terça-feira, julho 01, 2014
terça-feira, maio 13, 2014
Papa Francisco prepara a opinião pública para a chegada de extraterrestres
Falando sobre a liberdade do Espírito Santo, o papa Francisco fez nesta segunda-feira (12) uma reflexão curiosa, durante a qual disse que daria os sacramentos católicos até a extraterrestres.
"Se amanhã aparecesse uma expedição de marcianos, por exemplo, alguns viessem até nós - verdes, com aquele nariz longo e as orelhas grandes, como desenham as crianças - e um deles dissesse 'Eu quero o batismo', o que aconteceria?", perguntou-se o Pontífice.
Segundo Francisco, o Espírito Santo "sopra para onde quer", e os fiéis, os padres e a Igreja não podem impor limites a ele. "Então quem sou eu para colocar impedimentos", disse o Papa, já respondendo à sua questão.
A declaração foi dada durante uma missa na residência de Santa Marta, no Vaticano.
"Se amanhã aparecesse uma expedição de marcianos, por exemplo, alguns viessem até nós - verdes, com aquele nariz longo e as orelhas grandes, como desenham as crianças - e um deles dissesse 'Eu quero o batismo', o que aconteceria?", perguntou-se o Pontífice.
Segundo Francisco, o Espírito Santo "sopra para onde quer", e os fiéis, os padres e a Igreja não podem impor limites a ele. "Então quem sou eu para colocar impedimentos", disse o Papa, já respondendo à sua questão.
A declaração foi dada durante uma missa na residência de Santa Marta, no Vaticano.
Fonte: Exame
NOTA: Os "extraterrestres" terão um papel importante na crise final deste mundo. Para saber exatamente quem serão estes "extraterrestres" leia os posts anteriores.
NOTA: Os "extraterrestres" terão um papel importante na crise final deste mundo. Para saber exatamente quem serão estes "extraterrestres" leia os posts anteriores.
terça-feira, maio 06, 2014
EUA mais perto de um Estado policial
Os militares dos Estados Unidos, sob a autoridade presidencial, podem prender, sequestrar e deter por tempo indefinido, sem acusação formal — ou sem o devido processo — qualquer cidadão americano que represente uma ameaça à segurança nacional”. Esse entendimento, exposto em uma decisão de um tribunal federal de recursos dos EUA recentemente, foi confirmado pela Suprema Corte do país, de uma forma indireta. Na segunda-feira (28/4), a Suprema Corte se recusou a julgar um recurso contra a decisão do tribunal inferior, o que equivale a mantê-la, noticiam o site WND, a agência Reuters e outras publicações.
Há anos, o fato de a CIA e os militares americanos prenderem suspeitos que representam qualquer tipo de ameaça aos EUA em outros países, e de levá-los para Guantánamo Bay ou outras prisões secretas em vários lugares do mundo, nunca incomodou muito a maioria da população americana. Mas, agora, qualquer americano pode amargar o mesmo remédio dentro de casa — culpado ou inocente, como no caso dos estrangeiros.
Com essa decisão da Justiça, as discussões na comunidade jurídica passaram a girar em torno do conceito de “estado policial”, em que os militares e os órgãos de segurança exercem o poder de polícia sobre a população, sem comprometimento com os princípios do “estado de Direito”.
Não se espera que o Judiciário se mantenha alheio à tentativa do Congresso e do presidente de “estabelecer a base jurídica para o estabelecimento do estado policial e a subjugação da cidadania americana, através da ameaça de prisão e detenção por tempo indefinido, sem direito a advogado, sem direito a confrontar os acusadores e sem o direito a julgamento”, escreveu à corte um grupo de advogados.
Na opinião dos advogados que representaram os demandantes, a decisão dos tribunais superiores coloca em risco os direitos fundamentais de qualquer “criador de caso” (como jornalistas) que, segundo as autoridades federais, possam ter qualquer envolvimento com “terroristas”.
O processo em questão foi movido por um grupo de pessoas e diversas organizações, sob a liderança do jornalista Chris Hedges, um ex-repórter do New York Times, que ganhou um Prêmio Politzer em 2002 por seus trabalhos na “cobertura do terrorismo global”, e a jornalista investigativa islandesa Kristinn Hrafnsson, porta-voz da Wikileaks, alegam que as autoridades federais podem prendê-los a qualquer tempo, por exercer seus direitos constitucionais de informar.
Entre os demandantes também estão nomes conhecidos por suas obras e por sua luta em favor das liberdades individuais, como Daniel Ellsberg, Jennifer Bolen, Noam Chomsky, Alex O’Brien, Kai Warg All e Brigitta Jonsottir, além de alguns parlamentares. E há uma grande variedade de organizações que não têm qualquer relação umas com as outras, nem mesmo de posicionamento político.
Todos buscaram a Justiça na esperança de conseguir uma declaração de inconstitucionalidade da Lei de Autorização da Defesa Nacional. Essa lei especifica o orçamento e as despesas do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, mas também traz outros dispositivos, como o de conferir autoridade aos militares para exercer determinadas ações relativas à segurança nacional.
A lei é reeditada pelo Congresso todos os anos. A edição de 2014 foi aprovada no Senado em um momento em que o país estava distraído com um escândalo, depois de passar, quase sem ser notada, pela Câmara dos Deputados.
A lei não se refere a americanos como “terroristas”. Usa a expressão “extremistas domésticos”, um neologismo que ameniza a terminologia mais dura, para não deixar a impressão que os EUA têm terroristas. Mas condena explicitamente aqueles que se associarem a terroristas ou darem qualquer suporte a organizações terroristas.
Como a lei é vaga, ela é descrita como uma “espada de Dâmocles” sobre a cabeça de qualquer americano que ameace a segurança nacional. Pode ser, por exemplo, um cidadão que divulgue informações ou documentos que coloquem o governo americano em maus lençóis — como o que fez Edward Snowden, o ex-agente de segurança que divulgou milhares de documentos oficiais da Agência Nacional de Segurança (NSA) dos EUA.
“É uma lei claramente inconstitucional”, disse Hedges aos jornais.
Há anos, o fato de a CIA e os militares americanos prenderem suspeitos que representam qualquer tipo de ameaça aos EUA em outros países, e de levá-los para Guantánamo Bay ou outras prisões secretas em vários lugares do mundo, nunca incomodou muito a maioria da população americana. Mas, agora, qualquer americano pode amargar o mesmo remédio dentro de casa — culpado ou inocente, como no caso dos estrangeiros.
Com essa decisão da Justiça, as discussões na comunidade jurídica passaram a girar em torno do conceito de “estado policial”, em que os militares e os órgãos de segurança exercem o poder de polícia sobre a população, sem comprometimento com os princípios do “estado de Direito”.
Não se espera que o Judiciário se mantenha alheio à tentativa do Congresso e do presidente de “estabelecer a base jurídica para o estabelecimento do estado policial e a subjugação da cidadania americana, através da ameaça de prisão e detenção por tempo indefinido, sem direito a advogado, sem direito a confrontar os acusadores e sem o direito a julgamento”, escreveu à corte um grupo de advogados.
Na opinião dos advogados que representaram os demandantes, a decisão dos tribunais superiores coloca em risco os direitos fundamentais de qualquer “criador de caso” (como jornalistas) que, segundo as autoridades federais, possam ter qualquer envolvimento com “terroristas”.
O processo em questão foi movido por um grupo de pessoas e diversas organizações, sob a liderança do jornalista Chris Hedges, um ex-repórter do New York Times, que ganhou um Prêmio Politzer em 2002 por seus trabalhos na “cobertura do terrorismo global”, e a jornalista investigativa islandesa Kristinn Hrafnsson, porta-voz da Wikileaks, alegam que as autoridades federais podem prendê-los a qualquer tempo, por exercer seus direitos constitucionais de informar.
Entre os demandantes também estão nomes conhecidos por suas obras e por sua luta em favor das liberdades individuais, como Daniel Ellsberg, Jennifer Bolen, Noam Chomsky, Alex O’Brien, Kai Warg All e Brigitta Jonsottir, além de alguns parlamentares. E há uma grande variedade de organizações que não têm qualquer relação umas com as outras, nem mesmo de posicionamento político.
Todos buscaram a Justiça na esperança de conseguir uma declaração de inconstitucionalidade da Lei de Autorização da Defesa Nacional. Essa lei especifica o orçamento e as despesas do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, mas também traz outros dispositivos, como o de conferir autoridade aos militares para exercer determinadas ações relativas à segurança nacional.
