quarta-feira, julho 11, 2007

Casa Branca convoca reunião de emergência

A Casa Branca convocou para esta quinta-feira, 12, uma reunião multidisciplinar de urgência para discutir uma potencial nova ameaça da Al-Qaeda em solo norte-americano, informou a emissora ABC News na terça-feira.

Autoridades de inteligência foram convocadas para uma reunião na sede do governo dos EUA para informar os passos que estão sendo tomados para minimizar ou conter a ameaça e o que está sendo feito para aumentar a segurança em prédios públicos, informou a emissora.

A reunião seria uma de várias que estão sendo realizadas após a obtenção de novas informações de inteligência conseguidas nos recentes ataques frustrados em Londres, disse a emissora, citando uma autoridade de alto escalão do governo norte-americano.

Essa fonte, que não teve seu nome revelado, disse que o nível de preocupação com um ataque nos EUA tem sido o maior em algum tempo.

Uma porta-voz da Casa Branca confirmou que, após os atentados frustrados na Reino Unido, o governo norte-americano tem realizado reuniões freqüentes para avaliar a situação, mas acrescentou que não há evidências de um ataque iminente.

"Autoridades do setor de contra-terrorismo têm se reunido regularmente, o que não é incomum. Estamos levando todas as ameaças a sério e trabalhando para evitar que os terroristas ataquem inocentes", disse a porta-voz da Casa Branca Emily Lawrimore por email.

Fonte: O Estado de São Paulo

NOTA: Conforme análise feita anteriormente (Leia aqui e aqui), as sociedades secretas têm se infiltrado nos centros de influência (mídia, partidos políticos, universidades, sindicatos...) dos países que dominam o cenário político e econômico mundial e têm contribuído para preparar o mundo para o aparecimento do anticristo (Satanás em forma de Cristo). O objetivo das sociedades secretas é estabelecer uma Nova Ordem Mundial onde as liberdades civis serão restritas. A luta contra o terrorismo tem sido uma arma para alcançar tal objetivo (Saiba mais: Parte 1, Parte 2, Parte 3). A mídia mundial tem contribuído para manter vivo na população mundial o clima de medo, e é bom lembrar que, em estado de pânico as pessoas são mais propensas a abrir mão de suas liberdades sem questionamentos. Quantas mais reuniões de emergências a Casa Branca vai convocar até o próximo "ataque terrorista" ninguém sabe. O que sabemos é que, se e quando isso acontecer, as liberdades civis serão o verdadeiro alvo.

terça-feira, julho 10, 2007

Liberdades civis ameaçadas

Em nome do combate ao terrorismo, ministro alemão do Interior defende fim da premissa de que o cidadão é inocente até que se prove o contrário. Marcel Fürstenau comenta.

Espera-se que o ministro alemão do Interior, Wolfgang Schäuble, nunca venha a ser bem-sucedido em sua empreitada sem limites de proteger o país contra o terrorismo e outros perigos. Já nos tempos do governo social-democrata-verde, o antecessor de Schäuble, Otto Schilly, havia tomado as devidas providências para que vários direitos e liberdades do cidadão fossem cerceados.

Empresas de telecomunicação, por exemplo, passaram a ser obrigadas a liberar dados em relação às ligações e hábitos de uso de seus clientes, caso o serviço secreto peça. Já o sigilo bancário foi de fato abolido, desde que o Departamento Federal de Proteção à Constituição e o Serviço Federal de Informações passaram a ter acesso às contas bancárias de quem quiserem. Também o correio é obrigado a fornecer informações e companhias aéreas são forçadas a entregar dados de passageiros. E estes são apenas alguns poucos exemplos, entre muitos.

Apesar de Schäuble já ter feito uso de tantas possibilidades de usurpação dos direitos individuais, ele quer mais ainda. E pinta a situação mais negra do que é. Algo que vem fazendo desde que assumiu o ministério do Interior em fins de 2005...

O quadro geral é devastador: passo a passo, o ministro do Interior Schäuble parece estar no melhor caminho rumo à organização de uma vigilância em grande estilo. E se, além disso, ele ainda conseguir fazer com que, no combate ao terrorismo, seja suspenso o princípio da "inocência até que se prove o contrário", então aí poderá ser proclamado o fim da Alemanha como estado de direito.

Fonte: DW - World

(Colaboração: Marcello Flores)

NOTA: A atual luta contra o terrorismo é um cavalo de Tróia para conquistar o controle sobre as liberdades individuais na Nova Ordem Mundial.

A Igreja Romana nunca mudou

"A Igreja Católica é a única a possuir todos os elementos da Igreja instituída por Jesus". "O catolicismo é o único meio pelo qual se pode alcançar a salvação espiritual com a ajuda da fé em Jesus Cristo". "Fora da Igreja Católica não há salvação". Frases como estas divulgadas pelo Vaticano demonstram o real espírito existente por trás da aparente diplomacia globalizada da Santa Sé: de fato, lobo em pele de ovelha. Ora, que ninguém se engane pois Roma nunca mudou:
"A História testifica de seus esforços, astutos e persistentes, no sentido de insinuar-se nos negócios das nações; e, havendo conseguido pé firme, nada mais faz que favorecer seus próprios interesses, mesmo com a ruína de príncipes e povo... E, convém lembrar, Roma jacta-se de que nunca muda. Os princípios de Gregório VII e Inocêncio III ainda são os princípios da Igreja Católica Romana. E tivesse ela tão-somente o poder, pô-los-ia em prática com tanto vigor agora como nos séculos passados... Ela está silenciosamente crescendo em poder. Suas doutrinas estão a exercer influência nas assembléias legislativas, nas igrejas e no coração dos homens. Está a erguer suas altaneiras e maciças estruturas, em cujos secretos recessos se repetirão as anteriores perseguições". O Grande Conflito, p. 580, 581.

Entre a teologia do catolicismo e a teologia protestante tradicional ainda existe um abismo intransponível. Sem dúvida, a diferença principal é a questão sobre a autoridade das Escrituras Sagradas. Enquanto o protestantismo coloca a autoridade das Escrituras Sagradas como norma final para a fé e a prática, o catolicismo insiste em afirmar que a autoridade das Escrituras Sagradas está subordinada à autoridade da Igreja. Daí, como se pode ver, decorrem todas as outras diferenças teológicas. A começar pela figura e a autoridade do papa (palavra em latim que significa “pai”). Se os católicos seguissem os ensinamentos de Jesus registrados nos Evangelhos, seu corretor-mór perderia o emprego: “A ninguém sobre a terra chameis vosso pai; porque só um é vosso Pai, aquele que está nos céus” (Mateus 23:9).

