Um grupo de cientistas entregou ontem [14] ao ministro Sérgio Rezende (Ciência e Tecnologia) documento que questiona a influência da ação humana nos fenômenos das mudanças climáticas globais. "A conservação ambiental não tem nada a ver com o aquecimento global, esta é a nossa principal mensagem", disse Luis Carlos Molion, diretor do Instituto de Ciências Atmosféricas da Ufal (Universidade Federal de Alagoas). Os integrantes do grupo afirmam ser "céticos sobre a existência do aquecimento global".
Os dados apresentados ontem fazem parte do projeto internacional Cloud, que reúne 24 instituições de ensino universitário de dez países para analisar a influência de raios cósmicos na atmosfera e no clima da Terra. Baseados em dados desta iniciativa, os signatários do relatório entregue ao MCT afirmam que dentro de 20 anos a temperatura do planeta estará mais baixa e questionam as conclusões do IPCC, o painel da ONU sobre mudança climática que ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 2007. Os dados do painel seriam "alarmistas" e o Protocolo de Kyoto, "inútil".
"O que nós queremos é mais democracia para debater o assunto, só uma voz tem lugar na imprensa hoje", afirmou o economista Mark Lund.
Os pesquisadores disseram que pretendem organizar seminários em São Paulo para debater publicamente a teoria. O IPCC, dizem os "céticos", não levaria em conta dados sobre o comportamento da temperatura do planeta há centenas ou milhares de anos e partiria de premissas equivocadas. "Há interesses financeiros por trás do IPCC, a gente não consegue trazer a verdade", disse Fernando Mendonça, ex-presidente do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).
O aumento da concentração de gás carbônico na atmosfera, afirmam, seria resultado, e não causa, da elevação da temperatura. O aquecimento da atmosfera, segundo o documento, é fruto dos raios cósmicos. Para José Carlos Azevedo, ex-reitor da UnB e um dos autores do documento, o encontro com Rezende foi "bom para iniciar o debate". "A receptividade foi muito boa, o ministro é um homem esclarecido, físico pelo MIT [Instituto de Tecnologia de Massachusetts].
Rezende não quis falar com a imprensa após encontro. Assessores do ministro afirmaram que as informações recebidas já foram encaminhadas ao IPCC, que deve debater a validade da teoria apresentada.
Fonte: Folha de São Paulo, 15 de fevereiro de 2008.
NOTA: Será que não é por saberem que dentro de poucos anos o clima do planeta pode ficar em média mais frio que os defensores do aquecimento global estão cada vez mais histéricos? Se não conseguirem estabelecer a Nova Ordem Mundial nos próximos anos, será que não serão desmascarados logo quando o clima voltar a esfriar? Dá para entender agora a pressa dos adoradores da Mãe-Natureza? Isso tudo é mais uma evidência de que o fim acontecerá nos próximos anos e não daqui dezenas de anos como pensam alguns... Essa crise do "aquecimento global" foi fabricada para estabelecer a Babilônia do Apocalipse juntamente com seu sinal: a imposição do descanso dominical.
segunda-feira, fevereiro 18, 2008
domingo, fevereiro 17, 2008
O ECOmenismo defende o coletivismo e um governo autoritário
"As mudanças climáticas são uma ameaça ao futuro da civilização, mas a humanidade é impotente para implementar as soluções. Mesmo naquelas nações comprometidas com a redução dos gases de estufa, as emissões continuam crescendo. Esta falha tem reflexos em várias esferas: o esgotamento dos peixes nos oceanos, a erosão de solos férteis, a destruição de florestas, a poluição de rios e a utilização dos recursos naturais do mundo além das respectivas taxas de reposição."Neste livro provocativo, Shearman e Smith apresentam evidências de que o problema fundamental por trás da destruição do meio ambiente – mudanças climáticas em particular – está no funcionamento da democracia liberal. Suas falhas e contradições retiram do governo (...) o necessário poder para tomar as decisões que possam promover uma sociedade sustentável.
"Após argüir que a democracia tem falhado em seu aspecto humanitário, os autores vão além e demonstram que estas falhas podem facilmente conduzir ao autoritarismo, sem que nem mesmo percebamos[?]. Ainda mais provocativos, eles afirmam que devemos estar preparados para esta eventualidade, se quisermos sobreviver às mudanças climáticas. Eles não sugerem, entretanto, que os regimes autoritários existentes sejam mais bem-sucedidos em mitigar as emissões de CO2, já que, em nome do crescimento econômico, esses governos têm adotado o sistema de mercado entusiasticamente.
"No entanto, os autores concluem que alguma forma autoritária de governo será necessária, mas alertam que ela deverá ser uma governança de experts, e não daqueles que buscam somente o poder. Existem atualmente estruturas autoritárias muito bem-sucedidas – por exemplo, na medicina e nos impérios corporativos – que são capazes de implementar decisões urgentes, impossíveis sob a égide da democracia liberal.
"A sociedade será obrigada a fazer uma escolha filosófica, entre a ‘liberdade’ e a ‘vida’. Porém, há uma terceira via entre a democracia e o autoritarismo, sobre a qual os autores discorrem no último capítulo. Tendo feito o leitor compreender que, para parar ou mesmo reduzir o desastroso processo de mudanças climáticas, nós precisamos escolher entre a democracia liberal e alguma forma de governo autoritário, comandado por especialistas, os autores propõem uma reforma radical da democracia, a qual nos imporia a dolorosa escolha de restringir a disseminada dependência do crescimento econômico, bem como várias reformas fiscais e legais. Por mais dura que essa escolha possa ser, eles defendem a adoção destas reformas fundamentais da democracia, durante a jornada ao autoritarismo".
Fonte: Mídia Sem Máscara
NOTA: O ECOmenismo é a maior ameaça à liberdade humana que já surgiu em toda sua história. Se levado às últimas conseqüências, deixará para trás o nazismo como um simples test-drive. A Babilônia do Apocalipse está chegando, e com ela seu horrendo sinal de adoração luciferiana: a imposição do descanso dominical.
A crucificação de Jesus: um olhar científico
De duas, uma: sempre que a ciência se dispõe a estudar as circunstâncias da morte de Jesus Cristo, ou os pesquisadores enveredam pelo ateísmo e repetem conclusões preconcebidas ou se baseiam exclusivamente nos fundamentos teóricos dos textos bíblicos e não chegam a resultados práticos. O médico legista americano Frederick Zugibe, um dos mais conceituados peritos criminais em todo o mundo e professor da Universidade de Columbia, acaba de quebrar essa regra. Ele dissecou a morte de Jesus com a objetividade científica da medicina, o que lhe assegurou a imparcialidade do estudo. Temente a Deus e católico fervoroso, manteve ao longo do trabalho o amor, a devoção e o respeito que Cristo lhe inspira. Zugibe, 76 anos, juntou ciência e fé e atravessou meio século de sua vida debruçado sobre a questão da verdadeira causa mortis de Jesus. Escreveu três livros e mais de dois mil artigos sobre esse tema, todos publicados em revistas especializadas, nos quais revela como foi a crucificação e quais as conseqüências físicas, do ponto de vista médico, dos flagelos sofridos por Cristo durante as torturantes 18 horas de seu calvário... "Em nenhum momento meu livro contradiz as Escrituras. Os meus estudos só reforçaram a minha fé em Deus", diz o legista Zugibe. Fonte: ISTOÉ nº 1998, 20/02/2008.
NOTA: "O imaculado Filho de Deus pendia da cruz, a carne lacerada pelos açoites; aquelas mãos tantas vezes estendidas para abençoar, pregadas ao lenho; aqueles pés tão incansáveis em serviço de amor, cravados no madeiro; a régia cabeça ferida pela coroa de espinhos; aqueles trêmulos lábios entreabertos para deixar escapar um grito de dor. E tudo quanto sofreu - as gotas de sangue a Lhe correr da fronte, das mãos e dos pés, a agonia que Lhe atormentou o corpo, e a indizível angústia que Lhe encheu a alma ao ocultar-se dEle a face do Pai - tudo fala a cada filho da família humana, declarando: É por ti que o Filho de Deus consente em carregar esse fardo de culpa". O Desejado de Todas as Nações, p. 755.
quinta-feira, fevereiro 14, 2008
Liberdade religiosa e Estado laico

"Mediante o estudo das leis civis e eclesiásticas, preparou-se [Wycliffe] para entrar na grande luta pela liberdade religiosa". O Grande Conflito, p. 80.
Leia dois textos relevantes sobre o Estado laico e a Liberdade Religiosa, de autoria do Dr. Aldir Guedes Soriano:
"Levando O Estado laico à sério".
"O Direito à Liberdade Religiosa".

"O preço da liberdade é a eterna vigilância". Thomas Jefferson
quarta-feira, fevereiro 13, 2008
Illuminati, Skull & Bones e outras sombrias irmandades
O vídeo documentário "Illuminati, Skull & Bones e outras sombrias irmandades" (1:30 h), destaca pontos importantes da atuação histórica de algumas sociedades secretas nos bastidores dos acontecimentos mundiais. Desde a influência dos Illuminati na Revolução Francesa até a participação da Skull & Bones (do presidente George W. Bush) nos acontecimentos atuais visando o estabelecimento da Nova Ordem Mundial.Maiores detalhes aqui.
Ban Ki-moon se encontrará com George W. Bush
O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, se encontrará com o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, na sexta-feira, em Washington, anunciou hoje a Casa Branca. Durante o encontro, os dois discutirão questões importantes, como os direitos humanos, os esforços contra o terrorismo, a paz e a segurança internacional, disse Dana Perino, porta-voz da Presidência americana.
"Esperamos que o presidente e o secretário-geral foquem suas conversas na situação do Kosovo, de Mianmar, do Sudão, do Irã, do Líbano e do Quênia", acrescentou. Outro tema do encontro serão os recentes ataques aos líderes do Timor-Leste, assim como o apoio internacional ao Iraque e ao Afeganistão.
Fonte: Último Segundo
NOTA: Além de temas como a "Paz e segurança internacional", também estará na pauta a questão das "mudanças climáticas".
"Esperamos que o presidente e o secretário-geral foquem suas conversas na situação do Kosovo, de Mianmar, do Sudão, do Irã, do Líbano e do Quênia", acrescentou. Outro tema do encontro serão os recentes ataques aos líderes do Timor-Leste, assim como o apoio internacional ao Iraque e ao Afeganistão.
Fonte: Último Segundo
NOTA: Além de temas como a "Paz e segurança internacional", também estará na pauta a questão das "mudanças climáticas".
Senado dos EUA permite escutas sem autorização
O Senado americano cedeu às pressões do presidente George W. Bush e aprovou nesta terça-feira a polêmica lei que autoriza as agências de inteligência interceptar chamadas telefônicas e correios eletrônicos sem necessidade de contar com autorização judicial.
A medida, que dá imunidade às companhias de telecomunicações que passarem informação às agências de inteligência, foi aprovada depois de um acalorado debate, por 68 votos a favor e 29 contra, e agora seguirá para a Câmara de Representantes, onde já foi rejeitada em novembro.
Fonte: Último Segundo
Veja também: "Filosofia da Liberdade".
A medida, que dá imunidade às companhias de telecomunicações que passarem informação às agências de inteligência, foi aprovada depois de um acalorado debate, por 68 votos a favor e 29 contra, e agora seguirá para a Câmara de Representantes, onde já foi rejeitada em novembro.
Fonte: Último Segundo
Veja também: "Filosofia da Liberdade".
terça-feira, fevereiro 12, 2008
A História Secreta dos Jesuítas
A leitura deste livro é altamente recomendada para aqueles que se interessam pelo estudo das profecias bíblicas. O autor demonstra, com uma riqueza bibliográfica digna de grandes obras, o papel histórico desempenhado pelos jesuítas em destruir o regime político republicano (liberdade civil) e o protestantismo (liberdade religiosa) onde quer que existissem, tendo como único e exclusivo objetivo final: devolver ao Vaticano a supremacia política mundial (poder temporal).O autor começa seu estudo com a fundação da ordem da Companhia de Jesus, seus objetivos, princípios e desenvolvimento histórico, passando pelos séculos XVI-XVIII. Além disso, Edmond Paris discorre sobre o posterior renascimmento da ordem jesuíta e sua atuação por trás dos bastidores da 1º e 2º Guerras Mundiais. O apoio ao regime de Hitler tinha um propósito declarado: enfraquecer as nações cujo regime político republicano e religião protestante eram um impecilho aos objetivos de supremacia da Sé Papal.
O Dr. Alberto Rivera (ex-jesuíta) escreveu na Introdução do livro:
"No momento em que Ignácio de Loyola apareceu em cena, a Reforma Protestante tinha danificado seriamente o sistema católico romano. Ele chegou à conclusão que a única possibilidade de sobrevivência para a sua 'igreja' seria através do reforço dos canônes e doutrinas a respeito do poder temporal e da instituição católica romana. Isso aconteceria não pelo simples aniquilamento das pessoas conforme os frades dominicanos se incumbiam de fazer através da Inquisição, mas pela infiltração e penetração em todos os setores da sociedade. 'O protestantismo deve ser conquistado e usado para o benefício dos papas', era a proposta pessoal de Ignácio de Loyola ao papa Paulo III. Os jesuítas começaram a trabalhar imediatamente, infiltrando-se em todos os grupos protestantes, incluindo-se aí suas famílias, locais de trabalho, hospitais, escolas, colégios e demais instituições. Atualmente, têm sua missão praticamente concluída."
O livro está disponível aqui.
"O catolicismo na verdade em muito se assemelha ao protestantismo que hoje existe; pois o protestantismo moderno muito se distancia daquele dos dias da Reforma... Estabeleça-se nos Estados Unidos o princípio de que a igreja possa empregar ou dirigir o poder do Estado; de que as observâncias religiosas possam ser impostas pelas leis seculares; em suma, que a autoridade da igreja e do Estado devem dominar a consciência, e Roma terá assegurado o triunfo nesse país". O Grande Conflito, p. 571, 581.
domingo, fevereiro 10, 2008
2008: Ano Internacional do Planeta Terra
O Ano Internacional do Planeta Terra (AIPT), que será centrado na utilização e conhecimento das geociências, será inaugurado a partir de terça-feira, em cerimônia na sede da Unesco, em Paris, com o objetivo de contribuir com a melhoria da qualidade de vida das futuras gerações.
"Queremos fazer de nosso planeta um lugar mais seguro, mais saudável e mais rico para suas comunidades humanas, empregando o conhecimento de 400.000 especialistas em ciências da Terra", indica a Organização da ONU para a Educação, a Ciência e a Cukltura (Unesco)... (Leia mais: Terra)
Leia também: "Brasil vai liderar lançamento regional do Ano Internacional do Planeta Terra".
NOTA: Conscientização para preservação do planeta (o que seria bom)ou será mesmo adoração ao planeta Terra (paganismo)?
"Queremos fazer de nosso planeta um lugar mais seguro, mais saudável e mais rico para suas comunidades humanas, empregando o conhecimento de 400.000 especialistas em ciências da Terra", indica a Organização da ONU para a Educação, a Ciência e a Cukltura (Unesco)... (Leia mais: Terra)
Leia também: "Brasil vai liderar lançamento regional do Ano Internacional do Planeta Terra".
NOTA: Conscientização para preservação do planeta (o que seria bom)ou será mesmo adoração ao planeta Terra (paganismo)?
Bento XVI vai se encontrar com Bush nos EUA
O Papa realizará sua primeira viagem ao EUA entre 15 e 20 de abril de 2008. De acordo com a agência Zenit, no dia 16 terá um encontro com George W. Bush na Casa Branca. Sem dúvida, um gesto profético de grande importância para aqueles que estudam as profecias do Apocalipse. No passado não tão distante, o presidente norte-americano jamais aceitaria receber a visita do Pontífice Romano. Desde 1984, quando os EUA estabeleceram relações diplomáticas com a Sé Papal muita coisa mudou. E, do jeito que as coisas caminham o presidente do maior país protestante do mundo logo se ajoelhará aos pés daquele que se apresenta como representante de Deus na Terra, e levantará uma "imagem" do poder romano para ser adorada (leia-se, Lei Dominical). Outro dado importante nessa visita é a data escolhida. No dia 19 de abril, quando começa uma das festas mais importantes do ano para os pagãos ocultistas (festa pagã: 19/04 a 01/05), "Bento XVI visitará o 'Ground Zero', o terreno no qual estavam as Torres Gêmeas derrubadas pelos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001" - a escolha do local e da data é um gesto de grande significado para os ocultistas do mundo inteiro (para todos os que aguardam a Nova Ordem Mundial)!!
sexta-feira, fevereiro 08, 2008
Monumento dedicado a adventistas mortos no regime stalinista
Adventistas do sétimo dia e membros da comunidade de São Petersburgo, Rússia, dedicaram um monumento em 7 de outubro [2007] a adventistas mortos durante a grande repressão política, conhecida como Grande Expurgo, sob o líder da ex-União Soviética, Josef Stalin, no final dos anos 30. Cerca de 100 pessoas, inclusive um representante do prefeito, reuniram-se para o memorial no Cemitério Levashovsky, segundo Viktor Vitko, o diretor de Relações Públicas e Liberdade Religiosa para a Divisão Euro-Ásia da Igreja Adventista do Sétimo Dia, com sede em Moscou... (Leia mais: O Estádio)
Bush: Com Deus criaremos um mundo mais livre
O presidente de EUA, George W. Bush, afirmou hoje [7] no tradicional café da manhã nacional de oração que com a ajuda de Deus todo-poderoso, "criaremos um mundo mais livre" e um país "mais seguro, mais esperançoso e nobre". Bush assistiu ao café da manhã de oração junto à primeira-dama Laura, no Hotel Washington Hilton, onde participaram personalidades religiosas, congressistas, membros de seu gabinete, comandantes militares, empresários e outros líderes, entre eles o presidente salvadorenho, Elías Antonio Saca, e o hondurenho, Manuel Zelaya.
