNews ; Terra 

segunda-feira, novembro 26, 2012

Parada gay, cabra e espinafre


[...] O primeiro problema sério quando se fala em “comunidade gay”é que a “comunidade gay” não existe – e também não existem, em consequência, o “movimento gay” ou suas “lideranças”. Como o restante da humanidade, os homossexuais, antes de qualquer outra coisa, são indivíduos. Têm opiniões, valores e personalidades diferentes. Adotam posições opostas em política, religião ou questões éticas. Votam em candidatos que se opõem. Podem ser a favor ou contra a pena de morte, as pesquisas com células-tronco ou a legalização do suicídio assistido. Aprovam ou desaprovam greves, o voto obrigatório ou o novo Código Florestal – e por aí se vai. Então por que, sendo tão distintos entre si próprios, deveriam ser tratados como um bloco só? Na verdade, a única coisa que têm em comum são suas preferências sexuais – mas isso não é suficiente para transformá-los num conjunto isolado na sociedade, da mesma forma como não vem ao caso falar em “comunidade heterossexual” para agrupar os indivíduos que preferem se unir a pessoas do sexo oposto. A tendência a olharem para si mesmos como uma classe à parte, na verdade, vai na direção exatamente contrária à sua principal aspiração – a de serem cidadãos idênticos a todos os demais.

Outra tentativa de considerar os gays como um grupo de pessoas especiais é a postura de seus porta-vozes quanto ao problema da violência. Imaginam-se mais vitimados pelo crime do que o resto da população; já se ouviu falar em “holocausto” para descrever a sua situação. Pelos últimos números disponíveis, entre 250 e 300 homossexuais foram assassinados em 2010 no Brasil. Mas. num país onde se cometem 50 000 homicídios por ano, parece claro que o problema não é a violência contra os gays; é a violência contra todos. Os homossexuais são vítimas de arrastões em prédios de apartamentos, sofrem sequestros-relâmpago, são assaltados nas ruas e podem ser mortos com um tiro na cabeça se fizerem o gesto errado na hora do assalto – exatamente como ocorre a cada dia com os heterossexuais; o drama real, para todos, está no fato de viverem no Brasil. E as agressões gratuitas praticadas contra gays? Não há o menor sinal de que a imensa maioria da população aprove, e muito menos cometa, esses crimes; são fruto exclusivo da ação de delinquentes, não da sociedade brasileira.

Não há proveito algum para os homossexuais, igualmente, na facilidade cada vez maior com que se utiliza a palavra “homofobia”; em vez de significar apenas a raiva maligna diante do homossexualismo, como deveria, passou a designar com frequência tudo o que não agrada a entidades ou militantes da “causa gay”. Ainda no mês de junho, na última Parada Gay de São Paulo, os organizadores disseram que “4 milhões” de pessoas tinham participado da marcha – já o instituto de pesquisas Datafolha, utilizando técnicas específicas para esse tipo de medição, apurou que o comparecimento real foi de 270.000 manifestantes, e que apenas 65.000 fizeram o percurso do começo ao fim. A Folha de S.Paulo, que publicou a informação, foi chamada de “homofóbica”. Alegou-se que o número verdadeiro não poderia ter sido divulgado, para não “estimular o preconceito”- mas com isso só se estimula a mentira. Qualquer artigo na imprensa que critique o homossexualismo é considerado “homofóbico”; insiste-se que sua publicação não deve ser protegida pela liberdade de expressão, pois “pregar o ódio é crime”. Mas se alguém diz que não gosta de gays, ou algo parecido, não está praticando crime algum – a lei, afinal, não obriga nenhum cidadão a gostar de homossexuais, ou de espinafre, ou de seja lá o que for. Na verdade, não obriga ninguém a gostar de ninguém; apenas exige que todos respeitem os direitos de todos.