Quanto à autoridade do papa supostamente ser derivada da autoridade concedida a Pedro pelo próprio Cristo (Mateus 16:18 e 19), esse argumento é mais um exemplo do tipo de teologia que faz a Igreja Católica, colocando a autoridade da Igreja acima da autoridade das Escrituras Sagradas. Assim, ela é capaz de usar um texto bíblico que lhe convém, e ao mesmo tempo ignorar muitos outros textos que apontam seus erros. Ora, se o papa acredita ser o sucessor de Pedro, por que, então, ele não segue o exemplo do apóstolo em determinadas questões: (1) Pedro nunca assumiu o papel de intercessor manifestando a pretensão de perdoar os pecados (Atos 8:20-23); (2) Pedro também não aceitava homenagens de adoração (Atos 10:25 e 26).


Fonte: Portal G1 e BBC Brasil

Para saber mais: No grande conflito entre o bem e o mal, a impressão que se tem é a de que o mal está levando a melhor. As notícias são desanimadoras - violência, fome, desemprego, doenças, acidentes e outras calamidades estão na ordem do dia. Os meios de comunicação podem lhe dizer o que está acontecendo. Mas este livro revela por quê. E diz também o que você jamais ouvirá no noticiário - o que ainda está por acontecer. Anime-se. A guerra está no fim e você ainda pode escolher de que lado estará quando tudo terminar. [Adquira já o seu]

segunda-feira, julho 09, 2007

Acadêmicos defendem a guarda do domingo e o fechamento do comércio

O Departamento de Administração da FEA (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP), publicou uma análise multidisciplinar sobre o "complexo problema da abertura do comércio aos domingos e feriados". A análise abordou as dimensões políticas, econômicas, sociais, culturais e religiosas.

O que chama a atenção nessa análise são os argumentos usados para a dimensão religiosa do problema, incluindo a explícita defesa da guarda do domingo como uma forte razão para o Estado legislar a favor do fechamento do comércio aos domingos. A dimensão religiosa da análise tomou como base o Catecismo da Igreja Católica (CIC) e a Carta Apostólica DIES DOMINI, do papa João Paulo II (1998). O texto até cita a Lei Dominical de Constantino (321 d. C.) como exemplo, afirmando inclusive que o domingo era considerado o "dia do sol" (silencia, porém, sobre as implicações pagãs desse argumento).

Embora o fechamento do comércio aos domingos não implica por esse mesmo ato no surgimento da Lei Dominical, a Igreja Católica está aproveitando o momento para levar para o debate público a questão da guarda do domingo, preparando a sociedade para o surgimento da futura Lei Dominical. A guarda do domingo é um sinal de supremacia da Igreja Católica, e os protestantes norte-americanos demonstrarão sua submissão a Roma em vez de à Palavra de Deus quando ocorrer a união com o poder civil para estabelecerem a Lei Dominical.

"Já é tempo, Senhor, para intervires, pois a tua Lei está sendo violada". Salmo 119:126.

domingo, julho 08, 2007

Aquecimento global é terrorismo climático


A edição de ISTOÉ dessa semana (05/07/2007) entrevistou o professor Luiz Carlos Molion, pós-doutor em meteorologia formado na Inglaterra e nos Estados Unidos, membro do Instituto de Estudos Avançados de Berlim e representante da América Latina na Organização Meteorológica Mundial. Segundo a matéria, Molion é "daqueles cientistas que não temem nadar contra a corrente".

Com base em que o sr. diz que não há aquecimento global?
É difícil dizer que o aquecimento é global. O Hemisfério Sul é diferente do Hemisfério Norte, e a partir disso é complicado pegar uma temperatura e falar em temperatura média global. Os dados dos 44 Estados contíguos dos EUA, que têm uma rede de medição bem mantida, mostram que nas décadas de 30 e 40 as temperaturas foram mais elevadas que agora. A maior divergência está no fato de quererem imputar esse aquecimento às atividades humanas, particularmente à queima de combustíveis fósseis, como petróleo e carvão, e à agricultura, atrás da agropecuária, que libera metano. Quando a gente olha a série temporal de 150 anos usada pelos defensores da tese do aquecimento, vê claramente que houve um período, entre 1925 e 1946, em que a temperatura média global sofreu um aumento de cerca de 0,4 grau centígrado. Aí a pergunta é: esse aquecimento foi devido ao CO2? Como, se nessa época o homem liberava para a atmosfera menos de 10% do que libera hoje? Depois, no pós-guerra, quando a atividade industrial aumentou, e o consumo de petróleo também, houve uma queda nas temperaturas.

Qual seria a origem das variações de temperatura?
Há dez anos, descobriu-se que o Oceano Pacífico tem um modo muito singular na variação da sua temperatura. [Então] me parece lógico que o Pacífico interfira no clima global. Primeiro, a atmosfera terrestre é aquecida por debaixo, ou seja, temos temperaturas mais altas aqui na superfície e à medida que você sobe a temperatura vai caindo - na altura em que voa um jato comercial, por exemplo, a temperatura externa chega a 45 ou 50 graus abaixo de zero. Ora, o Pacífico ocupa um terço da superfície terrestre. Juntando isso tudo, claro está que, se houver uma variação na temperatura da superfície do Pacífico, vai afetar o clima.

O IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática, da ONU) está errado?
O painel não leva em consideração todos os dados. Outra coisa que incomoda bastante, e que o Al Gore [exvice- presidente dos EUA e estrela do documentário Uma verdade inconveniente, sobre mudanças no clima] usa muito, é a concentração de CO2. O IPCC diz claramente que a concentração atingida em 2005, de 339 partes por milhão, ou ppm, foi a maior dos últimos 650 mil anos. Isso é uma coisa ridícula. Eles usam uma série iniciada em 1957 e não fazem menção a medições de concentração de gás carbônico anteriores. É como se nunca ninguém tivesse se preocupado com isso.
O aumento de CO2 não é um fenômeno novo. Nos últimos 150 anos, já chegou a 550, 600 ppm. Como é que se jogam fora essas medidas? Só porque não interessam ao argumento? O leigo, quando vê a coisa da maneira que é apresentada, pensa que só começaram a medir nos últimos 50 anos. O Al Gore usou no filme a curva do CO2 lá embaixo há 650 mil anos e, agora, decolando. Ridículo, palhaço.

Esses temores são cíclicos?
Eu tenho fotos da capa da Time em 1945 que dizia: "O mundo está fervendo." Depois, em 1947, as manchetes diziam que estávamos indo para uma nova era glacial. Agora, de novo se fala em aquecimento. Não é que os eventos sejam cíclicos, porque existem muitos fatores que interferem no clima global. Sem exagero, eu digo que o clima da Terra é resultante de tudo o que ocorre no universo. Se a poeira de uma supernova que explodiu há 15 milhões de anos for densa e passar entre o Sol e a Terra, vai reduzir a entrada de radiação solar no sistema e mudar o clima. Esse ciclo de aquecimento muito provavelmente já terminou em 1998. Existem evidências, por medidas feitas via satélite e por cruzeiros de navio, de que o oceano Pacífico está se aquecendo fora dos trópicos - daí o derretimento das geleiras - e o Pacífico tropical está esfriando, o que significa que estamos entrando numa nova fase fria. Quando esfria é pior para nós...