Todos os presidentes desde Dwight Eisenhower assistiram ao café da manhã de oração, que se organiza todo ano perto desta época, uma tradição da qual Bush se disse "orgulhoso".
"Espero que os presidentes que me sucedam façam o mesmo", afirmou, relembrando que este era seu último café da manhã de oração como líder americano. Em seu discurso, Bush assinalou que acredita "no poder da oração", porque o experimentou em sua própria vida. "A oração me deu força em tempos de desafios pessoais. Ajudou-me a enfrentar os desafios da Presidência", assegurou Bush.
O presidente agradeceu aos presentes no café da manhã e a "todas as pessoas nos Estados Unidos" por suas orações. "Peço que não deixem de orar neste ano que temos pela frente. Temos muito trabalho por fazer para nosso país, e com a ajuda de Deus todo-poderoso construiremos um mundo mais livre e um Estados Unidos mais seguro, mais esperançoso e mais nobre", afirmou.
Durante seu discurso, Bush ressaltou, além disso, que experimentar a presença de Deus "transforma nossos corações e que à medida que buscamos mais sua presença, mais sentimos o desejo em nossas almas de ajudar aos pobres, aos famintos, aos idosos e aos doentes".
Fonte: Terra
(Colaboração: Maynart)
NOTA: "Entre os exilados cristãos que primeiro fugiram para a América e buscaram asilo contra a opressão real e a intolerância dos sacerdotes, muitos havia que se decidiram a estabelecer um governo sobre o amplo fundamento da liberdade civil e religiosa... Republicanismo e protestantismo tornaram-se os princípios fundamentais da nação. Estes princípios são o segredo de seu poder e prosperidade". O Grande Conflito, p. 441. Dentro desses princípios encontram-se conceitos fundamentais como a ética individualista e a separação de Igreja e Estado que fizeram dos EUA uma potência mundial. Acontece que desde meados do século passado a nação americana tem passado por uma metamorfose, e a ética coletivista tem sido promovida entre a população (por influência dos ocultistas da elite global), e a separação entre Igreja e Estado parece estar com os dias contados. O presidente George W. Bush tem dado um péssimo exemplo ao mundo, apresentando-se como cristão, porém, não demonstrando isso através de suas obras (sem falar que pertence a uma sociedade secreta).
Todos os presidentes desde Dwight Eisenhower assistiram ao café da manhã de oração, que se organiza todo ano perto desta época, uma tradição da qual Bush se disse "orgulhoso".
"Espero que os presidentes que me sucedam façam o mesmo", afirmou, relembrando que este era seu último café da manhã de oração como líder americano. Em seu discurso, Bush assinalou que acredita "no poder da oração", porque o experimentou em sua própria vida. "A oração me deu força em tempos de desafios pessoais. Ajudou-me a enfrentar os desafios da Presidência", assegurou Bush.
O presidente agradeceu aos presentes no café da manhã e a "todas as pessoas nos Estados Unidos" por suas orações. "Peço que não deixem de orar neste ano que temos pela frente. Temos muito trabalho por fazer para nosso país, e com a ajuda de Deus todo-poderoso construiremos um mundo mais livre e um Estados Unidos mais seguro, mais esperançoso e mais nobre", afirmou.
Durante seu discurso, Bush ressaltou, além disso, que experimentar a presença de Deus "transforma nossos corações e que à medida que buscamos mais sua presença, mais sentimos o desejo em nossas almas de ajudar aos pobres, aos famintos, aos idosos e aos doentes".
Fonte: Terra
(Colaboração: Maynart)
NOTA: "Entre os exilados cristãos que primeiro fugiram para a América e buscaram asilo contra a opressão real e a intolerância dos sacerdotes, muitos havia que se decidiram a estabelecer um governo sobre o amplo fundamento da liberdade civil e religiosa... Republicanismo e protestantismo tornaram-se os princípios fundamentais da nação. Estes princípios são o segredo de seu poder e prosperidade". O Grande Conflito, p. 441. Dentro desses princípios encontram-se conceitos fundamentais como a ética individualista e a separação de Igreja e Estado que fizeram dos EUA uma potência mundial. Acontece que desde meados do século passado a nação americana tem passado por uma metamorfose, e a ética coletivista tem sido promovida entre a população (por influência dos ocultistas da elite global), e a separação entre Igreja e Estado parece estar com os dias contados. O presidente George W. Bush tem dado um péssimo exemplo ao mundo, apresentando-se como cristão, porém, não demonstrando isso através de suas obras (sem falar que pertence a uma sociedade secreta).
quinta-feira, fevereiro 07, 2008
Moderação com o que é bom
O trabalho é uma das bençãos de Deus para a humanidade. Mas, mesmo aquilo que é bom em si, deve ser aproveitado de modo equilibrado, caso contrário se tornará prejudicial. Essa regra também vale para o trabalho.
"Como regra, o trabalho do dia não deve ser prolongado noite a dentro. Se todas as horas do dia forem bem aproveitadas, o trabalho que se estende pela noite é demasiado extra, e o organismo sobrecarregado sofrerá com o fardo a ele imposto". Conselhos sobre Saúde, p. 99.
"Como regra, o trabalho do dia não deve ser prolongado noite a dentro. Se todas as horas do dia forem bem aproveitadas, o trabalho que se estende pela noite é demasiado extra, e o organismo sobrecarregado sofrerá com o fardo a ele imposto". Conselhos sobre Saúde, p. 99.
quarta-feira, fevereiro 06, 2008
FBI criará o maior banco de dados do mundo
O FBI (a polícia federal americana) anunciará nos próximos dias um contrato de US$ 1 bilhão para criar uma gigantesca base de dados com informação física dos cidadãos, informou a CNN. Esta base de dados incorporará informação biométrica para estabelecer a identidade das pessoas segundo seus traços físicos, com o objetivo de identificar melhor criminosos e terroristas.
A iniciativa gerou preocupações entre os grupos defensores das liberdades civis sobre a privacidade dos cidadãos. Kimberly Del Greco, chefe da seção de Serviços Biométricos do FBI, afirmou à CNN que reunir essa informação é importante para proteger as fronteiras, proibir a entrada de terroristas e oferecer segurança aos cidadãos, para que eles possam ter um bom trabalho e segurança no lugar onde vivem.
Para os que se opõem ao programa, a futura base de dados vai possibilitar que o FBI vigiar permanente a sociedade. "É o começo de uma sociedade vigiada, na qual qualquer um pode ser rastreado em qualquer lugar e em qualquer momento, e na qual todos os seus movimentos e possivelmente todas as suas atividades serão seguidas, anotadas e comparadas", advertiu Barry Steinhart, diretor da União de Liberdades Civis dos EUA (ACLU), em entrevista à CNN...
Fonte: Folha de São Paulo Online
NOTA: Os EUA parecem estar seguindo os passos do nazismo para o estabelecimento da Nova Ordem Mundial. A comparação do governo norte-americano com o nazismo pode soar como argumento comunista. Porém, mesmo sendo cristão e não tendo nenhuma afinidade com o pensamento comunista, acredito que os EUA estão imitando em muitos aspectos o que aconteceu na Alemanha com a ascenção do nazismo. Por exemplo, em 27 de fevereiro de 1933, o Reichstag (Parlamento alemão) foi incendiado pelos nazistas e a culpa foi jogada sobre seus inimigos - os comunistas (Já ouviu falar em "crise fabricada"?). Será que qualquer semelhança com o 11 de setembro é mera coincidência? No dia seguinte foi decretado o Reichstagsbrandverordnung, semelhante ao Patriot Act (logo após o 11 de setembro) restringindo várias liberdades civis dos cidadãos. Pouco tempo depois, Hitler tornou-se um dos maiores ditadores do século XX. Coincidência ou não, os EUA, em particular, e o Ocidente, em geral, também "fabricaram" duas crises para justificar a restrição das liberdades civis: o terrorismo e as mudanças climáticas. Os inimigos atuais? Todos aqueles adeptos da ética individualista que se opuserem à adoração luciferiana da Nova Ordem Mundial, cuja marca será o descanso dominical. Parece que a história está mesmo se repetindo... Quem viver, verá...
A iniciativa gerou preocupações entre os grupos defensores das liberdades civis sobre a privacidade dos cidadãos. Kimberly Del Greco, chefe da seção de Serviços Biométricos do FBI, afirmou à CNN que reunir essa informação é importante para proteger as fronteiras, proibir a entrada de terroristas e oferecer segurança aos cidadãos, para que eles possam ter um bom trabalho e segurança no lugar onde vivem.
Para os que se opõem ao programa, a futura base de dados vai possibilitar que o FBI vigiar permanente a sociedade. "É o começo de uma sociedade vigiada, na qual qualquer um pode ser rastreado em qualquer lugar e em qualquer momento, e na qual todos os seus movimentos e possivelmente todas as suas atividades serão seguidas, anotadas e comparadas", advertiu Barry Steinhart, diretor da União de Liberdades Civis dos EUA (ACLU), em entrevista à CNN...
Fonte: Folha de São Paulo Online
NOTA: Os EUA parecem estar seguindo os passos do nazismo para o estabelecimento da Nova Ordem Mundial. A comparação do governo norte-americano com o nazismo pode soar como argumento comunista. Porém, mesmo sendo cristão e não tendo nenhuma afinidade com o pensamento comunista, acredito que os EUA estão imitando em muitos aspectos o que aconteceu na Alemanha com a ascenção do nazismo. Por exemplo, em 27 de fevereiro de 1933, o Reichstag (Parlamento alemão) foi incendiado pelos nazistas e a culpa foi jogada sobre seus inimigos - os comunistas (Já ouviu falar em "crise fabricada"?). Será que qualquer semelhança com o 11 de setembro é mera coincidência? No dia seguinte foi decretado o Reichstagsbrandverordnung, semelhante ao Patriot Act (logo após o 11 de setembro) restringindo várias liberdades civis dos cidadãos. Pouco tempo depois, Hitler tornou-se um dos maiores ditadores do século XX. Coincidência ou não, os EUA, em particular, e o Ocidente, em geral, também "fabricaram" duas crises para justificar a restrição das liberdades civis: o terrorismo e as mudanças climáticas. Os inimigos atuais? Todos aqueles adeptos da ética individualista que se opuserem à adoração luciferiana da Nova Ordem Mundial, cuja marca será o descanso dominical. Parece que a história está mesmo se repetindo... Quem viver, verá...
segunda-feira, fevereiro 04, 2008
Gente sábia e inteligente
No último dia 23 de janeiro, o programa jornalístico SBT Realidade foi ao ar com o tema "longevidade". O programa, apresentado pela jornalista Ana Paula Padrão, dedicou um bloco inteiro à cidade californiana de Loma Linda (EUA), apontada pelos pesquisadores como um dos lugares no mundo onde há mais longevidade. A matéria ainda apresentou como razão principal deste fenômeno a forte presença da Igreja Adventista do 7º Dia em Loma Linda e a influência de sua doutrina de saúde.
"Eis que vos tenho ensinado estatutos e juízos, como me mandou o Senhor, meu Deus... guardai-os, pois, e cumpri-os, porque isto será a vossa sabedoria e o vosso entendimento perante os olhos dos povos que, ouvindo todos estes estatutos, dirão: certamente, este grande povo é gente sábia e inteligente" (Dt 4:5, 6).
Leia também: "Entrevista exclusiva: Ana Paula Padrão".
"Eis que vos tenho ensinado estatutos e juízos, como me mandou o Senhor, meu Deus... guardai-os, pois, e cumpri-os, porque isto será a vossa sabedoria e o vosso entendimento perante os olhos dos povos que, ouvindo todos estes estatutos, dirão: certamente, este grande povo é gente sábia e inteligente" (Dt 4:5, 6).
Leia também: "Entrevista exclusiva: Ana Paula Padrão".
sexta-feira, fevereiro 01, 2008
Evangélicos estabelecem o Domingo da Criação
Já vimos como os evangélicos têm se batido por estabelecer oficialmente um "Domingo dos 10 Mandamentos", promoção da "Comissão dos 10 Mandamentos", com um número de assinaturas que já ultrapassa os 333.000.
Agora, evangélicos que formaram a entidade chamada Evangelical Environment Network (Rede Evangélica do Meio-Ambiente), têm estabelecido o "Domingo da Criação" para ajudar os crentes nas Escrituras a terem maior consciência de seu papel como mordomos do planeta, ante a degradação ambiental evidente.
Diz um texto do referido site, explicando a promoção desse domingo especial:
"Ao longo das décadas passadas muitas Igrejas começaram a celebrar o dom divino da Criação no domingo que cai mais perto do Dia da Terra, que é sempre 22 de abril. A essa ênfase uma vez ao ano nós chamamos Domingo da Criação. Incentivamos as igrejas a celebrarem o Domingo da Criação quando melhor ajustar-se a suas circunstâncias. ...
Nossos recursos disponíveis para o Domingo da Criação têm base bíblica e são elaborados de molde a ajudar pastores ocupados, líderes de culto e professores a celebrarem o Domingo da Criação em suas congregações. Adicionamos recursos todo ano--recursos especialmente voltados ao tema de cada ano".
Todas essas causas são boas, em si, pois tanto a promoção dos 10 Mandamentos como do cuidado à natureza fazem pleno sentido e se harmonizam com os ideais cristãos. Até mesmo conseguir a paralização de todas as atividades comerciais, industriais, recreativas um dia por semana seria prática benéfica para o indivíduo, as famílias, a sociedade e o mundo inteiro. O problema está no desvirtuamento das boas intenções para o cumprimento de agendas contrárias ao texto integral da Palavra de Deus, sob inspiração daquele ser que sempre transformou boas intenções em esquemas de engano, segundo os seus interesses de desviar as pessoas dá genuína adoração a Deus.
Azenilto Brito
Fonte: Foro Adventista
(Colaboração: Blog Diário da Profecia)
NOTA: A "sinceridade" desse movimento e de todos os demais movimentos ambientalistas será confirmada (ou não) na medida em que for dada liberdade para os guardadores do sábado também expressarem sua preocupação com o meio ambiente através da santificação do sétimo dia - o que eu duvido que aconteça. A intenção por trás dessa crise é uma só: estabelecer a Nova Ordem Mundial com a adoração luciferiana (o domingo será o sinal desta adoração. Não é à toa que dentro do ocultismo o sol é um símbolo para Lúcifer).
Agora, evangélicos que formaram a entidade chamada Evangelical Environment Network (Rede Evangélica do Meio-Ambiente), têm estabelecido o "Domingo da Criação" para ajudar os crentes nas Escrituras a terem maior consciência de seu papel como mordomos do planeta, ante a degradação ambiental evidente.
Diz um texto do referido site, explicando a promoção desse domingo especial:
"Ao longo das décadas passadas muitas Igrejas começaram a celebrar o dom divino da Criação no domingo que cai mais perto do Dia da Terra, que é sempre 22 de abril. A essa ênfase uma vez ao ano nós chamamos Domingo da Criação. Incentivamos as igrejas a celebrarem o Domingo da Criação quando melhor ajustar-se a suas circunstâncias. ...
Nossos recursos disponíveis para o Domingo da Criação têm base bíblica e são elaborados de molde a ajudar pastores ocupados, líderes de culto e professores a celebrarem o Domingo da Criação em suas congregações. Adicionamos recursos todo ano--recursos especialmente voltados ao tema de cada ano".
Todas essas causas são boas, em si, pois tanto a promoção dos 10 Mandamentos como do cuidado à natureza fazem pleno sentido e se harmonizam com os ideais cristãos. Até mesmo conseguir a paralização de todas as atividades comerciais, industriais, recreativas um dia por semana seria prática benéfica para o indivíduo, as famílias, a sociedade e o mundo inteiro. O problema está no desvirtuamento das boas intenções para o cumprimento de agendas contrárias ao texto integral da Palavra de Deus, sob inspiração daquele ser que sempre transformou boas intenções em esquemas de engano, segundo os seus interesses de desviar as pessoas dá genuína adoração a Deus.
