sexta-feira, julho 24, 2015

A pregação política do papa Francisco pode ser a chave para os candidatos à presidência dos EUA

Para ser eleito em 1960, John F. Kennedy, um católico, foi forçado a dizer à nação que ele não aceitaria ordens do papa. Nas eleições de 2016, tal separação não será necessária. Com um número recorde de católicos aspirantes à Presidência e o descontroladamente popular Papa Francisco visitando a nação neste outono, muitos candidatos - católicos ou não - estão buscando maneiras de ligar-se à missão e visão deste pontífice argentino.

Os tempos mudaram. Com um vice-presidente católico, seis juízes católicos na Suprema Corte, um presidente da Câmara de Deputados católico, e um grande número de católicos no Congresso, a idade de ouro do catolicismo na política americana chegou. Isso teria sido inimaginável há apenas algumas décadas atrás. Kennedy foi o primeiro presidente católico. O irlandês católico Al Smith provavelmente perdeu a campanha de 1928 por causa de sua religião.

Esta ascendência dos católicos para a vanguarda da política americana só foi acelerada pelo inovador papado de Francisco. Sua viagem de setembro para os EUA será o principal evento das primárias presidenciais de 2016.


Os políticos e os candidatos estão provavelmente planejando como utilizar melhor a primeira viagem do pontífice aos EUA para levar adiante suas agendas. A viagem do papa Francisco não será sobre política, mas seria ingênuo ignorar as implicações políticas de uma visita durante a qual ele é esperado para promover sua recente encíclica sobre o cuidado com a criação de Deus, a obrigação religiosa para defender a dignidade dos imigrantes, dos pobres e dos não-nascidos, e o escândalo moral da desigualdade social e de uma economia que mata.

O auge político da viagem será o seu discurso ao Congresso dia 24 de setembro.


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Fonte: Time

NOTA: "São de grande alcance os planos e modos de operar da Igreja de Roma. Emprega todo expediente para estender a influência e aumentar o poderio, preparando-se para um conflito feroz e decidido a fim de readquirir o domínio do mundo, restabelecer a perseguição e desfazer tudo que o protestantismo fez... Os homens cerram os olhos ao verdadeiro caráter do romanismo, a aos perigos que se devem recear com a sua supremacia. O povo necessita ser despertado a fim de resistir aos avanços deste perigosíssimo inimigo da liberdade civil e religiosa". O Grande Conflito, p. 565 e 566.

quinta-feira, julho 23, 2015

Como acabar com altos e baixos na economia: tornar ilegal o dinheiro em espécie

Uma nova lei proposta na Dinamarca poderia ser o primeiro passo para uma revolução econômica que vê moedas físicas e contas bancárias normais abolidas e dá a governos futuristas novas ferramentas para combater o ciclo de "altos e baixos" na economia.

A proposta dinamarquesa parece inócua o suficiente na superfície - seria simplesmente permitir que lojas recusem pagamentos em dinheiro e insistir que os clientes usem cartões de débito inteligente [que usa sinais de rádio para fornecer uma conexão sem fio com um leitor de cartão] 
ou alguns outros meios de pagamento eletrônico.

Oficialmente, o objetivo é aliviar "encargos administrativos e financeiros", tais como o custo de contratação de um serviço de segurança para enviar dinheiro para o banco, e é parte de um programa de reformas destinadas a impulsionar o crescimento - há evidências de que o uso de enormes quantias em espécie em uma economia age como um entrave.

Mas o movimento poderia ser um momento chave no advento de "sociedades sem dinheiro". E uma vez que todo o dinheiro exista apenas em contas bancárias - monitorado, ou mesmo diretamente controlado pelo governo - as autoridades serão capazes de encorajar-nos a gastar mais quando a economia desacelera, ou gastar menos quando se está superaquecendo.

Isso tudo pode parecer exagero, mas a ideia foi desenvolvida com algum detalhe pelo acadêmico norueguês, Trond Andresen.


Neste mundo futurista, todos os pagamentos são feitos através de cartão inteligente, aplicativos de celular ou outros meios eletrônicos, enquanto as notas e moedas são abolidas. Sua conta atual não será mais realizada com um banco, mas com o governo ou o banco central. Bancos ainda existem, e ainda emprestam dinheiro, mas eles obtêm os seus fundos do banco central, não a partir de depositantes.

Ter a conta de todos em uma única instituição central permite às autoridades encorajar ou desencorajar as pessoas a gastar. Para aumentar os gastos, o banco impõe uma taxa de juro negativo sobre o dinheiro na conta de todo mundo - na verdade, um imposto sobre a poupança.

Ao invés de ver seu dinheiro confiscado lentamente, as pessoas são mais propensas a gastar em bens e serviços. Quando esta mudança de comportamento ocorre em todo o país, a economia recebe um impulso significativo.

Os que lucram respondem do mesmo modo, e também gastam. O dinheiro circula mais rapidamente - ou, como dizem os economistas, a "velocidade do dinheiro" aumenta.

E quanto à situação oposta - quando a economia está superaquecendo? O banco central ou o governo certamente vai valorizar todo interesse sobre os saldos de crédito, mas poderia ir mais longe e impor um imposto sobre as transações.

Nesse caso, sempre que você usar o dinheiro em sua conta para comprar algo, você pagará uma pequena multa. Isso torna as pessoas menos inclinadas a gastar e mais inclinadas a poupar, reduzindo assim a atividade econômica.


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Além do controle sobre a economia, haveria muitas outras vantagens de uma sociedade sem dinheiro. Tal sistema é muito mais barato para executar do que um baseado em notas e moedas. A falsificação é impossível, como também os roubos.

O dinheiro eletrônico é um sistema inclusivo e conveniente, dando às pessoas de áreas pobres e rurais de uma economia - onde as máquinas de caixa e agências bancárias podem ser poucas e distantes entre si e nem todas as pessoas têm contas - uma ferramenta para a participação fácil na economia.

Finalmente, a "economia informal" será extremamente reduzida e a evasão fiscal quase impossível.

