Na pequena sala do professor Álvaro Luiz Tronconi, no prédio principal da Universidade de Brasília, misturam-se livros-texto suas duas especialidades: física da matéria condensada e percepção extrassensorial.
Doutor em física pela Universidade de Oxford, Reino Unido, Tronconi coordena um grupo de uma dezena de docentes que se reúnem para estudar fenômenos que supostamente existem, mas que estão fora do alcance da ciência "tradicional".
Fundado em 1989, o Núcleo de Estudos de Fenômenos Paranormais da UnB promove pesquisas e cursos em quatro áreas: astrologia, ufologia, conscienciologia (relacionada aos potenciais do cérebro humano) e terapias integrativas (propondo novas abordagens na medicina).
Um curso de percepção extrassensorial, por exemplo, envolvia "acessar o mundo extrafísico". Um exercício ajudava a "ver assombração, acessar algo do passado, olhar algo do futuro".
Tronconi diz que o núcleo já passou por vacas magras e gordas, dependendo do reitor. "Na atual administração o pessoal é menos radical", alegra-se o pesquisador.
Ele reclama de preconceito contra a área. Com frequência os comitês da UnB negam dinheiro para seu grupo. "Mas eles negaram sem julgar o mérito. Sempre falaram que era bobagem, que a UnB não podia permitir aquilo porque ia colocar a universidade em descrédito."
Os órgãos de fomento federais também negam verba, fazendo com que o núcleo procure fundações estrangeiras interessadas na área.
Uma pena, diz. Esses conhecimentos poderiam ser úteis para a sociedade.
"Existe a astrologia médica, por exemplo. Aqui em Brasília você até encontra um ou outro médico que, quando você vai lá fazer o exame, ele pega seus dados e diz qual parte do seu corpo é mais vulnerável, o que pode ajudar no diagnóstico."
Ele diz que sensitivos poderiam também ajudar a polícia. Suas opiniões não deveriam servir como palavra em tribunais, diz, mas eles deveriam fazer parte das equipes de investigações.
"Algumas pessoas dizem que é charlatanismo, que é feitiçaria, que é coisa de quem tem distúrbio mental", diz. Mas, segundo ele, os alunos se interessam profundamente pelo assunto.
Entre as atividades de pesquisa recentes está a busca pela compreensão dos episódios de supostos aparecimentos de extraterrestres na Terra. Uma outra pesquisa tenta mostrar que sensitivos podem dar diagnósticos precisos da doença de alguém.
O último trabalho de Tronconi envolveu levar seis deles para o hospital da UnB para adivinhar o que os pacientes tinham. A conclusão foi que os sensitivos não conseguiam acertar mais do que um computador chutando doenças aleatórias.
Isso não é motivo para desistir das pesquisas, porém, diz Tronconi.
"Quando há um grande médium, um paranormal, a gente vê que ele é capaz de realizar certos fenômenos", diz. "Mas chega uma hora que ele está cansado ou estressado e vai fazer uma demonstração. Então percebe que não vai dar conta e arruma um jeito de fazer usando um truque. Isso pode acabar com toda a reputação dele."
Fonte: Folha Online
NOTA: A ciência nunca é neutra. Sempre vem acompanhada de pressupostos filosóficos que direcionam seus trabalhos. Sobre o caso exposto nesta matéria fica claro que levar alunos para "adivinhar" a doença de certos pacientes não tem nada de científico... além de se basear em pressupostos perigosos, do ponto de vista bíblico: "Que em teu meio não se encontre alguém que... faça presságio, oráculo, adivinhação ou magia, ou que pratique encantamentos, que interrogue espíritos ou adivinhos, ou ainda que invoque os mortos; pois quem pratica essas coisas é abominável ao Senhor" (Dt 18:10-12 Bíblia de Jerusalém).
segunda-feira, maio 31, 2010
terça-feira, maio 18, 2010
Google admite ter coletado dados pessoais de acesso à internet
O Google admitiu na sexta-feira, 5, que, desde o início do Google Street View, serviço de mapas com fotos de ruas, vem coletando "inadvertidamente" informações pessoais sobre usuários que utilizam redes sem fio desprotegidas ao redor do mundo. Em post no blog oficial da empresa, o vice-presidente sênior de engenharia e pesquisa, Alan Eustace, assumiu que a companhia armazenou dados como os nomes das redes sem fio e os números dos roteadores dos internautas, mas não teve acesso às informações transmitidas na rede pelas pessoas.
De acordo com o executivo, a coleta de informações ocorreu por conta de um erro técnico causado por um código de programação mal escrito no software desenvolvido para que os carros de mapeamento do Street View acessem a web. Eustace conta que o programa vinha, desde 2007, copiando os endereços de acesso das redes pessoais que detectava e os armazenava num pequeno banco de dados, problema que passou despercebido pelos técnicos do Google.
Ainda no post, a empresa se compromete a apagar as informações assim que possível e informa que já entrou em contato com os principais órgãos reguladores mundiais para iniciar o processo. O esforço, contudo, não deve ser suficiente para acalmar os ânimos dos defensores da privacidade on-line ao redor do mundo.
Segundo informações do New York Times, o comissário federal para proteção de dados e liberdade de informação da Alemanha, Peter Schaar, ironizou os motivos apontados pelo Google para a coleta dos dados e concluiu que "o software defeituoso foi instalado e usado sem ter passado por testes, por isso bilhões de bits foram coletados sem que ninguém tenha reparado, nem mesmo as equipes técnicas do Google".
Já Simon Davies, diretor da Privacy International, entidade mundial para proteção de dados pessoais transmitidos na web, acredita que os danos, tanto à privacidade dos internautas quanto à imagem pública do Google serão irreparáveis. Ele analisa que, em três anos, o site de buscas saiu de uma posição de quase adoração em todas as partes para se tornar uma espécie de "Big Brother" do comportamento dos internautas.
Fonte: Ti Inside
NOTA blog Resta Uma Esperança: Estamos sendo vigiados e já faz algum tempo, por enquanto é só para garantir que o trabalho pode ser feito, mas tarde, como afirma a profecia, tudo estará sob controle mundial. Tomemos cuidado!
De acordo com o executivo, a coleta de informações ocorreu por conta de um erro técnico causado por um código de programação mal escrito no software desenvolvido para que os carros de mapeamento do Street View acessem a web. Eustace conta que o programa vinha, desde 2007, copiando os endereços de acesso das redes pessoais que detectava e os armazenava num pequeno banco de dados, problema que passou despercebido pelos técnicos do Google.
Ainda no post, a empresa se compromete a apagar as informações assim que possível e informa que já entrou em contato com os principais órgãos reguladores mundiais para iniciar o processo. O esforço, contudo, não deve ser suficiente para acalmar os ânimos dos defensores da privacidade on-line ao redor do mundo.
Segundo informações do New York Times, o comissário federal para proteção de dados e liberdade de informação da Alemanha, Peter Schaar, ironizou os motivos apontados pelo Google para a coleta dos dados e concluiu que "o software defeituoso foi instalado e usado sem ter passado por testes, por isso bilhões de bits foram coletados sem que ninguém tenha reparado, nem mesmo as equipes técnicas do Google".
Já Simon Davies, diretor da Privacy International, entidade mundial para proteção de dados pessoais transmitidos na web, acredita que os danos, tanto à privacidade dos internautas quanto à imagem pública do Google serão irreparáveis. Ele analisa que, em três anos, o site de buscas saiu de uma posição de quase adoração em todas as partes para se tornar uma espécie de "Big Brother" do comportamento dos internautas.
Fonte: Ti Inside
NOTA blog Resta Uma Esperança: Estamos sendo vigiados e já faz algum tempo, por enquanto é só para garantir que o trabalho pode ser feito, mas tarde, como afirma a profecia, tudo estará sob controle mundial. Tomemos cuidado!
sexta-feira, maio 14, 2010
quinta-feira, maio 13, 2010
Trabalhar 10 horas por dia aumenta 60% os problemas cardíacos
Trabalhar três horas a mais que a jornada de 7 a 8 horas diárias expõe a pessoa a um risco 60% maior de desenvolver problemas cardíacos, segundo estudo publicado pelo European Heart Journal.Um total de 6.014 trabalhadores londrinos com idades entre 39 e 61 anos (4.262 homens e 1.752 mulheres) e sem patologia cardíaca foram acompanhados durante 11 anos em média, até 2002-2004, como parte de um amplo estudo batizado Whitehall II.
