Concluiu-se ontem em Cochabamba, na Bolívia, a Conferência Mundial dos Povos sobre Mudanças Climáticas e os Direitos da Mãe Terra.
No final do evento, foi apresentada uma declaração ecumênica, na qual organizações e personalidades cristãs insistem na função positiva que as religiões e a espiritualidade podem desempenhar para obter uma coexistência mais harmoniosa entre a humanidade e a natureza.
"As mudanças climáticas são o produto de uma mentalidade humana que considera a natureza como objeto de dominação, exploração e manipulação, e o ser humano como dono e medida" – lê-se na declaração.
Os signatários reconhecem "que uma interpretação da tradição judaico-cristã contribuiu na história a fomentar este tipo de antropocentrismo e a exploração indiscriminada da natureza, mal interpretando a responsabilidade de cuidar da criação, a pedido de seu Criador".
A declaração ecumênica pede uma nova espiritualidade de coexistência respeitosa, que se forje em um diálogo entre os povos da Terra.
A coalizão organizou painéis sobre as religiões – especialmente o Cristianismo – e as mudanças climáticas, assim como a apresentação de publicações recentes sobre o tema.
Para o encarregado do Conselho Mundial de Igrejas sobre Mudanças Climáticas, Dr. Guillermo Kerber, a Conferência dos Povos ofereceu a oportunidade de escutar quem serão os mais afetados pelo clima.
A finalidade do evento, convocado pelo Presidente boliviano, Evo Morales, foi unir os defensores da natureza, analisar as causas estruturais que provocam as mudanças climáticas e elaborar propostas e medidas em favor da vida e da sobrevivência da Mãe Terra.
Fonte: Rádio Vaticano
NOTA: A linguagem usada ("Mãe Terra") evidencia a inspiração deste movimento ECOmênico: paganismo. Que os cristãos devem cuidar da natureza é óbvio, mas não para promover conceitos pagãos de adoração à criatura em lugar do Criador. O objetivo do ECOmenismo, além de político e econômico, é também religioso: adoração à Gaia e anulação da Lei de Deus através da exaltação do domingo (dia que o homem santificou no lugar do sábado bíblico)...
sexta-feira, abril 23, 2010
sexta-feira, abril 16, 2010
Os Adventistas

Um documentário sobre a mensagem e ministério de saúde da Igreja Adventista do Sétimo Dia está programado para ser levado ao ar por estações de difusão pública por todos os Estados Unidos, começando em 3 de abril. "Os Adventistas" explora o que o cineasta independente Martin Doblmeier considera um paradoxo: uma comunidade de fé conservadora na linha de frente da tecnologia médica.
Saber por que os adventistas, que crêem na breve vinda de Jesus, têm um compromisso com a longevidade e bem viver motivou o documentário, explicou Doblmeier.
O filme começa com a cronologia da Igreja Adventista, dando enfoque sobre a pioneira Ellen G. White e outros membros originais após o desapontamento da falha do retorno de Jesus à Terra em 1844. Os adventistas hoje, Doblmeier parece dizer segundo o filme avança, têm tanta fé quanto os membros originais, mas são comprometidos em viver responsável e positivamente, impactando aqueles ao seu redor enquanto esperam pela Segunda Vinda de Cristo. Esse impacto é em grande medida enraizado na ênfase da Igreja no viver saudável, conclui o filme de Doblmeir.
Ao filmar "Os Adventistas", Doblmeier disse que o que o impressionou mais foi "quão central é a teologia de atenção à saúde" para o adventismo. O filme apresenta histórias de muitos dos principais hospitais e centros médicos da Igreja Adventista, inclusive o Centro Médico da Universidade Loma Linda, na Califórnia, o Centro Médico Kettering, em Kettering, Ohio, o Hospital Santa Helena, em Santa Helena, California, e o Centro de Saúde Celebration, em Celebration, Flórida, onde a mãe de Doblmeier certa vez recebeu tratamento.
"Os Adventistas" remonta a herança de viver saudável da Igreja ao final dos anos 1800. Mesmo então, os centros médicos dirigidos pelos adventistas eram mecas de saúde conhecidos por oferecer as mais avançadas técnicas médicas -- o Sanatório de Battle Creek, em Battle Creek, Michigan, atraía pacientes tais como Amelia Earhart e Henry Ford, historia o filme.
Doblmeier dedica considerável tempo do filme a avanços mais recentes na área médica, como o transplante bem sucedido do coração de um babuíno numa criança no Centro Médico da Universidade Loma Linda, bem como avanços na área de cirurgia robótica e mesmo à distância.
Ele também destaca o compromisso dos adventistas com a guarda do sábado. "Eu realmente me senti tocado pela cultura do sábado na Igreja Adventista. Os adventistas não ficam simplesmente à toa no sábado -- estão ajudando as pessoas e impactando suas comunidades", comenta Doblmeir.
A reação ao filme de parte da comunidade adventista tem sido "gratificante", disse Doblmeier, acrescentando que espera que aqueles que não tenham formação adventista achem o filme "uma avaliação equilibrada e positiva" do impacto da Igreja nos Estados Unidos.
De uma perspectiva adventista, o filme pode parece por demais positivo, mas Doblmeier declarou que acredita que os não-adventistas que o virem poderão considerar alguns aspectos do filme de forma diferente. "Eles verão Ellen White e suas visões retratadas honestamente em seu papel central na fundação da Igreja, e creio que isso irá levantar algumas sobrancelhas", ele comentou.
"Os Adventistas" é o último dos 25 filmes de Doblmeier, que obteve prêmios cinematográficos ao retratar religião, fé e espiritualidade, o que inclui "Bonhoeffer", um documentário sobre o teólogo Dietrich Bonhoeffer, que resistiu ao nazismo, e "Albert Schweitzer: Chamado à África", um filme recordando a vida daquele humanitário ganhador do prêmio Nobel.
Doblmeier é presidente e fundador de Journey Films, sediado em Alexandria, Virginia, EUA. Descobrir "o que está acontecendo na cultura contemporânea e ver como a religião está interagindo nisso" motiva esses filmes, explica Doblmeier.
Uma discussão da visão holística adventista sobre ministério de saúde é "oportuno", mas o lançamento do filme quando a reforma de assistência de saúde está nas manchetes dos jornais nos Estados Unidos é particularmente "um tempo providencial", ele disse.
Doblmeier admitiu que seu enfoque limitado ao ministério de saúde nos Estados Unidos não cobre muitos aspectos da denominação global. Outro filme explorando o aspecto internacional da Igreja e sua êfanse em educação poderá fazer parte de planos futuros, ele indicou.
A Igreja Adventista do Sétimo Dia de Sligo, em Takoma Park, Maryland, apresentará uma exibição de "Os Adventistas" no dia 3 de abril às 7:30 da tarde. Uma sessão de perguntas e respostas com Doblmeier se seguirá à exibição. Apresentações também ocorrerão duas vezes ao dia durante a sessão da Assembleia da Associação Geral, de 27 de junho a 2 de julho, em Atlanta, Georgia.
Para encomendar uma cópia em DVD de "Os Adventistas" ou saber mais a respeito dos filmes de Doblmeier, visite www.journeyfilms.com.
Fonte: Adventist News Network
Bilderberg localizado!
O Clube de Bilderberg irá realizar seu encontro anual nos dias 3 a 6 de Junho na Espanha, em Sitges, um pequeno e exclusivo resort nas proximidades de Barcelona, protegidos por uma muralha de guardas armados que vedarão o resort na inútil tentativa de manter o evento em segredo.
O encontro do Clube de Bilderberg seguirá, assim, o padrão de seu grupo irmão, a Comissão Trilateral, que irá se reunir no Four Season Resort, em Dublin, Irlanda, nos dias 6 a 10 de maio. Líderes do Bilderberg Club também estarão presentes no encontro dos "trilateralistas", para elaborar suas agendas comuns.