A quem interessaria o discurso do "aquecimento"?
Quando eu digo que muito provavelmente estamos num processo de resfriamento, eu faço por meio de dados. O IPCC, o nome já diz, é constituído de pessoas que são designadas por seus governos. Os representantes do G-7 não vão aleatoriamente. Vão defender os interesses de seus governos. No momento em que começa uma pressão desse tipo, eu digo que já vi esse filme antes, na época do discurso da destruição da camada de ozônio pelos CFCs, os compostos de clorofluorcarbonos. Os CFCs tinham perdido o direito de patente e haviam se tornado domínio público. Aí inventaram a história de que esses compostos estavam destruindo a camada de ozônio. Começou exatamente com a mesma fórmula de agora. Em 1987, sob liderança da Margaret Thatcher, fizeram uma reunião em Montreal de onde saiu um protocolo que obrigava os países subdesenvolvidos a eliminar os CFCs. O Brasil assinou. Depois, ficamos sabendo que assinou porque foi uma das condições impostas pelo FMI para renovar a dívida externa brasileira. É claro que o interesse por trás disso certamente não é conservacionista...

O sr. também vê interesses econômicos por trás do diagnóstico do aquecimento global?
É provável que existam interesses econômicos por detrás disso, uma vez que os países que dominam o IPCC são os mesmos países que já saíram beneficiados lá atrás.

Não é teoria conspiratória concluir que há uma tentativa de frear o desenvolvimento dos países emergentes?
O que eu sei é que não há bases sólidas para afirmar que o homem seja responsável por esse aquecimento que, na minha opinião, já acabou. Em 1798, Thomas Malthus, inglês, defendeu que a população dos países pobres, à medida que crescesse, iria querer um nível de desenvolvimento humano mais adequado e iria concorrer pelos recursos naturais existentes. É possível que a velha teoria malthusiana esteja sendo ressuscitada e sendo imposta através do aquecimento global, porque agora querem que nós reduzamos o nosso consumo de petróleo, enquanto a sociedade americana, sozinha, consome um terço do que é produzido no mundo.

Para aceitar a tese do sr., é preciso admitir que há desonestidade dos cientistas que chancelam o diagnóstico do aquecimento global...
Eu digo que cientistas são honestos, mas hoje tem muito mais dinheiro nas pesquisas sobre clima para quem é favorável ao aquecimento global. Dinheiro que vem dos governos, que arrecadam impostos das indústrias que têm interesse no assunto. Muitos cientistas se prostituem, se vendem para ter os seus projetos aprovados. Dançam a mesma música que o IPCC toca.

O sr. se considera prejudicado por defender a linha oposta?
Na Eco 92, eu debati com o Mario Molina, que foi quem criou a hipótese de que os clorofluorcarbonos estariam destruindo o ozônio. Ele, em 1995, virou prêmio Nobel de Química. E o professor Molion ficou na geladeira. De 1992 a 1997 eu não fui mais convidado para nenhum evento internacional. Eu tinha US$ 50 mil que o Programa das Nações Unidas havia repassado para fazer uma pesquisa na Amazônia e esse dinheiro foi cancelado...

sexta-feira, julho 06, 2007

Teólogo católico confirma validade do fenômeno UFO


De acordo com o site da revista UFO, o teólogo católico Monsenhor Corrado Balducci, membro da Cúria do Vaticano, declarou, recentemente, em um canal de televisão italiano que "o contato com extraterrestres é um fenômeno real", e enfatizou que "os encontros com extraterrestres não são demoníacos, eles não causam prejuízos psicológicos, eles não são um caso de arquivos de entidades, mas estes contatos merecem ser cuidadosamente estudados".

Conforme análise feita no post "Extraterrestres: eles estão chegando" (Parte 1, Parte 2, Parte 3), a população mundial está sendo condicionada a aceitar um futuro contato com extraterrestres. É por isso que matérias relacionadas a este tema aparecem continuamente na mídia. Tudo indica que o mundo inteiro realmente será enganado: "Terríveis cenas de caráter sobrenatural logo se manifestarão nos céus, como indício do poder dos demônios, operadores de prodígios. Os espíritos diabólicos sairão aos reis da Terra e ao mundo inteiro, para segurá-los no engano, e forçá-los a se unirem a Satanás em sua última luta contra o governo do Céu. Mediante estes agentes, serão enganados tanto governantes como súditos". O Grande Conflito, p. 624.

Agora dá para entender por que o Monsenhor Corrado Balducci está tão interessado em provar a validade do fenômeno UFO...

quinta-feira, julho 05, 2007

Polícia Rodoviária recomenda os mandamentos do Vaticano

A Polícia Rodoviária Federal aproveitou a divulgação, no dia 19 de junho, pelo Vaticano dos 10 mandamentos do motorista católico e estendeu as recomendações a todos os condutores brasileiros, independentemente da orientação religiosa...

A Coordenação de Controle Operacional da PRF recomendou, então, aos superintendentes regionais que mantenham contato com as dioceses da Igreja Católica e se coloquem à disposição para ações de conscientização. Os 10 mandamentos divulgados pelo Vaticano foram listados e cada um deles foi comentado, usando estatísticas e recomendações.

Fonte: O Estado de São Paulo

Nota: O Vaticano está astutamente fazendo aquilo que a IASD já deveria ter feito: destacar a importância dos Dez Mandamentos para a sociedade relacionando-os com as diversas situações do dia-a-dia (outra sugestão: Dez Mandamentos para a preservação ambiental...). Dessa forma, a sociedade lembraria da IASD todas as vezes que se falasse nos Dez Mandamentos. É claro que a Igreja Católica lançou os Dez Mandamentos para o motorista neste momento histórico a fim de promover a imagem de guardiã dos Dez Mandamentos e preparar a opinião pública para o futuro estabelecimento da Lei Dominical (que começará nos EUA). Na verdade, a Igreja Católica mudou historicamente a Lei de Deus (o mandamento que proíbe o culto às imagens, e o mandamento que prescreve a guarda do sábado).

quarta-feira, julho 04, 2007

Clonagem da história

Por trás do atual consenso mundial sobre o tema “aquecimento global” há interesses políticos e até religiosos camuflados (leia a série ECOmenismo neste blog - 6 partes). Até mesmo algumas vozes do mundo secular têm se levantado para discordar da atual histeria mundial sobre o aquecimento global. Embora os cristãos têm o dever de preservar o meio ambiente não só com sua influência, mas também com ações equilibradas, ao mesmo tempo têm o direito de discernir nos acontecimentos atuais prenúncios dos últimos eventos proféticos para este mundo.

Ainda mais percebendo que, como a própria história demonstra, quando o paganismo sente-se ameaçado ou mesmo vê a sua influência sendo anulada pelo impacto do cristianismo, rapidamente tende a arrumar uma razão para perseguir (até fisicamente) os cristãos que procuram adorar o único Deus verdadeiro segundo os princípios da Palavra de Deus.