A lei é reeditada pelo Congresso todos os anos. A edição de 2014 foi aprovada no Senado em um momento em que o país estava distraído com um escândalo, depois de passar, quase sem ser notada, pela Câmara dos Deputados.
A lei não se refere a americanos como “terroristas”. Usa a expressão “extremistas domésticos”, um neologismo que ameniza a terminologia mais dura, para não deixar a impressão que os EUA têm terroristas. Mas condena explicitamente aqueles que se associarem a terroristas ou darem qualquer suporte a organizações terroristas.
Como a lei é vaga, ela é descrita como uma “espada de Dâmocles” sobre a cabeça de qualquer americano que ameace a segurança nacional. Pode ser, por exemplo, um cidadão que divulgue informações ou documentos que coloquem o governo americano em maus lençóis — como o que fez Edward Snowden, o ex-agente de segurança que divulgou milhares de documentos oficiais da Agência Nacional de Segurança (NSA) dos EUA.
“É uma lei claramente inconstitucional”, disse Hedges aos jornais.
“É um enorme e grave assalto à democracia. Ela subverte 200 anos da legislação que mantém os militares fora das políticas domésticas do país”.
“A Suprema Corte não teve coragem de confrontar o Congresso e o governo para proteger os cidadãos americanos contra detenção militar. O governo ganhou e, assim, criou um momento trágico para o povo americano. Algum dia isso será visto como uma vergonha para a Suprema Corte”, disse o presidente do Instituto Rutherford, John Whiteehad.
Há precedentes de detenção em massa. Em 1944, durante a Segunda Guerra Mundial, o governo dos EUA prendeu e colocou em campos de concentração milhares de japoneses-americanos. E fez isso com as bênçãos da Suprema Corte, no caso Korematsu v. United States.
Para os críticos da lei, o governo Obama pode negar que haverá prisões indiscriminada de cidadãos americanos, porque a história mostra que o governo americano não é avesso a fazer isso.
“A Suprema Corte não teve coragem de confrontar o Congresso e o governo para proteger os cidadãos americanos contra detenção militar. O governo ganhou e, assim, criou um momento trágico para o povo americano. Algum dia isso será visto como uma vergonha para a Suprema Corte”, disse o presidente do Instituto Rutherford, John Whiteehad.
Há precedentes de detenção em massa. Em 1944, durante a Segunda Guerra Mundial, o governo dos EUA prendeu e colocou em campos de concentração milhares de japoneses-americanos. E fez isso com as bênçãos da Suprema Corte, no caso Korematsu v. United States.
Para os críticos da lei, o governo Obama pode negar que haverá prisões indiscriminada de cidadãos americanos, porque a história mostra que o governo americano não é avesso a fazer isso.
Fonte: Consultor Jurídico
quinta-feira, abril 03, 2014
Congressistas de Israel chegam a acordo sobre a guarda do domingo
Os congressistas de Israel Silvan Shalom (Likud), Naftali Bennett (Jewish Home), e Rabbi Shai Piron (Yesh Atid), chegaram a um acordo sobre a proposta em andamento para introduzir o domingo como um dia livre de trabalho e de aulas. Entendendo: propuseram um domingo de descanso por mês.
O compromisso é o resultado de uma série de encontros entre os congressistas e o presidente do Conselho Econômico Nacional, Eugene Kandel [foto]. A ideia da mudança gradual é uma solução temporária, a qual equilibra as necessidades das famílias com as necessidades da economia de Israel.
Se o acordo for implementado, um fim de semana longo [sábado/domingo] por mês será decretado durante o ano letivo - mas não durante as férias de verão ou o período de Grandes Festas. Em compensação, dias de aula serão implementados em datas atualmente tidas como "dias extras" durante o ano letivo.
O congressista Shalom [Likud] tem liderado a iniciativa por três anos, com algum sucesso; a qual tem sido bem recebida pelos três maiores partidos da coalizão - Likud, Jewish Home, e Yesh Atid. O anúncio torna a proposta mais provável de ser implantada na prática.
Já o partido de Naftali Bennett, o Jewish Home, demonstrou apoio para incluir o domingo no fim de semana. Enquanto a sexta-feira é frequentemente usada para a preparação do sábado, os congressistas do Jewish Home acreditam que fazer do domingo um segundo dia de descanso tornaria os israelenses mais aptos a guardar o sábado.
Vários israelenses atualmente usam o sábado para fazer suas compras e outras tarefas que violam a santidade do sábado, argumentou Rabbi Eli Ben-Dahan, congressista do Jewish Home.
Redefinindo o fim de semana ao incluir o domingo em lugar da sexta-feira poderia também causar impacto na população de não-judeus em Israel. Opositores da proposta dizem que isso seria ruim para o maior grupo minoritário de Israel - os muçulmanos - que guardam a sexta-feira como dia de descanso.
O compromisso é o resultado de uma série de encontros entre os congressistas e o presidente do Conselho Econômico Nacional, Eugene Kandel [foto]. A ideia da mudança gradual é uma solução temporária, a qual equilibra as necessidades das famílias com as necessidades da economia de Israel.
Se o acordo for implementado, um fim de semana longo [sábado/domingo] por mês será decretado durante o ano letivo - mas não durante as férias de verão ou o período de Grandes Festas. Em compensação, dias de aula serão implementados em datas atualmente tidas como "dias extras" durante o ano letivo.
O congressista Shalom [Likud] tem liderado a iniciativa por três anos, com algum sucesso; a qual tem sido bem recebida pelos três maiores partidos da coalizão - Likud, Jewish Home, e Yesh Atid. O anúncio torna a proposta mais provável de ser implantada na prática.
Já o partido de Naftali Bennett, o Jewish Home, demonstrou apoio para incluir o domingo no fim de semana. Enquanto a sexta-feira é frequentemente usada para a preparação do sábado, os congressistas do Jewish Home acreditam que fazer do domingo um segundo dia de descanso tornaria os israelenses mais aptos a guardar o sábado.
Vários israelenses atualmente usam o sábado para fazer suas compras e outras tarefas que violam a santidade do sábado, argumentou Rabbi Eli Ben-Dahan, congressista do Jewish Home.
Redefinindo o fim de semana ao incluir o domingo em lugar da sexta-feira poderia também causar impacto na população de não-judeus em Israel. Opositores da proposta dizem que isso seria ruim para o maior grupo minoritário de Israel - os muçulmanos - que guardam a sexta-feira como dia de descanso.
Fonte: Israel National News
NOTA: Até o Estado de Israel está dobrando os joelhos perante Roma!! (O domingo é o sinal da supremacia de Roma). A crise final está às portas...
NOTA: Até o Estado de Israel está dobrando os joelhos perante Roma!! (O domingo é o sinal da supremacia de Roma). A crise final está às portas...
sexta-feira, março 28, 2014
Obama encontra-se com o papa Francisco no Vaticano
O Papa Francisco e o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, reuniram-se, esta quinta-feira [27], no Vaticano, durante 50 minutos e discutiram o direito à vida, tráfico humano e conflitos mundiais.
A reunião durou mais do que a habitual conversa de meia hora entre o papa e os chefes de Estado e de Governo que o visitam.
Depois de trocarem prendas, Obama e Francisco saudaram-se com um longo aperto de mão, ainda que o Papa sempre tenha mantido um semblante sério.
A reunião começou às 10:30h (hora local), tendo o Papa recebido Obama na sala do "Tronetto", junto à biblioteca privada.
"É maravilhoso conhecê-lo", afirmou Obama a Francisco, que respondeu "bem-vindo, senhor Presidente".
Obama enviou saudações da sua família ao Papa, referindo que a última vez que esteve no Vaticano visitou o seu antecessor, Bento XVI, tendo sido acompanhado pela mulher e filhas.
"Houve uma conversa sobre questões de particular relevância sobre a Igreja naquele país (EUA), como o exercício dos direitos de liberdade religiosa, da vida e da objeção de consciência", refere um comunicado do Vaticano.
O Papa defendeu o direito dos médicos que se recusam a realizar abortos nos Estados Unidos.
Obama e o Papa Francisco concordaram, durante a reunião, sobre um "compromisso comum" para erradicar o tráfico humano e discutiram a reforma da imigração nos Estados Unidos.
Os dois chefes de Estado sublinharam a necessidade do direito internacional ser respeitado em zonas de conflito em todo o mundo e uma "solução negociada entre as partes envolvidas" nestes conflitos, refere o comunicado do Vaticano, que não menciona que conflitos foram abordados na reunião.