A expectativa dos integrantes do Clube de Bilderberg é de que a recessão econômica global se estenda por pelo menos um ano, de acordo com um consultor financeiro internacional que trabalha junto a vários integrantes do bloco globalista. Dentre muitas outras razões, está a intenção do grupo de criar um "departamento do tesouro" global, submetido à autoridade da ONU, já proposto no encontro anterior, que foi na Grécia, mas impedido pelos nacionalistas da Europa e dos EUA. Os "nacionalistas" (uma palavra torpe e odiosa para o Bilderberg Club), negaram-se a entregar a soberania de seus países à ONU. No dia 29 de março, durante um pronunciamento na Universidade de Columbia, um notório reduto do esquerdismo, nos EUA, o presidente da França Nicolas Sarkozy afirmou que "nós devemos inventar uma nova ordem monetária global", segundo apontou fonte da AFP (American Free Press).
Ele se referia claramente ao recentemente proposto "departamento do tesouro" mundial.
O objetivo máximo do Clube de Bilderberg continua o mesmo: tornar a ONU um governo mundial com as "nações-estado" reduzidas a meras referências geográficas. A União Européia se tornaria uma única entidade política, seguida pela "União Americana" e, finalmente, a "União Pacífico-Asiática". Na "União Americana" estaria incluso todo o hemisfério ocidental, com Cuba e outras ilhas.
Assim como ocorre União Européia, a "União Americana" teria legislação própria, comissão executiva e chefe de estado que pode impor leis às nações membros. Teria também uma moeda comum similar ao Euro, apagando qualquer símbolo de soberania dos estados membros. A "União Pacífico-Asiática", ou "APU" (sigla em inglês) seguiria um caminho similar.
Mas o crescente conhecimento público da maldosa agenda do Bilderberg Club e dos "trilateralistas" emergiu como uma significante barreira. Por décadas, até 1975, quando "The Spotlight" [antigo nome da AFP] surgiu, o blecaute era 100 por cento completo no mundo todo.
Hoje, na Europa, os grandes jornais das metrópoles e redes de tevê abordam as ações desses grupos intensamente, com manchetes nas páginas principais. Nos EUA, jornais independentes e rádios cobrem amplamente a ações do Bilderberg Club.
Já os grandes jornais do EUA se calam, mantendo um completo blecaute. Isto porque seus executivos prometem a esses grupos manter seus encontros em segredo enquanto estiverem vivos.
Mas assim que o conhecimento do público cresce, também cresce a resistência patriótica. Há forte resistência em toda a Europa quanto ao crescimento dos poderes da União Européia às custas das soberanias nacionais. Nos EUA, há resistência contra o Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (NAFTA), que pretende eliminar as fronteiras entre os Estados Unidos, o México e o Canadá. O plano do Clube de Bilderberg e da Comissão Trilateral é fazer o NAFTA se expandir, alcançando todo o hemisfério, e evoluindo em seguida para a "União Americana".
Nos anos 90, o Clube de Bilderberg estava confiante que a "União Americana" estaria estabelecida no ano 2000. Uma década depois, eles continuam lutando - e perdendo - a batalha.
James P. Tucker Jr.
(Jornalista veterano que desde 1975 é amplamente reconhecido por saber em detalhes os fatos e as intrigas de blocos globalistas como o Clube de Bilderberg).
Fonte: American Free Press
Tradução: Mídia Sem Máscara
Saiba mais: "As Sociedades Secretas no tempo do Fim".
O encontro do Clube de Bilderberg seguirá, assim, o padrão de seu grupo irmão, a Comissão Trilateral, que irá se reunir no Four Season Resort, em Dublin, Irlanda, nos dias 6 a 10 de maio. Líderes do Bilderberg Club também estarão presentes no encontro dos "trilateralistas", para elaborar suas agendas comuns.
A expectativa dos integrantes do Clube de Bilderberg é de que a recessão econômica global se estenda por pelo menos um ano, de acordo com um consultor financeiro internacional que trabalha junto a vários integrantes do bloco globalista. Dentre muitas outras razões, está a intenção do grupo de criar um "departamento do tesouro" global, submetido à autoridade da ONU, já proposto no encontro anterior, que foi na Grécia, mas impedido pelos nacionalistas da Europa e dos EUA. Os "nacionalistas" (uma palavra torpe e odiosa para o Bilderberg Club), negaram-se a entregar a soberania de seus países à ONU. No dia 29 de março, durante um pronunciamento na Universidade de Columbia, um notório reduto do esquerdismo, nos EUA, o presidente da França Nicolas Sarkozy afirmou que "nós devemos inventar uma nova ordem monetária global", segundo apontou fonte da AFP (American Free Press).
Ele se referia claramente ao recentemente proposto "departamento do tesouro" mundial.
O objetivo máximo do Clube de Bilderberg continua o mesmo: tornar a ONU um governo mundial com as "nações-estado" reduzidas a meras referências geográficas. A União Européia se tornaria uma única entidade política, seguida pela "União Americana" e, finalmente, a "União Pacífico-Asiática". Na "União Americana" estaria incluso todo o hemisfério ocidental, com Cuba e outras ilhas.
Assim como ocorre União Européia, a "União Americana" teria legislação própria, comissão executiva e chefe de estado que pode impor leis às nações membros. Teria também uma moeda comum similar ao Euro, apagando qualquer símbolo de soberania dos estados membros. A "União Pacífico-Asiática", ou "APU" (sigla em inglês) seguiria um caminho similar.
Mas o crescente conhecimento público da maldosa agenda do Bilderberg Club e dos "trilateralistas" emergiu como uma significante barreira. Por décadas, até 1975, quando "The Spotlight" [antigo nome da AFP] surgiu, o blecaute era 100 por cento completo no mundo todo.
Hoje, na Europa, os grandes jornais das metrópoles e redes de tevê abordam as ações desses grupos intensamente, com manchetes nas páginas principais. Nos EUA, jornais independentes e rádios cobrem amplamente a ações do Bilderberg Club.
Já os grandes jornais do EUA se calam, mantendo um completo blecaute. Isto porque seus executivos prometem a esses grupos manter seus encontros em segredo enquanto estiverem vivos.
Mas assim que o conhecimento do público cresce, também cresce a resistência patriótica. Há forte resistência em toda a Europa quanto ao crescimento dos poderes da União Européia às custas das soberanias nacionais. Nos EUA, há resistência contra o Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (NAFTA), que pretende eliminar as fronteiras entre os Estados Unidos, o México e o Canadá. O plano do Clube de Bilderberg e da Comissão Trilateral é fazer o NAFTA se expandir, alcançando todo o hemisfério, e evoluindo em seguida para a "União Americana".
Nos anos 90, o Clube de Bilderberg estava confiante que a "União Americana" estaria estabelecida no ano 2000. Uma década depois, eles continuam lutando - e perdendo - a batalha.
James P. Tucker Jr.
(Jornalista veterano que desde 1975 é amplamente reconhecido por saber em detalhes os fatos e as intrigas de blocos globalistas como o Clube de Bilderberg).
Fonte: American Free Press
Tradução: Mídia Sem Máscara
Saiba mais: "As Sociedades Secretas no tempo do Fim".
quarta-feira, abril 14, 2010
Outro forte terremoto faz tremer a China
Uma série de terremotos atingiu entre terça-feira e quarta-feira a região da Província de Qinghai, na China, deixando ao menos 400 mortos e outros 10 mil feridos. O mais forte dos tremores [14 de abril] teve magnitude 6,9 - segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), que monitora a atividade sísmica mundial.
Veja outros terremotos de grande magnitude que atingiram o mundo neste ano:
12 de janeiro:
Um terremoto devastador de magnitude 7 atingiu a região da capital do Haiti, Porto Príncipe, deixando mais de 230 mil mortos e 2 milhões de desabrigados.
27 de fevereiro:
Um tremor de magnitude 8,8 devastou o centro-sul do Chile e causou vários tsunamis na pior tragédia do tipo desde 1950. Segundo o balanço mais recente do governo, foram 486 mortos e 79 desaparecidos no tremor, que deixou ainda mais de 2 milhões de pessoas e causando danos materiais estimados em US$ 30 bilhões (R$ 53,8 bilhões).