Fonte: The Telegraph 

NOTA: Forçar as pessoas a usar apenas dinheiro eletrônico é o sonho dos construtores da Babilônia moderna. Esse totalitarismo econômico é passo prévio para a Lei Dominical. Fica fácil perceber que nesse mundo futurista, quem não receber a marca da besta (guarda do domingo) não vai poder comprar nem vender. Ap 13:15-17.

quarta-feira, julho 22, 2015

Prefeitos do mundo se unem ao papa pelo clima

Da teoria à prática. Um mês apenas depois de publicar sua encíclica sobre ecologia, em que vinculou as mudanças climáticas ao aumento da desigualdade, o papa Francisco reuniu no Vaticano 65 prefeitos de grandes cidades para debater as mudanças climáticas e as novas formas de escravidão. No foro, organização pela Pontifícia Academia de Ciências Sociais, cada um dos prefeitos está expondo suas teses, e para as 17h está prevista a intervenção do próprio Papa.

Em sua fala de 10 minutos, a prefeita de Madri, Manuela Carmena, pediu um debate sobre as causas do consumo de prostituição entre os jovens. Ela afirmou que é uma discussão que corre solta nos colégios, mas que a sociedade esconde: “Entre os rapazes se discute por que se procuram as prostitutas, por que as pessoas aceitam a prostituição etc”. A prefeita disse também que não se pode separar o respeito dos direitos humanos do combate à corrupção: “A corrupção política postula duas sociedades diferentes: a aparente, ou formal, e a real”.Está presente uma delegação brasileira, organizada pela Frente Nacional dos Prefeitos e capitaneada por seu presidente, Marcio Lacerda, prefeito de Belo Horizonte, que entregará ao Papa uma carta pedindo dinheiro dos países desenvolvidos para empreender localmente ações de combate à mudança climática. O documento relata os principais desafios enfrentados pelos governos locais e propõe seu reconhecimento da Organização das Nações Unidas (ONU) como atores fundamentais na promoção da sustentabilidade e do desenvolvimento humano. Também participa do evento – que será transmitido pela internet a partir das 12h do Brasil – o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.

“Se queremos evitar o terrível crime da escravidão sexual”, acrescentou Carmena, “precisamos refletir com sinceridade sobre suas causas.” O tema do foro – as mudanças climáticas e as novas formas de escravidão – foi sugerido expressamente pelo papa Francisco ao secretário da Pontifícia Academia de Ciências Sociais, o monsenhor Marcelo Sánchez Sorondo. Segundo o Vaticano – em concordância com o que foi dito pelo Papa em sua encíclica recente sobre ecologia - os dois fenômenos estão estreitamente ligados, na medida em que “o aquecimento global é uma das causas da pobreza e das migrações forçadas”, circunstâncias que favorecem “o tráfico de pessoas, o trabalho forçado, a prostituição e o tráfico de órgãos”. Participam do encontro, os prefeitos de Nova York, Paris, México, Bogotá, São Paulo e Belo Horizonte, entre outros. Os prefeitos vão firmar uma declaração conjunta com as conclusões do foro.

As discussões foram abertas com o depoimento de duas jovens mexicanas, Karla Jacinto e Ana Laura Pérez, que relataram suas experiências pessoais de escravidão. Jacinto explicou que, depois de uma infância terrível com sua própria família – “meus irmãos me estupravam e minha mãe me odiava” – ela se apaixonou por um rapaz que a obrigou a prostituir-se durante anos: “Inclusive depois de me engravidar, tive que me prostituir até os oito meses de gravidez”. Ana Laura Pérez relatou com detalhes como foi escravizada numa alfaiataria. Contou que, depois de conseguir escapar e denunciar sua situação, foi espancada, humilhada, privada de comida e até acorrentada para não se afastar de seu posto de trabalho.


Fonte: El País 

NOTA: O ECOmenismo está se intensificando e ajudando o papado atingir seu objetivo final: restaurar a supremacia mundial perdida em 1798, através da imposição da Lei Dominical. O apelo emocional será cada vez mais forte, ligando o combate do "aquecimento global" a outros temas que em si são nobres e verdadeiros (combate a escravidão...). Mesmo assim não torna correto a imposição de uma Lei Dominical cujo propósito é tornar o papado líder supremo do mundo.


quinta-feira, julho 16, 2015

O Rei do Norte e a 3ª Guerra Mundial - Parte 5

No final de 2013 o mundo estava agitado pelos ventos de guerra que sopravam desde o Oriente Médio. Jihadistas da Al-Qaeda juntamente com outros grupos rebeldes tentavam derrubar o presidente da Síria Bashar al-Assad trazendo grande instabilidade à região. Por outro lado, os EUA e outros países do ocidente também enviaram navios de guerra e tropas para uma possível invasão e tomada da Síria e talvez de outros países, sob a alegação de que o presidente sírio era um ditador que violava os direitos humanos.

O fato é que a Rússia e o Irã deram suporte logístico à Síria, que acabou resistindo às milícias rebeldes, e por fatores ocultos aos olhos humanos as tropas dos EUA e da OTAN voltaram pra casa e a iminente invasão que poderia ser o início do cumprimento profético de Daniel 11:40 não ocorreu.

"No tempo do fim o rei do sul lutará [nagah] com ele [rei do norte], e o rei do norte arremeterá contra ele com carros, cavaleiros e com muitos navios, e entrará nas suas terras, e as inundará, e passará".

Note que o verbo nagah no hebraico significa chifrar, ferir, lutar. O que dá a entender que antes do rei do norte (Vaticano usando os EUA e a OTAN) invadir o Oriente Médio e o norte da África, o rei do sul deve feri-lo primeiro. É o estopim que falta para cumprir a profecia. As últimas vezes que o rei do sul foi mencionado (vs. 25 e 29) o texto profético apontava para as Cruzadas, onde o rei do norte (Igreja Romana) lutaria com o rei do sul (exércitos muçulmanos) pela disputa das Terras Santas. Tendo isso em mente é de se esperar que o rei do sul nos versos 40-45 seja também os exércitos muçulmanos. 