Na época do Império Romano, por exemplo, o imperador Marco Aurélio (governou entre os anos 161-180 d.C.), ao mesmo tempo um homem culto e supersticioso, perseguiu sem compaixão os cristãos do Império. As razões que ele encontrou para isso é que deveriam deixar os modernos cristãos em estado de alerta: “Durante os primeiros anos do seu reinado, as invasões, inundações, epidemias e outros desastres pareciam suceder uns aos outros sem trégua alguma. Logo correu a voz de que tudo isto se devia aos cristãos, que haviam atraído sobre o Império a ira dos deuses, e se desatou então a perseguição”. Justo González, Uma História Ilustrada do Cristianismo, Vol. 1, pág. 74.

Se epidemias, inundações e outros desastres naturais serviram de motivo para perseguir os cristãos, então, é melhor começar a orar desde já porque em breve a história será clonada: “Nos acidentes e calamidades no mar e em terra, nos grandes incêndios, nos violentos furacões e terríveis saraivadas, nas tempestades, inundações, ciclones, ressacas e terremotos, em toda parte e sob milhares de formas, Satanás está exercendo o seu poder... Estas visitações devem tornar-se mais e mais freqüentes e desastrosas... E então o grande enganador persuadirá os homens de que os que servem a Deus estão motivando esses males... Declarar-se-á que os homens estão ofendendo a Deus pela violação do descanso dominical; que este pecado acarretou calamidades que não cessarão antes que a observância do domingo seja estritamente imposta”. O Grande Conflito, pág. 590.

“Desde já vos digo, antes que aconteça, para que, quando acontecer, creiais que EU SOU”. João 13:19.

quinta-feira, junho 28, 2007

A misericórdia e a ira de Deus - Parte 3

Satanás quer ser o dono deste mundo, e pretende ter como seus súditos todos os habitantes da Terra. Pretende fundar aqui seu reino do mal para sempre. Cristo veio para quebrar o pecado que acorrenta os homens ao Diabo. Em outras palavras, vivemos no meio de um conflito cósmico, onde as forças do bem e do mal lutam para obter o controle da mente humana. Deus usa como arma Sua infinita misericórdia para atrair o ser humano. Quando este O rejeita permanentemente, Deus com dor no coração afasta-se dele, e o deixa seguir seu próprio caminho. Jesus disse que só há dois caminhos nesta vida (Deus ou Satanás) e não existe um terceiro; e o homem que não está com Deus automaticamente está a serviço das forças do mal: “Quem não é por mim é contra mim; e quem comigo não ajunta espalha”. Mt 12:30.


ATITUDES QUE PROVOCAM A IRA DIVINA

Idolatria: (Dt 6:14 e 15; 9:8-12; 32:21), (Js 23:16), (Jz 2:12 e 13; 3:7; 10:6), (1 Rs 14:9; 22:54), (2 Cr 25:14 e 15; 28:24 e 25), (Jr 25:6).
Consultar espiritismo e adivinhação: (2 Rs 21:6).
Desprezar a Palavra de Deus e zombar de seus mensageiros: (2 Cr 36:16).
Profanar o sábado: (Neemias 13:18), (Ez 20:21).
Rejeitar as advertências do Senhor: (Jr 32:32 e 33).
Falar contra o porta-voz de Deus: (Nm 12:9 e 10).
Prática da prostituição e do adultério: (Cl 3:5 e 6).
(Uma lista mais completa de atitudes que provocam a ira de Deus está em 2 Rs 17:7-23).

O apocalipse revela que o dia da ira do Cordeiro acontecerá somente quando Deus permitir: “Depois disto, vi quatro anjos em pé nos quatro cantos da terra, conservando seguros os quatro ventos da terra, para que nenhum vento soprasse sobre a terra, nem sobre o mar, nem sobre árvore alguma”. Ap 7:1. “Ventos”, em profecia simbolizam conflitos, guerras e por extensão todas as demais manifestações da ira divina: “Trarei sobre Elão os quatro ventos dos quatro ângulos do céu e os espalharei na direção de todos estes ventos; e não haverá país aonde não venham os fugitivos de Elão. Farei tremer a Elão diante de seus inimigos e diante dos que procuram a sua morte; farei vir sobre os elamitas o mal, o brasume da minha ira, diz o Senhor; e enviarei após eles a espada até que venha a consumi-los”. Jr 49:36 e 37

O que chama a atenção em todo esse estudo é perceber que Deus é infinitamente mais misericordioso do que a nossa imaginação possa conceber. E o ministério do juízo divino só entra em ação depois que o ministério da graça e misericórdia realizou tudo que estava ao seu alcance para conquistar o coração dos habitantes desse mundo.

Estamos próximos de ver o cumprimento profético da Ira do Cordeiro. Até lá todos estão tendo oportunidades para conhecer melhor a Deus e o Seu amor demonstrado no plano da salvação para redimir o ser humano. Nosso destino eterno dependerá da resposta que dermos ao convite de misericórdia que Deus nos oferece.

“Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida” Ap 22:17.

A misericórdia e a ira de Deus - Parte 2

Como regra geral, a ira de Deus se manifesta por uma simples atitude dEle: retirar Seu favor e Sua proteção do ser humano: “Não me escondas, Senhor, a tua face, não rejeites com ira o teu servo; tu és o meu auxílio, não me recuses, nem me desampares, ó Deus da minha salvação”. Sl 27:9. “Assim sucedeu por causa da ira do Senhor contra Jerusalém e contra Judá, a ponto de os rejeitar de sua presença”. Jr 52:3. De fato, como regra geral, Deus não manda nenhum raio do céu para atingir o ser humano por mais pecador que seja. Na maioria dos casos, Deus não é o agente ativo da Sua ira. A Bíblia revela quem, geralmente, é o agente ativo da ira divina. Ao compararmos dois textos que tratam da mesma história chegaremos a uma conclusão correta: “Tornou a ira do Senhor acender-se contra os israelitas, e ele incitou a Davi contra eles, dizendo: Vai, levanta o censo de Israel e de Judá”. 2Sm 24:1. No livro de Crônicas encontramos o relato paralelo: “Então, Satanás se levantou contra Israel e incitou a Davi a levantar o censo de Israel”. 1Cr 21:1. Aparentemente, os dois textos dizem o contrário. Porém, quando estudamos este assunto da ira de Deus, compreendemos que esses textos não são contraditórios, pois Satanás, via de regra, é o agente ativo da ira divina. Quando Deus abandona o pecador em seus próprios caminhos e retira dele Sua proteção (anjo da guarda, o Espírito Santo), e quando esconde dele Seu rosto e Seu favor, o impenitente fica à mercê das hostes do mal e dos inimigos do povo de Deus controlados por Satanás. Em última análise, o diabo aproveita a oportunidade para enganar e destruir a humanidade que rejeita a misericórdia de Deus.