Há mais prejuízo que lucro, também, nas campanhas contra preconceitos imaginários e por direitos duvidosos. Homossexuais se consideram discriminados, por exemplo, por não poder doar sangue. Mas a doação de sangue não é um direito ilimitado – também são proibidas de doar pessoas com mais de 65 anos ou que tenham uma história clínica de diabetes, hepatite ou cardiopatias. O mesmo acontece em relação ao casamento, um direito que tem limites muito claros. O primeiro deles é que o casamento, por lei, é a união entre um homem e uma mulher; não pode ser outra coisa. Pessoas do mesmo sexo podem viver livremente como casais, pelo tempo e nas condições que quiserem. Podem apresentar-se na sociedade como casados, celebrar bodas em público e manter uma vida matrimonial. Mas a sua ligação não é um casamento – não gera filhos, nem uma família, nem laços de parentesco. Há outros limites, bem óbvios. Um homem também não pode se casar com uma cabra, por exemplo; pode até ter uma relação estável com ela, mas não pode se casar. Não pode se casar com a própria mãe, ou com uma irmã, filha, ou neta, e vice-versa. Não pode se casar com uma menor de 16 anos sem autorização dos pais. E se fizer sexo com uma menor de 14 anos estará cometendo um crime. Ninguém, nem os gays, acha que qualquer proibição dessas é um preconceito. Que discriminação haveria contra eles, então, se o casamento tem restrições para todos? Argumenta-se que o casamento gay serviria para garantir direitos de herança – mas não parece claro como poderiam ser criadas garantias que já existem. Homossexuais podem perfeitamente doar em testamento 50% dos seus bens a quem quiserem. Tem de respeitar a “legítima”, que assegura a outra metade aos herdeiros naturais – mas essa obrigação é exatamente a mesma para qualquer cidadão brasileiro. Se não tiverem herdeiros protegidos pela “legítima”, poderão doar livremente 100% de seu patrimônio – ao parceiro, à Santa Casa de Misericórdia ou à Igreja do Evangelho Quadrangular. E daí?

A mais nociva de todas essas exigências, porém, é o esforço para transformar a “homofobia” em crime, conforme se discute atualmente no Congresso. Não há um único delito contra homossexuais que já não seja punido pela legislação penal existente hoje no Brasil. Como a invenção de um novo crime poderia aumentar a segurança dos gays, num país onde 90% dos homicídios nem sequer chegam a ser julgados? A “criminalização da homofobia”é uma postura primitiva do ponto de vista jurídico, aleijada na lógica e impossível de ser executada na prática. Um crime, antes de mais nada, tem de ser “tipificado” – ou seja, tem de ser descrito de forma absolutamente clara. Não existe “mais ou menos” no direito penal; ou se diz precisamente o que é um crime, ou não há crime. O artigo 121 do Código Penal, para citar um caso clássico, diz o que é um homicídio: “Matar alguém”. Como seria possível fazer algo parecido com a homofobia? Os principais defensores da “criminalização” já admitiram, por sinal, que pregar contra o homossexualismo nas igrejas não seria crime, para não baterem de frente com o princípio da liberdade religiosa. Dizem, apenas, que o delito estaria na promoção do “ódio”. Mas o que seria essa “”promoção”? E como descrever em lei, claramente, um sentimento como o ódio? [...]

(J.R. Guzzo, VEJA, 14 de novembro de 2012)

NOTA blog Criacionismo: Um amigo que estudou cinema/roteirização nos EUA me disse que metade do grupo de professores de sua escola é homossexual, e um dos professores certa vez lhe disse: “Estamos conquistando a opinião pública para nossa causa. Sabe como? Por meio da mídia, da indústria cultural.” E isso é fato. Em quase todo filme, novela, seriado, etc. existe alusão ao homossexualismo e promoção desse estilo de vida. Essa propaganda toda já está surtindo efeito.


"Ideias tem consequências"

sexta-feira, novembro 23, 2012

Irã: moeda regional como arma de guerra

O presidente do Banco Central do Irã, Mahmoud Bahmani, alertou para a necessidade de criar uma moeda regional para se proteger dos impactos negativos das flutuações nas economias desenvolvidas ocidentais. A ideia foi apresentada na Cúpula dos 8 países muçulmanos em Desenvolvimento (D8), que reúne Bangladesh, Egito, Indonésia, Irã, Malásia, Nigéria, Paquistão e Turquia, realizado na capital paquistanesa, Islamabad.

Bahmani demonstrou satisfação com o crescimento do comércio entre os países membros do D8, e enfatizou que para melhorar as relações multilaterais é necessário adaptar-se a uma diplomacia comercial dinâmica.

"O Irã tem tomado todas as medidas para eliminar as moedas dominantes - dólar e euro - de suas reservas de moeda estrangeira assim como de seu comércio internacional. Pode-se fazer comércio sem essas divisas", acrescentou.

Além disso, o alto funcionário iraniano ressaltou que Teerã foi capaz de impedir um duro golpe em sua economia graças as suas grandes reservas de ouro, aos altos preços do petróleo, e ao corte considerável das importações. Bahmani afirmou que suas reservas de ouro são suficientes para pelo menos 15 anos.

"Nós não podemos dizer que as sanções do ocidente não nos afetaram. Sofremos alguns prejuízos, mas as medidas que tomamos nos permitiram evitar um sério golpe para nossa economia", concluiu.