No decorrer de 2014 e 2015 o cenário político do Oriente Médio sofreu diversas mudanças, o que possibilitou a consolidação de um movimento muçulmano sunita radical: o Estado Islâmico do Iraque e do Levante, mais conhecido como Estado Islâmico."Quando, a 29 de junho de 2014, um grupo conhecido até então por diferentes siglas decidiu que passaria a chamar-se apenas Estado Islâmico e proclamou a criação de um califado, o seu porta-voz, Abu Mohammed al-Adnani, anunciou o nascimento de 'uma nova era da jihad internacional'". (Público)

O Estado Islâmico é um movimento “formidável, mais eficaz do que qualquer outro grupo jihadista na história”, diz J.M. Berger, co-autor de Estado Islâmico – Estado de Terror, numa entrevista recente ao PÚBLICO. Trata-se de “um grupo apocalíptico, fanático, e as pessoas que atrai e que nele se envolvem têm uma enorme tolerância à mensagem”, sublinha o investigador.

Segundo Jon B. Alterman, director do Programa para o Médio Oriente do Center for Strategic and International Studies (CSIS), de Washington. “Ao contrário da Al-Qaeda, que operava quase exclusivamente em árabe, o Estado Islâmico integra forças que falam árabe, inglês, francês, tchetcheno, russo, turco, e mais”. (Público)

"Eles são uma ameaça maior do que a Al-Qaeda principalmente porque, com recursos como o petróleo, não precisam de apoio de outros grupos", explica Heni Ozi Cukier, cientista político e professor de Relações Internacionais da ESPM. "Mas o foco deles hoje é expandir seu território. Para isso eles precisam de militantes e, para atrair esses militantes, eles atacam no Ocidente para demonstrar poder. Não há limites para o EI." (Último Segundo)

As ambições apocalípticas do Estado Islâmico chocaram as autoridades quando divulgaram a ameaça de promover um atentando similar ao 11 de setembro de 2001 contra os Estados Unidos. Em vídeo de 11 minutos intitulado "Nós vamos queimar a América" divulgado na internet, os extremistas afirmam que não "há segurança para qualquer americano no globo". (Yahoo)

Como parte de sua estrutura de propaganda ostensiva o Estado Islâmico passou a publicar uma revista em árabe e em inglês, Dabiq, nome dado em homenagem a pequena cidade síria tomada pelo El, onde, de acordo com sua escatologia acontecerá a última cruzada apocalíptica profetizada por Maomé.



Em sua 4ª edição, a revista trouxe na capa a foto do Vaticano tendo a bandeira do El hasteada sobre o obelisco na praça de São Pedro. A chamada da capa "A cruzada que falhou" é uma alusão ao termo usado pelo presidente George Bush, que classificou a guerra ao terrorismo pós 11 de setembro como uma Cruzada. Além disso, a matéria de capa traz no seu texto outra imagem aérea do Vaticano com a seguinte legenda: "Nós conquistaremos sua Roma". (Dabiq)




Segundo informou o presidente do Centro de Estudos para Estratégia Militar e de Segurança da Síria ao britânico Daily Mail, o Estado Islâmico "está planejando enviar membros da sua temida força policial feminina para atacar locais religiosos na Europa. O grupo terrorista vai enviar pelo menos dez membros da cruel Brigada Al-Khansaa para atingir símbolos cristãos, possivelmente em ataques suicidas... As mulheres não tem tanta dificuldade para infiltrar-se como os homens, e há muitas europeias na Brigada, como francesas e inglesas, o que torna mais fácil entrar sem ser percebidas. Não achamos que elas estarão vestindo um hijab ou uma burca... elas estarão vestidas de forma normal como todo mundo como se fossem turistas". Segundo suas fontes secretas, o Estado Islâmico "vai tentar atacar símbolos cristãos, como o Vaticano por exemplo".

Com tantas ameaças em vista a OTAN já planeja reagir.

A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e seus aliados realizarão o maior exercício militar em mais de uma década a partir de outubro, mobilizando 36.000 soldados pelo Mediterrâneo a fim de conter a ameaça do Estado Islâmico no flanco sul da aliança militar... Mais de 30 países, incluindo nações fora da Otan, tais como Suécia e Áustria, participarão dos exercícios na Itália, Espanha, Portugal e no Mediterrâneo, que se estenderão de 3 de outubro até 6 de novembro [2015]. (Exame)

Fica então a pergunta: será o Estado Islâmico o agente responsável por acender o estopim que falta para explodir a invasão do Oriente Médio e do norte da África pelos EUA e pela OTAN (e por trás o Vaticano)? 

Só o tempo dirá...

"Certamente, venho sem demora. Amém! Vem Senhor Jesus!" Ap 22:20.

* As partes anteriores deste texto aqui

sábado, fevereiro 07, 2015

Papa Francisco vai discursar no Congresso dos EUA

O papa Francisco vai discursar diante das duas câmaras do Congresso norte-americano a 24 de setembro, no âmbito de uma visita aos Estados Unidos, anunciou hoje o presidente da Câmara dos Representantes, o republicano John Boehner.

Francisco será o primeiro papa na história a dirigir-se às duas câmaras do Congresso norte-americano (Câmara dos Representantes e Senado).

"Nesse dia, sua santidade será o primeiro papa na história a dirigir-se a uma sessão conjunta do Congresso", afirmou Boehner, em declarações aos jornalistas no Capitólio, sede do Congresso.

"Estamos agradecidos que o santo padre tenha aceitado o nosso convite e certamente ansiosos para receber a sua mensagem em nome do povo americano", acrescentou.

O convite estava a ser considerado pelo Vaticano há cerca de um ano.

Boehner, juntamente com a líder democrata da Câmara dos Representantes Nancy Pelosi, endereçaram o convite em março.

O papa Francisco confirmou no ano passado que ia visitar os Estados Unidos em setembro deste ano para participar num encontro mundial das famílias, que vai decorrer em Filadélfia.

Nancy Pelosi afirmou que os legisladores norte-americanos estão "honrados e muitos felizes pelo facto do papa Francisco, o primeiro pontífice nascido nas Américas, ter aceitado o convite".

O pontífice oriundo da Argentina "renovou a fé dos católicos em todo o mundo e inspirou uma nova geração de pessoas, independentemente da sua filiação religiosa, a serem instrumentos de paz", acrescentou a democrata.

Durante a visita ao território norte-americano, Francisco vai celebrar uma missa, a 27 de setembro, na maior e mais central avenida de Filadélfia, a Benjamin Franklin Parkway.