Durante os 11 anos de acompanhamento, 369 dos voluntários morreram de problemas cardíacos ou tiveram um acidente cardíaco não fatal ou uma angina de peito.
Trabalho adicional afetaria o metabolismoou encobriria os estados depressivos, de ansiedade ou de falta de sono: "As relações entre as longas horas de trabalho e as enfermidades cardiovasculares é independente de um conjunto de fatores de risco medidos no início do estudo, como o tabaco, o excesso de peso ou uma taxa elevada de colesterol", precisou Marianna Virtanen, que dirigiu o estudo do Finnish Institute of Occupational Health (Helsinque) e da University College of London, em um comunicado.
Quem trabalha mais do que a jornada-padrão na maioria das legislações trabalhistas geralmente são homens, mais jovens que a média do grupo e que ocupam postos de maior responsabilidade.
A relação entre as horas adicionais de trabalho e as enfermidades cardiovasculares parece clara, mas a causa nem tanto, segundo os autores. Uma pista pode ser que o trabalho adicional afetaria o metabolismo ou encobriria os estados depressivos, de ansiedade ou de falta de sono.
O "presentismo doentio" através do qual, ao contrário do ausentismo, os empregados vão trabalhar inclusive doentes, ignorando os sintomas e sem consultar um médico, pode igualmente estar entre as causas do problema.
No entanto, as pessoas que gostam de seu trabalho e têm tendência a trabalhar mais simplesmente pelo prazer, poderão sofrer um risco menor de enfermidade cardíaca.
Marianna Virtanen avalia várias pistas, como costumes de vida pouco saudáveis e fatores de risco mais extensos entre as pessoas que trabalham em excesso.
"Outra possibilidade é que o estresse crônico (geralmente associado às longas horas de trabalho) afete o organismo", acrescenta, explicando que ainda são necessárias pesquisas adicionais.
Fonte: G1
quarta-feira, maio 12, 2010
Cientistas buscam explicação científica para a infidelidade
Pesquisadores têm buscado embasamento científico e justificativas para um fenômeno que talvez nunca seja fácil de explicar: a infidelidade. Estudos sugerem que variações genéticas estariam relacionadas à dificuldade de ser fiel. Por exemplo um trabalho feito com 552 pares de gêmeos e seus parceiros, que avaliou um gene presente na maioria dos mamíferos, relacionado à formação de vínculos. Os homens que carregavam variações desse gene eram menos propensos a se casar: os que se casaram tiveram mais crises conjugais, e suas mulheres eram mais infelizes, segundo o estudo, feito pelo Instituto Karolinska, na Suécia.Mas é claro que não é possível utilizar esse dado para prever o comportamento masculino em um relacionamento. "Você olha um "pegador" e identifica, por atitudes e pela forma de se relacionar, que ele tem maior tendência à traição. Mas ainda não dá para dizer que foi programado geneticamente para agir dessa forma", comenta a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de SP.
Outros estudos dizem que é possível treinar o cérebro para resistir a desejos "proibidos". [grifo acrescentado]
Um grupo da Universidade McGill, no Canadá, fez várias pesquisas para mostrar a reação de pessoas comprometidas diante das tentações. Concluíram, em um primeiro estágio, que, quanto mais comprometida é a pessoa, mais ela sente repulsa por alguém ou alguma situação que ameace seu relacionamento. Em um dos trabalhos, foi solicitado aos voluntários que dessem notas para fotos de pessoas do sexo oposto. As mais atraentes receberam notas mais altas. Depois, as mesmas fotos foram mostradas, seguidas da informação de que aquelas pessoas gostariam de encontrar os voluntários. Dessa vez, as avaliações foram piores.
Os canadenses ainda avaliaram como os sexos responderiam às ameaças de traição.
Em dois estudos, as mulheres se mostraram mais conscientes do risco de ferir a relação por causa de uma situação proibida, tornando-se mais compreensivas com os parceiros, por exemplo, ao discutir o relacionamento. Os homens não alteraram o comportamento após um flerte simulado.
Uma outra linha de pesquisa tenta provar o que parece óbvio: para Arthur Aron, pesquisador da Stony Brook University, nos EUA, não são os sentimentos de lealdade e de amor que mantêm os casais fiéis. Seus experimentos com atividades monótonas e instigantes mostram que o desafio constante eleva a satisfação dos parceiros com a relação.
"Partindo da hipótese de que não somos naturalmente monogâmicos, que é a mais aceita pelos estudiosos, podemos dizer que alguns se moldam mais e outros não conseguem. A fidelidade é um aprendizado e se sustenta pela necessidade de adequação social, econômica e afetiva", resume Abdo.
Fonte: Folha de São Paulo, 12 de maio de 2010.
NOTA: Partindo da premissa que Deus criou o ser humano para ser monogâmico e que a entrada do mal (pecado) alterou essa tendência, destaco uma das pesquisas citadas nesta matéria, segundo a qual "é possível treinar o cérebro para resistir a desejos proibidos". Isso fica mais agradável e espiritualmente correto de se fazer quando o indivíduo coopera com o agente divino: "Eu vos darei coração novo e porei dentro de vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne. Porei dentro de vós o meu Espírito e farei que andeis nos meus estatutos, guardeis os meus juízos e os observeis" (Ez 36:26, 27). Experimente você também...
sexta-feira, maio 07, 2010
Aliens já visitam a Terra há décadas
Após Stephen Hawking afirmar que o homem deveria temer um encontro com alienígenas , o ex-Ministro da Defesa do Canadá, Paul Hellyer, disse essa semana que os aliens não somente já chegaram à Terra, mas também não oferecem perigo à humanidade.
O ex-ministro afirma não entender por que um dos mais importantes cientistas do planeta encorajaria pensamentos desta espécie já que, segundo ele, os extraterrestres teriam nos ajudado no desenvolvimento tecnológico, como em microchips e telecomunicações, conta o site TheStar . Hellyer afirmou que Hawking estaria divulgando informações equivocadas sobre um tema amplo e importantíssimo.
Paul Hellyer, que há anos fala sobre os visitantes das estrelas, declarou que extraterrestres visitam a Terra há décadas, e até mesmo milênios, contribuindo consideravelmente para o avanço das sociedades humanas. Segundo ele, microchips, fibra-ótica e telas de computadores são apenas alguns exemplos de tecnologias que tiveram origem em espaçonaves extraterrestres, informa o site indiano The Hindu.
O ex-ministro canadense tem 86 anos e começou a se interessar pelo assunto em 1967, mas, durante seu exercício, não teve quaisquer informações sobre OVNIs por parte dos militares. Mesmo assim, outras personalidades da política canadense comentam sobre a excentricidade de Hellyer e sobre como ele fala abertamente sobre alienígenas vivendo entre os humanos e sua contribuição para nosso desenvolvimento.
As opiniões tanto de Stephen Hawking quanto de Paul Hellyer são polêmicas, e cabe a cada um decidir no que acredita mas vale lembrar Hawking é membro honorário da Royal Astronomical Society, o que garante um pouco mais de crédito ao astrofísico.
Fonte: Yahoo
NOTA: Parece que, de alguma forma, os "aliens" vão mesmo aparecer por aqui para corroborar o engano final no planeta Terra... Quem viver verá...
Saiba mais: "Alienígenas já existem na Terra - afirmam cientistas da Bulgária".
O ex-ministro afirma não entender por que um dos mais importantes cientistas do planeta encorajaria pensamentos desta espécie já que, segundo ele, os extraterrestres teriam nos ajudado no desenvolvimento tecnológico, como em microchips e telecomunicações, conta o site TheStar . Hellyer afirmou que Hawking estaria divulgando informações equivocadas sobre um tema amplo e importantíssimo.