4 de março:
Um terremoto de magnitude 6,4 atinge Taiwan, na China, sem deixar vítimas.
6 de março:
Um terremoto de magnitude 7,1 atingiu o sudoeste de Sumatra, na Indonésia, sem deixar vítimas.
8 de março:
Um tremor de magnitude 6 registrado deixou ao menos 41 mortos em Elazig, na Turquia, onde causou o desabamento de dezenas de casas de pedra e barro em uma Província remota.
14 de março:
Um terremoto de magnitude 6,6 atinge o noroeste do Japão e é sentido em várias cidades da região. Não há vítimas.
No mesmo dia, um terremoto de magnitude 7 causa pânico nos moradores do leste da Indonésia, mas não causa alertas de tsunami ou vítimas.
25 de março:
Um terremoto de magnitude 6,1 atinge as Filipinas sem deixar vítimas ou danos materiais.
O tremor, que teve epicentro no mar, ao norte do estreito de Mindoro e a 72,4 quilômetros de profundidade, foi sentido na capital, Manila.
4 de abril:
O tremor de magnitude 7,2, com epicentro a 60 quilômetros da fronteira mexicana com os EUA, foi sentido nos Condados de San Diego, Orange, Imperial e Riverside, além de atingir levemente edifícios em locais mais distantes, como em Los Angeles.
O terremoto no México foi o terceiro de grande intensidade ocorrido na América no último trimestre, após o de 7 graus que devastou o Haiti em janeiro o de 8,8 que atingiu o sul e o centro do Chile em fevereiro.
Fonte: Folha Online
Saiba mais: "Os piores terremotos desde 2000".
NOTA: O pior é que ainda tem gente que não acredita que o aumento do número de terremotos seja um sinal da iminente Volta de Cristo...
terça-feira, abril 13, 2010
A fraude do aquecimento global
O aquecimento global não é uma ameaça à humanidade – uma histeria “aquecimentista”, sim! As mudanças climáticas são fenômenos naturais que ocorrem há centenas de milhões de anos e contra as quais a humanidade pouco pode fazer no seu atual estágio de conhecimento, além de entender melhor a sua dinâmica e adaptar-se adequadamente a elas. O infundado alarmismo “aquecimentista” é promovido por interesses políticos e econômicos, que transformaram um debate científico em uma obsessão mundial e uma verdadeira indústria. Por isso, o público em geral ignora que:- não há qualquer evidência científica concreta que vincule os combustíveis fósseis aos aumentos de temperaturas ocorridos desde o final do século XIX;
- as temperaturas mundiais pararam de subir no final da década de 1990 e estão em queda;
- os níveis do mar já foram mais altos que os atuais;
- as atuais concentrações atmosféricas de CO2 estão entre as mais baixas da história geológica da Terra;
- temperaturas e níveis de CO2 mais altos que os atuais seriam benéficos para a maioria dos seres vivos, inclusive o homem.
A fraude do aquecimento global supostamente causado pelo homem está sendo manipulada para converter a atividade científica em um processo de “assembléia de consenso”, apoiado por uma mídia geralmente acrítica e anestesiada e pelos recursos técnicos de Hollywood. Neste livro, encontram-se argumentos para ajudar a devolver essa discussão crucial ao campo do qual ela jamais deveria ter sido subtraída: o da boa ciência e do bom senso.
Fonte: Alerta em Rede
NOTA: Além de interesses políticos e econômicos há também interesses religiosos por trás do aquecimento global!!
terça-feira, março 30, 2010
Vaticano: celibato não é a causa de casos de pedofilia
O presidente do Conselho Pontifício para a Promoção dos Cristãos, cardeal Walter Kasper, disse ontem que o celibato não está relacionado aos casos de pedofilia na Igreja Católica revelados nas últimas semanas. "Não é um dogma, mas uma velha tradição, e não é necessário revisar essa legislação." A onda de escândalos de menores abusados por sacerdotes já atingiu Irlanda, Holanda, Áustria, Alemanha, Suíça e EUA.
Fonte: Folha de São Paulo, 30 de março de 2010.
Várias organizações laicas católicas, entre elas o movimento internacional "Somos Igreja", além de associações de ex-padres casados, solicitam há muitos anos o fim da tradição.
Desde o início, no século IV, a Igreja Católica institucionalizou a castidade e o celibato com uma ordem do Papa, ou seja, humana. Por este motivo, outras igrejas cristãs não praticam a abstinência sexual e o celibato.
Fonte: Terra
NOTA: Novamente o grande problema da Igreja Católica - colocar a Tradição acima da autoridade bíblica: "E aos solteiros e viúvos digo que lhes seria bom se permanecessem no estado em que também eu vivo. Caso, porém, não se dominem, que se casem; porque é melhor casar do que viver abrasado" (1Co 7:8 e 9).
Fonte: Folha de São Paulo, 30 de março de 2010.
Várias organizações laicas católicas, entre elas o movimento internacional "Somos Igreja", além de associações de ex-padres casados, solicitam há muitos anos o fim da tradição.
Desde o início, no século IV, a Igreja Católica institucionalizou a castidade e o celibato com uma ordem do Papa, ou seja, humana. Por este motivo, outras igrejas cristãs não praticam a abstinência sexual e o celibato.
Fonte: Terra
NOTA: Novamente o grande problema da Igreja Católica - colocar a Tradição acima da autoridade bíblica: "E aos solteiros e viúvos digo que lhes seria bom se permanecessem no estado em que também eu vivo. Caso, porém, não se dominem, que se casem; porque é melhor casar do que viver abrasado" (1Co 7:8 e 9).
Compulsão por gordura funciona como vício em cocaína
Uma pesquisa publicada esta semana afirma que os mecanismos do corpo que provocam vício em drogas são os mesmos que geram a compulsão por comer alimentos calóricos.A pesquisa feita pelo Scripps Research Institute, no Estado americano da Flórida, afirma que, assim como o vício em drogas como cocaína, a compulsão por comidas gordurosas – como doces e frituras – é extremamente difícil de ser combatida.
O estudo, realizado com camundongos, mostra que as partes do cérebro que lidam com o prazer deterioram-se gradualmente na medida em que o consumo vai aumentando. Essas regiões do cérebro vão respondendo cada vez menos aos estímulos, o que fez com que os camundongos comessem cada vez mais, tornando-se obesos.
O mesmo teste foi realizado com heroína e cocaína, e os ratos responderam da mesma forma.
Para o cientista Paul Kenny, que coordenou a pesquisa de três anos, uma dieta com alimentos gordurosos possui elementos que viciam.
"No estudo, os animais perderam completamente o controle sobre seu hábito de alimentação, o primeiro sinal de vício. Eles continuaram comendo demais mesmo quando antecipavam que receberiam choques elétricos, mostrando o quão estimulados eles estavam para consumir a comida."
A experiência foi feita com alimentos que provocam obesidade se consumidos em excesso, como bacon, salsichas e cheesecakes. Os animais começaram a engordar imediatamente. O cientista relata que quando a dieta foi trocada por alimentos mais saudáveis, alguns deles se recusaram a comer e preferiram não se alimentar.
Depois de analisar o resultado da pesquisa com camundongos, Kenny e sua equipe estudaram os mecanismos que provocam a compulsão.
O receptor D2 responde à dopamina, um neurotransmissor que está relacionado à percepção de prazer – como o provocado por comida, sexo ou drogas.
Quando há excesso no consumo de drogas como cocaína, por exemplo, o cérebro é "inundado" com dopamina, aumentando a sensação de prazer. Um processo semelhante acontece com dietas gordurosas. Com o tempo, no entanto, o cérebro recebe menos dopamina.
A pesquisa foi publicada neste domingo no jornal Nature Neuroscience.
Fonte: BBC Brasil
Manipulação da atividade cerebral muda julgamento moral
O julgamento moral de uma pessoa pode ser alterado através da manipulação de uma região específica do seu cérebro com um campo magnético, segundo sugere um estudo realizado por cientistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT).