No passado, em muitas ocasiões Deus manifestou Sua ira, lançando Israel longe de Sua presença. Apesar de que a misericórdia divina sempre ia muito além do que poderia se esperar: “Porém o Senhor teve misericórdia de Israel, e se compadeceu dele, e se tornou para ele, por amor da aliança com Abraão, Isaque e Jacó; e não o quis destruir e não o lançou ainda da sua presença”. 2Rs 13:23. Se dependesse somente de Deus, nunca Ele trocaria a misericórdia por Sua ira para com o ser humano. Acontece que a humanidade é livre para escolher seu próprio caminho; e nessa liberdade acaba escolhendo rejeitar a misericórdia e o favor divinos. É exatamente quando isso repetidamente acontece que Deus derrama Sua ira: “...a boa mão do nosso Deus é sobre todos os que o buscam, para o bem deles; mas a sua força e sua ira, contra todos os que o abandonam”. Ed 8:22.

A manifestação da ira divina pode envolver o engano (1Rs 22:19-23) e a destruição: “O Senhor fará ouvir a sua voz majestosa e fará ver o golpe do seu braço, que desce com indignação de ira, no meio de chamas devoradoras, de chuvas torrenciais, de tempestades e de pedra de saraiva”. Is 30:30. Em outras palavras, quando Deus permite, Satanás e seus agentes podem enganar ou usar as forças da natureza para causar incêndios, enchentes, furacões, tempestades, secas etc. Ainda outro meio muito usado como manifestação da ira divina é a violência e a guerra patrocinadas pelos inimigos do povo de Deus: “Ainda que o exército dos siros viera com poucos homens, contudo, o Senhor lhes permitiu vencer um exército mui numeroso dos judeus, porque estes deixaram o Senhor, Deus de seus pais. Assim, executaram os siros os juízos de Deus contra Joás”. 2Cr 24:24.

Os inimigos do povo de Deus podem ser instrumentos de Sua ira: “Depois disto, diz o Senhor, entregarei Zedequias, rei e Judá, e seus servos, e o povo, e quantos desta cidade restarem de pestilência, da espada e da fome na mão de Nabucodonosor, rei da Babilônia, na de seus inimigos e na dos que procuram tirar-lhes a vida; feri-los-á a fio de espada; não os poupará, não se compadecerá, nem terá misericórdia”. Jr 21:7.

Continua aqui...

A misericórdia e a ira de Deus - Parte 1

Na Palavra de Deus encontramos um tema que tem trazido desconforto e até confusão para os cristãos: a ira de Deus e Seus juízos. Como pode Deus ser amor e ainda assim derramar Seus juízos sobre a humanidade? O profeta João viu em visão a reação daqueles que não estarão preparados para a Volta de Cristo: “E disseram aos montes e aos rochedos: caí sobre nós e escondei-nos da face daquele que se assenta no trono e da ira do Cordeiro, porque chegou o Grande dia da ira deles; e quem é que pode suster-se?”. Ap 6:16 e 17. O mesmo Cordeiro de quem João Batista disse “eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1:29), determinou um dia de acerto de contas com a humanidade pecadora, no qual derramará Sua ira sobre os impenitentes. Esse dia é chamado no Apocalipse de “O Dia da Ira do Cordeiro”. Como entender esse duplo comportamento de Cristo? Para esclarecer esse assunto tão importante precisaremos estudá-lo num contexto mais amplo observando os dois lados de uma mesma moeda: misericórdia versus ira de Deus.


Em primeiro lugar, devemos saber que a misericórdia de Deus alcança toda a humanidade: “Benigno e misericordioso é o Senhor, tardio em irar-se e de grande clemência. O Senhor é bom para todos, e as suas misericórdias permeiam todas as suas obras”. Sl 145:8 e 9. Ele não deseja a morte de ninguém: “Tão certo como eu vivo, diz o Senhor Deus, não tenho prazer na morte do perverso, mas em que o perverso se converta do seu caminho e viva”. Ez 33:11. “Ele, porém, que é misericordioso, perdoa a iniqüidade e não destrói; antes, muitas vezes desvia a sua ira e não dá largas a toda a sua indignação”. Sl 78:38. “As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se a cada manhã. Grande é a tua fidelidade”. Lm 3:22 e 23. Na verdade, a misericórdia de Deus é infinitamente superior a sua ira: “Porque não passa de um momento a sua ira; o seu favor dura a vida inteira”. Sl 30:5. “O Senhor é tardio em irar-se, mas grande em poder e jamais inocenta o culpado”. Na 1:3. Deus não tem prazer na Sua ira, pelo contrário, é um ato estranho ao Seu caráter: “Porque o Senhor se levantará, como no monte Perazim, e se irará, como no vale de Gibeom, para realizar a sua obra, a sua obra estranha, e para executar o seu ato, o seu ato inaudito”. Is 28:21. Sem dúvida, a misericórdia divina é tão grande e importante que na Bíblia encontramos um salmo inteiro demonstrando essa verdade: “Porque a misericórdia do Senhor dura para sempre”. Sl 136.


Muitos podem pensar que, geralmente, Deus é o agente ativo de Sua própria ira. Porém, uma análise mais profunda da Bíblia nos levará a uma conclusão diferente. Senão vejamos: “[Senhor] abandonará a Israel por causa dos pecados que Jeroboão cometeu e pelos que fez Israel cometer”. 1 Rs 14:16. “Nesse dia, a minha ira se acenderá contra ele; desampará-lo-ei e dele esconderei o rosto, para que seja devorado; e tantos males e angústias o alcançarão, que dirá naquele dia: Não nos alcançaram estes males por não estar o nosso Deus no meio de nós?”. Dt 31:17.

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quarta-feira, junho 27, 2007

Norma coloca Bush acima dos Três Poderes em caso de emergência

Enquanto o debate sobre as normas de imigração nos Estados Unidos dominava o noticiário, a Casa Branca ditou uma norma que dá ao presidente poderes para “coordenar” o trabalho dos poderes Executivo, Judiciário e Legislativo em caso de uma “emergência catastrófica” – o equivalente no Brasil à declaração de estado de emergência. Seria uma situação inédita no sistema político americano, caracterizado pela total independência dos três poderes.

O assunto ganhou pouquíssima atenção na grande mídia dos EUA, mas levantou discussões acaloradas nos blogs de política. Lee Rogers, do RogueGovernment.com, foi direto ao ponto: “A linguagem vaga da norma dá a oportunidade de fazer do presidente um ditador na ocorrência dessa tal emergência catastrófica”.

O texto do documento, divulgado em 9 de maio em uma nota de imprensa da Casa Branca, é realmente vago, concorda o cientista político Peri Arnold, da Universidade Notre Dame. “Emergência catastrófica” é definida como “qualquer incidente, independentemente da localização, que resulte em níveis extraordinários de feridos ou mortos entre a população ou que cause danos ou interrupção dos serviços de infra-estrutura, meio ambiente, economia ou nas funções do governo”.