Azenilto Brito
Fonte: Foro Adventista
(Colaboração: Blog Diário da Profecia)
NOTA: A "sinceridade" desse movimento e de todos os demais movimentos ambientalistas será confirmada (ou não) na medida em que for dada liberdade para os guardadores do sábado também expressarem sua preocupação com o meio ambiente através da santificação do sétimo dia - o que eu duvido que aconteça. A intenção por trás dessa crise é uma só: estabelecer a Nova Ordem Mundial com a adoração luciferiana (o domingo será o sinal desta adoração. Não é à toa que dentro do ocultismo o sol é um símbolo para Lúcifer).
Uma nação
A revista Der Spiegel (30/01/2008) publicou uma interessante matéria (traduzida pelo UOL) intitulada: "Os três mitos da campanha eleitoral dos Estados Unidos". A matéria destaca os três temas comuns (para o articulista são "mitos") nas campanhas de todos os pré-candidatos, a despeito das aparentes diferenças que os separam.
Relevante mesmo nesta análise é quando o autor fala sobre o terceiro mito:
"O terceiro mito é o mais perigoso de todos, porque ele abala as próprias bases da Constituição dos Estados Unidos. Os críticos, cindidos de acordo com linhas partidárias, alegam que os Estados Unidos são um país dividido, escorraçada freneticamente por ambos os partidos, que, segundo eles, só são capazes de pensar em termos de amigos e inimigos. Todos os atuais candidatos prometem por um fim ao atual clima de polarização e forjar um grande consenso. 'Somos uma nação', diz Obama. O mesmo diz Mitt Romney. E todos os demais. Mas este sistema de diálogo, de limitações e inspeções para manter o equilíbrio, é precisamente o que os criadores da Constituição tinham em mente. É um sistema árduo e freqüentemente exasperante, mas ele funciona. Um partido impede que o outro ultrapasse limites. Às vezes a Câmara dos Deputados se opõe ao Senado, ou ambos atacam - quando necessário - a Casa Branca. É assim que a coisa funciona - e é desta maneira que se tinha intenção que funcionasse. A democracia prospera quando há diferenças de opinião, o que se traduz em diferenças entre partidos. Prometer colocar um fim à esta disputa contínua é algo que faz tanto sentido quanto um gerente de supermercado anunciar planos para aglutinar as seções de carnes e de verduras - e justificar a sua decisão dizendo que a gerência quer acabar com a polarização de décadas entre os amantes das bistecas e os vegetarianos. Os cidadãos fariam bem em exigir desacordos e palavras duras. Os partidos precisam manter as suas identidades partidárias para que os eleitores tenham opções reais. No país governado pelo consenso que atualmente é pregado pelos candidatos, os eleitores acabariam sentindo-se como os clientes no supermercado imaginário com o seu departamento misto de carnes e verduras: vegetarianos e comedores de carne ficariam igualmente insatisfeitos..."
Tendo como base essa análise, podemos chegar a certas conclusões:
1) Há uma tendência no cenário político norte-americano para se acabar com as diferenças ideológicas, ou pelos menos minimizá-las. Nunca antes foi usado de maneira tão contundente o bordão: "Uma nação".
2) Apesar das aparentes diferenças dos pré-candidatos à presidência dos EUA, todos estão trabalhando por um "consenso coletivo" (lembra dos posts sobre o coletivismo?) que pode contribuir para criar o clima necessário para a futura mudança da Constituição dos EUA.
3) A crise final está mais próxima do que se imagina uma vez que até os analistas seculares já perceberam a existência real e perigosa do "consenso coletivo" na política norte-americana.
4) A distância que vai separar "Uma nação" de "Uma nação sob Deus" será tão insignificante que talvez nem mesmo será percebida.
Relevante mesmo nesta análise é quando o autor fala sobre o terceiro mito:
"O terceiro mito é o mais perigoso de todos, porque ele abala as próprias bases da Constituição dos Estados Unidos. Os críticos, cindidos de acordo com linhas partidárias, alegam que os Estados Unidos são um país dividido, escorraçada freneticamente por ambos os partidos, que, segundo eles, só são capazes de pensar em termos de amigos e inimigos. Todos os atuais candidatos prometem por um fim ao atual clima de polarização e forjar um grande consenso. 'Somos uma nação', diz Obama. O mesmo diz Mitt Romney. E todos os demais. Mas este sistema de diálogo, de limitações e inspeções para manter o equilíbrio, é precisamente o que os criadores da Constituição tinham em mente. É um sistema árduo e freqüentemente exasperante, mas ele funciona. Um partido impede que o outro ultrapasse limites. Às vezes a Câmara dos Deputados se opõe ao Senado, ou ambos atacam - quando necessário - a Casa Branca. É assim que a coisa funciona - e é desta maneira que se tinha intenção que funcionasse. A democracia prospera quando há diferenças de opinião, o que se traduz em diferenças entre partidos. Prometer colocar um fim à esta disputa contínua é algo que faz tanto sentido quanto um gerente de supermercado anunciar planos para aglutinar as seções de carnes e de verduras - e justificar a sua decisão dizendo que a gerência quer acabar com a polarização de décadas entre os amantes das bistecas e os vegetarianos. Os cidadãos fariam bem em exigir desacordos e palavras duras. Os partidos precisam manter as suas identidades partidárias para que os eleitores tenham opções reais. No país governado pelo consenso que atualmente é pregado pelos candidatos, os eleitores acabariam sentindo-se como os clientes no supermercado imaginário com o seu departamento misto de carnes e verduras: vegetarianos e comedores de carne ficariam igualmente insatisfeitos..."
Tendo como base essa análise, podemos chegar a certas conclusões:
1) Há uma tendência no cenário político norte-americano para se acabar com as diferenças ideológicas, ou pelos menos minimizá-las. Nunca antes foi usado de maneira tão contundente o bordão: "Uma nação".
2) Apesar das aparentes diferenças dos pré-candidatos à presidência dos EUA, todos estão trabalhando por um "consenso coletivo" (lembra dos posts sobre o coletivismo?) que pode contribuir para criar o clima necessário para a futura mudança da Constituição dos EUA.
3) A crise final está mais próxima do que se imagina uma vez que até os analistas seculares já perceberam a existência real e perigosa do "consenso coletivo" na política norte-americana.
4) A distância que vai separar "Uma nação" de "Uma nação sob Deus" será tão insignificante que talvez nem mesmo será percebida.
quinta-feira, janeiro 31, 2008
Brincando de Deus
Cientistas britânicos afirmam ter criado espermatozóides a partir de células-tronco da medula óssea feminina - abrindo caminho para o fim da necessidade do pai na reprodução. A experiência vem sendo desenvolvida por especialistas da Universidade de New Castle que, em abril do ano passado, anunciaram ter conseguido transformar células-tronco da medula óssea de homens adultos em espermatozóides imaturos.
Em entrevista à última edição da revista New Scientist, Karim Nayernia, um dos pesquisadores envolvidos no estudo, disse que agora os cientistas repetiram a experiência com células-tronco da medula óssea de mulheres, podendo "abrir caminho para a criação do espermatozóide feminino".
No trabalho, ainda não publicado, Nayernia disse à New Scientist estar esperando a "permissão ética" da universidade para dar continuidade ao trabalho, que consistiria em submeter os espermatozóides primitivos à meiose, um processo que permitiria a maturação do espermatozóide, tornando-o apto para a fertilização.
"Em princípio, eu acredito que isso seja cientificamente possível", disse Nayernia.
O estudo, afirma a revista, poderia possibilitar que um dia, casais de lésbicas poderão ter filhos sem a necessidade de um homem, já que o espermatozóide de uma mulher poderia fertilizar o óvulo da outra.
Brasil
A New Scientist ainda relata uma experiência que está sendo realizada por cientistas brasileiros no Instituto Butantan, em São Paulo. Segundo a revista, os especialistas estariam desenvolvendo óvulos e espermatozóides a partir de uma cultura de células-tronco embrionárias de ratos machos.
A revista cita o trabalho publicado pelos brasileiros na revista especializada Cloning and Stem Cells (Clonagem e células-tronco, em tradução literal), em que os pesquisadores disseram ainda não ter provado que os óvulos masculinos poderão ser fertilizados e procriar.
"Estamos agora começando experimentos com céulas-tronco embrionárias humanas e, se bem-sucedidos, o próximo passo será ver se óvulos masculinos poderão ser feitos a partir de outras células", disse a coordenadora da pesquisa, Irina Kerkis.
Essas outras células, que se comportariam de maneira semelhante às embrionárias, poderiam ser encontradas na pele humana, afirma a revista. Isso abriria a possibilidade para que casais gays masculinos também tenham filhos com 100% de seu material genético.
Nesse caso, um dos homens doaria células de sua pele, que seriam transformadas em um óvulo a ser fecundado pelo espermatozóide do parceiro. Uma vez fertilizado, o óvulo seria implantado no útero de uma mulher.
"Eu acredito que isso seja possível, mas não sei como as pessoas encarariam isso de forma ética", disse Kerkis.
Fonte: BBC Brasil
NOTA: A falta de limites éticos na ciência também indica a proximidade do fim de todas as coisas. O ataque ao casamento heterossexual como instituição divinamente estabelecida só serve para enfraquecer a responsabilidade moral e, conseqüentemente, a sociedade. "Se os demônios se houvessem disposto a trabalhar para descobrir o modo mais eficaz de destruir o que quer que seja venerável, belo ou perdurável na vida doméstica, e de obter ao mesmo tempo certeza de que o mal que era seu objetivo criar se perpetuaria de uma geração a outra, não poderiam ter inventado plano mais eficiente do que a degradação do casamento". Sir Walter Scott, Vida de Napoleão Bonaparte - citado em O Grande Conflito, p. 270.
Em entrevista à última edição da revista New Scientist, Karim Nayernia, um dos pesquisadores envolvidos no estudo, disse que agora os cientistas repetiram a experiência com células-tronco da medula óssea de mulheres, podendo "abrir caminho para a criação do espermatozóide feminino".
No trabalho, ainda não publicado, Nayernia disse à New Scientist estar esperando a "permissão ética" da universidade para dar continuidade ao trabalho, que consistiria em submeter os espermatozóides primitivos à meiose, um processo que permitiria a maturação do espermatozóide, tornando-o apto para a fertilização.
"Em princípio, eu acredito que isso seja cientificamente possível", disse Nayernia.
O estudo, afirma a revista, poderia possibilitar que um dia, casais de lésbicas poderão ter filhos sem a necessidade de um homem, já que o espermatozóide de uma mulher poderia fertilizar o óvulo da outra.
Brasil
A New Scientist ainda relata uma experiência que está sendo realizada por cientistas brasileiros no Instituto Butantan, em São Paulo. Segundo a revista, os especialistas estariam desenvolvendo óvulos e espermatozóides a partir de uma cultura de células-tronco embrionárias de ratos machos.
A revista cita o trabalho publicado pelos brasileiros na revista especializada Cloning and Stem Cells (Clonagem e células-tronco, em tradução literal), em que os pesquisadores disseram ainda não ter provado que os óvulos masculinos poderão ser fertilizados e procriar.
"Estamos agora começando experimentos com céulas-tronco embrionárias humanas e, se bem-sucedidos, o próximo passo será ver se óvulos masculinos poderão ser feitos a partir de outras células", disse a coordenadora da pesquisa, Irina Kerkis.
Essas outras células, que se comportariam de maneira semelhante às embrionárias, poderiam ser encontradas na pele humana, afirma a revista. Isso abriria a possibilidade para que casais gays masculinos também tenham filhos com 100% de seu material genético.
Nesse caso, um dos homens doaria células de sua pele, que seriam transformadas em um óvulo a ser fecundado pelo espermatozóide do parceiro. Uma vez fertilizado, o óvulo seria implantado no útero de uma mulher.
"Eu acredito que isso seja possível, mas não sei como as pessoas encarariam isso de forma ética", disse Kerkis.
Fonte: BBC Brasil
NOTA: A falta de limites éticos na ciência também indica a proximidade do fim de todas as coisas. O ataque ao casamento heterossexual como instituição divinamente estabelecida só serve para enfraquecer a responsabilidade moral e, conseqüentemente, a sociedade. "Se os demônios se houvessem disposto a trabalhar para descobrir o modo mais eficaz de destruir o que quer que seja venerável, belo ou perdurável na vida doméstica, e de obter ao mesmo tempo certeza de que o mal que era seu objetivo criar se perpetuaria de uma geração a outra, não poderiam ter inventado plano mais eficiente do que a degradação do casamento". Sir Walter Scott, Vida de Napoleão Bonaparte - citado em O Grande Conflito, p. 270.
Lei natural é decisiva para a justiça e a paz
O Cardeal-Patriarca de Lisboa acredita que a busca do patrimônio universal humano encontrado na lei natural é decisiva na construção da justiça e da paz.
Esta terça-feira [29], na abertura solene do Ano Judicial, na Sé Patriarcal, Dom José Policarpo explicou que a lei natural diz respeito à "identidade profunda" do homem, é uma lei "gravada no seu coração, prévia a qualquer lei positiva, religiosa ou civil", que tem "a dignidade da própria consciência".
O purpurado conceituou ainda a lei natural seguindo as palavras do Concílio Vaticano II, que a considera uma "voz" que continuamente impele o homem "ao amor e a realizar o bem e a evitar o mal". A lei natural é "esta lei interior", "prévia a qualquer lei positiva", "gravada por Deus no coração do homem", "afirmada no santuário da consciência", afirma o Patriarca.
Fonte: Zenit
NOTA: Lei natural é uma referência aos Dez Mandamentos. Através dos recentes discursos de autoridades católicas mundiais pode-se perceber que os Dez Mandamentos terão um peso decisivo nos acontecimentos futuros deste planeta. É claro, o mandamento que ordena a santificação do sábado foi alterado pela Igreja Católica, passando a prescrever o descanso dominical, o que representa toda a autoridade do Vaticano no aspecto moral. A Santa Sé tem o objetivo de promover este mandamento para todos os povos. Quando a aceitação dessa imposição for quase universal, Roma terá reconquistado a tão desejada supremacia mundial. O pior nessa história é saber que o protestantismo norte-americano (Direitã Cristã) é quem iniciará esse processo rendendo homenagem ao Vaticano mediante a imposição da Lei Dominical nos EUA. A Nova Ordem Mundial (Babilônia do Apocalipse) foi muito bem planejada pelos ocultistas. A crise final se aproxima rapidamente...
Esta terça-feira [29], na abertura solene do Ano Judicial, na Sé Patriarcal, Dom José Policarpo explicou que a lei natural diz respeito à "identidade profunda" do homem, é uma lei "gravada no seu coração, prévia a qualquer lei positiva, religiosa ou civil", que tem "a dignidade da própria consciência".
O purpurado conceituou ainda a lei natural seguindo as palavras do Concílio Vaticano II, que a considera uma "voz" que continuamente impele o homem "ao amor e a realizar o bem e a evitar o mal". A lei natural é "esta lei interior", "prévia a qualquer lei positiva", "gravada por Deus no coração do homem", "afirmada no santuário da consciência", afirma o Patriarca.
Fonte: Zenit
NOTA: Lei natural é uma referência aos Dez Mandamentos. Através dos recentes discursos de autoridades católicas mundiais pode-se perceber que os Dez Mandamentos terão um peso decisivo nos acontecimentos futuros deste planeta. É claro, o mandamento que ordena a santificação do sábado foi alterado pela Igreja Católica, passando a prescrever o descanso dominical, o que representa toda a autoridade do Vaticano no aspecto moral. A Santa Sé tem o objetivo de promover este mandamento para todos os povos. Quando a aceitação dessa imposição for quase universal, Roma terá reconquistado a tão desejada supremacia mundial. O pior nessa história é saber que o protestantismo norte-americano (Direitã Cristã) é quem iniciará esse processo rendendo homenagem ao Vaticano mediante a imposição da Lei Dominical nos EUA. A Nova Ordem Mundial (Babilônia do Apocalipse) foi muito bem planejada pelos ocultistas. A crise final se aproxima rapidamente...
domingo, janeiro 27, 2008
O Vaticano tenta envolver a IASD no ecumenismo
Em Portugal já existe um caminho ecuménico. Durante esta semana, de Norte a Sul do País, fazem celebrações ecuménicas. Na diocese da Guarda, no passado Sábado, Católicos e Adventistas do Sétimo Dia rezaram sobre o lema "Orai sem cessar". Em declarações à Agência ECCLESIA, D. Manuel Felício frisou que o ecumenismo "está onde existe fé" porque faz parte da fé cristã, "o querer a unidade".