No estudo, os cientistas partiram do princípio de que quando julgamos se uma ação é moralmente certa ou errada, nós nos apoiamos na nossa capacidade de compreender o estado mental da pessoa que a praticou.
Assim, os especialistas procuraram enfraquecer a atividade das células de uma região do cérebro que busca entender o estado mental de outros.
A área escolhida - chamada junção têmporo-parietal - fica localizada na parte acima e atrás do ouvido direito.
Primeiro, os pesquisadores usaram um campo magnético aplicado no couro cabeludo que produzia uma corrente fraca que bloqueia temporariamente a ação normal das células dessa área do cérebro de alguns voluntários e depois apresentaram eles algumas situações.
Em uma das situações, por exemplo, os voluntários tinham que julgar se consideravam um ato permissível ou condenável uma mulher servir café com açúcar para uma amiga em que o pó branco adicionado à bebida que tinha um rótulo de "tóxico".
Na história, a substância era açúcar mesmo e a amiga não morreu mas, como deveriam julgar sabendo das intenções da mulher que leu o rótulo que indicava que o pó poderia ser prejudicial à saúde da amiga?
Os pesquisadores constataram que a habilidade dos voluntários de fazer um julgamento moral que exige a compreensão das intenções de outras pessoas - como nesta suposta tentativa de assassinato fracassada - ficou prejudicada.
Mesmo que a amiga não tenha morrido, a ação dela seria condenável ou não?
Outro cenário perguntava aos voluntários se era permissível que um homem deixasse a namorada atravessar uma ponte que ele sabia não ser segura, mesmo que ela tenha conseguido fazer a travessia sem sofrer um acidente.
Em ambos os casos, um julgamento baseado somente no resultado da ação consideraria a mulher que ofereceu o café e o homem que permitiu a travessia da namorada isentos de culpa, mesmo que o comportamento dos dois parecesse ter a intenção de prejudicar outras pessoas.
Nestes dois casos, os cientistas descobriram que quando a junção têmporo-parietal tem seu funcionamento afetado, as pessoas têm maior probabilidade de julgar tentativas fracassadas de prejudicar outra pessoa como atos moralmente permissíveis.
A habilidade de interpretar intenções foi prejudicada e os voluntários se viram forçados a se concentrar mais nas informações sobre o desfecho da história ao fazer um julgamento.
O trabalho científico foi publicado na última edição da revista especializada Proceedings of the National Academy of Sciences.
Fonte: BBC Brasil
NOTA: É inevitável e aterrorizante pensar em uma aplicação em larga escala desta descoberta o que resultaria na manipulação de massas, ao maior estilo Big Brother...
No estudo, os cientistas partiram do princípio de que quando julgamos se uma ação é moralmente certa ou errada, nós nos apoiamos na nossa capacidade de compreender o estado mental da pessoa que a praticou.
Assim, os especialistas procuraram enfraquecer a atividade das células de uma região do cérebro que busca entender o estado mental de outros.
A área escolhida - chamada junção têmporo-parietal - fica localizada na parte acima e atrás do ouvido direito.
Primeiro, os pesquisadores usaram um campo magnético aplicado no couro cabeludo que produzia uma corrente fraca que bloqueia temporariamente a ação normal das células dessa área do cérebro de alguns voluntários e depois apresentaram eles algumas situações.
Em uma das situações, por exemplo, os voluntários tinham que julgar se consideravam um ato permissível ou condenável uma mulher servir café com açúcar para uma amiga em que o pó branco adicionado à bebida que tinha um rótulo de "tóxico".
Na história, a substância era açúcar mesmo e a amiga não morreu mas, como deveriam julgar sabendo das intenções da mulher que leu o rótulo que indicava que o pó poderia ser prejudicial à saúde da amiga?
Os pesquisadores constataram que a habilidade dos voluntários de fazer um julgamento moral que exige a compreensão das intenções de outras pessoas - como nesta suposta tentativa de assassinato fracassada - ficou prejudicada.
Mesmo que a amiga não tenha morrido, a ação dela seria condenável ou não?
Outro cenário perguntava aos voluntários se era permissível que um homem deixasse a namorada atravessar uma ponte que ele sabia não ser segura, mesmo que ela tenha conseguido fazer a travessia sem sofrer um acidente.
Em ambos os casos, um julgamento baseado somente no resultado da ação consideraria a mulher que ofereceu o café e o homem que permitiu a travessia da namorada isentos de culpa, mesmo que o comportamento dos dois parecesse ter a intenção de prejudicar outras pessoas.
Nestes dois casos, os cientistas descobriram que quando a junção têmporo-parietal tem seu funcionamento afetado, as pessoas têm maior probabilidade de julgar tentativas fracassadas de prejudicar outra pessoa como atos moralmente permissíveis.
A habilidade de interpretar intenções foi prejudicada e os voluntários se viram forçados a se concentrar mais nas informações sobre o desfecho da história ao fazer um julgamento.
O trabalho científico foi publicado na última edição da revista especializada Proceedings of the National Academy of Sciences.
Fonte: BBC Brasil
NOTA: É inevitável e aterrorizante pensar em uma aplicação em larga escala desta descoberta o que resultaria na manipulação de massas, ao maior estilo Big Brother...
OMS exagerou alerta sobre gripe suína
Quase um ano após os primeiros sinais do vírus H1N1, o Conselho da Europa conclui que a Organização Mundial da Saúde (OMS) exagerou no alerta em relação à pandemia de gripe suína. Em Genebra, a agência de saúde da ONU anunciou que iniciará um processo de revisão de seus trabalhos, inclusive sobre o uso da palavra "pandemia" em futuras crises. Apesar da polêmica, a OMS insistiu que o Brasil mantenha seu programa de vacinação.
Deputados no Conselho da Europa chegaram à conclusão de que a OMS colocou em risco a credibilidade de entidades internacionais ao exagerar em seu alerta sobre a gripe suína. O relatório, elaborado após três meses de investigações, aponta que essa perda de credibilidade põe em risco milhares de vidas.
O documento foi redigido pelo deputado trabalhista britânico Paul Flynn, vice-presidente do comitê de saúde do conselho. "Quando a próxima pandemia aparecer, muitos não darão credibilidade às recomendações da OMS. Eles se recusarão a ser vacinados e colocarão suas vidas e de outros em risco", diz o texto.
O relatório lembra que a estimativa oficial era de até 65 mil mortes apenas na Grã-Bretanha. Um ano depois, foram apenas 360. No mundo, 17 mil morreram pela gripe em um ano.
O documento também acusa a OMS de falta de transparência em relação à decisão de decretar a pandemia e alerta que os especialistas que tomaram a decisão poderiam estar sob influência das empresas de medicamentos.
Defesa: Ontem, o chefe da divisão de influenza da OMS, Keiji Fukuda, voltou a defender a decisão da entidade de decretar a pandemia. Ele também anunciou que a revisão das regras para futuras declarações de pandemia começa a ser revista a partir da semana que vem.
Uma das possibilidades será a de incluir nos critérios novos itens, antes de decretar uma pandemia. Na OMS, o único critério é o de que um vírus tenha uma disseminação em mais de dois continentes de forma sustentável. Esse foi o caso do H1N1. O que ninguém previa é que o vírus não seria tão severo. O resultado foram centenas de milhares de doses de vacinas encalhadas.
Fukuda admite até mesmo rever o uso da palavra "pandemia" em próximos casos de vírus.
Fonte: O Estado de São Paulo
Deputados no Conselho da Europa chegaram à conclusão de que a OMS colocou em risco a credibilidade de entidades internacionais ao exagerar em seu alerta sobre a gripe suína. O relatório, elaborado após três meses de investigações, aponta que essa perda de credibilidade põe em risco milhares de vidas.
O documento foi redigido pelo deputado trabalhista britânico Paul Flynn, vice-presidente do comitê de saúde do conselho. "Quando a próxima pandemia aparecer, muitos não darão credibilidade às recomendações da OMS. Eles se recusarão a ser vacinados e colocarão suas vidas e de outros em risco", diz o texto.
O relatório lembra que a estimativa oficial era de até 65 mil mortes apenas na Grã-Bretanha. Um ano depois, foram apenas 360. No mundo, 17 mil morreram pela gripe em um ano.