Francisco será o quarto papa a visitar os Estados Unidos.

NOTA: Algo impensável vai acontecer. Os EUA vão abrir sua casa de leis para ouvir o chefe da instituição que no passado foi perseguidora e inimiga da liberdade. Seguindo as pegadas de Roma os EUA estão negando seu próprio passado e tornando-se parecidos com ela... A crise final está próxima... 

segunda-feira, dezembro 01, 2014

Da carne ou do espírito?


A redução no número de frequentadores em igrejas é uma realidade nos EUA, e, para tentar atrair mais público, uma campanha de financiamento coletivo pretende atrair mais fiéis oferecendo hambúrgueres com fritas. O projeto McMissa (McMass, em inglês) quer levantar US$ 1 milhão em contribuições pelo site Indiegogo para bancar a abertura de uma filial do McDonald's em uma igreja.

“Combinando uma igreja com o McDonald's nós podemos criar uma igreja popular, autossustentável e engajada com a comunidade”, diz o texto de apresentação do projeto, liderado por Paul Di Lucca, que trabalha na agência Lux Dei, especializada em criação de marcas para igrejas.

Segundo o projeto, apenas nos EUA, cerca de 3 milhões de pessoas deixam de frequentar igrejas por ano, e, em 2013, 10 mil paróquias fecharam as portas naquele país. Por outro lado, o McDonald's serve 70 milhões de refeições todos os dias, atraindo 9 milhões de famílias aos restaurantes da rede.

— O cristianismo é incapaz de capturar públicos modernos — disse Di Lucca, à emissora NBC. — Existe uma falta de inovação e "design thinking" nas comunidades paroquiais.

Segundo Di Lucca, as igrejas são pontos ideais para a abertura de novas filiais da marca, já que elas precisam de uma fonte de renda para se sustentarem, precisam de público e possuem linda arquitetura e boa localização.

“Esses atributos são desperdiçados sem um público”, afirma Di Lucca. “Nós precisamos resolver esse problema rapidamente ou as comunidades paroquiais como conhecemos vão deixar de existir. É hora de as igrejas se unirem ao empreendedorismo”.

Até o momento, a campanha prevista para ser encerrada em 16 de janeiro de 2015 arrecadou meros US$ 192. Em troca das contribuições, o projeto oferece brindes que vão desde um “Amém” — para doações de US$ 1 — à colocação de um tijolo com o nome do doador em uma parede da primeira filiam da McMissa — doações acima de US$ 1 mil. A igreja escolhida para receber a filial do McDonald’s só será escolhida caso a campanha seja bem-sucedida.


Fonte: O Globo

domingo, novembro 30, 2014

Projeto de reunificação entre católicos e ortodoxos


O Papa Francisco e o Patriarca Ecumênico Bartolomeu I, líder da Igreja Ortodoxa, fizeram neste domingo uma declaração conjunta em Istambul, na Turquia, que poderia abrir o caminho para a reunificação das duas correntes cristãs, separadas há mais de mil anos.

Francisco assegurou que a união não poria riscos à tradição e aos ritos dos ortodoxos, que seriam mantidos. Segundo ele, "não se trata de absorção nem de submissão, mas sim da aceitação de todos os dons que Deus tem dado a cada um".


Católicos e ortodoxos caminham separados desde o "Grande Cisma" de 1054, quando o grupo de cristãos do Oriente questionou a soberania do papa sobre o credo em Constantinopla (atual Istambul), capital do antigo Império Romano do Oriente.

As palavras históricas foram proferidas durante o terceiro e último dia de viagem do pontífice à Turquia. Em Istambul, Francisco participou da festividade de Santo André, irmão de Pedro e um dos discípulos de Jesus, considerado o patrono da Igreja Ortodoxa. Por ser parente do primeiro papa, o santo também serve como um dos elos de ligação entre a Igreja Católica Apostólica Romana e os ortodoxos.


Fonte: O Globo 


NOTA: Em 2006 o papa Bento XVI também encontrou-se com Bartolomeu I em Istambul, encontro esse cujas implicações proféticas foram muito além do simples ecumenismo.

terça-feira, maio 13, 2014

Papa Francisco prepara a opinião pública para a chegada de extraterrestres

Falando sobre a liberdade do Espírito Santo, o papa Francisco fez nesta segunda-feira (12) uma reflexão curiosa, durante a qual disse que daria os sacramentos católicos até a extraterrestres.

"Se amanhã aparecesse uma expedição de marcianos, por exemplo, alguns viessem até nós - verdes, com aquele nariz longo e as orelhas grandes, como desenham as crianças - e um deles dissesse 'Eu quero o batismo', o que aconteceria?", perguntou-se o Pontífice.

Segundo Francisco, o Espírito Santo "sopra para onde quer", e os fiéis, os padres e a Igreja não podem impor limites a ele. "Então quem sou eu para colocar impedimentos", disse o Papa, já respondendo à sua questão.

A declaração foi dada durante uma missa na residência de Santa Marta, no Vaticano.


Fonte: Exame 

NOTA: Os "extraterrestres" terão um papel importante na crise final deste mundo. Para saber exatamente quem serão estes "extraterrestres" leia os posts anteriores.

terça-feira, maio 06, 2014

EUA mais perto de um Estado policial

Os militares dos Estados Unidos, sob a autoridade presidencial, podem prender, sequestrar e deter por tempo indefinido, sem acusação formal — ou sem o devido processo — qualquer cidadão americano que represente uma ameaça à segurança nacional”. Esse entendimento, exposto em uma decisão de um tribunal federal de recursos dos EUA recentemente, foi confirmado pela Suprema Corte do país, de uma forma indireta. Na segunda-feira (28/4), a Suprema Corte se recusou a julgar um recurso contra a decisão do tribunal inferior, o que equivale a mantê-la, noticiam o site WND, a agência Reuters e outras publicações.

Há anos, o fato de a CIA e os militares americanos prenderem suspeitos que representam qualquer tipo de ameaça aos EUA em outros países, e de levá-los para Guantánamo Bay ou outras prisões secretas em vários lugares do mundo, nunca incomodou muito a maioria da população americana. Mas, agora, qualquer americano pode amargar o mesmo remédio dentro de casa — culpado ou inocente, como no caso dos estrangeiros.