O Papa presenteou Obama com a sua primeira exortação apostólica, "Evangelii Gaudium" (a alegria do evangelho), publicada a 26 de novembro, e um medalhão que representa o "anjo da paz", como o próprio Francisco explicou a Obama.
O presidente norte-americano disse que o texto iria dar-lhe força em situações vividas no Salão Oval e pediu ainda ao papa para rezar por ele e sua família.
Obama entregou ao Papa uma caixa em couro e madeira com sementes de frutas e legumes dos jardins da Casa Branca, para serem plantadas nos jardins da residência de verão de Francisco, em Castel Gandolfo.
"Se tiver a oportunidade de vir à Casa Branca, conhecerá os jardins", disse Obama, a que o Papa respondeu em espanhol: "porque não?".
A reunião durou mais do que a habitual conversa de meia hora entre o papa e os chefes de Estado e de Governo que o visitam.
Depois de trocarem prendas, Obama e Francisco saudaram-se com um longo aperto de mão, ainda que o Papa sempre tenha mantido um semblante sério.
A reunião começou às 10:30h (hora local), tendo o Papa recebido Obama na sala do "Tronetto", junto à biblioteca privada.
"É maravilhoso conhecê-lo", afirmou Obama a Francisco, que respondeu "bem-vindo, senhor Presidente".
Obama enviou saudações da sua família ao Papa, referindo que a última vez que esteve no Vaticano visitou o seu antecessor, Bento XVI, tendo sido acompanhado pela mulher e filhas.
"Houve uma conversa sobre questões de particular relevância sobre a Igreja naquele país (EUA), como o exercício dos direitos de liberdade religiosa, da vida e da objeção de consciência", refere um comunicado do Vaticano.
O Papa defendeu o direito dos médicos que se recusam a realizar abortos nos Estados Unidos.
Obama e o Papa Francisco concordaram, durante a reunião, sobre um "compromisso comum" para erradicar o tráfico humano e discutiram a reforma da imigração nos Estados Unidos.
Os dois chefes de Estado sublinharam a necessidade do direito internacional ser respeitado em zonas de conflito em todo o mundo e uma "solução negociada entre as partes envolvidas" nestes conflitos, refere o comunicado do Vaticano, que não menciona que conflitos foram abordados na reunião.
O Papa presenteou Obama com a sua primeira exortação apostólica, "Evangelii Gaudium" (a alegria do evangelho), publicada a 26 de novembro, e um medalhão que representa o "anjo da paz", como o próprio Francisco explicou a Obama.
O presidente norte-americano disse que o texto iria dar-lhe força em situações vividas no Salão Oval e pediu ainda ao papa para rezar por ele e sua família.
Obama entregou ao Papa uma caixa em couro e madeira com sementes de frutas e legumes dos jardins da Casa Branca, para serem plantadas nos jardins da residência de verão de Francisco, em Castel Gandolfo.
"Se tiver a oportunidade de vir à Casa Branca, conhecerá os jardins", disse Obama, a que o Papa respondeu em espanhol: "porque não?".
Fonte: Jornal de Notícias
No dia em que manteve o primeiro encontro no Vaticano com o Papa Francisco, Barack Obama deu uma entrevista ao jornal italiano Corriere della Serra onde pediu ao mundo que "ouça a voz do Papa". Sobretudo nas questões relacionadas com a pobreza e com as injustiças criadas pelo fosso entre ricos e pobres, já que noutras temáticas - como a contracepção e o aborto - não é possível encontrar consensos.
No dia em que manteve o primeiro encontro no Vaticano com o Papa Francisco, Barack Obama deu uma entrevista ao jornal italiano Corriere della Serra onde pediu ao mundo que "ouça a voz do Papa". Sobretudo nas questões relacionadas com a pobreza e com as injustiças criadas pelo fosso entre ricos e pobres, já que noutras temáticas - como a contracepção e o aborto - não é possível encontrar consensos.
Fonte: Económico
NOTA: É o 27º encontro de um presidente norte-americano com o bispo de Roma. Atualmente os EUA são vassalos do Vaticano porque o protestantismo se apostatou e se deixou levar pelos encantos diplomáticos da Santa Sé, a qual não mudou nada na sua essência. Os EUA, pelo contrário, estão flertando com a união de Igreja/Estado (especialmente a ala fundamentalista/republicana) seguindo as pegadas de Roma. Obama é mais uma marionete nas mãos do Vaticano e dos banqueiros mundiais. E apesar da sua ideologia "progressista" (leia-se marxista) tem como conselheiros mais próximos líderes formados nos maiores colégios jesuítas da América.
NOTA: É o 27º encontro de um presidente norte-americano com o bispo de Roma. Atualmente os EUA são vassalos do Vaticano porque o protestantismo se apostatou e se deixou levar pelos encantos diplomáticos da Santa Sé, a qual não mudou nada na sua essência. Os EUA, pelo contrário, estão flertando com a união de Igreja/Estado (especialmente a ala fundamentalista/republicana) seguindo as pegadas de Roma. Obama é mais uma marionete nas mãos do Vaticano e dos banqueiros mundiais. E apesar da sua ideologia "progressista" (leia-se marxista) tem como conselheiros mais próximos líderes formados nos maiores colégios jesuítas da América.
Forte crise econômica é iminente
A crise [financeira] que nos espera será pior que a de 2000 e a de 2008, e afetará tanto Wall Street como a economia global, assegurou o Wall Street Journal resumindo as opiniões dos líderes financeiros a quem entrevistou durante o último ano. O que nos espera a frente é uma anomalia, algo imprescindível: fatores desencadeadores macroeconômicos que poderiam acelerar uma recessão chegaram a um ponto crítico, assinalou o periódico. A razão subjacente é simples: "uma política monetária fundamentalmente defeituosa", quando o Sistema da Reserva Federal segue "imprimindo dinheiro barato".
"A Reserva Federal deve deixar de dirigir a economia. Sem mais dinheiro barato, recompras de dívida e investimento em empresas privadas", exortou David Stockman, diretor do Escritório de Administração e Pressuposto dos EUA entre 1981 e 1985.
"A Reserva Federal deve deixar de dirigir a economia. Sem mais dinheiro barato, recompras de dívida e investimento em empresas privadas", exortou David Stockman, diretor do Escritório de Administração e Pressuposto dos EUA entre 1981 e 1985.
Da mesma forma, William Hunt Gross, co-fundador do PIMCO, um dos maiores gestores de ativos de investimento global de renda fixa do mundo, advertiu sobre uma "supernova de créditos". E detalhou que sua empresa tem dois bilhões de dólares em risco no caso do dinheiro barato da Reserva Federal explodir.
"O banco de investimento que há apenas uma década promovia o desenvolvimento de pequenos negócios agora está dominado por uma especulação forçada", insistiu Gross.
O mundo está preso por uma megabolha que não tem nome e é alimentada pelo Sistema da Reserva Federal dos EUA, advertiu o analista da Société Générale, Kit Juckes. Esta bolha "está a ponto de estourar, como aconteceu com a crise financeira asiática, a bolha 'ponto com' e o sistema de créditos", especificou.
'Tictac, tictac, boom!' foi o título principal do portal InvestmentNews em um dia deste mês de março. O diário, especializado em dados, investigações e prognósticos para conselheiros financeiros advertia que milhões de investidores não tinham a mínima ideia do que aconteceria. Mais cedo ou mais tarde haverá "outra batalha feia" relacionada com a dívida e os mercados ficarão "assustados": qualquer tendência "seria suficiente para paralisar a economia mundial e incliná-la para recessão", insistiu ainda o economista norte-americano Nouriel Roubini, quem prognosticou a bolha imobiliária nos EUA e a recessão global de 2008.
Gary Shilling, colunista do 'Forbes', advertiu sobre uma bolha em expansão e uma grande comoção se aproximando. Calculou um crescimento muito lento do PIB real para os próximos oito anos, de apenas 2%, e previu uma desaceleração global ainda mais grave durante a próxima geração, chegando a zero.
"Estou 100% seguro de que a crise para a qual estamos caminhando será muito pior que a de 2008", opinou, por sua parte, Peter Schiff, diretor executivo da Euro Pacific Capital, uma corretora norte americana da bolsa.
Fonte: Russia Today
NOTA: Seguramente, uma crise econômica sem precedentes fará parte da equação do tempo do fim...