O documento também acusa a OMS de falta de transparência em relação à decisão de decretar a pandemia e alerta que os especialistas que tomaram a decisão poderiam estar sob influência das empresas de medicamentos.
Defesa: Ontem, o chefe da divisão de influenza da OMS, Keiji Fukuda, voltou a defender a decisão da entidade de decretar a pandemia. Ele também anunciou que a revisão das regras para futuras declarações de pandemia começa a ser revista a partir da semana que vem.
Uma das possibilidades será a de incluir nos critérios novos itens, antes de decretar uma pandemia. Na OMS, o único critério é o de que um vírus tenha uma disseminação em mais de dois continentes de forma sustentável. Esse foi o caso do H1N1. O que ninguém previa é que o vírus não seria tão severo. O resultado foram centenas de milhares de doses de vacinas encalhadas.
Fukuda admite até mesmo rever o uso da palavra "pandemia" em próximos casos de vírus.
Fonte: O Estado de São Paulo
quarta-feira, março 24, 2010
sexta-feira, março 19, 2010
Lovelock: o adorador de Gaia
O inglês James Lovelock causou polêmica na comunidade científica internacional ao propor a Teoria de Gaia, em que afirma que a Terra é um organismo vivo, que reage, em grau de igualdade, a qualquer outro organismo que a afete. Em outras palavras, Lovelock acredita que, ao destruir aos poucos o planeta, a raça humana corre um grande risco de receber uma resposta a altura e entrar em extinção. Com as evidências do aquecimento global, a teoria do cientista vem se tornando cada vez mais popular, o que fez com que, aos 90 anos, ele lançasse mais um livro sobre o assunto: o “Gaia: Alerta Final”.
Publicado no Brasil no início de janeiro, pela Editora Intrínseca, a obra pretende analisar a atual situação do planeta, com foco na questão política. A partir de dados científicos, Lovelock busca contestar “os brandos relatórios divulgados pelo IPCC – Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU”, que, na opinião do escritor, mostram uma realidade muito menos ameaçadora do que, de fato, vivemos.
Na obra, Lovelock ainda defende a ideia de que reduzir a queima de combustíveis fósseis, passar a usar formar alternativas de energia e diminuir o desmatamento das florestas não é suficiente para salvar o planeta. Para ele, a Terra está abrigando pessoas e animais em excesso e, por isso, recorrer às ideias verdes convencionais não é suficiente para acabar com a crise que vivemos.
Fonte: Planeta Sustentável
NOTA: À semelhança do nazismo, o movimento ECOmênico atual tem buscado destilar seu alarmismo e pessimismo ao redor do mundo... A mesma eugenia que estava por trás do nazismo também pode ser percebida atualmente: "a Terra está abrigando pessoas e animais em excesso" (é a conclusão do autor)... O que o darwinista Lovelock está ensinuando? Que somente os mais fortes devem sobreviver? Já vi esse filme antes (Hitler que o diga)... O medo tem sido uma arma política nas mãos desses adoradores de Gaia...
terça-feira, março 09, 2010
Especialistas não acreditam no fim do mundo
Em menos de três meses, 44 terremotos com magnitude superiores a 6 graus na escala Richter chacoalharam o planeta, segundo registros do centro nacional norte-americano de pesquisa geológica (USGS). A estimativa é que, ao todo, os tremores tenham causado esse ano mais de 223 mil mortes – o que já faz de 2010 o segundo pior ano da década em número de vítimas relacionadas a tremores. Apesar disso, os especialistas garantem: o mundo não está acabando.
De acordo com os sismólogos, não há relação visível entre os elementos ligados à formação desses terremotos e é mero acaso a sequência de tremores nas Ilhas Salomão (3 de janeiro, 7,2 graus), no Haiti (12 de janeiro, 7 graus), no Japão (26 fevereiro, 7 graus), no Chile (27 de fevereiro, 8,8 graus) e na Turquia (8 de março, 6 graus).
"Eles são todos terremotos, ou seja, têm a mesma definição: liberaram energia porque a rocha não resistiu a um esforço acumulado por um longo tempo. Mas eles não têm relação entre si, estão em placas litosféricas diferentes", afirma Tereza Higashi, professora de geofísica da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em entrevista ao UOL Notícias. "Felizmente, não. Ainda não é o fim do mundo."
Para refutar a impressão de que estamos vivendo terremotos cada vez maiores, a professora cita dois enormes terremotos do passado: o tremor que atingiu a ilha de Sumatra em 2004, provocando cerca de 228 mil mortes; e o maior terremoto já registrado na história, que atingiu o Chile com a magnitude de 9,5 graus, em 1960. "Terremotos ocorrem desde que a Terra foi formada", lembra a professora.
José Roberto Barbosa, técnico de sismologia da Universidade de São Paulo (USP), reitera que os tremores recentes são independentes entre si. "Ninguém conseguiu comprovar que haja relação entre esses terremotos", afirmou.
O especialista afirma ainda que é impossível prever se no decorrer do ano podemos esperar uma atividade sísmica mais ou menos violenta.
"Pode ser uma coincidência. Pode ser que não aconteça mais nenhum tremor o resto do ano, pode ser que mês que vem um novo grande terremoto aconteça", afirma.
O próprio centro nacional norte-americano de pesquisa geológica USGS oferece em seu site uma hipótese para explicar por que temos a impressão de que as tragédias estão aumentando.
"Muitas pessoas em todo o mundo continuam a nos perguntar se o número de terremotos está subindo. Embora possa parecer que estamos tendo mais terremotos, tremores de magnitudes superiores a 7 se mantêm praticamente constantes", afirma a USGS.
"Uma explicação parcial pode estar no fato de que nos últimos 20 anos nós tivemos um aumento no número de terremotos que conseguimos identificar a cada ano. Isso se deve ao tremendo aumento no número de estações sismográficas no mundo e as melhoras na comunicação global", acrescenta. "Em 1931, havia cerca de 350 estações operando no mundo; hoje elas são mais de 8.000".
"De acordo com os dados de longo prazo (desde 1900), é possível esperar em média 17 grandes terremotos (de 7 e 7,9 graus) e um enorme terremoto (8 graus ou mais) por ano", conclui.
"Mesmo esses números, são apenas uma média", pondera a professora Higashi. "O grande sonho do geofísico é poder prever os terremotos. Mas terremoto é uma coisa muito complicada – no mesmo lugar, ele pode acontecer de maneiras muito diferentes. Mas é por isso que estamos estudando."
Fonte: UOL
NOTA: "Mero acaso" ou "coincidência"... Será? Antes de Seu retorno a esse mundo e do fim de todas as coisas, Jesus revelou que os sinais indicadores aumentariam em frequência e intensidade assim como as dores de parto antes da mulher dar à luz... "Especialistas" tentam provar que os terremotos não estão aumentando, e o que conseguem demonstrar é que sua fé é que está diminuindo. Isso tudo me faz lembrar o ditado popular, "quem avisa amigo é..."
De acordo com os sismólogos, não há relação visível entre os elementos ligados à formação desses terremotos e é mero acaso a sequência de tremores nas Ilhas Salomão (3 de janeiro, 7,2 graus), no Haiti (12 de janeiro, 7 graus), no Japão (26 fevereiro, 7 graus), no Chile (27 de fevereiro, 8,8 graus) e na Turquia (8 de março, 6 graus).
"Eles são todos terremotos, ou seja, têm a mesma definição: liberaram energia porque a rocha não resistiu a um esforço acumulado por um longo tempo. Mas eles não têm relação entre si, estão em placas litosféricas diferentes", afirma Tereza Higashi, professora de geofísica da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em entrevista ao UOL Notícias. "Felizmente, não. Ainda não é o fim do mundo."
Para refutar a impressão de que estamos vivendo terremotos cada vez maiores, a professora cita dois enormes terremotos do passado: o tremor que atingiu a ilha de Sumatra em 2004, provocando cerca de 228 mil mortes; e o maior terremoto já registrado na história, que atingiu o Chile com a magnitude de 9,5 graus, em 1960. "Terremotos ocorrem desde que a Terra foi formada", lembra a professora.