“Um incidente como o Katrina seria uma emergência catastrófica? Seria o suficiente para George Bush passar a controlar os demais poderes?”, indaga Rogers no blog.

Segundo a definição de emergência catastrófica, sim. Qualquer desastre ambiental que ponha a vida de um grande número de pessoas e a governabilidade em risco é motivo para convocar a diretriz NSPD51. Um atentado nos moldes do 11/9 também, além de um extenso ataque hacker a uma rede sensível do governo, como as que abrigam documentos secretos do Pentágono, por exemplo.

O blogueiro aponta outras armadilhas na redação do documento, em especial a parte que explica o que seria o governo de resistência constitucional (ECG, sigla em inglês), ou seja, o governo liderado pelo presidente que garantiria a continuação do sistema constitucional, mesmo no caso de atentado terrorista com a perda de sedes físicas de governo, como o Capitólio e a Casa Branca. “ECG significa um esforço de cooperação entre o Executivo, o Legislativo e o Judiciário, coordenado pelo presidente”, diz a diretriz.

“Se o presidente vai coordenar tal esforço, isso o coloca na responsabilidade pelos três poderes. A linguagem é maliciosa. Fala sobre cooperação, mas o coloca como líder. Na prática, ele vai ditar dizer o que o governo vai fazer”, critica.

Arnold prefere não classificar a NSPD51 como um perigo à democracia. Ressalta que o documento deixa claro que o governo de resistência constitucional existiria para “preservar nossa forma de governo sob a Constituição”:

– Originalmente, um documento como este existe para que a Presidência e os altos ministérios tenham legitimação suficiente mesmo depois de uma tragédia. Mas a administração Bush resolveu ampliar a emergência para todo o governo, englobando até as agências mais mundanas na elaboração de um plano de reação à catástrofe.

A tática, crê, é equivocada.

– Minha preocupação é menos com o autoritarismo presidencial e mais com a criação de um exercício gigantesco que pode ser inútil. Colocar todas as funções de governo em prática numa catástrofe não é tão eficiente. Qual a necessidade de o Escritório de Patentes funcionar se houver um ataque nuclear? – ironiza.

Fonte: Jornal do Brasil

(Assista mais aqui)

sábado, junho 23, 2007

Satanismo na Globo

A cultura cristã do Brasil vem sendo pouco a pouco substituída por uma cultura pagã. A mídia tem contribuído muito para neutralizar a consciência dos cristãos e estimular a prática dos valores e costumes pagãos. A Rede Globo não é a única, mas é a principal promotora do paganismo no Brasil. Agora, quem diria, com a veiculação da nova telenovela Sete Pecados, a Globo chegou mesmo ao fundo do poço em termos de moral. Basta lembrarmos que esses sete pecados retratam o estilo de vida defendido pelo satanista Anton LaVey em sua sinistra obra The Satanic Bible. Nessa obra é promovida a completa indulgência para com os sete pecados que agora desfilam na tela da Globo. É isso mesmo, o satanismo será promovido de norte a sul do Brasil diariamente. O fato de a trama ser obra de ficção ou fantasia não diminui em nada a influência e o alcance de sua propaganda ideológica. A consciência do brasileiro está completamente anestesiada (para não dizer cauterizada). Espero que pelo menos os cristãos se mantenham bem longe desse lixo moral.

“Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade” (Isaías 5:20).

quarta-feira, junho 13, 2007

Encontro inédito

Baseando-se na interpretação historicista que vê o cumprimento das profecias escatológicas da Bíblia ocorrendo ao longo da história a partir do momento histórico em que foram dadas, a Igreja Adventista tem interpretado o Apocalipse e identificado os dois poderes representados pelas duas bestas do capítulo 13 como sendo o Vaticano e os EUA. Esses dois poderes agindo em comum acordo instalarão em breve uma Lei Dominical através do poder civil, tendo o objetivo de levar o mundo todo a reverenciar o domingo como dia de guarda. Quando isso acontecer, a guarda do domingo se tornará um sinal de adoração do paganismo – a marca da besta profetizada no Apocalipse. A justificativa para a implantação de tal lei virá das razões mais diversas possíveis como: crise ambiental, crise energética, crise econômica ou social...

É dentro desse contexto que o encontro histórico do presidente norte-americano, George W. Bush, com o papa Bento XVI, ocorrido no Vaticano, no último sábado (09 de junho), deve ser entendido.

Três pontos devem ser destacados desse encontro:

1- O protocolo diplomático pede que o visitante, ao dirigir-se ao papa, o trate de “Vossa Santidade”. O fato do governante da maior potência do mundo (nação protestante, inclusive) reconhecer o papa como “Vossa Santidade” é um sinal não só do poder de Roma, mas também um sinal profético: “... e toda a terra se maravilhou, seguindo a besta”. Apocalipse 13:3. De acordo com o Portal G1, George Bush cometeu uma “gafe” porque em alguns momentos chamou o papa de “Senhor” e não de “Vossa Santidade”.
2- A maioria daqueles que visitam o bispo de Roma vestem-se de preto, enquanto o papa sempre aparece de branco. Acontece que o preto-e-branco tem um significado peculiar dentro do ocultismo. O simbolismo do preto-e-branco serve para apontar a superioridade espiritual no ocultismo. Em outras palavras: o sacerdote sempre se veste de branco enquanto os demais, para demonstrar submissão espiritual vestem-se de preto. Observe que, no encontro de sábado, não só o presidente Bush como também sua mulher estavam de preto. (Link “Fotografias”).

Observe outros exemplos:

João Paulo II no Encontro Ecumênico de Oração em Assis

João Paulo II e a rainha Elizabeth II

João Paulo II e Bill Clinton

Bento XVI e Tony Blair

Bento XVI e Angela Merkel
3- Outro fato interessante é que George Bush deu um presente ao papa Bento XVI: um bastão com a inscrição dos Dez Mandamentos! É curioso notar, por exemplo, que Zoroastro (fundador da religião pagã do Zoroastrismo) costumava também carregar um Bastão de Autoridade, e que o satanismo o considera (Zoroastro) um tipo do Anticristo – e de Lúcifer (inclusive vestia-se de branco). Um Bastão de Autoridade com a inscrição dos Dez Mandamentos? O que será que Bush tinha em mente ao dar esse presente para o papa? Será que o Anticristo estaria próximo de aparecer? Ou o sinal do paganismo estaria próximo de ser imposto? Observe a imagem e tire suas próprias conclusões...