O mundo está preso por uma megabolha que não tem nome e é alimentada pelo Sistema da Reserva Federal dos EUA, advertiu o analista da Société Générale, Kit Juckes. Esta bolha "está a ponto de estourar, como aconteceu com a crise financeira asiática, a bolha 'ponto com' e o sistema de créditos", especificou.
'Tictac, tictac, boom!' foi o título principal do portal InvestmentNews em um dia deste mês de março. O diário, especializado em dados, investigações e prognósticos para conselheiros financeiros advertia que milhões de investidores não tinham a mínima ideia do que aconteceria. Mais cedo ou mais tarde haverá "outra batalha feia" relacionada com a dívida e os mercados ficarão "assustados": qualquer tendência "seria suficiente para paralisar a economia mundial e incliná-la para recessão", insistiu ainda o economista norte-americano Nouriel Roubini, quem prognosticou a bolha imobiliária nos EUA e a recessão global de 2008.
Gary Shilling, colunista do 'Forbes', advertiu sobre uma bolha em expansão e uma grande comoção se aproximando. Calculou um crescimento muito lento do PIB real para os próximos oito anos, de apenas 2%, e previu uma desaceleração global ainda mais grave durante a próxima geração, chegando a zero.
"Estou 100% seguro de que a crise para a qual estamos caminhando será muito pior que a de 2008", opinou, por sua parte, Peter Schiff, diretor executivo da Euro Pacific Capital, uma corretora norte americana da bolsa.
Fonte: Russia Today
NOTA: Seguramente, uma crise econômica sem precedentes fará parte da equação do tempo do fim...
Turquia planejava ataque falsa bandeira
"Se necessário, enviarei quatro homens a Síria. Poderíamos provocar uma guerra lançando um míssil a Turquia.Poderíamos, também preparar um ataque a tumba do Xá Suleiman, um enclave turco em solo sírio onde repousam os restos do fundador da dinastia otomana".
Estas foram supostamente as palavras que pronunciou Hakan Fidan, chefe da Inteligência turca e braço direito de Tayyip Erdogan [Primeiro-ministro da Turquia], durante uma reunião de alto nível no último dia 13.
Duas gravações desse encontro secreto, em que participaram Fidan, o ministro do Exterior Ahmet Davutoglu, e o segundo chefe do Estado Maior, foram publicadas no site do periódico Cumhuriyet nesta quinta [27].
Na reunião, os presentes supostamente debateram como forçar uma ação armada na Síria e suas consequências militares.
A opção discutida, conforme os comentários que aparecem registrados, era lançar um atentado de falsa bandeira contra interesses nacionais que legitimaria na arena internacional uma intervenção em defesa da soberania turca.
Esta semana, o líder da oposição Kemal Kiliçdaroglu advertiu, referindo-se a fontes próprias, da possibilidade da Turquia atacar a Síria a fim de ganhar apoio eleitoral e desviar a atenção dos casos de corrupção política veiculados especialmente pela Internet.
[...]
Estas foram supostamente as palavras que pronunciou Hakan Fidan, chefe da Inteligência turca e braço direito de Tayyip Erdogan [Primeiro-ministro da Turquia], durante uma reunião de alto nível no último dia 13.
Duas gravações desse encontro secreto, em que participaram Fidan, o ministro do Exterior Ahmet Davutoglu, e o segundo chefe do Estado Maior, foram publicadas no site do periódico Cumhuriyet nesta quinta [27].
Na reunião, os presentes supostamente debateram como forçar uma ação armada na Síria e suas consequências militares.
A opção discutida, conforme os comentários que aparecem registrados, era lançar um atentado de falsa bandeira contra interesses nacionais que legitimaria na arena internacional uma intervenção em defesa da soberania turca.
Esta semana, o líder da oposição Kemal Kiliçdaroglu advertiu, referindo-se a fontes próprias, da possibilidade da Turquia atacar a Síria a fim de ganhar apoio eleitoral e desviar a atenção dos casos de corrupção política veiculados especialmente pela Internet.
[...]
Fonte: El Mundo
segunda-feira, março 17, 2014
Entendendo a realidade no tempo do fim
02. Arqueologia
03. Arte
04. Ateísmo
05. Bem versus Mal
06. Catolicismo
07. Ciência
08. Coletivismo
09. Conteúdo Recomendado
10. Criacionismo
11. Cristianismo
12. Daniel
13. Darwinismo
14. Dispensacionalismo
15. ECOmenismo
16. Economia
17. Ecumenismo
18. Educação
19. Espiritualismo
20. EUA
21. Extraterrestres
22. Ética
23. Família
24. FAQ
25. Filosofia
26. Frases
27. Geopolítica
28. Historicismo Profético
29. Homossexualismo
30. Humor
31. IASD
32. Igreja/Estado
33. Imortalidade
34. Islã
35. Israel
36. Jesuítas
37. Judaísmo
38. Juízo
39. Lei Dominical
40. Liberdade Religiosa
41. Liberdades Civis
42. Marxismo
43. Mídia
44. Militar
45. Neopentecostalismo
46. Nova Ordem Mundial
47. Ocultismo
48. ONU
49. Opus Dei
50. Oriente Médio
51. Ortodoxos
52. Paganismo
53. Personalidades
54. Reflexão
55. Religião
56. Sábado
57. Santuário
58. Saúde
59. Sinais do fim
60. Sionismo
61. Sociedade
62. Sociedades Secretas
63. Suprema Corte
64. Testemunho
65. Tipologia
66. União Européia
67. Utilidade Pública
68. Vaticano
69. Vida Cristã
70. Vídeos
domingo, março 16, 2014
Congresso Americano convida o papa Francisco para discursar
O presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, o republicano John Boehner, e a líder da minoria democrata nessa casa do legislativo, Nancy Pelosi, convidaram nesta quinta-feira [13] o papa Francisco a fazer um discurso no Congresso americano.
Através de comunicados, os dois líderes ofereceram ao primeiro pontífice do continente americano a possibilidade de pronunciar algumas palavras aos legisladores quando estiver nos Estados Unidos, um discurso que, se acontecer, será o primeiro discurso de um papa no Congresso dos EUA.
"Com reverência e admiração, convidei o papa Francisco, como chefe de Estado da Santa Sé e primeiro papa natural das Américas, a oferecer um discurso em uma sessão conjunta do Congresso dos Estados Unidos", garantiu Boehner, quando hoje completa o primeiro aniversário da escolha de Francisco como pontífice.
Nancy Pelosi, a quem Boehner não mencionou em seu comunicado, também fez o convite em uma declaração própria.
Se Francisco aceitar, será o primeiro pontífice a falar no Congresso dos Estados Unidos, um país que tem pouco mais de 77 milhões de católicos, aproximadamente um quarto da população.
A ocasião para o discurso papal poderia ser em 2015, quando será realizado na Filadélfia (EUA) o Encontro Mundial das Famílias.
A última visita de um papa aos Estados Unidos aconteceu em abril de 2008, quando Bento XVI - hoje papa Emérito - esteve em Washington e Nova York e foi recebido pelo então presidente americano, George W. Bush.
A reunião entre o Bento XVI e Bush foi a 25ª entre um pontífice e um presidente dos Estados Unidos e aconteceu quase nove décadas depois da primeira, em 1919, quando o papa Bento XV se encontrou com o presidente Woodrow Wilson.
O próximo encontro, o 26º, está previsto para o próximo dia 27 de março, quando o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, visitará o Vaticano e se reunirá com o papa Francisco.
Através de comunicados, os dois líderes ofereceram ao primeiro pontífice do continente americano a possibilidade de pronunciar algumas palavras aos legisladores quando estiver nos Estados Unidos, um discurso que, se acontecer, será o primeiro discurso de um papa no Congresso dos EUA.
"Com reverência e admiração, convidei o papa Francisco, como chefe de Estado da Santa Sé e primeiro papa natural das Américas, a oferecer um discurso em uma sessão conjunta do Congresso dos Estados Unidos", garantiu Boehner, quando hoje completa o primeiro aniversário da escolha de Francisco como pontífice.
Nancy Pelosi, a quem Boehner não mencionou em seu comunicado, também fez o convite em uma declaração própria.
Se Francisco aceitar, será o primeiro pontífice a falar no Congresso dos Estados Unidos, um país que tem pouco mais de 77 milhões de católicos, aproximadamente um quarto da população.
A ocasião para o discurso papal poderia ser em 2015, quando será realizado na Filadélfia (EUA) o Encontro Mundial das Famílias.
A última visita de um papa aos Estados Unidos aconteceu em abril de 2008, quando Bento XVI - hoje papa Emérito - esteve em Washington e Nova York e foi recebido pelo então presidente americano, George W. Bush.