Paul Hellyer, que há anos fala sobre os visitantes das estrelas, declarou que extraterrestres visitam a Terra há décadas, e até mesmo milênios, contribuindo consideravelmente para o avanço das sociedades humanas. Segundo ele, microchips, fibra-ótica e telas de computadores são apenas alguns exemplos de tecnologias que tiveram origem em espaçonaves extraterrestres, informa o site indiano The Hindu.
O ex-ministro canadense tem 86 anos e começou a se interessar pelo assunto em 1967, mas, durante seu exercício, não teve quaisquer informações sobre OVNIs por parte dos militares. Mesmo assim, outras personalidades da política canadense comentam sobre a excentricidade de Hellyer e sobre como ele fala abertamente sobre alienígenas vivendo entre os humanos e sua contribuição para nosso desenvolvimento.
As opiniões tanto de Stephen Hawking quanto de Paul Hellyer são polêmicas, e cabe a cada um decidir no que acredita mas vale lembrar Hawking é membro honorário da Royal Astronomical Society, o que garante um pouco mais de crédito ao astrofísico.
Fonte: Yahoo
NOTA: Parece que, de alguma forma, os "aliens" vão mesmo aparecer por aqui para corroborar o engano final no planeta Terra... Quem viver verá...
Saiba mais: "Alienígenas já existem na Terra - afirmam cientistas da Bulgária".
terça-feira, maio 04, 2010
sexta-feira, abril 23, 2010
Conselho Mundial de Igrejas promove o ECOmenismo
Concluiu-se ontem em Cochabamba, na Bolívia, a Conferência Mundial dos Povos sobre Mudanças Climáticas e os Direitos da Mãe Terra.
No final do evento, foi apresentada uma declaração ecumênica, na qual organizações e personalidades cristãs insistem na função positiva que as religiões e a espiritualidade podem desempenhar para obter uma coexistência mais harmoniosa entre a humanidade e a natureza.
"As mudanças climáticas são o produto de uma mentalidade humana que considera a natureza como objeto de dominação, exploração e manipulação, e o ser humano como dono e medida" – lê-se na declaração.
Os signatários reconhecem "que uma interpretação da tradição judaico-cristã contribuiu na história a fomentar este tipo de antropocentrismo e a exploração indiscriminada da natureza, mal interpretando a responsabilidade de cuidar da criação, a pedido de seu Criador".
A declaração ecumênica pede uma nova espiritualidade de coexistência respeitosa, que se forje em um diálogo entre os povos da Terra.
A coalizão organizou painéis sobre as religiões – especialmente o Cristianismo – e as mudanças climáticas, assim como a apresentação de publicações recentes sobre o tema.
Para o encarregado do Conselho Mundial de Igrejas sobre Mudanças Climáticas, Dr. Guillermo Kerber, a Conferência dos Povos ofereceu a oportunidade de escutar quem serão os mais afetados pelo clima.
A finalidade do evento, convocado pelo Presidente boliviano, Evo Morales, foi unir os defensores da natureza, analisar as causas estruturais que provocam as mudanças climáticas e elaborar propostas e medidas em favor da vida e da sobrevivência da Mãe Terra.
Fonte: Rádio Vaticano
NOTA: A linguagem usada ("Mãe Terra") evidencia a inspiração deste movimento ECOmênico: paganismo. Que os cristãos devem cuidar da natureza é óbvio, mas não para promover conceitos pagãos de adoração à criatura em lugar do Criador. O objetivo do ECOmenismo, além de político e econômico, é também religioso: adoração à Gaia e anulação da Lei de Deus através da exaltação do domingo (dia que o homem santificou no lugar do sábado bíblico)...
No final do evento, foi apresentada uma declaração ecumênica, na qual organizações e personalidades cristãs insistem na função positiva que as religiões e a espiritualidade podem desempenhar para obter uma coexistência mais harmoniosa entre a humanidade e a natureza.
"As mudanças climáticas são o produto de uma mentalidade humana que considera a natureza como objeto de dominação, exploração e manipulação, e o ser humano como dono e medida" – lê-se na declaração.
Os signatários reconhecem "que uma interpretação da tradição judaico-cristã contribuiu na história a fomentar este tipo de antropocentrismo e a exploração indiscriminada da natureza, mal interpretando a responsabilidade de cuidar da criação, a pedido de seu Criador".
A declaração ecumênica pede uma nova espiritualidade de coexistência respeitosa, que se forje em um diálogo entre os povos da Terra.
A coalizão organizou painéis sobre as religiões – especialmente o Cristianismo – e as mudanças climáticas, assim como a apresentação de publicações recentes sobre o tema.
Para o encarregado do Conselho Mundial de Igrejas sobre Mudanças Climáticas, Dr. Guillermo Kerber, a Conferência dos Povos ofereceu a oportunidade de escutar quem serão os mais afetados pelo clima.
A finalidade do evento, convocado pelo Presidente boliviano, Evo Morales, foi unir os defensores da natureza, analisar as causas estruturais que provocam as mudanças climáticas e elaborar propostas e medidas em favor da vida e da sobrevivência da Mãe Terra.
Fonte: Rádio Vaticano
NOTA: A linguagem usada ("Mãe Terra") evidencia a inspiração deste movimento ECOmênico: paganismo. Que os cristãos devem cuidar da natureza é óbvio, mas não para promover conceitos pagãos de adoração à criatura em lugar do Criador. O objetivo do ECOmenismo, além de político e econômico, é também religioso: adoração à Gaia e anulação da Lei de Deus através da exaltação do domingo (dia que o homem santificou no lugar do sábado bíblico)...
sexta-feira, abril 16, 2010
Os Adventistas

Um documentário sobre a mensagem e ministério de saúde da Igreja Adventista do Sétimo Dia está programado para ser levado ao ar por estações de difusão pública por todos os Estados Unidos, começando em 3 de abril. "Os Adventistas" explora o que o cineasta independente Martin Doblmeier considera um paradoxo: uma comunidade de fé conservadora na linha de frente da tecnologia médica.
Saber por que os adventistas, que crêem na breve vinda de Jesus, têm um compromisso com a longevidade e bem viver motivou o documentário, explicou Doblmeier.
O filme começa com a cronologia da Igreja Adventista, dando enfoque sobre a pioneira Ellen G. White e outros membros originais após o desapontamento da falha do retorno de Jesus à Terra em 1844. Os adventistas hoje, Doblmeier parece dizer segundo o filme avança, têm tanta fé quanto os membros originais, mas são comprometidos em viver responsável e positivamente, impactando aqueles ao seu redor enquanto esperam pela Segunda Vinda de Cristo. Esse impacto é em grande medida enraizado na ênfase da Igreja no viver saudável, conclui o filme de Doblmeir.
Ao filmar "Os Adventistas", Doblmeier disse que o que o impressionou mais foi "quão central é a teologia de atenção à saúde" para o adventismo. O filme apresenta histórias de muitos dos principais hospitais e centros médicos da Igreja Adventista, inclusive o Centro Médico da Universidade Loma Linda, na Califórnia, o Centro Médico Kettering, em Kettering, Ohio, o Hospital Santa Helena, em Santa Helena, California, e o Centro de Saúde Celebration, em Celebration, Flórida, onde a mãe de Doblmeier certa vez recebeu tratamento.
"Os Adventistas" remonta a herança de viver saudável da Igreja ao final dos anos 1800. Mesmo então, os centros médicos dirigidos pelos adventistas eram mecas de saúde conhecidos por oferecer as mais avançadas técnicas médicas -- o Sanatório de Battle Creek, em Battle Creek, Michigan, atraía pacientes tais como Amelia Earhart e Henry Ford, historia o filme.
Doblmeier dedica considerável tempo do filme a avanços mais recentes na área médica, como o transplante bem sucedido do coração de um babuíno numa criança no Centro Médico da Universidade Loma Linda, bem como avanços na área de cirurgia robótica e mesmo à distância.
Ele também destaca o compromisso dos adventistas com a guarda do sábado. "Eu realmente me senti tocado pela cultura do sábado na Igreja Adventista. Os adventistas não ficam simplesmente à toa no sábado -- estão ajudando as pessoas e impactando suas comunidades", comenta Doblmeir.