Idéias têm conseqüências – Parte 2

O autor, então, toca no ponto central da questão: “A implicação óbvia é que não se deve misturar o que Deus deu em tal esplendor variado. Isso vale no âmbito sexual. Somos sexualmente santos ao guardar as diferenças de sexo e gênero que Deus ordenou... Quando Deus criou o mundo e o santificou fazendo diferenças, ele imprimiu a sua própria pessoa no modo que as coisas são... No paganismo, a unidade envolve a destruição das diferenças, a autonomia radical do indivíduo e a aniquilação máxima da personalidade. No teísmo, a unidade nutre, incentiva e celebra as diferenças e as une numa tapeçaria rica e ordenada por Deus de complementabilidade interminavelmente variada... A heterossexualidade espelha o caráter de um universo divinamente criado em que a unidade é a unidade da comunhão das diferenças... Se Deus, o Criador, se distingue das coisas que Ele fez, então manter as diferenças – na vida em geral e na sexualidade em particular – é uma parte essencial da verdade sobre o mundo. Dizer que não há separação entre nós e Deus, dizer que tudo é o mesmo, dizer que todas as permutações sexuais são boas é expressar falsidade acerca da sexualidade” (págs 128-130, 133 e 135).

Jones também menciona as implicações da androgenia: “Pessoas andróginas, quer homossexuais ou bissexuais, expressam dentro de si mesmas ambas as identidades sexuais. No ato sexual elas se envolvem tanto como homens quanto como mulheres... e assim provam tanto a androgenia física quanto a espiritual. No plano físico elas se tornam monistas clássicos, unindo os opostos, experimentando um mundo sem diferenças... A androgenia apaga as distinções, inclusive a distinção entre o humano e o divino” (pág. 76). É por isso que, o Movimento Gay esconde-se atrás de uma máscara chamada “direitos humanos” para tentar, na verdade, implantar uma visão pagã em todo o mundo. Fato esse que pode ser comprovado pelas palavras da antiga diretora de planos de ação da National Gay and Lesbian Task Force, Paula Ettelbrick: “Ser homossexual é mais do que montar a casa, dormir com alguém do mesmo sexo e buscar a aprovação estatal para se viver desse jeito... Ser homossexual significa forçar os parâmetros do sexo, da sexualidade e da família e, no processo, transformar a própria estrutura da sociedade” (pág. 67).

O paralelo com a antiga Sodoma é impressionante: “Como os sodomitas que queriam arrombar a porta da casa de Ló há milênios, o movimento gay moderno se reúne às portas de nossas igrejas e instituições acadêmicas exigindo entrada e pleno reconhecimento”. (pág. 63). Como pode ser visto, no final só uma das duas visões de mundo subsistirá. “O evangelho pagão prega que a redenção é a liberação do Criador e repúdio às estruturas da criação. Ele oferece a ‘liberação’ do sexo de sua essência complementar heterossexual”. Por outro lado, “o evangelho cristão proclama que a redenção é a reconciliação com o Criador e honrar o lado bom da criação. Esse evangelho celebra o lado bom do sexo dentro de seus devidos limites heterossexuais” (pág. 97).

Agora é com você. Qual será sua escolha?

“Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei” (Mateus 11:28).

Saiba mais: Sobre as implicações políticas e filosóficas do Movimento Gay leia aqui.

Idéias têm conseqüências – Parte 1

No domingo passado a cidade de São Paulo sediou pela 11ª vez a Parada Gay, um evento com claras implicações políticas, filosóficas e religiosas.

O momento é mais que propício para uma melhor análise das implicações religiosas do Movimento Gay. Razão pela qual recomendo a leitura do livro “O Deus do Sexo – Como a espiritualidade define a sua sexualidade”, de autoria de Peter Jones, Editora Cultura Cristã.

“Nesse livro provocante e autêntico, o teólogo e especialista em neo-paganismo, Peter Jones, apresenta duas visões da sexualidade que surgiram de duas opções religiosas ligadas a duas cosmovisões fundamentais”.

Segundo o autor, por trás do Movimento Gay está uma maneira pagã de ver o mundo. “A crença pagã na divindade de todas as coisas é chamada de monismo. O monismo é um-ismo, isto é, os seres humanos, os animais, as árvores, as pedras e Deus são um porque todas as coisas têm a mesma natureza”. Enquanto o “oposto do monismo é o teísmo, a nobre cosmovisão da Bíblia, que revela e honra a Deus como Senhor de tudo. Deus e o universo são distintos, como um relógio e um relojoeiro”. (pág. 106). O autor cita também as palavras de Lloyd Geering, pensador monista da Nova Zelândia: “Diferente do caráter dualista do mundo cristão, o novo mundo global é monista. Isso significa que o universo é visto como essencialmente um”. (pág 39).

Portanto, dentro do monismo não há espaço para um Deus Transcendente já que tal filosofia admite uma só realidade: não há separação entre Criador e criaturas. Já para o teísmo, “dar a Deus um lugar distinto é santificá-Lo, ou confessá-Lo como ‘santo’ porque o significado fundamental de santo [na Bíblia] é ‘separado’... O mandamento de reconhecer a Deus como santo significa separá-lo como único, ou seja, não confundi-lo com outras entidades que reivindicam o direito à divindade ou confundi-lo com o que ele fez. Os dois não são o mesmo”. (pág. 106 e 107).

Sobre esse ponto Jones, então, conclui: “Não há somente um círculo que envolve a realidade, como afirmam os monistas. A Bíblia insiste em que os cristãos desenhem dois círculos. Há dois tipos de realidade: a realidade do Criador Divino e a realidade da ordem criada. Esse ‘dualismo’ entre céu e terra, entre Deus e a criação – o dualismo que os pensadores pagãos tanto difamam – é a própria essência da revelação bíblica”. (pág. 112).

Seguindo o raciocínio proposto o autor continua: “A distinção entre Criador e criatura determinou o modo como Deus cria. Deus fez a matéria cósmica nascer do nada, do ‘caos’ original ou matéria sem forma. A obra da criação de Deus transformou o caos em universo organizado. Como um especialista habilidoso... Deus criou estabelecendo distinções, filtrando as coisas e dando a cada coisa o seu lugar e função. Essa é a essência do que a Bíblia quer dizer com o ato da criação. É por isso que a separação é imediatamente associada ‘ao que é bom’. O paganismo crê que a separação é má; Deus declara que é boa.’E viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas’. (Gênesis 1:3)... Os atos de ‘separação’ criativa de Deus têm relação com a noção de santidade... Separar e santificar são termos sinônimos... Ao filtrar as coisas e dar a cada uma um nome específico e uma função diferente [incluindo aí a questão de gênero: macho e fêmea], Deus está ‘santificando’ e declarando santo o que Ele faz. Elas refletem, em algum nível de criatura, a santidade de Deus”. (págs 119-121).

Continua...

Domingo é dia de compras

O domingo tem sido um dos dias preferidos dos consumidores em todo o Brasil. O comércio comemora os lucros, mas vai ter que se ajustar às novas regras trabalhistas.

Nenhum degrau vazio na escada rolante e lojas cheias no dia de folga da maioria dos brasileiros. O impressor gráfico Antônio preferiu usar o domingo para pesquisar preço de ar condicionado.