A reunião entre o Bento XVI e Bush foi a 25ª entre um pontífice e um presidente dos Estados Unidos e aconteceu quase nove décadas depois da primeira, em 1919, quando o papa Bento XV se encontrou com o presidente Woodrow Wilson.
O próximo encontro, o 26º, está previsto para o próximo dia 27 de março, quando o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, visitará o Vaticano e se reunirá com o papa Francisco.
Fonte: UOL
NOTA: Os EUA como nação protestante se renderam ao poder dominante de Roma e as consequências políticas e religiosas continuarão sendo catastróficas até o fim total das liberdades civil e religiosa - a formação da imagem da besta...
NOTA: Os EUA como nação protestante se renderam ao poder dominante de Roma e as consequências políticas e religiosas continuarão sendo catastróficas até o fim total das liberdades civil e religiosa - a formação da imagem da besta...
sexta-feira, março 14, 2014
O Céu está emocionado ou espantado?
O Pr. Doug Batchelor analisa no vídeo a seguir o que aconteceu no último encontro evangélico da KCM (Kenneth Copeland Ministries) - importante liderança evangélica dos EUA.
Sinais dos tempos!!
O que pensam os romanistas?
"Os protestantes têm-se intrometido com o papado, patrocinando-o; têm feito compromissos e concessões que os próprios romanistas se surpreendem de ver e não compreendem". O Grande Conflito, p. 566.
Qual é a verdade nisso tudo?
"O catolicismo na verdade em muito se assemelha ao protestantismo que hoje existe; pois o protestantismo moderno muito se distancia daquele dos dias da Reforma". O Grande Conflito, p. 571.
Qual o objetivo final de Roma?
"E o que dá maior significação a este movimento é o fato de que o principal objeto visado é a obrigatoriedade da observância do domingo, prática que se originou com Roma, e que ela alega como sinal de sua autoridade". O Grande Conflito, p. 573.
Sinais dos tempos!!
O que pensam os romanistas?
"Os protestantes têm-se intrometido com o papado, patrocinando-o; têm feito compromissos e concessões que os próprios romanistas se surpreendem de ver e não compreendem". O Grande Conflito, p. 566.
Qual é a verdade nisso tudo?
"O catolicismo na verdade em muito se assemelha ao protestantismo que hoje existe; pois o protestantismo moderno muito se distancia daquele dos dias da Reforma". O Grande Conflito, p. 571.
Qual o objetivo final de Roma?
"E o que dá maior significação a este movimento é o fato de que o principal objeto visado é a obrigatoriedade da observância do domingo, prática que se originou com Roma, e que ela alega como sinal de sua autoridade". O Grande Conflito, p. 573.
quarta-feira, março 12, 2014
Documento único total
Já imaginou ter certidão de nascimento, carteiras de identidade, de motorista e de trabalho, passaporte e até a chave do carro em um só documento? É exatamente o que quer uma empresa alemã de tecnologia: reunir todas as informações dos usuários em um único cartão e colocar fim na agonia de quem é mais esquecido.
A dona da ideia, presente na Feira Internacional de Tecnologia da Informação e Comunicação (Cebit), que se realiza até sexta-feira em Hannover, na Alemanha, tem credenciais suficientes para sustentar que o projeto, apesar de ambicioso, pode ser posto em prática. A Bundesdruckerei, conhecida na Europa pelo potencial de inovação, foi quem implantou os passaportes eletrônicos na Alemanha, nove anos atrás. Tecnologia semelhante só começou a ser usada nos documentos emitidos no Brasil em 2010.
Em 2013, a empresa também passou a produzir chips para licenças de motorista na Alemanha. E até o final do ano deve implantar pelo menos 90 portões de embarque eletrônicos nos aeroportos de Frankfurt, Berlim, Hamburgo, Munique e Düsseldorf. São equipamentos que verificam a autenticidade e a validade dos passaportes de forma automática.
Além de reunir todas as informações hoje espalhadas em diversos documentos, o cartão também pagaria contas e funcionaria como chave de automóvel. O motor só daria arranque ao receber sinal do chip inserido dentro da identidade do dono do carro – ou de alguma pessoa previamente autorizada pelo proprietário.
A vantagem, no entanto, é muito mais proteger os dados das pessoas e tornar seguras as transações na rede do que facilitar a vida dos mais avoados, garante o presidente da empresa, Ulrich Hamann.
– O novo cartão é muito mais do que apenas um documento de identidade. Ele oferece ao mundo online uma resposta segura e confiável para as pessoas – diz Hamann.
Questionado se não seria mais arriscado deixar todas as informações de uma pessoa em um só lugar, Hamann garante ter todos recursos de segurança necessários para manter os dados a salvo.
O plano, admite o empresário, é bastante ousado. Mas a empresa alemã já faz isso em média escala, oferecendo serviços personalizados para companhias privadas.
Caberá ao governo gerenciar o credenciamento e dar a cada pessoa a identidade plena, uma espécie de passaporte. Em um terminal de autoatendimento, o cidadão pode preencher os dados pessoais para que o documento seja produzido.
A identidade dispensa uso de chave ou crachá para entrar no local de trabalho. Basta segurar o cartão em frente ao leitor digital, que o objeto identificará quem está autorizado a entrar, ou não.
Passageiros não precisarão mais enfrentar fila para embarcar. Basta uma confirmação com a própria identidade e o sistema indica o portão de embarque correto.
Vai ser possível transferir todas as informações do cartão de identidade para o smartphone. Um aplicativo irá armazenar os dados de forma temporária.
O motor do carro só vai dar arranque ao receber sinal da identidade do dono do carro – ou de alguém diretamente habilitado pelo proprietário. No caso de aluguel do veículo, basta conectar o smartphone e um aplicativo fará a identificação.
Quando for se hospedar em um hotel, nada de ficar preenchendo formulários. O recepcionista terá acesso a todos os dados por meio da identidade.
O cartão de identidade também funcionará como forma de pagamento, dispensando uso de cédulas ou cartão de crédito em locais como supermercados.
O documento será personalizado. Cada usuário poderá escolher inclusive a cor para o seu cartão.
A dona da ideia, presente na Feira Internacional de Tecnologia da Informação e Comunicação (Cebit), que se realiza até sexta-feira em Hannover, na Alemanha, tem credenciais suficientes para sustentar que o projeto, apesar de ambicioso, pode ser posto em prática. A Bundesdruckerei, conhecida na Europa pelo potencial de inovação, foi quem implantou os passaportes eletrônicos na Alemanha, nove anos atrás. Tecnologia semelhante só começou a ser usada nos documentos emitidos no Brasil em 2010.
Em 2013, a empresa também passou a produzir chips para licenças de motorista na Alemanha. E até o final do ano deve implantar pelo menos 90 portões de embarque eletrônicos nos aeroportos de Frankfurt, Berlim, Hamburgo, Munique e Düsseldorf. São equipamentos que verificam a autenticidade e a validade dos passaportes de forma automática.
Além de reunir todas as informações hoje espalhadas em diversos documentos, o cartão também pagaria contas e funcionaria como chave de automóvel. O motor só daria arranque ao receber sinal do chip inserido dentro da identidade do dono do carro – ou de alguma pessoa previamente autorizada pelo proprietário.
A vantagem, no entanto, é muito mais proteger os dados das pessoas e tornar seguras as transações na rede do que facilitar a vida dos mais avoados, garante o presidente da empresa, Ulrich Hamann.
– O novo cartão é muito mais do que apenas um documento de identidade. Ele oferece ao mundo online uma resposta segura e confiável para as pessoas – diz Hamann.
Questionado se não seria mais arriscado deixar todas as informações de uma pessoa em um só lugar, Hamann garante ter todos recursos de segurança necessários para manter os dados a salvo.
O plano, admite o empresário, é bastante ousado. Mas a empresa alemã já faz isso em média escala, oferecendo serviços personalizados para companhias privadas.
Caberá ao governo gerenciar o credenciamento e dar a cada pessoa a identidade plena, uma espécie de passaporte. Em um terminal de autoatendimento, o cidadão pode preencher os dados pessoais para que o documento seja produzido.
A identidade dispensa uso de chave ou crachá para entrar no local de trabalho. Basta segurar o cartão em frente ao leitor digital, que o objeto identificará quem está autorizado a entrar, ou não.
Passageiros não precisarão mais enfrentar fila para embarcar. Basta uma confirmação com a própria identidade e o sistema indica o portão de embarque correto.