Fonte: Russia Today 

NOTA: Segundo Ellen Brown, a invasão da OTAN que determinou a queda do governo da Líbia (Kadafi) em 2011 foi mais porque o Banco Central da Líbia era independente e não estava ligado ao BIS (Banco Central Mundial) e também porque Kadafi estava liderando a implantação de uma moeda única (o dinar) nos países africanos do que propriamente por causa do petróleo (as reservas de petróleo da Líbia corresponde só a 2% das reservas mundiais). Além disso, a Líbia possuía 144 toneladas de ouro nos cofres... 
Tudo indica que no caso do Irã o roteiro está sendo o mesmo, e que a "super elite ocultista" a serviço do Vaticano - que não tolera concorrências - mais cedo, ou mais tarde, acenderá o pavio de pólvora no Oriente Médio conforme foi revelado em Daniel 11

quinta-feira, novembro 22, 2012

Pedra maia: biografia de um governante

A pedra esculpida pelos maias por volta do ano 670 de nossa era e que tem chamado a atenção por ser uma profecia sobre o "fim do mundo" em 21 de dezembro de 2012 seria, na verdade, a biografia sobre o reinado e as batalhas de um governante maia. Essa é a opinião do arqueólogo mexicano José Romero.

"Os maias tinham um conceito cíclico de tempo. Não faz sentido relacionar essa inscrição com o fim do mundo", diz Romero, ao comentar sobre a pedra. O texto da inscrição inspirou os livros "2012", de Roland Emmerich e "O Testamento Maia", de Steve Alten. Repartida em seis pedaços, a pedra é conhecida como o Monumento 6 do El Tortuguero.

Descoberta no sítio arqueológico de El Tortuguero, a pedra é objeto de estudo desde 1958. Os primeiros textos sobre a pedra datam de 1978 e segundo eles, a data de 23 de dezembro de 2012 seria a data de uma renovação no Universo. O personagem central da história seria Balam Ahau, um antigo governante de El Tortuguero.

Segundo o historiador mexicano Erick Velásquez, em 23 de dezembro de 2012, um ciclo de 13 baak t'uunes (medida de tempo maia) será completado. Isso é equivalente a 144 mil dias. Velásquez diz que essa é uma das 7 mil inscrições maias já estudadas. Para ele, essa visão catastrofista é uma herança judaico-cristã.

"Se há profecias, elas são apenas de curto prazo. Falam sobre chuvas, secas e assuntos como a pesca", afirma Velásquez. David Stuart, um dos primeiros arqueólogos a supor que o Monumento 6 podia ser algum tipo de profecia confessou a Velásquez "se sentir culpado por tanto alarmismo" sobre a inscrição encontrada no El Tortuguero".

Fonte: ABC

Tradução: Yahoo

NOTA: Quanto mais perto de 21 de dezembro chegamos, mais claro fica que a profecia do "fim do mundo" maia não passa de ficção literária alimentada pelas telas de Hollywood para favorecer os interesses da "super elite ocultista" a serviço do Vaticano. Quais os reais interesses?

* Desviar a atenção das pessoas das profecias bíblicas que, SIM, revelam que o "dia do Senhor" se aproxima, quando Jesus voltará para por fim a esse mundo mal e para buscar os fiéis - os que pela fé se reconciliaram com Deus e guardaram os Seus mandamentos. A diferença entre a profecia bíblica e a suposta "profecia maia" está no enfoque: a primeira não é catastrofista como a cultura popular faz parecer, mas sim é redentora, e por isso alimentada pela esperança e não pelo medo. Além disso, não possui data marcada para acontecer. E quando quer que aconteça, "virá numa hora em que não penseis" [para aqueles que fazem apenas deste mundo a sua esperança] Mt 24:44.

* Quem tem interesse em trazer o caos a esse mundo é a "super elite ocultista" de mãos dadas com o Vaticano ("Ordem a partir do caos"). O objetivo final é restaurar a supremacia mundial do Vaticano e universalizar a religião de mistérios da Babilônia através da santificação do domingo (adoração do Sol/Lúcifer). Se patrocinaram a "profecia maia" porque pensavam deflagrar em 2012 o caos total, esqueceram de consultar o verdadeiro e único Senhor da História, Aquele que "domina as nações" (Sl 22:28), que "remove reis e estabelece reis" (Dn 2:21). E neste caso, só lhes resta forjar outra teoria...

Tudo ao mesmo tempo...agora - Parte 1



"Tudo ao mesmo tempo... agora." Parte 2 ;  Parte 3 ; Parte 4