José Roberto Barbosa, técnico de sismologia da Universidade de São Paulo (USP), reitera que os tremores recentes são independentes entre si. "Ninguém conseguiu comprovar que haja relação entre esses terremotos", afirmou.
O especialista afirma ainda que é impossível prever se no decorrer do ano podemos esperar uma atividade sísmica mais ou menos violenta.
"Pode ser uma coincidência. Pode ser que não aconteça mais nenhum tremor o resto do ano, pode ser que mês que vem um novo grande terremoto aconteça", afirma.
O próprio centro nacional norte-americano de pesquisa geológica USGS oferece em seu site uma hipótese para explicar por que temos a impressão de que as tragédias estão aumentando.
"Muitas pessoas em todo o mundo continuam a nos perguntar se o número de terremotos está subindo. Embora possa parecer que estamos tendo mais terremotos, tremores de magnitudes superiores a 7 se mantêm praticamente constantes", afirma a USGS.
"Uma explicação parcial pode estar no fato de que nos últimos 20 anos nós tivemos um aumento no número de terremotos que conseguimos identificar a cada ano. Isso se deve ao tremendo aumento no número de estações sismográficas no mundo e as melhoras na comunicação global", acrescenta. "Em 1931, havia cerca de 350 estações operando no mundo; hoje elas são mais de 8.000".
"De acordo com os dados de longo prazo (desde 1900), é possível esperar em média 17 grandes terremotos (de 7 e 7,9 graus) e um enorme terremoto (8 graus ou mais) por ano", conclui.
"Mesmo esses números, são apenas uma média", pondera a professora Higashi. "O grande sonho do geofísico é poder prever os terremotos. Mas terremoto é uma coisa muito complicada – no mesmo lugar, ele pode acontecer de maneiras muito diferentes. Mas é por isso que estamos estudando."
Fonte: UOL
NOTA: "Mero acaso" ou "coincidência"... Será? Antes de Seu retorno a esse mundo e do fim de todas as coisas, Jesus revelou que os sinais indicadores aumentariam em frequência e intensidade assim como as dores de parto antes da mulher dar à luz... "Especialistas" tentam provar que os terremotos não estão aumentando, e o que conseguem demonstrar é que sua fé é que está diminuindo. Isso tudo me faz lembrar o ditado popular, "quem avisa amigo é..."
Hora do Planeta
O movimento mundial de alerta contra o aquecimento global "Hora do Planeta 2010" foi lançado nesta quarta-feira [3], pela ONG WWF-Brasil, em cerimônia realizada no Copacabana Palace. O Rio de Janeiro foi escolhido a cidade sede da campanha, cujo objetivo é estimular a população a apagar as luzes por uma hora, no próximo dia 27, das 20h30m às 21h30m.
O secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos, Carlos Osório, participou do evento representando o prefeito Eduardo Paes. Segundo ele, a prefeitura vai lançar um desafio à população, para que o Rio seja a cidade com maior adesão à campanha no país e no mundo.
"Esta é a segunda vez que participamos do movimento. Além do Cristo Redentor e da Praia de Copacabana, que já tiveram as luzes apagadas ano passado, vamos incluir a Zona Norte na campanha, desligando as lâmpadas da Igreja da Penha. O Pão de Açúcar e a Pedra do Arpoador também ficarão às escuras e estamos negociando com o exército para que eles participem, apagando a luz do monumento aos mortos na Segunda Guerra, no Aterro do Flamengo", disse Osório.
O movimento surgiu na Austrália, em 2007. No ano passado, a ação contou com a adesão de mais de quatro mil cidades, em 88 países. No Brasil, participaram 113 municípios e 13 capitais. A expectativa da WWF-Brasil é de que até um bilhão de pessoas apaguem as luzes durante a 'Hora do Planeta' em 2010.
FONTE: O Globo
NOTA: Uma bela forma de condicionar a população para a futura Lei Dominical. Em vez de uma hora, que tal um dia?
O secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos, Carlos Osório, participou do evento representando o prefeito Eduardo Paes. Segundo ele, a prefeitura vai lançar um desafio à população, para que o Rio seja a cidade com maior adesão à campanha no país e no mundo.
"Esta é a segunda vez que participamos do movimento. Além do Cristo Redentor e da Praia de Copacabana, que já tiveram as luzes apagadas ano passado, vamos incluir a Zona Norte na campanha, desligando as lâmpadas da Igreja da Penha. O Pão de Açúcar e a Pedra do Arpoador também ficarão às escuras e estamos negociando com o exército para que eles participem, apagando a luz do monumento aos mortos na Segunda Guerra, no Aterro do Flamengo", disse Osório.
O movimento surgiu na Austrália, em 2007. No ano passado, a ação contou com a adesão de mais de quatro mil cidades, em 88 países. No Brasil, participaram 113 municípios e 13 capitais. A expectativa da WWF-Brasil é de que até um bilhão de pessoas apaguem as luzes durante a 'Hora do Planeta' em 2010.
FONTE: O Globo
NOTA: Uma bela forma de condicionar a população para a futura Lei Dominical. Em vez de uma hora, que tal um dia?
domingo, março 07, 2010
Folha entrevista blog criacionista
O adventista Michelson Borges se considera um moderado. Diz que ele e seus pares não negam totalmente a contribuição humana para o aquecimento global e condena as tendências "pagãs" do movimento ambientalista. Leia trechos da entrevista. (RJL) FOLHA - Ser criacionista hoje equivale automaticamente a negar a mudança climática?
MICHELSON BORGES - É bom que fique claro que os criacionistas não negam a mudança climática e nem a parcela de contribuição humana nisso. Contudo, os que têm estudado o assunto perceberam que o aquecimento global não é totalmente provocado pelo ser humano. Trata-se de um fenômeno natural para o qual a ciência ainda não tem um modelo que possa ser corroborado pelas evidências.
FOLHA - Os meios evangélicos e adventistas brasileiros parecem seguir muito de perto as tendências que nascem nos EUA. Não é problemático aceitar um discurso que talvez tenha mais a ver com necessidades sociais e econômicas americanas?
BORGES - Os criacionistas do Brasil reconhecem que a controvérsia entre darwinistas e criacionistas nos Estados Unidos tem certo tom político, uma vez que muitos que defendem o criacionismo por lá fazem parte da chamada nova direita cristã, fortemente envolvida na vida política do país.
Mas não podemos inferir disso que todos os criacionistas estão preocupados em impor suas ideias por via política. Prova disso é a posição da Sociedade Criacionista Brasileira sobre o ensino do criacionismo nas escolas públicas: somos contra.
FOLHA - Qual o motivo teológico de ver o ambientalismo com reservas?
BORGES - Os cristãos entendem que foram incumbidos por Deus de administrar a criação, não por motivações políticas ou movidos por algum tipo de crença pagã de que a Terra seria uma divindade. Se, de fato, órgãos como o IPCC "maquiaram" informações, por que fizeram isso? O medo de que a Terra estaria com seus dias contados foi alimentado. Vimos um fenômeno: o ambientalismo se tornando uma religião urbana de alcance mundial. A pauta ambiental, ao que parece, deve gerar uma mobilização interdenominacional em torno do domingo como dia de observância religiosa e de "repouso da Terra", tendo em vista que esse dia é sagrado para a maioria dos cristãos [coisa inaceitável para os adventistas, para quem só o sábado é sagrado].
Fonte: Folha de São Paulo, 07 de março de 2010.
Leia a entrevista completa aqui.
NOTA: É a primeira vez que a chamada grande mídia menciona fora da seção de cartas a relação entre o aquecimento global e os interesses pagãos por trás desse movimento (incluindo aí a exaltação do descanso dominical). Anteriormente, só VEJA havia destacado o tema na seção de cartas... Vamos aguardar o desdobramento dessa entrevista...
sexta-feira, março 05, 2010
Lugar de religião é na escola?