Com essa decisão da Justiça, as discussões na comunidade jurídica passaram a girar em torno do conceito de “estado policial”, em que os militares e os órgãos de segurança exercem o poder de polícia sobre a população, sem comprometimento com os princípios do “estado de Direito”.

Não se espera que o Judiciário se mantenha alheio à tentativa do Congresso e do presidente de “estabelecer a base jurídica para o estabelecimento do estado policial e a subjugação da cidadania americana, através da ameaça de prisão e detenção por tempo indefinido, sem direito a advogado, sem direito a confrontar os acusadores e sem o direito a julgamento”, escreveu à corte um grupo de advogados.

Na opinião dos advogados que representaram os demandantes, a decisão dos tribunais superiores coloca em risco os direitos fundamentais de qualquer “criador de caso” (como jornalistas) que, segundo as autoridades federais, possam ter qualquer envolvimento com “terroristas”.

O processo em questão foi movido por um grupo de pessoas e diversas organizações, sob a liderança do jornalista Chris Hedges, um ex-repórter do New York Times, que ganhou um Prêmio Politzer em 2002 por seus trabalhos na “cobertura do terrorismo global”, e a jornalista investigativa islandesa Kristinn Hrafnsson, porta-voz da Wikileaks, alegam que as autoridades federais podem prendê-los a qualquer tempo, por exercer seus direitos constitucionais de informar.

Entre os demandantes também estão nomes conhecidos por suas obras e por sua luta em favor das liberdades individuais, como Daniel Ellsberg, Jennifer Bolen, Noam Chomsky, Alex O’Brien, Kai Warg All e Brigitta Jonsottir, além de alguns parlamentares. E há uma grande variedade de organizações que não têm qualquer relação umas com as outras, nem mesmo de posicionamento político.

Todos buscaram a Justiça na esperança de conseguir uma declaração de inconstitucionalidade da Lei de Autorização da Defesa Nacional. Essa lei especifica o orçamento e as despesas do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, mas também traz outros dispositivos, como o de conferir autoridade aos militares para exercer determinadas ações relativas à segurança nacional.

A lei é reeditada pelo Congresso todos os anos. A edição de 2014 foi aprovada no Senado em um momento em que o país estava distraído com um escândalo, depois de passar, quase sem ser notada, pela Câmara dos Deputados.

A lei não se refere a americanos como “terroristas”. Usa a expressão “extremistas domésticos”, um neologismo que ameniza a terminologia mais dura, para não deixar a impressão que os EUA têm terroristas. Mas condena explicitamente aqueles que se associarem a terroristas ou darem qualquer suporte a organizações terroristas.

Como a lei é vaga, ela é descrita como uma “espada de Dâmocles” sobre a cabeça de qualquer americano que ameace a segurança nacional. Pode ser, por exemplo, um cidadão que divulgue informações ou documentos que coloquem o governo americano em maus lençóis — como o que fez Edward Snowden, o ex-agente de segurança que divulgou milhares de documentos oficiais da Agência Nacional de Segurança (NSA) dos EUA.

“É uma lei claramente inconstitucional”, disse Hedges aos jornais.



“É um enorme e grave assalto à democracia. Ela subverte 200 anos da legislação que mantém os militares fora das políticas domésticas do país”.

“A Suprema Corte não teve coragem de confrontar o Congresso e o governo para proteger os cidadãos americanos contra detenção militar. O governo ganhou e, assim, criou um momento trágico para o povo americano. Algum dia isso será visto como uma vergonha para a Suprema Corte”, disse o presidente do Instituto Rutherford, John Whiteehad.

Há precedentes de detenção em massa. Em 1944, durante a Segunda Guerra Mundial, o governo dos EUA prendeu e colocou em campos de concentração milhares de japoneses-americanos. E fez isso com as bênçãos da Suprema Corte, no caso Korematsu v. United States.

Para os críticos da lei, o governo Obama pode negar que haverá prisões indiscriminada de cidadãos americanos, porque a história mostra que o governo americano não é avesso a fazer isso.

quinta-feira, abril 03, 2014

Congressistas de Israel chegam a acordo sobre a guarda do domingo

Os congressistas de Israel Silvan Shalom (Likud), Naftali Bennett (Jewish Home), e Rabbi Shai Piron (Yesh Atid), chegaram a um acordo sobre a proposta em andamento para introduzir o domingo como um dia livre de trabalho e de aulas. Entendendo: propuseram um domingo de descanso por mês.

O compromisso é o resultado de uma série de encontros entre os congressistas e o presidente do Conselho Econômico Nacional, Eugene Kandel [foto]. A ideia da mudança gradual é uma solução temporária, a qual equilibra as necessidades das famílias com as necessidades da economia de Israel.

Se o acordo for implementado, um fim de semana longo [sábado/domingo] por mês será decretado durante o ano letivo - mas não durante as férias de verão ou o período de Grandes Festas. Em compensação, dias de aula serão implementados em datas atualmente tidas como "dias extras" durante o ano letivo.

O congressista Shalom [Likud] tem liderado a iniciativa por três anos, com algum sucesso; a qual tem sido bem recebida pelos três maiores partidos da coalizão - Likud, Jewish Home, e Yesh Atid. O anúncio torna a proposta mais provável de ser implantada na prática.


Já o partido de Naftali Bennett, o Jewish Home, demonstrou apoio para incluir o domingo no fim de semana. Enquanto a sexta-feira é frequentemente usada para a preparação do sábado, os congressistas do Jewish Home acreditam que fazer do domingo um segundo dia de descanso tornaria os israelenses mais aptos a guardar o sábado.

Vários israelenses atualmente usam o sábado para fazer suas compras e outras tarefas que violam a santidade do sábado, argumentou Rabbi Eli Ben-Dahan, congressista do Jewish Home.

Redefinindo o fim de semana ao incluir o domingo em lugar da sexta-feira poderia também causar impacto na população de não-judeus em Israel. Opositores da proposta dizem que isso seria ruim para o maior grupo minoritário de Israel - os muçulmanos - que guardam a sexta-feira como dia de descanso.