Vai ser possível transferir todas as informações do cartão de identidade para o smartphone. Um aplicativo irá armazenar os dados de forma temporária.
O motor do carro só vai dar arranque ao receber sinal da identidade do dono do carro – ou de alguém diretamente habilitado pelo proprietário. No caso de aluguel do veículo, basta conectar o smartphone e um aplicativo fará a identificação.
Quando for se hospedar em um hotel, nada de ficar preenchendo formulários. O recepcionista terá acesso a todos os dados por meio da identidade.
O cartão de identidade também funcionará como forma de pagamento, dispensando uso de cédulas ou cartão de crédito em locais como supermercados.
O documento será personalizado. Cada usuário poderá escolher inclusive a cor para o seu cartão.
Fonte: Zero Hora
NOTA: Sem dúvida pode facilitar muito a vida das pessoas. Por outro lado, também ficará mais fácil o governo controlar a vida de todos, o que profeticamente sabemos que acontecerá...
NOTA: Sem dúvida pode facilitar muito a vida das pessoas. Por outro lado, também ficará mais fácil o governo controlar a vida de todos, o que profeticamente sabemos que acontecerá...
terça-feira, março 04, 2014
Ex-jurista do Banco Mundial revela como a elite domina o mundo
Karen Hudes, graduada pela escola de Direito de Yale, trabalhou no departamento jurídico do Banco Mundial durante 20 anos. Na qualidade de "assessora jurídica superior", obteve informação suficiente para estabelecer uma visão global de como a elite domina o mundo. Desta forma, não se trata de uma "teoria de conspiração" a mais.
De acordo com a especialista, citada pelo site Exposing the Realities, a elite usa um núcleo hermético de instituições financeiras e corporações gigantes para dominar o planeta.
Citando um estudo suíço explosivo de 2011 sobre a "rede de controle corporativo global", Hudes mencionou que um pequeno grupo de entidades, em sua maioria instituições financeiras e bancos centrais, exercem uma enorme influência sobre a economia internacional nos bastidores.
"Uma organização internacional imensamente poderosa da qual a maioria das pessoas nem sequer ouviu falar controla secretamente a emissão do dinheiro do mundo inteiro. Está localizado em Basiléia, Suíça, mas tem ramificações em Hong Kong e na Cidade do México. É essencialmente um Banco Central Mundial não eleito que tem completa imunidade em matéria de impostos e leis internacionais (...). Atualmente, 58 bancos centrais pertencem ao BCI, e tem, mais poder na economia dos Estados Unidos e de outros países que qualquer político. A cada dois meses, os banqueiros centrais se reúnem em Basiléia para outra "Cúpula de Economia Mundial". Durante estas reuniões, decisões são tomadas que afetam a todo homem, mulher e criança do planeta, e nenhum de nós tem voz no que se decide. O Banco de Compensações Internacionais é uma organização que foi fundada pela elite mundial, que opera em benefício da mesma, e cujo fim é ser uma das pedras angulares do vindouro "sistema financeiro global unificado".
Segundo Hudes, a ferramenta principal para escravizar nações e governos inteiros é a dívida.
"Querem que sejamos todos escravos da dívida, querem ver a todos nossos governos escravos da dívida, e querem que todos nossos políticos sejam dependentes das gigantes contribuições financeiras que eles canalizam para suas campanhas políticas. Como a elite também é dona de todos os principais meios de comunicação, esses canais nunca revelarão o segredo de que há algo fundamentalmente errado na maneira como funciona nosso sistema", assegurou.
Fonte: Russia Today
De acordo com a especialista, citada pelo site Exposing the Realities, a elite usa um núcleo hermético de instituições financeiras e corporações gigantes para dominar o planeta.
Citando um estudo suíço explosivo de 2011 sobre a "rede de controle corporativo global", Hudes mencionou que um pequeno grupo de entidades, em sua maioria instituições financeiras e bancos centrais, exercem uma enorme influência sobre a economia internacional nos bastidores.
"O que realmente esta acontecendo é que os recursos do mundo estão sendo dominados por este grupo", explicou a especialista com 20 anos de carreira no Banco Mundial, e acrescentou que os "sequestradores corruptos do poder" também têm dominado os meios de comunicação, "caso lhes seja permitido fazê-lo", assegurou.
O estudo suíço que ela mencionou foi realizado por uma equipe do Instituto Federal Suíço de Tecnología de Zurique. Os pesquisadores estudaram as relações entre 37 milhões de empresas e investidores de todo o mundo e descobriram que existe uma "super-entidade" de 147 megacorporações muito unidas e que controlam 40% de toda a economia mundial.
Porém as elites globais não apenas controlam estas megacorporações. Segundo Hudes, também dominam as organizações não eleitas e que não prestam contas mas exercem controle sobre as finanças de quase todas as nações do planeta, como o Banco Mundial, o FMI e os bancos centrais, entre eles o FED (EUA), que controlam toda a emissão de dinheiro e sua circulação internacional.
O topo da pirâmide deste sistema é o Banco de Compensações Internacionais [Bank for International Settlements] - o Banco Central dos Bancos Centrais.
O estudo suíço que ela mencionou foi realizado por uma equipe do Instituto Federal Suíço de Tecnología de Zurique. Os pesquisadores estudaram as relações entre 37 milhões de empresas e investidores de todo o mundo e descobriram que existe uma "super-entidade" de 147 megacorporações muito unidas e que controlam 40% de toda a economia mundial.
Porém as elites globais não apenas controlam estas megacorporações. Segundo Hudes, também dominam as organizações não eleitas e que não prestam contas mas exercem controle sobre as finanças de quase todas as nações do planeta, como o Banco Mundial, o FMI e os bancos centrais, entre eles o FED (EUA), que controlam toda a emissão de dinheiro e sua circulação internacional.
O topo da pirâmide deste sistema é o Banco de Compensações Internacionais [Bank for International Settlements] - o Banco Central dos Bancos Centrais.
"Uma organização internacional imensamente poderosa da qual a maioria das pessoas nem sequer ouviu falar controla secretamente a emissão do dinheiro do mundo inteiro. Está localizado em Basiléia, Suíça, mas tem ramificações em Hong Kong e na Cidade do México. É essencialmente um Banco Central Mundial não eleito que tem completa imunidade em matéria de impostos e leis internacionais (...). Atualmente, 58 bancos centrais pertencem ao BCI, e tem, mais poder na economia dos Estados Unidos e de outros países que qualquer político. A cada dois meses, os banqueiros centrais se reúnem em Basiléia para outra "Cúpula de Economia Mundial". Durante estas reuniões, decisões são tomadas que afetam a todo homem, mulher e criança do planeta, e nenhum de nós tem voz no que se decide. O Banco de Compensações Internacionais é uma organização que foi fundada pela elite mundial, que opera em benefício da mesma, e cujo fim é ser uma das pedras angulares do vindouro "sistema financeiro global unificado".
Segundo Hudes, a ferramenta principal para escravizar nações e governos inteiros é a dívida.
"Querem que sejamos todos escravos da dívida, querem ver a todos nossos governos escravos da dívida, e querem que todos nossos políticos sejam dependentes das gigantes contribuições financeiras que eles canalizam para suas campanhas políticas. Como a elite também é dona de todos os principais meios de comunicação, esses canais nunca revelarão o segredo de que há algo fundamentalmente errado na maneira como funciona nosso sistema", assegurou.
Fonte: Russia Today
terça-feira, fevereiro 11, 2014
Está o Estado a serviço do bem?
O fenômeno da violência é tão antigo quanto o ser humano. Desde sua criação (ou surgimento, dependendo do ponto de vista), o homem sempre esteve dividido entre razão e instinto, paz e guerra, bem e mal.
Há quem tente explicar a violência, a opção pela criminalidade, como consequência da pobreza, da falta de oportunidades: o homem fruto de seu meio. Sem poder fazer as próprias escolhas, destituído de livre-arbítrio, o indivíduo seria condenado por sua origem humilde à condição de bandido. Mas acaso a virtude é monopólio de ricos e remediados? Creio que não.
Na propaganda institucional, a pobreza no Brasil diminuiu, o poder de compra está em alta, o desemprego praticamente desapareceu... Mas, se a violência tem relação direta com a pobreza, como explicar que a criminalidade tenha crescido em igual ou maior proporção que a renda do brasileiro? Criminalidade e pobreza não andam necessariamente de mãos dadas.