Nesta celebração – teve a presença de um pastor da Igreja Adventista do Sétimo Dia, Luis Carlos Fonseca, - o bispo da Guarda realçou que este mostrou "muita disponibilidade e foi compreensivo". Com a presença de alguns membros desta comunidade cristã, D. Manuel Felício sublinhou que "ainda existem algumas dificuldades" porque "há uma tradição de separação em pontos marcantes"...
Fonte: Ecclesia
NOTA: Com o tema "Orai sem cessar", a Igreja Católica mundial promove neste mês uma semana especial de atividades em prol do ecumenismo. O tema escolhido para este ano é totalmente "neutro" (comum a todos os cristãos) justamente para facilitar o processo de aproximação com as demais Igrejas Cristãs. Apesar da estratégia astuta (quem é que se recusaria a orar com outro cristão, não é mesmo?), a IASD mantém a mesma posição contrária ao ecumenismo, participando apenas como observadora em alguns eventos. O caso acima parece ter acontecido em uma igreja local com um líder local, e não implica na aceitação do ecumenismo por parte da IASD em Portugal, fato comprovado pela não adesão da IASD ao Conselho Português das Igrejas Cristãs (COPIC), órgão promotor do ecumenismo em Portugal.
Obs: Caso tenham outros detalhes a acrescentar, nossos leitores de Portugal podem nos ajudar.
Nesta celebração – teve a presença de um pastor da Igreja Adventista do Sétimo Dia, Luis Carlos Fonseca, - o bispo da Guarda realçou que este mostrou "muita disponibilidade e foi compreensivo". Com a presença de alguns membros desta comunidade cristã, D. Manuel Felício sublinhou que "ainda existem algumas dificuldades" porque "há uma tradição de separação em pontos marcantes"...
Fonte: Ecclesia
NOTA: Com o tema "Orai sem cessar", a Igreja Católica mundial promove neste mês uma semana especial de atividades em prol do ecumenismo. O tema escolhido para este ano é totalmente "neutro" (comum a todos os cristãos) justamente para facilitar o processo de aproximação com as demais Igrejas Cristãs. Apesar da estratégia astuta (quem é que se recusaria a orar com outro cristão, não é mesmo?), a IASD mantém a mesma posição contrária ao ecumenismo, participando apenas como observadora em alguns eventos. O caso acima parece ter acontecido em uma igreja local com um líder local, e não implica na aceitação do ecumenismo por parte da IASD em Portugal, fato comprovado pela não adesão da IASD ao Conselho Português das Igrejas Cristãs (COPIC), órgão promotor do ecumenismo em Portugal.
Obs: Caso tenham outros detalhes a acrescentar, nossos leitores de Portugal podem nos ajudar.
sábado, janeiro 26, 2008
Papa faz nova convocação em prol da unidade dos cristãos
O papa Bento 16 fez nesta sexta-feira uma nova convocação em prol da unidade dos cristãos e disse que as fragilidades do homem e o pecado impedem a plena comunhão dos seguidores de Cristo. O pontífice fez as declarações na Basílica de São Paulo Extramuros, onde encerrou a semana de orações para a unidade dos cristãos, celebrada anualmente pela Igreja Católica nesta época do ano.
No momento em que a igreja celebra a Conversão de São Paulo, o papa ressaltou a figura de Saulo de Tarso e sua conversão, assim como as palavras do "apóstolo dos gentios" aos cristãos para que rezassem continuamente. Seguindo essa linha, Bento 16 disse que a recomposição da unidade cristã, rompida com o chamado Cisma do Oriente, em 1054, exige "todos os esforços e energias" dos cristãos.
O papa declarou que não cabe aos cristãos decidir quando e como essa unidade será atingida. "Só Deus sabe", afirmou. Bento 16 acrescentou que os cristãos não podem perder a esperança e devem rezar. "Para que seja Ele quem nos ilumine e nos apóie na constante busca da unidade", declarou.
"A unidade com Deus e com os outros irmãos se constrói mediante uma vida de preces", afirmou o papa, acrescentando que "as fragilidades do homem e o pecado ainda impedem a plena comunhão" e voltou a afirmar sobre a necessidade de "rezar continuamente".
Bento 16 ressaltou o movimento ecumênico e acrescentou que foi "o caminho da prece que abriu o caminho para o movimento como o conhecemos hoje". O pontífice acrescentou que o ecumenismo precisa, "tanto hoje quanto ontem", das preces dos religiosos de vida consagrada. Milhares de católicos estiveram presentes à cerimônia, assim como representantes da Igreja Ortodoxa e da Anglicana.
Fonte: Folha de São Paulo Online
(Colaboração: Jedson)
NOTA: "Só Deus sabe" quando e como essa "unidade" acontecerá ou os arquitetos da Nova Ordem Mundial (com a colaboração do Vaticano) também já sabem?
No momento em que a igreja celebra a Conversão de São Paulo, o papa ressaltou a figura de Saulo de Tarso e sua conversão, assim como as palavras do "apóstolo dos gentios" aos cristãos para que rezassem continuamente. Seguindo essa linha, Bento 16 disse que a recomposição da unidade cristã, rompida com o chamado Cisma do Oriente, em 1054, exige "todos os esforços e energias" dos cristãos.
O papa declarou que não cabe aos cristãos decidir quando e como essa unidade será atingida. "Só Deus sabe", afirmou. Bento 16 acrescentou que os cristãos não podem perder a esperança e devem rezar. "Para que seja Ele quem nos ilumine e nos apóie na constante busca da unidade", declarou.
"A unidade com Deus e com os outros irmãos se constrói mediante uma vida de preces", afirmou o papa, acrescentando que "as fragilidades do homem e o pecado ainda impedem a plena comunhão" e voltou a afirmar sobre a necessidade de "rezar continuamente".
Bento 16 ressaltou o movimento ecumênico e acrescentou que foi "o caminho da prece que abriu o caminho para o movimento como o conhecemos hoje". O pontífice acrescentou que o ecumenismo precisa, "tanto hoje quanto ontem", das preces dos religiosos de vida consagrada. Milhares de católicos estiveram presentes à cerimônia, assim como representantes da Igreja Ortodoxa e da Anglicana.
Fonte: Folha de São Paulo Online
(Colaboração: Jedson)
NOTA: "Só Deus sabe" quando e como essa "unidade" acontecerá ou os arquitetos da Nova Ordem Mundial (com a colaboração do Vaticano) também já sabem?
sexta-feira, janeiro 25, 2008
Comece a sorrir: você será filmado!
A Prefeitura de São Paulo anunciou hoje a intenção de contratar um sistema de monitoramento eletrônico composto "por até 12 mil câmeras"...
Cerca de 8 mil serão instaladas em escolas municipais e outras 533 vigiarão o trânsito. De acordo com a nota divulgada pela assessoria de imprensa, os sistema será entregue "em curto prazo". Pelo menos parte do sistema deve estar instalado até o final de 2008... (Leia mais: Portal G1)
NOTA: A crise da segurança pública nos países da América Latina serve como pretexto para medidas que vão restringir as liberdades civis. Se a dupla corrupção-impunidade não existisse aqui (ou fosse insignificante como nos EUA) não haveria necessidade de tal medida. Nesse caso, o Brasil teria que "criar" um inimigo externo à semelhança dos americanos (terrorismo) para também vigiar os cidadãos. Não acha estranho as nações do mundo inteiro, de repente, resolverem implantar câmeras para vigilância em vias públicas (cada uma alegando seu próprio motivo)? Quem conhece as profecias sabe o que vem por aí...
Cerca de 8 mil serão instaladas em escolas municipais e outras 533 vigiarão o trânsito. De acordo com a nota divulgada pela assessoria de imprensa, os sistema será entregue "em curto prazo". Pelo menos parte do sistema deve estar instalado até o final de 2008... (Leia mais: Portal G1)
NOTA: A crise da segurança pública nos países da América Latina serve como pretexto para medidas que vão restringir as liberdades civis. Se a dupla corrupção-impunidade não existisse aqui (ou fosse insignificante como nos EUA) não haveria necessidade de tal medida. Nesse caso, o Brasil teria que "criar" um inimigo externo à semelhança dos americanos (terrorismo) para também vigiar os cidadãos. Não acha estranho as nações do mundo inteiro, de repente, resolverem implantar câmeras para vigilância em vias públicas (cada uma alegando seu próprio motivo)? Quem conhece as profecias sabe o que vem por aí...
Líderes de Liberdade Religiosa participam de Seminário de Combate à Discriminação
No dia 11 de dezembro [2007], o líder de Liberdade Religiosa, Educação, Comunicação e Música da União Este Brasileira (UEB), administradora da Igreja Adventista do Sétimo Dia para os estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais - pastor Jael Eneas; o presidente da Associação Brasileira de Liberdade Religiosa e Cidadania (ABLIRC), professor Samuel Luz e o advogado da ABLIRC, Hédio Silva Jr., participaram do Seminário Nacional de Combate à Discriminação, promovido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro, em comemoração ao 55º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
O objetivo do seminário foi buscar caminhos de combate à discriminação que envolve múltiplos aspectos e diversas visões que necessitam ser discutidas e integradas, inclusive aquelas relacionadas com a crença de cada indivíduo. A professora Fátima Bayma, coordenadora do evento, declarou que "mais do que uma abordagem acadêmica precisamos dar uma contribuição efetiva para que alcancemos uma convivência social pacífica que respeite as diferenças e a diversidade predominantes no Brasil"... (Leia mais: ASN)
Da esquerda para a direita: Prof. Samuel Luz, presidente da Associação Brasileira de Liberdade Religiosa e Cidadania - ABLIRC, e Dr. Hédio Silva Jr., ex-secretário de Justiça do Estado de São Paulo e atualmente advogado da ABLIRC (Foto tirada em outro evento).
O objetivo do seminário foi buscar caminhos de combate à discriminação que envolve múltiplos aspectos e diversas visões que necessitam ser discutidas e integradas, inclusive aquelas relacionadas com a crença de cada indivíduo. A professora Fátima Bayma, coordenadora do evento, declarou que "mais do que uma abordagem acadêmica precisamos dar uma contribuição efetiva para que alcancemos uma convivência social pacífica que respeite as diferenças e a diversidade predominantes no Brasil"... (Leia mais: ASN)
Da esquerda para a direita: Prof. Samuel Luz, presidente da Associação Brasileira de Liberdade Religiosa e Cidadania - ABLIRC, e Dr. Hédio Silva Jr., ex-secretário de Justiça do Estado de São Paulo e atualmente advogado da ABLIRC (Foto tirada em outro evento).
China: evangelismo e perseguição - Parte 1
Além dos Adventistas do Sétimo Dia, outras organizações cristãs têm procurado furar o bloqueio comunista da China para evangelizar. É o caso da Portas Abertas. E a profecia de Mateus 24:14 está se cumprindo... Outro ponto de destaque: a importância da liberdade religiosa. Até quando vamos agir como se isso fosse apenas um detalhe na vida?
quinta-feira, janeiro 24, 2008
Al Gore: precisamos mudar a lei, não apenas lâmpadas
O ambientalista e prêmio Nobel da Paz Al Gore pediu na quinta-feira a formadores de políticas para que intensifiquem ações contra a "emergência planetária" do aquecimento global, argumentando que iniciativas individuais têm efeito restrito.
"Mais do que trocar as lâmpadas, é muito mais importante mudar as leis e mudar as obrigações nos tratados que as nações têm", disse Gore a delegados do Fórum Econômico Mundial...(Terra)
"Temos que conseguir uma parceria, uma união entre a luta contra a extrema pobreza e as grandes doenças e a luta contra a mudança climática", afirmou hoje Al Gore em um café-da-manhã durante o Fórum Econômico de Davos.
Bono concordou, dizendo que é preciso "buscar coerência entre a luta contra a pobreza extrema, a luta contra a mudança climática extrema e as ideologias extremas"... (Terra)
(Colaboração: Maynart)
NOTA: Qual é a real intenção de Al Gore (apóstolo do ECOmenismo) ao afirmar: "é muito mais importante mudar as leis"? O roqueiro Bono revelou o que eu já suspeitava: os temas por meio dos quais o consenso coletivo global vai introduzir a futura Lei Dominical - a luta contra a pobreza, contra a mudança climática e contra as ideologias extremas (apelo para unir republicanos e democratas nos EUA?)
"Mais do que trocar as lâmpadas, é muito mais importante mudar as leis e mudar as obrigações nos tratados que as nações têm", disse Gore a delegados do Fórum Econômico Mundial...(Terra)
"Temos que conseguir uma parceria, uma união entre a luta contra a extrema pobreza e as grandes doenças e a luta contra a mudança climática", afirmou hoje Al Gore em um café-da-manhã durante o Fórum Econômico de Davos.
Bono concordou, dizendo que é preciso "buscar coerência entre a luta contra a pobreza extrema, a luta contra a mudança climática extrema e as ideologias extremas"... (Terra)
(Colaboração: Maynart)
NOTA: Qual é a real intenção de Al Gore (apóstolo do ECOmenismo) ao afirmar: "é muito mais importante mudar as leis"? O roqueiro Bono revelou o que eu já suspeitava: os temas por meio dos quais o consenso coletivo global vai introduzir a futura Lei Dominical - a luta contra a pobreza, contra a mudança climática e contra as ideologias extremas (apelo para unir republicanos e democratas nos EUA?)
Bento XVI faz apelo ecumênico
O mundo que sofre pela ausência de Deus tem necessidade da unidade entre os cristãos separados em igrejas e confissões, explicou Bento XVI hoje [23]. Declarou isso durante a audiência geral, em plena Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, que concluirá no dia 25, festa da conversão do apóstolo Paulo.
"O mundo sofre pela ausência de Deus, pela inacessibilidade de Deus, deseja conhecer o rosto de Deus", reconheceu o Papa ante milhares de peregrinos congregados na Sala Paulo VI.
"Mas como poderiam e podem os homens de hoje reconhecer este rosto de Deus no rosto de Jesus Cristo, se nós, os cristãos, estamos divididos, se um está contra o outro?", perguntou...
Fonte: Zenit
NOTA: O mesmo Deus que recomendou a unidade dos cristãos, também inspirou o apóstolo Paulo a escrever: "Nós vos ordenamos, irmãos, em nome do Senhor Jesus Cristo, que vos aparteis de todo irmão que ande desordenadamente e não segundo a tradição que de nós recebestes... Caso alguém não preste obediência à nossa palavra dada por esta epístola, notai-o; nem vos associeis com ele, para que fique envergonhado. Todavia, não o considereis por inimigo, mas adverti-o como irmão" (2Ts 3:6,14,15). Aceitar a liderança da Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR) significa rejeitar a Palavra de Deus, uma vez que a ICAR abandonou a tradição apostólica há muito tempo, introduzindo conceitos e práticas inspirados no paganismo - um verdadeiro sincretismo entre o cristianismo e o paganismo. E Roma não mudou em nada...
"O mundo sofre pela ausência de Deus, pela inacessibilidade de Deus, deseja conhecer o rosto de Deus", reconheceu o Papa ante milhares de peregrinos congregados na Sala Paulo VI.
"Mas como poderiam e podem os homens de hoje reconhecer este rosto de Deus no rosto de Jesus Cristo, se nós, os cristãos, estamos divididos, se um está contra o outro?", perguntou...
Fonte: Zenit
NOTA: O mesmo Deus que recomendou a unidade dos cristãos, também inspirou o apóstolo Paulo a escrever: "Nós vos ordenamos, irmãos, em nome do Senhor Jesus Cristo, que vos aparteis de todo irmão que ande desordenadamente e não segundo a tradição que de nós recebestes... Caso alguém não preste obediência à nossa palavra dada por esta epístola, notai-o; nem vos associeis com ele, para que fique envergonhado. Todavia, não o considereis por inimigo, mas adverti-o como irmão" (2Ts 3:6,14,15). Aceitar a liderança da Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR) significa rejeitar a Palavra de Deus, uma vez que a ICAR abandonou a tradição apostólica há muito tempo, introduzindo conceitos e práticas inspirados no paganismo - um verdadeiro sincretismo entre o cristianismo e o paganismo. E Roma não mudou em nada...
quarta-feira, janeiro 23, 2008
Católicos e metodistas avançam no diálogo
A Igreja Católica e a Igreja metodista têm avançado no diálogo recíproco, marcado pela adesão dos metodistas, em 2006, à declaração conjunta católico-luterana sobre a Doutrina da Justificação, de 1999... (Leia mais: Ecclesia)
terça-feira, janeiro 22, 2008
Bento XVI confirma: O objetivo final do ecumenismo é a união em torno do descanso dominical
Nas palavras que pronunciou este domingo durante o Ângelus assistido por uma multidão na Praça São Pedro, o Papa Bento XVI assinalou que o mundo necessita do testemunho dos cristãos unidos em uma só fé...