A reação ao filme de parte da comunidade adventista tem sido "gratificante", disse Doblmeier, acrescentando que espera que aqueles que não tenham formação adventista achem o filme "uma avaliação equilibrada e positiva" do impacto da Igreja nos Estados Unidos.
De uma perspectiva adventista, o filme pode parece por demais positivo, mas Doblmeier declarou que acredita que os não-adventistas que o virem poderão considerar alguns aspectos do filme de forma diferente. "Eles verão Ellen White e suas visões retratadas honestamente em seu papel central na fundação da Igreja, e creio que isso irá levantar algumas sobrancelhas", ele comentou.
"Os Adventistas" é o último dos 25 filmes de Doblmeier, que obteve prêmios cinematográficos ao retratar religião, fé e espiritualidade, o que inclui "Bonhoeffer", um documentário sobre o teólogo Dietrich Bonhoeffer, que resistiu ao nazismo, e "Albert Schweitzer: Chamado à África", um filme recordando a vida daquele humanitário ganhador do prêmio Nobel.
Doblmeier é presidente e fundador de Journey Films, sediado em Alexandria, Virginia, EUA. Descobrir "o que está acontecendo na cultura contemporânea e ver como a religião está interagindo nisso" motiva esses filmes, explica Doblmeier.
Uma discussão da visão holística adventista sobre ministério de saúde é "oportuno", mas o lançamento do filme quando a reforma de assistência de saúde está nas manchetes dos jornais nos Estados Unidos é particularmente "um tempo providencial", ele disse.
Doblmeier admitiu que seu enfoque limitado ao ministério de saúde nos Estados Unidos não cobre muitos aspectos da denominação global. Outro filme explorando o aspecto internacional da Igreja e sua êfanse em educação poderá fazer parte de planos futuros, ele indicou.
A Igreja Adventista do Sétimo Dia de Sligo, em Takoma Park, Maryland, apresentará uma exibição de "Os Adventistas" no dia 3 de abril às 7:30 da tarde. Uma sessão de perguntas e respostas com Doblmeier se seguirá à exibição. Apresentações também ocorrerão duas vezes ao dia durante a sessão da Assembleia da Associação Geral, de 27 de junho a 2 de julho, em Atlanta, Georgia.
Para encomendar uma cópia em DVD de "Os Adventistas" ou saber mais a respeito dos filmes de Doblmeier, visite www.journeyfilms.com.
Fonte: Adventist News Network
Bilderberg localizado!
O Clube de Bilderberg irá realizar seu encontro anual nos dias 3 a 6 de Junho na Espanha, em Sitges, um pequeno e exclusivo resort nas proximidades de Barcelona, protegidos por uma muralha de guardas armados que vedarão o resort na inútil tentativa de manter o evento em segredo.
O encontro do Clube de Bilderberg seguirá, assim, o padrão de seu grupo irmão, a Comissão Trilateral, que irá se reunir no Four Season Resort, em Dublin, Irlanda, nos dias 6 a 10 de maio. Líderes do Bilderberg Club também estarão presentes no encontro dos "trilateralistas", para elaborar suas agendas comuns.
A expectativa dos integrantes do Clube de Bilderberg é de que a recessão econômica global se estenda por pelo menos um ano, de acordo com um consultor financeiro internacional que trabalha junto a vários integrantes do bloco globalista. Dentre muitas outras razões, está a intenção do grupo de criar um "departamento do tesouro" global, submetido à autoridade da ONU, já proposto no encontro anterior, que foi na Grécia, mas impedido pelos nacionalistas da Europa e dos EUA. Os "nacionalistas" (uma palavra torpe e odiosa para o Bilderberg Club), negaram-se a entregar a soberania de seus países à ONU. No dia 29 de março, durante um pronunciamento na Universidade de Columbia, um notório reduto do esquerdismo, nos EUA, o presidente da França Nicolas Sarkozy afirmou que "nós devemos inventar uma nova ordem monetária global", segundo apontou fonte da AFP (American Free Press).
Ele se referia claramente ao recentemente proposto "departamento do tesouro" mundial.
O objetivo máximo do Clube de Bilderberg continua o mesmo: tornar a ONU um governo mundial com as "nações-estado" reduzidas a meras referências geográficas. A União Européia se tornaria uma única entidade política, seguida pela "União Americana" e, finalmente, a "União Pacífico-Asiática". Na "União Americana" estaria incluso todo o hemisfério ocidental, com Cuba e outras ilhas.
Assim como ocorre União Européia, a "União Americana" teria legislação própria, comissão executiva e chefe de estado que pode impor leis às nações membros. Teria também uma moeda comum similar ao Euro, apagando qualquer símbolo de soberania dos estados membros. A "União Pacífico-Asiática", ou "APU" (sigla em inglês) seguiria um caminho similar.
Mas o crescente conhecimento público da maldosa agenda do Bilderberg Club e dos "trilateralistas" emergiu como uma significante barreira. Por décadas, até 1975, quando "The Spotlight" [antigo nome da AFP] surgiu, o blecaute era 100 por cento completo no mundo todo.
Hoje, na Europa, os grandes jornais das metrópoles e redes de tevê abordam as ações desses grupos intensamente, com manchetes nas páginas principais. Nos EUA, jornais independentes e rádios cobrem amplamente a ações do Bilderberg Club.
Já os grandes jornais do EUA se calam, mantendo um completo blecaute. Isto porque seus executivos prometem a esses grupos manter seus encontros em segredo enquanto estiverem vivos.
Mas assim que o conhecimento do público cresce, também cresce a resistência patriótica. Há forte resistência em toda a Europa quanto ao crescimento dos poderes da União Européia às custas das soberanias nacionais. Nos EUA, há resistência contra o Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (NAFTA), que pretende eliminar as fronteiras entre os Estados Unidos, o México e o Canadá. O plano do Clube de Bilderberg e da Comissão Trilateral é fazer o NAFTA se expandir, alcançando todo o hemisfério, e evoluindo em seguida para a "União Americana".
Nos anos 90, o Clube de Bilderberg estava confiante que a "União Americana" estaria estabelecida no ano 2000. Uma década depois, eles continuam lutando - e perdendo - a batalha.
James P. Tucker Jr.
(Jornalista veterano que desde 1975 é amplamente reconhecido por saber em detalhes os fatos e as intrigas de blocos globalistas como o Clube de Bilderberg).
Fonte: American Free Press
Tradução: Mídia Sem Máscara
Saiba mais: "As Sociedades Secretas no tempo do Fim".
O encontro do Clube de Bilderberg seguirá, assim, o padrão de seu grupo irmão, a Comissão Trilateral, que irá se reunir no Four Season Resort, em Dublin, Irlanda, nos dias 6 a 10 de maio. Líderes do Bilderberg Club também estarão presentes no encontro dos "trilateralistas", para elaborar suas agendas comuns.
A expectativa dos integrantes do Clube de Bilderberg é de que a recessão econômica global se estenda por pelo menos um ano, de acordo com um consultor financeiro internacional que trabalha junto a vários integrantes do bloco globalista. Dentre muitas outras razões, está a intenção do grupo de criar um "departamento do tesouro" global, submetido à autoridade da ONU, já proposto no encontro anterior, que foi na Grécia, mas impedido pelos nacionalistas da Europa e dos EUA. Os "nacionalistas" (uma palavra torpe e odiosa para o Bilderberg Club), negaram-se a entregar a soberania de seus países à ONU. No dia 29 de março, durante um pronunciamento na Universidade de Columbia, um notório reduto do esquerdismo, nos EUA, o presidente da França Nicolas Sarkozy afirmou que "nós devemos inventar uma nova ordem monetária global", segundo apontou fonte da AFP (American Free Press).
Ele se referia claramente ao recentemente proposto "departamento do tesouro" mundial.
O objetivo máximo do Clube de Bilderberg continua o mesmo: tornar a ONU um governo mundial com as "nações-estado" reduzidas a meras referências geográficas. A União Européia se tornaria uma única entidade política, seguida pela "União Americana" e, finalmente, a "União Pacífico-Asiática". Na "União Americana" estaria incluso todo o hemisfério ocidental, com Cuba e outras ilhas.