Fonte: Israel National News 

NOTA: Até o Estado de Israel está dobrando os joelhos perante Roma!! (O domingo é o sinal da supremacia de Roma). A crise final está às portas...

sexta-feira, março 28, 2014

Obama encontra-se com o papa Francisco no Vaticano

O Papa Francisco e o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, reuniram-se, esta quinta-feira [27], no Vaticano, durante 50 minutos e discutiram o direito à vida, tráfico humano e conflitos mundiais.

A reunião durou mais do que a habitual conversa de meia hora entre o papa e os chefes de Estado e de Governo que o visitam.

Depois de trocarem prendas, Obama e Francisco saudaram-se com um longo aperto de mão, ainda que o Papa sempre tenha mantido um semblante sério.

A reunião começou às 10:30h (hora local), tendo o Papa recebido Obama na sala do "Tronetto", junto à biblioteca privada.

"É maravilhoso conhecê-lo", afirmou Obama a Francisco, que respondeu "bem-vindo, senhor Presidente".

Obama enviou saudações da sua família ao Papa, referindo que a última vez que esteve no Vaticano visitou o seu antecessor, Bento XVI, tendo sido acompanhado pela mulher e filhas.

"Houve uma conversa sobre questões de particular relevância sobre a Igreja naquele país (EUA), como o exercício dos direitos de liberdade religiosa, da vida e da objeção de consciência", refere um comunicado do Vaticano.

O Papa defendeu o direito dos médicos que se recusam a realizar abortos nos Estados Unidos.

Obama e o Papa Francisco concordaram, durante a reunião, sobre um "compromisso comum" para erradicar o tráfico humano e discutiram a reforma da imigração nos Estados Unidos.

Os dois chefes de Estado sublinharam a necessidade do direito internacional ser respeitado em zonas de conflito em todo o mundo e uma "solução negociada entre as partes envolvidas" nestes conflitos, refere o comunicado do Vaticano, que não menciona que conflitos foram abordados na reunião.

O Papa presenteou Obama com a sua primeira exortação apostólica, "Evangelii Gaudium" (a alegria do evangelho), publicada a 26 de novembro, e um medalhão que representa o "anjo da paz", como o próprio Francisco explicou a Obama.

O presidente norte-americano disse que o texto iria dar-lhe força em situações vividas no Salão Oval e pediu ainda ao papa para rezar por ele e sua família.

Obama entregou ao Papa uma caixa em couro e madeira com sementes de frutas e legumes dos jardins da Casa Branca, para serem plantadas nos jardins da residência de verão de Francisco, em Castel Gandolfo.

"Se tiver a oportunidade de vir à Casa Branca, conhecerá os jardins", disse Obama, a que o Papa respondeu em espanhol: "porque não?".


Fonte: Jornal de Notícias 

No dia em que manteve o primeiro encontro no Vaticano com o Papa Francisco, Barack Obama deu uma entrevista ao jornal italiano Corriere della Serra onde pediu ao mundo que "ouça a voz do Papa". Sobretudo nas questões relacionadas com a pobreza e com as injustiças criadas pelo fosso entre ricos e pobres, já que noutras temáticas - como a contracepção e o aborto - não é possível encontrar consensos.

Fonte: Económico 

NOTA: É o 27º encontro de um presidente norte-americano com o bispo de Roma. Atualmente os EUA são vassalos do Vaticano porque o protestantismo se apostatou e se deixou levar pelos encantos diplomáticos da Santa Sé, a qual não mudou nada na sua essência. Os EUA, pelo contrário, estão flertando com a união de Igreja/Estado (especialmente a ala fundamentalista/republicana) seguindo as pegadas de Roma. Obama é mais uma marionete nas mãos do Vaticano e dos banqueiros mundiais. E apesar da sua ideologia "progressista" (leia-se marxista) tem como conselheiros mais próximos líderes formados nos maiores colégios jesuítas da América.

Forte crise econômica é iminente

A crise [financeira] que nos espera será pior que a de 2000 e a de 2008, e afetará tanto Wall Street como a economia global, assegurou o Wall Street Journal resumindo as opiniões dos líderes financeiros a quem entrevistou durante o último ano. O que nos espera a frente é uma anomalia, algo imprescindível: fatores desencadeadores macroeconômicos que poderiam acelerar uma recessão chegaram a um ponto crítico, assinalou o periódico. A razão subjacente é simples: "uma política monetária fundamentalmente defeituosa", quando o Sistema da Reserva Federal segue "imprimindo dinheiro barato".

"A Reserva Federal deve deixar de dirigir a economia. Sem mais dinheiro barato, recompras de dívida e investimento em empresas privadas", exortou David Stockman, diretor do Escritório de Administração e Pressuposto dos EUA entre 1981 e 1985.


Da mesma forma, William Hunt Gross, co-fundador do PIMCO, um dos maiores gestores de ativos de investimento global de renda fixa do mundo, advertiu sobre uma "supernova de créditos". E detalhou que sua empresa tem dois bilhões de dólares em risco no caso do dinheiro barato da Reserva Federal explodir.

"O banco de investimento que há apenas uma década promovia o desenvolvimento de pequenos negócios agora está dominado por uma especulação forçada", insistiu Gross.

O mundo está preso por uma megabolha que não tem nome e é alimentada pelo Sistema da Reserva Federal dos EUA, advertiu o analista da Société Générale, Kit Juckes. Esta bolha "está a ponto de estourar, como aconteceu com a crise financeira asiática, a bolha 'ponto com' e o sistema de créditos", especificou.

'Tictac, tictac, boom!' foi o título principal do portal InvestmentNews em um dia deste mês de março. O diário, especializado em dados, investigações e prognósticos para conselheiros financeiros advertia que milhões de investidores não tinham a mínima ideia do que aconteceria. Mais cedo ou mais tarde haverá "outra batalha feia" relacionada com a dívida e os mercados ficarão "assustados": qualquer tendência "seria suficiente para paralisar a economia mundial e incliná-la para recessão", insistiu ainda o economista norte-americano Nouriel Roubini, quem prognosticou a bolha imobiliária nos EUA e a recessão global de 2008.