Historicamente, Igreja e Estado nunca conseguiram uma parceria neutra. Com a evolução das sociedades, o Estado foi se desvinculando da influência da Igreja, tornando-se laico, mais democrático e autônomo.Mas o Brasil parece estar recuando até o século XIX, segundo alguns críticos ao ensino religioso obrigatório nas escolas públicas brasileiras. Roseli Fischmann é uma delas. Professora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Metodista, de São Bernardo do Campo, Roseli é autora do livro Ensino Religioso em Escolas Públicas: Impactos sobre o Estado Laico. Para ela, é preciso deixar bem clara a ideia de que, se a escola é pública, ela precisa ser laica. Ao contrário das escolas religiosas particulares, nas quais os pais matriculam seus filhos por opção, por quererem seguir determinada confissão religiosa, a escola pública pertence ao Estado, ou seja, ela é de todos. “O acordo que o Brasil assinou com a Santa Sé torna o ensino religioso católico obrigatório, bem como o de outras confissões. Para começar, como a Igreja católica pode decidir sobre as outras religiões? Isso não é republicano e nem democrático”, explica a professora, que esclarece ser uma pessoa de fé que defende o Estado laico com argumentos acadêmicos.
Estado laico no papel
Todos os que transitam pelas escolas públicas brasileiras costumam se deparar com símbolos religiosos, geralmente católicos – como crucifixos e imagens da Nossa Senhora -, espalhados pelas salas e dependências. Parece não ser nada significativo, já que a maioria da população brasileira é católica, mas a professora Roseli alerta para o perigo de se privilegiar uma religião em detrimento de outras: “Quando a escola exibe esses símbolos, pode significar que aquela religião é mais importante do que as outras. Além disso, a Constituição, que é o documento mais importante do país, explicita que o ensino religioso é obrigatório, mas facultativo ao aluno. Na prática, isso quer dizer que, em vez de os pais autorizarem ou não que seus filhos assistam a aulas de ensino religioso impostas pela escola, os pais é que deveriam solicitar as aulas à escola para então, mais tarde, o aluno optar por assisti-las ou não”.
Um estudo apresentado em 2008 pela ong Ação Educativa revelou que em todos os estados brasileiros já existem leis sobre o tema. E muitas contêm várias inconstitucionalidades, como ministrar o ensino religioso no ensino médio. As leis se agrupam em três grandes modelos: o modelo interconfessional – que procura reunir um grupo de religiões – é o mais disseminado no país. O problema é que geralmente as aulas seguem os preceitos de religiões cristãs – católica e protestante. O segundo modelo leva em conta as religiões da clientela das escolas e os professores são indicados pelas organizações religiosas. É um modelo administrativamente impossível de ser implantado, pela diversidade de religiões existentes entre a população. E o terceiro modelo defende o ensino da religião como um fenômeno social e histórico. O problema desse modelo é que exige professores muito bem preparados para ministrar as aulas, que não sejam influenciados por suas próprias crenças e saibam enfrentar resistências e incompreensões por parte dos alunos e de suas famílias.
Ética não é doutrina religiosa
Para a professora Roseli, além de todas as dificuldades e suscetibilidades inerentes ao ensino de uma ou diversas religiões, existe o perigo de a doutrina se sobrepor ao processo educativo. “O desenvolvimento da autonomia é o grande objetivo da educação. A pessoa precisa aprender a refletir sobre os fatos, respeitar como o outro pensa, avaliando suas opções e fazendo suas escolhas. A autonomia é ditada pela vida em sociedade. Por isso, é perigoso se um professor recorre a explicações simplificadas como ‘é assim porque Deus quis’. A criança acaba não aprendendo a pensar por si mesma”, afirma a estudiosa, que já há alguns anos vem participando de debates e escrevendo diversos artigos sobre o tema, como o publicado na Revista ComCiência, produzida pelo LabJor – Laboratório de Jornalismo da Unicamp.
Outro perigo é o proselitismo. Mesmo sem querer, um professor pode acabar influenciando a escolha religiosa de um aluno, o que é proibido por lei. “A liberdade de crença é constitucional. A regra da maioria no jogo democrático não pode passar por cima das minorias. Existe um texto constitucional e ele não libera o Estado para ministrar o ensino religioso que melhor lhe convier”.
Um dos mais fortes argumentos de quem defende o ensino religioso nas escolas é que ele pode ajudar a combater a violência e a crise de valores. Outro equívoco perigoso, segundo a professora. “A ética não pode depender de uma religião. Nem se pode sempre evocar um deus para se combater a violência. A escola precisa lidar com esses problemas baseada nos valores humanos. Pois somos todos seres humanos, e precisamos buscar o respeito mútuo como humanos. Se precisarmos evocar uma figura divina para alcançar isso, essa busca se destrói, pois será sempre intermediada por uma divindade. E se uma criança tiver um Deus diferente do meu? E se uma outra não acreditar em nenhum Deus, como fica?”, questiona ela, que é também perita da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) para a Coalizão de Cidades contra o Racismo e a Discriminação.
Roseli encerra defendendo a liberdade de consciência: “Ela é a mãe de todas as outras liberdades. As pessoas devem escolher sua religião de forma livre e autônoma, assim como escolhem suas carreiras e seus parceiros. O direito à liberdade de consciência, de crença e de culto é um tripé universal e fundamental.”
Fonte: Opinião e Notícia
O descanso dominical na União Européia
O Parlamento Europeu, em Bruxelas, receberá no próximo dia 24 de Março uma conferência para relançar o debate sobre a protecção do Domingo.
O encontro é organizado pelos deputados Thomas Mann (Partido Popular Europeu) e Patrizia Toia (Aliança Progressista dos Socialistas e Democratas) e pela Fundação Konrad Adenauer. A iniciativa é apoiada por sindicatos europeus, organizações da sociedade civil e Comissão das Conferências Episcopais da União Europeia (COMECE).
A sessão contará com as intervenções do novo comissário do Emprego e Assuntos Sociais, László Andor, e de especialistas e deputados.
A Comissão Europeia deverá apresentar proximamente um novo projecto de directiva referente ao tempo de trabalho. Na sua versão original (1993), o documento referia que o Domingo seria, “em princípio”, o dia de repouso semanal.
A menção foi retirada em 1996 pelo Tribunal de Justiça Europeu porque o legislador não provou o nexo entre o dia de descanso e a protecção da saúde dos trabalhadores.
A COMECE defende que "um dia de repouso semanal comum" a toda a sociedade permite que as famílias se encontrem e que os cidadãos se dediquem a actividades culturais, espirituais e sociais.
O Domingo, acrescenta a Comissão das Conferências Episcopais, permite manter a coesão das sociedades, sendo por isso "um elemento precioso que convém reabilitar como pilar do modelo social europeu".
Fonte: Ecclesia
NOTA Resta Uma Esperança: No mínimo dois pontos nos chamam atenção nessa notícia. 1. O domingo como dia de descanso, algo que não é muita novidade, mas parece que a sua dimensão ganha contornos importantes para o cumprimento das profecias. 2. Os sindicatos como ferramenta para a execução das leis dominicais. Leiam estas citações:
"Os sindicatos serão um dos instrumentos que trarão sobre a Terra um tempo de angústia tal como nunca houve desde o princípio do mundo. Alguns homens combinarão segurar todos os meios que se possam obter em certos ramos de negócio. Formar-se-ão sindicatos, e os que a eles se recusam unir serão homens marcados." Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 142.
"Bem depressa se aproxima o tempo em que o poder controlador dos sindicatos será muito opressivo." Ibidem, pág. 141.
Saiba mais: "Solução simples para o aquecimento global".
O encontro é organizado pelos deputados Thomas Mann (Partido Popular Europeu) e Patrizia Toia (Aliança Progressista dos Socialistas e Democratas) e pela Fundação Konrad Adenauer. A iniciativa é apoiada por sindicatos europeus, organizações da sociedade civil e Comissão das Conferências Episcopais da União Europeia (COMECE).
A sessão contará com as intervenções do novo comissário do Emprego e Assuntos Sociais, László Andor, e de especialistas e deputados.