Na semana passada, a violência (ou a falta de segurança) voltou ao centro dos debates. O flagrante de um jovem criminoso nu, preso a um poste por um grupo de justiceiros deu início a um turbilhão de comentários polêmicos. Em meu espaço de opinião no jornal "SBT Brasil", afirmei compreender (e não aceitar, que fique bem claro!) a atitude desesperada dos justiceiros do Rio.
Embora não respalde a violência, a legislação brasileira autoriza qualquer cidadão a prender outro em flagrante delito. Trata-se do artigo 301 do Código de Processo Penal. Além disso, o Direito ratifica a legítima defesa no artigo 23 do Código Penal.
Não é de hoje que o cidadão se sente desassistido pelo Estado e vulnerável à ação de bandidos. Sobra dinheiro para Cuba, para a Copa, mas faltam recursos para a saúde, a educação e, principalmente, para a segurança. Nos últimos anos, disparou o número de homicídios, roubos, sequestros, estupros... Estamos entre os 20 países mais violentos do planeta. E, apesar das estatísticas, em matéria de ações de segurança pública, estamos praticamente inertes e, pior: na contramão do bom senso!
Depois de desarmar os cidadãos (contrariando o plebiscito do desarmamento) e deixá-los à mercê dos criminosos, a nova estratégia do governo, por meio do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, é neutralizar a polícia, abolindo os autos de resistência.
Na prática, o policial terá que responder criminalmente por toda morte ocorrida em confronto com bandidos. Em outras palavras, é desestimular qualquer reação contra o crime. Ou será que a polícia ousará enfrentar o poder de fogo do PCC (Primeiro Comando da Capital) ou do CV (Comando Vermelho) munida apenas de apitos e cassetetes?
Outra aliada da violência nossa de cada dia é a legislação penal: filha do "coitadismo" e mãe permissiva para toda sorte de criminosos. Presos em flagrante ou criminosos confessos saem da delegacia pela porta da frente e respondem em liberdade até a última instância.No Brasil de valores esquizofrênicos, pode-se matar um cidadão e sair impune. Mas a lei não perdoa quem destrói um ninho de papagaio. É cadeia na certa!
O ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), o Estatuto da Impunidade, está sempre à serviço do menor infrator, que também encontra guarida nas asas dos direitos humanos e suas legiões de ONGs piedosas. No Brasil às avessas, o bandido é sempre vítima da sociedade. E nós não passamos de cruéis algozes desses infelizes.
Quando falta sensatez ao Estado é que ganham força outros paradoxos. Como jovens acuados pela violência que tomam para si o papel da polícia e o dever da Justiça. Um péssimo sinal de descontrole social. É na ausência de ordem que a barbárie se torna lei.
RACHEL SHEHERAZADE, 40, jornalista pela Universidade Federal da Paraíba, é âncora do telejornal "SBT Brasil".
Fonte: Folha de São Paulo
NOTA: "Porque os governantes não podem ser motivo de temor para os que praticam o bem, mas para os que fazem o mal... pois ela [a autoridade] serve a Deus para o teu bem... É serva de Deus, agente da justiça para punir quem pratica o mal". Rm 13:3,4 (BKJA - Bíblia King James Atualizada).
Há quem tente explicar a violência, a opção pela criminalidade, como consequência da pobreza, da falta de oportunidades: o homem fruto de seu meio. Sem poder fazer as próprias escolhas, destituído de livre-arbítrio, o indivíduo seria condenado por sua origem humilde à condição de bandido. Mas acaso a virtude é monopólio de ricos e remediados? Creio que não.
Na propaganda institucional, a pobreza no Brasil diminuiu, o poder de compra está em alta, o desemprego praticamente desapareceu... Mas, se a violência tem relação direta com a pobreza, como explicar que a criminalidade tenha crescido em igual ou maior proporção que a renda do brasileiro? Criminalidade e pobreza não andam necessariamente de mãos dadas.
Na semana passada, a violência (ou a falta de segurança) voltou ao centro dos debates. O flagrante de um jovem criminoso nu, preso a um poste por um grupo de justiceiros deu início a um turbilhão de comentários polêmicos. Em meu espaço de opinião no jornal "SBT Brasil", afirmei compreender (e não aceitar, que fique bem claro!) a atitude desesperada dos justiceiros do Rio.
Embora não respalde a violência, a legislação brasileira autoriza qualquer cidadão a prender outro em flagrante delito. Trata-se do artigo 301 do Código de Processo Penal. Além disso, o Direito ratifica a legítima defesa no artigo 23 do Código Penal.
Não é de hoje que o cidadão se sente desassistido pelo Estado e vulnerável à ação de bandidos. Sobra dinheiro para Cuba, para a Copa, mas faltam recursos para a saúde, a educação e, principalmente, para a segurança. Nos últimos anos, disparou o número de homicídios, roubos, sequestros, estupros... Estamos entre os 20 países mais violentos do planeta. E, apesar das estatísticas, em matéria de ações de segurança pública, estamos praticamente inertes e, pior: na contramão do bom senso!
Depois de desarmar os cidadãos (contrariando o plebiscito do desarmamento) e deixá-los à mercê dos criminosos, a nova estratégia do governo, por meio do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, é neutralizar a polícia, abolindo os autos de resistência.
Na prática, o policial terá que responder criminalmente por toda morte ocorrida em confronto com bandidos. Em outras palavras, é desestimular qualquer reação contra o crime. Ou será que a polícia ousará enfrentar o poder de fogo do PCC (Primeiro Comando da Capital) ou do CV (Comando Vermelho) munida apenas de apitos e cassetetes?
Outra aliada da violência nossa de cada dia é a legislação penal: filha do "coitadismo" e mãe permissiva para toda sorte de criminosos. Presos em flagrante ou criminosos confessos saem da delegacia pela porta da frente e respondem em liberdade até a última instância.No Brasil de valores esquizofrênicos, pode-se matar um cidadão e sair impune. Mas a lei não perdoa quem destrói um ninho de papagaio. É cadeia na certa!
O ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), o Estatuto da Impunidade, está sempre à serviço do menor infrator, que também encontra guarida nas asas dos direitos humanos e suas legiões de ONGs piedosas. No Brasil às avessas, o bandido é sempre vítima da sociedade. E nós não passamos de cruéis algozes desses infelizes.
Quando falta sensatez ao Estado é que ganham força outros paradoxos. Como jovens acuados pela violência que tomam para si o papel da polícia e o dever da Justiça. Um péssimo sinal de descontrole social. É na ausência de ordem que a barbárie se torna lei.
RACHEL SHEHERAZADE, 40, jornalista pela Universidade Federal da Paraíba, é âncora do telejornal "SBT Brasil".
Fonte: Folha de São Paulo
NOTA: "Porque os governantes não podem ser motivo de temor para os que praticam o bem, mas para os que fazem o mal... pois ela [a autoridade] serve a Deus para o teu bem... É serva de Deus, agente da justiça para punir quem pratica o mal". Rm 13:3,4 (BKJA - Bíblia King James Atualizada).
sexta-feira, dezembro 06, 2013
O domingo vem ocupando o lugar do sábado do Senhor
1) "Lembra-te do dia de sábado para santificá-lo... O sétimo dia é o sábado do Senhor" (Ex 20:8,10).
2) Será um sinal de união eterna entre Deus e Seu povo (Ex 31:17).
3) Quando Deus abençoa algo Ele abençoa para sempre (Gn 2:2; 1Cr 17:27)
4) Jesus é o Senhor do sábado (Mt 12:8) e não do domingo.
5) Um poder agindo contra Deus seria responsável pela mudança da Lei de Deus introduzindo a tradição dos homens (Dn 7:25).
6) Quando há conflito entre os mandamentos de Deus e a autoridade humana, sempre devemos escolher o lado de Deus (At 5:29).
7) Deus deixou uma pista para aqueles que vivessem no tempo do fim sobre qual dia deveria ser usado para adorar o Senhor (Ap 14:7): a expressão "fez o céu, a terra, o mar e as fontes das águas" só aparece em um outro único lugar da Bíblia - justamente no mandamento do sábado do sétimo dia (Ex 20:11).
quarta-feira, novembro 13, 2013
Será mesmo um "novo" poder?