Gary Shilling, colunista do 'Forbes', advertiu sobre uma bolha em expansão e uma grande comoção se aproximando. Calculou um crescimento muito lento do PIB real para os próximos oito anos, de apenas 2%, e previu uma desaceleração global ainda mais grave durante a próxima geração, chegando a zero. 


"Estou 100% seguro de que a crise para a qual estamos caminhando será muito pior que a de 2008", opinou, por sua parte, Peter Schiff, diretor executivo da Euro Pacific Capital, uma corretora norte americana da bolsa.

Fonte: Russia Today 


NOTA: Seguramente, uma crise econômica sem precedentes fará parte da equação do tempo do fim...

Turquia planejava ataque falsa bandeira

"Se necessário, enviarei quatro homens a Síria. Poderíamos provocar uma guerra lançando um míssil a Turquia.Poderíamos, também preparar um ataque a tumba do Xá Suleiman, um enclave turco em solo sírio onde repousam os restos do fundador da dinastia otomana".

Estas foram supostamente as palavras que pronunciou Hakan Fidan, chefe da Inteligência turca e braço direito de Tayyip Erdogan [Primeiro-ministro da Turquia], durante uma reunião de alto nível no último dia 13.

Duas gravações desse encontro secreto, em que participaram Fidan, o ministro do Exterior Ahmet Davutoglu, e o segundo chefe do Estado Maior, foram publicadas no site do periódico Cumhuriyet nesta quinta [27].

Na reunião, os presentes supostamente debateram como forçar uma ação armada na Síria e suas consequências militares.

A opção discutida, conforme os comentários que aparecem registrados, era lançar um atentado de falsa bandeira contra interesses nacionais que legitimaria na arena internacional uma intervenção em defesa da soberania turca.

Esta semana, o líder da oposição Kemal Kiliçdaroglu advertiu, referindo-se a fontes próprias, da possibilidade da Turquia atacar a Síria a fim de ganhar apoio eleitoral e desviar a atenção dos casos de corrupção política veiculados especialmente pela Internet.

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Fonte: El Mundo 

Agenda para implantar um governo mundial

domingo, março 16, 2014

Congresso Americano convida o papa Francisco para discursar

O presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, o republicano John Boehner, e a líder da minoria democrata nessa casa do legislativo, Nancy Pelosi, convidaram nesta quinta-feira [13] o papa Francisco a fazer um discurso no Congresso americano.

Através de comunicados, os dois líderes ofereceram ao primeiro pontífice do continente americano a possibilidade de pronunciar algumas palavras aos legisladores quando estiver nos Estados Unidos, um discurso que, se acontecer, será o primeiro discurso de um papa no Congresso dos EUA.

"Com reverência e admiração, convidei o papa Francisco, como chefe de Estado da Santa Sé e primeiro papa natural das Américas, a oferecer um discurso em uma sessão conjunta do Congresso dos Estados Unidos", garantiu Boehner, quando hoje completa o primeiro aniversário da escolha de Francisco como pontífice.

Nancy Pelosi, a quem Boehner não mencionou em seu comunicado, também fez o convite em uma declaração própria.

Se Francisco aceitar, será o primeiro pontífice a falar no Congresso dos Estados Unidos, um país que tem pouco mais de 77 milhões de católicos, aproximadamente um quarto da população.

A ocasião para o discurso papal poderia ser em 2015, quando será realizado na Filadélfia (EUA) o Encontro Mundial das Famílias.

A última visita de um papa aos Estados Unidos aconteceu em abril de 2008, quando Bento XVI - hoje papa Emérito - esteve em Washington e Nova York e foi recebido pelo então presidente americano, George W. Bush.

A reunião entre o Bento XVI e Bush foi a 25ª entre um pontífice e um presidente dos Estados Unidos e aconteceu quase nove décadas depois da primeira, em 1919, quando o papa Bento XV se encontrou com o presidente Woodrow Wilson.

O próximo encontro, o 26º, está previsto para o próximo dia 27 de março, quando o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, visitará o Vaticano e se reunirá com o papa Francisco.


Fonte: UOL 

NOTA: Os EUA como nação protestante se renderam ao poder dominante de Roma e as consequências políticas e religiosas continuarão sendo catastróficas até o fim total das liberdades civil e religiosa - a formação da imagem da besta... 

sexta-feira, março 14, 2014

O Céu está emocionado ou espantado?

 O Pr. Doug Batchelor analisa no vídeo a seguir o que aconteceu no último encontro evangélico da KCM (Kenneth Copeland Ministries) - importante liderança evangélica dos EUA. 

Sinais dos tempos!!






O que pensam os romanistas?

"Os protestantes têm-se intrometido com o papado, patrocinando-o; têm feito compromissos e concessões que os próprios romanistas se surpreendem de ver e não compreendem". O Grande Conflito, p. 566.

Qual é a verdade nisso tudo?

"O catolicismo na verdade em muito se assemelha ao protestantismo que hoje existe; pois o protestantismo moderno muito se distancia daquele dos dias da Reforma". O Grande Conflito, p. 571.

Qual o objetivo final de Roma?

"E o que dá maior significação a este movimento é o fato de que o principal objeto visado é a obrigatoriedade da observância do domingo, prática que se originou com Roma, e que ela alega como sinal de sua autoridade". O Grande Conflito, p. 573.

quarta-feira, março 12, 2014

Documento único total

Já imaginou ter certidão de nascimento, carteiras de identidade, de motorista e de trabalho, passaporte e até a chave do carro em um só documento? É exatamente o que quer uma empresa alemã de tecnologia: reunir todas as informações dos usuários em um único cartão e colocar fim na agonia de quem é mais esquecido.

A dona da ideia, presente na Feira Internacional de Tecnologia da Informação e Comunicação (Cebit), que se realiza até sexta-feira em Hannover, na Alemanha, tem credenciais suficientes para sustentar que o projeto, apesar de ambicioso, pode ser posto em prática. A Bundesdruckerei, conhecida na Europa pelo potencial de inovação, foi quem implantou os passaportes eletrônicos na Alemanha, nove anos atrás. Tecnologia semelhante só começou a ser usada nos documentos emitidos no Brasil em 2010.