"Todos temos o dever de rezar e de atuar para a superação de toda divisão entre os cristãos, respondendo ao desejo de Cristo ‘Ut unum sint’ (‘Que sejam um’)", assinalou o Papa; e adicionou que "a oração, a conversão do coração, o reforço dos vínculos de comunhão formam a essência deste movimento espiritual, que desejamos que logo possa conduzir aos discípulos de Cristo à celebração comum da Eucaristia, manifestação de sua plena unidade"... [grifo acrescentado]
Fonte: ACI Digital
NOTA: "Celebração comum da Eucaristia" não é nada mais que a prática do descanso dominical, sinal de autoridade de Roma. Pelo andar da carruagem, falta muito pouco para a crise final deste mundo chegar...
"Todos temos o dever de rezar e de atuar para a superação de toda divisão entre os cristãos, respondendo ao desejo de Cristo ‘Ut unum sint’ (‘Que sejam um’)", assinalou o Papa; e adicionou que "a oração, a conversão do coração, o reforço dos vínculos de comunhão formam a essência deste movimento espiritual, que desejamos que logo possa conduzir aos discípulos de Cristo à celebração comum da Eucaristia, manifestação de sua plena unidade"... [grifo acrescentado]
Fonte: ACI Digital
NOTA: "Celebração comum da Eucaristia" não é nada mais que a prática do descanso dominical, sinal de autoridade de Roma. Pelo andar da carruagem, falta muito pouco para a crise final deste mundo chegar...
Único mundo, única moeda
"As principais bolsas de valores européias tiveram no fechamento desta segunda-feira suas quedas mais acentuadas desde os atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos". (BBC Brasil)
Estaria iminente uma crise financeira global que contribuiria para acelerar a chegada da Nova Ordem Mundial?
Alguns analistas demonstram que até 2009 o mundo globalizado poderá ter uma única moeda. É o caso de Carl Teichrib, editor chefe do Forcing Change. Em matéria intitulada "One World, One Money", Teichrib começa citando o ex-presidente do Federal Reserve, Paul Volcker: "Uma economia global requer uma moeda global".
Se a queda das bolsas ao redor do mundo ocorrida ontem é um sinal que uma crise financeira global se aproxima, e se essa crise vai contribuir para o surgimento de uma moeda global única, só o tempo poderá revelar...
Estaria iminente uma crise financeira global que contribuiria para acelerar a chegada da Nova Ordem Mundial?
Alguns analistas demonstram que até 2009 o mundo globalizado poderá ter uma única moeda. É o caso de Carl Teichrib, editor chefe do Forcing Change. Em matéria intitulada "One World, One Money", Teichrib começa citando o ex-presidente do Federal Reserve, Paul Volcker: "Uma economia global requer uma moeda global".
Se a queda das bolsas ao redor do mundo ocorrida ontem é um sinal que uma crise financeira global se aproxima, e se essa crise vai contribuir para o surgimento de uma moeda global única, só o tempo poderá revelar...
segunda-feira, janeiro 21, 2008
O sono profundo ajuda a regular o açúcar no corpo
Pesquisa norte-americana mostra que a privação da parte mais profunda do sono altera o funcionamento da insulina e pode facilitar o aparecimento do diabetes tipo 2...
Os pesquisadores lavaram um grupo de voluntários, sadios e jovens, a um laboratório de estudos do sono. Foram submetidos a três noites bem dormidas e em seguida a um período igual de noites onde o sono não chegava a se aprofundar, atrapalhado por ruídos.
Ao mesmo tempo em que registravam as ondas cerebrais, amostras de sangue foram colhidas depois das noites de testes para se avaliar o metabolismo da glicose.
Os resultados mostraram que apenas três noites sem a fase profunda do sono levavam à diminuição da sensibilidade das células à insulina. Essa alteração fez os níveis de glicose no sangue subirem 23%...
Fonte: Portal G1
NOTA: O repouso é um agente terapêutico da natureza. A falta dele produz diversos problemas de saúde para o ser humano.
Os pesquisadores lavaram um grupo de voluntários, sadios e jovens, a um laboratório de estudos do sono. Foram submetidos a três noites bem dormidas e em seguida a um período igual de noites onde o sono não chegava a se aprofundar, atrapalhado por ruídos.
Ao mesmo tempo em que registravam as ondas cerebrais, amostras de sangue foram colhidas depois das noites de testes para se avaliar o metabolismo da glicose.
Os resultados mostraram que apenas três noites sem a fase profunda do sono levavam à diminuição da sensibilidade das células à insulina. Essa alteração fez os níveis de glicose no sangue subirem 23%...
Fonte: Portal G1
NOTA: O repouso é um agente terapêutico da natureza. A falta dele produz diversos problemas de saúde para o ser humano.
Consumo de cafeína pode dobrar risco de aborto
Um estudo conduzido por cientistas americanos sugere que o consumo de cafeína durante a gravidez pode dobrar as chances de aborto.
A pesquisa, publicada na revista científica American Journal of Obstetrics, afirma que a ingestão de 200 mg de cafeína por dia – o equivalente a pouco mais de duas xícaras de café – já pode ser o suficiente para provocar o término da gravidez...
Leia mais: BBC Brasil
NOTA: A cafeína é uma droga (traz dependência psicológica) que não deveria ser usada por razões de consumo apenas...
A pesquisa, publicada na revista científica American Journal of Obstetrics, afirma que a ingestão de 200 mg de cafeína por dia – o equivalente a pouco mais de duas xícaras de café – já pode ser o suficiente para provocar o término da gravidez...
Leia mais: BBC Brasil
NOTA: A cafeína é uma droga (traz dependência psicológica) que não deveria ser usada por razões de consumo apenas...
domingo, janeiro 20, 2008
Monismo: paganismo moderno
A espiritualidade moderna tem levado as pessoas de modo sutil a adorar a criatura em vez de ao Criador. Esse tipo de espiritualidade é a essência do paganismo: "Pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém!" (Rm 1:25). O Dr. Peter Jones, teólogo e especialista em neo-paganismo, chama o paganismo moderno de monismo por causa da essência dessa religião (admite uma só realidade).Ele aponta em seu livro Verdades do Evangelho X Mentiras Pagãs (Editora Cultura Cristã) cinco princípios do monismo que nos ajudam a identificá-lo, ao mesmo tempo em que nos fazem perceber como são opostos aos princípios bíblicos (teísmo). São eles:
1. Tudo é um e um é tudo. Não existe distinção entre a realidade do Criador e a realidade das criaturas. Homens, animais, pedras e árvores, tudo isso é Deus. Existe um princípio unificador da totalidade. O símbolo preferido do monismo é o círculo. A partir dessa idéia, o monismo pretende eliminar os opostos e as diferenças. Pelo fato de a Mãe Terra ser tudo, não devemos ver as coisas como contrárias, mas sim como lados distintos da mesma coisa.
2. A humanidade é uma. A humanidade é uma parte de Deus, uma expressão de divina unicidade. Os seres humanos são um tipo de energia cósmica concentrada, que cria sua própria realidade. São divinos e essencialmente bons. O ser humano está acima de qualquer autoridade e pode decidir a respeito de sua própria verdade. Por isso, a palavra mais valorizada pelos adeptos desse tipo de espiritualidade é "tolerância".
3. Todas as religiões são uma. Todas as religiões compartilham uma experiência mística comum e nenhuma delas é detentora do único caminho para Deus. A união mística é uma questão irracional, por isso, o ser humano deve abdicar da razão e deixar de lado a doutrina, já que "somos parte do todo que é Deus".
4. A união mística pode ser alcançada eliminando todas as distinções. O monismo odeia aqueles que defendem uma realidade onde haja distinções, pois isso quebra a unidade do círculo. Por isso, empregam todas as energias para acabar com as distinções do tipo: Criador/criatura; Deus/homem; animais/seres humanos; certo/errado; vida/morte; Céu/inferno; Cristo/Satanás; pecado/santidade; Bíblia/outras escrituras; ortodoxia/heresia; masculino/feminino; cristanismo/paganismo; família tradicional/família alternativa; autoridade/obediência. Para o monismo, o fim de todas essas diferenças (sexo, posição e doutrina) faz sentido.
5. A salvação consiste em olhar para dentro de si mesmo. Quando são transpostas as limitações da mente, também são transpostas as definições de certo e errado. Experiências místicas subjetivas se tornam o ideal da espiritualidade. Para isso, o ser humano deve acreditar na sua própria capacidade e no seu poder, e deixar a culpa de lado.
Podemos perceber como esses pressupostos pagãos estão não só presentes na atual sociedade como têm até mesmo transformado a maneira de pensar da cultura ocidental (cristã). Muitos têm assimilado inconscientemente em sua vida esses pressupostos. Uma prova disso está no movimento pró-homossexualismo, que vem sendo promovido no mundo inteiro, impulsionado inclusive por uma visão monista que defende o fim das diferenças masculino/feminino. (Saiba mais aqui) Quando assistir desenhos da Disney como "O Rei Leão" ou "Pocahontas", observe esses princípios pagãos sendo ensinados para as crianças.
Esta geração de cristãos tem a responsabilidade de desmascarar o paganismo em todas as suas formas e apontar o teísmo bíblico como o melhor caminho para a felicidade e a salvação do mundo. E isso pode ser alcançado não só com palavras mas também com ações.
"E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as" (Ef 5:11).
Adolfo Nicolás é o novo "Papa Negro"
"Trata-se de alguém que experimentou os dois mundos que se querem unir: a realidade dos cristãos na Ásia e a realidade cristã na Europa", disse à Lusa o padre Miguel Gonçalves Ferreira, do Centro Universitário Padre António Vieira.
Ressalvando ser ainda "cedo para ver" eventuais diferenças com o antecessor, o holandês Peter-Hans Kolvenbach, Gonçalves Ferreira disse que a experiência asiática do novo Prepósito Geral é relevante por ser a de alguém "que compreende os dois mundos e de relevo porque um dos objectivos para a Companhia de Jesus e para toda a Igreja é o crescimento dos cristãos na Ásia".
O novo superior geral, 71 anos, hoje eleito em Roma, passou 46 anos em missão na Ásia, sobretudo no Japão, onde era professor de Teologia na prestigiada Universidade Sophia, em Tóquio.
Desde 2004, desempenhou ainda funções de moderador da Conferência Jesuíta da Ásia Oriental e da Oceânia, com incidência em Timor-Leste e nas Filipinas.
Na votação de hoje, entre os 226 delegados, estiveram os padres portugueses Nuno da Silva Gonçalves (superior da província portuguesa), Carlos Carneiro (mestre de noviços) e Manuel Morujão (conselheiro do anterior superior geral).
Na eleição esteve também o superior regional de Moçambique, o padre brasileiro Carlos Giovanni Salomão.
Adolfo Nicolás, o "Papa Negro" que é o 29 sucessor do também espanhol Santo Inácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus, vai chefiar a mais poderosa ordem da Igreja Católica e a que, entre as congregações masculinas, detém o maior número de membros: 19.126.
Nos últimos anos também os jesuítas foram afectados pela diminuição geral de vocações, tendo passado de 35.920 membros na década de 1960, para os actuais 19.126.
Na província portuguesa, que inclui Angola e Moçambique, há cerca de 250 jesuítas, dos quais 170 residem em Portugal.
Pouco conhecido no Vaticano, falando quatro idiomas, o espanhol é visto como um "homem universal" que estudou na Europa e praticou na Ásia, condições essenciais ao "Papa Negro" (pelas vestes da ordem), que tem sido visto como alguém que representa a "universalidade" e o multiculturalismo.
A seguir nos próximos tempos estão as relações com o Vaticano, depois do papa Bento XVI ter deixado claro ao seu antecessor que espera que os jesuítas reafirmem a sua "adesão total à doutrina católica" e, em particular, a "alguns pontos nevrálgicos atacados hoje em dia pela cultura secular".
O primeiro acto do novo superior geral será, no domingo, a celebração de uma missa na igreja romana de Gesú.
Fonte: SIC Online
NOTA: É impossível não perceber a "coincidência" na eleição do 29º sucessor de Inácio de Loyola, com a numerologia ocultista => 2 + 9 = 11. E 11, para os ocultistas é o número da Era de Aquário!! Saiba mais como o Vaticano está comprometido com a numerologia da Nova Ordem Mundial aqui.
Ressalvando ser ainda "cedo para ver" eventuais diferenças com o antecessor, o holandês Peter-Hans Kolvenbach, Gonçalves Ferreira disse que a experiência asiática do novo Prepósito Geral é relevante por ser a de alguém "que compreende os dois mundos e de relevo porque um dos objectivos para a Companhia de Jesus e para toda a Igreja é o crescimento dos cristãos na Ásia".
O novo superior geral, 71 anos, hoje eleito em Roma, passou 46 anos em missão na Ásia, sobretudo no Japão, onde era professor de Teologia na prestigiada Universidade Sophia, em Tóquio.
Desde 2004, desempenhou ainda funções de moderador da Conferência Jesuíta da Ásia Oriental e da Oceânia, com incidência em Timor-Leste e nas Filipinas.
Na votação de hoje, entre os 226 delegados, estiveram os padres portugueses Nuno da Silva Gonçalves (superior da província portuguesa), Carlos Carneiro (mestre de noviços) e Manuel Morujão (conselheiro do anterior superior geral).
Na eleição esteve também o superior regional de Moçambique, o padre brasileiro Carlos Giovanni Salomão.
Adolfo Nicolás, o "Papa Negro" que é o 29 sucessor do também espanhol Santo Inácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus, vai chefiar a mais poderosa ordem da Igreja Católica e a que, entre as congregações masculinas, detém o maior número de membros: 19.126.
Nos últimos anos também os jesuítas foram afectados pela diminuição geral de vocações, tendo passado de 35.920 membros na década de 1960, para os actuais 19.126.
Na província portuguesa, que inclui Angola e Moçambique, há cerca de 250 jesuítas, dos quais 170 residem em Portugal.
Pouco conhecido no Vaticano, falando quatro idiomas, o espanhol é visto como um "homem universal" que estudou na Europa e praticou na Ásia, condições essenciais ao "Papa Negro" (pelas vestes da ordem), que tem sido visto como alguém que representa a "universalidade" e o multiculturalismo.
A seguir nos próximos tempos estão as relações com o Vaticano, depois do papa Bento XVI ter deixado claro ao seu antecessor que espera que os jesuítas reafirmem a sua "adesão total à doutrina católica" e, em particular, a "alguns pontos nevrálgicos atacados hoje em dia pela cultura secular".
O primeiro acto do novo superior geral será, no domingo, a celebração de uma missa na igreja romana de Gesú.
Fonte: SIC Online
NOTA: É impossível não perceber a "coincidência" na eleição do 29º sucessor de Inácio de Loyola, com a numerologia ocultista => 2 + 9 = 11. E 11, para os ocultistas é o número da Era de Aquário!! Saiba mais como o Vaticano está comprometido com a numerologia da Nova Ordem Mundial aqui.
Quando casar é pecado
"Há 8 mil padres casados no Brasil. Eles não podem celebrar missa nem oficializar união na Igreja. E lutam para acabar com a exigência do celibato", afirma a revista Época, edição nº 505.
Leia mais aqui.
NOTA: A matéria é relevante na medida em que expõe uma grande chaga presente na instituição Católica. O celibato obrigatório para o exercício do sacerdócio é uma aberração, e uma afronta ao ensinamento bíblico: "Não é bom que o homem esteja só" (Gn 2:18). O apóstolo Paulo foi ainda mais enfático: "Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a ensinos de demônios, pela hipocrisia dos que falam mentiras e que têm cauterizada a própria consciência, que proíbem o casamento..." (1Tm 4:1-3). A matéria só esqueceu de mencionar o medo que a Igreja tem de, liberar o casamento para os sacerdotes e depois perder parte de sua fortuna para as famílias envolvidas, após a morte do sacerdote. Creio que seria bem menos do que as indenizações pagas pela Igreja nos escândalos de abuso sexual por parte de seus líderes...
Leia mais aqui.
NOTA: A matéria é relevante na medida em que expõe uma grande chaga presente na instituição Católica. O celibato obrigatório para o exercício do sacerdócio é uma aberração, e uma afronta ao ensinamento bíblico: "Não é bom que o homem esteja só" (Gn 2:18). O apóstolo Paulo foi ainda mais enfático: "Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a ensinos de demônios, pela hipocrisia dos que falam mentiras e que têm cauterizada a própria consciência, que proíbem o casamento..." (1Tm 4:1-3). A matéria só esqueceu de mencionar o medo que a Igreja tem de, liberar o casamento para os sacerdotes e depois perder parte de sua fortuna para as famílias envolvidas, após a morte do sacerdote. Creio que seria bem menos do que as indenizações pagas pela Igreja nos escândalos de abuso sexual por parte de seus líderes...