Assim como ocorre União Européia, a "União Americana" teria legislação própria, comissão executiva e chefe de estado que pode impor leis às nações membros. Teria também uma moeda comum similar ao Euro, apagando qualquer símbolo de soberania dos estados membros. A "União Pacífico-Asiática", ou "APU" (sigla em inglês) seguiria um caminho similar.
Mas o crescente conhecimento público da maldosa agenda do Bilderberg Club e dos "trilateralistas" emergiu como uma significante barreira. Por décadas, até 1975, quando "The Spotlight" [antigo nome da AFP] surgiu, o blecaute era 100 por cento completo no mundo todo.
Hoje, na Europa, os grandes jornais das metrópoles e redes de tevê abordam as ações desses grupos intensamente, com manchetes nas páginas principais. Nos EUA, jornais independentes e rádios cobrem amplamente a ações do Bilderberg Club.
Já os grandes jornais do EUA se calam, mantendo um completo blecaute. Isto porque seus executivos prometem a esses grupos manter seus encontros em segredo enquanto estiverem vivos.
Mas assim que o conhecimento do público cresce, também cresce a resistência patriótica. Há forte resistência em toda a Europa quanto ao crescimento dos poderes da União Européia às custas das soberanias nacionais. Nos EUA, há resistência contra o Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (NAFTA), que pretende eliminar as fronteiras entre os Estados Unidos, o México e o Canadá. O plano do Clube de Bilderberg e da Comissão Trilateral é fazer o NAFTA se expandir, alcançando todo o hemisfério, e evoluindo em seguida para a "União Americana".
Nos anos 90, o Clube de Bilderberg estava confiante que a "União Americana" estaria estabelecida no ano 2000. Uma década depois, eles continuam lutando - e perdendo - a batalha.
James P. Tucker Jr.
(Jornalista veterano que desde 1975 é amplamente reconhecido por saber em detalhes os fatos e as intrigas de blocos globalistas como o Clube de Bilderberg).
Fonte: American Free Press
Tradução: Mídia Sem Máscara
Saiba mais: "As Sociedades Secretas no tempo do Fim".
quarta-feira, abril 14, 2010
Outro forte terremoto faz tremer a China
Uma série de terremotos atingiu entre terça-feira e quarta-feira a região da Província de Qinghai, na China, deixando ao menos 400 mortos e outros 10 mil feridos. O mais forte dos tremores [14 de abril] teve magnitude 6,9 - segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), que monitora a atividade sísmica mundial.
Veja outros terremotos de grande magnitude que atingiram o mundo neste ano:
12 de janeiro:
Um terremoto devastador de magnitude 7 atingiu a região da capital do Haiti, Porto Príncipe, deixando mais de 230 mil mortos e 2 milhões de desabrigados.
27 de fevereiro:
Um tremor de magnitude 8,8 devastou o centro-sul do Chile e causou vários tsunamis na pior tragédia do tipo desde 1950. Segundo o balanço mais recente do governo, foram 486 mortos e 79 desaparecidos no tremor, que deixou ainda mais de 2 milhões de pessoas e causando danos materiais estimados em US$ 30 bilhões (R$ 53,8 bilhões).
4 de março:
Um terremoto de magnitude 6,4 atinge Taiwan, na China, sem deixar vítimas.
6 de março:
Um terremoto de magnitude 7,1 atingiu o sudoeste de Sumatra, na Indonésia, sem deixar vítimas.
8 de março:
Um tremor de magnitude 6 registrado deixou ao menos 41 mortos em Elazig, na Turquia, onde causou o desabamento de dezenas de casas de pedra e barro em uma Província remota.
14 de março:
Um terremoto de magnitude 6,6 atinge o noroeste do Japão e é sentido em várias cidades da região. Não há vítimas.
No mesmo dia, um terremoto de magnitude 7 causa pânico nos moradores do leste da Indonésia, mas não causa alertas de tsunami ou vítimas.
25 de março:
Um terremoto de magnitude 6,1 atinge as Filipinas sem deixar vítimas ou danos materiais.
O tremor, que teve epicentro no mar, ao norte do estreito de Mindoro e a 72,4 quilômetros de profundidade, foi sentido na capital, Manila.
4 de abril:
O tremor de magnitude 7,2, com epicentro a 60 quilômetros da fronteira mexicana com os EUA, foi sentido nos Condados de San Diego, Orange, Imperial e Riverside, além de atingir levemente edifícios em locais mais distantes, como em Los Angeles.
O terremoto no México foi o terceiro de grande intensidade ocorrido na América no último trimestre, após o de 7 graus que devastou o Haiti em janeiro o de 8,8 que atingiu o sul e o centro do Chile em fevereiro.
Fonte: Folha Online
Saiba mais: "Os piores terremotos desde 2000".
NOTA: O pior é que ainda tem gente que não acredita que o aumento do número de terremotos seja um sinal da iminente Volta de Cristo...
terça-feira, abril 13, 2010
A fraude do aquecimento global
O aquecimento global não é uma ameaça à humanidade – uma histeria “aquecimentista”, sim! As mudanças climáticas são fenômenos naturais que ocorrem há centenas de milhões de anos e contra as quais a humanidade pouco pode fazer no seu atual estágio de conhecimento, além de entender melhor a sua dinâmica e adaptar-se adequadamente a elas. O infundado alarmismo “aquecimentista” é promovido por interesses políticos e econômicos, que transformaram um debate científico em uma obsessão mundial e uma verdadeira indústria. Por isso, o público em geral ignora que:- não há qualquer evidência científica concreta que vincule os combustíveis fósseis aos aumentos de temperaturas ocorridos desde o final do século XIX;
- as temperaturas mundiais pararam de subir no final da década de 1990 e estão em queda;
- os níveis do mar já foram mais altos que os atuais;
- as atuais concentrações atmosféricas de CO2 estão entre as mais baixas da história geológica da Terra;
- temperaturas e níveis de CO2 mais altos que os atuais seriam benéficos para a maioria dos seres vivos, inclusive o homem.
A fraude do aquecimento global supostamente causado pelo homem está sendo manipulada para converter a atividade científica em um processo de “assembléia de consenso”, apoiado por uma mídia geralmente acrítica e anestesiada e pelos recursos técnicos de Hollywood. Neste livro, encontram-se argumentos para ajudar a devolver essa discussão crucial ao campo do qual ela jamais deveria ter sido subtraída: o da boa ciência e do bom senso.
Fonte: Alerta em Rede
NOTA: Além de interesses políticos e econômicos há também interesses religiosos por trás do aquecimento global!!
terça-feira, março 30, 2010
Vaticano: celibato não é a causa de casos de pedofilia
O presidente do Conselho Pontifício para a Promoção dos Cristãos, cardeal Walter Kasper, disse ontem que o celibato não está relacionado aos casos de pedofilia na Igreja Católica revelados nas últimas semanas. "Não é um dogma, mas uma velha tradição, e não é necessário revisar essa legislação." A onda de escândalos de menores abusados por sacerdotes já atingiu Irlanda, Holanda, Áustria, Alemanha, Suíça e EUA.
Fonte: Folha de São Paulo, 30 de março de 2010.
Várias organizações laicas católicas, entre elas o movimento internacional "Somos Igreja", além de associações de ex-padres casados, solicitam há muitos anos o fim da tradição.
Desde o início, no século IV, a Igreja Católica institucionalizou a castidade e o celibato com uma ordem do Papa, ou seja, humana. Por este motivo, outras igrejas cristãs não praticam a abstinência sexual e o celibato.
Fonte: Terra
NOTA: Novamente o grande problema da Igreja Católica - colocar a Tradição acima da autoridade bíblica: "E aos solteiros e viúvos digo que lhes seria bom se permanecessem no estado em que também eu vivo. Caso, porém, não se dominem, que se casem; porque é melhor casar do que viver abrasado" (1Co 7:8 e 9).
Fonte: Folha de São Paulo, 30 de março de 2010.
Várias organizações laicas católicas, entre elas o movimento internacional "Somos Igreja", além de associações de ex-padres casados, solicitam há muitos anos o fim da tradição.