A Comissão Europeia deverá apresentar proximamente um novo projecto de directiva referente ao tempo de trabalho. Na sua versão original (1993), o documento referia que o Domingo seria, “em princípio”, o dia de repouso semanal.
A menção foi retirada em 1996 pelo Tribunal de Justiça Europeu porque o legislador não provou o nexo entre o dia de descanso e a protecção da saúde dos trabalhadores.
A COMECE defende que "um dia de repouso semanal comum" a toda a sociedade permite que as famílias se encontrem e que os cidadãos se dediquem a actividades culturais, espirituais e sociais.
O Domingo, acrescenta a Comissão das Conferências Episcopais, permite manter a coesão das sociedades, sendo por isso "um elemento precioso que convém reabilitar como pilar do modelo social europeu".
Fonte: Ecclesia
NOTA Resta Uma Esperança: No mínimo dois pontos nos chamam atenção nessa notícia. 1. O domingo como dia de descanso, algo que não é muita novidade, mas parece que a sua dimensão ganha contornos importantes para o cumprimento das profecias. 2. Os sindicatos como ferramenta para a execução das leis dominicais. Leiam estas citações:
"Os sindicatos serão um dos instrumentos que trarão sobre a Terra um tempo de angústia tal como nunca houve desde o princípio do mundo. Alguns homens combinarão segurar todos os meios que se possam obter em certos ramos de negócio. Formar-se-ão sindicatos, e os que a eles se recusam unir serão homens marcados." Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 142.
"Bem depressa se aproxima o tempo em que o poder controlador dos sindicatos será muito opressivo." Ibidem, pág. 141.
Saiba mais: "Solução simples para o aquecimento global".
quinta-feira, março 04, 2010
Lei de observância do domingo causa comoção nas Ilhas Marshall

A Associação de Liberdade Religiosa da América do Norte enviou esse informe de imprensa com um “alerta” por e-mail hoje [23 de fevereiro]:
A República das Ilhas Marshall está considerando a aprovação da lei nº 66, que se for aprovada será conhecida como “Lei de Observância do Domingo, 2010” rotulada como “Lei para santificar o domingo”. “Nenhuma pessoa se envolverá no comércio, seja por prática, profissão ou empresa comercial no domingo" - mas existem exceções.
[...]
Giff Johnson, editor do Jornal das Ilhas Marshall, observa que o comitê legislativo poderia apresentá-la para segunda leitura no final desta semana [26 de fevereiro] (o Parlamento entrará em recesso na próxima semana até agosto) ou deixá-la de lado até a sessão de agosto. "Até sexta-feira", afirma ele, "nós teremos uma melhor leitura se ela vai avançar. Penso que é improvável, mas posso estar errado".
Fonte: Adventist Today
NOTA: As Ilhas Marshall tem cerca de 70.000 habitantes de maioria protestante, e são uma república constitucional, porém, de livre associação com os EUA. O Tratado de Livre Associação entrou em vigor em 21 de outubro de 1986. Será essa uma experiência para o que esta por vir ao mundo? Vamos orar em favor da liberdade religiosa daqueles habitantes...
quarta-feira, março 03, 2010
Um quarto dos alemães aceitam implantar chip no corpo
Pesquisa feita pela Associação Alemã das Empresas de Informação, Telecomunicação e Novas Mídias (Bitkom) revela que 23% dos moradores do país topam ter um microchip inserido no próprio corpo, contanto que isso traga benefícios concretos a eles. O levantamento, realizado com cerca de mil pessoas de várias cidades, foi divulgado na feira de tecnologia Cebit, que vai até o próximo sábado (7), em Hannover. A pesquisa tem como objetivo mostrar que a divisão entre vida real e vida digital é cada vez mais estreita. O tema da Cebit neste ano é "Connected Worlds" (mundos conectados).
"Esse é um grande exemplo de quão longe as pessoas querem que as redes cheguem", disse o presidente da Bitkom, August-Wilhelm Scheer.
Pesquisa semelhante feita no final de 2006, na Inglaterra, mostrava que um em cada vinte adultos se dizia disposto a usar um microchip no corpo para evitar o uso de cartões de crédito ou dinheiro vivo nas compras. O estudo, promovido pelo Instituto Britânico para o Estudo do Setor da Alimentação (IGD), mostrava ainda que a proporção aumentava para um em dez quando o público entrevistado era composto por adolescentes.
Fonte: Folha Online
NOTA: É até possível encontrar alguns "benefícios" práticos em ter um chip no próprio corpo. Por outro lado, a invasão de privacidade, e a restrição das liberdades serão uma realidade não só virtual. Esse controle da população já foi profetizado no apocalipse: "para que ninguém possa comprar ou vender" (13:17). Lembrando que a marca da besta será a guarda do domingo por imposição legislativa, enquanto o chip é apenas o meio de controlar as pessoas...
sábado, fevereiro 27, 2010
Forte terremoto atinge a América do Sul
Um potente terremoto de 8,8 graus na escala aberta de Richter atingiu neste sábado (27) a região central do Chile, perto de Concepcion, a 400 km ao sul de Santiago, segundo o Instituto Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês). O mesmo instituto havia divulgado anteriormente que o tremor atingiu 8,3 graus, posteriormente 8,5 graus.
O forte tremor levou o Centro de Advertência do Pacífico a emitir alertas para possíveis tsunamis para pelo menos sete países: inicialmente para Chile e Peru, posteriormente estendido para Equador, Estados Unidos, Colômbia, Panamá, Costa Rica, além de regiões da Antártida. Pouco após o terremoto atingir o Chile , o Japão também entrou em alerta para possíveis tsunamis.
O terremoto, de cerca de um minuto de duração, ocorreu às 3h34 e estremeceu prédios na capital, Santiago, a 317 km de distância. Várias regiões da cidade ficaram sem energia e muitos chilenos, com medo, saíram às ruas. O epicentro do tremor foi localizado no mar, a 59 km de profundidade, em Maule, a 99 km da cidade de Talca.
Não há ainda informações sobre danos ou vítimas.
Fonte: Portal G1
O terremoto de 8.5 na escala Richter que atingiu o centro do Chile neste sábado foi sentido em algumas regiões da Argentina, no entanto não haviam sido registrados grandes danos. Segundo a imprensa local, cidades do centro da Argentina, norte e sul também foram afetadas pelo abalo sísmico, assim como em algumas regiões da capital Buenos Aires. O governador da província de San Juan, uma das áreas onde mais se sentiu o tremor, José Luis Gioja, pediu tranquilidade à população. Mesmo tendo dito que o terremoto foi sentido com intensidade, Gioja não falou em danos materiais.
Fonte: Estadão
O forte tremor levou o Centro de Advertência do Pacífico a emitir alertas para possíveis tsunamis para pelo menos sete países: inicialmente para Chile e Peru, posteriormente estendido para Equador, Estados Unidos, Colômbia, Panamá, Costa Rica, além de regiões da Antártida. Pouco após o terremoto atingir o Chile , o Japão também entrou em alerta para possíveis tsunamis.
O terremoto, de cerca de um minuto de duração, ocorreu às 3h34 e estremeceu prédios na capital, Santiago, a 317 km de distância. Várias regiões da cidade ficaram sem energia e muitos chilenos, com medo, saíram às ruas. O epicentro do tremor foi localizado no mar, a 59 km de profundidade, em Maule, a 99 km da cidade de Talca.
Não há ainda informações sobre danos ou vítimas.
Fonte: Portal G1
O terremoto de 8.5 na escala Richter que atingiu o centro do Chile neste sábado foi sentido em algumas regiões da Argentina, no entanto não haviam sido registrados grandes danos. Segundo a imprensa local, cidades do centro da Argentina, norte e sul também foram afetadas pelo abalo sísmico, assim como em algumas regiões da capital Buenos Aires. O governador da província de San Juan, uma das áreas onde mais se sentiu o tremor, José Luis Gioja, pediu tranquilidade à população. Mesmo tendo dito que o terremoto foi sentido com intensidade, Gioja não falou em danos materiais.
Fonte: Estadão
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