Sociólogo americano: "O ambientalismo fracassou"
O sociólogo americano Michael Shellenberger atuou em várias instituições ambientalistas. Dessa experiência, ele tirou as lições para escrever, em parceria com o estrategista político Ted Nordhaus, o livro A Ruptura: da morte do ambientalismo à política das possibilidades (The Breakthrough: from the death of environmentalism to the politics of possibilities, em inglês), lançado em outubro nos Estados Unidos. Ele diz que a estratégia do movimento ecologista de conquistar a adesão da opinião pública por meio de vaticínos catastrofistas e a tentativa de frear a destruição por meio de novas regulamentações estão fadadas ao fracasso. Shellenberger sugere que o ambientalismo atual precisa morrer para dar espaço a uma nova forma de defender a natureza: a orientação deve ser o mercado e o meio para atingir o objetivo deve ser a tecnologia. Em entrevista a ÉPOCA, o autor critica o resultado das convenções sobre o clima, como a de Bali, feita pela Organização das Nações Unidas. (Leia a entrevista)
NOTA: Cuidar do meio ambiente é importante e necessário. Saber separar o joio do trigo nessa tal "crise" do aquecimento global é mais importante ainda. Embora Shellenberger mantenha a opinião de que o aquecimento global "é uma grande ameaça ecológica", tem o mérito de reconhecer e condenar as estratégias sensacionalistas da religião verde global: "A estratégia do movimento ecologista de conquistar a adesão da opinião pública por meio de vaticínos catastrofistas e a tentativa de frear a destruição por meio de novas regulamentações estão fadadas ao fracasso". Depois de ler a entrevista, a impressão que ficou é que o raciocínio de Shellenberger parece ser de alguém cuja principal preocupação seja realmente a preservação do meio ambiente, independente de quaisquer ideologias ou interesses políticos. É por isso mesmo que suas idéias (embora válidas) podem não ser tão atrativas para aqueles que estão usando a "crise" do aquecimento global apenas como cavalo-de-Tróia para implantar a Nova Ordem Mundial.
NOTA: Cuidar do meio ambiente é importante e necessário. Saber separar o joio do trigo nessa tal "crise" do aquecimento global é mais importante ainda. Embora Shellenberger mantenha a opinião de que o aquecimento global "é uma grande ameaça ecológica", tem o mérito de reconhecer e condenar as estratégias sensacionalistas da religião verde global: "A estratégia do movimento ecologista de conquistar a adesão da opinião pública por meio de vaticínos catastrofistas e a tentativa de frear a destruição por meio de novas regulamentações estão fadadas ao fracasso". Depois de ler a entrevista, a impressão que ficou é que o raciocínio de Shellenberger parece ser de alguém cuja principal preocupação seja realmente a preservação do meio ambiente, independente de quaisquer ideologias ou interesses políticos. É por isso mesmo que suas idéias (embora válidas) podem não ser tão atrativas para aqueles que estão usando a "crise" do aquecimento global apenas como cavalo-de-Tróia para implantar a Nova Ordem Mundial.
sexta-feira, janeiro 18, 2008
Huckabee quer modificar Constituição dos EUA
O pré-candidato republicano Mike Huckabee disse nesta quinta-feira que, se for eleito presidente dos Estados Unidos, modificará a Constituição americana para proibir o aborto e especificar que o casamento é entre um homem e uma mulher...
Leia mais: Terra
NOTA: Acredito ser legítimo e correto os cristãos norte-americanos apoiarem uma lei nacional que venha proibir a prática do aborto. Dentro da hierarquia dos direitos, quando há conflito entre o direito à liberdade e o direito à vida, deve prevalecer o direito à vida. Ou seja, ninguém pode reivindicar o direito à liberdade para tirar a vida de alguém - como no caso do aborto. Por outro lado, o efeito colateral dessas medidas, ou seja, o crescimento do poder da ala religiosa sobre o governo pode ser algo preocupante, e acabar contribuindo para a chegada da crise final deste mundo(leia-se Lei Dominical).
Leia mais: Terra
NOTA: Acredito ser legítimo e correto os cristãos norte-americanos apoiarem uma lei nacional que venha proibir a prática do aborto. Dentro da hierarquia dos direitos, quando há conflito entre o direito à liberdade e o direito à vida, deve prevalecer o direito à vida. Ou seja, ninguém pode reivindicar o direito à liberdade para tirar a vida de alguém - como no caso do aborto. Por outro lado, o efeito colateral dessas medidas, ou seja, o crescimento do poder da ala religiosa sobre o governo pode ser algo preocupante, e acabar contribuindo para a chegada da crise final deste mundo(leia-se Lei Dominical).
O delírio do Diabo: em breve!
No mês de abril a Random House lançará no mercado um novo livro de David Berlinski, um sênior fellow do Center for Science and Culture do Discovery Institute, intitulado: The Devil's Delusion: Atheism and Its Scientific Pretensions [O delírio do Diabo: o ateísmo e as suas pretensões científicas]... (Leia mais aqui)
Selo achado em Jerusalém comprova historicidade bíblica
Arqueólogos israelenses encontraram em Jerusalém um sinete (uma espécie de carimbo) de cerca de 2.500 anos de idade que, segundo especialistas, mostram o valor da Bíblia como fonte de documentação histórica. O sinete estampa o nome da família Tema, a qual, de acordo com o Livro de Neemias, estava entre os exilados que retornaram a Judéia no ano 537 a.C. após o fim do cativeiro na Babilônia.
"É um nexo entre as provas arqueológicas e o relato bíblico, ao evidenciar a existência de uma família mencionada na Bíblia", diz a arqueóloga Eilat Mazar, que dirige as escavações que acharam o sinete, de pedra escura, com forma elíptica e dimensões de 2,1 centímetros por 1,8 centímetros.
Mazar explicou que, segundo a Bíblia, os Tema viviam em uma região de Jerusalém conhecida como Ofel, designada especialmente aos servidores do Primeiro Templo, construído pelo rei Salomão no século 10 a.C. O relato bíblico conta que, após os israelitas serem deportados à Babilônia por Nabucodonosor, depois de este conquistar Jerusalém em 586 a.C., os Tema estavam entre as primeiras famílias a retornar à Judéia... (Leia mais: Portal G1)
"É um nexo entre as provas arqueológicas e o relato bíblico, ao evidenciar a existência de uma família mencionada na Bíblia", diz a arqueóloga Eilat Mazar, que dirige as escavações que acharam o sinete, de pedra escura, com forma elíptica e dimensões de 2,1 centímetros por 1,8 centímetros.
Mazar explicou que, segundo a Bíblia, os Tema viviam em uma região de Jerusalém conhecida como Ofel, designada especialmente aos servidores do Primeiro Templo, construído pelo rei Salomão no século 10 a.C. O relato bíblico conta que, após os israelitas serem deportados à Babilônia por Nabucodonosor, depois de este conquistar Jerusalém em 586 a.C., os Tema estavam entre as primeiras famílias a retornar à Judéia... (Leia mais: Portal G1)
OVNI é visto por dezenas de moradores no Texas
Dezenas de pessoas alegam terem visto um grande objeto silencioso no céu de Stephenville, cidade do estado do Texas, nos EUA. Segundo os moradores, o óvni tinha luzes brilhantes e voava baixo. Alguns alegam também terem visto jatos voando em torno da nave. "Todos estão com medo de que esse seja o final dos tempos, como diz na Bíblia" disse Steve Allen, dono de uma companhia de frete e piloto que disse que o objeto que ele viu na última semana estava há uma milha de distância.
Enquanto oficiais federais insistem que há uma explicação lógica para o fato, os moradores garantem que o óvni era maior, mais rápido e voava mais próximo ao chão que um avião comum, além de ter luzes diferentes. Pessoas de outras cidades que disseram ter visto um óvni fizeram descrições similares do objeto.
O maquinista Ricky Sorrells disse que seus amigos não levaram a sério quando ele disse que avistou um objeto metálico voando a aproximadamente 300 pés de altura, sobre um pasto atrás de sua casa em Dublin. Ao lerem sobre os casos similares em Stephenville, seus amigos passaram a acreditar no que ele dizia sobre o óvni.
O major Karl Lewis, porta-voz do 301º Departamento de Vôo da Base Nacional da Reserva Naval e Aérea de Fort Worth, declarou que nenhum F16 ou outra aeronave de sua base voava na região na noite de 8 de janeiro, quando a maior parte das pessoas afirmam terem visto o óvni. "Eu tenho 90% de certeza de que aquilo era um avião", disse o major. "Os ângulos do sol podem pregar peças em você", completa.
Um homem da região já oferece uma recompensa para quem fotografar ou filmar o objeto misterioso. Segundo o Mutual UFO Network, organização dedicada à pesquisa de óvnis, quase 200 objetos voadores não identificados são supostamente vistos a cada mês nos Estados Unidos, principalmente na região da California, Colorado e Texas. A organização já tem planos de ir a Stephenville para investigar o caso.
Fonte: Alagoas em Tempo Real
(Colaboração: Marcello Flores)
NOTA: Essa ligação que a matéria sugere entre o aparecimento de Ovnis e o "fim do mundo" faz parte do condicionamento da população para um provável aparecimento de "Ovnis" na crise final deste mundo...
Enquanto oficiais federais insistem que há uma explicação lógica para o fato, os moradores garantem que o óvni era maior, mais rápido e voava mais próximo ao chão que um avião comum, além de ter luzes diferentes. Pessoas de outras cidades que disseram ter visto um óvni fizeram descrições similares do objeto.
O maquinista Ricky Sorrells disse que seus amigos não levaram a sério quando ele disse que avistou um objeto metálico voando a aproximadamente 300 pés de altura, sobre um pasto atrás de sua casa em Dublin. Ao lerem sobre os casos similares em Stephenville, seus amigos passaram a acreditar no que ele dizia sobre o óvni.
O major Karl Lewis, porta-voz do 301º Departamento de Vôo da Base Nacional da Reserva Naval e Aérea de Fort Worth, declarou que nenhum F16 ou outra aeronave de sua base voava na região na noite de 8 de janeiro, quando a maior parte das pessoas afirmam terem visto o óvni. "Eu tenho 90% de certeza de que aquilo era um avião", disse o major. "Os ângulos do sol podem pregar peças em você", completa.
Um homem da região já oferece uma recompensa para quem fotografar ou filmar o objeto misterioso. Segundo o Mutual UFO Network, organização dedicada à pesquisa de óvnis, quase 200 objetos voadores não identificados são supostamente vistos a cada mês nos Estados Unidos, principalmente na região da California, Colorado e Texas. A organização já tem planos de ir a Stephenville para investigar o caso.
Fonte: Alagoas em Tempo Real
(Colaboração: Marcello Flores)
NOTA: Essa ligação que a matéria sugere entre o aparecimento de Ovnis e o "fim do mundo" faz parte do condicionamento da população para um provável aparecimento de "Ovnis" na crise final deste mundo...
A praga do coletivismo
"The smallest minority on earth is the individual. Those who deny individual rights, cannot claim to be defenders of minorities." (Ayn Rand)
Se me fosse questionado qual a maior praga da Humanidade, não hesitaria muito em responder que é o coletivismo. Entendo o coletivismo aqui como a supressão do indivíduo como um ser e uma finalidade em si mesmo. Como exemplo de diferentes vertentes do coletivismo, temos várias ideologias que deixaram um rastro enorme de sangue na História. O nazismo partia de uma visão coletivista de raças, enquanto o marxismo aderia ao prisma coletivista das classes. O nacionalismo colocava a nação como um fim em si, transformando seus indivíduos em simples meios para algo maior. Há ainda um coletivismo mais complexo, das culturas, que vê o indivíduo como nada mais que um produto delas. Entre estes tipos de coletivismo, pode haver intercâmbio, evidentemente. Mas o verdadeiro denominador comum deles é o inimigo, que claramente é o indivíduo.
Na ótica coletivista, os indivíduos são apenas representantes de suas classes, raças, credos, nações ou culturas. Não são seres ativos, moldando o próprio destino, ainda que sob influência de todas essas características. São autômatos, como marionetes sem qualquer autonomia, sem responsabilidade, ou seja, habilidade de resposta. Os valores, o futuro, os interesses, tudo foi determinado pelo coletivo. Neste tipo de mentalidade, há um verdadeiro assassinato do individualismo. Cada ideologia coletivista dá prioridade a uma única característica, entre infinitas que formam cada indivíduo. Para o nacionalista, o simples local de nascimento no mapa vale mais que qualquer outro valor. Para o marxista, um burguês sempre terá mais afinidade com outro burguês, partindo de um determinismo de classes. Para o fanático religioso, apenas o credo importa, e um pérfido pode ser mais querido que um sujeito honesto, caso a religião deste seja alguma outra qualquer. Nenhuma dessas ideologias considera de forma mais equilibrada as inúmeras características individuais, assumindo ainda que cada indivíduo é um fim em si mesmo. Assim, nazistas podem exterminar judeus em nome da "raça pura", marxistas podem meter uma bala na cabeça dos burgueses em nome da "ditadura do proletariado", nacionalistas podem sacrificar alguns indivíduos em nome da "prosperidade da nação", religiosos podem lançar bombas em outros em nome da "fé redentora", e por aí vai. É o coletivismo suprimindo o indivíduo.
Essa praga coletivista vem de longa data. Platão, no livro A República, traça o que seria o Estado ideal, ainda que não exeqüível na prática. Há um claro viés coletivista, colocando os indivíduos como nada mais que instrumentos para a felicidade da "república", como se esta não fosse mais que o somatório dos indivíduos que a compõem. Caberia aos sábios, claro, determinar as regras todas, aniquilando as escolhas individuais. Normalmente, o coletivista parte do pressuposto que ele estará sempre do lado legislador, criando as regras e decidindo o rumo da felicidade alheia. O coletivista é prepotente, enquanto os individualistas respeitam as preferências individuais, com maior humildade. Voltando a Platão, temos passagens bastante autoritárias no livro, proferidas supostamente por Sócrates, como:
"Deixaremos ao cuidado dos magistrados regular o número dos casamentos, de forma que o número dos cidadãos seja sempre, mais ou menos, o mesmo, suprindo os claros abertos pelas guerras, enfermidades e vários acidentes, a fim de que a república nunca se torne nem demasiado grande nem demasiado pequena". Ou ainda:
"Os filhos bem nascidos serão levados ao berço comum e confiados a amas de leite que terão habitações à parte em um bairro da cidade. Quanto às crianças enfermiças e às que sofrerem qualquer deformidade, serão levadas, como convém, a paradeiro desconhecido e secreto". O avanço dos "iluminados" sobre a liberdade individual não acaba por aí:
"As mulheres gerarão filhos desde os vinte até os quarenta anos; os homens logo depois de passado o primeiro fogo de juventude, até os cinqüenta e cinco".
Platão foi muito além, defendendo o fim das propriedades dos guerreiros, e deixando todas as decisões importantes para os poucos sábios. Essa outra passagem deixa claro que a república estaria muito acima, em grau de importância, dos indivíduos: "Assim, em nossa república, quando ocorrer algo de bom ou de mau a um cidadão, todos dirão a um tempo meus negócios vão bem ou meus negócios vão mal". Todos participarão das mesmas alegrias e das mesmas dores, segundo suas próprias palavras. Homens, desta forma, não são mais homens, mas cupins! A república platônica conquistou sempre uma legião de seguidores românticos. O fim da propriedade individual, tudo comum a todos. Nada mais coletivista. Nada mais absurdo!
Thomas More iria resgatar esse sonho coletivista com força em seu Utopia, bastante influenciado por Platão. A Utopia de More muito se assemelha ao comunismo, tanto que este mereceu uma estátua na União Soviética. Infelizmente, o resultado prático é bem diferente do imaginado, e Utopus acabou em um gulag da Sibéria. Nessa passagem notamos a semelhança: "Esse grande sábio (Platão) já havia percebido que um único caminho conduz à salvação pública, a saber, a igual repartição dos recursos". Para isso, seria suprimida a propriedade privada. Os marxistas foram em linha semelhante, com a máxima "de cada um de acordo com a capacidade, para cada um de acordo com a necessidade". Ora, quem decide quais as necessidades individuais? E quem decide sobre as capacidades individuais? Claro, os "sábios". Os defensores dessas atrocidades sempre se colocam como parte integrante dos "iluminados" que irão moldar a sociedade, controlar os demais indivíduos, meios para o "bem maior". Com o tempo, ninguém mais pode nada, e todos precisam de tudo. Não há como o resultado ser diferente do terror soviético.
Tommaso Campanella surgiu apenas requentando o mesmo prato azedo, em sua Cidade do Sol. A mesma linha coletivista, tratando homens como abelhas, que trabalham para a felicidade da "colméia". Campanella sugere roupas iguais, tudo igual, e os filhos também serão propriedade "comum". Todos iguais, mas sempre uns mais iguais que os outros. Os tais "sábios" sempre entram em cena, para comandar o show. Os indivíduos são apenas ratos de laboratórios, ferramentas "científicas".