Desde o início, no século IV, a Igreja Católica institucionalizou a castidade e o celibato com uma ordem do Papa, ou seja, humana. Por este motivo, outras igrejas cristãs não praticam a abstinência sexual e o celibato.
Fonte: Terra
NOTA: Novamente o grande problema da Igreja Católica - colocar a Tradição acima da autoridade bíblica: "E aos solteiros e viúvos digo que lhes seria bom se permanecessem no estado em que também eu vivo. Caso, porém, não se dominem, que se casem; porque é melhor casar do que viver abrasado" (1Co 7:8 e 9).
Compulsão por gordura funciona como vício em cocaína
Uma pesquisa publicada esta semana afirma que os mecanismos do corpo que provocam vício em drogas são os mesmos que geram a compulsão por comer alimentos calóricos.A pesquisa feita pelo Scripps Research Institute, no Estado americano da Flórida, afirma que, assim como o vício em drogas como cocaína, a compulsão por comidas gordurosas – como doces e frituras – é extremamente difícil de ser combatida.
O estudo, realizado com camundongos, mostra que as partes do cérebro que lidam com o prazer deterioram-se gradualmente na medida em que o consumo vai aumentando. Essas regiões do cérebro vão respondendo cada vez menos aos estímulos, o que fez com que os camundongos comessem cada vez mais, tornando-se obesos.
O mesmo teste foi realizado com heroína e cocaína, e os ratos responderam da mesma forma.
Para o cientista Paul Kenny, que coordenou a pesquisa de três anos, uma dieta com alimentos gordurosos possui elementos que viciam.
"No estudo, os animais perderam completamente o controle sobre seu hábito de alimentação, o primeiro sinal de vício. Eles continuaram comendo demais mesmo quando antecipavam que receberiam choques elétricos, mostrando o quão estimulados eles estavam para consumir a comida."
A experiência foi feita com alimentos que provocam obesidade se consumidos em excesso, como bacon, salsichas e cheesecakes. Os animais começaram a engordar imediatamente. O cientista relata que quando a dieta foi trocada por alimentos mais saudáveis, alguns deles se recusaram a comer e preferiram não se alimentar.
Depois de analisar o resultado da pesquisa com camundongos, Kenny e sua equipe estudaram os mecanismos que provocam a compulsão.
O receptor D2 responde à dopamina, um neurotransmissor que está relacionado à percepção de prazer – como o provocado por comida, sexo ou drogas.
Quando há excesso no consumo de drogas como cocaína, por exemplo, o cérebro é "inundado" com dopamina, aumentando a sensação de prazer. Um processo semelhante acontece com dietas gordurosas. Com o tempo, no entanto, o cérebro recebe menos dopamina.
A pesquisa foi publicada neste domingo no jornal Nature Neuroscience.
Fonte: BBC Brasil
Manipulação da atividade cerebral muda julgamento moral
O julgamento moral de uma pessoa pode ser alterado através da manipulação de uma região específica do seu cérebro com um campo magnético, segundo sugere um estudo realizado por cientistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT).
No estudo, os cientistas partiram do princípio de que quando julgamos se uma ação é moralmente certa ou errada, nós nos apoiamos na nossa capacidade de compreender o estado mental da pessoa que a praticou.
Assim, os especialistas procuraram enfraquecer a atividade das células de uma região do cérebro que busca entender o estado mental de outros.
A área escolhida - chamada junção têmporo-parietal - fica localizada na parte acima e atrás do ouvido direito.
Primeiro, os pesquisadores usaram um campo magnético aplicado no couro cabeludo que produzia uma corrente fraca que bloqueia temporariamente a ação normal das células dessa área do cérebro de alguns voluntários e depois apresentaram eles algumas situações.
Em uma das situações, por exemplo, os voluntários tinham que julgar se consideravam um ato permissível ou condenável uma mulher servir café com açúcar para uma amiga em que o pó branco adicionado à bebida que tinha um rótulo de "tóxico".
Na história, a substância era açúcar mesmo e a amiga não morreu mas, como deveriam julgar sabendo das intenções da mulher que leu o rótulo que indicava que o pó poderia ser prejudicial à saúde da amiga?
Os pesquisadores constataram que a habilidade dos voluntários de fazer um julgamento moral que exige a compreensão das intenções de outras pessoas - como nesta suposta tentativa de assassinato fracassada - ficou prejudicada.
Mesmo que a amiga não tenha morrido, a ação dela seria condenável ou não?
Outro cenário perguntava aos voluntários se era permissível que um homem deixasse a namorada atravessar uma ponte que ele sabia não ser segura, mesmo que ela tenha conseguido fazer a travessia sem sofrer um acidente.
Em ambos os casos, um julgamento baseado somente no resultado da ação consideraria a mulher que ofereceu o café e o homem que permitiu a travessia da namorada isentos de culpa, mesmo que o comportamento dos dois parecesse ter a intenção de prejudicar outras pessoas.
Nestes dois casos, os cientistas descobriram que quando a junção têmporo-parietal tem seu funcionamento afetado, as pessoas têm maior probabilidade de julgar tentativas fracassadas de prejudicar outra pessoa como atos moralmente permissíveis.
A habilidade de interpretar intenções foi prejudicada e os voluntários se viram forçados a se concentrar mais nas informações sobre o desfecho da história ao fazer um julgamento.
O trabalho científico foi publicado na última edição da revista especializada Proceedings of the National Academy of Sciences.
Fonte: BBC Brasil
NOTA: É inevitável e aterrorizante pensar em uma aplicação em larga escala desta descoberta o que resultaria na manipulação de massas, ao maior estilo Big Brother...
No estudo, os cientistas partiram do princípio de que quando julgamos se uma ação é moralmente certa ou errada, nós nos apoiamos na nossa capacidade de compreender o estado mental da pessoa que a praticou.
Assim, os especialistas procuraram enfraquecer a atividade das células de uma região do cérebro que busca entender o estado mental de outros.
A área escolhida - chamada junção têmporo-parietal - fica localizada na parte acima e atrás do ouvido direito.
Primeiro, os pesquisadores usaram um campo magnético aplicado no couro cabeludo que produzia uma corrente fraca que bloqueia temporariamente a ação normal das células dessa área do cérebro de alguns voluntários e depois apresentaram eles algumas situações.
Em uma das situações, por exemplo, os voluntários tinham que julgar se consideravam um ato permissível ou condenável uma mulher servir café com açúcar para uma amiga em que o pó branco adicionado à bebida que tinha um rótulo de "tóxico".
Na história, a substância era açúcar mesmo e a amiga não morreu mas, como deveriam julgar sabendo das intenções da mulher que leu o rótulo que indicava que o pó poderia ser prejudicial à saúde da amiga?
Os pesquisadores constataram que a habilidade dos voluntários de fazer um julgamento moral que exige a compreensão das intenções de outras pessoas - como nesta suposta tentativa de assassinato fracassada - ficou prejudicada.
Mesmo que a amiga não tenha morrido, a ação dela seria condenável ou não?
Outro cenário perguntava aos voluntários se era permissível que um homem deixasse a namorada atravessar uma ponte que ele sabia não ser segura, mesmo que ela tenha conseguido fazer a travessia sem sofrer um acidente.
Em ambos os casos, um julgamento baseado somente no resultado da ação consideraria a mulher que ofereceu o café e o homem que permitiu a travessia da namorada isentos de culpa, mesmo que o comportamento dos dois parecesse ter a intenção de prejudicar outras pessoas.
Nestes dois casos, os cientistas descobriram que quando a junção têmporo-parietal tem seu funcionamento afetado, as pessoas têm maior probabilidade de julgar tentativas fracassadas de prejudicar outra pessoa como atos moralmente permissíveis.
A habilidade de interpretar intenções foi prejudicada e os voluntários se viram forçados a se concentrar mais nas informações sobre o desfecho da história ao fazer um julgamento.
O trabalho científico foi publicado na última edição da revista especializada Proceedings of the National Academy of Sciences.
Fonte: BBC Brasil
NOTA: É inevitável e aterrorizante pensar em uma aplicação em larga escala desta descoberta o que resultaria na manipulação de massas, ao maior estilo Big Brother...