Em 2013, a empresa também passou a produzir chips para licenças de motorista na Alemanha. E até o final do ano deve implantar pelo menos 90 portões de embarque eletrônicos nos aeroportos de Frankfurt, Berlim, Hamburgo, Munique e Düsseldorf. São equipamentos que verificam a autenticidade e a validade dos passaportes de forma automática.

Além de reunir todas as informações hoje espalhadas em diversos documentos, o cartão também pagaria contas e funcionaria como chave de automóvel. O motor só daria arranque ao receber sinal do chip inserido dentro da identidade do dono do carro – ou de alguma pessoa previamente autorizada pelo proprietário.

A vantagem, no entanto, é muito mais proteger os dados das pessoas e tornar seguras as transações na rede do que facilitar a vida dos mais avoados, garante o presidente da empresa, Ulrich Hamann.

– O novo cartão é muito mais do que apenas um documento de identidade. Ele oferece ao mundo online uma resposta segura e confiável para as pessoas – diz Hamann.

Questionado se não seria mais arriscado deixar todas as informações de uma pessoa em um só lugar, Hamann garante ter todos recursos de segurança necessários para manter os dados a salvo.

O plano, admite o empresário, é bastante ousado. Mas a empresa alemã já faz isso em média escala, oferecendo serviços personalizados para companhias privadas.

Caberá ao governo gerenciar o credenciamento e dar a cada pessoa a identidade plena, uma espécie de passaporte. Em um terminal de autoatendimento, o cidadão pode preencher os dados pessoais para que o documento seja produzido.

A identidade dispensa uso de chave ou crachá para entrar no local de trabalho. Basta segurar o cartão em frente ao leitor digital, que o objeto identificará quem está autorizado a entrar, ou não.

Passageiros não precisarão mais enfrentar fila para embarcar. Basta uma confirmação com a própria identidade e o sistema indica o portão de embarque correto.

Vai ser possível transferir todas as informações do cartão de identidade para o smartphone. Um aplicativo irá armazenar os dados de forma temporária.

O motor do carro só vai dar arranque ao receber sinal da identidade do dono do carro – ou de alguém diretamente habilitado pelo proprietário. No caso de aluguel do veículo, basta conectar o smartphone e um aplicativo fará a identificação.

Quando for se hospedar em um hotel, nada de ficar preenchendo formulários. O recepcionista terá acesso a todos os dados por meio da identidade.

O cartão de identidade também funcionará como forma de pagamento, dispensando uso de cédulas ou cartão de crédito em locais como supermercados.

O documento será personalizado. Cada usuário poderá escolher inclusive a cor para o seu cartão.


Fonte: Zero Hora 

NOTA: Sem dúvida pode facilitar muito a vida das pessoas. Por outro lado, também ficará mais fácil o governo controlar a vida de todos, o que profeticamente sabemos que acontecerá... 

terça-feira, março 04, 2014

Ex-jurista do Banco Mundial revela como a elite domina o mundo

Karen Hudes, graduada pela escola de Direito de Yale, trabalhou no departamento jurídico do Banco Mundial durante 20 anos. Na qualidade de "assessora jurídica superior", obteve informação suficiente para estabelecer uma visão global de como a elite domina o mundo. Desta forma, não se trata de uma "teoria de conspiração" a mais.

De acordo com a especialista, citada pelo site Exposing the Realities, a elite usa um núcleo hermético de instituições financeiras e corporações gigantes para dominar o planeta.

Citando um estudo suíço explosivo de 2011 sobre a "rede de controle corporativo global", Hudes mencionou que um pequeno grupo de entidades, em sua maioria instituições financeiras e bancos centrais, exercem uma enorme influência sobre a economia internacional nos bastidores.

"O que realmente esta acontecendo é que os recursos do mundo estão sendo dominados por este grupo", explicou a especialista com 20 anos de carreira no Banco Mundial, e acrescentou que os "sequestradores corruptos do poder" também têm dominado os meios de comunicação, "caso lhes seja permitido fazê-lo", assegurou.

O estudo suíço que ela mencionou foi realizado por uma equipe do Instituto Federal Suíço de Tecnología de Zurique. Os pesquisadores estudaram as relações entre 37 milhões de empresas e investidores de todo o mundo e descobriram que existe uma "super-entidade" de 147 megacorporações muito unidas e que controlam 40% de toda a economia mundial.

Porém as elites globais não apenas controlam estas megacorporações. Segundo Hudes, também dominam as organizações não eleitas e que não prestam contas mas exercem controle sobre as finanças de quase todas as nações do planeta, como o Banco Mundial, o FMI e os bancos centrais, entre eles o FED (EUA), que controlam toda a emissão de dinheiro e sua circulação internacional.

O topo da pirâmide deste sistema é o Banco de Compensações Internacionais [Bank for International Settlements] - o Banco Central dos Bancos Centrais. 

"Uma organização internacional imensamente poderosa da qual a maioria das pessoas nem sequer ouviu falar controla secretamente a emissão do dinheiro do mundo inteiro. Está localizado em Basiléia, Suíça, mas tem ramificações em Hong Kong e na Cidade do México. É essencialmente um Banco Central Mundial não eleito que tem completa imunidade em matéria de impostos e leis internacionais (...). Atualmente, 58 bancos centrais pertencem ao BCI, e tem, mais poder na economia dos Estados Unidos e de outros países que qualquer político. A cada dois meses, os banqueiros centrais se reúnem em Basiléia para outra "Cúpula de Economia Mundial". Durante estas reuniões, decisões são tomadas que afetam a todo homem, mulher e criança do planeta, e nenhum de nós tem voz no que se decide. O Banco de Compensações Internacionais é uma organização que foi fundada pela elite mundial, que opera em benefício da mesma, e cujo fim é ser uma das pedras angulares do vindouro "sistema financeiro global unificado".

Segundo Hudes, a ferramenta principal para escravizar nações e governos inteiros é a dívida.

"Querem que sejamos todos escravos da dívida, querem ver a todos nossos governos escravos da dívida, e querem que todos nossos políticos sejam dependentes das gigantes contribuições financeiras que eles canalizam para suas campanhas políticas. Como a elite também é dona de todos os principais meios de comunicação, esses canais nunca revelarão o segredo de que há algo fundamentalmente errado na maneira como funciona nosso sistema", assegurou.

Fonte: Russia Today