Os nacionalistas representam também um enorme câncer coletivista. Friedrich List, no século XIX, já dizia que somente onde o interesse dos indivíduos estivesse subordinado ao da nação, haveria desenvolvimento decente. Como se nação tivesse interesse! List foi totalmente contrário ao individualismo de Adam Smith, e colocava a nação como um ente vivo, com desejos e interesses, que justificavam inclusive o sacrifício de uns "simples" indivíduos. Quem saberia dizer quais os interesses da tal nação? Com certeza, os sábios, List incluído. Assim, a glória futura da nação valeria mais que tudo. Hitler não foi lá muito inovador...
Existem outros infinitos exemplos dos males que a mentalidade coletivista gera, mas creio ter deixado claro o ponto. Somente quando os indivíduos forem tratados como um fim em si, como agentes ativos de suas próprias vidas, ainda que influenciados pelas diversas características mencionadas, mas com responsabilidades individuais, o mundo será mais justo. Cada um deve tentar ser feliz à sua maneira, respeitando a liberdade alheia. Devemos ter cuidado com os "sábios iluminados", que conhecem o caminho "certo". Os valores e as atitudes individuais são o que importam. Onde nasceu, qual religião pratica, a qual classe pertence, tudo isso me parece completamente secundário, ou pelo menos nenhuma dessas características merece o monopólio da relevância.
Fora isso, jamais os fins justificam os meios. Eis o que defende o Liberalismo, na contramão das ideologias coletivistas, quase sempre genocidas. A melhor arma contra a praga do coletivismo é, sem dúvida, a defesa da ampla liberdade individual.
Fonte: Blog Rodrigo Constantino. (FAQ)
Se me fosse questionado qual a maior praga da Humanidade, não hesitaria muito em responder que é o coletivismo. Entendo o coletivismo aqui como a supressão do indivíduo como um ser e uma finalidade em si mesmo. Como exemplo de diferentes vertentes do coletivismo, temos várias ideologias que deixaram um rastro enorme de sangue na História. O nazismo partia de uma visão coletivista de raças, enquanto o marxismo aderia ao prisma coletivista das classes. O nacionalismo colocava a nação como um fim em si, transformando seus indivíduos em simples meios para algo maior. Há ainda um coletivismo mais complexo, das culturas, que vê o indivíduo como nada mais que um produto delas. Entre estes tipos de coletivismo, pode haver intercâmbio, evidentemente. Mas o verdadeiro denominador comum deles é o inimigo, que claramente é o indivíduo.
Na ótica coletivista, os indivíduos são apenas representantes de suas classes, raças, credos, nações ou culturas. Não são seres ativos, moldando o próprio destino, ainda que sob influência de todas essas características. São autômatos, como marionetes sem qualquer autonomia, sem responsabilidade, ou seja, habilidade de resposta. Os valores, o futuro, os interesses, tudo foi determinado pelo coletivo. Neste tipo de mentalidade, há um verdadeiro assassinato do individualismo. Cada ideologia coletivista dá prioridade a uma única característica, entre infinitas que formam cada indivíduo. Para o nacionalista, o simples local de nascimento no mapa vale mais que qualquer outro valor. Para o marxista, um burguês sempre terá mais afinidade com outro burguês, partindo de um determinismo de classes. Para o fanático religioso, apenas o credo importa, e um pérfido pode ser mais querido que um sujeito honesto, caso a religião deste seja alguma outra qualquer. Nenhuma dessas ideologias considera de forma mais equilibrada as inúmeras características individuais, assumindo ainda que cada indivíduo é um fim em si mesmo. Assim, nazistas podem exterminar judeus em nome da "raça pura", marxistas podem meter uma bala na cabeça dos burgueses em nome da "ditadura do proletariado", nacionalistas podem sacrificar alguns indivíduos em nome da "prosperidade da nação", religiosos podem lançar bombas em outros em nome da "fé redentora", e por aí vai. É o coletivismo suprimindo o indivíduo.
Essa praga coletivista vem de longa data. Platão, no livro A República, traça o que seria o Estado ideal, ainda que não exeqüível na prática. Há um claro viés coletivista, colocando os indivíduos como nada mais que instrumentos para a felicidade da "república", como se esta não fosse mais que o somatório dos indivíduos que a compõem. Caberia aos sábios, claro, determinar as regras todas, aniquilando as escolhas individuais. Normalmente, o coletivista parte do pressuposto que ele estará sempre do lado legislador, criando as regras e decidindo o rumo da felicidade alheia. O coletivista é prepotente, enquanto os individualistas respeitam as preferências individuais, com maior humildade. Voltando a Platão, temos passagens bastante autoritárias no livro, proferidas supostamente por Sócrates, como:
"Deixaremos ao cuidado dos magistrados regular o número dos casamentos, de forma que o número dos cidadãos seja sempre, mais ou menos, o mesmo, suprindo os claros abertos pelas guerras, enfermidades e vários acidentes, a fim de que a república nunca se torne nem demasiado grande nem demasiado pequena". Ou ainda:
"Os filhos bem nascidos serão levados ao berço comum e confiados a amas de leite que terão habitações à parte em um bairro da cidade. Quanto às crianças enfermiças e às que sofrerem qualquer deformidade, serão levadas, como convém, a paradeiro desconhecido e secreto". O avanço dos "iluminados" sobre a liberdade individual não acaba por aí:
"As mulheres gerarão filhos desde os vinte até os quarenta anos; os homens logo depois de passado o primeiro fogo de juventude, até os cinqüenta e cinco".
Platão foi muito além, defendendo o fim das propriedades dos guerreiros, e deixando todas as decisões importantes para os poucos sábios. Essa outra passagem deixa claro que a república estaria muito acima, em grau de importância, dos indivíduos: "Assim, em nossa república, quando ocorrer algo de bom ou de mau a um cidadão, todos dirão a um tempo meus negócios vão bem ou meus negócios vão mal". Todos participarão das mesmas alegrias e das mesmas dores, segundo suas próprias palavras. Homens, desta forma, não são mais homens, mas cupins! A república platônica conquistou sempre uma legião de seguidores românticos. O fim da propriedade individual, tudo comum a todos. Nada mais coletivista. Nada mais absurdo!
Thomas More iria resgatar esse sonho coletivista com força em seu Utopia, bastante influenciado por Platão. A Utopia de More muito se assemelha ao comunismo, tanto que este mereceu uma estátua na União Soviética. Infelizmente, o resultado prático é bem diferente do imaginado, e Utopus acabou em um gulag da Sibéria. Nessa passagem notamos a semelhança: "Esse grande sábio (Platão) já havia percebido que um único caminho conduz à salvação pública, a saber, a igual repartição dos recursos". Para isso, seria suprimida a propriedade privada. Os marxistas foram em linha semelhante, com a máxima "de cada um de acordo com a capacidade, para cada um de acordo com a necessidade". Ora, quem decide quais as necessidades individuais? E quem decide sobre as capacidades individuais? Claro, os "sábios". Os defensores dessas atrocidades sempre se colocam como parte integrante dos "iluminados" que irão moldar a sociedade, controlar os demais indivíduos, meios para o "bem maior". Com o tempo, ninguém mais pode nada, e todos precisam de tudo. Não há como o resultado ser diferente do terror soviético.
Tommaso Campanella surgiu apenas requentando o mesmo prato azedo, em sua Cidade do Sol. A mesma linha coletivista, tratando homens como abelhas, que trabalham para a felicidade da "colméia". Campanella sugere roupas iguais, tudo igual, e os filhos também serão propriedade "comum". Todos iguais, mas sempre uns mais iguais que os outros. Os tais "sábios" sempre entram em cena, para comandar o show. Os indivíduos são apenas ratos de laboratórios, ferramentas "científicas".
Os nacionalistas representam também um enorme câncer coletivista. Friedrich List, no século XIX, já dizia que somente onde o interesse dos indivíduos estivesse subordinado ao da nação, haveria desenvolvimento decente. Como se nação tivesse interesse! List foi totalmente contrário ao individualismo de Adam Smith, e colocava a nação como um ente vivo, com desejos e interesses, que justificavam inclusive o sacrifício de uns "simples" indivíduos. Quem saberia dizer quais os interesses da tal nação? Com certeza, os sábios, List incluído. Assim, a glória futura da nação valeria mais que tudo. Hitler não foi lá muito inovador...
Existem outros infinitos exemplos dos males que a mentalidade coletivista gera, mas creio ter deixado claro o ponto. Somente quando os indivíduos forem tratados como um fim em si, como agentes ativos de suas próprias vidas, ainda que influenciados pelas diversas características mencionadas, mas com responsabilidades individuais, o mundo será mais justo. Cada um deve tentar ser feliz à sua maneira, respeitando a liberdade alheia. Devemos ter cuidado com os "sábios iluminados", que conhecem o caminho "certo". Os valores e as atitudes individuais são o que importam. Onde nasceu, qual religião pratica, a qual classe pertence, tudo isso me parece completamente secundário, ou pelo menos nenhuma dessas características merece o monopólio da relevância.
Fora isso, jamais os fins justificam os meios. Eis o que defende o Liberalismo, na contramão das ideologias coletivistas, quase sempre genocidas. A melhor arma contra a praga do coletivismo é, sem dúvida, a defesa da ampla liberdade individual.
Fonte: Blog Rodrigo Constantino. (FAQ)
quinta-feira, janeiro 17, 2008
Radiação do celular atrapalha o sono
Um estudo realizado por pesquisadores americanos apontou que a radiação emitida pelo telefone celular pode afetar o sono. O trabalho, realizado por especialistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos, expôs 71 homens e mulheres com idades entre 18 e 45 anos à radiação do celular durante o sono.
Os pesquisadores observaram que as fases iniciais do sono foram diretamente afetadas e que outras, importantes para a recuperação dos desgastes sofridos durante o dia, também foram atingidas pelas radiações. A pesquisa ainda mostrou que as pessoas que dormem próximas ao telefone celular sofrem mais de dores de cabeça.
Estudos realizados anteriormente já tinham apontado outros malefícios do uso do celular. No ano passado, cientistas indianos mostraram que usar o aparelho mais de uma hora por dia pode causar danos à audição.
Na pesquisa, os especialistas analisaram cem pessoas que usaram seus celulares por mais de uma hora por dia durante quatro anos. Eles observaram que os participantes começaram a confundir sons de alta freqüência, como os de palavras que se iniciam com as letras s, f, t e z.
Além disso, pesquisadores israelenses acreditam que o uso do telefone celular por apenas cinco minutos diários já pode ser o suficiente para acelerar a divisão das células. Os especialistas explicaram que a divisão celular é um processo que ocorre naturalmente quando há crescimento ou renovação dos tecidos, mas também pode provocar câncer.
Fonte: BBC Brasil
Os pesquisadores observaram que as fases iniciais do sono foram diretamente afetadas e que outras, importantes para a recuperação dos desgastes sofridos durante o dia, também foram atingidas pelas radiações. A pesquisa ainda mostrou que as pessoas que dormem próximas ao telefone celular sofrem mais de dores de cabeça.
Estudos realizados anteriormente já tinham apontado outros malefícios do uso do celular. No ano passado, cientistas indianos mostraram que usar o aparelho mais de uma hora por dia pode causar danos à audição.
Na pesquisa, os especialistas analisaram cem pessoas que usaram seus celulares por mais de uma hora por dia durante quatro anos. Eles observaram que os participantes começaram a confundir sons de alta freqüência, como os de palavras que se iniciam com as letras s, f, t e z.
Além disso, pesquisadores israelenses acreditam que o uso do telefone celular por apenas cinco minutos diários já pode ser o suficiente para acelerar a divisão das células. Os especialistas explicaram que a divisão celular é um processo que ocorre naturalmente quando há crescimento ou renovação dos tecidos, mas também pode provocar câncer.
Fonte: BBC Brasil
Efeitos do tabagismo na pele
O Comitê Nacional de Prevenção contra o Tabagismo da Espanha divulgou nesta quinta-feira imagens que mostram os efeitos provocados na pele por causa do cigarro, informa a edição online do jornal El País.
As fotos são de duas irmãs gêmeas, com mais de 50 anos. Uma delas consumiu o tabaco durante anos e a segunda nunca fumou. O resultado é que a pele da primeira gêmea mostra rugas profundas e extendidas, flacidez e o envelhecimento facial ocorreu com maior rapidez e severidade. Já sua irmã apresentou um rosto mais limpo e muito menos enrugado. Veja as fotos: Terra.
As fotos são de duas irmãs gêmeas, com mais de 50 anos. Uma delas consumiu o tabaco durante anos e a segunda nunca fumou. O resultado é que a pele da primeira gêmea mostra rugas profundas e extendidas, flacidez e o envelhecimento facial ocorreu com maior rapidez e severidade. Já sua irmã apresentou um rosto mais limpo e muito menos enrugado. Veja as fotos: Terra.
Seria Hillary uma "Neocon"?
"Quando pergunto, ‘Quais seriam hoje, em sua opinião, os objetivos dos Estados Unidos? ’, as pessoas não têm a mínima idéia da resposta. Nós não sabemos o que estamos tentando alcançar. E eu acredito que você precisa de objetivos, seja para a sua vida, seja para o seu país".
Senadora Hilary Clinton, MSNBC, 11 de maio de 2007
A visão de mundo da senadora Hilary Clinton, demonstrada na citação acima, está em grave discordância com a dos fundadores dos Estados Unidos. A idéia que a nação americana teria "objetivos", assim como os indivíduos, ter-lhes-ia sido totalmente estranha. Para eles, o propósito do governo se limitaria à proteção de nossos direitos "auto-evidentes" à vida, à liberdade e à busca da felicidade. A ênfase na primazia do indivíduo é a essência do verdadeiro excepcionalismo americano.
Objetivos nacionais são um eufemismo para poderes políticos nacionais concentrados. O "velho mundo" era cheio de nações com objetivos, quase todos perniciosos. A idéia mesma de objetivos nacionais não é só não-americana, mas anti-americana. Porém, Clinton insiste em divulgá-la, como fez em um recente discurso de campanha em New Hampshire, dizendo que em lugar de uma "sociedade de propriedade", preferiria uma "sociedade em que estivéssemos todos juntos". Ela freqüentemente menciona a idéia de que os americanos querem "fazer parte de algo maior que eles mesmos"... (Leia mais aqui)
Senadora Hilary Clinton, MSNBC, 11 de maio de 2007
A visão de mundo da senadora Hilary Clinton, demonstrada na citação acima, está em grave discordância com a dos fundadores dos Estados Unidos. A idéia que a nação americana teria "objetivos", assim como os indivíduos, ter-lhes-ia sido totalmente estranha. Para eles, o propósito do governo se limitaria à proteção de nossos direitos "auto-evidentes" à vida, à liberdade e à busca da felicidade. A ênfase na primazia do indivíduo é a essência do verdadeiro excepcionalismo americano.
Objetivos nacionais são um eufemismo para poderes políticos nacionais concentrados. O "velho mundo" era cheio de nações com objetivos, quase todos perniciosos. A idéia mesma de objetivos nacionais não é só não-americana, mas anti-americana. Porém, Clinton insiste em divulgá-la, como fez em um recente discurso de campanha em New Hampshire, dizendo que em lugar de uma "sociedade de propriedade", preferiria uma "sociedade em que estivéssemos todos juntos". Ela freqüentemente menciona a idéia de que os americanos querem "fazer parte de algo maior que eles mesmos"... (Leia mais aqui)
Não sorria, você está sendo vigiado
Depois dos ataques de 11 de Setembro em Nova York, de 11 de Março de 2004 em Madri e dos atentados de 7 de Julho de 2005 em Londres, temos sido freqüentemente lembrados pelos políticos da "constante" ameaça do terrorismo e da necessidade do Estado de possuir mais poderes para nos proteger. Eu moro em uma cidade pacífica na Bélgica, mas o pânico também nos atinge. A Cidade de Antuérpia iniciou recentemente a instalação de câmeras de vigilância, que funcionam 24 horas por dia, na praça principal do distrito estudantil. Como era de se esperar, a população está disposta a entregar mais poderes ao Estado para que institua medidas de vigilância repressivas que ameaçam gravemente a liberdade... (Leia mais aqui)
Ética coletivista
A ética coletivista tem uma longa história, e serviu de base para vários sistemas ideológicos e de organização social no decorrer da história. Suas origens podem ser traçadas até a antigüidade. É uma visão muito mais antiga (e influente) do que a individualista. Como qualquer conjunto de idéias, a ética coletivista passou por várias mudanças e adaptações ao longo da história. Mas seus elementos fundamentais permanecem, mesmo que as feições que assumem, os meios para sua implementação e as justificativas morais e filosóficas tenham mudado.
Mas sem maiores delongas: o que é a ética coletivista?