OMS exagerou alerta sobre gripe suína
Quase um ano após os primeiros sinais do vírus H1N1, o Conselho da Europa conclui que a Organização Mundial da Saúde (OMS) exagerou no alerta em relação à pandemia de gripe suína. Em Genebra, a agência de saúde da ONU anunciou que iniciará um processo de revisão de seus trabalhos, inclusive sobre o uso da palavra "pandemia" em futuras crises. Apesar da polêmica, a OMS insistiu que o Brasil mantenha seu programa de vacinação.
Deputados no Conselho da Europa chegaram à conclusão de que a OMS colocou em risco a credibilidade de entidades internacionais ao exagerar em seu alerta sobre a gripe suína. O relatório, elaborado após três meses de investigações, aponta que essa perda de credibilidade põe em risco milhares de vidas.
O documento foi redigido pelo deputado trabalhista britânico Paul Flynn, vice-presidente do comitê de saúde do conselho. "Quando a próxima pandemia aparecer, muitos não darão credibilidade às recomendações da OMS. Eles se recusarão a ser vacinados e colocarão suas vidas e de outros em risco", diz o texto.
O relatório lembra que a estimativa oficial era de até 65 mil mortes apenas na Grã-Bretanha. Um ano depois, foram apenas 360. No mundo, 17 mil morreram pela gripe em um ano.
O documento também acusa a OMS de falta de transparência em relação à decisão de decretar a pandemia e alerta que os especialistas que tomaram a decisão poderiam estar sob influência das empresas de medicamentos.
Defesa: Ontem, o chefe da divisão de influenza da OMS, Keiji Fukuda, voltou a defender a decisão da entidade de decretar a pandemia. Ele também anunciou que a revisão das regras para futuras declarações de pandemia começa a ser revista a partir da semana que vem.
Uma das possibilidades será a de incluir nos critérios novos itens, antes de decretar uma pandemia. Na OMS, o único critério é o de que um vírus tenha uma disseminação em mais de dois continentes de forma sustentável. Esse foi o caso do H1N1. O que ninguém previa é que o vírus não seria tão severo. O resultado foram centenas de milhares de doses de vacinas encalhadas.
Fukuda admite até mesmo rever o uso da palavra "pandemia" em próximos casos de vírus.
Fonte: O Estado de São Paulo
Deputados no Conselho da Europa chegaram à conclusão de que a OMS colocou em risco a credibilidade de entidades internacionais ao exagerar em seu alerta sobre a gripe suína. O relatório, elaborado após três meses de investigações, aponta que essa perda de credibilidade põe em risco milhares de vidas.
O documento foi redigido pelo deputado trabalhista britânico Paul Flynn, vice-presidente do comitê de saúde do conselho. "Quando a próxima pandemia aparecer, muitos não darão credibilidade às recomendações da OMS. Eles se recusarão a ser vacinados e colocarão suas vidas e de outros em risco", diz o texto.
O relatório lembra que a estimativa oficial era de até 65 mil mortes apenas na Grã-Bretanha. Um ano depois, foram apenas 360. No mundo, 17 mil morreram pela gripe em um ano.
O documento também acusa a OMS de falta de transparência em relação à decisão de decretar a pandemia e alerta que os especialistas que tomaram a decisão poderiam estar sob influência das empresas de medicamentos.
Defesa: Ontem, o chefe da divisão de influenza da OMS, Keiji Fukuda, voltou a defender a decisão da entidade de decretar a pandemia. Ele também anunciou que a revisão das regras para futuras declarações de pandemia começa a ser revista a partir da semana que vem.
Uma das possibilidades será a de incluir nos critérios novos itens, antes de decretar uma pandemia. Na OMS, o único critério é o de que um vírus tenha uma disseminação em mais de dois continentes de forma sustentável. Esse foi o caso do H1N1. O que ninguém previa é que o vírus não seria tão severo. O resultado foram centenas de milhares de doses de vacinas encalhadas.
Fukuda admite até mesmo rever o uso da palavra "pandemia" em próximos casos de vírus.
Fonte: O Estado de São Paulo
quarta-feira, março 24, 2010
sexta-feira, março 19, 2010
Lovelock: o adorador de Gaia
O inglês James Lovelock causou polêmica na comunidade científica internacional ao propor a Teoria de Gaia, em que afirma que a Terra é um organismo vivo, que reage, em grau de igualdade, a qualquer outro organismo que a afete. Em outras palavras, Lovelock acredita que, ao destruir aos poucos o planeta, a raça humana corre um grande risco de receber uma resposta a altura e entrar em extinção. Com as evidências do aquecimento global, a teoria do cientista vem se tornando cada vez mais popular, o que fez com que, aos 90 anos, ele lançasse mais um livro sobre o assunto: o “Gaia: Alerta Final”.
Publicado no Brasil no início de janeiro, pela Editora Intrínseca, a obra pretende analisar a atual situação do planeta, com foco na questão política. A partir de dados científicos, Lovelock busca contestar “os brandos relatórios divulgados pelo IPCC – Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU”, que, na opinião do escritor, mostram uma realidade muito menos ameaçadora do que, de fato, vivemos.
Na obra, Lovelock ainda defende a ideia de que reduzir a queima de combustíveis fósseis, passar a usar formar alternativas de energia e diminuir o desmatamento das florestas não é suficiente para salvar o planeta. Para ele, a Terra está abrigando pessoas e animais em excesso e, por isso, recorrer às ideias verdes convencionais não é suficiente para acabar com a crise que vivemos.
Fonte: Planeta Sustentável
NOTA: À semelhança do nazismo, o movimento ECOmênico atual tem buscado destilar seu alarmismo e pessimismo ao redor do mundo... A mesma eugenia que estava por trás do nazismo também pode ser percebida atualmente: "a Terra está abrigando pessoas e animais em excesso" (é a conclusão do autor)... O que o darwinista Lovelock está ensinuando? Que somente os mais fortes devem sobreviver? Já vi esse filme antes (Hitler que o diga)... O medo tem sido uma arma política nas mãos desses adoradores de Gaia...
terça-feira, março 09, 2010
Especialistas não acreditam no fim do mundo
Em menos de três meses, 44 terremotos com magnitude superiores a 6 graus na escala Richter chacoalharam o planeta, segundo registros do centro nacional norte-americano de pesquisa geológica (USGS). A estimativa é que, ao todo, os tremores tenham causado esse ano mais de 223 mil mortes – o que já faz de 2010 o segundo pior ano da década em número de vítimas relacionadas a tremores. Apesar disso, os especialistas garantem: o mundo não está acabando.
De acordo com os sismólogos, não há relação visível entre os elementos ligados à formação desses terremotos e é mero acaso a sequência de tremores nas Ilhas Salomão (3 de janeiro, 7,2 graus), no Haiti (12 de janeiro, 7 graus), no Japão (26 fevereiro, 7 graus), no Chile (27 de fevereiro, 8,8 graus) e na Turquia (8 de março, 6 graus).
"Eles são todos terremotos, ou seja, têm a mesma definição: liberaram energia porque a rocha não resistiu a um esforço acumulado por um longo tempo. Mas eles não têm relação entre si, estão em placas litosféricas diferentes", afirma Tereza Higashi, professora de geofísica da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em entrevista ao UOL Notícias. "Felizmente, não. Ainda não é o fim do mundo."
Para refutar a impressão de que estamos vivendo terremotos cada vez maiores, a professora cita dois enormes terremotos do passado: o tremor que atingiu a ilha de Sumatra em 2004, provocando cerca de 228 mil mortes; e o maior terremoto já registrado na história, que atingiu o Chile com a magnitude de 9,5 graus, em 1960. "Terremotos ocorrem desde que a Terra foi formada", lembra a professora.
José Roberto Barbosa, técnico de sismologia da Universidade de São Paulo (USP), reitera que os tremores recentes são independentes entre si. "Ninguém conseguiu comprovar que haja relação entre esses terremotos", afirmou.
O especialista afirma ainda que é impossível prever se no decorrer do ano podemos esperar uma atividade sísmica mais ou menos violenta.