Fato nº 1: Há pouco mais de um mês, a diretora editorial do jornal francês Le Monde assinou um artigo sobre o papa Francisco, onde afirmou: "Um novo animal político está se impondo no cenário midiático mundial. Ótima visibilidade, sorriso fácil, verbo hábil, mensagem impactante, o Papa Francisco, conquistou, no espaço de seis meses, um auditório que ultrapassa amplamente o de seus fiéis... Fala muito e livremente. Beija, acaricia, brinca, escreve cartas, faz ligações telefônicas, tuiteia, e o mais importante, surpreende".Fato nº 2: No final do mês passado, a revista Forbes lançou sua lista dos mais poderosos do mundo - 2013. E o Papa Francisco aparece como 4ª personalidade mais poderosa do mundo. Um dos critérios adotados pela revista foi a maneira ativa que utilizam para mudar o mundo.
NOTA: Como pode-se perceber, o mundo está sendo cada vez mais hipnotizado pelo canto da sereia que mora em Roma, veste branco, e dirige a instituição mais poderosa do planeta, e que vem preparando o mundo para aceitar a religião de mistérios da Babilônia antiga, cujo símbolo principal é a adoração ao sol - a guarda do domingo (SUN-DAY). O apocalipse também fala deste "animal político" como protagonista nos últimos dias: "Todos os habitantes da terra adorarão a Besta, ou seja, todos aqueles que não tiveram seus nomes escritos no Livro da Vida do Cordeiro". (13:8)
sexta-feira, outubro 18, 2013
Assim fica difícil "provar" o aquecimento global !
A camada de gelo flutuante que cerca a Antártica no inverno chegou a um novo recorde de extensão este ano. No final de setembro, as placas geladas alcançaram 19,47 milhões de quilômetros quadrados. O recorde anterior, do ano passado, era de 19,44 milhões de quilômetros quadrados.
A imagem acima, divulgada pela Nasa, mostra a extensão do gelo em branco. A área cinza escuro é a parte de terra firme da Antártica. O cinza claro são as plataformas de gelo que persistem ao derretimento do verão.
O gráfico abaixo mostra como a extensão de gelo variou nos últimos anos. Há uma aparente tendência de aumento na extensão desde 1980.

[...]
Fonte: ÉPOCA
NOTA: A teoria do aquecimento global foi forjada apenas para atender aos interesses do ECOmenismo. Uma estratégia da engenharia social a serviço da Nova Ordem Mundial, ou melhor, da Babilônia do Apocalipse...
sexta-feira, outubro 11, 2013
O ECOmenismo mais vivo do que nunca
O Painel Intergovernamental de Mudança Climática (IPCC) divulgou nesta sexta-feira (27/09) um relatório ainda mais pessimista que seu último, de 2007. Nele, o grupo de especialistas apontados pela ONU não só reforçou as conclusões de que o aquecimento global é uma realidade causada primariamente – senão exclusivamente – pelo ser humano, como deixou claro que a situação pode piorar significativamente se não forem feitos esforços para controlar as emissões.
De acordo com o IPCC, o homem tem 95% de responsabilidade sobre as mudanças climáticas – o relatório de 2007 falava em 90%. A razão dos números é a produção de CO2 em larga escala, que provocam o efeito estufa. As emissões têm crescido continuadamente e chegaram a um novo pico, como apontou em março deste ano a agência do governo americano para o assunto (NOAA).
O nível dos oceanos, segundo o estudo, vai continuar a subir e mais rápido do que se imaginava. Serão provavelmente 26 centímetros e, na pior das hipóteses, 82 centímetros. Em 2007, o discurso era de um crescimento de entre 18 e 59 centímetros.
"As causas do aumento do nível do mar são mais bem compreendidas agora do que eram há seis anos", esclarece o pesquisador Stephan Ramstorf, do Instituto de Pesquisas Climáticas de Potsdam. "Medições mostram que as duas grandes massas continentais congeladas, Groelândia e Antártida, estão perdendo gelo."
[...]
NOTA: A crise final deste mundo cujo tema principal será a adoração está sendo preparada por três outras crises forjadas pela elite ocultista mundial: a crise moral, a econômica e a ambiental. Quando estas crises atingirem o ápice simultaneamente, a profecia de Ap 13:15-17 se cumprirá...
De acordo com o IPCC, o homem tem 95% de responsabilidade sobre as mudanças climáticas – o relatório de 2007 falava em 90%. A razão dos números é a produção de CO2 em larga escala, que provocam o efeito estufa. As emissões têm crescido continuadamente e chegaram a um novo pico, como apontou em março deste ano a agência do governo americano para o assunto (NOAA).
O nível dos oceanos, segundo o estudo, vai continuar a subir e mais rápido do que se imaginava. Serão provavelmente 26 centímetros e, na pior das hipóteses, 82 centímetros. Em 2007, o discurso era de um crescimento de entre 18 e 59 centímetros.
"As causas do aumento do nível do mar são mais bem compreendidas agora do que eram há seis anos", esclarece o pesquisador Stephan Ramstorf, do Instituto de Pesquisas Climáticas de Potsdam. "Medições mostram que as duas grandes massas continentais congeladas, Groelândia e Antártida, estão perdendo gelo."
[...]
Fonte: Deutsche Welle
NOTA: A crise final deste mundo cujo tema principal será a adoração está sendo preparada por três outras crises forjadas pela elite ocultista mundial: a crise moral, a econômica e a ambiental. Quando estas crises atingirem o ápice simultaneamente, a profecia de Ap 13:15-17 se cumprirá...
sexta-feira, setembro 06, 2013
O que vem por aí?
"As elites necessitam de um apocalipse fabricado".
"Aí entra a Síria..."
"O pacto de defesa mútua entre a Síria e o Irã, seus fortes vínculos com a Rússia, a base naval russa em suas costas, o avançado armamento russo em seu arsenal, sua proximidade a rotas marítimas de petróleo vulneráveis, fazem desta nação um catalizador perfeito para uma catástrofe global. A guerra civil na Síria já está se estendendo aos países vizinhos como Iraque, Jordânia e o Líbano, e ao examinar os fatos de maneira objetiva, toda a guerra é produto da ação encoberta por parte dos EUA e seus aliados".
"O pacto de defesa mútua entre a Síria e o Irã, seus fortes vínculos com a Rússia, a base naval russa em suas costas, o avançado armamento russo em seu arsenal, sua proximidade a rotas marítimas de petróleo vulneráveis, fazem desta nação um catalizador perfeito para uma catástrofe global. A guerra civil na Síria já está se estendendo aos países vizinhos como Iraque, Jordânia e o Líbano, e ao examinar os fatos de maneira objetiva, toda a guerra é produto da ação encoberta por parte dos EUA e seus aliados".
quarta-feira, agosto 07, 2013
Arábia Saudita muda os dias de fim de semana
A Arábia Saudita vai mudar os seus dias de fim de semana, que passarão a ser na sexta-feira e no sábado, ao invés de quinta e sexta-feira, uma alteração para ajustar o país à economia mundial. Num decreto-lei publicado hoje [23 de junho], a alteração é justificada com o objetivo do país se posicionar mais perto do ritmo da maioria dos países onde o fim de semana sucede ao sábado e domingo. Desse modo, justifica a Arábia Saudita, será reduzido o impacto dos diferentes dias de fim de semana para a economia e os mercados financeiros do país. A mudança ocorrerá já a partir de 29 de junho.
Fonte: Diário de Notícias
NOTA: O mundo inteiro, de repente, quer ficar mais parecido com o ocidente na questão de dias de descanso. Já que os demais países islâmicos do Golfo já adotam a sexta e o sábado como fim de semana, resta saber se, no futuro, darão mais um passo rumo à padronização com o ocidente, como já estuda fazer Israel. Fica então a questão: Estará o mundo se preparando para aceitar em breve a marca da besta (guarda do domingo) - símbolo do poder do Vaticano sobre o mundo ocidental? Ainda que seja por outras razões, guardar o domingo então significará submissão ao Vaticano e rejeição da verdade (sábado do sétimo dia estabelecido pelo Criador).
Fonte: Diário de Notícias
NOTA: O mundo inteiro, de repente, quer ficar mais parecido com o ocidente na questão de dias de descanso. Já que os demais países islâmicos do Golfo já adotam a sexta e o sábado como fim de semana, resta saber se, no futuro, darão mais um passo rumo à padronização com o ocidente, como já estuda fazer Israel. Fica então a questão: Estará o mundo se preparando para aceitar em breve a marca da besta (guarda do domingo) - símbolo do poder do Vaticano sobre o mundo ocidental? Ainda que seja por outras razões, guardar o domingo então significará submissão ao Vaticano e rejeição da verdade (sábado do sétimo dia estabelecido pelo Criador).
Assinar:
Postagens (Atom)