“No meio da semana estou muito ocupado, chego cansado do trabalho”, disse ele.

Os funcionários do comércio ganham, atualmente, um dia de folga para cada três domingos trabalhados. Agora, o Ministério do Trabalho definiu uma nova regra: a cada dois domingos de trabalho, o empregado terá um domingo de folga.

O funcionamento das lojas aos domingos continua dependendo da autorização de cada município. Mas quem abrir, vai ter que obedecer a determinação do ministério.

O vendedor Renato Labes diz que vale a pena. “Em um dia normal de venda a gente vende em média R$ 2 mil. Domingo a gente chega a vender R$ 6 mil”, explica o vendedor.

Às 15h do domingo, os corredores e lojas de um shopping do subúrbio do Rio de Janeiro estão lotados. A imagem comprova o que constatou uma pesquisa nacional: o domingo, definitivamente, virou um dos principais dias de compra para o consumidor brasileiro. Em quatro anos, o número de pessoas que dizem ir às compras aos domingos subiu de 59% para 73%.

A pesquisa encomendada por entidades do setor mostrou que 93% dos shoppings de grande porte abrem nesse dia. Os domingos também rendem lucros para os supermercados: esse dia da semana já representa 12% do faturamento semanal.

Ulisses, como a maior parte dos consumidores – 52% dizem não ter tempo – alega falta de tempo para as compras nos outros dias.

“Presente para a namorada, para o irmão, para a mãe, para a sogra, para todo mundo. Durante a semana é muito corrido, o tempo é muito curto”, justifica o consumidor.

A nova regra para o trabalho no comércio aos domingos será enviada à Casa Civil até a próxima segunda-feira. O governo federal vai decidir se ela vai valer através de uma medida provisória ou se vai encaminhar ao Congresso um projeto de lei.

Fonte: Jornal Nacional, 11 de junho de 2007

(Colaboração: Fernando Machado)

NOTA: Devagar, mas de modo constante, o assunto do descanso dominical está sendo introduzido na mídia. Em breve a guarda do domingo se tornará o tema dominante e a profecia bíblica sobre a crise final então se cumprirá. Aqueles que inadvertidamente honram o domingo como dia do Senhor devem mais que depressa dar ouvidos à Palavra de Deus:

“Santificai os Meus sábados [sétimo dia], pois servirão de sinal entre Mim e vós, para que saibais que Eu sou o Senhor, vosso Deus” (Ezequiel 20:20).

Parada Gay teve patrocinadores pela 1ª vez

Os patrocinadores garantirão, pela primeira vez, boa parte da verba da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo, que chega à 11ª edição no domingo, a partir da avenida Paulista. "A parada já teve um ou outro apoiador que fazia uma ação de marketing, mas nunca teve patrocinadores", diz André Guimarães, da equipe de organização.

Marcas sem foco específico no público gay, como a vodca Smirnoff Ice, o energético Flash Power e as sandálias Goóc, compraram cotas de R$ 10 mil a R$ 50 mil. Os principais parceiros são empresas estatais: a Petrobras, que injetou R$ 200 mil, e a Caixa Econômica Federal, com R$ 120 mil. A Prefeitura de São Paulo gastou R$ 350 mil em infra-estrutura.

No total, a parada e seus eventos paralelos custarão cerca de R$ 1,2 milhão. As marcas têm direito a espaço nos trios elétricos (serão 23 neste ano), banners, etc., com destaque proporcional ao investimento...

Fonte: Folha de São Paulo, 6 de junho de 2007

NOTA: Para todo tipo de evento ou campanha que venha defender princípios e valores contrários ao teísmo (como a Parada Gay de domingo passado) o dinheiro (financiamento) sempre aparece em abundância. Nesse caso até mesmo de empresas estatais (caso fosse correntista da Caixa, fecharia minha conta imediatamente). A ligação entre o paganismo e o socialismo é por afinidade mesmo: só não vê quem não quer. Outro exemplo aqui.

Será que para uma campanha de defesa dos princípios e valores do teísmo poderíamos contar com o financiamento de empresas estatais também? Só alguém muito ingênuo responderia “sim”. Sem contar o folheto que seria distribuído no evento de domingo incentivando o uso de drogas.

“E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mateus 24:12).

quarta-feira, junho 06, 2007

Bush faz sinal ocultista em público

O presidente norte-americano, George W. Bush, ao receber a visita da rainha Elizabeth II, no começo do mês de maio, foi fotografado ao lado dela fazendo o sinal conhecido como “mão chifrada” ou “mão cornuda”, sinal usado para invocar os demônios em rituais de ocultismo e satanismo.

Veja a foto aqui.

O momento para realizar o sinal parece que foi propositadamente escolhido, já que a casa real britânica está profundamente envolvida com o ocultismo.

Para saber mais sobre o sinal ocultista da “mão chifrada” leia aqui.

Cientistas encontram cocaína no ar de Roma

Um grupo de cientistas descobriu partículas de cocaína e maconha, além de cafeína e tabaco, no ar da capital italiana. A concentração das drogas no ar foi mais alta em volta da universidade de Roma Sapienza, mas o médico Angelo Cecinato, do Conselho de Pesquisa Nacional, disse que ainda é precipitado tirar conclusões sobre os hábitos dos alunos.

Os pesquisadores, que divulgaram o estudo no dia 31 de maio, caracterizaram seu estudo como "o primeiro do mundo a mostrar a presença de partículas de cocaína suspensas na atmosfera da cidade", e disseram que utilizaram amostras de Roma, da cidade de Taranto, no sul da Itália, e da capital argelina Argel.

Nicotina e cafeína foram detectadas em todas as três, "mostrando como está difundido o consumo dessas substâncias e como elas permanecem na atmosfera", disseram os cientistas em comunicado.

A concentração de cocaína na atmosfera de Roma foi de no máximo apenas 0,1 nanograma por metro cúbico (1 nanograma é um bilionésimo de grama) durante os meses de inverno, disseram os pesquisadores. Mas as conclusões são preocupantes para a saúde pública. [grifo acrescentado].

"É bem documentado que mesmo pequenas concentrações desses poluentes no ar podem prejudicar seriamente a saúde", disse o médico Ivo Allegrini, do Instituto para Poluição Atmosférica do CNR. [grifo acrescentado].

Fonte: Portal G1


NOTA: Já que a simples presença de partículas de cocaína e maconha no ar oferece “preocupação para a saúde pública”, que razões alguns ativistas ainda encontram para pressionar a sociedade a fim de alcançarem a legalização dessas drogas? Todo o tipo de intemperança (uso de substâncias que causam qualquer tipo de dano ao corpo e/ou à mente) deve ser repudiado pela sociedade para o próprio bem dessa geração e das gerações futuras. Isso é um dever social e religioso: “Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo” (1 Coríntios 6:19 e 20).