"Pode ser uma coincidência. Pode ser que não aconteça mais nenhum tremor o resto do ano, pode ser que mês que vem um novo grande terremoto aconteça", afirma.
O próprio centro nacional norte-americano de pesquisa geológica USGS oferece em seu site uma hipótese para explicar por que temos a impressão de que as tragédias estão aumentando.
"Muitas pessoas em todo o mundo continuam a nos perguntar se o número de terremotos está subindo. Embora possa parecer que estamos tendo mais terremotos, tremores de magnitudes superiores a 7 se mantêm praticamente constantes", afirma a USGS.
"Uma explicação parcial pode estar no fato de que nos últimos 20 anos nós tivemos um aumento no número de terremotos que conseguimos identificar a cada ano. Isso se deve ao tremendo aumento no número de estações sismográficas no mundo e as melhoras na comunicação global", acrescenta. "Em 1931, havia cerca de 350 estações operando no mundo; hoje elas são mais de 8.000".
"De acordo com os dados de longo prazo (desde 1900), é possível esperar em média 17 grandes terremotos (de 7 e 7,9 graus) e um enorme terremoto (8 graus ou mais) por ano", conclui.
"Mesmo esses números, são apenas uma média", pondera a professora Higashi. "O grande sonho do geofísico é poder prever os terremotos. Mas terremoto é uma coisa muito complicada – no mesmo lugar, ele pode acontecer de maneiras muito diferentes. Mas é por isso que estamos estudando."
Fonte: UOL
NOTA: "Mero acaso" ou "coincidência"... Será? Antes de Seu retorno a esse mundo e do fim de todas as coisas, Jesus revelou que os sinais indicadores aumentariam em frequência e intensidade assim como as dores de parto antes da mulher dar à luz... "Especialistas" tentam provar que os terremotos não estão aumentando, e o que conseguem demonstrar é que sua fé é que está diminuindo. Isso tudo me faz lembrar o ditado popular, "quem avisa amigo é..."
De acordo com os sismólogos, não há relação visível entre os elementos ligados à formação desses terremotos e é mero acaso a sequência de tremores nas Ilhas Salomão (3 de janeiro, 7,2 graus), no Haiti (12 de janeiro, 7 graus), no Japão (26 fevereiro, 7 graus), no Chile (27 de fevereiro, 8,8 graus) e na Turquia (8 de março, 6 graus).
"Eles são todos terremotos, ou seja, têm a mesma definição: liberaram energia porque a rocha não resistiu a um esforço acumulado por um longo tempo. Mas eles não têm relação entre si, estão em placas litosféricas diferentes", afirma Tereza Higashi, professora de geofísica da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em entrevista ao UOL Notícias. "Felizmente, não. Ainda não é o fim do mundo."
Para refutar a impressão de que estamos vivendo terremotos cada vez maiores, a professora cita dois enormes terremotos do passado: o tremor que atingiu a ilha de Sumatra em 2004, provocando cerca de 228 mil mortes; e o maior terremoto já registrado na história, que atingiu o Chile com a magnitude de 9,5 graus, em 1960. "Terremotos ocorrem desde que a Terra foi formada", lembra a professora.
José Roberto Barbosa, técnico de sismologia da Universidade de São Paulo (USP), reitera que os tremores recentes são independentes entre si. "Ninguém conseguiu comprovar que haja relação entre esses terremotos", afirmou.
O especialista afirma ainda que é impossível prever se no decorrer do ano podemos esperar uma atividade sísmica mais ou menos violenta.
"Pode ser uma coincidência. Pode ser que não aconteça mais nenhum tremor o resto do ano, pode ser que mês que vem um novo grande terremoto aconteça", afirma.
O próprio centro nacional norte-americano de pesquisa geológica USGS oferece em seu site uma hipótese para explicar por que temos a impressão de que as tragédias estão aumentando.
"Muitas pessoas em todo o mundo continuam a nos perguntar se o número de terremotos está subindo. Embora possa parecer que estamos tendo mais terremotos, tremores de magnitudes superiores a 7 se mantêm praticamente constantes", afirma a USGS.
"Uma explicação parcial pode estar no fato de que nos últimos 20 anos nós tivemos um aumento no número de terremotos que conseguimos identificar a cada ano. Isso se deve ao tremendo aumento no número de estações sismográficas no mundo e as melhoras na comunicação global", acrescenta. "Em 1931, havia cerca de 350 estações operando no mundo; hoje elas são mais de 8.000".
"De acordo com os dados de longo prazo (desde 1900), é possível esperar em média 17 grandes terremotos (de 7 e 7,9 graus) e um enorme terremoto (8 graus ou mais) por ano", conclui.
"Mesmo esses números, são apenas uma média", pondera a professora Higashi. "O grande sonho do geofísico é poder prever os terremotos. Mas terremoto é uma coisa muito complicada – no mesmo lugar, ele pode acontecer de maneiras muito diferentes. Mas é por isso que estamos estudando."
Fonte: UOL
NOTA: "Mero acaso" ou "coincidência"... Será? Antes de Seu retorno a esse mundo e do fim de todas as coisas, Jesus revelou que os sinais indicadores aumentariam em frequência e intensidade assim como as dores de parto antes da mulher dar à luz... "Especialistas" tentam provar que os terremotos não estão aumentando, e o que conseguem demonstrar é que sua fé é que está diminuindo. Isso tudo me faz lembrar o ditado popular, "quem avisa amigo é..."
Hora do Planeta
O movimento mundial de alerta contra o aquecimento global "Hora do Planeta 2010" foi lançado nesta quarta-feira [3], pela ONG WWF-Brasil, em cerimônia realizada no Copacabana Palace. O Rio de Janeiro foi escolhido a cidade sede da campanha, cujo objetivo é estimular a população a apagar as luzes por uma hora, no próximo dia 27, das 20h30m às 21h30m.
O secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos, Carlos Osório, participou do evento representando o prefeito Eduardo Paes. Segundo ele, a prefeitura vai lançar um desafio à população, para que o Rio seja a cidade com maior adesão à campanha no país e no mundo.
"Esta é a segunda vez que participamos do movimento. Além do Cristo Redentor e da Praia de Copacabana, que já tiveram as luzes apagadas ano passado, vamos incluir a Zona Norte na campanha, desligando as lâmpadas da Igreja da Penha. O Pão de Açúcar e a Pedra do Arpoador também ficarão às escuras e estamos negociando com o exército para que eles participem, apagando a luz do monumento aos mortos na Segunda Guerra, no Aterro do Flamengo", disse Osório.
O movimento surgiu na Austrália, em 2007. No ano passado, a ação contou com a adesão de mais de quatro mil cidades, em 88 países. No Brasil, participaram 113 municípios e 13 capitais. A expectativa da WWF-Brasil é de que até um bilhão de pessoas apaguem as luzes durante a 'Hora do Planeta' em 2010.
FONTE: O Globo
NOTA: Uma bela forma de condicionar a população para a futura Lei Dominical. Em vez de uma hora, que tal um dia?
O secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos, Carlos Osório, participou do evento representando o prefeito Eduardo Paes. Segundo ele, a prefeitura vai lançar um desafio à população, para que o Rio seja a cidade com maior adesão à campanha no país e no mundo.
"Esta é a segunda vez que participamos do movimento. Além do Cristo Redentor e da Praia de Copacabana, que já tiveram as luzes apagadas ano passado, vamos incluir a Zona Norte na campanha, desligando as lâmpadas da Igreja da Penha. O Pão de Açúcar e a Pedra do Arpoador também ficarão às escuras e estamos negociando com o exército para que eles participem, apagando a luz do monumento aos mortos na Segunda Guerra, no Aterro do Flamengo", disse Osório.
O movimento surgiu na Austrália, em 2007. No ano passado, a ação contou com a adesão de mais de quatro mil cidades, em 88 países. No Brasil, participaram 113 municípios e 13 capitais. A expectativa da WWF-Brasil é de que até um bilhão de pessoas apaguem as luzes durante a 'Hora do Planeta' em 2010.
FONTE: O Globo
NOTA: Uma bela forma de condicionar a população para a futura Lei Dominical. Em vez de uma hora, que tal um dia?
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