A ética coletivista parte de uma premissa fundamental diametricamente oposta à do individualismo: a de que o coletivo (ou seja, o conjunto de pessoas de uma determinada comunidade ou espaço sócio-cultural) é o elemento fundamental da organização social. Os direitos de cada indivíduo são definidos pelo coletivo, assim como suas responsabilidades. O "bem comum" é um conceito importantíssimo no pensamento coletivista: aquilo que beneficia o coletivo deve sempre ter precedência sobre os interesses individuais. Ações tomadas pelos indivíduos são julgadas como corretas ou não à luz do seu impacto sobre o coletivo e sua contribuição (ou não) para o "bem comum".
Na aparência, a ética coletivista é bem atraente. Quem não gostaria de viver em um mundo onde o egoísmo tivesse sido abolido e o "bem comum" fosse o objetivo mais importante? Mas infelizmente, o pensamento coletivista está recheado de inconsistências, paradoxos e premissas falaciosas que não apenas tornam o atingimento dos seus elevados ideais impossível, como fatalmente leva à criação de uma sociedade que opera em parâmetros completamente opostos a eles.
Começemos pela questão da submissão do indivíduo ao coletivo. Embora aparentemente positivo, esse princípio esconde uma falácia: ele implicitamente diz que o indivíduo, enquanto ente separado, não possui direitos ou deveres específicos; eles dependem daquilo que o coletivo considerar adequado ou não, de acordo com o "interesse comum". Já neste ponto surge um problema: as pessoas não têm, em princípio, direitos ou deveres fundamentais. Sem entrar na questão (polêmica) do direito natural (que não vêm ao caso agora, mas pode ser material para uma outra discussão), a ética individualista aceita que certos direitos são absolutos e inalienáveis: os direitos à vida e à liberdade, por exemplo. Isso não ocorre com o coletivismo: esses direitos, se for considerado necessário, em nome do "bem comum", podem ser restringidos, modificados, ou mesmo abolidos.
Nem bem nos defrontamos com a questão da insegurança dos direitos, já esbarramos em outro problema: o conceito do "bem comum". Embora possamos certamente definir situações ou ações específicas como contrárias ou favoráveis ao "bem comum" com facilidade (entendido aqui como aquilo que beneficia o máximo possível de pessoas com o mínimo possível de custo ou esforço), tal identificação torna-se gradualmente mais complicada à medida que aumentamos o número de elementos da vida social que passam a ser julgados por esse critério. Pior, à medida que ampliamos o uso desse critério para áreas cada vez maiores da sociedade, maiores são as chances de que teremos políticas que, para beneficiar muitos, necessariamente ferirão os direitos de alguns. Em uma sequência lógica, quando todos os aspectos da vida social passam a ser regulamentados pelo conceito do "bem comum", este torna-se vazio de sentido, pois tantos grupos e indivíduos terão perdido alguma coisa no processo que, para eles, o prejuízo é maior do que o eventual benefício. O "bem comum" tornou-se o "mal comum".
Ainda no tema do "bem comum", o crescimento das parcelas da população que inevitávelmente considerarão pelo menos algumas das políticas adotadas como nocivas indica que seria impossível construir um consenso sobre o que é "bem comum" em todos os casos. Na ausência de consenso, resta um único caminho: a coerção. A parcela que considerar que os seus interesses representam o bem comum tenderá a impor políticas e leis favoráveis a eles, seja através de mecanismos de representação majoritária que firam os direitos dos discordantes (conhecida como "ditadura da maioria", que nada tem a ver com o conceito de democracia), ou pura e simples tirania (ou seja, uma ditadura que define o que é ou não correto de acordo com os interesses dos detentores do poder). Em ambos os casos, cria-se um modelo onde o "bem comum" é a primeira fatalidade.
O "bem comum" é perfeitamente conciliável com a ética individualista. A diferenca é que, com ela, a definição de "bem comum" é necessariamente limitada; apenas aquilo sobre o qual todos podem concordar livremente pode ser tratado como "bem comum". A partir daí, cada um deve buscar o seu caminho pessoal para a felicidade. Neste aspecto a obra de Max Weber, demonstrando como a ética protestante (que é fortemente calcada no pensamento individualista, mas também valoriza de forma expressiva a caridade, a tolerância e a boa vontade) levou ao sucesso do capitalismo nos países Anglo-saxões. A ética individualista não exclui, de forma alguma, a solidariedade; apenas a coloca como algo de foro íntimo. Ninguém pode ser forçado a ser solidário.
Saindo da esfera político-social para a individual, a ética coletivista também apresenta desafios sensíveis. O maior deles é o que costuma ser chamado de relativismo moral: o fato de que uma dada ação é julgada como "certa" ou "errada" não com base em princípios éticos fixos e permanentes, mas no que atende ou não aos interesses do coletivo. Sem abordar novamente os problemas com a definição de "bem comum", a ênfase no coletivo para o julgamento do acerto ou não cria espaço para que, dadas as circunstâncias adequadas, qualquer ação pode ser justificada e considerada correta. Por exemplo: se em uma dada circunstância o assassinato de um indivíduo é visto como benéfico para o coletivo, este deixa de ser um crime, e pode até mesmo ser considerado um ato heróico. Contrasta com isso a visão individualista: um assassinato é um crime, ponto. O criminoso pode ter sua punição abrandada ou intensificada de acordo com a situação, claro; mas isso não significa de forma alguma a transformação do erro em acerto. E em situações onde existe dúvida, a ética individualista oferece uma hierarquia clara de prioridades de direitos: por exemplo, a vida tem precedência sobre a liberdade, que tem precedência sobre a propriedade. Em caso de conflito, o mais importante impera. É por isso que temos, por exemplo, a figura da legítima defesa: a vida é o direito mais importante, e a nossa própria vida é mais importante do que a de quem deseja nos matar. No individualismo, as regras sobre o que é certo ou errado estão previamente definidas e são de conhecimento de todos: no coletivismo, elas dependem das circunstâncias.
A ênfase no coletivo também gera outro elemento pernicioso para as relações sociais: a tendência a transferir para a comunidade a responsabilidade pelos atos do indivíduo. Um exemplo claro é o tratamento que é dado ao crime por certos grupos de inspiração coletivista: antes de representar uma violência de um indivíduo para com outro, a ação criminosa é vista como reflexo de uma situação social. Isso equivale a tirar do indivíduo a responsabilidade pelos seus atos; eles passam a ser vistos como determinados fundamentalmente pela situação sócio-econômica, ou de etnia, ou qualquer outro elemento "coletivizante" que se quiser usar. Não que as condições sócio-culturais específicas não sejam importantes para a compreensão das raízes do comportamento de um dado indivíduo; mas não podem nunca ser tratadas como explicação única ou total do fenômeno do crime. A sublimação da responsabilidade individual gera impunidade e estimula o comportamento criminoso.
E têm mais: se por um lado, a responsabilização do coletivo significa absolver indivíduos de suas responsabilidades, por outro, pode levar à condenação de grupos inteiros pela ação de indivíduos específicos. A intolerância religiosa, étnica ou política têm suas raízes na transferência da responsabilidade da esfera individual para a coletiva. Tanto as vítimas quanto os algozes do genocídio e da perseguição deixam de ser indivíduos dotados de razão e capacidade de julgamento racional e ético para serem apenas expressão dos coletivos a que pertencem; a monstruosidade é relativizada, banalizada, pois no fim ninguém é responsável: "todos" são. Mesmo os que nada sabiam, ou que não tinham meios para opor-se. É a igualdade na generalização.
E aí talvez resida o verdadeiro mal do pensamento coletivista: a generalização, e consequente destruição, do valor de cada indivíduo como ser humano, único e distinto de todos os demais. Passamos a ser apenas peças de uma máquina: o "coletivo". Nossas vidas passam a ser definidas por ele. Não temos mais valor intrínseco enquanto indivíduos: nosso valor é apenas aquilo que o coletivo considerar que é. E quem define o que pensa o coletivo? Seus "líderes", claro: a vanguarda pensante que diz a todos os demais o que é certo ou errado.
Não é à toa que na base de todos os regimes totalitários do século 20 podemos encontrar o pensamento coletivista: Fascismo, Nazismo, Socialismo. E recuando no tempo, encontramos encarnações do coletivismo no Absolutismo europeu, nos regimes despóticos da China e do Japão feudais e imperiais, e em todas as tiranias e ditaduras de todos os tempos. Basta substituir o "coletivo" pelo Estado, pelo Rei, ou pelo Imperador, e temos exatamente a mesma lógica e submissão do indivíduo.
Fonte: Blog Livre Pensamento
Leia também: "Ética Individualista".
Mas sem maiores delongas: o que é a ética coletivista?
A ética coletivista parte de uma premissa fundamental diametricamente oposta à do individualismo: a de que o coletivo (ou seja, o conjunto de pessoas de uma determinada comunidade ou espaço sócio-cultural) é o elemento fundamental da organização social. Os direitos de cada indivíduo são definidos pelo coletivo, assim como suas responsabilidades. O "bem comum" é um conceito importantíssimo no pensamento coletivista: aquilo que beneficia o coletivo deve sempre ter precedência sobre os interesses individuais. Ações tomadas pelos indivíduos são julgadas como corretas ou não à luz do seu impacto sobre o coletivo e sua contribuição (ou não) para o "bem comum".
Na aparência, a ética coletivista é bem atraente. Quem não gostaria de viver em um mundo onde o egoísmo tivesse sido abolido e o "bem comum" fosse o objetivo mais importante? Mas infelizmente, o pensamento coletivista está recheado de inconsistências, paradoxos e premissas falaciosas que não apenas tornam o atingimento dos seus elevados ideais impossível, como fatalmente leva à criação de uma sociedade que opera em parâmetros completamente opostos a eles.
Começemos pela questão da submissão do indivíduo ao coletivo. Embora aparentemente positivo, esse princípio esconde uma falácia: ele implicitamente diz que o indivíduo, enquanto ente separado, não possui direitos ou deveres específicos; eles dependem daquilo que o coletivo considerar adequado ou não, de acordo com o "interesse comum". Já neste ponto surge um problema: as pessoas não têm, em princípio, direitos ou deveres fundamentais. Sem entrar na questão (polêmica) do direito natural (que não vêm ao caso agora, mas pode ser material para uma outra discussão), a ética individualista aceita que certos direitos são absolutos e inalienáveis: os direitos à vida e à liberdade, por exemplo. Isso não ocorre com o coletivismo: esses direitos, se for considerado necessário, em nome do "bem comum", podem ser restringidos, modificados, ou mesmo abolidos.
Nem bem nos defrontamos com a questão da insegurança dos direitos, já esbarramos em outro problema: o conceito do "bem comum". Embora possamos certamente definir situações ou ações específicas como contrárias ou favoráveis ao "bem comum" com facilidade (entendido aqui como aquilo que beneficia o máximo possível de pessoas com o mínimo possível de custo ou esforço), tal identificação torna-se gradualmente mais complicada à medida que aumentamos o número de elementos da vida social que passam a ser julgados por esse critério. Pior, à medida que ampliamos o uso desse critério para áreas cada vez maiores da sociedade, maiores são as chances de que teremos políticas que, para beneficiar muitos, necessariamente ferirão os direitos de alguns. Em uma sequência lógica, quando todos os aspectos da vida social passam a ser regulamentados pelo conceito do "bem comum", este torna-se vazio de sentido, pois tantos grupos e indivíduos terão perdido alguma coisa no processo que, para eles, o prejuízo é maior do que o eventual benefício. O "bem comum" tornou-se o "mal comum".
Ainda no tema do "bem comum", o crescimento das parcelas da população que inevitávelmente considerarão pelo menos algumas das políticas adotadas como nocivas indica que seria impossível construir um consenso sobre o que é "bem comum" em todos os casos. Na ausência de consenso, resta um único caminho: a coerção. A parcela que considerar que os seus interesses representam o bem comum tenderá a impor políticas e leis favoráveis a eles, seja através de mecanismos de representação majoritária que firam os direitos dos discordantes (conhecida como "ditadura da maioria", que nada tem a ver com o conceito de democracia), ou pura e simples tirania (ou seja, uma ditadura que define o que é ou não correto de acordo com os interesses dos detentores do poder). Em ambos os casos, cria-se um modelo onde o "bem comum" é a primeira fatalidade.
O "bem comum" é perfeitamente conciliável com a ética individualista. A diferenca é que, com ela, a definição de "bem comum" é necessariamente limitada; apenas aquilo sobre o qual todos podem concordar livremente pode ser tratado como "bem comum". A partir daí, cada um deve buscar o seu caminho pessoal para a felicidade. Neste aspecto a obra de Max Weber, demonstrando como a ética protestante (que é fortemente calcada no pensamento individualista, mas também valoriza de forma expressiva a caridade, a tolerância e a boa vontade) levou ao sucesso do capitalismo nos países Anglo-saxões. A ética individualista não exclui, de forma alguma, a solidariedade; apenas a coloca como algo de foro íntimo. Ninguém pode ser forçado a ser solidário.
Saindo da esfera político-social para a individual, a ética coletivista também apresenta desafios sensíveis. O maior deles é o que costuma ser chamado de relativismo moral: o fato de que uma dada ação é julgada como "certa" ou "errada" não com base em princípios éticos fixos e permanentes, mas no que atende ou não aos interesses do coletivo. Sem abordar novamente os problemas com a definição de "bem comum", a ênfase no coletivo para o julgamento do acerto ou não cria espaço para que, dadas as circunstâncias adequadas, qualquer ação pode ser justificada e considerada correta. Por exemplo: se em uma dada circunstância o assassinato de um indivíduo é visto como benéfico para o coletivo, este deixa de ser um crime, e pode até mesmo ser considerado um ato heróico. Contrasta com isso a visão individualista: um assassinato é um crime, ponto. O criminoso pode ter sua punição abrandada ou intensificada de acordo com a situação, claro; mas isso não significa de forma alguma a transformação do erro em acerto. E em situações onde existe dúvida, a ética individualista oferece uma hierarquia clara de prioridades de direitos: por exemplo, a vida tem precedência sobre a liberdade, que tem precedência sobre a propriedade. Em caso de conflito, o mais importante impera. É por isso que temos, por exemplo, a figura da legítima defesa: a vida é o direito mais importante, e a nossa própria vida é mais importante do que a de quem deseja nos matar. No individualismo, as regras sobre o que é certo ou errado estão previamente definidas e são de conhecimento de todos: no coletivismo, elas dependem das circunstâncias.
A ênfase no coletivo também gera outro elemento pernicioso para as relações sociais: a tendência a transferir para a comunidade a responsabilidade pelos atos do indivíduo. Um exemplo claro é o tratamento que é dado ao crime por certos grupos de inspiração coletivista: antes de representar uma violência de um indivíduo para com outro, a ação criminosa é vista como reflexo de uma situação social. Isso equivale a tirar do indivíduo a responsabilidade pelos seus atos; eles passam a ser vistos como determinados fundamentalmente pela situação sócio-econômica, ou de etnia, ou qualquer outro elemento "coletivizante" que se quiser usar. Não que as condições sócio-culturais específicas não sejam importantes para a compreensão das raízes do comportamento de um dado indivíduo; mas não podem nunca ser tratadas como explicação única ou total do fenômeno do crime. A sublimação da responsabilidade individual gera impunidade e estimula o comportamento criminoso.
E têm mais: se por um lado, a responsabilização do coletivo significa absolver indivíduos de suas responsabilidades, por outro, pode levar à condenação de grupos inteiros pela ação de indivíduos específicos. A intolerância religiosa, étnica ou política têm suas raízes na transferência da responsabilidade da esfera individual para a coletiva. Tanto as vítimas quanto os algozes do genocídio e da perseguição deixam de ser indivíduos dotados de razão e capacidade de julgamento racional e ético para serem apenas expressão dos coletivos a que pertencem; a monstruosidade é relativizada, banalizada, pois no fim ninguém é responsável: "todos" são. Mesmo os que nada sabiam, ou que não tinham meios para opor-se. É a igualdade na generalização.
E aí talvez resida o verdadeiro mal do pensamento coletivista: a generalização, e consequente destruição, do valor de cada indivíduo como ser humano, único e distinto de todos os demais. Passamos a ser apenas peças de uma máquina: o "coletivo". Nossas vidas passam a ser definidas por ele. Não temos mais valor intrínseco enquanto indivíduos: nosso valor é apenas aquilo que o coletivo considerar que é. E quem define o que pensa o coletivo? Seus "líderes", claro: a vanguarda pensante que diz a todos os demais o que é certo ou errado.
Não é à toa que na base de todos os regimes totalitários do século 20 podemos encontrar o pensamento coletivista: Fascismo, Nazismo, Socialismo. E recuando no tempo, encontramos encarnações do coletivismo no Absolutismo europeu, nos regimes despóticos da China e do Japão feudais e imperiais, e em todas as tiranias e ditaduras de todos os tempos. Basta substituir o "coletivo" pelo Estado, pelo Rei, ou pelo Imperador, e temos exatamente a mesma lógica e submissão do indivíduo.
Fonte: Blog Livre Pensamento
Leia também: "Ética Individualista".
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